Sylvia Thereza faz recital único com violoncelista belga Alexandre Debrus na Sala Cecília Meireles, dia 12/3, quinta-feira

Sylvia Thereza faz recital único com violoncelista belga Alexandre Debrus na Sala Cecília Meireles, dia 12/3, quinta-feira

 

Com apoio do governo da Bélgica e instituições nacionais e internacionais de fomento à cultura, pianista brasileira, radicada na Bélgica, vem ao Brasil para dar início a uma série de apresentações e ações sociais em prol da qualificação musical de excelência para jovens de comunidades desfavorecidas e seu devido ingresso no exigente circuito mundial da música de concerto

Quase um ano após o lançamento no Brasil de seu último CD “O Manifesto Romântico”, a pianista carioca retorna ao país  com apresentações em quatro capitais brasileiras e,  desta vez,  com uma bandeira social importante como pano de fundo: a qualificação de milhares de jovens de projetos sociais diversos através de um extenso programa de intercâmbio e atividades pedagógicas de excelência. Após recitais solos em Goiânia (4/3) e Brasília (6/3), e com o violoncelista belga Alexandre Debrus em Fortaleza (7/3), Sylvia Thereza retorna a sua cidade natal, em duo com o consagrado músico belga, em apresentação única na Sala Cecília Meireles, na quinta-feira, dia 12. Desta vez, a pianista não irá apenas interpretar obras de Schumann, Brahms, Rachmaninoff e Schostakovich. Com o apoio e parceria de robustas instituições nacionais e internacionais (entre elas o Instituto Kodaly, da Hungria) e conceituados artistas do cenário internacional,  a pianista está trabalhando para a realização do programa “Mestres em Residência”.

O programa “Mestres em Residência” irá estabelecer um intercâmbio consistente e programático entre renomados músicos, sólidas instituições europeias e inúmeros projetos sócio-artísticos, buscando treinar e qualificar mais de 24 mil jovens, inicialmente, em diversas cidades do país.  Além de beneficiar os alunos, a idéia também é proporcionar aos professores e monitores dos projetos sociais – contemplados com o programa – um intercâmbio visando a evolução de suas habilidades, sensibilidade artística e ampliando suas perspectivas de futuro. Como de praxe em todos os seus concertos pelo mundo, haverá uma cota de ingressos para alunos de escolas públicas e projetos sociais.

Participando com Sylvia Thereza de parte da sua turnê, o belga Alexandre Debrus, celebrado violoncelista na Europa e que teve entre seus mestres Rostropovich e Mischa Maisky, é um dos músicos já confirmados no programa. Até o final de março, Sylvia volta a se apresentar no Rio de Janeiro (22/3, com a Orquestra Petrobrás Sinfônica como solista convidada) e em São Paulo (dia 15/3, em recital solo).

Mas não é de hoje que a notável pianista do Rio de Janeiro vem atuando na educação e qualificação de crianças e jovens desfavorecidos. Como parte de seu compromisso social e filosofia musical, Sylvia foi co-autora, no Rio de Janeiro, de um projeto pioneiro que introduziu a música clássica  para mais de 12.000 crianças oriundas deste extrato social e que teve como madrinha a atriz Malu Mader.

Apesar de ter se apresentado nas mais importantes salas do mundo e ensinado, ao lado de Maria João Pires, na mais seletiva escola para solistas internacionais da Europa – A Chapelle Musicale Reine Elisabeth, Sylvia se mantêm conectada e engajada com nossas crianças. Na Bélgica, é co-fundadora e  diretora artística da Associação Uaná- Association for the Arts, instituição que visa reunir artistas para esse fim: o de produzir arte com a missão de colaborar com projetos sociais. Através da Uaná, vem proporcionando cultura e rompendo barreiras sociais para crianças necessitadas e deficientes, unindo para isso grandes nomes do mundo artístico e valiosos educadores, através de projetos de  educação musical, concertos, exposições e discos.

Photo 2 – Sylvia Thereza – Japan-creditos Celso Filho – menor

SYLVIA THEREZA, piano

Com uma vasta experiência como solista e camerista, tendo estudado com renomados nomes do cenário mundial, Sylvia logrou atingir desde cedo um notável grau de maturidade pianística. Mestres como Maria da Penha, Myrian Dauelsberg, Bella Davidovich, Allan Weiss e Maria João Pires (de quem foi  professora assistente na Chapelle Musicale Reine Elisabeth na Bélgica, e em Workshops ao redor do mundo) lhe proporcionaram a cultura artística que lhe permitiu despontar no cenário internacional. Já se apresentou em importantes salas de quase todos continentes tendo atuado como solista de importantes orquestras e regentes. Foi premiada na “Edição Martha Argerich” do Concurso Internacional de Piano de Vigo, na Espanha em  2019 que teve Martha Argerich, Nelson Freire, Tamas Vasary e Sergio Tiempo no júri.

Alexandre Debrus 2020 – creditos Benjamin Brolet – menor

ALEXANDRE DEBRUS, Violoncelo

Nascido na Bélgica, Debrus é filho de músicos tendo recebido de sua mãe violoncelista as primeiras orientações aos 4 anos de idade. Posteriormente estudou com  mestres do quilate de Rostropovich, Mischa Maisky, Luc Dewez, Marc Drobinsky e YvanMonigheti. Sua discografia compreende 21 CDs como solista e camerista para selos como Pavane Records, EMI Classics, RCA Victor Red Seal (BMG)e Warner Classics. Recentemente gravou sob o selo Pavane Records as 6 CelloSuites de Johann Sebastian Bach para violoncelo solo, bem como os Trios 1 e 2 de Félix Mendelssohn Bartholdy, como  membro do Trio Carlo van Neste.  Além das várias bolsas de estudo que lhe foram conferidas, foi agraciado com diversos prêmios dentre os quais o primeiro prêmio da competição “Mathilde Horlait Dapsens”.

Alexandre foi vencedor da bolsa de 2004 da “Fundação Belga de Vocação (VOCATIO) e recebeu em 2007 o título de cidadão honorário da cidade de Nagakute no Japão. Entre 1999 e 2006, foi nomeado professor  de música de câmara do “Conservatório Real de Música de Bruxelas”. Tem atuado regularmente como solista e camerista em países como  Bélgica, França, Suíça, Alemanha, Sérvia, Itália, Espanha, Grécia, Estados Unidos, Rússia, Argentina, Japão, China e Israel. Como professor é sempre convidado para dar aulas em diversos festivais em vários países.  Em 2020,  recebeu o Troféu Fuga, concedido uma vez por ano pela União de Compositores Belgas  aos artistas que se dedicam à música contemporânea no País. Se apresenta com um violoncelo construído por Georges Heynberg em Liège no ano de1934 denominado de  “Pégasus” e também com  outro do luthier  Jan Strick (Bruxelas 2004) denominado “Alexandre”.

SERVIÇO:

 

12/03, quinta-feira – Sylvia Thereza (piano) e Alexandre Debrus (violoncelo) Sala Cecília Meireles

Endereço:  Largo da Lapa, 47

Telefone: 21 2332-9223

Horário: 19h

Programa: Schumann, Brahms, Rachmaninoff e Shostakovich.

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Locais de venda: Bilheteria da SCM – Segunda a sexta de 13h às 18h ou até início do concerto e ingressorapido.com.br

Capacidade da sala: 670 lugares

Site: http://salaceciliameireles.rj.gov.br

Acessibilidade para deficientes físicos

 

PROGRAMA:  1h30 com intervalo

SCHUMANN – Fantasiestucke op. 73

BRAHMS – SONATA op. 38, em Mi menor

RACHMANINOFF – VOCALISE  op. 34, n.14

SCHOSTAKOVICH – SONATA op. 40

GRANDES VOZES NO RIO DE JANEIRO APRESENTA O CONCERTO DO SOPRANO SONDRA RADVANOVSKY

 

O soprano Sondra Radvanovsky abre a Série “Grandes Vozes” 2020 do Theatro Municipal, acompanhada pela Orquestra Sinfônica do Theatro, sob a regência do maestro Ira Levin

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta o seu Concerto de Abertura dia 13 de março, às 20h, com o célebre soprano Sondra Radvanovsky, marcando o retorno da Série “Grandes Vozes”, considerada como um dos maiores destaques artísticos de 2019.

Aclamada pela crítica internacional como uma das maiores cantoras líricas da atualidade, Sondra Radvanovsky já havia encantado o público fluminense em 2012 ao se apresentar com
enorme sucesso na ópera Tosca, ocasião em que, atendendo à exigência do público entusiasmado, bisou a famosa ária Vissi d’arte em todas as suas récitas.

Sondra é presença frequente nas principais casas de ópera do mundo, incluindo a Royal Opera House de Londres, o Teatro alla Scala, Opera Nacional de Paris, Opera Nacional de Munique, Opera de Berlim, Barcelona, Madri, Zürich, Japão e, claro, Metropolitan Opera House, em Nova York, onde, com êxito absoluto, deu voz às “Três Rainhas” da chamada Trilogia Tudor, de Donizetti – Anna BolenaMaria StuardaRoberto Devereux.

Parte da temporada 2020 do Theatro Municipal, a Série “Grandes Vozes” presenteia o público com as apresentações de quatro grandes estrelas internacionais da ópera. Além de Sondra Radvanovsky, o jovem soprano Pretty Yende da África do Sul, a renomada Maria Agresta e o célebre mezzo-soprano Anita Rachvelishvili da Geórgia virão à cidade maravilhosa.

O projeto “Grandes Vozes” já impactou e investiu em mais de 1.000 crianças e adolescentes que vivem em comunidades carentes do Rio. Nesta temporada, dará continuidade às ações de caráter sociocultural, com apresentações gratuitas e abertas ao público, em Escolas Municipais cariocas e outros equipamentos que fazem parte da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Estado. Haverá, ainda, a realização de masterclasses gratuitas para jovens cantores líricos brasileiros, por parte de todos os artistas que participarem da Série.

PROGRAMA: Arias de Verdi, Puccini, Catalani e Dvořák.

Soprano: Sondra Radvanovsky

 OSTMRJ

Direção musical e regência: Ira Levin

SERVIÇO:

Série Grandes Vozes no Rio de Janeiro com Sondra Radvanovsky e Orquestra Sinfônica do TMRJ

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Data: 13 de março de 2020 – sexta

Horário: 20h

Classificação: Livre

Lotação: 2.226 lugares

Duração total: 2h

Ingressos: https://www.ingressorapido.com.br/event/34103-1/d/69710

Frisa/Camarote: R$ 250,00 (unitário)

Plateia /Balcão Nobre: R$ 250,00

Balcão Superior: R$ 250,00

Balcão Superior Lateral: R$ 150,00

Galeria Central: R$ 75,00

Galeria Lateral: R$ 75,00

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto, Rádio MEC e Ingresso Rápido

Realização: Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal e Grandes Vozes

Instagram: @theatromunipalrj
Facebook: https://www.facebook.com/theatro.municipal.3/

Poeta Maria Rezende comemora 20 anos

A poeta Maria Rezende comemora 20 anos de carreira com o recital ‘Mulher Multidão, a partir de 10 de março, na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema

 

 

O espetáculo feminista reúne poemas autorais e obras de artistas novas e consagradas sobre as forças e fragilidades da mulher contemporânea

 

 

Ao se aprofundar no movimento feminista, a poeta e performer Maria Rezende sentiu a urgência de criar um espetáculo que, com potência e humor, mostrasse as forças e fragilidades da mulher contemporânea. Assim nasceu “Mulher Multidão”, que, depois de ensaios abertos no Rio e em Salvador, estreia, dia 10 de março, na Casa de Cultura Laura Alvim/Espaço Rogério Cardoso, em Ipanema, um espaço da FUNARJ. Temas como amor, autoestima, maternidade, relacionamento abusivo, estupro e a relação com o próprio corpo são levados à cena em poemas autorais dos quatro livros da artista e obras de poetas novas e consagradas.

 

Ao idealizar Mulher Multidão”, Maria Rezende, que tem um trabalho de 20 anos com a poesia falada, se cercou de referências. Além dos movimentos feministas contemporâneos e em notícias de jornal, a poeta se inspirou em  livros como “The Beauty Myth”, de Naomi Wolf; “Mulheres que correm com lobos”, de Clarissa Pinkola Estés; “Os homens explicam tudo para mim”, de Rebecca Solnit; Teoria King Kong”, de Virginie Despentes, e na poesia de Adélia Prado, Elisa Lucinda, Viviane Mosé, Mel Duarte, Marina Colasanti, entre outras artistas.

 

“Quero jogar luz sobre a constante pressão sofrida pelas mulheres, os ideais inatingíveis de beleza, a exigência da perfeição do corpo e da juventude, a inequidade salarial, a transformação do desejo de “poder ser tudo” na obrigação de “ter que ser tudo”, a violência física, sexual, moral, e também nossas potências, a força do sagrado feminino, a escolha ou não pela maternidade e a delicadeza dos afetos”, enumera Maria.

 

O projeto começou a ser idealizado após o encontro com a cantora espanhola Amparo Sanchéz, com quem criou a performance poética musical ‘Hermanas, desdobrada em disco e livro no ano passado. O bem-sucedido resultado do trabalho, cujo fio condutor era a força feminina, motivou Maria a aprofundar seu mergulho artístico no tema.

 

“Depois que a Amparo foi embora, fiquei órfã. Queria continuar a falar sobre as questões feministas e não poderia depender da presença dela porque, afinal, moramos muito longe. Então, resolvi criar um novo espetáculo, com outra seleção de poemas e conversas com a plateia entre as obras”, explica. “Eu descobri, há relativamente pouco tempo, que sou feminista. Eu achava que fosse um assunto resolvido, uma luta já ganha, porque a gente vota, faz sexo antes do casamento, se divorcia. Aí, comecei a ir a atos feministas e me identifiquei completamente. Eu acredito nessas batalhas porque, no final das contas, não chegamos onde queremos e ainda querem tirar direitos nossos. Temos muita luta pela frente!”, conclui.

 

Mulher Multidão” é um verso do poema “Pulso aberto”, escrito por Maria Rezende e dedicado ao uruguaio Eduardo Galeano, em que a poeta diz “Somos as que evitam o desastre / as que inventam a vida as que adiam o fim/ mulher, multidão”.

 

 

Sobre Maria Rezende

 

Maria Rezende é poeta, performer, montadora de cinema e televisão e celebrante de casamento. Publicou os livros “Substantivo Feminino” (2003), “Bendita Palavra” (2008), Carne do Umbigo (2015) e “Hermanas (2019), esse em parceria com Amparo Sánchez. Por sua poesia, recebeu elogios de nomes como Manoel de Barros, Eduardo Galeano e Ferreira Gullar. “É poesia substantiva mesmo. A mulher inteira dentro das palavras. Poesia é fenômeno de linguagem do que de ideias. Isso você sabe. Sendo assim, você é poeta”, elogiou Manoel de Barros sobre seu livro de estreia.

 

Em seus vinte anos de vida literária, se apresentou por todo Brasil e também em Portugal, Espanha e Argentina. Seu trabalho encantou o escritor Marcelino Freire, que diz na orelha de Carne do Umbigo: “Tua poesia, mulher, me faz caminhar. Sem peso, sou depois dela, para a eternidade, um outro sujeito. Minha costela, meu esqueleto. Eu te mando meus ossos por completo. Toda vez que te ouço recitar teus versos. Eu fico bambo, bobo. Fico elétrico.

 

 

 

Ficha técnica:

 

Concepção e idealização: Maria Rezende

Texto: Maria Rezende e poemas de Elisa Lucinda, Viviane Mosé, Mel Duarte, entre outras

Cenário: Larissa Cunha, Raphael Vinagre e Renato Mosci

Produção: Livian Das Valias

Luz: Fernanda Mantovani

Figurino: Estum

Design: David Lima

 

Serviço:

Mulher Multidão – Recital de Maria Rezende

Temporada: 10 de março a 1º de abril

Casa de Cultura Laura Alvim / Espaço Rogério Cardoso: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema

Telefone: (21) 2332-2015

Dias e horários: Terça e quarta, à19h.

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

Lotação: 53 pessoas

Duração: 50 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Funcionamento da bilheteria: de terça a sexta, das 16h às 21h; sábado, das 15h às 21h, e dom e feriados, das 15h às 20h.

SESC COPACABANA APRESENTA A PEÇA AO REDOR DA MESA, COM CLARICE LISPECTOR

No ano de seu centenário, peça inédita promove o encontro da escritora consigo mesma em dois momentos de sua vida e provoca o público com questões sobre arte, política e gênero.

Com elenco premiado, estreia em 5 de março, no Sesc Copacabana, a peça “Ao redor da mesa, com Clarice Lispector”. A dramaturgia tem a assinatura da escritora e professora da PUC-Rio Clarisse Fukelman, que acionou mais de 30 anos de pesquisa, publicações no Brasil e exterior e adaptações da escritora. Resultou uma proposta ousada e inovadora. Não é adaptação de um texto, nem colagem de cenas de livros diversos. É uma íntima e intensa conversa com temas candentes que perpassam toda a obra da escritora.

A peça se passa no início dos anos 60, quando a escritora (Gisela de Castro) recebe a inesperada visita dela mesma (Ester Jablonski), vinte anos mais velha.  As duas põem as cartas na mesa e discutem escolhas de vida e de linguagem. Frente a frente, confrontam-se a Clarice recém-separada, com filhos pequenos e já desfrutando do prestígio da crítica, e a Clarice no fim da vida, ácida e solitária, com projeto de escrita que radicaliza propostas anteriores.

O inusitado encontro traz discussões sobre processo criativo e as experiências de amizade, maternidade, corpo e amor. Por que e para quem escrever? Como futuro e passado nos mobilizam? O que é ser escritora mulher? Nesse percurso, a peça entremeia cenas de várias obras da escritora (interpretadas por Ana Barroso e Joelson Medeiros), destacando a atualidade do olhar de Clarice sobre preconceito, discriminação étnica, conflitos de geração e comunicação entre familiares e amigos.

Aqui, Lispector sai do pedestal mítico e se revela uma artista densa, de personalidade complexa, ligada a dramas sociais e humanos e à intensa busca do autoconhecimento: “preciso fazer um retiro espiritual e encontrar-me enfim – enfim, mas que medo – de mim mesma.”. O público acompanha situações cotidianas que ganham uma inflexão filosófica, indo desde a denúncia da solidão na adolescência e na velhice à perda de nossa conexão do ser humano com a natureza.

Com direção musical de Liliane Secco, há inserções de música erudita, do folclore  judaico e sugestões de rap e de cordel. Embora Lispector tenha afirmado que a palavra é a sua “quarta dimensão”, ela também se confessa “uma eterna apaixonada por palavras, música e pessoas inteiras”. A peça encerra com uma “Ode a Macabéa”, protagonista do último livro publicado e m vida e síntese da poética da escritora.

Fernando e elenco

“O respeito pelo diferente não é fácil, como sugerem a publicidade e o romantismo fora de hora. Fechados em nossos casulos, esquecemos do permanente aprendizado com a língua e a vida e de que pertencemos ao mundo em igualdade com outros seresLispector nos faz pensar a respeito, ainda mais quando mediada por esse time maravilhoso que dá vida ao projeto”, diz Clarisse Fukelman, que também assina o posfácio de “Laços de Família” a ser relançado em 2020, como parte das comemorações.
 

FICHA TÉCNICA       
Direção:   Ester Jablonski

Supervisão: Fernando Philbert
Direção musical: Liliane Secco

Dramaturgia: Clarisse Fukelman
Elenco:  Ana Barroso, Ester Jablonski, Gisela de Castro e Joelson Medeiros
Cenografia: Natália Lana
Iluminação: Vilmar Olos
Figurino:   Marieta Spada

Designer: Mariana Grojsgold

Foto: Nil Caniné

Coordenação de produção: Veredas Promoções Culturais

Produção executiva: Sergio Canizio
Assistente de direção: James Simão
Assistente de produção: Daniel Koifman
Projeto e Realização: Veredas Promoções Culturais
Assessoria de Imprensa: Clóvis Corrêa – CICLO Comunicação

 

SERVIÇO

ESTREIA 5 de março, quinta-feira

Peça: Ao redor da mesa, com Clarice Lispector

Dramaturgia: Clarisse Fukelman

Direção:  Ester Jablonski

Supervisão: Fernando Philbert
Direção musical: Liliane Secco

Elenco:  Ana Barroso, Ester Jablonski, Gisela de Castro e Joelson Medeiros

Temporada: de 5 a 29 de março de 2020 – 5ª a domingo

Horário: 20h

Local: Mezanino do Sesc Copacabana
Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia), R$ 30 (inteira)

(Ingresso solidário R$ 15,00 (meia) com a doação de 1 kg de alimento para o Projeto Mesa Brasil do Sesc RJ)

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria – Horário de funcionamento:

Terça a Sexta – de 9h às 20h;

Sábados, domingos e feriados – das 12h às 20h.

Duração: 70 minutos

Classificação indicativa:12 anos

ALEGRIA DA ZONA SUL LANÇA CLIP OFICIAL DO SEU SAMBA-ENREDO

 

A direção da Vermelha e Branca de Copacabana lança na tarde desta quarta-feira, 29, seu clipe oficial do samba-enredo 2020, para toda sua comunidade, amigos e o público sambista em geral.

Este é mais um produto desenvolvido pelo departamento de comunicação da escola e com aval da presidência, como forma de levar mais entretenimento para os seus segmentos, assim, havendo a interatividade e aprendizado da letra que compõe o samba para “YPANEMA”.

A Alegria da Zona Sul, desfilará no dia 25/02 pela série B – (Liga Livres, Intendente Magalhães), onde, buscará o título de campeã e o retorno à Sapucaí

FICHA TÉCNICA

Produção: Ser agência e MGR produtora

Imagens: Fabiano Santana

Edição: Fabiano Santana

Composição de personagens: integrantes dos segmentos Alegria (bateria Show de Ritmo, baianas, passistas, velha guarda e comunidade)

Locações: quadra de ensaios, praia de Ipanema e Arpoador

Sucesso de crítica e público, “Habite-me” inicia segunda temporada no Rio de Janeiro

 Sucesso de crítica e público, “Habite-me” inicia segunda temporada no Rio de Janeiro: dia 6/12 no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto

Máscaras e bonecos ganham vida no corpo da atriz Carolina Garcia no solo Habite-me, dirigido por Paulo Balardim, que reestreia no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, Humaitá, nesta sexta-feira, dia 6 de dezembro, às 20h. A peça conquistou sucesso de crítica e público na primeira temporada no Sesc Copacabana, em agosto.

Carolina Garcia interpreta uma trama poética que reflete sobre a vida e a morte e sobre o amor, utilizando bonecos em tamanho natural, máscaras e exuberante movimentação. Sem dar palavra, a atriz faz todas as transformações diante do público, cercada por uma instalação formada por infláveis de várias dimensões que emolduram toda a história.

HABITE-ME – a cabec_a – – Emanuel Orengo

Habite-me é uma montagem inteiramente original, desenvolvida em parceria com artistas estrangeiros. A temporada é de sexta a segunda-feira, até 16 de dezembro. Carolina Garcia, 25 anos de trabalho, é pesquisadora e professora e este trabalho iniciou com uma bolsa de residência artística para a qual a atriz foi selecionada, no Festival de Castelier, em Québec, Canadá. Durante o processo, surgiram as parcerias com uma artista local para desenvolver pesquisa de linguagem na construção de bonecos, buscando desenvolver “um novo modo de perceber o outro, através da tolerância e da empatia, que orientou a elaboração da peça”, conta.

Desta forma, a criação dos bonecos em escala humana contou com a colaboração da canadense Émilie Racine, artista plástica e marionetista. Já a canadense Laurence Castonguay, especialista em mímica e professora da Université de Québec, em Montréal (UQAM), e Paulo Balardim, diretor e professor da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) deram forma final à montagem. É do artista gaúcho Elcio Rossini a criação das formas infláveis que compõem o cenário-instalação que respira junto com a atriz.

O consagrado compositor belga Tuur Florizione se juntou ao grupo de artistas-criadores e assina a trilha original que permeia Habite-me. Todos os elementos convidam o espectador a abrir os olhos para um universo onírico, espécie de planeta em que Carolina Garcia dá à luz personagens como um casal de idosos, uma mulher que carrega sua própria morte e uma mãe com seu bebê. “O ponto de partida foi explorar interações entre bonecos e meu próprio corpo, em busca de habitar o inanimado e me deixar habitar por ele”, conta Carolina.

Cada ação é iluminada pelo premiado Renato Machado, revelando, ou não, os muitos passos de Carolina Garcia ao longo de troca de máscaras e figurinos. Num dos pontos altos de Habite-me, Carolina Garcia chega a confundir o público numa espécie de coreografia em que se duplica trocando de lugar com uma boneca. Ao todo, três quadros compõem a encenação. As únicas palavras que “ecoam” no teatro são um trecho de um poema de Rainer Maria Rilke (1875-1926), proferido antes da avalanche de transformações que se sucedem nas cenas.

Um dos espectadores de Habite-me na primeira temporada, Eduardo Nunes, cineasta, diretor dos longas-metragens “Sudoeste” e “Unicórnio”, escreveu: “A beleza do espetáculo consiste na ruptura desta fina barreira entre móvel e imóvel, entre vivo e morto. A beleza de poder ver vida onde acreditamos que não deveria haver”.

Carolina Garcia é atriz-marionetista (1994), educadora somática, diretora e produtora teatral. Fundadora e gestora do Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo/RS desde 2010, é coordenadora das atividades de intercâmbio e formação do Festival Cena Brasil Internacional (2013). Ao longo de sua trajetória artística, já participou de diversos festivais nacionais e internacionais de teatro, Representou o Brasil no Festival de Teatro de Edimburgo e Ano Brasil/Portugal (2013), Festival de Avignon e Ano Brasil /Uruguai (2015). Está à frente de um projeto de reativação do Núcleo de Bonecos na Escolinha de Arte do Brasil (RJ).

Ficha técnica “Habite-me”_Atuação e pesquisa: Carolina Garcia | Direção e dramaturgia: Paulo Balardim | Criação de bonecos: Emilie Racine | Preparação corporal: Márcia Pinheiro e Laurence Castonguay | Trilha Sonora original: Tuur Florizoone | Figurinos: Cris Lisot | Pinturas no figurino: André Gnatta | Cenografia: Elcio Rossini (pesquisa Objetos para Ação) e Paulo Balardim | Criação de luz: Renato Machado | Operação de luz: Luana Pasquimell | Operador de som e infláveis: Wilson Neto / Antônio Maggionni (stand-by) | Montagem técnica: Hebert Said e Luana Pasquimell | Assessoria e montagem de som: Lucas Carvalho | Ensaísta: Laurence Castonguay, Wilson Neto e Elaine Juteau | Fotografias: Jerusa Mary, Marcelo Paes de Carvalho e Paulo Balardim | Arte gráfica: Jéssica Barbosa | Assessoria de imprensa: Mônica Riani | Comunicação em redes sociais: Ana Balardim | Assistente de produção: José Carlos Rosa | Cias em co-produção (Brasil – Canadá): Cia 4 produções e Territoire 80 | Cooperação internacional: Festival Casteliers (Québec), Conseils des Arts du Canada e Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo

 

Serviço: “Habite-me” – Pesquisa e atuação: Carolina Garcia. Direção e dramaturgia: Paulo Balardim. Gênero: teatro de animação (bonecos, máscaras e dança). Duração 45min. Sinopse: Solo poético sobre a natureza humana com a utilização de máscaras, bonecos e dança.

Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto – Rua Humaitá, 163 – Humaitá. Tel. 2535-3846

Estreia 06 de dezembro, às 20h.

Sessões de sexta-feira a segunda-feira :: Sexta, sábado e segunda-feira: 20h. Domingo, às 19h.

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) :: Bilheteria funciona a partir das 18h

Ingressos antecipados: https://riocultura.superingresso.com.br/#!/home

Link da peça: https://www.youtube.com/watch?v=diubaCplSPE&feature=youtu.be

Cyria Coentro reestreia monólogo falando sobre o amor

Para celebrar seus 30 anos de carreira, a atriz traz ao Rio de Janeiro o espetáculo LOVE,que fica no Teatro Petra Gold, de 14 de outubro a 11 de novembro

LOVE é o primeiro monólogo da atriz Cyria Coentro. A baiana, de 53 anos, rosto conhecido da TV, cinema e teatro, escolheu o tema AMOR como fio condutor de seu espetáculo.

O roteiro de Cyria, Elisa Lucinda e Jackson Costa, que também assina a direção, traz textos clássicos e contemporâneos que falam de amor e seus desdobramentos, estabelecendo uma sequência de situações que a relação amorosa propicia a cada um de nós quando experimenta o amor: a fase da paixão, da sedução, do romantismo, do erotismo, da decepção, da dor, da saudade.

No palco, a interpretação forte, direta e emocionada de Cyria cumpre o papel de tradutora dos sentidos e sentimentos que as palavras contêm. Dessa forma, o público se identifica e se entrega ao espetáculo. Afinal, quem nunca viveu um grande amor?

Ao longo de 10 anos, Cyria pesquisou diversos textos até escolher os que queria. Entre os selecionados, há trechos de Mário Quintana, Clarice Lispector, Maiakovisk, Castro Alves, Manuel Bandeira, Isabel Allende, Boudelaire, dentre outros. Em cena, apenas Cyria, um banco e a potência do amor expressa em cada palavra.

LOVE reestreia dia 14 de outubro, às 20h, no Teatro Petra Gold, no Leblon, e fica em cartaz até dia 11 de novembro, com apresentações sempre às segundas-feiras (dias 14, 21 e 28/10 e 04 e 11/11).

Texto Premiado:

LOVE estreou em 2014, em Salvador. No ano seguinte, Cyria Coentro recebeu o Prêmio Braskem de Teatro como Melhor Atriz por atuação em LOVE. Em 2017, fez uma curtíssima temporada no Rio de Janeiro. Dessa vez, a convite do Teatro Petra Gold, ela aceitou trazer mais uma vez a peça à cidade do Rio: “O amor é o princípio de todas as virtudes. Todas as atitudes positivas e virtuosas da vida têm o amor como base. A gente pode falar de solidariedade, de amizade, de bondade, de honestidade. A base de todas elas é o amor. O amor pelo outro, o amor pela vida, o amor pelo trabalho. O amor. Sem amor, nada floresce. Sem amor, não há solução. O amor é a resposta a tudo nessa vida. O amor melhora o mundo

e as pessoas. Sensibiliza, educa, humaniza. É inerente e indispensável em qualquer forma de vida. Como atriz, utilizo minhas armas para propagar essa ideia. Como pessoa, é o que move a minha vida. E que bom poder unir a arte e o amor num trabalho vibrante como esse”, diz Cyria.

Ela celebra ainda a parceria com a poetisa Elisa Lucinda e com o ator, diretor e amigo, Jackson Costa: “Desde criança que gosto de escrever. Tenho alguns textos, algumas poesias guardadas. Quando aflorou essa vontade de fazer um trabalho autoral, percebi que o tema só podia ser esse: o amor. Falei com a Elisa, que é maravilhosa, e com o Jackson, que é um artista super completo, também, além de um grande amigo. Entre muitas conversas e troca de ideias, nasceu o roteiro do espetáculo. Foi uma parceria deliciosa.”

Cyria Coentro:

A atriz baiana tem 30 anos de carreira. Cursou Interpretação Teatral na Universidade Federal da Bahia e participou de cursos e Oficinas com: Sérgio Brito, Bia Lessa, Luís Alberto Resende, Cacá Carvalho, Luís Otávio Burnier, Grupo Lume, Grupo Sunil, Renato Cohen entre outros.

Na TV, participou de inúmeras novelas globais, tais como Renascer (1992); O Rei do Gado (1996); Porto dos Milagres (2003); Mulheres Apaixonadas (2004); Pé na Jaca (2006); A Favorita (2008); Caminho das Índias (2008); Viver a Vida (2010); Flor do Caribe (2012); Em Família (2014); Velho Chico (2016) e mais recentemente, O Tempo Não Para (2018).

No teatro, já atuou em 19 peças ao longo de sua carreira. No cinema, já fez mais de 7 filmes. Agora em setembro, vai à Capadócia rodar seu mais recente longa-metragem, que vai contar a história de São Jorge. Além desse, tem ainda O Avental Rosa, filme de Jayme Monjardim, que ainda não foi lançado.

Ficha Técnica:

Roteiro: Elisa Lucinda, Cyria Coentro e Jackson Costa

Elenco: Cyria Coentro

Direção: Jackson Costa

Direção Musical: Luciano Salvador Bahia

Cenário e Figurinos: Rino Carvalho

Iluminação: João Sanches

Preparação Vocal: Hebe Alves

Consultoria de Movimento: Rita Brandi

Preparador Corporal: Jorge D’Santos

Operação de luz: Valdeci Correia

Operação de som: José Henrique Ligabue

Assessoria de Comunicação: Dani Maia

Programação Visual: Caio Araújo

Direção de Produção: Joana D’Aguiar

Realização: Sopro Escritório de Cultura

Serviço:

Espetáculo “LOVE”

Estreia: 14 de outubro (2ª feira), às 20h

Local: Teatro Petra Gold

Endereço: Rua Conde de Bernadote, 26, Leblon / RJ. Tel: (21) 2529-7700

Dias: 14, 21 e 28/10 e 04 e 11/11 (sempre às segundas-feiras, às 20h)

Ingressos: R$70,00 (inteira) e R$35 (meia)

Duração: 50 minutos

Classificação Indicativa: 12 anos

Escola de Cinema Darcy Ribeiro homenageia Jean-Claude Bernardet

 sessão especial de cineclube

 

Em virtude de sua trajetória dedicada a pensar e fazer cinema, o cineasta, crítico e escritor Jean-Claude Bernardet é o grande homenageado pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro, no Centro do Rio, em sessão especial do Cineclube de Documentário, com exibição do documentário “A Destruição de Bernardet”, de Claudia Priscilla e Pedro Marques, seguido de entrevista com o professor e cineasta, no dia 5 de outubro, a partir das 14h, na Sala Ruy Guerra. A sessão tem entrada franca.

JCB – foto de Antonio Nepomuceno

Além de Bernardet, a Escola de Cinema Darcy Ribeiro recebeu nesta edição outros importantes nomes como Walter e Vladimir Carvalho, na abertura, e pretende receber Cristiano Burlan, Roberto Berliner e Susanna Lira em próximas exibições. O Cineclube de Documentário tem atraído uma média de 60 pessoas por sessão e está em cartaz até 7 de dezembro, sempre aos sábados, às 14h, com exibição de filmes, seguida de entrevista com convidados, sob curadoria de Felipe Nepomuceno, diretor da Série “Sangue Latino” (Canal Brasil), e direção de Irene Ferraz.

Sinopse:

Em “A Destruição de Bernardet” (2018), documentário assinado por Claudia Priscilla e Pedro Marques, Bernardet reflete sobre as críticas recebidas por suas incursões como ator e revela suas perspectivas de vida, ao mesmo tempo em que precisa lidar com o fato de ser portador do vírus HIV.

 

Sobre Jean-Claude Bernardet:

Nascido na Bélgica, de família francesa, Jean-Claude passou a infância em Paris e veio para o Brasil com sua família aos 13 anos, naturalizando-se brasileiro em 1964. É diplomado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris) e doutor em Artes pela ECA (Escola de Comunicações e Artes) da USP [3]

Interessou-se por cinema a partir do cineclubismo, e começou a escrever críticas no jornal O Estado de S. Paulo a convite de Paulo Emílio Salles Gomes. Tornou-se grande interlocutor do grupo de cineastas do Cinema novo, e especialmente de Glauber Rocha, que rompeu com ele a partir da publicação de Brasil em Tempo de Cinema (1967). Foi um dos criadores do curso de cinema da UnB, em Brasília, e deu aulas de História do Cinema Brasileiro na ECA, até se aposentar em 2004.[4]

 

Sessão especial com Jean-Claude Bernardet

Local: Escola de Cinema Darcy Ribeiro
Endereço: Rua da Alfândega, 5 – Centro
Informações: (21) 2233-0224 | escoladarcyribeiro.org.br
Data: 5 de outubro
Horário: 14h
Evento gratuito

Programação Cineclube de Documentário

19 de outubro, sábado, 14h

Humberto Mauro / 2018 / André di Mauro – 90 min
(entrada franca)

26 de outubro, sábado, 14h

Juízo / 2007 / Maria Augusta Ramos – 90 min
(entrada franca)

9 de novembro, sábado, 14h

Mataram Meu Irmão / 2013 / Cristiano Burlan – 77 min
(entrada franca)

23 de novembro, sábado, 14h

A Farra do Circo / 2013 / Pedro Bonz e Roberto Berliner – 94 min
(entrada franca)

30 de novembro, sábado, 14h

Ex-Pajé / 2018 / Luiz Bolognesi – 81 min
(entrada franca)

7 de dezembro, sábado, 14h

Torre das Donzelas / 2018 / Susanna Lira – 97 min
(entrada franca)

Assessoria de Imprensa

George Patiño

Parceria Ilimitada

(21) 9858-7282

‘Antígona’, com Andrea Beltrão, circulará por unidades do Sesc RJ

Texto de Sófocles que rendeu à artista o Prêmio APCA de Melhor Atriz em 2017 será encenado em cinco unidades com ingressos entre R$ 2 e R$ 10. Circuito começa em Madureira, no Rio, dia 4 de outubro.

 RIO DE JANEIRO – O Sesc RJ leva para cinco das suas unidades, no mês de outubro, o espetáculo “Antígona”, monólogo estrelado pela atriz Andrea Beltrão. A montagem do texto de Sófocles, traduzido por Millôr Fernandes e dirigido por Amir Haddad começa o circuito em Madureira, dia 4/10, e depois segue para Petrópolis (Sesc Quitandinha), dia 5São João de Meriti (19)Niterói (25) e São Gonçalo (26). Os ingressos variam entre R$ 2 e R$ 10, com a possibilidade de retirada gratuita dos bilhetes para quem comprovar renda familiar até 3 salários mínimos e, em algumas unidades, também para portadores do Cartão Sesc.

Antigona-cred-Fernando-Young

No palco, a artista interpreta a personagem-título da trama, trabalho pelo qual foi agraciada com o Prêmio APCA de Melhor Atriz em 2017. Trata-se de uma jovem princesa que enfrenta a ordem do rei Creonte de deixar seu irmão, que lutou na guerra, sem sepultura. Ao desobedecer a determinação real, ela paga com a própria vida. É estabelecido, então, o confronto entre o Estado e o cidadão.

A história se passa em Tebas e foi escrita há 2.500 anos por Sófocles. Fez tanto sucesso na época que o público ateniense ofereceu ao autor o governo de Samos, uma das ilhas gregas. Na Antígona de Haddad e Andrea, ao contrário do autor original, que partiu do mito já conhecido para o teatro, parte-se do teatro para chegar ao mito que dá nome ao espetáculo.

“Todos esses mitos que povoavam o imaginário grego, como Antígona, faziam parte do dia a dia do povo, funcionavam como um bem público”, analisa o diretor assinalando que, quando o teatro se estabeleceu, naquele tempo, como uma forma de expressão artística, todos já conheciam o que seria representado. “Sófocles se apoderou da história e escreveu esse texto. O que Andrea e eu fizemos foi partir das informações da peça para chegarmos ao mito”.

Na opinião da atriz, um texto clássico como este não é de interpretação complicada. As narrativas embaralham as emoções por ir direto ao coração, à memória, e aos sentimentos. “Como um texto escrito há 2.500 anos pode falar exatamente sobre o que eu sinto agora? Não é a gente que lê o texto da tragédia grega, é a tragédia grega que lê a gente, por isso não precisamos ter medo de não entendê-la. Faz parte de nós, enriquece, questiona, exige que tentemos mais uma vez”, analisa.

Para ela e o diretor, essa montagem transpira atualidade gigantesca. “Fala da liberdade do cidadão diante do poder do Estado, e de como isso atinge a vida mais ancestral do ser humano”, observa Haddad. “A peça se dá nessa reflexão feita por ator e público sobre a história, por meio de uma excelente narradora, que é a Andréa”.

Em diálogo com a plateia em ritmo acelerado, conectado ao movimento do mundo contemporâneo, a atriz se utiliza de recursos mínimos, como uma echarpe vermelha ou um casaco, para desenrolar a trama e, assim, ir povoando o palco com os personagens interpretados por ela mesma. Andrea os apresenta, quase que didaticamente, antes de representá-los, permitindo ao público adensar o seu conhecimento da história e traçar paralelos com a atualidade.

Igualmente, a cenografia apresenta linguagem moderna e reforça a atuação da artista entre os atos de narrar e representar este mito, em cenas que se desenvolvem diante de uma espécie de árvore genealógica, em forma de mural. Uma cadeira, uma escada, uma mesa e um amplificador para o som com microfone, complementam o cenário.  A proposta é restaurar a força popular do teatro.

Sobre a atriz e o diretor

Amir Haddad é diretor e professor de teatro, diversas vezes premiado. Considerado um dos maiores encenadores do Brasil, o criador do Grupo Tá na Rua, iniciado em 1980, leva a arte do teatro para o espaço aberto das ruas e praças, ressaltando a importância das comemorações populares na vida social e cultural das cidades. Amir Haddad recupera para o teatro o seu sentido de festa popular, dela resgatando sua dramaticidade.

Reconhecido internacionalmente, desenvolve uma série de atividades didáticas nas artes cênicas como oficinas, seminários e cursos. É criador de um teatro preocupado em se comunicar e se tornar cada vez mais próximo de sua plateia.

Como resultado de suas pesquisas e investigações, nestas áreas do teatro, desenvolveu ferramentas eficientes para a construção de um ator que responda ao sentimento contemporâneo, ao mesmo tempo em que o instrumentaliza para uma leitura aguda e profunda da trajetória humana e da dramaturgia produzida pelo teatro em todos os tempos. Entre seus últimos trabalhos estão A Mulher Invisível, de Maria Carmem Barbosa, A Mulher de Bath, de Geoffrey Chaucer, A Tempestade, de William Shakespeare, e Antígona, de Sófocles.

Andrea Beltrão iniciou sua carreira no Teatro Tablado em 1978, interpretando o personagem João Grilo, da peça O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna. No início da década de 1980 integrou grupos teatrais. Em 1984, O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues, A Dona da História (1998), de João Falcão, Sonata de Outono (2005), de Ingmar Bergman, Jacinta (2012), de Newton Moreno, entre tantas outras.

Em 1984 estreou na novela Corpo a Corpo, de Gilberto Braga seguindo na TV Globo em sucesso como Rainha da Sucata (1990), de Sílvio de Abreu, Pedra Sobre Pedra (1992), de Aguinaldo Silva, Mulheres de Areia (1993) e A Viagem (1994), ambas de Ivani Ribeiro, Vira Lata (1996), de Carlos Lombardi e Era Uma Vez (1998) de Walter Negrão.

Ainda na TV, fez diversas participações em séries e especiais, como Armação Ilimitada (1985-1988), Comédia da Vida Privada (1997) e Brava Gente (2000). Entre 2002 a 2009, integrou o elenco do seriado A Grande Família, interpretando a cabeleireira Marilda. Também participou da minissérie Som & Fúria (2009) e das séries O Bem Amado (2011) e Tapas & Beijos (2011-2015), com a personagem Sueli.

No cinema com o filme Bete Balanço (1984), de Lael Rodrigues. Sua atuação na tela grande inclui também os filmes Garota Dourada (1984), de Antonio Calmon, O Coronel e o Lobisomem (2005), A Grande Família – O Filme (2007) e Verônica (2009), dirigidos pelo cineasta Maurício Farias, Cazuza – O Tempo não Para (2004), O Bem Amado Estreou (2010), O Penetras (2012), Chatô, o Rei do Brasil (2015), Sob Pressão (2016), Sueño Florianópolis e Albatroz (2018) e Hebe – A Estrela do Brasil (2019).

No cinema, recebeu premiações em festivais nacionais por seu desempenho em O Escorpião Escarlate (1986) e Minas-Texas (1989). Pelo teatro, venceu o Prêmio Shell de Melhor Atriz pela peça A Prova (2002), dirigida por Aderbal Freire Filho, em 2008 mereceu novamente a premiação, desta vez por sua atuação, ao lado de Marieta Severo, na peça As Centenárias, de Newton Moreno, e em 2017 recebeu o Prêmio APCA de Melhor Atriz com a peça Antígona dirigida por Amir Haddad.

FICHA TÉCNICA

Autoria: Sófocles

Tradução: Millôr Fernandes

Dramaturgia: Amir Haddad e Andrea Beltrão

Direção: Amir Haddad

Com: Andrea Beltrão

Iluminação: Aurélio de Simoni

Figurino: Antônio Medeiros

Direção de Movimento: Marina Salomon

Ambientação e Projeto Gráfico: Fabio Arruda e Rodrigo Bleque

Trilha Sonora: Alessandro Persan

Desenho de Som: Raul Teixeira

Operação de Luz: Diego Diener

Produção: Boa Vida Produções

Realização Turnê: Trígonos Produções Culturais

Agradecimentos: Marieta Severo, Aderbal Freire-Filho, Fernanda Torres, Fernando Philbert, Marilena, Laura, Chico, Rosa, Zé, Antônio, Mauricio, Ana Cristina Manfroni, Zé Mário Pereira.

SERVIÇO

“Antígona”, com Andréa Beltrão

Duração: 60 minutos

Datas/Horários:

Sesc Madureira, Rio de Janeiro – 04/10 – sexta-feira, às 19h

Grátis (habilitado Sesc e PCG*), R$ 5 (meia-entrada e classe artística mediante apresentação de registro profissional), R$ 10

Classificação: 14 anos

 

Sesc Quitandinha, Petrópolis – 05/10 – sábado, às 20h

Grátis (PCG), R$ 2 (habilitado Sesc), R$ 4 (meia-entrada e classe artística mediante apresentação de registro profissional), R$ 8

Classificação: 14 anos

Sesc São João de Meriti – 19/10 – sábado, às 19h

Grátis (habilitado Sesc, PCG), R$ 5 (meia-entrada e classe artística mediante apresentação de registro profissional), R$ 10

Classificação: 14 anos

Sesc Niterói – 25/10 – sexta-feira, às 19h

Grátis (habilitado Sesc e PCG), R$ 5 (meia-entrada e classe artística mediante apresentação de registro profissional), R$ 10

Classificação: 14 anos

Sesc São Gonçalo – 26/10 – sábado as 19h

Grátis (habilitado Sesc e PCG), R$ 5 (meia-entrada e classe artística mediante apresentação de registro profissional), R$ 10

Classificação: 14 anos

*PCG: Programa de Comprometimento e Gratuidade

SHOWZAÇO p/proxima semana (na Cinelândia) – TERÇA, Jorge Pescara Knight Prog no CCJF

Jorge Pescara apresenta seu projeto progressivo com elementos de world music e fusion, nesta terça-feira, dia 1, no Centro Cultural Justiça Federal

 

Em outubro, Rio e Niterói continuarão recebendo grandes expoentes do rock progressivo nacional. Com realização da Vértice Cultural e da BeProg, o III CaRIOca ProgFestival vem reunindo, desde o dia 31 de agosto, nomes de destaque do gênero, reservando para o mês de outubro outras atrações, agora no Centro Cultural Justiça Federal (Centro), Solar de Botafogo e Theatro Municipal de Niterói – em setembro, os shows foram semanais no Centro da Música Carioca, na Tijuca.

O festival muda de palco a partir do dia 1, terça-feira, com o show, no Centro Cultural Justiça Federal (Cinelândia), do virtuoso baixista Jorge Pescara, apresentando seu projeto PESCARA- KNIGHT PROG, no show “Cavaleiro sem Armadura”. Referência no instrumento e na música brasileira – já tocou ao lado de Dom Um Romão, Ithamara Koorax, Eumir Deodato, Luiz Bonfá, Ney Matogrosso, Paulo Moura, dentre muitos outros – o baixista apresentará com seu quarteto as composições do CD autoral “Knight Without Armour”, e sua técnica de touchbass touchguitar, instrumentos exóticos de 12 cordas. Com formação rítmica curiosa (dois bateristas no palco simultaneamente, Iuri Sant’Anna e Fábio Cezanne), e Renata Puntel (teclados e flauta), o baixista vai apresentar também recriações de clássicos de Pink Floyd, Genesis, Yes, King Crimson.

 

Mais rock progressivo em Outubro

 

De São Paulo, a banda DIALETO leva ao palco do Centro Cultural Solar de Botafogo, dia 10 de outubro, quinta-feira, o show “De Blavatsky a Bartók”, com músicas do compositor Húngaro Béla Bartók livremente adaptadas pela banda para sua linguagem ProgRock típica. As composições fazem parte do álbum ‘Bartók In Rock’, lançado em 2017, com participação especial do violinista David Cross, conhecido por haver integrado a banda inglesa King Crimson da década de 70. O show faz uma trajetória na carreira da banda que não toca no Rio de Janeiro, desde 2012, na I Mostra CCBB de Rock Progressivo.

jorge pescara

Os cariocas do ARCPELAGO sobem ao palco do CCJF (Cinelândia), no sábado, dia 12 de outubro, às 17h, com o “Show Interseções”. A musicalidade elaborada e estreitamente vinculada à sonoridade analógica é a espinha dorsal do Arcpelago, que se alastra tanto pela vertente sinfônica, quanto pelo space-rock, hard rock e fusion, sendo notável a intensa preocupação do grupo com timbres e efeitos sonoros. Nem seguida, no mesmo dia, às 20h, será a vez do CARAVELA ESCARLATE, formada em 2011 e composta por David Paiva, multi-instrumentista e compositor, em parceria com o tecladista e compositor Ronaldo Rodrigues (também integrante do Arcpelago), com o veterano baterista Elcio Cáfaro, dono de extenso currículo na MPB e na música instrumental brasileira, uma das poucas bandas nacionais hoje divulgadas por selo europeu, a Karisma Records, que lançou em vinil o álbum homônimo da banda e relançando o cd, que também teve apoio na produção executiva da Vértice Cultural. E, para aqueles presentes, o show “Interseções” trará surpresas expressivas ao público.

 

Do Rio Grande do Sul, a banda APOCALYPSE fará dois shows no Centro Cultural Solar de Botafogo, dias 18, sexta-feira, e 19 de outubro, sábado. O grupo iniciou as atividades em 1983 em Caxias do Sul (RS), influenciado por expoentes da década de setenta como Queen, Led Zeppelin, Pink Floyd, Rush, Yes, Kansas, Deep Purple e Journey. Após vencer os festivais Circuito de Rock e Festpop na serra gaúcha, lançou o primeiro LP homônimo em 1991 e assinou contrato com a gravadora francesa Musea. Foi o primeiro grupo brasileiro de classic rock a gravar e lançar CDs no exterior, e já abriu shows de grandes nomes do classic rock mundial como Yes (Araújo Vianna-Porto Alegre), Uriah Heep (Canecão – RJ) e Pendragon (Teatro João Caetano – RJ). Os gaúchos farão o lançamento do álbum ao vivo “The 35th Anniversary Concert”. Com cinco discos já lançados, o FLEESH – formado por Celo Oliveira e Gabby Vessoni em 2014 – lança seu álbum “Across the Sea” na terça-feira, dia 22 de outubro, no Centro Cultural Justiça Federal, na Cinelândia, na íntegra junto com outras faixas de seus CDs.

Encerrando com chave de ouro, a lendária BACAMARTE celebra seus 45 anos de formação com um show imperdível, dia 25 de outubro, no Theatro Municipal de Niterói. Fundada em 1974 por Mario Neto e Sergio Vilarim, a banda veio a gravar de forma independente o álbum “Depois do Fim”, em 1979, porém só lançado em 1983, quando, após ter suas músicas entre as mais tocadas pela Fluminense FM, foi aclamado por público e crítica como uma verdadeira obra-prima do rock progressivo. O álbum vendeu milhares de cópias em países como Alemanha, Itália, Rússia e, principalmente, Japão. Em 1999, foi lançado o álbum Sete Cidades, que também teve sua tiragem esgotada rapidamente. Em 2009, após vários anos desaparecido das prateleiras e tendo se tornado item de colecionador disputado por amantes do gênero no Brasil e no exterior, “Depois do Fim” foi relançado pela Som Livre, em versão remasterizada diretamente da fita master original. No Teatro Municipal de Niterói, a banda será formada por Mario Neto (guitarra e violão), Marcus Moura (flauta e acordeon), William Murray (contrabaixo), Robério Molinari (piano e teclados) e Alex Curi (bateria), com a participação especial da cantora Jane Duboc

 

01/10 (terça-feira) – JORGE PESCARA-KNIGHT PROG (Rio de Janeiro)

“Cavaleiro sem Armadura”

Local: Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)

Horário: 19h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia entrada legal)

Av. Rio Branco, 241 – Centro

Tel. (21) 3261-2550

 

Mais informações sobre toda a programação no site http://beprogrock.com/eventos/

.

 

 

PROGRAMAÇÃO – CaRIOca ProgFestival 2019

 

31/08 (sábado) – KAIZEN (Rio de Janeiro)

“Lançamento do álbum Áquila”

Local: Teatro Municipal de Niterói

Horário: 19h

Ingressos: R$ 100,00 (inteira) / R$50,00 (meia-entrada legal)

Av. XV de Novembro, 35 – Centro

Niterói – RJ

Tel. (21) 2620-1624

 

05/09 (quinta-feira) – TEMPUS FUGIT (Rio de Janeiro)

“Lançamento do álbum remasterizado The Down after the Storm” – faixas adicionais

Local: Centro da Música Carioca

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

12/09 (quinta-feira) – SEQUAZ (Niterói – RJ)

“Retorno ao Vivo”

Local: Centro da Música Carioca

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

19/09 (quinta-feira) – PROGNOISE (Rondônia)

“Lançamento do álbum Solar”

Local: Centro da Música Carioca (CMC)

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

26/09 (quinta-feira) – ULTRANOVA (Pará)

“Samsara”

Local: Centro da Música Carioca (CMC)

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

01/10 (terça-feira) – PESCARA-KNIGHT PROG (Rio de Janeiro)

“Cavaleiro sem Armadura”

Local: Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)

Horário: 19h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia entrada legal)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

10/10 (quinta-feira) – DIALETO (São Paulo)

“De Blavatsky a Bartók”

Local: Centro Cultural Solar de Botafogo

Horário: 21h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia entrada legal)

Rua General Polidoro, 80 – Botafogo

Rio de Janeiro – RJ (21) 2543-5411

 

12/10 (sábado) – ARCPELAGO (Rio de Janeiro)

“Show Interseções”

Local: Centro da Música Carioca (CMC)

Horário: 17h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

12/10 (sábado) – CARAVELA ESCARLATE (Rio de Janeiro)

“Show Interseções”

Local: Centro da Música Carioca (CMC)

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

*Para quem assistir aos dois shows, os ingressos passam a ser R$ 60,00/ R$ 30,00  (meia-entrada).

 

18/10 (sexta-feira) – APOCALYPSE (Rio Grande do Sul)

“The 35th Anniversary Concert”

Local: Centro Cultural Solar de Botafogo

Horário: 21h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia entrada legal)

Rua General Polidoro, 80 – Botafogo

Rio de Janeiro – RJ (21) 2543-5411

 

19/10 (sábado) – APOCALYPSE (Rio Grande do Sul)

“The 35th Anniversary Concert”

Local: Centro Cultural Solar de Botafogo

Horário: 21h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia entrada legal)

Rua General Polidoro, 80 – Botafogo

Rio de Janeiro – RJ (21) 2543-5411

 

22/10 (terça-feira) – FLEESH (Rio de Janeiro)

“Lançamento do álbum Across the Sea”

Local: Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)

Horário: 19 horas

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia entrada legal)

Av. Rio Branco, 241 – Centro

Tel. (21) 3261-2550

 

25/10 (sexta-feira) – BACAMARTE (Rio de Janeiro)

“45 Anos”

Local: Teatro Municipal de Niterói

Horário: 20h

Ingressos: R$ 160,00 (inteira) / R$ 80,00 (meia-entrada legal)

Av. XV de Novembro, 35 – Centro

Niterói – RJ

Tel. (21) 2620-1624

JORNAL ALAGOAS