O AUTOR ALÍPIO RANGEL LANÇA COLETÂNEA DE CONTOS “HOJE EU POSSO VÊ-LA”

O livro “Hoje Eu Posso Vê-la” é uma coletânea de contos escritos por Alipio Rangel, um autor que é um eterno apaixonado. Para ele, a paixão é o que realmente nos move e nos leva em frente, mesmo diante de todos os desafios. Ao longo dos anos, ele escreveu esses contos inspirado por músicas dos mais variados estilos, deixando-se guiar por cada letra, instrumento, melodia e arranjo que lhe falava ao coração e à alma.

Cada conto é uma história de paixão, inspirada por uma música específica, e que abrange desde a juventude do autor até os dias de hoje. Ao escrever, Alipio se envolveu tanto com cada uma dessas histórias que chegou a emocionar-se em lagrimas enquanto as colocava no papel. As emoções que ele sentiu na hora da escrita são transmitidas para o leitor, que é levado a sentir toda a emoção do autor ao ler cada página deste livro.

Ao longo da leitura, o leitor pode buscar na sua playlist as músicas que são citadas nos contos, e vivenciar toda a emoção do autor, que transborda em cada folha do livro. A obra é uma mistura de emoção, amor, sensualidade, paixão e, também, sofrimento, já que a paixão também pode nos fazer sofrer. Todos nós, em algum momento, já sentimos essa mistura de emoções que a paixão nos proporciona.

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Débora de Oliveira lança “Língua doce: A carta de uma abelha sem ferrão”

“Língua doce: A carta de uma abelha sem ferrão”, de Débora de Oliveira, é uma história publicada pela Editora Ases da Literatura. Acompanhamos a jornada de uma abelha sem ferrão que viaja em busca de plantações de tomates e descobre um mundo desarrumado. Ela enfrenta as diferenças sociais entre as abelhas na cidade e luta para se adaptar às mudanças climáticas, decidindo ajudar. A história nasceu da pandemia, com a autora buscando introduzir de forma lúdica temas importantes, como mudanças climáticas, descarte inadequado de plásticos e microplásticos e sua influência em pessoas com autismo e transtornos sensoriais. A amizade e a esperança são temas-chave, assim como o despertar do conhecimento sensível e a importância da integração consciente das crianças com o meio ambiente. A autora mantém um canal sobre meliponicultura e prepara um podcast para explorar esses temas. Ela buscou criar uma história para ajudar pais e filhos a se conectarem com as abelhas nativas que estão desaparecendo.

Crédito para Renato Gama fotógrafo.

 

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AUTORA MARIA VALESKA BERARDO LANÇA “BUBY, O VAGALUME”

Neste livro, da autora Maria Valeska Berardo Pessoa de Souza, publicado pela Editora Ases da Literatura, as crianças terão a oportunidade de conhecer a história de um vagalume muito especial chamado Buby, que tem um sonho pra lá de diferente. Será que ele vai conseguir realizar? Embarque nesta aventura e venha descobrir!
Sobre a autora…
A autora, que é médica e jornalista, esteve na linha de frente na pandemia e, por estar muito tempo longe da filha, voltou a escrever relembrando as histórias que criava para ela dormir quando criança. Agora, publica seu primeiro livro infantil. Maria Valeska é brasileira e portuguesa. Reside em São Paulo, Brasil. Sua paixão por criar e contar histórias vem da juventude, onde ganhou prêmios em seu colégio Marista São Luís. Entrou, aos 16 anos, em um curso de Literatura Portuguesa e sua Professora Inalda a fez jurar nunca parar de escrever. Além de sua formação em Comunicação Social, é roteirista pela Escola Wolf Maia, em São Paulo.

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SUIAN DE OLIVEIRA ANTUNES LANÇA O LIVRO: ” O PASSAGEIRO”

Com os pés na plataforma, Edgar observava o vão que se abria entre o chão que pisava e o vagão do trem àsua frente. A autora de “O passageiro” convida você a decidir se ele embarcará nesse ou no próximo trem e, assim, descobrir as consequências que cada decisão trará para o resto de sua vida. Nesse romance surpreendente e inovador, é você, leitor, quem decide o momento do embarque. Faça a sua escolha e boa viagem!

A autora Suian de Oliveira Antunes, do Livro “O Passageiro” é natural da cidade do Rio de Janeiro. Graduada em Administração pela Universidade Federal do Espírito Santo e pós-graduada em Finanças, Investimentos e Banking pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A autora de “A (In)finitude dos Encontros”, publicado em 2022, é fascinada pela concretude dos números e apaixonada pela fluidez das letras.

 

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Padre Joacir d’Abadia lança novo Livro “O Grande Ausente: o Silêncio”

O Grande Ausente: o Silêncio

O livro tem um poder enorme de transformação. Ele perpassa de geração a geração e se consolida como instrumento de reflexão. Deste modo, o Filósofo e escritor Padre Joacir d’Abadia, Especialista em Docência do Ensino Superior, lança seu 16º livro.

Após o grande sucesso e atingir novos leitores com a publicação do livro “Vivás-Vasti: o contemplador” (2021), obra que apresenta uma crítica aos 3 Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário, o pensador propõe uma reflexão mais atual e próxima dos seus leitores. Ele traz à baila o tema do silêncio com o seu mais recente livro “O Grande Ausente: o Silêncio” (Editora Art Letras, 2022).

Este opúsculo de reflexão filosófica, que não exclui o recurso teológico, tem como objetivo inicial permitir que cada leitor fique tentado a caminhar para dentro se si mesmo, descobrindo que pode questionar a sua própria vida, e a partir destes questionamentos, dialogar com seu interior.

Bem no fundo da vida de cada pessoa, que se propõe escutar seu silêncio e dialogar com ele, moram as descobertas onde a beleza e o encanto se evidenciam.

O interior do homem está cheio de mistérios, os quais vão sendo desvendados à medida que se avança no caminho do diálogo interior… seu silêncio.

Você pode seguir o filósofo no Instagram: https://www.instagram.com/padrejoacirdabadia/

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 Conheça a nova fábula infantil da autora Claudia Manning!

Em 2021 tivemos a oportunidade de conhecer a primeira obra de literatura infantil da autora Claudia Manning, publicado pela editora Asinha. Nós nos divertimos muito com o livro “Juntinhos”, que conta a história de Larinha, Tuti e a cachorrinha Xisca. O trio brinca de trocar os brinquedos e a participação do papai e da mamãe na brincadeira mostra a importância de momentos especiais em família.

Hoje a autora paulista apresenta sua mais nova obra, o livro “O Que Aconteceu, Irineu?”, uma fábula poética que convida crianças e adultos a redescobrirem uma receita clássica para os melhores momentos através da história do gato Irineu, que fazia o que mais gostava quando algo surpreendente aconteceu e mudou toda a sua vida.

LANÇAMENTO DO LIVRO “GENTE QUE SE APAGA”

LANÇAMENTO DO LIVRO “GENTE QUE SE APAGA”

De autoria de Alan Minas, o livro aborda as relações familiares sob a visão de uma criança

Dia 24 de agosto, sábado, será lançado o livro “Gente que se Apaga”, de Alan Minas (Editora Metanoia), na Livraria Blooks (Praia de Botafogo, 316 – Lojas D e E), a partir das 15h. O livro aborda as relações familiares sob o ponto de vista de uma criança.

Livro Gente que se Apaga de Alan Minas – capa

O autor conta a história de Guilherme, que encontra-se numa sala de aula, no topo de uma elevada montanha. Por estar nesse inóspito lugar, acredita estar sonhando. Ele encontra Davi, um menino de giz riscado no quadro negro, que sofre de misteriosos apagamentos pelos conflitos familiares que vivencia. Solidário ao amigo, Guilherme tenta impedir que ele se apague por inteiro. E ambos ficam intrigados, ao descobrirem que compartilham o mesmo sonho.

A história tem forte carga poética, e influência da literatura Borgeana. O texto parte de uma premissa subjetiva, de uma família comum, mas tem alcance universal por conta da temática envolvida, assunto que envolve todo, e qualquer, tipo de família. O livro abre inúmeras reflexões sobre relações parentais, conjugais e, sobretudo, relações humanas. Escuta, diálogo e respeito.

– Essas são as fortes referências presentes nesse tema, crucial e tão debatido, em nossa contemporaneidade. “Gente que se Apaga” surge como um solo fértil, pronto a germinar encontros e diálogos em diversas áreas de interesse, onde as infâncias e o senso de alteridade encontram espaço de expressão, e sua plenitude, explica o autor.

Sobre o autor

Alan Minas nasceu no Rio de Janeiro, é formado em cinema e pós-graduado em roteiro. Já dirigiu e roteirizou o documentário A Morte Inventada – Alienação Parental, que se tornou referência no tema no Brasil e no exterior, e acabou desdobrando-se no livro A Morte Inventada – Ensaios e Vozes. Dirigiu e roteirizou o longa-metragem A família Dionti, selecionado pelo Latin America Fund do TFI-NY, premiado no Brasil e em diversos países. O filme teve sua adaptação para a literatura, tornando-se um romance homônimo. Escreveu o livro juvenil Quando Ju Escapou pra Dentro, finalista no prêmio Barco a Vapor em 2013, e que está em fase de preparação para o cinema. Roteirizou e dirigiu sete curtas-metragens, premiados em festivais nacionais e internacionais.

 

SERVIÇO:

Lançamento do livro “Gente que se Apaga” de Alan Minas

Data: 24 de agosto de 2019

Hora: das 15h às 18h

Local: Livraria Blooks – Praia de Botafogo, 316 – lojas D e E

Editora Metanoia

Páginas: 34 – Preço: R$ 30,00

Pela primeira vez no Rio de Janeiro o poeta JESSIER QUIRINO (26)

O produtor João Luiz Azevedo orgulhosamente apresenta, pela primeira vez no Rio de Janeiro, o poeta, músico, arquiteto, declamador e contador de causos, o paraibano de Campina Grande  JESSIER QUIRINO que diz, não se considerar um estudioso, apenas um “prestador de atenção” em seu novo recital DOIDOS DE JUÍZO, em única apresentação, na Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360 – Copacabana – Tel. 21-997310933), no dia 26 de julho/2019, sexta feira as 18h, com ingressos a R$ 40,00 / R$ 20,00 ( para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos).

JESSIER QUIRINO

Arquiteto por profissão, poeta por vocação e matuto por convicção, como ele mesmo se define, vive subindo nos palcos de todo país, para apresentar sua poesia declamada e os causos matutos.

– “Eu sou um prestador de atenção. Observo as coisas com olhos e faro de rastreador e vou escolhendo palavras para colocar na minha poesia, nos meus escritos — gosta de dizer, acrescentando que o a sua vida artística começou cedo”.

– “Costumo dizer que, pra essas coisas das artes, sou eu e a torre de Pisa: sempre tive inclinação. Tirando as várias modalidades de desenho, que estudei até minha graduação em arquitetura, nunca tive nenhuma formação em artes. A poesia, a música, a literatura, a força cênica, tudo isto, veio aos poucos-pouquinhos e pelas beiras como quem come papa quente.   Desde rapazote fazia isso muito à vontade, sempre imprimindo minha marca pessoal: Ou seja, declamava com uma manteiguinha a mais. Era a arma que eu usava para me impor diante dos colegas, aliviando toneladas de timidez.”

Se praticar doidice é fazer arte, Jessier Quirino sabe, como poucos, recolher os mais bem apanhados temas para sua poesia urbana e sertaneja, misturar com histórias da pontinha da unha, e emocionar a plateia.

“DOIDOS DE JUÍZO” é um mergulho em verso e prosa com tiradas engraçadíssimas, apresentadas em formato solo, assim definidas pelo poeta:

“Meu contente é um contente de observação do universo popular que é autêntico e sem-vergonha que só raposa criada em casa. É um contente palpável, vivo e hilariante.”

Assim ou quase assim é a versão teatral do espetáculo que Quirino traz para o Rio de Janeiro, no próximo dia 26 de julho na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana.

Como é a primeira vez que Quirino se apresentará no Rio, certamente irá inserir os seus clássicos “Matuto no Cinema”, “Paisagem de Interior”, “Trem da Greatwest”, “Vou-me Embora pro Passado”, etc

O POETA

Jessier Quirino, 65 anos, é paraibano de Campina Grande, um arquiteto que se fez poeta, e é hoje um dos nomes festejados no meio artístico nacional.

Além da obra publicada em livros, CDs e DVD, expõe sua arte (nas cancelas abertas da Internet), em programas de mídia nacional já veiculados como: Sr. Brasil (com Rolando Boldrin), Programa do Jô, Ensaio (com Fernando Faro), Fantástico, entre outros. Atualmente é colunista da Rádio CBN Paraíba e mantem um canal próprio no YouTube.

Seu canal no youtube:

Em sua incursão editorial, publicou, pelas Edições Bagaço, uma dezena de livros entre os quais: Paisagem de Interior; Agruras da Lata D`água; Prosa Morena; Bandeira Nordestina; Berro Novo; Papel de Bodega; CDs, DVD, e mais recentemente, o livro Galos de Campina em parceria com Braulio Tavares.

Em outra vertente artística, encarnando o personagem Euclydes Villar, fez parte do elenco da microssérie “A Pedra do Reino”, veiculada pela Rede Globo.

Assim, preenchendo uma lacuna deixada pelos grandes menestréis do pensamento popular nordestino, o poeta tem chamado a atenção do distinto público, e, numa performance de pouco mais de uma hora de duração, faz hoje um dos mais belos recitais do gênero.

Pra fechar o firo, confessa ser doido, doidinho pelo prato galinha torrada com arroz de festa: “Gosto tanto de galinha que vejo a hora me transformar em raposa.”

E quem for doido perca o tal recital.

No dia 28 de julho, domingo as 19h, Jessier Quirino apresentará o espetáculo “Paisagem de Interior” no Sesc de Teresopolis, no encerramento do Festival de Inverno da região serrana.

Pagina do Facebook do artista: https://www.facebook.com/JessierQuirinoOficial

site oficial do artista: www.jessierquirino.com.br

DOIDOS DE JUÍZO

Texto, direção e interpretação: Jessier Quirino

Produção Local, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo.

Sala Municipal Baden Powell

Av. Nossa Senhora de Copabacabana 360 – Copacabana

Classificação Livre.

Tempo de Duração: 80 min.

Capacidade do Local: 469 lugares.

Dia 26 de Julho/2019

Sexta feira 16hh

Preço dos Ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos)

faz a estreia nacional de seu novo recital “DOIDOS DE JUÍZO”

na Sala Municipal Baden Powell em única apresentação no dia 26 de julho as 18h.

O escritor Kalaf Epalanga é a terceira presença confirmada na Flip 2019

Kalaf Epalanga participa da Flip 2019

O escritor Kalaf Epalanga é a terceira presença confirmada na Flip 2019, que acontece de 10 a 14 de julho, em Paraty. O angolano de 40 anos, que vive entre Lisboa e Berlim, é conhecido como “Poeta-cantor” pela mídia portuguesa e integra a banda Buraka Som Sistema – atualmente em hiato –, responsável por fazer as sonoridades africanas do kuduro e da kizomba ecoarem pelo mundo. São as histórias desses ritmos que conduzem a narrativa de seu terceiro livro, Também os brancos sabem dançar, o único publicado no Brasil (em maio de 2018 pela Todavia), que aborda a imigração africana na Europa.

“O Kalaf Epalanga tem uma prosa deliciosa, cujo ritmo parece conter toda sua capacidade musical. Ele faz uma ficção que aborda, além da história da música que ele ajudou a levar para o mundo, temas importantes como identidade, imigração africana em Portugal, e a condição da Europa hoje. Além de tudo isso, tem uma relação afetiva e formativa com a cultura brasileira”, afirma Fernanda Diamant, curadora do Programa Principal.

Kalaf-Epalanga

O autor

Nascido em Benguela, Angola, Kalaf Epalanga se mudou aos 17 anos para Lisboa, a “mais africana das capitais europeias”, segundo ele. Foi cronista da revista digital Rede Angola e do jornal português Público e escreve para a GQ Portugal. Como membro fundador da banda Buraka Som Sistema, Epalanga ganhou notoriedade internacional. Em 2006, criou, ao lado de João ‘Branko‘ Barbosa, o selo musical Echufada, conhecido por gravar artistas de periferias de diversos lugares do mundo, tendo lançado singles de nomes brasileiros como Rincon Sapiência, MC Bin Laden e Bad Sista.

Obras

O romance Também os brancos sabem dançar (Todavia, 2018) surgiu a partir de um encontro literário no festival Back to Black, que aconteceu no Rio de Janeiro, em 2015. Ao assistir Epalanga contar à plateia a história do kuduro, o escritor José Eduardo Agualusa – conterrâneo do autor – sugeriu que ele deveria escrever a biografia do gênero musical. Na volta a Lisboa, e inspirado por Carnaval no Fogo, de Ruy Castro, o escritor deu início à obra, que mistura autobiografia e ficção. “O kuduro mostrou-me o mundo, com ele e por ele visitei lugares que nunca imaginaria”, escreveu.

Epalanga também publicou os livros de crônicas Estórias de amor para meninos de cor (2011) e O angolano que comprou Lisboa (por metade do preço) (2014), ambos lançados pela portuguesa Caminho Editorial.

 

Flip 2019

A 17ª edição da Flip acontece de 10 a 14 de julho, em Paraty, e tem o escritor Euclides da Cunha como Autor Homenageado. Estão confirmados os nomes de Walnice Nogueira Galvão e Kristen Roupenian.

 

Flip e Museu da Língua Portuguesa

A mesa literária que contará com a presença do autor angolano Kalaf Epalanga na 17ª Flip é um oferecimento do Museu da Língua Portuguesa. Essa é uma das ações do museu em parceria com a Festa Literária que integra o Programa Principal desta edição, consolidando uma trajetória de dois anos de colaboração. Em 2017 e 2018, o Museu da Língua Portuguesa promoveu exposições, mesas e apresentações artísticas que integraram a programação paralela à Flip com o intuito de celebrar a língua portuguesa em seus diferentes sotaques, países e vivências. O museu reforça, portanto, sua atuação em prol da integração cultural entre os países de língua portuguesa, mantendo assim a comunicação com seus públicos durante a reconstrução de sua sede, em São Paulo, atingida por um incêndio em dezembro de 2015.

A participação do Museu da Língua Portuguesa na Flip 2019 é uma iniciativa da Fundação Roberto Marinho em parceria com a EDP, Grupo Globo e Itaú Cultural. A reconstrução do Museu da Língua Portuguesa é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo em parceria com a Fundação Roberto Marinho. Essas ações têm como patrocinador máster a EDP, além dos patrocinadores Grupo Globo, Grupo Itaú, Sabesp e apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e do Governo Federal por meio da lei federal de incentivo à cultura. O IDBrasil é a organização social responsável pela gestão do museu.

Quem faz a Flip

A Flip tem o patrocínio do Ministério da Cidadania, através de sua Secretaria Especial de Cultura, a partir do Edital de Feiras Literárias e por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, além de Apoio da EDP e da CMPC. A edição 2019 continua em fase de captação de recursos.