A VOLTA À CENA DA AMANTE DO REI APAGADA DA HISTÓRIA

O espetáculo Eugênia, história da amante do rei virou peça escrita por Miriam Halfim, dirigida por Sidnei Cruz e encenada pela atriz Gisela de Castro ,será exibido pelo streaming da Sympla

“Eugênia”, a mulher do século XIX que tem muito a dizer para a mulher de hoje

Dias 13 e 14 de fevereiro, sexta e sábado, pelo streaming da Sympla no fim de semana de não-carnaval.

Após as apresentações do espetáculohaverá batepapo virtual com a atriz Gisela de Castro

Século XIX. A jovem Eugênia José de Menezes, filha do governador de Minas Gerais, tem um romance com Dom João VI, engravida e é expulsa da Corte, sendo exilada num convento. Se fosse hoje em dia, diríamos que ela tinha sido “apagada”, como são apagados negros, gays, trans. Apagada por ser mulher. Mas também partiríamos para as redes sociais para “cancelar” Dom João VI, o covarde que não se limitava a comer frangos. A história da amante do rei virou peça escrita por Miriam Halfim, dirigida por Sidnei Cruz e encenada pela atriz Gisela de Castro. “Eugênia” será exibida pelo streaming da Sympla neste fim de semana de não-carnaval.

O questionador e divertido monólogo tem muito a dizer. E diz. Manda um recado para a mulher contemporânea, ainda na luta por seu espaço, seu reconhecimento, para não ser apagada, mas, sim, para poder escrever sua própria história. Com tanto a dizer, a discussão vai extrapolar a sessão. E, depois do fim da apresentação, vai ter bate-papo com Gisela.

“Eugênia” foi um sucesso em diversos palcos cariocas. Foram quatro temporadas e muitas indicações a prêmios. A encenação que será exibida foi filmada durante a primeira temporada, no Planetário da Gávea, em 2016. Uma ótima oportunidade para conhecer essa mulher de dois séculos, que ainda precisa ser ouvida.

SERVIÇO: Espetáculo “EUGÊNIA”, escrita por Miriam Halfim, dirigida por Sidnei Cruz e encenada pela atriz Gisela de Castro

Dia 13 de fevereiro – Sábado, às 20h

Ingresso: R$ 15

https://www.sympla.com.br/eugenia-no-carnaval__1124520

Dia 14 – Domingo, às 20h

Ingresso: R$ 15

https://www.sympla.com.br/eugenia-no-carnaval-copia__1125814

Duração: 55 min

Classificação: 12 anos

Gênero: Comédia

Após as apresentações do espetáculohaverá batepapo com o Gisela de Castro

SOBRE O ESPETÁCULO

“Eugênia” conta a história do romance entre Eugênia José de Menezes e Dom João VI, regente e imperador do Brasil, Portugal e Algarves. Fruto de profunda pesquisa sobre o assunto e a época, o espetáculo conta com texto de Miriam Halfim, direção de Sidnei Cruz e a interpretação de Gisela de Castro.

A peça estreou no Teatro Maria Clara Machado, no Planetário da Gávea, seguindo em temporadas no Teatro Eva Herz, Teatro Gláucio Gill, Teatro Sérgio Porto (Vencedor do Fomento Olímpico 2016), Espaço Furnas (Vencedor do Edital Eletrobrás para a Unidade Botafogo) e Teatro Serrador. Recebeu convite do SESI para sessão exclusiva no Dia do Deficiente (31/8/2016) com intérprete de Libras e audiodescrição, e do Espaço Itaú Cultural para sessão gratuita em SP. Ganhou editais para circulação no CCBB Brasília e SP, e Espaço Furnas Cultural, em São José da Barra Funda/MG, em 2018. Participou ainda dos festivais Velho Chico, em Petrolina e Aldeia Yapoatan, no Recife (PE).

A filmagem aqui apresentada se refere ao palco em semi-arena do Teatro Maria Clara Machado, no Rio de Janeiro – RJ, cuja equipe era formada por:

Texto MIRIAM HALFIM

Direção Artística SIDNEI Cruz

Interpretação: Gisela de Castro

Cenografia – JOSÉ DIAS

Iluminação: AURÉLIO DE SIMONI

Figurinos, Acessórios e Design de aparência SAMUEL ABRANTES

Direção Musical, Composição e Execução da trilha sonora BETO LEMOS

Preparação corporal MORENA CATTONI

Preparação vocal VERÔNICA MACHADO

Programação visual e fotos THIAGO SACRAMENTO

Montagem e operação de Luz RODRIGO BISPO

Operação de Som e Contrarregra LENNON JAGUAR

Assessoria de Imprensa SHEILA GOMES

Assistente de produção GEORGE LUIS PRATA

Direção de Produção MARIA ALICE SILVÉRIO

Filmagem e edição ELIAS HATAH

CARAVANA CULTURAL CIRCULA DE KOMBI NO RIO

Em meio a pandemia, alegria e diversão infantil, cultura e todos os cuidados necessários para evitar o contágio e a propagação da covid-19.


Caravana Cultural do grupo teatral Gira Cia Andante, circula de Kombi por dez regiões do estado do Rio de Janeiro, apresentando o espetáculo “A História de um Camaleão”.
A história é um espetáculo infantil para crianças de todas as idades. Através de músicas e brincadeiras, os atores apresentam de forma lúdica, essa narrativa que ilustra para as crianças (e para os adultos também) a importância de serem felizes com suas escolhas. É uma obra adaptada do livro “Bom Dia Todas as Cores” da escritora Ruth Rocha, permeada de cantigas populares (tocadas ao vivo) que estimulam o público a cantar junto. Os figurinos são coloridos como a história propõe e possui máscaras orgânicas feitas a partir de materiais e artesanatos da Floresta Amazônica: cuias, trançados de palha e cestos produzidos por comunidades ribeirinhas do Rio Tapajós, no Oeste do Pará. O vídeo do espetáculo que será disponibilizado no YouTube tem como público-alvo todas as crianças (inclusive as com deficiência visual e auditiva).
O espetáculo passa por: Miguel Pereira, Valença, Paraty, Japeri, Rio de Janeiro, Niterói, Armação dos Búzios, Macaé, Santo Antônio de Pádua e Cordeiro. As apresentações serão realizadas gratuitamente, em espaços públicos,seguindo as medidas de segurança sanitária para o enfrentamento do COVID-19. A Caravana terá duração de vinte e um dias e será realizada nos meses de janeiro/fevereiro de 2020, com uma equipe composta pelos dois atores da Gira, um cinegrafista e uma produtora-executiva.

A Gira Cia Andante, o Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam Caravana do Sonho II. O projeto só existe por conta da lei de incentivo criada para auxiliar artistas brasileiros durante a pandemia.

AGENDA:
05/02/2021
Barra do Piraí, Vale do Ipiranga, 10h30min

Japeri – Apresentação On-line

06/02/2021
Bangu, Vila Olímpica, Jardim Bangu, 17h

07/02/2021
Niterói, Campo da Travessa Continental, Comunidade Santo Cristo, 17h

10/02/2021
Búzios, Praça do Inefi, Praia Rasa, 17h

Macaé – Apresentação On-line

14/02/2021
Santo Antônio de Pádua, Praça Pereira Lima, 17h

15/02/2021
Cordeiro, Parque de Exposições Raul Veiga, 17h

Do Leme à Praça Mauá — Histórias e Músicas do Carnaval Carioca” estreia, dia 12 de fevereiro, no Youtube

O projeto “Do Leme à Praça Mauá — Histórias e Músicas do Carnaval carioca” estreia, dia 12 de fevereiro, 

uma série de programas no Youtube sobre sambas autorais dos blocos de rua do Rio de Janeiro

 

Idealizado pelos blocos “Escravos da Mauá” e “Meu Bem Volto Já”, o projeto,com roteiro e direção de Pedro Monteiro,

vai contar histórias de sambas e compositores que marcaram o Carnaval da cidade dos anos 90 aos dias atuais

 

Não vai haver Carnaval no Rio de Janeiro em 2021. Enquanto não for seguro para a população estar nas ruas devido à pandemia, os tradicionais blocos da cidade também não vão desfilar. Mas quem disse que eles estão parados? Os blocos “Escravos da Mauá” e “Meu Bem Volto Já” lançam o projeto “Do Leme à Praça Mauá — Histórias e Músicas do Carnaval Carioca”, dia 12 de fevereiro, no canal do Youtube “Histórias e Músicas do Carnaval Carioca” (https://bit.ly/3qmUBUs). Com roteiro e direção de Pedro Monteiro, a série terá 12 programas de sete a dez minutos que vão contar algumas das curiosidades dos sambas e compositores que fizeram sucesso no Carnaval da cidade dos anos 90 aos dias atuais. Na estreia, serão exibidos dois episódios consecutivos. O projeto tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Especial de Cultura e do Ministério do Turismo por meio da Lei Aldir Blanc.

A ideia é homenagear os blocos que saem com sambas autorais e os compositores que têm um olhar crítico sobre o cotidiano da cidade. Em cada episódio, integrantes e músicos dos blocos serão convidados a cantar e contar lembranças da folia momesca. A jornalista Rita Fernandes, presidente da Sebastiana, associação organizadora dos blocos de rua do Rio, vai comentar cada um dos episódios. Sambas emblemáticos de cada agremiação foram escolhidos e regravados pelos músicos Tiago Prata e Daniel Scisinio e pelos intérpretes Anderson Feife, Dorina e Nina Rosa. “Nosso objetivo é traçar um panorama de como o Carnaval de rua do Rio de Janeiro se estruturou, vem mudando e se adaptando ao longo das décadas”, explica o diretor Pedro Monteiro.

Os programas vão acompanhar a trajetória dos seguintes blocos: Meu Bem Volto Já; Carmelitas; Prata Preta; Nem muda nem sai de cima; Bloco de Segunda; Imprensa que eu Gamo; Que merda é Essa?; Barbas; Escravos da Mauá; Simpatia é Quase Amor; Loucura Suburbana e Discípulos do Osvaldo. Entre os compositores, estão nomes como

João Pimentel, Eduardo Gallotti, Mario Moura, Marceu Vieira, Marizozinho Lago, Roberto Medronho, Tiago Prata, Luis Fernando, Macarrão, Flavio Feitosa, Rafael Dummar, Ricardo Costa, Miguel Diniz, Carlinhos Fidelis, Djalma Jr., Guilherme Sá, Jorgito Sapia, Marcelo Carvalho, Ricardo Mello, Tedinho, Roni Valk e Zé da Lata.

“Acho interessante um projeto que se proponha lembrar o trabalho de compositores, em sua maioria amadores, que fazem sucesso no Carnaval de rua, mas que têm outras atividades durante o ano. No Carnaval, produzem crônicas bem-humoradas, críticas ácidas, e releituras irreverentes da história recente no Rio de Janeiro, do Brasil e do mundo”, observa Jorge Sapia, presidente do bloco Meu Bem Volto Já. “Queremos suprir um pouco a falta de Carnaval este ano e criar um registro das memórias de desfiles passados e dessa festa maravilhosa que os blocos de rua construíram”, completa Teresa Guilhon Barros, diretora do Escravos da Mauá.

Sobre os blocos Meu Bem Volto já e Escravos da Mauá

O Bloco carnavalesco “Meu Bem, Volto Já” foi criado em 1994 por um grupo de moradores do Leme, no Rio de Janeiro, como parte das comemorações do centenário do bairro. Foi um dos pioneiros da denominada retomada do Carnaval de rua no Rio de Janeiro, e seus desfiles são folclóricos e concorridíssimos. Desde 2010, desfila com uma ala de baianas iluminadas e divertidíssimas. O Escravos da Mauá foi criado no Carnaval de 1993, por um grupo de amigos, quase todos funcionários do INT – Instituto Nacional de Tecnologia, que tem sede na Avenida Venezuela, nos arredores da Praça Mauá. Próximo dali, na Rua Camerino, ficavam os mercados de escravos nos séculos 18 e 19. Seus sambas sempre lembram os personagens e a história dos bairros portuários, e seus desfiles são carregados de tradição e reverência aos ancestrais e à arte pública. A agremiação tem parceria com a Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades, formada por artistas de rua que também desenvolvem um trabalho de inclusão social por via da capacitação dos moradores da região portuária para desfilar nos Escravos da Mauá: são os simpáticos e alegres pernaltas ou “pernas de pau”.

 

Sobre Pedro Monteiro

 

Dramaturgo, ator e diretor, Pedro Monteiro tem dois projetos teatrais em 2021: “Meus dos Pais”, adaptação do livro homônimo de Walcyr Carrasco, vencedor do edital do Espaço “OI FUTURO”, em 2019; e “Pão e Circo”, vencedor do edital do ISS RJ 2019. Ambas as iniciativas foram transferidas para este ano devido à pandemia. Estreou, em 2016, o espetáculo “Entregue seu Coração no Recuo da Bateria”, no Teatro Municipal Gonzaguinha (Praça Onze), em uma temporada de sucesso de público e crítica. Produziu e atuou no espetáculo “Um de Nós”, em 2015. Em 2012, realizou o musical “Funk Brasil – 40 anos de Baile”, que estreou no Teatro Miguel Falabella, levando pela primeira vez uma obra sobre o movimento funk para o teatro. Este projeto foi vencedor do edital de montagem cênica do governo do Estado do RJ 2011; do Prêmio Myriam Muniz da Funarte 2012; do edital do SESI 2014; do edital do Governo do Estado do Rio de Janeiro para iniciativas artísticas ligadas ao funk; e do pitching Favela Criativa em 2015. Em sua trajetória, totaliza mais de 100 apresentações. Antes, estreou a peça teatral “Os Ruivos”, no Espaço Cultural Sérgio Porto em 2008, que depois fez turnê nacional. Em parceria com a produtora Cavídeo, lançou em 2009 “Vida de Balconista”, primeiro longa-metragem que estreou na plataforma celular. Com direção de Pedro Monteiro e Cavi Borges e protagonizado por Mateus Solano, a obra ficcional participou do Festival do Rio em exibição especial no cinema Odeon pelo segmento “Novos Rumos”.

Ficha técnica

Roteiro e direção: Pedro Monteiro

Idealização: Pedro Monteiro e Teresa Guilhon Barros

Arranjos: Daniel Scisinio

Músicos convidados: Tiago Prata e Daniel Scisinio

Texto de apresentação dos blocos: Andrea Estevão e Jorge Sapia

Locução: Jorge Jeronymo

Estúdio de gravação: Irmãos Bassini

Editor do programa: JC Oliveira

Videoclipes: Humberto Scisinio

Intérpretes: Anderson Feife, Dorina e Nina Rosa

Comentarista convidada: Rita Fernandes

Curadoria e seleção musical: Teresa Guilhon e Jorge Sapia

Animação: Igor Betine

Designer: Isabel Lippi

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Realização e Produção: Blocos “Escravos da Mauá” e “Meu Bem Volto Já”

Patrocínio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Especial de Cultura e Ministério do Turismo por meio da Lei Aldir Blanc.

 

Serviço:

Do Leme à Praça Mauá — Histórias e músicas do carnaval carioca

Temporada: de 12 de fevereiro a 22 de fevereiro

Exibição: Diariamente, às 17h no Canal do Youtube “Histórias e Músicas do Carnaval Carioca” (https://bit.ly/3qmUBUs). Na estreia, serão exibidos dois episódios. Os vídeos ficaram disponíveis no canal após a exibição.

Ingressos: gratuitos

OI FUTURO APRESENTA NOVA EDIÇÃO DO FESTIVAL LEVADA

Nos dias 2, 3, 9 e 10 de fevereiro, sete promessas da nossa música vão se apresentar no LabSonica, laboratório de experimentação sonora do Oi Futuro, que apoia o festival desde a estreia, em 2012.

Vem aí a nona edição do Festival Levada! E com novidade! Serão quatro apresentações, reunindo sete promessas da música brasileira contemporânea, ao vivo, no estúdio LabSonica, do Oi Futuro, com transmissão pelo YouTube (youtube.com/levadafestival) em tempo real. Além disso, haverá a cobertura do evento pelo Instagram do Levada (@festivallevada). Programação dos shows: Ilessi (dia 2 de fevereiro, terça-feira), Thiago Nassif (dia 3 fevereiro, quarta-feira), Àiyé (dia 9 de fevereiro, terça-feira) e do coletivo formado por Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes e Zé Ibarra (dia 10 de fevereiro, quarta-feira).  Os shows acontecem às 21h.

 

Desta vez, o público ficará em casa, enquanto os artistas e a equipe do festival capricharão para tornar o encontro não menos do que incrível, sem descuidar dos protocolos de segurança sanitária previstos pelos órgãos responsáveis e firmados entre a Zucca e o Oi Futuro. Entre as ações de prevenção definidas, está a testagem para a COVID-19 de todos os artistas e técnicos que ficarão juntos no estúdio do LabSonica para a transmissão.

“Essa turma está pronta para ser abraçada pelo público, pois faz um trabalho consistente e de alta qualidade. Alguns são mais experientes, como Ilessi e Thiago Nassif, ou mesmo a Larissa Conforto, que já tocou com muita gente boa e agora está com seu projeto solo “Àiyé”. E, na última noite, teremos o encontro de um quarteto da novíssima geração, que são a Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes e Zé Ibarra”, adianta o curador Jorge Lz.

O público verá esses novos nomes em ação e ficará por dentro de detalhes das suas carreiras, que correm fora dos holofotes da grande imprensa. O formato do festival foi alterado neste 2021, e cada apresentação será entremeada por uma conversa entre Jorge Lz e os artistas, com a possibilidade de participações especiais e perguntas do público enviadas pelas redes.

“Desde sua criação, há nove anos, o Festival Levada conta com o patrocínio da Oi e o apoio do Oi Futuro e se reafirma, a cada ano, como plataforma de lançamento da novíssima música brasileira, fortalecendo o propósito do instituto de fomentar projetos transformadores e abrir espaço para novos artistas. Este ano, o festival realiza o enorme desafio de se reinventar em formato digital e leva toda sua energia e frescor para as pessoas em suas casas”, diz Roberto Guimarães, gerente executivo de Cultural do Oi Futuro.  Para esta nona edição do festival o patrocínio da Oi é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura do Município do Rio de Janeiro, a Lei do ISS, que é aplicada e fiscalizada pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro / Secretaria Municipal de Cultural. Conta com a correalização do Oi Futuro e realização da Zucca Produções.

Durante os eventos, haverá uma equipe movimentando as redes sociais do Festival Levada no Facebook e YouTube, onde os internautas poderão interagir. A inovação fica por conta da interatividade na live pelo Instagram, onde o artista poderá ser um “metaconvidado” e assistir a seu próprio show através do celular ligado dentro do estúdio. Os fãs do artista também poderão interagir nesse formato, que terá como cicerone a cantora e atriz Luiza Loroza, via Instagram.

E uma coisa é certa: o Festival Levada sempre esteve com o futuro no seu radar. Tanto pelas atrações que estouraram depois de se apresentar em seu palco, como Baiana System ou Letrux, tanto por transmitir seus shows ao vivo desde 2017, disponibilizando, ainda, os vídeos das apresentações na íntegra em seu canal de YouTube. Há quem diga que o nome disso é vanguarda.

“Quando começamos a fazer as transmissões ao vivo, a ideia era contemplar o público que não estaria no teatro por causa da lotação, mas também o público de outras localidades, inclusive, de onde essas atrações vinham. Com a pandemia, fomos obrigados a migrar para o virtual e isso, de alguma maneira, tem um lado positivo: ser assistido de qualquer lugar”, diz Julio Zucca, idealizador e produtor do festival.

“Mas, sem dúvida, a melhor experiência é a presencial. E por falar nisso, já estamos desenhando o Levada 10 anos”, adianta Jorge Lz otimista.

Serviço

Atrações:

Dia 2 de fevereiro, terça-feira – Ilessi

Dia 3 de fevereiro, quarta-feira – Thiago Nassif

Dia 9 de fevereiro, terça-feira – Àiyé (Larissa Conforto)

Dia 10, quarta-feira – coletivo formado por Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes e Zé Ibarra.   

Os shows acontecem às 21h.

Local: pelo YouTube (youtube.com/levadafestival)

De graça e sem comerciais/monetização

Cobertura do evento pelo @festivallevada

MAIS SOBRE OS ARTISTAS SELECIONADOS

ILESSI

Cantora, compositora e uma das principais artistas da cena independente carioca, Ilessi é conhecida pela afinação impressionante e pelas interpretações arrasadoras (sempre no lugar certo, sem exageros). A ligação profunda que mantém com a essência da música popular brasileira não a impede de incorporar em seu trabalho outras referências, como, por exemplo, o blues. “Dama de Espadas” (2020) é o seu primeiro disco autoral, quarto de carreira e, sem dúvida, o de maior repercussão até agora.

PARA OUVIR:
https://open.spotify.com/artist/7tFzUF3Tvd65nlJ1Nky7va

THIAGO NASSIF

Músico e produtor que trabalha de forma criativa desde a composição até a engenharia de som, incluindo uma pesquisa que incorpora elementos eletrônicos, digitais e acústicos, além de elementos ligados à fotografia, arquitetura e artes plásticas. Parceiro de Arto Lindsay, Paulo Barnabé, Domenico Lancellotti e Jonas Sá, Thiago Nassif lançou lançou o álbum “Mente” em vinil na Europa, considerado um dos melhores lançamentos de 2020 pelas críticas nacional e internacional.

PARA OUVIR:
https://open.spotify.com/artist/4V5mWK2gFndo7riERIRfr8

ÀIYÉ

Àiyé é o projeto da musicista, compositora e produtora Larissa Conforto, que foi baterista da banda Ventre e tocou com artistas como Paulinho Moska, Numa Gama, Cícero e Ricardo Richaid. Como produtora artística atuou em álbuns de Gilberto Gil, Chico Buarque, Alceu Valença e Karol Conká. “Gratitrevas” (2020) é o seu primeiro EP solo e traz oito faixas com ambientações recheadas de tambores e sons sintéticos e eletrônicos. Por coincidência ou destino, as faixas versam sobre cura, luz e a gratidão justo neste momento de tantas sombras no mundo.

PARA OUVIR:
https://open.spotify.com/artist/3VumMgwS5pfXHC7vfek7Bu

DORA MORELENBAUM, JULIA MESTRE, LUCAS NUNES E ZÉ IBARRA

Revelado nas famosas lives da cantora Teresa Cristina, o quarteto que assina com os seus próprios nomes se reuniu numa casa na Serra nesta quarentena para criar música coletivamente. Eles são amigos desde os tempos de colégio. Filha da cantora Paula Morelenbaum e do violoncelista Jacques Morelenbaum, Dora é namorada de Lucas Nunes, integrante da banda Dônica junto com Zé Ibarra, que acabou de lançar nas plataformas digitais uma versão de “Meu bem, meu mal” em dueto com Gal Costa.

Dora lançou outro dia o single “Dó a dó” e prepara álbum solo para este ano. A ideia de aglomerar em volta da música foi de Julia Mestre, que já teve uma composição sua (“Love love”) cantada por Ivete Sangalo no Carnaval. Julia também fez recente participação especial no disco dos Gilsons, formado por filhos e netos do baiano Gilberto Gil, e colheu elogios pelo álbum “Geminis” (2019). Julia e Dora vêm lançando alguns singles em dobradinha.

DORA:
https://open.spotify.com/artist/6xt7x7TG8ExdvWM3R15cmE

JULIA:
https://open.spotify.com/artist/1FnGKreDca8xq3juSi5hAE

ZÉ IBARRA:
https://open.spotify.com/artist/52GmrK0buOOvHo7Kk20O4U

DÔNICA:
https://open.spotify.com/artist/03HT2JEgxfsG5ugI3yPLMK

Cantor Rick Michel faz show inédito em homenagem a Frank Sinatra no Rio de Janeiro

Espetáculo ‘Sinatra Forever’ marca os 40 anos da vinda do artista à cidade. Show seguirá todos os protocolos de higiene e distanciamento social.

Após 40 anos de sua apresentação histórica no Maracanã, os fãs cariocas de Frank Sinatra poderão relembrar os sucessos do ídolo e se emocionar em um show inédito de Rick Michel em homenagem ao astro. O cantor norte-americano, que há mais de 20 anos homenageia ‘A Voz’, trará diretamente de Las Vegas o espetáculo ‘Sinatra Forever’ para a abertura de Natal do shopping Vogue Square, na Barra da Tijuca, que terá decoração inspirada em Nova Iorque. Respeitando todas as medidas de higiene e distanciamento social, o show ocorrerá no dia 28 de novembro.

Com passagem por vários países, como Nova Zelândia, Japão, Canadá, Chile, e mesmo cidades brasileiras, entre elas Recife, Natal, Fortaleza e São Paulo, essa será a primeira apresentação de Rick Michel no Rio de Janeiro.

A proposta do show é relembrar os 40 anos da memorável apresentação de Frank Sinatra no Maracanã, ocorrida em 26 de janeiro de 1980, com a presença de 175 mil pessoas, um dos maiores públicos do artista. “Senhoras e senhores, quero que saibam de uma coisa: esse é o maior momento da minha carreira. Nunca antes experimentei algo parecido”, disse o cantor durante a apresentação.

Em muitos dos espetáculos, Rick Michel teve em seu conjunto vários músicos que tocaram com o próprio Sinatra. No Rio de Janeiro, ele também se apresentará com uma orquestra.

“Não se trata de uma imitação nem um tributo. Mas uma saudação, uma homenagem àquela considerada a voz mais marcante de todos os tempos”, destacam os produtores do cantor.

O repertório do espetáculo faz uma viagem pelas mais conhecidas canções de Frank Sinatra, como I’ve got you under my skin, New York, New York, Lady is a tramp, Fly me to the moon, além de Garota de Ipanema, que foi gravada por Sinatra num dueto com Tom Jobim.

Rick é reconhecido mundialmente como o mais célebre intérprete de Frank Sinatra, devido, principalmente, à grande semelhança com que reproduz a voz do astro durante a execução das canções. “Nunca ouvimos uma voz tão parecida com a de Frank Sinatra”, afirmou a revista Variety sobre o artista.

Paixão que vem da infância
A paixão de Rick Michel pelo astro surgiu ainda na infância. Influenciado pela mãe, fã de Sinatra, Rick começou a cantar como ele dentro de casa e, devido à impressionante semelhança, foi levado a transformar sua homenagem em espetáculo, conquistando os palcos do mundo. Além de cantor, Michel também é ator e entertainer. Hoje, aos 65 anos, traz em seu currículo importantes passagens: ele já dividiu o palco com atores como Rich Little, Mickey Rooney, John Byner e Sherman Hemsley, e abriu shows de humor para Bobby Collins, John Pinette e Rita Rudner. Sua “declaração” a Sinatra vai além do show que trará ao Brasil – Rick Michel também escreveu e é estrela do espetáculo ‘Frank… A musical journey’. Saiba mais em: www.frankamusicaljourney.com.

Novo normal

Diante do ‘novo normal’ provocado pela pandemia da Covid-19, a área do show será composta por espaços individuais (para grupos de amigos ou familiares de 4 a 6 pessoas). Além do distanciamento social, a atividade seguirá rigorosamente todas as outras recomendações de segurança e higiene das autoridades sanitárias contra o novo coronavírus. Entre as medidas adotadas estão aferição da temperatura corporal da equipe de trabalho; uso obrigatório de máscaras; higienização dos banheiros e áreas comuns durante o evento; afixação de comunicação e exibição de vídeo com os principais protocolos e orientações ao público.

Serviço:

Show ‘Sinatra Forever’, com Rick Michel e orquestra
Data: 28 de novembro de 2020
Abertura dos portões: 20h
Local: Centro de Convenções do Hotel do Shopping Vogue Square
Endereço: Avenida das Américas, 8585 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
Classificação: Livre (menores de 18 anos acompanhados dos pais ou responsáveis legal)
Ingressos:
Setores e valores:
ESPAÇO BROADWAY (04 Pessoas*) – R$960,00 taxas inclusas
ESPAÇO FIFTH AVENUE (04 Pessoas*) – R$860,00 taxas inclusas
ESPAÇO TIMES SQUARE (04 Pessoas*) – R$760,00 taxas inclusas
ESPAÇO WALL STREET (04 Pessoas*) – R$660,00 taxas inclusas
(*podendo chegar a 08 pessoas, cada cadeira extra agrega o valor individual do ingresso)
Site de vendas: www.ingressodigital.com e Delivery Whatsapp (21) 99278-6521

EMPREENDEDORAS REALIZAM EVENTO DE MODA INFANTIL VIRTUAL

Carioca Party apresenta a sexta edição

O Carioca Party, evento de moda infantil, realizou a sexta edição do desfile nesse fim de semana, na casa de festas Vale do Alto , no Rio de Janeiro, em um formato virtual seguindo todas as normas de prevenção contra o Covid-19. O evento será exibido no canal do YouTube ( https://www.youtube.com/channel/UC5jWcHONTZIushaHwMKsmjg ) no dia 12 de outubro em homenagem ao dia das crianças.

As organizadoras, Michelle Reis e Danielle Koppel , decidiram inovar e fazer uma edição diferente “ Tivemos que fazer tudo de forma muito segura. Uma casa que comporta 400 pessoas , recebemos apenas 100. Higienizamos tudo, cadeiras distantes e todos de máscara ”. Mais de 200 quilos de alimentos foram arrecadados para a creche Maria Helena , na Rocinha. “Ajudar é a filosofia do Carioca . Todo evento ajudamos alguma instituição. Queremos ensinar para as crianças a fazer o bem”, afirma as organizadoras.

O evento reuniu também artistas como Isabella Koppel , que está no ar como Dayse em “Totalmente Demais”, DJ Amorim, que vai estar na próxima novela das 18h, “Nos Tempos do Imperador” , Myrella Victoria, Gabriel Felipe, Raffael Pietro , Valentina Sobrinho, Caique Ivo , Miguel Schmid e Bruna Chaves . O encerramento do evento foi com o grupo Now United Rio Cover Brasil.

 

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TEMPESTUOSA DEPRESSAGEM NO CANAL SESC RJ

Tempestuosa Depressagem Uma performance sobre as subjetividades da saúde mental com enfoque na população negra Canal Sesc Rio \Youtube Projeto Arte em cena 27 de agosto, 19h Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, mais de 300 milhões de pessoas no mundo sofrem de Depressão, sendo que no Brasil o transtorno atinge em torno de 12 milhões de pessoas, maior índice da América Latina. Flavia Souza, atriz, coreógrafa, coordenadora da Associação Cultural Grupo Afrolaje leva à cena esta temática com enfoque na população negra que diante de uma estrutura social racista, vive o problema de forma invisibilizada, tornando-se ainda mais vulnerável num contexto pandêmico. A montagem tem participação especial da cantora e jongueira Daniella Gomes (Grupo Afrolaje) e direção de Tatiana Tiburcio. A apresentação será seguida de uma mesa sobre o tema, ao vivo, com Flavia Souza e Tatiana Tiburcio. Sinopse: Com elementos da performance, dança e artes visuais, Tempestuosa Depressagem discorre sobre as subjetividades da saúde mental a partir de um recorte racial, com especial foco nas mulheres e suas dificuldades em identificar e tratar essa questão. Serviço: O Que? Tempestuosa Depressagem, apresentação acompanhada de uma roda de conversa com Flavia Souza e Tatiana Tiburcio Quando? 27de agosto, quinta -feira – 19h Onde? Canal do Sesc RJ – youTube https://www.youtube.com/user/portalsescrio Duração: 30 minutos \\ Classificação: Livre

A MODELO INTERNACIONAL FERNANDA OLIVE FOI FLAGRADA COM NOVO AFFAIR

 

Conhecida como a ‘rainha’, das lojas virtuais mundiais, as (E-commerce), Fernanda tem o seu rosto estampado em todos os sites de compras internacionais. Será que fila está andando para modelo Fernanda Olive? O fato é que loira foi flagrada com um suposto novo pretendente um jogador baiano de apenas, (19), anos que se chama Kevin Marins lateral esquerdo considerado como uma espécie de “Cristiano Ronaldo da Bahia”, dadas as semelhanças físicas e com a mesma estratégia tática de jogo que tem com o craque português. A pergunta que não quer calar é a seguinte: será que o jogador de futebol Kevin Marins de foi o pivô da separação entre Fernanda Oliver e seu marido Brunno Di Olive?. O fato é que a modelo e o jogador, se conheceram em Dubai, no final do último contrato do Lateral esquerdo, e de lá pra cá, eles não se desgrudaram mais. Tanto que a Fernanda, vem nesses últimos meses dando a entender em suas redes sociais, que ja não estava morando com o seu Ex, o empresário Brunno Di Olive. Eles foram vistos em clima de romance na cidade natal da Fernanda em Uberaba-MG, saindo de um shopping onde fizeram compras juntos. Nas fotos elas aparecem apenas conversando, não tem nada de beijo ou algo que podemos dar a nota uma conotação de romance. Mas, onde há fumaça, há fogo não é mesmo?. Só nos resta torcida, para os próximos capítulos dos pombinhos. Kevin já passou por times como o BAHIA, Emirados Árabes, China e EUA e mesmo com pouca idade, o jogador possui contrato com multa rescisória estupenda no valor inerente a 300 milhões de reais com grupo empresarial que é detentor do atleta. Inclusive corre um burburinho nos bastidores do mundo futebolístico, que ele é o novo Marcelo Vieira do Real Madrid por ter uma performance tão boa jogando nesta posição. Já a Fernanda Di Olive ficou conhecida por ser a rainha desta nova onda das lojas virtuais de todo o mundo, as (E-commerce), e também em todos os sites de compras internacionais que usamos a exemplo do ‘Mercado livre’, ‘Ali Express’ e o ‘Amazon’. O rosto da modelo é mais visto por ela ter abraçado a ideia desde o inicio de sua carreira internacional no distrito de Shanghai na China.

Siga a Fernanda Di Oliver no Instagram @fernandadiolive Siga o Kevin Maris no Instagram @kevinmarins Assessoria de imprensa Van Carvalho 71-981161816

12ª EDIÇÃO DO FESTLIP – FESTIVAL INTERNACIONAL DAS ARTES DA LÍNGUA PORTUGUESA

 

APROFUNDA CONECTIVIDADE DAS EDIÇÕES ANTERIORES E 

GANHA VERSÃO CEM POR CENTO ONLINE DURANTE A QUARENTENA 

De 18 a 23 de junho, o FESTLIP_On reúne artistas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste para shows, leituras dramáticas, espetáculos teatrais, exibição de filmes, debates, exposição e mostra gourmet

 

FESTLIP – Festival Internacional das Artes da Língua Portuguesa antecipa sua 12ª edição para o 1º semestre e promove, de 18 e 23 de junho, a união de quatro continentes por meio de conteúdos artísticos transmitidos via internet, neste período da quarentena mundial. Com toda a sua programação online e ao vivo, disponível gratuitamente em seus canais digitais (facebook.com/festlip e youtube.com/festlip), o FESTLIP_On terá apresentações teatrais, leituras dramáticas, shows, programação infantil, filme, poesia, debates, exposição de fotos e mostra gourmet. Com o apoio oficial da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) e do Instituto Camões, o FESTLIP_On oferece uma variedade de atividades durante seis dias consecutivos a partir de sua experiência no universo artístico lusófono há mais de 10 anos e, mais recentemente, em suas plataformas digitais, que vêm ganhando protagonismo ano após ano.

“O FESTLIP_On quer promover a união de 220 milhões de amigos virtuais, falantes da língua portuguesa nos nove países lusófonos e espalhados pelo mundo”. A proposta ousada de Tânia Pires, diretora artística do FESTLIP e atriz brasileira, tem ganhado forma nos últimos anos. “Há algumas edições, o FESTLIP tem sido pioneiro em se utilizar da tecnologia para conectar os países de língua portuguesa. Em 2017, quando a conectividade foi a temática do festival, fizemos a interação ao vivo entre Angola, Moçambique, Portugal e Brasil durante a cerimônia de abertura e apresentamos um projeto único no mundo: a peça A Terceira margem do rio, do conto homônimo de Guimarães Rosa, foi ensaiada à distância por nove atores dos nove países de língua portuguesa, sob a direção do encenador brasileiro Paulo de Moraes. Ele será o homenageado desta edição, não apenas pelo ineditismo dessa empreitada, tão simbólica neste momento, como pela sua consistente trajetória artística”, adianta Tânia. “Em 2018, fizemos o primeiro FESTLIP_ON, com todo o conteúdo do festival transmitido em tempo real pelo site do evento, o que facilitou nossa adaptação para o meio digital justamente agora, quando se torna impositivo fazermos essa versão cem por cento online”, completa.

Neste momento de isolamento social, a música tem sido uma manifestação artística poderosa para unir artistas e seu público. Inédito na programação, o Festival Som da Língua reunirá músicos dos países lusófonos em lives abertas transmitidas pelas redes sociais do evento. Produzido pelo FESTLIP_On, sob o comando de Tânia Pires, em parceria com a Linharte Produções, dirigida pelo cantor angolano Paulo Matomina, o Som da Língua é um dos destaques desta edição, como explica TâniaO impulso para este movimento surgiu da necessidade de mobilizar, em um momento tão adverso, toda a comunidade artística destes países. Não podemos ficar em silêncio e a união é a melhor forma de não permitirmos o abatimento. Nossa arma é a nossa língua. Em sintonia com a proposta e motivado pelo desejo de ressignificar espaços para grandes músicos independentes, Paulo Matomina reforça: Queremos que a música transponha as fronteiras do distanciamento social e seja uma companhia de verdade. Vamos bater à sua porta, pedir licença e tocar. Tocar o seu coração e falar a sua língua”. Fazem parte da programação os cantores, compositores e instrumentistas Paulo Matomina e Abel Dueré, de Angola; a cantora brasileira radicada em Portugal Luanda Cozetti e seu grupo, Couple Coffee; o DJ Mam, do Brasil; o cantor e músico John D’Brava, de Cabo Verde; a cantora Iragrett Tavares, de Guiné-Bissau; a cantora Vanilla Karr, da Guiné Equatorial; o cantor, compositor e baterista Otis Selimane, de Moçambique; o cantor, compositor e multi-instrumentista Yami, de Portugal, e o cantor, compositor e guitarrista Tonecas Prazeres, de São Tomé e Príncipe. O Som da Língua acontece durante os dias 18 e 20/6, com três artistas por dia, em apresentações de 15min cada. Ao final, haverá um bate-papo entre os músicos.

No dia 18/6, abertura do festival, o FESTLIP_On disponibiliza a sua produção do espetáculo teatral A terceira Margem do Rio, de Guimarães Rosa. A peça conta com atores dos nove países da língua portuguesa e foi dirigida por Paulo de Moraes de maneira inédita: os ensaios aconteceram no período de um mês, através do Skype, e o espetáculo foi montado presencialmente em cinco dias, no Brasil, em 2017.  Homenageado desta edição, o diretor, dramaturgo e cenógrafo paranaense Paulo de Moraes, de 55 anos, iniciou sua trajetória artística em 1987, quando fundou a Armazém Companhia de Teatro em Londrina. Radicado no Rio há 22 anos, dirigiu artistas como Paulo Autran, Ana Beatriz Nogueira, Suzana Faini, Louise Cardoso, Fernando Eiras, Malu Valle, Celso Frateschi e Zécarlos Machado, entre outros, além do Grupo Galpão e da Intrépida Trupe. Seus espetáculos percorreram países como Portugal, França, Escócia, Noruega, Uruguai, China e Angola. Como diretor, foi premiado ou indicado aos Prêmios Shell, Molière, APTR, Mambembe, Cesgranrio, Eletrobrás, Cultura Inglesa, Contigo, Qualidade Brasil e Faz Diferença. Em 2013 e 2014, recebeu o Fringe First Award, mais importante prêmio do Festival de Edimburgo, na Escócia, por A marca da água e O dia em que Sam morreu. Destacam-se ainda em sua carreira A ratoeira é o gato (1994), Sob o Sol em meu leito após a água (1997), Alice através do espelho (1999), Da arte de subir em telhados(2001), Pessoas invisíveis (2002), Toda nudez será castigada (2012), Jim (2013) e Hamlet (2017).

Mostra Teatral Pipoca com Teatro: agora pode lança o diretor brasileiro Moacyr Góes em uma experiência inédita virtual, no dia 21/6. Ele dirige o espetáculo teatral Ibsen Venusianas, com a participação da atriz brasileira Tânia Pires, o ator moçambicano Horácio Guiamba e a atriz portuguesa Susana Vitorino, que assina a codireção. O texto narra um romance entre uma atriz brasileira e um artista plástico cabo-verdiano e passa por temas como a visão sobre a arte contemporânea africana no mundo, violência doméstica e preconceitos.

As mulheres terão voz no debate A voz feminina na língua portuguesa e em nossas sociedades, dentro do FESTLIPencontros – uma conversa mediada pela pesquisadora brasileira e mestre em comunicação Maria Amélia Paiva Abrão com as convidadas as ativistas Cátia Terrinca, de Portugal; Loló Arziki, de Cabo Verde, e Solange Salvaterra, de São Tomé e Príncipe.

Na edição totalmente virtual do FESTLIP não poderiam ficar de fora os bate-papos da quarentena – também batizados de FESTLIP_On –, que tem mantido conectados nas plataformas sociais os falantes da nossa língua desde 22 de março deste ano, reunindo artistas, diplomatas e personalidades ligadas à cultura dos países de língua portuguesa. Foram cerca de 200 mil visualizações ao longo das 25 entrevistas realizadas até agora. De 21 a 23 de junho, Tânia Pires convida, para conversas ao vivo, o embaixador brasileiro e ex-diretor de Relações Internacionais do Ministério da Cultura Marcelo Dantas, o ex-Secretári9o Executivo da CPLP e hoje Assessor da Presidência da República da Guiné Equatorial Murade Murargy e, encerrando a sequência, o homenageado desta edição, o diretor de teatro Paulo de Moraes. Os bate-papos prometem muita cultura, arte, diplomacia e diversidade para tentar desvendar os futuros caminhos do nosso idioma.

FESTLIPcine apresenta o curta-metragem Beleléu – baseado no livro A Deus, de Leonardo Miranda – no dia 19/6. O filme conta, em forma de realismo fantástico, a saga de Benzinho, filho de um alquimista visionário que mora em Beleléu. Na cidade quase inacessível, ele busca seu Deus e sua própria liberdade.

As crianças também terão uma programação especial e poderão acompanhar pelas redes sociais o FESTLIPinho, que traz o curta metragem infantil inédito Blob – O dia em que o planeta mudou, filmado especialmente para a linguagem digital durante a quarentena, com direção de Maria Clara Wermelinger. A história é uma metáfora dos momentos atuais de pandemia e mostra com sensibilidade um olhar sobre um “novo mundo” que se descortinará à nossa frente, pelo olhar de Blob, seu protagonista, morador de um planeta quadrado.

FESTLIPgourmet, que ao longo das 11 edições anteriores apresentou delícias culinárias dos países lusófonos em menus criados especialmente para o festival pelos chefs dos restaurantes parceiros, este ano apresenta a live Doçuras de Portugal. A chef brasileira Naná Chaves, diretamente da sua cozinha, ensinará a receita da baba de camelo, um delicioso doce português à base de leite condensado e ovos.

Dois eventos estarão disponíveis em salas de vídeo das redes sociais do FESTLIP_On ao longo dos seis dias de programação. O FESTLIPexpo apresenta uma mostra de fotografias disponibilizada pelo Instituto Camões com o tema O cinema português. A exposição digital traz imagens que traçam um panorama dos mais de cem anos do cinema português, destacando sua grande diversidade e os períodos de maior vitalidade, sobretudo a partir da virada para o cinema moderno, nos anos sessenta, e da transição para a democracia em 1974. Já as Peripécias Poéticas reúnem Pílulas de Poesia – vídeos com poemas de países lusófonos interpretados pela atriz Elena Iyanga, de Guiné-Equatorial.

 

SERVIÇO

FESTLIP_Mostra Teatral Pipoca com Teatro: agora pode

Dia 18 de junho, às 13h do Brasil* e às 17h de Angola e Portugal

Sala de vídeo com a exibição do espetáculo musical A Terceira Margem do Rio, com artistas dos nove países da língua portuguesa

Direção: Paulo de Moraes (Brasil)

Dia 21 de junho, às 17h do Brasil e às 21h de Angola e Portugal 

Live da leitura dramatizada do espetáculo Ibsen Venusianas. Com a atriz brasileira Tânia Pires e o ator moçambicano Horácio Guiamba

Direção: Moacyr Góes (Brasil) / Codireção: Susana Vitorino (Portugal)

FESTLIPshow 

Dias 18, 19 e 20 de junho, às 17h30 do Brasil e às 21h30 de Angola e Portugal  

Festival Som da Língua – lives

Yume (Portugal), Otis Selimane (Moçambique), Paulo Matomina (Angola) – 18/6

Iragrett Tavares (Guiné-Bissau), John d’Brava (Cabo Verde), Tonecas Prazeres (São Tomé e Príncipe) – 19/6

Couple Coffee (Brasil), Abel Duere (Angola), DJ MAM (Brasil), Vanilla Karr (Guiné Equatorial) – 20/6

FESTLIPcine

Dia 19 de junho, às 14h do Brasil e às 18h de Angola e Portugal

Sala de vídeo com o curta-metragem Beleléu

Direção: Leonardo Miranda e Maria Clara Wermelinger (Brasil)

FESTLIP_On 

Dia 21 de junho, às 17h do Brasil e às 21h de Angola e Portugal

A cultura e a Língua Portuguesa na Diplomacia Política – Países da CPLP – live

Convidados: Marcelo Dantas, embaixador brasileiro e ex-Diretor de Relações Internacionais do Ministério da Cultura do Brasil.

Dia 22 de junho, às 17h30 do Brasil e às 21h30 de Angola e Portugal

Promoção da Língua Portuguesa em Guiné Equatorial e sua polêmica na CPLP – live

Convidado: Murade Murargy, embaixador moçambicano, Ex–Secretário Executivo da CPLP e Assessor do Presidente da República da Guiné-Equatorial

Dia 23 de junho, às 17h do Brasil e às 21h de Angola e Portugal

Processo de Criação por Meio Digital, Quebra de Barreira das Quatro paredes do Teatro e a conexão da Língua Portuguesa nas Artes – live

Convidado: Paulo de Moraes, diretor brasileiro da Cia de Teatro Armazém

FESTLIPencontros 

Dia 21 de junho, às 14h do Brasil e às 18h de Angola e Portugal 

A voz feminina na língua portuguesa e em nossas sociedades – live

Sala de debates mediada por Maria Amélia Paiva Abrão, pesquisadora brasileira e mestre em comunicação

Convidadas: Cátia Terrinca (Portugal), Loló Arziki (Cabo Verde) e Solange Salvaterra (São Tomé e Príncipe)

FESTLIPinho

Dia 21 de junho, às 15h do Brasil e às 19h de Angola e Portugal

Sala de vídeo com a transmissão do curta-metragem infantil Blob – O dia em que o planeta mudou

Criação e produção: Leonardo Miranda (Brasil)

Direção: Maria Clara Wermelinger (Brasil)

FESTLIPgourmet 

Dia 22 de junho, às 14h do Brasil e às 18h de Angola e de Portugal

Doçuras de Portugal – live

Chef convidada: Naná Chaves (Brasil) ensina a receita do doce português baba de camelo

FESTLIPexpo

Sala de vídeo com imagens da mostra O cinema português, cedida pelo Instituto Camões

De 18 a 23 de junho

Peripécias Poéticas

De 18 a 23 de junho 

Sala de vídeo com Pílulas de poesia durante os seis dias do FESTLIP_On

Com a atriz Elena Iyanga (Guiné-Equatorial)

 

Nattan lança “O Lamento” com parceria do rapper indígena Kunumí MC

Nattan lança “O Lamento” com parceria do rapper indígena Kunumí MC
Música, e clipe, abordam a questão ambiental e é a segunda do EP “[é isso]” que terá mais dois singles

O cantor Nattan lança o segundo single do EP “[é isso]”, a música escolhida foi “O Lamento” onde ele aborda a questão ambiental e todos os malefícios de não estar em harmonia com a natureza.

No primeiro single “O Mergulho”, lançado no final de 2019, ele falava da temática da depressão e o suicídio. Nesse novo trabalho ele fala de temas como desmatamento, caça a animais, incêndios, preservação dos povos indígenas e perseguição aos ativistas ambientais. Como isso prejudica nossa vida atual e futura. Neste single ele apresenta uma parceria com o rapper indígena Kunumí MC, que passa sua mensagem num rap em Tupi Guarani.

– O objetivo não é atacar, ou entrar em brigas de direita e esquerda, mesmo tendo o meu posicionamento político, o foco é convidar a todos para nos levantarmos e lutarmos pelo meio ambiente, é passar informações reais para que as pessoas vejam e sintam mesmo o que está acontecendo… tem muita gente morrendo por defender questões ambientais, o Brasil é o país mais perigoso do mundo para os ativistas do meio ambiente, a nossa floresta está morrendo, a Amazônia está em sinal vermelho e o mundo inteiro está preocupado – explica o cantor.

O clipe de “O Lamento” foi lançado nesta terça-feira, 10/03, e está em todas as plataformas digitais. Na produção, que tem realização da Cerejeira Produções, Nattan faz todo em linguagem de sinais e aparece em dois ambientes, em Santa Isabel (SP) e na aldeia Krukutus, onde Kunumí MC mora.

– O cenário atual está gritando e nós não podemos ficar calados. A arte sempre foi usada para divertir, emocionar, mas principalmente para denunciar questões e promover “reflexão”. Gravar na floresta, ver tanta gente doando seu tempo e seu talento para este projeto, visitar uma aldeia indígena, ter a honra de ter um índio usando sua arte para nos abençoar foi muito lindo e estou muito feliz – diz o cantor.

Outro fato interessante sobre a música é que todo o som das cordas (violino e violoncelo), as latas e o canto indígena foram gravados ao vivo no meio do mato!
– O Kunimi não foi ao estúdio, tudo foi gravado ao vivo no dia da gravação do vídeo – ressalta Nattan.

Além de “O Mergulho” e “O Lamento” o EP [é isso] contará com mais duas músicas.

– Com as músicas, e vídeos, quero jogar uma luz sobre temas relevantes a sociedade, essa é a base desse trabalho – revela Nattan.

O EP [é isso] é produzido por Danilo de Moura – atualmente na Netflix com a série “Ninguém tá olhando” e tem preparação vocal de Amélia Gumes.

– Para esse álbum vou fazer um projeto nas minhas mídias sociais para alcançar mais pessoas. Dentro do IGTV, no instagram, serão lançados vários vídeos ligados ao tema de cada música, incluindo um papo com a psicóloga Ana Detter, que discutirá os temas do ponto de vista psicológico – completa.

O vídeo de “O Lamento” pode ser visto no https://youtu.be/RQiS2Cr6Smg

JORNAL ALAGOAS