Brasil e China Avançam em Cooperação Financeira e Estudam Integração do Pix para Pagamentos Internacionais

A relação econômica entre Brasil e China ganhou um novo capítulo com o fortalecimento das discussões sobre sistemas de pagamentos internacionais. Enquanto o Pix passa a ser alvo de questionamentos por parte dos Estados Unidos, a autoridade monetária chinesa sinalizou interesse em ampliar a cooperação financeira com o Brasil, incluindo a possibilidade de integração entre plataformas de pagamentos instantâneos.

O tema foi destaque durante o 4º Encontro do Grupo de Trabalho de Cooperação Financeira Estratégica China-Brasil, realizado em Xangai, reunindo representantes dos dois países e consolidando uma agenda voltada à modernização das transações comerciais e financeiras bilaterais.

Entre os principais pontos debatidos está o potencial de utilização do Sistema de Pagamentos em Moeda Local (SML), mecanismo já empregado em operações dentro do Mercosul e que permite a realização de negócios sem a necessidade de conversão para moedas de referência internacional, como o dólar norte-americano.

A iniciativa é vista como um passo importante para ampliar a eficiência das operações comerciais entre duas das maiores economias emergentes do mundo. Além de reduzir custos operacionais, a utilização de moedas locais pode diminuir o tempo necessário para liquidação das transações e aumentar a competitividade das empresas que atuam no comércio exterior.

Outro destaque das discussões foi a possibilidade de cooperação entre os sistemas de pagamentos instantâneos dos dois países. O Pix, criado pelo Banco Central do Brasil, tornou-se referência internacional pela rapidez, disponibilidade contínua e facilidade de utilização, despertando interesse de diversas economias que estudam modelos semelhantes de infraestrutura financeira.

A China já demonstrou anteriormente interesse em aproximar seu ecossistema de pagamentos digitais do sistema brasileiro. A integração poderia facilitar transferências internacionais entre empresas e cidadãos, simplificando operações comerciais e reduzindo tarifas tradicionalmente cobradas em transações transfronteiriças.

Especialistas avaliam que um modelo de interoperabilidade entre plataformas de pagamento pode representar uma evolução significativa para o comércio bilateral. Brasil e China mantêm uma das maiores parcerias comerciais do planeta, movimentando bilhões de dólares anualmente em setores como agronegócio, mineração, indústria e tecnologia.

O avanço das negociações ocorre em um cenário de transformação do sistema financeiro global, no qual diversos países buscam alternativas para tornar pagamentos internacionais mais rápidos, seguros e menos dependentes de intermediários tradicionais. Nesse contexto, soluções digitais de liquidação instantânea ganham cada vez mais espaço nas discussões entre bancos centrais.

Embora a aproximação entre Brasil e China tenha chamado atenção pelo potencial estratégico, o interesse pela integração do Pix não se limita ao mercado asiático. Outras jurisdições também avaliam possibilidades de cooperação tecnológica, refletindo um movimento internacional voltado à redução de custos e à ampliação da eficiência dos pagamentos globais.

A discussão também acontece em um momento de crescente valorização das moedas locais nas relações comerciais entre países parceiros, estratégia que pode reduzir a exposição às oscilações cambiais e diversificar os instrumentos financeiros utilizados nas operações internacionais.

Caso os estudos avancem para acordos práticos, empresas exportadoras, importadoras e até consumidores poderão se beneficiar de processos mais ágeis e econômicos para movimentação de recursos entre Brasil e China. O fortalecimento dessa cooperação financeira reforça a posição do Pix como uma das mais bem-sucedidas inovações do sistema bancário brasileiro e evidencia seu potencial de expansão além das fronteiras nacionais.

Ancelotti Sinaliza Retorno de Neymar e Reacende Esperança da Torcida Brasileira

A possibilidade de ver Neymar novamente vestindo a histórica camisa 10 da Seleção Brasileira ganhou força nos bastidores da Copa do Mundo. Em meio à preparação para o decisivo confronto contra a Escócia, o técnico Carlo Ancelotti indicou que o craque pode voltar a atuar pela equipe nacional, aumentando a expectativa dos torcedores e reforçando o otimismo em torno da campanha brasileira.

A declaração do treinador italiano movimentou o ambiente da Seleção em um momento crucial da competição. Após uma fase inicial marcada por desafios e pela necessidade de consolidar sua posição no grupo, o Brasil busca uma atuação convincente para encaminhar a classificação e recuperar a confiança da torcida.

Neymar, um dos principais nomes da história recente do futebol brasileiro, segue sendo visto como peça capaz de alterar o rumo de uma partida. Mesmo após períodos de recuperação física e questionamentos sobre sua condição para atuar em alto nível, o atacante continua sendo referência técnica dentro do elenco. Sua possível volta ao time titular representa não apenas um reforço esportivo, mas também um importante impulso psicológico para a equipe.

A camisa 10 da Seleção carrega um peso simbólico único no futebol mundial. Imortalizada por lendas que marcaram época, ela representa criatividade, liderança e responsabilidade dentro de campo. O retorno de Neymar ao posto reforça a aposta da comissão técnica na experiência de um jogador acostumado a decisões importantes e grandes competições internacionais.

Carlo Ancelotti tem trabalhado para construir uma equipe equilibrada, capaz de combinar juventude e experiência. Desde que assumiu o comando técnico, o treinador procurou implantar uma filosofia baseada na posse de bola, organização tática e aproveitamento máximo das características individuais de seus atletas. Nesse contexto, Neymar surge como um elemento capaz de oferecer qualidade no último passe, visão de jogo e poder de decisão em momentos decisivos.

O adversário da vez será a Escócia, seleção que chega motivada e disposta a dificultar a vida dos brasileiros. Conhecida pela intensidade física e pela forte marcação, a equipe europeia promete impor dificuldades, principalmente nos setores de criação. Por isso, a presença de um jogador com a capacidade técnica de Neymar pode ser determinante para romper linhas defensivas e criar oportunidades de gol.

Dentro do elenco, a possibilidade de contar novamente com o camisa 10 também é vista com entusiasmo. Jogadores mais jovens reconhecem a influência do atacante e destacam sua importância tanto dentro quanto fora de campo. A liderança exercida pelo craque ao longo dos últimos anos contribuiu para torná-lo uma das principais referências da geração atual.

A torcida brasileira acompanha cada movimentação com expectativa crescente. Nas redes sociais e nos debates esportivos, o possível retorno de Neymar tornou-se um dos assuntos mais comentados, evidenciando a confiança depositada no jogador para conduzir a equipe em momentos de maior pressão.

Embora a definição oficial sobre sua participação dependa das avaliações finais da comissão técnica, a sinalização feita por Ancelotti já foi suficiente para reacender a esperança dos torcedores. Caso entre em campo contra a Escócia, Neymar terá a oportunidade de liderar o Brasil em um confronto fundamental e escrever mais um capítulo de sua trajetória com a camisa mais emblemática do futebol mundial.

MURILLO C. FREITAS participa da Bienal do Livro em Salvador nesse domingo (19)

Há algo profundamente simbólico em escrever um livro. Não é apenas sobre palavras organizadas em páginas. É sobre permanência. Sobre atravessar o tempo. Você escreve hoje, com a sua história, com a sua visão, com a sua verdade e, ainda assim, aquilo não te pertence mais apenas ao presente.

Um livro rompe o limite da própria existência. Ele continua. Ele segue. Ele ecoa. Existe uma emoção silenciosa em saber que um dia, quando já não estivermos mais aqui, alguém abrirá uma página, lerá uma frase, pronunciará um nome e esse nome será o seu. Não como memória de quem te conheceu, mas como descoberta de quem nunca te viu e ainda assim, te encontrou.

Isso não é vaidade. É legado. Participar pela primeira vez de uma Bienal, especialmente a Bienal do Livro de Salvador, não é apenas estar presente em um evento. É marcar um ponto na história. É se inserir em um movimento cultural que já formou leitores, despertou consciências e atravessou gerações. E quando isso acontece na Bahia o sentimento ganha outra dimensão.

A Bahia não é apenas um lugar. É origem. É força cultural. É um dos maiores celeiros de expressão, de identidade, de arte viva do país. Estar ali, nesse cenário, pela primeira vez, não é coincidência. É alinhamento.

Dia 19/04/2026 não será apenas uma data. Será um marco. Um momento em que o autor encontra o próprio caminho materializado. Em que o invisível, ideias, pensamentos, vivências, ganha forma, peso e permanência. E talvez o mais forte de tudo isso seja a consciência de que, a partir dali, você não escreve mais apenas para o agora. Você escreve para o tempo.

Murillo C. Freitas é terapeuta, professor, palestrante e escritor, Mestre em Hipnose Não Verbal, pioneiro no ensino de Hipnose e Espiritualidade no Brasil, com atuação consolidada nas áreas de Hipnose, Magnetismo, Fascinação Mental e Espiritualidade aplicada.

Com uma trajetória marcada pelo estudo contínuo das ciências da mente e das tradições ocultas, desenvolveu uma abordagem própria, que integra técnica, presença e profundidade prática. Autor de obras voltadas ao despertar da consciência e ao desenvolvimento humano, Murillo se destaca pela forma direta e experiencial com que transmite seus conhecimentos, conduzindo alunos e pacientes a resultados concretos, não apenas teóricos.

Seu trabalho vai além do ensino: é uma construção de legado.

 

Quem quiser conhecer o autor pessoalmente ele estará participando da Bienal do Livro da Bahia no dia 19/04/2026 autografando o seu mais recente livro ” O Despertar da Kundalini – Guia para Ascensão Espuritual” no stand Leia Mais das 18h às 20h.

Não percam essa oportunidade.

www.murilloterapeuta.com.br
Instagram: @murillocfreitasterapeuta
E-mail: contato@murilloterapeuta.com.br

Anabela da Cunha Vaz convida o leitor a atravessar os ciclos da vida e a renascer pela palavra

 

Por Cibele Laurentino

Viver é atravessar sucessivos começos e despedidas. É nessa percepção profunda da existência marcada por quedas, reconstruções e renascimentos  que se ancora a nova obra de Anabela da Cunha Vaz. Com uma escrita sensível e simbólica, a autora conduz o leitor por um percurso de autoconhecimento onde dor e luz coexistem, revelando que mesmo nos momentos de estilhaçamento é possível reencontrar sentido, leveza e verdade interior.

A narrativa propõe uma reflexão íntima sobre os “partos da alma”: processos dolorosos, porém transformadores, que dão origem a versões mais autênticas do ser. Ao atravessar desertos emocionais como a saudade e o desassossego, o leitor é convidado a compreender que só após a aridez se alcança o oásis da serenidade. A obra celebra a coragem de sentir, de não silenciar emoções, de permitir que elas fluam livremente como parte essencial do crescimento humano.

Inspirada pela luz das estrelas e pela força dos sonhos, Anabela da Cunha Vaz defende uma vida protagonizada com ousadia, carisma e entrega. Uma vida assumida em sua plenitude, onde cada indivíduo se reconhece como autor da própria história.

A obra encontra-se disponível para aquisição na Amazon e através da editora @chiadobooksportugal, Atlantic Books ou na Amazon

Sobre a autora

Natural de Braga, nascida a 15 de outubro de 1971, Anabela da Cunha Vaz revelou desde cedo uma forte ligação com a escrita, transformando páginas em branco em territórios de imaginação e sentido. Embora tenha construído uma carreira sólida de 21 anos no setor bancário, foi em 2020 que decidiu romper com a lógica dos números e seguir o chamado da palavra, encerrando um ciclo profissional para dar início a uma jornada de liberdade criativa.

É autora do romance Neblina (2006) e do conto Benedita (2021), inspirado na ternura da sua neta. Em 2022, em resposta a um mundo marcado por conflitos e inquietações, publicou O Mundo precisa de fadas. No ano seguinte, voltou-se novamente ao público adulto com O que desejas ser depois da meia-noite? (2023). Em 2024, encantada pela simbologia e vastidão do oceano, lançou Maria do Mar, a sereia que sonhava voar.

Acompanhe a autora no Instagram: @anabelacunhavaz

Um guia prático para quem deseja atuar desde o início da carreira

Por Cibele Laurentino

Em um cenário jurídico cada vez mais competitivo e dinâmico, a obra Manual Prático de Correspondência Jurídica, da jurista e correspondente jurídica Dra. Martha Brito, desponta como um guia indispensável para quem deseja ingressar no mercado do Direito com segurança, técnica e visão estratégica. Voltado a estudantes, bacharéis e jovens advogados, o livro oferece uma formação prática capaz de transformar conhecimento acadêmico em atuação profissional concreta.

A publicação nasce da constatação de uma lacuna recorrente na formação jurídica: a dificuldade de inserção profissional entre o término da graduação e a aprovação no Exame da Ordem. A partir de sua experiência direta na realização de diligências judiciais e extrajudiciais, a autora propõe a correspondência jurídica como um caminho legítimo para o início da carreira, permitindo ao profissional adquirir experiência prática, gerar renda e construir uma rede sólida de contatos no meio jurídico.

Com abordagem objetiva e didática, o manual apresenta orientações claras sobre como iniciar na advocacia de apoio, desde a organização inicial até a execução das principais diligências forenses e administrativas. O conteúdo contempla ainda temas fundamentais como precificação de serviços, comunicação com contratantes, postura profissional e uso de ferramentas digitais, além de modelos de documentos que auxiliam o leitor na rotina prática da correspondência jurídica.

Mesmo inserida em um contexto de crescente digitalização, a obra reafirma a relevância da atuação presencial e da comunicação formal no Direito. Para Martha Brito, a tecnologia não elimina a necessidade do correspondente jurídico, mas reforça seu papel como agente fundamental para garantir eficiência, acompanhamento e segurança nos trâmites processuais e administrativos em diferentes regiões do país.

Um dos diferenciais do livro está no cuidado com a linguagem. A autora equilibra o rigor técnico do Direito com uma escrita acessível, preocupada em tornar o conteúdo compreensível para leitores iniciantes, sem perder a precisão jurídica. Ética, clareza e sensibilidade atravessam toda a obra, reforçando a importância da comunicação responsável na construção da credibilidade profissional.

Mais do que um manual técnico, Manual Prático de Correspondência Jurídica se configura como uma obra formativa, orientada à construção de carreiras. Ao dominar a correspondência jurídica e a advocacia de apoio, o profissional amplia sua atuação territorial, fortalece sua imagem no mercado e se posiciona de maneira estratégica no exercício do Direito contemporâneo.

Com perspectiva de futuras edições revisadas e ampliadas, a obra reafirma uma premissa central da prática jurídica: a palavra escrita ou falada permanece como o instrumento mais poderoso de transformação, mediação e justiça.

Adquira a obra na Amazon ou diretamente no site da editora dialética.

Sobre a autora:

Pós -graduada em Direito Processual Civil pela Fundação Universidade Federal de Rondônia – UNIR, graduada em Direito pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA, fui Residente Judicial pela Escola da Magistratura do Estado de Rondônia – EMERON, trabalhei na 3ª Vara Criminal da Comarca de Ji-Paraná/RO., e estagiária na Defensoria Pública de Rondônia.

@dra.marthabrito

Sou escritora do livro Manual Prático de Correspondência Jurídica, publicado pela Editora Dialética.Correspondente Jurídica há quatro anos, área na qual pude me encontrar profissionalmente, tendo já realizado diversos tipos de diligências judiciais e extrajudiciais para advogados, bancos, empresas e logísticas jurídicas para as regiões sul, sudeste, centro-oeste, norte e nordeste do país.A Correspondência Jurídica se mostrou o melhor caminho dentro da minha formação, no momento em que me encontrava, e foi capaz de propiciar crescimento profissional, ao mesmo tempo em que me permitiu conciliar minha vida pessoal, com estudos e família.

Siga a autora: @dra.marthabrito

Entre Crimes e o Deboche: ‘Espíritos Vadios’ Vão Subir Poeira na Bienal de Alagoas

A literatura policial nordestina ganha um novo capítulo de tirar o fôlego. Após o êxito arrebatador de Antros de Raposas, primeiro livro da Trilogia Espíritos Vadios, André L. Nakamura, com Fogo na Fornalha — lançado na Bienal de Pernambuco — promete fazer subir poeira na Bienal de Alagoas.

“Não me lembro de quem foi o autor que disse que Deus botou o bem-estar tão perto da dor que às vezes se chora de alegria. Eu prefiro chorar de tanto rir. Meus ‘Espíritos Vadios’, os mais debochados do Nordeste, vão fazer subir poeira aqui na Bienal.”

No Livro 1, Antros de Raposas, a morte de dois dos coronéis mais temidos da Paraíba desencadeia uma disputa violenta pelo controle territorial. Viúvas, parentes, hackers, mentalistas, agentes corruptos e malandros de todo tipo se enfrentam em um enredo que mistura tiroteios, explosões e alianças improváveis, revelando a face violenta da disputa pelo poder, em meio a uma alta dose de deboche.

Se no primeiro livro é apresentado o universo dos personagens e a luta por territórios, agora, no Livro 2, Fogo na Fornalha, o campo de batalha se desloca para uma ofensiva institucional. O confronto deixa de ser apenas entre famílias rivais ou coronéis decadentes e passa a envolver o poder público, em uma escalada que aponta para uma guerra ainda maior, em um cenário cada vez mais incendiário. Uma força-tarefa formada por órgãos e entidades públicas declara guerra à criminalidade e à corrupção, esgarçando as relações entre os poderosos locais e empurrando organizações criminosas para um confronto aberto.

Para os leitores, o lançamento será uma oportunidade de conhecer de perto André L. Nakamura e garantir exemplares autografados. O evento contará com duas sessões: no estande da Livraria BêaBá e no da Palavra Encantada, em horário especial para o público da Bienal.

A Trilogia Espíritos Vadios se consolida como uma obra que une realismo, ritmo cinematográfico e uma crítica afiada à corrupção e à violência enraizadas no tecido social brasileiro. O segundo livro não apenas mantém a intensidade, como amplia o escopo, colocando seus personagens diante de dilemas ainda mais extremos. O autor promete concluir a trilogia até o final de novembro deste ano, com o lançamento de Carcaças de Feras.


Serviço

Obras:
Espíritos VadiosAntros de Raposas (Livro 1) e Fogo na Fornalha (Livro 2)

Autor:
André L. Nakamura

Sessões de Autógrafos:
Livraria BêaBá: Dia 31/10, às 14h
Palavra Encantada: Dia 31/10, às 17h

Local:
11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas
Centro de Convenções e de Exposições Ruth Cardoso
Rua Celso Piatti, s/n, Jaraguá, Maceió – AL

Disponibilidade:
À venda nos estandes da Livraria BêaBá e da Palavra Encantada.

Mistério, Romance e Uma Casa Assombrada: Conheça A.P Menezes e o livro “O Quarto da Casa ao Lado”

A autora alagoana A.P Menezes, atualmente residente no interior de Mato Grosso, tem conquistado leitores com suas narrativas envolventes que misturam suspense, mistério e romance. Professora de Matemática e acadêmica de História, A.P Menezes transforma seu amor por animes, doramas e histórias intrigantes em enredos que despertam curiosidade e emoção.

Seu primeiro livro, “O Quarto da Casa ao Lado”, é um exemplo claro de sua capacidade de criar atmosferas misteriosas sem abrir mão das relações humanas. A obra, ambientada em 1994, acompanha a amizade de Thalia e Alana, duas adolescentes que se veem abaladas com a chegada de Pedro, um novo aluno do ensino médio. Moradora ao lado de uma casa tida como mal-assombrada, Thalia sempre foi cética em relação às lendas locais — até começar a visitar o local com Pedro, desencadeando eventos inexplicáveis e sentimentos inesperados. A narrativa transporta o leitor entre o passado e o presente, revelando segredos sombrios escondidos em um quarto específico da casa.

Disponível em versão digital e física, o livro tem atraído fãs do gênero e marca o início da promissora carreira literária de A.P Menezes.

Além de “O Quarto da Casa ao Lado”, a autora já publicou outras obras de suspense:

🔎 Quem Matou Daniel Foster?
Leia na Amazon

💍 O Casamento de Sarah Duarte?
Leia na Amazon

📘 O Quarto da Casa ao Lado

 


Redes Sociais e Contato:
📸 Instagram: @anapmenezesp
📧 Email: menezesap6@gmail.com

Para os amantes de suspense com toques de romance, A.P Menezes é uma autora para acompanhar de perto. Seu universo literário está só começando — e promete muitos enigmas a serem desvendados.

Gaspeu Fontes resgata histórias de mulheres que moldaram São Cristóvão em nova obra

A trajetória das mulheres que ajudaram a construir social, política e culturalmente uma das cidades mais antigas do Brasil ganha agora um registro essencial com o lançamento do livro “Mulheres na História da Cidade de São Cristóvão, Sergipe”, assinado pelo pesquisador e escritor Gaspeu Fontes. A obra, publicada pela editora Brasil Casual, reúne relatos, memórias e análises que revelam a força feminina na formação e desenvolvimento de São Cristóvão, ex-capital de Sergipe e patrimônio histórico nacional.

Com sensibilidade e rigor historiográfico, Gaspeu Fontes mergulha na rica tradição da cidade, resgatando trajetórias de mulheres que, ao longo dos séculos, protagonizaram movimentos sociais, atuaram na política local, fomentaram manifestações culturais e deixaram marcas indeléveis na história da região. São narrativas que rompem com o silenciamento tradicional e colocam no centro do debate a participação decisiva das mulheres na construção da identidade de São Cristóvão.

O livro destaca exemplos de coragem, resistência e transformação, ilustrando como, mesmo diante de adversidades e limitações impostas por contextos sociais e políticos, essas mulheres se afirmaram como agentes de mudança. Gaspeu Fontes evidencia não apenas figuras públicas, mas também personagens anônimas, cujas ações cotidianas foram determinantes para o fortalecimento da comunidade.

Além de valorizar a memória e o protagonismo feminino, a obra também se propõe como um convite à reflexão sobre o papel das mulheres na formação das cidades brasileiras, muitas vezes apagadas dos registros oficiais. A publicação reafirma a importância de revisitar e recontar a história sob perspectivas plurais, promovendo justiça histórica e social.

“Este livro é um tributo necessário à força feminina que moldou — e ainda molda — os caminhos de São Cristóvão”, afirma o autor, que dedicou anos à pesquisa e à organização do material que compõe a obra. O resultado é uma leitura envolvente, profunda e indispensável para todos que se interessam por memória, patrimônio cultural e igualdade de gênero.

“Mulheres na História da Cidade de São Cristóvão, Sergipe” está disponível para aquisição através do contato direto pelo telefone (79) 99131-6231. Um livro essencial para quem deseja conhecer mais sobre a potência das mulheres na formação de uma das cidades mais emblemáticas do Brasil.

Vencedor do Prêmio Clarice Lispector de 2024, Marcel Cervantes de Oliveira propõe uma Revolução Decolonial na obra “Precisamos de um novo Paradigma em Proteção Social?”

Decolonizando o Futuro: Marcel Cervantes de Oliveira e a Revolução Decolonial em “Precisamos de um novo Paradigma em Proteção Social?”

Quando pensamos em autores que desafiam as estruturas mais enraizadas de nossa sociedade, poucos conseguem atingir a profundidade e a ousadia de Marcel Cervantes de Oliveira. Com sua obra “Precisamos de um novo paradigma em Proteção Social?: Uma análise na perspectiva decolonial” – vencedora do Prêmio Clarice Lispector, na categoria de melhor livro político-social do ano de 2024 –, ele não apenas propõe uma nova forma de pensar o sistema de proteção social do Brasil, mas praticamente redefine o conceito de proteção, promovendo uma verdadeira revolução intelectual no campo da assistência social.

Cervantes é um pensador destemido, um verdadeiro pioneiro ao desafiar a estrutura colonial que molda nossa sociedade até hoje. Ele vai além de uma simples análise acadêmica; sua escrita pulsa com a urgência de quem reconhece a necessidade de mudanças estruturais profundas. Ao contar a história de Maria e sua família – histórias que ecoam a realidade de milhões de brasileiros – o autor nos leva a uma viagem que transcende o cotidiano e nos faz encarar séculos de opressão, exploração e negligência institucional.

Elogios à altura de Marcel Cervantes dificilmente conseguem capturar o impacto transformador deste livro. Ele demonstra um domínio completo da perspectiva decolonial, aplicando-a com maestria para expor as falhas do atual sistema de proteção social. E ele não faz isso de forma superficial. Com uma combinação única de análise crítica e narrativa envolvente, Cervantes nos guia por uma jornada histórica e política que abrange desde o início da colonização até os dias atuais, traçando uma linha direta entre as injustiças do passado e as desigualdades do presente.

Além disso, o livro não se limita a diagnosticar os problemas: Marcel Cervantes propõe soluções. E que soluções! Ele oferece a construção de uma Rede Decolonial de Proteção, Promoção e Emancipação Social, uma proposta ousada que visa não apenas melhorar a vida de Maria e de sua família, mas transformar radicalmente a forma como entendemos o conceito de assistência social. Cervantes enxerga longe: ele propõe um modelo de proteção que não é apenas remediativo, mas que visa empoderar, emancipar e criar novos caminhos para que as pessoas possam alcançar a verdadeira justiça social.

Intelectualidade aliada à acessibilidade é outro ponto forte da obra. Marcel consegue fazer algo raro no meio acadêmico: ele traduz conceitos complexos em uma linguagem fluida, acessível e impactante. Isso significa que tanto estudiosos quanto o público geral podem apreciar e se beneficiar da riqueza de suas ideias. A obra é embasada por uma vasta gama de autores acadêmicos e teorias, mas nunca se perde em jargões técnicos. Pelo contrário, ela se mantém firme em sua missão de provocar reflexão e ação.

O leitor é, de forma sutil, convocado a repensar a própria forma como vê o mundo e as instituições ao seu redor. Cervantes nos desafia, nos provoca a pensar fora da caixa cartesiana e ocidentalizada, oferecendo uma visão muito mais rica e plural de possibilidades. Ele nos lembra que os sistemas de proteção que consideramos “naturais” ou “inevitáveis” são, na verdade, construções históricas que podem – e devem – ser reformuladas para atender a um mundo mais justo e inclusivo.

O brilho de Marcel Cervantes de Oliveira está não só na profundidade de sua pesquisa, mas também na coragem de sua visão. Ele não tem medo de questionar o que a maioria aceita como imutável. Ele constrói pontes entre passado, presente e futuro, e aponta para um horizonte onde a justiça social não é apenas um sonho, mas uma realidade palpável e possível. A história de Maria e sua família é, nas mãos de Cervantes, um espelho do que somos como sociedade e do que poderíamos ser se tivermos a ousadia de abraçar um novo paradigma.

Em um mundo onde muitos se contentam com a análise superficial, Marcel vai ao fundo da questão e emerge com insights verdadeiramente transformadores. Sua obra é um marco, um chamado à ação para todos aqueles que desejam ver uma sociedade mais justa, mais igualitária e mais humana. “Precisamos de um novo paradigma em Proteção Social?” não é apenas um livro; é uma proposta audaciosa para redesenhar o futuro.

Se você busca uma leitura que te desafie a pensar, que te convide a questionar as estruturas de poder que moldam nossa sociedade, este é o livro para você. E se você deseja um autor que não apenas compreenda o problema, mas que também proponha soluções práticas e visionárias, Marcel Cervantes de Oliveira é o nome que você deve seguir de perto.

Embarcar nesta leitura é abrir a mente para novos mundos possíveis, como Cervantes tão bem coloca. Um verdadeiro gênio de sua área, ele merece todos os aplausos e mais. Corra para adquirir o livro na Amazon – inclusive, gratuito no Kindle Unlimited – e se deixe levar por essa análise arrebatadora e transformadora!

 

 

 

As Mulheres do Cangaço: Retrato de Força, Feminilidade e Resistência

Sinopse do  livro As Mulheres no Cangaço primeira edição

O livro tem como prioridade resgatar a imagem das mulheres no contexto do cangaço e o papel social que elas desempenharam nos bandos de Lampião, de Corisco e de tantos outros. As influências benéficas delas, mas também o risco que elas representaram para a estrutura e a manutenção desses grupos. Elas exerceram um papel importante sem deixar que a sensibilidade e a sexualidade feminina fossem usurpadas pela força das circunstâncias. O projeto traz ao público, um cangaço mais feminino, composto não somente de fuzis, rifles e mausers, mas também é o cangaço de batom, de Rouge, de brinco e de pó-de-arroz. É o cangaço feminino de Maria Bonita, de Dadá, de Sila, de Adília, de Lídia e de tantas outras. Neste Livro, o leitor e a leitura vão descobrir um pouco mais da biografia dessas sofridas e bravas mulheres que foram para os bandos de Lampião, de Corisco, de Zé Sereno, de Canário, de Zé Baiano e de tantos outros.

A primeira edição tem 266 páginas e a segunda edição tem 360 páginas

Lugares onde o livro é vendido.

1- Clube de autores

https://clubedeautores.com.br/livro/as-mulheres-no-cangaco-9

As Mulheres no Cangaço, por Teresa Raquel Nogueira Emídio – Clube de Autores

2- Estante Virtual

As Mulheres no Cangaço – Clube de Autores | Estante Virtual

As Mulheres no Cangaço – Clube de Autores | Estante Virtual

3-  Mercado Livre

As Mulheres No Cangaço, De Teresa Raquel Nogueira Emídio. Editora C.a, Capa Mole, Edição 1 Em Português, 2019 | MercadoLivre

4- Lojas Americanas online e submarino

As mulheres no cangaço em Promoção na Americanas

5- Amazon

amazon.com.br/Mulheres-Cangaço-Teresa-Raquel-Nogueira/dp/8593707718

6- Magazine Luisa

As mulheres no Cangaço – Biografias – Magazine Luiza

7-  Shop. Com

As Mulheres No Cangaço – LT2 SHOP

 Existe também as edições em pdf a primeira edição custando R$ 20,00 reais e a segunda edição custando R$25, 00 reais para adquirir basta entrar em contato com o email da autora teresaraquel12@gmail.com

JORNAL ALAGOAS