Notas de Paternidade: Luan Santana Compõe Memórias com a Filha em Primeiro Ensaio Musical

Em um estúdio de gravação onde costumam ecoar solos de guitarra e ajustes meticulosos de mixagem, uma cena inédita chamou atenção: Luan Santana, ícone do sertanejo moderno, dividiu o espaço com sua filha, em sua estreia nos bastidores da música. Mais do que um momento familiar, o episódio revelou um apelido carinhoso que desvendou camadas intimistas do artista: “Pequena Harmonia”, como ele a chama em segredo. A cena, capturada em vídeos espontâneos, não só comoveu fãs, mas redefiniu a imagem pública de um ídolo acostumado a multidões.

O Estúdio que Virou Sala de Aula Afetiva

Entre microfones e cabos, a presença da filha transformou a rotina técnica em uma lição de descontração. Enquanto Luan ensaiava versos de uma balada inédita, a menina, sentada em um banco alto adaptado com cobertores coloridos, interagia com a equipe. “Papai, por que você fica tão sério?”, questionou ela, quebrando o silêncio concentrado do ambiente. A equipe, inicialmente cautelosa, adotou a leveza do momento. Um técnico, sorridente, adaptou um headset infantil para que ela ouvisse as batidas. “Ela trouxe música até para os nossos fones”, brincou um produtor.

Luan, conhecido por guardar a vida pessoal a sete chaves, surpreendeu ao abrir as portas desse ritual. “Ela me lembra que a música é feita de alegria, não só de perfeição”, confessou. O ápice emocionante veio quando a pequena pediu para “ajudar” o pai: segurando um pandeiro miniatura, marcou o ritmo de Metade de Mim, sucesso que já embalou casamentos e choros em estádios.

“Pequena Harmonia”: O Apelido que Virou Hino nas Redes

O carinho revelado durante uma pausa nas gravações ganhou as redes sociais como um manifesto de afeto paterno. Pequena Harmonia — apelido que Luan usa desde os primeiros dias da filha — surgiu de uma história tocante. “Quando a segurei pela primeira vez, percebi que ela completava uma parte de mim que nem as músicas preenchiam”, revelou o cantor. O termo, que viralizou com a hashtag #PequenaHarmonia, inspirou até tatuagens entre fãs, que compartilharam fotos com frases do artista.

Fofocas sobre a influência da menina em suas composições já circulam. Trechos de uma nova música, supostamente intitulada Seu Nome É Melodia, sugerem letras que misturam acordes de violão com referências a “risos que desafinam o relógio”. Luan, porém, evita confirmar: “Minha família é minha maior inspiração, mas respeito o espaço dela”.

Entre Palcos e Berços: O Equilíbrio de Um Ídolo

A decisão de integrar a filha à rotina musical reflete uma mudança de prioridades. O artista, que já liderou turnês intercontinentais, agora prioriza horários de ensaio que coincidam com a escola da menina. “Antes, meu maior medo era esgotar a voz. Hoje, é perder a chance de ler uma história para ela antes de dormir”, admitiu.

Especialistas observam que a estratégia de Luan mescla marketing emocional com autenticidade. “Ao mostrar fragmentos da paternidade, ele humaniza a marca ‘Luan Santana’, conectando-se a uma geração que valoriza família e vulnerabilidade”, analisa um profissional de comunicação. O movimento não é isolado: artistas como Anitta e Tiago Iorc também têm explorado narrativas pessoais para aprofundar laços com o público.

A Revolução Silenciosa no Sertanejo

A cena no estúdio simboliza uma guinada no sertanejo, gênero historicamente marcado por temas como festas, paixões fugazes e duelos de ego. Ao abraçar a paternidade como parte de sua persona, Luan segue um caminho aberto por nomes como Marília Mendonça, que trouxe protagonismo feminino e crueza emocional ao estilo. “Estamos vivendo uma era onde o sertanejo fala de dor de amor, mas também de fraldas, primeiros passos e saudades do cheiro de casa”, reflete um estudioso do gênero.

O impacto comercial é palpável. Marcas de produtos infantis e plataformas familiares já buscam parcerias, enquanto fãs pedem coleções de roupas com frases do artista. “Há um oceano azul em unir música a produtos que celebrem a vida cotidiana”, avalia um consultor de negócios.

O Futuro em Clave de Sol

Enquanto prepara um álbum que promete mergulhar em letras mais introspectivas, Luan planeja uma turnê com datas em cidades menores, onde possa viajar de ônibus com a família. “Quero que ela veja o Brasil não só pelos vidros de um avião privado”, disse. Quanto à Pequena Harmonia, o plano é claro: “Ela decidirá seu caminho. Se um dia quiser um palco, será o dela — não o meu”.

Naquele estúdio, entre takes imperfeitos e risadas fora de hora, uma lição ecoou: a vida, como a música, não precisa de autotune para ser bela. E Luan Santana, ao que parece, aprendeu a cantar em duas vozes — a do artista que conquistou milhões, e a do pai que descobriu sua verdadeira plateia.

Luzes, Câmera e Coração: Isabelle Drummond Rompe o Silêncio e Retorna Triunfante às Novelas

Após um hiato de seis anos longe das novelas, Isabelle Drummond ressurge com força total, despertando a atenção do público e reacendendo a paixão de muitos que cresceram acompanhando sua carreira. A volta da atriz ao gênero que a consagrou marca mais do que um simples retorno à televisão: representa a retomada de uma trajetória marcada por escolhas conscientes, amadurecimento artístico e fidelidade à sua essência.

Desde que brilhou como a inesquecível Emília do “Sítio do Picapau Amarelo”, Isabelle nunca deixou dúvidas de seu talento precoce. Cresceu diante das câmeras, enfrentou desafios com papéis densos e emblemáticos, e construiu uma carreira sólida, longe dos escândalos que frequentemente rondam o universo das celebridades. Porém, quando estava no auge, optou por se afastar das novelas. Para muitos, foi um choque. Para ela, uma necessidade.

Durante esse período, a atriz mergulhou em projetos paralelos, explorou o universo do empreendedorismo, aprofundou sua espiritualidade e se dedicou a estudos e experiências que contribuíram para seu crescimento pessoal. Não se tratava de uma crise de imagem, mas de um processo deliberado de introspecção e reinvenção. Isabelle queria estar inteira para o próximo passo — e ele finalmente chegou.

Agora, com os holofotes novamente voltados para si, ela retorna não como a menina prodígio que o Brasil aprendeu a admirar, mas como uma mulher feita, consciente de seu papel na dramaturgia e na sociedade. Seu novo personagem — ainda envolto em mistério — promete ser um divisor de águas, um retrato mais maduro de sua capacidade de se reinventar em cena.

O retorno também aponta para uma tendência crescente no meio artístico: a valorização de pausas estratégicas. Em um tempo em que a exposição constante é confundida com relevância, Isabelle demonstra que ausentar-se, quando bem administrado, pode ser um ato de coragem. E mais: pode fortalecer laços com o público, que reconhece na artista a verdade por trás de suas escolhas.

O reencontro de Isabelle com as novelas é, portanto, mais do que um simples contrato renovado. É uma celebração da sua trajetória coerente, da sua dedicação à arte e da sua capacidade de escolher o momento certo de voltar a emocionar o Brasil. Nos bastidores, colegas de profissão comemoram sua volta, enquanto diretores e roteiristas veem em sua presença a oportunidade de elevar o nível das produções.

O público, por sua vez, aguarda com expectativa. Afinal, poucas atrizes conseguem transitar com tanta naturalidade entre o lúdico da infância e a intensidade da vida adulta, mantendo intacta a delicadeza que sempre foi sua marca registrada.

Isabelle Drummond está de volta. Mas, mais do que isso, está presente — com a alma, com o talento e com a certeza de que cada retorno pode ser, também, um novo começo.

MIDR apresenta programa Cidades Intermediadoras como estratégia de descentralização do desenvolvimento regional

Iniciativa foi tema de painel promovido pelo IPEA e propõe fortalecer cidades fora dos grandes centros urbanos por meio de integração e acesso ampliado a serviços públicos

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) apresentou o Programa Cidades Intermediadoras como uma das principais estratégias para descentralizar o acesso a serviços públicos e fomentar o crescimento econômico fora das grandes capitais. A iniciativa foi destaque no seminário “Governança nos Fundos Constitucionais e Políticas Públicas Territoriais”, promovido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

Durante o painel “FNE como instrumento para Cidades Intermediárias e Rotas de Integração Nacional”, João Mendes da Rocha Neto, diretor da Secretaria Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial (SDR/MIDR), explicou como os fundos constitucionais podem ser ferramentas fundamentais para impulsionar o setor produtivo nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

“O Programa Cidades Intermediadoras é o primeiro grande programa vinculado à nova fase do Programa Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR 3). Ele busca criar e fortalecer uma rede de cidades policêntricas para interiorizar o desenvolvimento e aliviar a pressão sobre as capitais e metrópoles brasileiras”, destacou o diretor.

Desenvolvimento articulado e multifacetado

De acordo com João Mendes, o programa adota uma abordagem ampliada, ao integrar serviços de cidadania e desenvolvimento produtivo. “O programa atua em diversas frentes, desde infraestrutura urbana e produtiva até o fortalecimento das capacidades administrativas dos municípios participantes”, explicou.

O objetivo central do Cidades Intermediadoras é ativar, em rede, cidades que funcionem como pontos de conexão territorial e como intermediadoras de bens e serviços públicos. A iniciativa pretende promover o desenvolvimento sub-regional, aumentar o acesso ao emprego e à renda, além de aprimorar infraestruturas econômicas e urbanas por meio da articulação com políticas setoriais federais.

João Mendes também informou que o programa está em fase avançada e que, entre o fim de abril e início de maio, será realizada uma série de webinários conduzidos pelo secretário da SDR, Daniel Fortunato, em parceria com os municípios envolvidos.

Lista das Regiões Imediatas beneficiadas

O programa contempla 26 unidades federativas e envolve mais de 250 municípios. Cada região foi selecionada com base em critérios territoriais e de conectividade. A seguir, algumas das Regiões Imediatas (RI) contempladas:

  • Acre: Cruzeiro do Sul e mais 4 municípios

  • Alagoas: Porto Calvo – São Luís do Quitunde, com 13 municípios

  • Amazonas: Tefé e outros 8 municípios

  • Bahia: Xique-Xique / Barra, com 10 municípios

  • Ceará: Itapipoca e mais 6 municípios

  • Goiás: Posse / Campos Belos, abrangendo 14 municípios

  • Maranhão: Santa Inês, com 15 municípios

  • Pará: Breves e mais 9 municípios

  • Rio de Janeiro: Rio Bonito, com 3 municípios

  • São Paulo: Itapeva e 18 municípios adjacentes

Comitê de Cultura de Alagoas promove I Mostra Alagoana de Cinema Feminino

 

Evento celebra a produção audiovisual feita por mulheres e fortalece a representatividade feminina no cinema.

O Comitê de Cultura de Alagoas anunciou a realização da I Mostra Alagoana de Cinema Feminino, um marco para a valorização das mulheres no audiovisual no estado. O evento, que tem como objetivo ampliar a visibilidade de diretoras, roteiristas, produtoras e outras profissionais do setor, será uma oportunidade para exibir obras produzidas por mulheres e fomentar discussões sobre gênero e representatividade no cinema.

A mostra pretende reunir produções de diferentes formatos, incluindo curtas, médias e longas-metragens, além de documentários e experimentações audiovisuais. Além das exibições, estão previstos debates, palestras e oficinas com cineastas e especialistas, criando um espaço de troca de experiências e incentivo à produção feminina.

Incentivo à participação e inscrições
As realizadoras interessadas em participar podem se inscrever por meio de edital, que será divulgado em breve pelo Comitê de Cultura. A iniciativa busca não apenas destacar o trabalho já existente, mas também estimular novas vozes no cenário cinematográfico alagoano.

Um passo importante para a equidade no audiovisual
A I Mostra Alagoana de Cinema Feminino surge em um contexto nacional de luta por maior espaço e reconhecimento das mulheres no cinema. De acordo com dados do setor, apesar de representarem mais da metade dos estudantes de audiovisual no país, as mulheres ainda enfrentam desafios para ocupar posições de destaque, como direção e fotografia.

Para a organização, o evento é uma forma de combater essa desigualdade e fortalecer a rede de profissionais mulheres no estado. “Queremos criar um ambiente de acolhimento e estímulo, mostrando que Alagoas tem talentos incríveis que merecem ser vistos e ouvidos”, destacou uma das integrantes do Comitê.

A data e local da mostra serão divulgados em breve. Enquanto isso, coletivos, produtoras e cineastas independentes são convidadas a ficarem atentas às novidades e prepararem suas inscrições.

Serviço:

O que: I Mostra Alagoana de Cinema Feminino

Quem promove: Comitê de Cultura de Alagoas

Inscrições: Em breve, por edital

Mais informações: Acompanhe as redes sociais oficiais do Comitê de Cultura de Alagoas

Naipe nas Candjanga: Cantor se inspira em gírias para criar resenha do arrocha

 

O cantor , conhecido por hits que embalam festas e bailes por todo o país, acaba de lançar o single “Naipe nas Candjanga”, uma música que promete se tornar o novo hino do arrocha. A canção, que já está disponível nas plataformas digitais, chama a atenção pela letra criativa, repleta de gírias e expressões populares que retratam o dia a dia e o linguajar típico das festas de arrocha.

Inspirado no jeito descontraído e animado de seus fãs, o cantor explicou que a ideia de usar gírias surgiu para aproximar ainda mais a música do público. “Eu queria algo que fosse divertido, que as pessoas pudessem se identificar e cantar junto. As gírias dão um toque especial, porque é assim que a galera fala, é a linguagem da festa”, contou ele em entrevista ao Portal Leodias.

O termo “candjanga”, que dá nome à música, é uma gíria que remete a algo grandioso, de alto nível, e foi escolhido para destacar o clima de celebração e empolgação que a canção propõe. Já “naipe” reforça a ideia de algo que está no ponto certo, no estilo que o público gosta. A combinação das expressões resultou em uma letra que mistura humor, autenticidade e muito ritmo.

A produção de “Naipe nas Candjanga” ficou a cargo de [Nome do produtor], que já trabalhou com grandes nomes do arrocha e do sertanejo. Ele contou que o desafio foi criar uma batida que fosse ao mesmo tempo moderna e tradicional, mantendo a essência do gênero. “A gente quis trazer algo que tivesse a pegada do arrocha clássico, mas com um toque atual, para agradar tanto os fãs mais antigos quanto os novos”, explicou o produtor.

Desde o lançamento, a música tem recebido uma ótima receptividade do público, com milhares de visualizações nas plataformas digitais e vídeos de fãs dançando e cantando a nova resenha. Nas redes sociais, os comentários destacam a criatividade da letra e o poder de animação da batida. “Essa música é puro naipe! Já virou a minha favorita para as festas”, escreveu um seguidor.

O cantor, que já tem uma carreira consolidada no arrocha, acredita que “Naipe nas Candjanga” pode se tornar um marco em sua trajetória. “É uma música que fala direto com o coração do povo, que representa a alegria e a energia das nossas festas. Estou muito feliz com a recepção e animado para ver todo mundo cantando e dançando”, afirmou.

Enquanto isso, os fãs já aguardam o clipe oficial da música, que deve ser lançado em breve, e também a promessa de novos projetos do cantor, que promete continuar inovando e surpreendendo o público com seu talento e criatividade. Por enquanto, “Naipe nas Candjanga” já garantiu seu lugar nas playlists de quem gosta de um bom arrocha e não dispensa uma resenha animada.

Filho de Arthur Lira ganha cargo na Prefeitura da Barra de São Miguel com salário de R$ 8 mil

 

O filho do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), foi nomeado para um cargo na Prefeitura da Barra de São Miguel, município localizado no litoral sul de Alagoas. Com apenas 19 anos, o jovem Arthur Lira Filho assumiu a função de assessor especial na administração municipal, com um salário mensal de R$ 8 mil. A nomeação, publicada no Diário Oficial do município, gerou polêmica e levantou debates sobre nepotismo e critérios técnicos para ocupação de cargos públicos.

Arthur Lira Filho, que ainda está cursando o ensino superior, foi contratado como parte do quadro de comissionados da prefeitura, ou seja, um cargo de confiança que não exige concurso público. De acordo com a administração municipal, o jovem foi escolhido por seu “potencial e capacidade de contribuir com o desenvolvimento da cidade”. No entanto, a nomeação chamou a atenção pelo valor do salário, considerado alto para a realidade do município, e pela idade do indicado.

A Barra de São Miguel, cidade com pouco mais de 8 mil habitantes, tem um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considerado médio e enfrenta desafios como a falta de infraestrutura e serviços básicos. O salário de R$ 8 mil pago ao filho de Arthur Lira é superior ao de muitas categorias de servidores públicos no município, incluindo professores e profissionais da saúde, o que gerou críticas por parte da população e de entidades representativas.

Em nota, a Prefeitura da Barra de São Miguel defendeu a nomeação, afirmando que o cargo de assessor especial é estratégico e que a escolha foi baseada em critérios de “competência e alinhamento com os objetivos da gestão”. A administração também destacou que a contratação está em conformidade com a legislação vigente.

Já o gabinete de Arthur Lira emitiu uma nota afirmando que o deputado federal não teve qualquer ingerência na nomeação do filho. “Arthur Lira Filho é um jovem dedicado e capacitado, e sua contratação foi uma decisão exclusiva da Prefeitura da Barra de São Miguel. O deputado Arthur Lira não participou do processo e respeita as decisões da administração municipal”, diz o texto.

A nomeação, no entanto, reacendeu o debate sobre o nepotismo na política brasileira. Especialistas em direito administrativo lembram que, desde 2016, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) proíbe a nomeação de parentes para cargos comissionados em todas as esferas de governo. Apesar disso, a prática ainda é comum em muitos municípios, especialmente em cidades menores, onde o controle social e a transparência são mais limitados.

Enquanto isso, a população da Barra de São Miguel se divide entre os que defendem a nomeação como uma oportunidade para o jovem se desenvolver profissionalmente e os que criticam a falta de critérios técnicos e a priorização de interesses pessoais em detrimento do bem público. “É difícil aceitar que um jovem de 19 anos, sem experiência comprovada, receba um salário tão alto enquanto muitos servidores que dedicam anos ao município ganham muito menos”, comentou um morador nas redes sociais.

O caso deve continuar gerando discussões nos próximos dias, especialmente em um contexto em que a transparência e a ética na administração pública estão sob constante escrutínio. Enquanto isso, Arthur Lira Filho assume suas novas funções sob os holofotes da opinião pública, em um momento que pode definir os rumos de sua carreira e da própria gestão municipal.

Faculdade Qualittas reforça a abordagem integrada da Medicina Veterinária no combate  à dengue

Diante de uma epidemia alarmante, o Brasil enfrenta um cenário crítico de dengue, com 6,5 milhões de casos prováveis e 5,3 mil óbitos registrados em 2024. A situação é especialmente preocupante em estados como Alagoas, onde Maceió reportou um aumento de 240% nos casos de dengue em comparação ao ano anterior. Entre janeiro e outubro de 2024, a Secretaria Municipal de Saúde contabilizou 6.399 casos na capital alagoana.

A baixa adesão à vacinação também suscita preocupações entre os órgãos de saúde. Nesse contexto, a Faculdade de Medicina Veterinária Qualittas se compromete a disseminar cuidados preventivos entre seus pós-graduandos em Medicina Veterinária, ressaltando a importância estratégica da Medicina Veterinária no controle das arboviroses e na promoção da saúde pública.

Recentemente, na Paraíba, o Boletim de Arboviroses da Secretaria de Saúde (SES) registrou, em janeiro de 2025, 674 casos prováveis de dengue, 55 de chikungunya, 1 de zika vírus e 7 de febre do Oropouche. Esses números evidenciam a urgência de ações integradas de vigilância epidemiológica, controle de vetores e educação em saúde.

Sob a liderança dos diretores da instituição, Prof. Dr. José Carlos Feo e Prof. Ass. Francis Flosi, a Faculdade de Medicina Veterinária Qualittas tem promovido a formação de pós-graduandos e o desenvolvimento de projetos que fortalecem a abordagem de saúde única, integrando saúde humana, animal e ambiental para potencializar as estratégias de prevenção e controle da dengue.

“Não existem barreiras que separem a saúde humana, animal e ambiental; elas estão todas interligadas em uma saúde única”, enfatiza Flosi. Essa visão orienta a filosofia e as ações da instituição, contribuindo para a capacitação de profissionais aptos a atuar na vigilância epidemiológica, no controle de vetores como o Aedes aegypti e na implementação de medidas preventivas que beneficiam toda a comunidade.

A Faculdade de Medicina Veterinária Qualittas reafirma seu compromisso com a saúde pública por meio de iniciativas que unem educação, pesquisa e prática integrada. A atuação de seus profissionais reforça a importância de uma abordagem multidisciplinar para enfrentar os desafios impostos pelas arboviroses, contribuindo para a redução dos casos e a melhoria da qualidade de vida da população.

Para os que desejam seguir a carreira de médico-veterinário, a Faculdade de Medicina Veterinária Qualittas disponibiliza uma variedade de opções de cursos. Conheça mais sobre as programações e formações acessando www.qualittas.com.br

 

 

Marilza Balduino apresenta obras de arte na exposição Arte Em Foco, na Barra da Tijuca   

 

São 4 telas  que estarão em exibição durante o mês de fevereiro, para o deleite dos apreciadores das Artes plásticas.  Artista plástica eclética e talentosa, Marilza sempre tem algo novo para os nossos olhares. Nessa mostra , ela nos presenteou com algumas   telas repletas de magia e encanto, e outras no estilo moderno abstrato. Quem quiser conferir de pertinho o trabalho da artista, não perca essa oportunidade de visitar a exposição até o final do mês . A Galeria fica aberta todos os dias no horário de funcionamento do shopping. Av.Ayrton Senna, 3000,Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Vencedor do Prêmio Clarice Lispector de 2024, Marcel Cervantes de Oliveira propõe uma Revolução Decolonial na obra “Precisamos de um novo Paradigma em Proteção Social?”

Decolonizando o Futuro: Marcel Cervantes de Oliveira e a Revolução Decolonial em “Precisamos de um novo Paradigma em Proteção Social?”

Quando pensamos em autores que desafiam as estruturas mais enraizadas de nossa sociedade, poucos conseguem atingir a profundidade e a ousadia de Marcel Cervantes de Oliveira. Com sua obra “Precisamos de um novo paradigma em Proteção Social?: Uma análise na perspectiva decolonial” – vencedora do Prêmio Clarice Lispector, na categoria de melhor livro político-social do ano de 2024 –, ele não apenas propõe uma nova forma de pensar o sistema de proteção social do Brasil, mas praticamente redefine o conceito de proteção, promovendo uma verdadeira revolução intelectual no campo da assistência social.

Cervantes é um pensador destemido, um verdadeiro pioneiro ao desafiar a estrutura colonial que molda nossa sociedade até hoje. Ele vai além de uma simples análise acadêmica; sua escrita pulsa com a urgência de quem reconhece a necessidade de mudanças estruturais profundas. Ao contar a história de Maria e sua família – histórias que ecoam a realidade de milhões de brasileiros – o autor nos leva a uma viagem que transcende o cotidiano e nos faz encarar séculos de opressão, exploração e negligência institucional.

Elogios à altura de Marcel Cervantes dificilmente conseguem capturar o impacto transformador deste livro. Ele demonstra um domínio completo da perspectiva decolonial, aplicando-a com maestria para expor as falhas do atual sistema de proteção social. E ele não faz isso de forma superficial. Com uma combinação única de análise crítica e narrativa envolvente, Cervantes nos guia por uma jornada histórica e política que abrange desde o início da colonização até os dias atuais, traçando uma linha direta entre as injustiças do passado e as desigualdades do presente.

Além disso, o livro não se limita a diagnosticar os problemas: Marcel Cervantes propõe soluções. E que soluções! Ele oferece a construção de uma Rede Decolonial de Proteção, Promoção e Emancipação Social, uma proposta ousada que visa não apenas melhorar a vida de Maria e de sua família, mas transformar radicalmente a forma como entendemos o conceito de assistência social. Cervantes enxerga longe: ele propõe um modelo de proteção que não é apenas remediativo, mas que visa empoderar, emancipar e criar novos caminhos para que as pessoas possam alcançar a verdadeira justiça social.

Intelectualidade aliada à acessibilidade é outro ponto forte da obra. Marcel consegue fazer algo raro no meio acadêmico: ele traduz conceitos complexos em uma linguagem fluida, acessível e impactante. Isso significa que tanto estudiosos quanto o público geral podem apreciar e se beneficiar da riqueza de suas ideias. A obra é embasada por uma vasta gama de autores acadêmicos e teorias, mas nunca se perde em jargões técnicos. Pelo contrário, ela se mantém firme em sua missão de provocar reflexão e ação.

O leitor é, de forma sutil, convocado a repensar a própria forma como vê o mundo e as instituições ao seu redor. Cervantes nos desafia, nos provoca a pensar fora da caixa cartesiana e ocidentalizada, oferecendo uma visão muito mais rica e plural de possibilidades. Ele nos lembra que os sistemas de proteção que consideramos “naturais” ou “inevitáveis” são, na verdade, construções históricas que podem – e devem – ser reformuladas para atender a um mundo mais justo e inclusivo.

O brilho de Marcel Cervantes de Oliveira está não só na profundidade de sua pesquisa, mas também na coragem de sua visão. Ele não tem medo de questionar o que a maioria aceita como imutável. Ele constrói pontes entre passado, presente e futuro, e aponta para um horizonte onde a justiça social não é apenas um sonho, mas uma realidade palpável e possível. A história de Maria e sua família é, nas mãos de Cervantes, um espelho do que somos como sociedade e do que poderíamos ser se tivermos a ousadia de abraçar um novo paradigma.

Em um mundo onde muitos se contentam com a análise superficial, Marcel vai ao fundo da questão e emerge com insights verdadeiramente transformadores. Sua obra é um marco, um chamado à ação para todos aqueles que desejam ver uma sociedade mais justa, mais igualitária e mais humana. “Precisamos de um novo paradigma em Proteção Social?” não é apenas um livro; é uma proposta audaciosa para redesenhar o futuro.

Se você busca uma leitura que te desafie a pensar, que te convide a questionar as estruturas de poder que moldam nossa sociedade, este é o livro para você. E se você deseja um autor que não apenas compreenda o problema, mas que também proponha soluções práticas e visionárias, Marcel Cervantes de Oliveira é o nome que você deve seguir de perto.

Embarcar nesta leitura é abrir a mente para novos mundos possíveis, como Cervantes tão bem coloca. Um verdadeiro gênio de sua área, ele merece todos os aplausos e mais. Corra para adquirir o livro na Amazon – inclusive, gratuito no Kindle Unlimited – e se deixe levar por essa análise arrebatadora e transformadora!

 

 

 

As Mulheres do Cangaço: Retrato de Força, Feminilidade e Resistência

Sinopse do  livro As Mulheres no Cangaço primeira edição

O livro tem como prioridade resgatar a imagem das mulheres no contexto do cangaço e o papel social que elas desempenharam nos bandos de Lampião, de Corisco e de tantos outros. As influências benéficas delas, mas também o risco que elas representaram para a estrutura e a manutenção desses grupos. Elas exerceram um papel importante sem deixar que a sensibilidade e a sexualidade feminina fossem usurpadas pela força das circunstâncias. O projeto traz ao público, um cangaço mais feminino, composto não somente de fuzis, rifles e mausers, mas também é o cangaço de batom, de Rouge, de brinco e de pó-de-arroz. É o cangaço feminino de Maria Bonita, de Dadá, de Sila, de Adília, de Lídia e de tantas outras. Neste Livro, o leitor e a leitura vão descobrir um pouco mais da biografia dessas sofridas e bravas mulheres que foram para os bandos de Lampião, de Corisco, de Zé Sereno, de Canário, de Zé Baiano e de tantos outros.

A primeira edição tem 266 páginas e a segunda edição tem 360 páginas

Lugares onde o livro é vendido.

1- Clube de autores

https://clubedeautores.com.br/livro/as-mulheres-no-cangaco-9

As Mulheres no Cangaço, por Teresa Raquel Nogueira Emídio – Clube de Autores

2- Estante Virtual

As Mulheres no Cangaço – Clube de Autores | Estante Virtual

As Mulheres no Cangaço – Clube de Autores | Estante Virtual

3-  Mercado Livre

As Mulheres No Cangaço, De Teresa Raquel Nogueira Emídio. Editora C.a, Capa Mole, Edição 1 Em Português, 2019 | MercadoLivre

4- Lojas Americanas online e submarino

As mulheres no cangaço em Promoção na Americanas

5- Amazon

amazon.com.br/Mulheres-Cangaço-Teresa-Raquel-Nogueira/dp/8593707718

6- Magazine Luisa

As mulheres no Cangaço – Biografias – Magazine Luiza

7-  Shop. Com

As Mulheres No Cangaço – LT2 SHOP

 Existe também as edições em pdf a primeira edição custando R$ 20,00 reais e a segunda edição custando R$25, 00 reais para adquirir basta entrar em contato com o email da autora teresaraquel12@gmail.com

JORNAL ALAGOAS