Ancelotti Sinaliza Retorno de Neymar e Reacende Esperança da Torcida Brasileira

A possibilidade de ver Neymar novamente vestindo a histórica camisa 10 da Seleção Brasileira ganhou força nos bastidores da Copa do Mundo. Em meio à preparação para o decisivo confronto contra a Escócia, o técnico Carlo Ancelotti indicou que o craque pode voltar a atuar pela equipe nacional, aumentando a expectativa dos torcedores e reforçando o otimismo em torno da campanha brasileira.

A declaração do treinador italiano movimentou o ambiente da Seleção em um momento crucial da competição. Após uma fase inicial marcada por desafios e pela necessidade de consolidar sua posição no grupo, o Brasil busca uma atuação convincente para encaminhar a classificação e recuperar a confiança da torcida.

Neymar, um dos principais nomes da história recente do futebol brasileiro, segue sendo visto como peça capaz de alterar o rumo de uma partida. Mesmo após períodos de recuperação física e questionamentos sobre sua condição para atuar em alto nível, o atacante continua sendo referência técnica dentro do elenco. Sua possível volta ao time titular representa não apenas um reforço esportivo, mas também um importante impulso psicológico para a equipe.

A camisa 10 da Seleção carrega um peso simbólico único no futebol mundial. Imortalizada por lendas que marcaram época, ela representa criatividade, liderança e responsabilidade dentro de campo. O retorno de Neymar ao posto reforça a aposta da comissão técnica na experiência de um jogador acostumado a decisões importantes e grandes competições internacionais.

Carlo Ancelotti tem trabalhado para construir uma equipe equilibrada, capaz de combinar juventude e experiência. Desde que assumiu o comando técnico, o treinador procurou implantar uma filosofia baseada na posse de bola, organização tática e aproveitamento máximo das características individuais de seus atletas. Nesse contexto, Neymar surge como um elemento capaz de oferecer qualidade no último passe, visão de jogo e poder de decisão em momentos decisivos.

O adversário da vez será a Escócia, seleção que chega motivada e disposta a dificultar a vida dos brasileiros. Conhecida pela intensidade física e pela forte marcação, a equipe europeia promete impor dificuldades, principalmente nos setores de criação. Por isso, a presença de um jogador com a capacidade técnica de Neymar pode ser determinante para romper linhas defensivas e criar oportunidades de gol.

Dentro do elenco, a possibilidade de contar novamente com o camisa 10 também é vista com entusiasmo. Jogadores mais jovens reconhecem a influência do atacante e destacam sua importância tanto dentro quanto fora de campo. A liderança exercida pelo craque ao longo dos últimos anos contribuiu para torná-lo uma das principais referências da geração atual.

A torcida brasileira acompanha cada movimentação com expectativa crescente. Nas redes sociais e nos debates esportivos, o possível retorno de Neymar tornou-se um dos assuntos mais comentados, evidenciando a confiança depositada no jogador para conduzir a equipe em momentos de maior pressão.

Embora a definição oficial sobre sua participação dependa das avaliações finais da comissão técnica, a sinalização feita por Ancelotti já foi suficiente para reacender a esperança dos torcedores. Caso entre em campo contra a Escócia, Neymar terá a oportunidade de liderar o Brasil em um confronto fundamental e escrever mais um capítulo de sua trajetória com a camisa mais emblemática do futebol mundial.

MURILLO C. FREITAS participa da Bienal do Livro em Salvador nesse domingo (19)

Há algo profundamente simbólico em escrever um livro. Não é apenas sobre palavras organizadas em páginas. É sobre permanência. Sobre atravessar o tempo. Você escreve hoje, com a sua história, com a sua visão, com a sua verdade e, ainda assim, aquilo não te pertence mais apenas ao presente.

Um livro rompe o limite da própria existência. Ele continua. Ele segue. Ele ecoa. Existe uma emoção silenciosa em saber que um dia, quando já não estivermos mais aqui, alguém abrirá uma página, lerá uma frase, pronunciará um nome e esse nome será o seu. Não como memória de quem te conheceu, mas como descoberta de quem nunca te viu e ainda assim, te encontrou.

Isso não é vaidade. É legado. Participar pela primeira vez de uma Bienal, especialmente a Bienal do Livro de Salvador, não é apenas estar presente em um evento. É marcar um ponto na história. É se inserir em um movimento cultural que já formou leitores, despertou consciências e atravessou gerações. E quando isso acontece na Bahia o sentimento ganha outra dimensão.

A Bahia não é apenas um lugar. É origem. É força cultural. É um dos maiores celeiros de expressão, de identidade, de arte viva do país. Estar ali, nesse cenário, pela primeira vez, não é coincidência. É alinhamento.

Dia 19/04/2026 não será apenas uma data. Será um marco. Um momento em que o autor encontra o próprio caminho materializado. Em que o invisível, ideias, pensamentos, vivências, ganha forma, peso e permanência. E talvez o mais forte de tudo isso seja a consciência de que, a partir dali, você não escreve mais apenas para o agora. Você escreve para o tempo.

Murillo C. Freitas é terapeuta, professor, palestrante e escritor, Mestre em Hipnose Não Verbal, pioneiro no ensino de Hipnose e Espiritualidade no Brasil, com atuação consolidada nas áreas de Hipnose, Magnetismo, Fascinação Mental e Espiritualidade aplicada.

Com uma trajetória marcada pelo estudo contínuo das ciências da mente e das tradições ocultas, desenvolveu uma abordagem própria, que integra técnica, presença e profundidade prática. Autor de obras voltadas ao despertar da consciência e ao desenvolvimento humano, Murillo se destaca pela forma direta e experiencial com que transmite seus conhecimentos, conduzindo alunos e pacientes a resultados concretos, não apenas teóricos.

Seu trabalho vai além do ensino: é uma construção de legado.

 

Quem quiser conhecer o autor pessoalmente ele estará participando da Bienal do Livro da Bahia no dia 19/04/2026 autografando o seu mais recente livro ” O Despertar da Kundalini – Guia para Ascensão Espuritual” no stand Leia Mais das 18h às 20h.

Não percam essa oportunidade.

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E-mail: contato@murilloterapeuta.com.br

Anabela da Cunha Vaz convida o leitor a atravessar os ciclos da vida e a renascer pela palavra

 

Por Cibele Laurentino

Viver é atravessar sucessivos começos e despedidas. É nessa percepção profunda da existência marcada por quedas, reconstruções e renascimentos  que se ancora a nova obra de Anabela da Cunha Vaz. Com uma escrita sensível e simbólica, a autora conduz o leitor por um percurso de autoconhecimento onde dor e luz coexistem, revelando que mesmo nos momentos de estilhaçamento é possível reencontrar sentido, leveza e verdade interior.

A narrativa propõe uma reflexão íntima sobre os “partos da alma”: processos dolorosos, porém transformadores, que dão origem a versões mais autênticas do ser. Ao atravessar desertos emocionais como a saudade e o desassossego, o leitor é convidado a compreender que só após a aridez se alcança o oásis da serenidade. A obra celebra a coragem de sentir, de não silenciar emoções, de permitir que elas fluam livremente como parte essencial do crescimento humano.

Inspirada pela luz das estrelas e pela força dos sonhos, Anabela da Cunha Vaz defende uma vida protagonizada com ousadia, carisma e entrega. Uma vida assumida em sua plenitude, onde cada indivíduo se reconhece como autor da própria história.

A obra encontra-se disponível para aquisição na Amazon e através da editora @chiadobooksportugal, Atlantic Books ou na Amazon

Sobre a autora

Natural de Braga, nascida a 15 de outubro de 1971, Anabela da Cunha Vaz revelou desde cedo uma forte ligação com a escrita, transformando páginas em branco em territórios de imaginação e sentido. Embora tenha construído uma carreira sólida de 21 anos no setor bancário, foi em 2020 que decidiu romper com a lógica dos números e seguir o chamado da palavra, encerrando um ciclo profissional para dar início a uma jornada de liberdade criativa.

É autora do romance Neblina (2006) e do conto Benedita (2021), inspirado na ternura da sua neta. Em 2022, em resposta a um mundo marcado por conflitos e inquietações, publicou O Mundo precisa de fadas. No ano seguinte, voltou-se novamente ao público adulto com O que desejas ser depois da meia-noite? (2023). Em 2024, encantada pela simbologia e vastidão do oceano, lançou Maria do Mar, a sereia que sonhava voar.

Acompanhe a autora no Instagram: @anabelacunhavaz

Um guia prático para quem deseja atuar desde o início da carreira

Por Cibele Laurentino

Em um cenário jurídico cada vez mais competitivo e dinâmico, a obra Manual Prático de Correspondência Jurídica, da jurista e correspondente jurídica Dra. Martha Brito, desponta como um guia indispensável para quem deseja ingressar no mercado do Direito com segurança, técnica e visão estratégica. Voltado a estudantes, bacharéis e jovens advogados, o livro oferece uma formação prática capaz de transformar conhecimento acadêmico em atuação profissional concreta.

A publicação nasce da constatação de uma lacuna recorrente na formação jurídica: a dificuldade de inserção profissional entre o término da graduação e a aprovação no Exame da Ordem. A partir de sua experiência direta na realização de diligências judiciais e extrajudiciais, a autora propõe a correspondência jurídica como um caminho legítimo para o início da carreira, permitindo ao profissional adquirir experiência prática, gerar renda e construir uma rede sólida de contatos no meio jurídico.

Com abordagem objetiva e didática, o manual apresenta orientações claras sobre como iniciar na advocacia de apoio, desde a organização inicial até a execução das principais diligências forenses e administrativas. O conteúdo contempla ainda temas fundamentais como precificação de serviços, comunicação com contratantes, postura profissional e uso de ferramentas digitais, além de modelos de documentos que auxiliam o leitor na rotina prática da correspondência jurídica.

Mesmo inserida em um contexto de crescente digitalização, a obra reafirma a relevância da atuação presencial e da comunicação formal no Direito. Para Martha Brito, a tecnologia não elimina a necessidade do correspondente jurídico, mas reforça seu papel como agente fundamental para garantir eficiência, acompanhamento e segurança nos trâmites processuais e administrativos em diferentes regiões do país.

Um dos diferenciais do livro está no cuidado com a linguagem. A autora equilibra o rigor técnico do Direito com uma escrita acessível, preocupada em tornar o conteúdo compreensível para leitores iniciantes, sem perder a precisão jurídica. Ética, clareza e sensibilidade atravessam toda a obra, reforçando a importância da comunicação responsável na construção da credibilidade profissional.

Mais do que um manual técnico, Manual Prático de Correspondência Jurídica se configura como uma obra formativa, orientada à construção de carreiras. Ao dominar a correspondência jurídica e a advocacia de apoio, o profissional amplia sua atuação territorial, fortalece sua imagem no mercado e se posiciona de maneira estratégica no exercício do Direito contemporâneo.

Com perspectiva de futuras edições revisadas e ampliadas, a obra reafirma uma premissa central da prática jurídica: a palavra escrita ou falada permanece como o instrumento mais poderoso de transformação, mediação e justiça.

Adquira a obra na Amazon ou diretamente no site da editora dialética.

Sobre a autora:

Pós -graduada em Direito Processual Civil pela Fundação Universidade Federal de Rondônia – UNIR, graduada em Direito pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA, fui Residente Judicial pela Escola da Magistratura do Estado de Rondônia – EMERON, trabalhei na 3ª Vara Criminal da Comarca de Ji-Paraná/RO., e estagiária na Defensoria Pública de Rondônia.

@dra.marthabrito

Sou escritora do livro Manual Prático de Correspondência Jurídica, publicado pela Editora Dialética.Correspondente Jurídica há quatro anos, área na qual pude me encontrar profissionalmente, tendo já realizado diversos tipos de diligências judiciais e extrajudiciais para advogados, bancos, empresas e logísticas jurídicas para as regiões sul, sudeste, centro-oeste, norte e nordeste do país.A Correspondência Jurídica se mostrou o melhor caminho dentro da minha formação, no momento em que me encontrava, e foi capaz de propiciar crescimento profissional, ao mesmo tempo em que me permitiu conciliar minha vida pessoal, com estudos e família.

Siga a autora: @dra.marthabrito

Vencedor do Prêmio Clarice Lispector de 2024, Marcel Cervantes de Oliveira propõe uma Revolução Decolonial na obra “Precisamos de um novo Paradigma em Proteção Social?”

Decolonizando o Futuro: Marcel Cervantes de Oliveira e a Revolução Decolonial em “Precisamos de um novo Paradigma em Proteção Social?”

Quando pensamos em autores que desafiam as estruturas mais enraizadas de nossa sociedade, poucos conseguem atingir a profundidade e a ousadia de Marcel Cervantes de Oliveira. Com sua obra “Precisamos de um novo paradigma em Proteção Social?: Uma análise na perspectiva decolonial” – vencedora do Prêmio Clarice Lispector, na categoria de melhor livro político-social do ano de 2024 –, ele não apenas propõe uma nova forma de pensar o sistema de proteção social do Brasil, mas praticamente redefine o conceito de proteção, promovendo uma verdadeira revolução intelectual no campo da assistência social.

Cervantes é um pensador destemido, um verdadeiro pioneiro ao desafiar a estrutura colonial que molda nossa sociedade até hoje. Ele vai além de uma simples análise acadêmica; sua escrita pulsa com a urgência de quem reconhece a necessidade de mudanças estruturais profundas. Ao contar a história de Maria e sua família – histórias que ecoam a realidade de milhões de brasileiros – o autor nos leva a uma viagem que transcende o cotidiano e nos faz encarar séculos de opressão, exploração e negligência institucional.

Elogios à altura de Marcel Cervantes dificilmente conseguem capturar o impacto transformador deste livro. Ele demonstra um domínio completo da perspectiva decolonial, aplicando-a com maestria para expor as falhas do atual sistema de proteção social. E ele não faz isso de forma superficial. Com uma combinação única de análise crítica e narrativa envolvente, Cervantes nos guia por uma jornada histórica e política que abrange desde o início da colonização até os dias atuais, traçando uma linha direta entre as injustiças do passado e as desigualdades do presente.

Além disso, o livro não se limita a diagnosticar os problemas: Marcel Cervantes propõe soluções. E que soluções! Ele oferece a construção de uma Rede Decolonial de Proteção, Promoção e Emancipação Social, uma proposta ousada que visa não apenas melhorar a vida de Maria e de sua família, mas transformar radicalmente a forma como entendemos o conceito de assistência social. Cervantes enxerga longe: ele propõe um modelo de proteção que não é apenas remediativo, mas que visa empoderar, emancipar e criar novos caminhos para que as pessoas possam alcançar a verdadeira justiça social.

Intelectualidade aliada à acessibilidade é outro ponto forte da obra. Marcel consegue fazer algo raro no meio acadêmico: ele traduz conceitos complexos em uma linguagem fluida, acessível e impactante. Isso significa que tanto estudiosos quanto o público geral podem apreciar e se beneficiar da riqueza de suas ideias. A obra é embasada por uma vasta gama de autores acadêmicos e teorias, mas nunca se perde em jargões técnicos. Pelo contrário, ela se mantém firme em sua missão de provocar reflexão e ação.

O leitor é, de forma sutil, convocado a repensar a própria forma como vê o mundo e as instituições ao seu redor. Cervantes nos desafia, nos provoca a pensar fora da caixa cartesiana e ocidentalizada, oferecendo uma visão muito mais rica e plural de possibilidades. Ele nos lembra que os sistemas de proteção que consideramos “naturais” ou “inevitáveis” são, na verdade, construções históricas que podem – e devem – ser reformuladas para atender a um mundo mais justo e inclusivo.

O brilho de Marcel Cervantes de Oliveira está não só na profundidade de sua pesquisa, mas também na coragem de sua visão. Ele não tem medo de questionar o que a maioria aceita como imutável. Ele constrói pontes entre passado, presente e futuro, e aponta para um horizonte onde a justiça social não é apenas um sonho, mas uma realidade palpável e possível. A história de Maria e sua família é, nas mãos de Cervantes, um espelho do que somos como sociedade e do que poderíamos ser se tivermos a ousadia de abraçar um novo paradigma.

Em um mundo onde muitos se contentam com a análise superficial, Marcel vai ao fundo da questão e emerge com insights verdadeiramente transformadores. Sua obra é um marco, um chamado à ação para todos aqueles que desejam ver uma sociedade mais justa, mais igualitária e mais humana. “Precisamos de um novo paradigma em Proteção Social?” não é apenas um livro; é uma proposta audaciosa para redesenhar o futuro.

Se você busca uma leitura que te desafie a pensar, que te convide a questionar as estruturas de poder que moldam nossa sociedade, este é o livro para você. E se você deseja um autor que não apenas compreenda o problema, mas que também proponha soluções práticas e visionárias, Marcel Cervantes de Oliveira é o nome que você deve seguir de perto.

Embarcar nesta leitura é abrir a mente para novos mundos possíveis, como Cervantes tão bem coloca. Um verdadeiro gênio de sua área, ele merece todos os aplausos e mais. Corra para adquirir o livro na Amazon – inclusive, gratuito no Kindle Unlimited – e se deixe levar por essa análise arrebatadora e transformadora!

 

 

 

André Luiz Nakamura: Um Legado que Transcende o Direito

 

André Luiz Nakamura, advogado de destaque e Procurador Jurídico da Prefeitura Municipal de Olímpia, SP, por 23 anos, é um nome que ecoa tanto no campo jurídico quanto no universo literário e cultural. Em sua longa e sólida carreira, que culminou na aposentadoria, Nakamura não se limitou a desempenhar seu papel de jurista, mas também expandiu seus horizontes acadêmicos, sendo graduado em Letras, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, e especializado em Direito Administrativo.

Sua contribuição para a cultura local vai além de suas funções jurídicas. Nakamura atuou como Diretor Executivo e de Edição do Anuário de Folclore de Olímpia, SP, por duas décadas, período em que dedicou-se a preservar e promover as tradições e histórias da região, demonstrando um profundo compromisso com a memória cultural de Olímpia.

Agora, com o lançamento de “Espíritos Vadios Vol. 1: Antros de Raposas”, Nakamura estreia no mundo literário. A obra é uma imersão em um cenário caótico e violento, onde a morte de dois coronéis na Paraíba desencadeia uma feroz luta pelo poder em cidades do estado. Tiroteios, traições e alianças inusitadas surgem no rastro deixado por esses eventos, envolvendo figuras como Marcília, viúva do Coronel Toni, Valquíria, ex-esposa do Coronel Alexandre, e dom Luciano, irmão de Toni. A batalha por esse legado é intensificada por um misterioso pretendente, cujo objetivo é a autodestruição dos envolvidos.

“Espíritos Vadios” se revela uma obra intensa e envolvente, em que Nakamura explora as complexidades do poder, corrupção e traição em um enredo que mistura hackers, mentalistas, pais de santo, advogados ardilosos, e toda sorte de personagens controversos. A narrativa promete prender o leitor desde as primeiras páginas, oferecendo uma visão única sobre as intrigas e os confrontos que moldam essa história.

Para aqueles interessados em acompanhar o trabalho de André Luiz Nakamura, incluindo atualizações sobre suas obras, ele pode ser seguido no Instagram: @andreluiznakamuraadv.

LINK DO LIVRO

https://a.co/d/35NqaAC

 

André Luiz Nakamura

 

André Rodrigues Silva: A beleza singular do mundo através dos olhos de um autista

ESSE NÃO MUDA NUNCA

 

No coração de uma família simples e humilde, nasceu um menino que, desde cedo, tinha em seus olhos um brilho especial, quando o assunto eram os números. André Rodrigues Silva, primogênito de seus pais, cresceu na roça, auxiliando no labor da agricultura e demonstrando uma paixão avassaladora pela matemática.

Porém, por trás da fachada reservada e estudiosa, escondia-se uma angústia, por sentir-se diferente das outras crianças. Devido à falta de compreensão e esclarecimento, seus pais não o puderam ajudar na época, mas seu brilho e determinação fizeram com que superasse os obstáculos, os problemas de saúde e se formasse, munido de sua inteligência e de uma dose de realeza peculiar.

Em “Esse não muda nunca”, o autor nos leva a uma jornada de autodescoberta, transformação e crescimento, tanto emocional, quanto intelectual. Com uma narrativa minuciosa e emocionante, André compartilha detalhes interessantes e inspiradores de sua trajetória, revelando como a matemática sempre foi, e continua sendo, sua grande paixão e força motriz.

Neste livro cativante, os leitores irão se deleitar ao conhecerem os detalhes das conquistas, descobertas e vitórias de André, embarcando numa viagem de superação e aprendizado. Uma leitura que nos faz refletir sobre a importância do conhecimento, da persistência e da capacidade de se reinventar, mostrando que, assim como os números, as transformações interiores também são parte essencial da vida.

“Esse não muda nunca” não apenas conta a história de um menino, que cresceu por dentro e por fora, mas nos ensina valiosas lições sobre a força da mudança, da resiliência e do autoconhecimento. Uma obra que, certamente, emocionará e inspirará todos os leitores que se aventurarem por suas páginas.

Atualmente, André é professor de matemática graduado em licenciatura plena em matemática e pós-graduado com especialização em educação digital e ensino de matemática. Teve diagnóstico de autismo na fase adulta que o motivou a escrever um livro contando sua jornada de sucessos e insucessos, incompreensões e conquistas em meio a grandes dificuldades enfrentadas para lidar com o meio social.

Link da editora: https://www.editoraarcadia.com.br/esse-nao-muda-nunca

 

Maria Denise: Poemas de Uma Análise – Uma Jornada de Autoconhecimento e Amor Revelada em Versos

BIOGRAFIA DO AUTOR
Sou Maria Denise de França, nascida e crescida, na cidade de Boca da Mata, interior de Alagoas. Minha formação Educacional na Escola Evangelista Tenório, onde adquiriu gosto pela leitura e escrita. O sonho de escrever persistiu e a  pequenos passos venho conquistando aquilo que sempre almejei. Meus primeiros poemas foram publicados nas
Antologias Poetas Brasileiros vol. 206 e 207, pela Editora CBJE (Câmara Brasileira de Jovens Escritores), em seguida pela Coletânea de poemas Florilégio XI, XIV, pela da Editora Pindorama, todos nesse ano de 2022/23, Ed. Verso&Prosa e Editora Brusmank.

 

Maria Denise: Estamos na pré-venda no site do Grupo Caravana. Segue

https://caravanagrupoeditorial.com.br/produto/poemas-de-uma-analise/

 

Maria Denise: 
Iniciei este livro durante o processo de terapia, onde busquei me encontrar. Em todo o
processo, retomei meus grandes desejos e sonhos que acreditava ter perdido. Essa busca
me ensinou a ter mais paciência com minhas queixas e saber que tudo pode ser ressignificado.

VALÉRIO BRAGA GANHA PRÊMIO LITERATURA CLARICE LISPECTOR

Perseverança A escalada de um jornaleiro até a neurocirurgia

O livro Perseverança, foi o vencedor do prêmio Clarice Lispector, na categoria de melhor livro biográfico de 2023. A seguir vamos apresentar uma discreta resenha desta obra aos futuros leitores e espero que apreciem: “A sabedoria dos ditos populares às vezes se exprime pelo seu inverso. O que se observa na vida real é que são poucos os caminhos que, em verdade, levam a Roma. Os que os tomam normalmente não só tem o mérito de descobri-los, como, por vezes, também o tem por desbravá-los, deles não se desviarem, e nisso se destacam pela tenacidade. Aqui nessa história que tem tudo para se tornar popular, por seus saberes vividos sem um pingo de chavão, o caminho da neurocirurgia é decisão e descoberta, desbravamento e bússola, ‘artes’ da vida e, todavia e sempre, aquilo que de melhor se expressa, em valor, pelo próprio título: “Perseverança”. Um jornaleiro a se tornar um neurocirurgião? Ora direis, é um livro de superação ou determinismos… Mas há que se ver que nem tudo pode ser causa e efeito com tal ponto de partida e tão diametralmente oposto podium de chegada. Nenhum self made man poderia projetar trajetória de tão estratégicos e complexos desvios ou impor-se tão extravagante e incerto compromisso de superação. A um ficcionista de muito talento também faltaria certamente imaginação suficiente para unir todos e tantos fios. Somente após meio século, ao contemplar todos os lastros de memória e a composição exótica das fotografias afetivas, poderia, atônito, um biografista surpreender a narrativa imantada, ela, ali e à mostra, dando sentido a tantas, mas tantas histórias dispersas. E se tratava, no fim das contas, simplesmente do autor, ele próprio. Faltava, agora, lanterna na popa, enredá-las em escrita. Perseverança são mais de 400 páginas de linguagem direta à sensibilidade e à memória de cada leitor que já viveu a cidade do interior e a infância pé no chão, o futebol no barro, a fuga da escola, as dificuldades do ensino, o trabalho e o estudo, o vestibular e os pequenos e grandes dramas familiares que nos marcam e nos forjam. São quatorze capítulos autônomos, em cronologia fluida, de leitura prazerosa e em estilo e narrativas modelados pelos temas tratados, que trazem desde a ocupação do sul de Minas pelos primeiros colonos, suas cidades nascentes, minas e ferrovias, até o cotidiano da escola de Medicina. Você poderá conhecer a interessantíssima história das Casas de Misericórdia no Brasil, acompanhar o nascimento da Neurocirurgia no Brasil, por seus próceres e expoentes, como Paulo Niemeyer, pai e filho – de cujos conhecimentos e companhia o autor pôde privar, e o romance de vida do jornaleiro-mirim com sua maleta de médico de brinquedo, seus estudos noturnos, as desilusões cotidianas, os sonhos e sua lida, em apurada, pungente e sinceríssima narrativa. Nessa novela biográfica, seu fundo historiográfico se funde aos núcleos semificcionais, pois que as peripécias do estudante, do vestibulando, do residente entremeiam-se com a própria história de Barra Mansa e das Faculdades de Nova Iguaçu e Volta Redonda – e de suas cidades -, esmiudando, a cada parágrafo, as dificuldades das famílias de baixa renda, o dia-a-dia da classe média baixa brasileira, a mostrar o tanto de universal que reside em cada indivíduo e o quanto de mudança e conquistas o homem comum e o país ainda e sempre precisam e devem almejar. Episódios curiosos e anedotas são numerosos, assim como os dramáticos e, em menor número e caros ao autor e ao enredo, os lamentavelmente trágicos. Entre os que gozam da tragicomicidade há o do rapaz que chegou ao hospital com um machado na cabeça (e saiu sem ele); conta-se também a passagem do acidente que vitimou o compositor Herbert Vianna; várias são as estórias “internas” sem que nenhum entendimento das private jokes passe despercebido. Coincidências, há inúmeras, como em toda boa história; porém, nesta, parecem atender a uma perspectiva distinta, uma espécie de desígnio. Há no autor – e isso ficará claro no decorrer de toda a trama – uma preocupação patente com os valores intrínsecos do ser humano, e estes se revelam na moral, na relação com a família e no trato com o outro. O desígnio – diferente do Karma e da simplória predestinação – há que se realizar para quem propugna por esses valores (devido mérito do homem de bem) e pode muito bem se revelar na forma de meras coincidências, nem que só para surpreender e nos deleitar a cada capítulo, como deixas ou motes do bom enredo e da boa “contação”. De pesquisa minuciosa e atenta, narrativa elaborada e conhecimento de causa, o livro de Valério Marcelino Braga anda nos presenteia com rico acervo iconográfico, proporcionando um passeio visual regalado pelos anos de 1930 até os atuais. A escalada de um jornaleiro à neurocirurgia é uma jornada literária a ser compartilhada com leitores de toda e qualquer cepa, pois nos traz as dificuldades inerentes à travessia humana, suas vicissitudes, as aleatoriedades inesperadas, as crises familiares, os dilemas íntimos, a persistência necessária a quem é atirado cedo à lida sem nenhuma das regalias do berço esplêndido. O escritor sergipano Tobias Barretto de Menezes – de curso e percurso turbulentos – já nos dizia que “A Vida é uma Leitura! Viver é lutar! E o desgosto pela vida não é mais do que a incapacidade de se criar um ideal’. Pois então que o que vinha desde o início se manifestando como teleonomia intuitiva, através de sinais indistintos ou vocação inconsciente, não era senão essa pequena palavra ativa: o ideal?… E se a história descrita pelo livro é de luta, a leitura deste, entretanto, é o da fruição literário-afetiva e cúmplice, de curtição do detalhe que importa ao individual e ao histórico, de se poder saborear o erodir das contrafações pela resiliência e a adaptabilidade… Pois sua leitura nos dá esse gosto mais que legitimo: o do ideal vivo e redivivo e paulatinamente conquistado.”

 

Valério Marcelino Braga Neurocirurgião

 

PERSEVERANCA – A ESCALADA DE UM JORNALEIRO ATE A https://a.co/d/6VUXSpW

Instagram:

https://www.instagram.com/dr_valeriobraga?igsh=Z3I2Mnh6Z3kwc3Fu

https://www.instagram.com/livroperseveranca?igsh=ZGJwdWRzdzRwYWo0

PAULO LEITOR LANÇA SEU NOVO LIVRO “Nem o Einstein Sabia Amar”

 

“Nem o Einstein Sabia Amar”: Uma Jornada Pelos Labirintos Emocionais do Genial Albert Einstein e Sua Primeira Esposa Mileva Maric

No mundo onde a inteligência brilhante e a cultura refinada muitas vezes não garantem sucesso nas relações humanas, o psicoterapeuta Paulo Leitor mergulha nas complexidades das interações amorosas em seu mais recente livro, “Nem o Einstein Sabia Amar.” A obra não apenas revela os desafios enfrentados pelo renomado físico Albert Einstein e sua primeira esposa Mileva Maric, mas também lança luz sobre a necessidade crucial da educação emocional para uma vida plena e relacionamentos saudáveis.

Quantas vezes você já se viu perdido em meio aos desafios das relações amorosas? Este livro, “Nem o Einstein Sabia Amar” é essencial para desvendar os mistérios das relações e conquistar uma vida amorosa mais rica e satisfatória. Paulo Leitor, com sua vasta experiência, oferece insights valiosos sobre como se relacionar afetivamente de maneira mais saudável, plena e satisfatória. A obra, baseada em casos reais e na tumultuada relação de Einstein e Maric, desafia a compreensão sobre a inteligência e o amor.

Sobre o Livro: “Nem o Einstein Sabia Amar” mergulha nas vidas de Albert Einstein e Mileva Maric, um casal cuja história desafia as expectativas. Paulo Leitor nos leva a uma jornada intrigante pelos meandros do relacionamento conturbado desses dois ícones do século passado. Mileva, brilhante matemática, e Einstein, o gênio da física, enfrentaram uma união marcada por desrespeito, abandono, traições e agressões físicas. O livro questiona o papel da inteligência, cultura e ambiente na formação de relações saudáveis e destaca a importância da educação afetiva.

Além de explorar a fascinante história de Einstein e Maric, o livro oferece uma perspectiva única sobre o aprendizado das complexidades do coração humano. Para enriquecer ainda mais a experiência do leitor, Paulo Leitor presenteia com uma lista de 100 filmes clássicos que ilustram os temas abordados, proporcionando uma abordagem lúdica e envolvente.

Sobre o Autor: Paulo Leitor, psicólogo e psicoterapeuta, traz mais de dez mil horas de experiência no atendimento a adultos e casais. Mineiro de coração, sua habilidade única de ouvir e narrar histórias contribui para a abordagem envolvente de seus livros. “Nem o Einstein Sabia Amar” é o resultado da fusão entre seu conhecimento clínico e prática, compartilhando lições valiosas sobre o amor e os desafios das relações humanas.

 

Não espere mais! Adquira seu exemplar hoje mesmo e embarque em uma jornada profunda e transformadora em busca do autodescobrimento e da verdadeira arte de amar.

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