Do Leme à Praça Mauá — Histórias e Músicas do Carnaval Carioca” estreia, dia 12 de fevereiro, no Youtube
O projeto “Do Leme à Praça Mauá — Histórias e Músicas do Carnaval carioca” estreia, dia 12 de fevereiro,
uma série de programas no Youtube sobre sambas autorais dos blocos de rua do Rio de Janeiro
Idealizado pelos blocos “Escravos da Mauá” e “Meu Bem Volto Já”, o projeto,com roteiro e direção de Pedro Monteiro,
vai contar histórias de sambas e compositores que marcaram o Carnaval da cidade dos anos 90 aos dias atuais

Não vai haver Carnaval no Rio de Janeiro em 2021. Enquanto não for seguro para a população estar nas ruas devido à pandemia, os tradicionais blocos da cidade também não vão desfilar. Mas quem disse que eles estão parados? Os blocos “Escravos da Mauá” e “Meu Bem Volto Já” lançam o projeto “Do Leme à Praça Mauá — Histórias e Músicas do Carnaval Carioca”, dia 12 de fevereiro, no canal do Youtube “Histórias e Músicas do Carnaval Carioca” (https://bit.ly/3qmUBUs). Com roteiro e direção de Pedro Monteiro, a série terá 12 programas de sete a dez minutos que vão contar algumas das curiosidades dos sambas e compositores que fizeram sucesso no Carnaval da cidade dos anos 90 aos dias atuais. Na estreia, serão exibidos dois episódios consecutivos. O projeto tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Especial de Cultura e do Ministério do Turismo por meio da Lei Aldir Blanc.
A ideia é homenagear os blocos que saem com sambas autorais e os compositores que têm um olhar crítico sobre o cotidiano da cidade. Em cada episódio, integrantes e músicos dos blocos serão convidados a cantar e contar lembranças da folia momesca. A jornalista Rita Fernandes, presidente da Sebastiana, associação organizadora dos blocos de rua do Rio, vai comentar cada um dos episódios. Sambas emblemáticos de cada agremiação foram escolhidos e regravados pelos músicos Tiago Prata e Daniel Scisinio e pelos intérpretes Anderson Feife, Dorina e Nina Rosa. “Nosso objetivo é traçar um panorama de como o Carnaval de rua do Rio de Janeiro se estruturou, vem mudando e se adaptando ao longo das décadas”, explica o diretor Pedro Monteiro.

Os programas vão acompanhar a trajetória dos seguintes blocos: Meu Bem Volto Já; Carmelitas; Prata Preta; Nem muda nem sai de cima; Bloco de Segunda; Imprensa que eu Gamo; Que merda é Essa?; Barbas; Escravos da Mauá; Simpatia é Quase Amor; Loucura Suburbana e Discípulos do Osvaldo. Entre os compositores, estão nomes como
João Pimentel, Eduardo Gallotti, Mario Moura, Marceu Vieira, Marizozinho Lago, Roberto Medronho, Tiago Prata, Luis Fernando, Macarrão, Flavio Feitosa, Rafael Dummar, Ricardo Costa, Miguel Diniz, Carlinhos Fidelis, Djalma Jr., Guilherme Sá, Jorgito Sapia, Marcelo Carvalho, Ricardo Mello, Tedinho, Roni Valk e Zé da Lata.
“Acho interessante um projeto que se proponha lembrar o trabalho de compositores, em sua maioria amadores, que fazem sucesso no Carnaval de rua, mas que têm outras atividades durante o ano. No Carnaval, produzem crônicas bem-humoradas, críticas ácidas, e releituras irreverentes da história recente no Rio de Janeiro, do Brasil e do mundo”, observa Jorge Sapia, presidente do bloco Meu Bem Volto Já. “Queremos suprir um pouco a falta de Carnaval este ano e criar um registro das memórias de desfiles passados e dessa festa maravilhosa que os blocos de rua construíram”, completa Teresa Guilhon Barros, diretora do Escravos da Mauá.
Sobre os blocos Meu Bem Volto já e Escravos da Mauá
O Bloco carnavalesco “Meu Bem, Volto Já” foi criado em 1994 por um grupo de moradores do Leme, no Rio de Janeiro, como parte das comemorações do centenário do bairro. Foi um dos pioneiros da denominada retomada do Carnaval de rua no Rio de Janeiro, e seus desfiles são folclóricos e concorridíssimos. Desde 2010, desfila com uma ala de baianas iluminadas e divertidíssimas. O Escravos da Mauá foi criado no Carnaval de 1993, por um grupo de amigos, quase todos funcionários do INT – Instituto Nacional de Tecnologia, que tem sede na Avenida Venezuela, nos arredores da Praça Mauá. Próximo dali, na Rua Camerino, ficavam os mercados de escravos nos séculos 18 e 19. Seus sambas sempre lembram os personagens e a história dos bairros portuários, e seus desfiles são carregados de tradição e reverência aos ancestrais e à arte pública. A agremiação tem parceria com a Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades, formada por artistas de rua que também desenvolvem um trabalho de inclusão social por via da capacitação dos moradores da região portuária para desfilar nos Escravos da Mauá: são os simpáticos e alegres pernaltas ou “pernas de pau”.
Sobre Pedro Monteiro
Dramaturgo, ator e diretor, Pedro Monteiro tem dois projetos teatrais em 2021: “Meus dos Pais”, adaptação do livro homônimo de Walcyr Carrasco, vencedor do edital do Espaço “OI FUTURO”, em 2019; e “Pão e Circo”, vencedor do edital do ISS RJ 2019. Ambas as iniciativas foram transferidas para este ano devido à pandemia. Estreou, em 2016, o espetáculo “Entregue seu Coração no Recuo da Bateria”, no Teatro Municipal Gonzaguinha (Praça Onze), em uma temporada de sucesso de público e crítica. Produziu e atuou no espetáculo “Um de Nós”, em 2015. Em 2012, realizou o musical “Funk Brasil – 40 anos de Baile”, que estreou no Teatro Miguel Falabella, levando pela primeira vez uma obra sobre o movimento funk para o teatro. Este projeto foi vencedor do edital de montagem cênica do governo do Estado do RJ 2011; do Prêmio Myriam Muniz da Funarte 2012; do edital do SESI 2014; do edital do Governo do Estado do Rio de Janeiro para iniciativas artísticas ligadas ao funk; e do pitching Favela Criativa em 2015. Em sua trajetória, totaliza mais de 100 apresentações. Antes, estreou a peça teatral “Os Ruivos”, no Espaço Cultural Sérgio Porto em 2008, que depois fez turnê nacional. Em parceria com a produtora Cavídeo, lançou em 2009 “Vida de Balconista”, primeiro longa-metragem que estreou na plataforma celular. Com direção de Pedro Monteiro e Cavi Borges e protagonizado por Mateus Solano, a obra ficcional participou do Festival do Rio em exibição especial no cinema Odeon pelo segmento “Novos Rumos”.
Ficha técnica
Roteiro e direção: Pedro Monteiro
Idealização: Pedro Monteiro e Teresa Guilhon Barros
Arranjos: Daniel Scisinio
Músicos convidados: Tiago Prata e Daniel Scisinio
Texto de apresentação dos blocos: Andrea Estevão e Jorge Sapia
Locução: Jorge Jeronymo
Estúdio de gravação: Irmãos Bassini
Editor do programa: JC Oliveira
Videoclipes: Humberto Scisinio
Intérpretes: Anderson Feife, Dorina e Nina Rosa
Comentarista convidada: Rita Fernandes
Curadoria e seleção musical: Teresa Guilhon e Jorge Sapia
Animação: Igor Betine
Designer: Isabel Lippi
Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)
Realização e Produção: Blocos “Escravos da Mauá” e “Meu Bem Volto Já”
Patrocínio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Especial de Cultura e Ministério do Turismo por meio da Lei Aldir Blanc.
Serviço:
Do Leme à Praça Mauá — Histórias e músicas do carnaval carioca
Temporada: de 12 de fevereiro a 22 de fevereiro
Exibição: Diariamente, às 17h no Canal do Youtube “Histórias e Músicas do Carnaval Carioca” (https://bit.ly/3qmUBUs). Na estreia, serão exibidos dois episódios. Os vídeos ficaram disponíveis no canal após a exibição.
Ingressos: gratuitos




Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, mais de 300 milhões de pessoas no mundo sofrem de Depressão, sendo que no Brasil o transtorno atinge em torno de 12 milhões de pessoas, maior índice da América Latina. Flavia Souza, atriz, coreógrafa, coordenadora da Associação Cultural Grupo Afrolaje leva à cena esta temática com enfoque na população negra que diante de uma estrutura social racista, vive o problema de forma invisibilizada, tornando-se ainda mais vulnerável num contexto pandêmico. A montagem tem participação especial da cantora e jongueira Daniella Gomes (Grupo Afrolaje) e direção de Tatiana Tiburcio. A apresentação será seguida de uma mesa sobre o tema, ao vivo, com Flavia Souza e Tatiana Tiburcio.
Sinopse: Com elementos da performance, dança e artes visuais, Tempestuosa Depressagem discorre sobre as subjetividades da saúde mental a partir de um recorte racial, com especial foco nas mulheres e suas dificuldades em identificar e tratar essa questão.
Serviço: O Que? Tempestuosa Depressagem, apresentação acompanhada de uma roda de conversa com Flavia Souza e Tatiana Tiburcio Quando? 27de agosto, quinta -feira – 19h Onde? Canal do Sesc RJ – youTube https://www.youtube.com/user/portalsescrio Duração: 30 minutos \\ Classificação: Livre

A pergunta que não quer calar é a seguinte: será que o jogador de futebol Kevin Marins de foi o pivô da separação entre Fernanda Oliver e seu marido Brunno Di Olive?. O fato é que a modelo e o jogador, se conheceram em Dubai, no final do último contrato do Lateral esquerdo, e de lá pra cá, eles não se desgrudaram mais. Tanto que a Fernanda, vem nesses últimos meses dando a entender em suas redes sociais, que ja não estava morando com o seu Ex, o empresário Brunno Di Olive. Eles foram vistos em clima de romance na cidade natal da Fernanda em Uberaba-MG, saindo de um shopping onde fizeram compras juntos. Nas fotos elas aparecem apenas conversando, não tem nada de beijo ou algo que podemos dar a nota uma conotação de romance. Mas, onde há fumaça, há fogo não é mesmo?. Só nos resta torcida, para os próximos capítulos dos pombinhos.
Kevin já passou por times como o BAHIA, Emirados Árabes, China e EUA e mesmo com pouca idade, o jogador possui contrato com multa rescisória estupenda no valor inerente a 300 milhões de reais com grupo empresarial que é detentor do atleta. Inclusive corre um burburinho nos bastidores do mundo futebolístico, que ele é o novo Marcelo Vieira do Real Madrid por ter uma performance tão boa jogando nesta posição. Já a Fernanda Di Olive ficou conhecida por ser a rainha desta nova onda das lojas virtuais de todo o mundo, as (E-commerce), e também em todos os sites de compras internacionais que usamos a exemplo do ‘Mercado livre’, ‘Ali Express’ e o ‘Amazon’. O rosto da modelo é mais visto por ela ter abraçado a ideia desde o inicio de sua carreira internacional no distrito de Shanghai na China. 





