Lançamento novo CD de Lica Cecato

Com “Quero Querer”, Lica Cecato comemora quatro décadas na música com show exclusivo no teatro Sérgio Porto no Rio de Janeiro.

Gravado com o arranjador e multi-instrumentista Paulo Calasans, a cantora e compositora recebe em três canções a italiana Mariella Nava, Zeca Baleiro e Zélia Duncan.

QUERO QUERER, LICA CECATO

            O marco para a contagem dos 40 anos de carreira comemorados agora no álbum “Quero Querer” é pragmático. O momento, na Itália, em 1978, no qual a música se transformou no ganha-pão daquela jovem paulistana que chegara à terra de seus ancestrais a fim de estudar desenho.

            Quatro décadas depois, uma dezena de CDs lançados, shows pelo mundo afora e encontros nos estúdios e nos palcos com um verdadeiro quem é quem da música contemporânea, Lica celebra esse trajeto de forma direta e orgânica. “Quero querer” reúne parte do que ela criou nos últimos anos  e  ainda a regravação de uma de suas primeiras composições, “Amor adolescente”, samba-canção escrito na adolescência e  desde então sempre pedido pelos instrumentistas com quem tem trabalhado. Tudo registrado no aconchegante estúdio que ela mantém no Rio, ao lado de um companheiro de tantas viagens musicais, o homem-banda Paulo Calasans.

            Em três canções, convidados especiais se juntam para duetos. Zeca Baleiro, que Lica conheceu abrindo um concerto dele na Città della Musica, em Roma, está  na faixa-título e de abertura do disco. Já “Voglio volere” (a versão em italiano de “Quero querer” que volta no fim do CD como bônus) conta com a voz de Mariella Nava, cantora e compositora conhecida no Brasil pelo sucesso “Per amore”. Enquanto Zélia Duncan participa de “Choro sentido”.

            Ainda sobre Calasans, que também assina arranjos, produção musical e gravação (e é o autor da sinuosa e cheia de bossa melodia de “Até você”), o tecladista está, de alguma forma, ligado à história da artista antes mesmo de ambos terem noção disso. Certo dia, jogando conversa dentro, descobriram que seus pais, então crianças e prodígios, tinham tocado juntos no orquestra do coreto dirigido em Jundiaí pelo avô paterno de Lica, Rizzieri Ceccato.

            Se a música sempre esteve presente na vida dessa filha de um saxofonista e neta de um maestro, o retrato completo da artista revela uma  mulher de perfil renascentista,  igualmente atuante e talentosa como designer, escritora, fotógrafa e artista plástica. Não por acaso, como que fechando um ciclo, a capa de “Quero querer” utiliza o desenho-pintura “Danjoo”, de uma recente série de trabalhos nos quais ela usa a técnica japonesa Katagami.

            Mas, essa profunda imersão na cultura do Japão é outra das muitas histórias de Lica Cecato. Agora, a hora é das 12 canções de “Quero querer” –  e ainda a faixa-bônus, “Voglio volere”, versão em italiano da que abre e dá título ao disco -, num leque que se abre em samba, choro, balada, funk-jazz, bossa, toada e rumba. Diversidade embalada pelo sotaque musical visceralmente brasileiro dessa cidadã do mundo. Bossa do século XXI.

Outras histórias

            Recém-estabelecida na Itália como cantora e violonista, Lica Cecato viveu a proeza de abrir um concerto do lendário jazzman Sun Ra (EUA, 1914-1993), então liderando sua Arkestra, o revolucionário grupo que fundiu jazz, psicodelismo e world music.  Este foi um dos muitos encontros musicais de Lica nessas quatro décadas, incluindo também participações em eventos e festivais ao lado do grupo de jazz de vanguarda Art Ensemble of Chicago e de pianistas e compositores de jazz como o canadense Paul Bley e o cubano Omar Sosa.

        Nos discos autorais que lançou, os três últimos também editados no Brasil. “Pimenta rosa” (2005), “Copacabana” (2009) e “Gingabytes” (2010) , Lica tem trocado figurinhas com alguns dos principais instrumentistas contemporâneos. Gente como os guitarristas/violonistas Romero Lubambo (com quem dividiu, em 2006, o álbum “Live in Europe), Hélio Delmiro, Heitor TP  e Vernon Reid (este, do grupo Living Colour); os baixistas Richard Bona, John Patitucci,  Celso Pixinga, Marcelo Mariano e Arthur Maia; os bateristas Carlos Bala, Will Calhoum (outro do Living Colour) e Rodney Holmes; os tecladistas Paulo Calasans e José Lourenço; o percussionista Armando Marçal;  e o trompetista Jessé Sadoc.

            Marcando presença também nas artes plásticas e na literatura, Lica tem a paixão pelo Japão como um dos motores desse trânsito constante entre atividades artísticas. Imersão profunda que a levou a estudar o idioma, que, hoje, fala, lê e escreve. Parte dessa experiência é relatada pela própria no livro “Mais outra” (Giostri Editora, 2014). Um delicioso diário de bordo de uma de suas viagens ao país, entremeado com breves perfis de alguns dos muitos amigos-gurus que encontrou através da vida.                                       

Antônio Carlos Miguel (jornalista especializado em música desde meados dos anos 1970, é membro votante do Grammy Latino e do conselho do Prêmio da Música Brasileira)

 Serviço Show:

Voz e violão: Lica Cecato

Direção Musical, Teclados e Arranjo: Paulo Calasans

Participação especial (violão, gaita e vocal): Alexandre Cecato

DIA: 21 de Abril

Horário: 20:30h

Local: Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto

Endereço: Rua Humaitá, 162    Humaitá RJ

Telefone: (21) 2266-0896

Classificação: livre

Ingressos somente no dia: não haverá venda online

Realização: Amalia Tarallo, Lica Cecato e Prefeitura do Rio de Janeiro

www.licacecato.com

 Ficha Técnica do CD:

Lica Cecato voz, composição Paulo Calasans arranjo, produção musical, gravação, composição (Até você)

Mariella Nava , Zeca Baleiro e Zélia Duncan participações especiais.

Lica Cecato e Amalia Tarallo produção executiva

Todas as composições e letras de Lica Cecato, com exceção de Até você (música Paulo Calasans e letra Lica Cecato) e Voglio Volere (música Lica Cecato e letra de Lica Cecato, Donatella Castellani, Marino Cancellari)

Renato Bologna mixagem e masterização

François Acquirolli, Roberto Cecato, Tatsuhiko Doi, Reto Güntli, Marcos Hermes, Paulo Jabur, Marco Rodrigues, Ayako Takaishi, Jean Marc Volta, Bob Wolfenson fotografias

Roberto Cecato foto no texto de apresentação

Lica Cecato ilustrações

Gerson Costa design

Antonio Carlos Miguel texto do encarte, release

CLAUDETTE SOARES & AYRTON MONTARROYOS se apresentam na Sala Municipal Baden Powell

CLAUDETTE SOARES & AYRTON MONTARROYOS fazem única apresentação na Sala Municipal Baden Powell No dia 18 de abril

claudette soares e ayrton montarroyos

 Duas grandes vozes de duas gerações diferentes se juntam num show que passeia pelo melhor da música popular brasileira de todos os tempos.

Um encontro inusitado que tem dado muito certo pelos palcos do Brasil com duas figuras muito originais da música brasileira.

 E Então… Claudette Soares e Ayrton Montarroyos

Ela, um ícone da Bossa Nova, completou recentemente 80 anos e continua em forma, em plena atividade, e acaba de lançar o álbum “Canção de Amor”, inspirado no mais recente livro de Ruy Castro, que conta a história e as histórias do samba-canção.

Ele com apenas 22 anos, lançou no ano passado seu elogiado primeiro disco, depois de ter ficado famoso em todo Brasil sendo finalista da penúltima edição “The Voice”, chamando atenção pelo repertório refinado e pela personalidade de sua voz.

A idéia do encontro nasceu depois de uma apresentação na TV em que os artistas homenagearam Dalva de Oliveira, na ocasião do centenário da artista, em 2017.  O que parecia ser um encontro inusitado, se transformou numa parceria com muitas coisas em comum, principalmente no que diz respeito ao repertório e a paixão que os artistas possuem pelos grandes clássicos da MPB e pelo piano.

Para formatar o show, o produtor e idealizador do projeto, Thiago Marques Luiz convidou o renomado pianista Vitor Araújo, considerado um dos melhores do Brasil, da nova geração. Um acompanhamento perfeito para Claudette, a “cantora dos pianistas”, que lançou tantos músicos consagrados, como César Camargo Mariano e Eumir Deodato, e para Ayrton, que teve Vitor entre os arranjadores de seu primeiro disco.

Números solos e duos dão o tom do roteiro que passeia pelas últimas seis décadas da MPB e inclui alguns dos clássicos que consagraram a carreira de Claudette, como “De tanto amor” (Roberto e Erasmo Carlos) e “Hoje”(Taiguara), além de músicas de autores novos que estão no trabalho de Ayrton.

O repertório ainda traz músicas de Paulinho da Viola (Sinal Fechado), Gilberto Gil (Mancada), Marcos e Paulo Sérgio Valle (Garra), Vinicius de Moraes e Baden Powell (Samba em Prelúdio) e Luiz Gonzaga (Qui nem Jiló).

Quando o produtor cultural Thiago Marques convidou Claudette Soares e Ayrton Montarroyos para uma apresentação conjunta, ambos os cantores se questionaram sobre a proposta. “Tenho mais de 50 anos de carreira e ele 20 de idade. Além do mais, o rapaz tem quase 1,90 m de altura e eu, pouco mais de um 1,50m”, ponderou Claudette. Já o cantor pensou: “Eu sou tenor e ela contralto”.Daí ambos pensaram: “Será que vai dar certo?”.

E não é que deu!? Desde a primeira vez que se apresentaram juntos, a empatia e a sintonia entre uma das musas da Bossa Nova e o finalista do programa The Voice, da TV Globo, foi total.

“Com 5 anos de idade, eu já ouvia Claudette no rádio”, diz Montarroyos. “Adorava ouvi-la, assim como a outros ídolos, como Dalva de Oliveira, Angela Maria e Cauby Peixoto. Neste show, mesclaremos grandes clássicos da música brasileira das décadas de 50, 60 e 70, com canções mais modernas que fazem parte do meu repertório.”

“Nossa apresentação tem três momentos distintos”, conta Claudette. Em dois deles, Ayrton e eu cantamos sozinhos e, em outro, formamos um dueto, no qual os versos das canções mostram a admiração que temos mutuamente, como em “Samba em Prelúdio”, de Vinicius de Moraes e Baden Powell, e “Você”, de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli.

CLAUDETTE SOARES é uma dos mais importantes personagens da bossa nova.  Começou sua carreira  no final dos anos 1950, quando foi convidada por Sylvinha Telles para substituí-la como cantora do Plaza (RJ). Na casa noturna, dividiu o palco com Luís Eça, João Donato, Baden Powell e Milton Banana, entre outros músicos.
Gravou dezenas de discos (alguns deles com se parceiro Dick Farney) e teve quase todos eles relançados em CD na Europa e no Japão. No momento trabalho “Canção de Amor”, seu novo CD inspirado no mais recente livro de Ruy Castro, “A Noite do Meu Bem”, que conta a história do samba-canção.

  Ayrton Montarroyos ficou famoso por suas interpretações televisivas de clássicos da música nacional, como “Força Estranha” e “Carinhoso”, no programa “The Voice Brasil”, onde foi vice-campeão. Automaticamente, foi alçado ao posto de ícone do resgate desse belo cancioneiro nacional. Só que esta é uma visão diminuta de sua capacidade.

O repertório do seu disco alterna novos compositores com clássicos da música brasileira, como em “Alto Lá”, de Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Sombrinha, pagode com letra séria transformado em tango com arranjo do incrível Artur Verocai. Ayrton extrai simplicidade e sossego de “Vamos Ficar Sol”, composição de Tibério Azul. Se ele foi alçado ao posto de esperança do resgate de canções dos conhecidos anos dourados, esta deixa de ser uma verdade indissolúvel com “E Então”, composta pela mesma geração de Ayrton, de Tiné. Suas leituras, essas sim têm aquele toque de bom gosto dos anos de ouro da cultura brasileira, apesar de ser uma música composta nos últimos anos.

O lado dramático de Ayrton fica exposto em “Não me Arrependo”, de Caetano Veloso. Talvez o (magistral) piano de Vitor Araújo seja uma das vozes da canção. Trabalho intrincado do produtor Thiago Marques Luiz, conhecido por trabalhar com grandes nomes da música como Cauby Peixoto e Ângela Maria. Engraçado é que até Marques Luiz sai da sua zona de conforto nesse disco. Percebe-se um produtor atento ao tempo e sensível as aparentes (e boas) mudanças de rota que Ayrton toma no meio do seu trilhar.

Serviço:

CLAUDETTE SOARES & AYRTON MONTARROYOS

Data: Dia 18 de Abril/2018

Quarta Feira 19h

Local: Sala Municipal Baden Powell

Av. Nossa Senhora de Copacabana, nº 360 – Copacabana

Capacidade: 489 lugares

Preço dos Ingressos: R$ 80,00 / R$ 40,00 (estudantes, jovens até 21 anos e a partir de 60, moradores de Copacabana e usuários do MetroRio).

 Venda de ingressos na bilheteria do teatro ou pela Ticket Mais

Duração: 70 minutos

Classificação: Livre

Gênero: Show Musical

PEÇA LEVA O INQUIETANTE UNIVERSO DE HILDA HILST AO PALCO DA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

PEÇA LEVA O INQUIETANTE UNIVERSO DE HILDA HILST AO PALCO DA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

Com direção e dramaturgia de Luciana Lyra, Fabiana Pirro estrela solo poético em tributo à escritora paulista

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 13 a 29 de abril (sexta a domingo), sempre às 19h, o espetáculo Obscena, um encontro com Hilda Hilst, escrito e dirigido pela pernambucana Luciana Lyra. Com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal, o solo poético apresenta a lírica da escritora paulista por meio de uma diversidade de linguagens artísticas, partindo da intersecção entre teatro, música, literatura, vídeo e artes plásticas, numa estética multidimensional.

Em cena, a atriz Fabiana Pirro, conterrânea da diretora, dá vida a Líria, uma mulher de 40 anos que transborda de desejo e dialoga com presenças e ausências. Um desejo que se expõe em convergência entre o sagrado e o profano. Como outros narradores-personagens de Hilda Hilst, ela está mergulhada num fluxo de consciência fragmentado, num lugar em que surgem os homens-fantasmas de sua vida: Avô, Pai, Filho e Deus.

A montagem surgiu da inquietação de Fabiana Pirro em adentrar no universo da poetisa, dramaturga e ficcionista Hilda Hilst, reconhecida como um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea. Na peça, o universo masculino é visitado e desejado em cena. As figuras do Pai, do Filho e do Amor são as linhas grossas deste bordado. A vida da escritora é misturada com a da atriz, que se deságua num texto profundamente humano.

“Quando comecei a adentrar na poesia da Hilda, fiquei muito impressionada. Vi que eu tenho muito dessa mulher. Ela veio como uma luz, trazendo em sua obra questões sobre as quais eu queria falar no palco, como a relação com o masculino, Deus, o amor e a loucura”, diz Fabiana Pirro. “Na sua linguagem, muitas vezes considerada hermética, Hilda nos faz perguntas fundamentais, tais como sobre a solidão e estranheza diante do comportamento humano, a perplexidade de pertencer à mesma espécie que abriga simultaneamente vilões, santos, heróis e demasiada truculência. Só por meio da pergunta e do exercício constante na busca do entendimento podemos pretender algum significado”, completa a atriz.

O projeto teve início em janeiro de 2014, com uma minuciosa pesquisa sobre a poética de Hilda Hilst. Intérprete e diretora passaram uma temporada na Casa do Sol – chácara, em Campinas, na qual a escritora viveu e onde hoje funciona o instituto que leva seu nome – e, em seguida, na Mostra Hilda Hilst de Prosa e Poesia, em Recife, imersas no universo hilstiano.Obscena estreou na capital pernambucana em janeiro do ano seguinte e, desde então, já viajou para a Paraíba, Portugal e São Paulo.

Produzida pela Janela Gestão de Projetos em parceria com a Duas Companhias, Obscena, um encontro com Hilda Hilst tem o design de luz criado por Luciana Raposo; direção musical e paisagens sonoras desenvolvidas por Ricardo Brazileiro; figurino de Virgínia Falcão; preparação corporal de Silvia Góes e direção de arte da atriz Nada Menezes.

 

Ficha técnica:

Atriz: Fabiana Pirro

Direção e dramaturgia: Luciana Lyra

Design de luz: Luciana Raposo

Operador de luz: Kelson Santos

Paisagem sonora: Ricardo Brazileiro

Operador de som: Ernesto Filho

Técnica de Projeção: Lorena Pirro

Cenotécnico: Mário Almeida

Figurino: Virgínia Falcão

Preparação Corporal: Sílvia Góes

Filmografia: Ernesto Filho e Renata Pires

Design gráfico: Tito França e Dida Maia

Fotografia: Renato Filho (Retouching Studio)

Produção local: Maria Siman (Primeira Página Produções)

Assistente de produção local: Fernanda Silva

Produção executiva: Fernanda Ferrario e Dida Maia (Janela Gestão de Projetos)

Direção de produção: Fabiana Pirro

Concepção: Fabiana Pirro (Duas Companhias)

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

 Fotos: https://goo.gl/mYhDkg (crédito: Renato Filho – Retouching Studio)

 

Serviço:

Obscena, um encontro com Hilda Hilst

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Lotação: 176 lugares (mais 4 para cadeirantes)

Datas: 13 a 29 de abril de 2018 (sextas, sábados e domingos)

Horários: 19h

Duração: 50 min

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h

Classificação indicativa: 16 anos

Acesso para pessoas com deficiência

Aricia Silva revela que fez diversas terapias para entender por que está solteira
Aricia Silva revela que fez diversas terapias para entender por que está solteira
Jovem, linda e com um corpo escultural! Aricia Silva é, sem dúvidas, um retrato da beleza da mulher brasileira. O que muitos questionam, no entanto, é por que a ex-Panicat está solteira se é tão cobiçada e bonita.
“Essa é uma pergunta que venho me fazendo todos os dias há um bom tempo (risos). Quem me acompanha nas redes sociais sabe que é muito claro na minha vida a insatisfação de ser solteira, bem como a maneira leve e extrovertida que aprendi a lidar com isso. Nos últimos anos fiz diversos tipos de terapias e procurei vários profissionais a fim de encontrar a resposta justamente para esta pergunta. Psicólogos, psicanalistas, terapias holísticas e por último, na minha opinião o mais eficiente de todos, um coach”, revela a modelo.
“Depois de muito pensar e estudar sobre a minha própria realidade, tinha total consciência de que eu era uma menina jovem, desejada, orgulho da família, exemplo e inspiração na vida de muitas pessoas, no entanto não me sentia completa. Foi aí que procurei o coach Igor Carvalho e pedi para que ele me provasse, racionalmente, com base nos seus estudos, que sim, eu já nasci completa. E que a minha plenitude e felicidade depende única e exclusivamente só de mim”, explica Aricia Silva.
A catarinense de 24 anos diz ainda que, quanto mais famosa, menos acesso as pessoas têm à ela: “De fato eu sou cobiçada e acredito que, estar solteira ainda, tem a ver com o meu trabalho e com a exposição do corpo que ele sempre exigiu, ao estereótipo que criou-se em relação às Panicats. A fama não me bloqueia porque ela é só uma consequência. O trabalho e o meio em que vivo acredito que bloqueia um pouco sim. Chega uma hora que a nossa vida se resume a empresários, assessores, produtores, maquiadores, cabeleireiros e contratantes. Só muda o look do dia e o destino do voo. A vida social fica meio bloqueada mesmo, mas faz parte. Acho válido passar por essa fase para alcançar os meus objetivos. Assim como em qualquer trabalho e em qualquer outro tipo de emprego. Cada escolha, uma renúncia né?!”.
Por fim, Aricia Silva afirma que ser famosa atrai homens de todos os tipos: “Homens interessantes, curiosos, deslumbrados, loucos, assim como atrai para todo mundo. A diferença é a exposição. Todo mundo sabe da minha vida mesmo eu nem sendo tão famosa assim. Basta dar um Google para a pessoa saber dos meus gostos, onde eu estou no momento… Se a pesquisa for dedicada sabe até do meu perfume antes de chegar perto de mim (risos)”.
Jane Duboc lança álbum “DUETOS” com grandes nomes da música

Jane Duboc lança álbum “DUETOS” com grandes nomes da música no Teatro Rival Petrobras

Projeto,  produzido por Daniel Figueiredo,  conta com as participações de Roupa Nova, Toquinho, Oswaldo Montenegro,

Jay Vaquer, Mafalda Minnozzi, entre outros

Uma das cantoras mais respeitadas da MPB, Jane Duboc, lançou recentemente o álbum “Duetos”, reunindo grandes ídolos e amigos que fizeram parte de sua brilhante carreira para dar um toque a mais de emoção. O show de lançamento será no Teatro Rival Petrobras, dia 12 de abril no Rio de Janeiro.

trabalho conta com as participações de Toquinho, Oswaldo Montenegro, Roberto Menescal, Roupa Nova, Keco Brandão, Bianca Gismonti, Carlos Malta, Celso Fonseca, Claudio Damatta, Egberto Gismonti, Erika Ender, Fabio Jr, Frank Colón, Jay Vaquer, Jefferson Lescowich, José Staneck, Júlio Cesar, Júlio Falavigna, Madalena Salles, Mafalda Minnozzi, Paulo Ricci, Marina Elali e Nelson Faria. A primeira música de trabalho será “Clube da Esquina” com o Roupa Nova – junto com o áudio será lançado um clipe com o making off da gravação.

A partir desta data, a faixa estará disponível nas principais plataformas digitais, e o CD nas lojas de todo Brasil e também no site do Daniel Figueiredo.

O produtor Daniel Figueiredo foi a peça que faltava para iniciar o álbum, e a parceria dos dois, essencial para o projeto criar corpo. “É uma bênção ter essa liberdade toda para trabalhar, principalmente nesse estúdio fascinante e com pessoas incríveis”, diz Jane. Para Daniel, participar desse projeto está sendo uma honra“É maravilho estar ao lado de uma pessoa tão talentosa, humilde e querida além de ser uma das maiores cantoras do mundo. Quando ouvi a Jane tocando piano no meu estúdio eu senti que faltava na carreira dela um disco mais ‘Jane’ possível”, diz o produtor. “Queríamos explorar todo o potencial dela e só adicionar participações super especiais, completa Luiz Helênio, Produtor Executivo do disco.

Natural de Belém, Jane possui grande experiência musical e uma carreira marcante na MPB. Além de inúmeros discos e CDs autorais, ela já realizou shows pelo Brasil e exterior. O novo álbum tem releituras de músicas já consagradas e também promete uma música inédita. “É um CD intimista e cheio de amor, por trazer pessoas que fizeram parte da minha vida e da minha carreira”, comenta Jane. “Duetos” foi lançado com o apoio de financiamento coletivo, em que o público compra o disco com antecedência.

SERVIÇO

Evento: Show de lançamento do álbum “DUETOS”

Quando: 12/04 – quinta-feira, às 19h30
Local: Teatro Rival Petrobras

Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia

Censura: 16 anos
Lotação: 400
Telefone: (21) 2240-4469

Ingressos: a partir de 
R$50 (inteira)
R$25 (estudante / idoso / professor da rede municipal / Funcionário Petrobras)

Ingressos online: https://goo.gl/b8iSuJ

Canções Sem Letras Alex Meirelles & Chico Costa no Teatro Armando Gonzaga
Fotos Cacau Fernandes

Canções sem Letras é o encontro de Alex Meirelles, compositor, arranjador e tecladista, com Chico Costa, saxofonista e intérprete, em torno das composições instrumentais de Alex Meirelles.

São músicas que evidenciam melodias românticas, vestidas com sofisticadas harmonias e suave ambientação sonora.

A interpretação dos temas por Chico Costa – nos saxofones tenor, alto e soprano – é sensível, respeitando a vasta riqueza melódica – fundamento do trabalho. Alex Meirelles supre a base instrumental com seus teclados, tecendo com belos timbres a harmonia e as linhas de baixo.

O repertório é composto por temas como “Sereia do Leblon”, “Duas Asas Delta”, “English Lavender”, “Oju Obá”, “A Volta”, composições inéditas de Alex Meirelles e conta ainda com “Coisas nº 9” (Moacir Santos) e “Obrigado Toninho” (Paulo Muylaert), que se harmonizam perfeitamente com o mood do trabalho. O concerto é suave, convidando a todos para uma viagem musical tranquila e relaxante. Duração de aproximadamente 60 minutos.

* Sinopse da apresentação em até 200 caracteres

Canções sem Letras é o encontro do tecladista e compositor Alex Meirelles com o saxofonista e intérprete Chico Costa. Melodias românticas vestidas com sofisticadas harmonias sonoras.

Alex Meirelles

Nascido em 16/03/55 no Rio de Janeiro. Estudou música no conservatório Brasileiro de Música, na Uni Rio e UFRJ. Gravou mais de 63 discos ou Cds, fez shows com muitos artistas e é tecladista do Cidade Negra.

Parceiro de 25 anos de Paulo Moura. Foi regente substituto do próprio na Missa dos Kilombos em 1988, mega espetáculo nos Arcos da Lapa. Participou da gravação do Cds Rio Nocturnes e Gafieira e etc e Tal(como compositor), Paulo Moura e Ociladocê interpretam Caymmi(arranjador e tecladista), Fruto Maduro (tecladista), Estação Leopoldina (produtor musical e arranjador),Cd este que foi indicado ao Grammy Latino, Alento(como compositor de 7 das 9 faixas, arranjador e multi instrumentista), este foi o último disco que o maestro gravou. Além dos Cds trabalhou como compositor em inúmeros projetos com o maestro. Trilhas sonoras de cinema: O Rato Rei, de Silvio Autuori, Parahyba Mulher Macho de Tizu ca Yamazaki, O Bom Burguês de Oswaldo Caldeira, Paulo Moura Alma Brasileira documentário de Eduardo Escorel. Para Teatro, ainda com o maestro, fez Dois perdidos Numa Noite Suja de Plínio Marcos montagem de Anselmo Vasconcellos como pianista e compositor.

Participou dos Cds:

– Martinho da Vila – Martinho da Vila , Martinho da Vida, Martinho da Vila do Brasil e o Mundo, DVD- Martinho da Vila , Cidade Negra e Emicida no Rock in Rio

– Zizi Possi – “Sobre Todas as Coisas” também fez shows desse Cd (como pianista).

– Cidade Negra – gravou todos os 13 Cds da banda, participou dos DVds, tocou no Rock in Rio duas vezes com a Banda, Hollywwod Rock, Festival Atlantida em SC, Montreaux na Suíça(por duas vezes) e muitos outros com mais de trinta mil espectadores cada. Inúmeros programas de TV e de rádio.

– Marcos Suzano – gravou Flash, Sambatown, Marcos Suzano e Takashi Numazawa. Fez duo que se apresentou em diversos Festivais, no Rio, Bahia, Espanha, Uruguai, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo.

– Nara Leão- Cd Meu ”Samba Encabulado“

– Vanessa da Mata o Cd ”Segue o Som“

– Violoncelista e cantor Lui Coimbra, Cd ”Ouro e Sol”.

-Guitarrista Marcos Amorim, Cd “O Boto“. – Compositor e cantor japonês Miyazawa o Cd ”Afrosick”.

– Compositor e rapper Jovi Joviniano, Cd “O Outro’

– Flautista e clarinetista Dirceu Leitte Cd “Doce de Leitte”

Outros artistas: João de Aquino(2 cds), Alfredo Karam(3 cds), Digital Dubs, Antonio Santanna, Papa Ricky, Carla Gomes, 2Toiévscky, Banda Negril(2cds), Suburbanda (3cds), Banda Espectro, Cannibal Trê, Teatro do Som(4 cds), Renato Rocha, Claudio Birra, Repôlho(2 cds), Boato, Nada Pessoal.

Cds autorais: Autofocus, Radio Random, Murundu e Mafuah

Chico Costa

Bacharel em Saxofone pela Uni-Rio, na classe do Prof. Marco Túlio (2009/2012), Chico Costa iniciou seus estudos musicais em 1983, com Idriss Boudrioua e Nivaldo Ornelas. Acompanhou artistas e grupos como O Rappa, Eduardo Dussek, Claudette Soares, Daúde, Kátia B., Alex Meirelles, Dôdo Ferreira, Ronaldo Diamante, entre outros. Integrou os grupos Karvan, Africa Obota, Africa Gumbê, Orquestra de Sax e Teatro do Som. Tocou e gravou com Claudia Telles, Roberto Menescal, Elymar Santos, Paulinho da Viola, Garganta Profunda, Jorge Benjor, Fábio Jr., Fafá de Belém, entre outros. Tem dois cds solo gravados, o 2Toiévsky Toca Caetano (Visomdigital) e Melody Sax Vol. 1 (Imagem/Eldorado/SevenMusic). Estudou fla uta transversa com Sergio Barrenechea. Foi produtor musical nas rádios MEC e Grande Tijuca, produzindo e apresentando programas de jazz e música instrumental brasileira. Atualmente é professor de sax e flauta nas escolas MusiMundi, Cigam e Escola Sesc de Ensino Médio – Projeto Uzina (prática de conjunto e Orquestra Popular).

Última apresentação do Show DAMAS DO HUMOR E DA CANÇÃO com Berta Loran e Jane Di Castro, na Sala Baden Powell, em Copacabana

JANE DI CASTRO comemora 70 anos de vida na ultima apresentação do show

“DAMAS DO HUMOR E DA CANÇÃO” ao lado da atriz  BERTA LORAN  no próximo domingo

dia 08 de abril/2018, 19h na Sala Baden Powell, em Copacabana.

Que sucesso estão fazendo as atrizes Berta Loran e Jane Di Castro no show DAMAS DO HUMOR DA CANÇÃO, na Sala Baden Powell. (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360 – Copacabana).

Dois dias antes da estreia (no dia 23/03), a atriz veterana Berta Loran completou 92 anos e quase 80 anos de carreira,  agora, no próximo sábado, dia 07 de abril, será a cantora e atriz Jane Di Castro que completará 70 anos de idade e mais de 50 de carreira artística.

É pra comemorar, não?!

Berta Loran está em cena cantando, contando piadas, dançando e emocionando o público quando recita o seu poema “Set Atriz”,ao final de cada apresentação do show “DAMAS DO HUMOR E DA CANÇÃO’.

foto de Luiz Alberto

Jane canta ‘Emoções’ de Roberto e Erasmo Carlos, ‘La Vie En Rose’ e ‘Non, Je Ne Regrette Rien’ do repertório de Edith Piaf, ‘Balada do Louco’ dos Mutantes, ‘Bastidores’ do Chico Buarque de Hollanda eternizado na voz do Cauby Peixoto, ‘Devolvi’ de Adelino Moreira, do repertório de Nubia Lafayette entre muitas outras canções que poderão variar a cada apresentação.

A ideia do show surgiu logo depois da participação de Jane na festa em homenagem aos 90 anos da atriz veterana Berta Loran, em 2016, quando foi lançado sua biografia – BERTA LORAN: 90 ANOS DE HUMOR –  escrita pelo produtor e jornalista João Luiz Azevedo.

O que, inicialmente seria uma pequena participação de Jane no show da Berta, transformou-se em uma grande parceria no palco… uma dupla do humor e da canção, como o título do show, tão bem sugere.

As duas atrizes estão lindas e felizes em cena… cada uma delas com seu encanto e emoção.

Quem foi, aplaudiu de pé!

 

SERVIÇO:

DAMAS DO HUMOR E DA CANÇÃO

Com Berta Loran e Jane Di Castro

Acompanhamento do músico Lucio Mariano

Dia 08 de abril 2018

Horário: Domingos 19h

Ingressos: R$60,00 (inteira) e R$30,00 ( estudantes, jovens até 21 anos e a partir dos 60 anos)

Duração: 90 minutos;

Classificação indicativa: Livre

Local: Sala Municipal Baden Powell

Capacidade: 469 lugares

Endereço: Av. Nossa Srª de Copacabana, 360 – Copacabana

Gênero: Show Humor e Musica.

Jesuton part. esp. AfroJazz (Teatro Rival Petrobras)

Jesuton começou a fazer sucesso cantando nas ruas do Rio de Janeiro usando apenas um amplificador. Vídeos de suas performances de canções de Adele, Amy Winehouse, Rolling Stones e outros, viralizaram pela internet. De canção em canção, a britânica de alma carioca conquistou seu espaço no célebre mundo da música. Agora ela volta ao Teatro Rival Petrobras, na Cinelãndia, na próxima sexta, dia 06 de abril, às 19h30, apresentando “HOME” (Som Livre), seu terceiro álbum, o primeiro autoral. O show vibrante e pra cima tem a participação especial dos metais do AfroJazz, na banda.

A cantora pisa no palco estrelar do Rival Petrobras após uma apresentação arrebatadora no festival Lollapalooza. O novo disco fala sobre deslocamento, viagem, mudança, movimento e, simultaneamente, sobre busca, reconhecimento e construção do lar. “Home” remete às andanças da artista pelo mundo e à busca por um lugar para chamar de lar. “Aprendi que esse é um conceito altamente fluido”, explica. Carregado de poesia e reflexões sobre seu espírito livre, as músicas são um carinho nos ouvidos.

Em parceria com Mario Caldato, produtor de Jack Johnson e Seu Jorge (Don’t Think So), o álbum revela o universo e a alma viajante da cantora. O título “Home”, que também é o nome de uma das principais faixas do disco, remete à busca da artista por seu lugar no mundo. Filha de mãe jamaicana e pai nigeriano, Jesuton sempre teve dois interesses marcantes: a curiosidade pela cultura latina e a paixão pela música. Depois de viajar por vários países veio ao Brasil por alguns meses, em 2012, onde acabou se estabelecendo.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 06 de abril (Sexta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô/VLT: Estação Cinelândia

Ingressos: Setor A: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia*) | Setor B: R$ 60 (inteira), R$ 40 (200 primeiros pagantes) e R$ 30 (meia*) | Setor B – laterais: R$ 50 (inteira), R$ 25 (meia*)

Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j

Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários Petrobras

Pato Fu apresenta “Não Pare Pra Pensar “ no Rio de Janeiro Show acontece dia 5 de abril, no Teatro Rival Petrobras

Com 25 anos de estrada, o Pato Fu não cansa de se reinventar. A banda mineira que já se destacou nas principais premiações nacionais, conquistou um Grammy Latino, vendeu discos de ouro e emplacou canções em trilhas de novela, é conhecida por se manter incansavelmente original; John, guitarrista e principal compositor do grupo, define: “Somos a mesma banda. Não somos mais a mesma banda.”

O grupo mineiro formado por Fernanda Takai (voz), John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo), Glauco Mendes (bateria) e Richard Neves (teclados), já foi considerada pela Revista TIME como uma das dez melhores bandas do mundo fora dos Estados Unidos, e vem colecionando hits autorais – entre eles Canção Pra Você Viver MaisSobre o TempoPerdendo DentesAntes Que Seja TardeSimplicidadeDepois e Made in Japan – além de ganhar notoriedade pela criatividade e originalidade em suas regravações, a exemplo de Ando Meio Desligado (Os Mutantes), ou Eu Sei (Legião Urbana).

Para o show que acontece no próximo dia 5 de abril (Quinta), no Teatro Rival, o Pato Fu apresenta seus maiores sucessos junto de canções do mais recente álbum, Não Pare Pra Pensar, o mais dançante da carreira. Neste trabalho, elementos eletrônicos se juntam a riffs poderosos de guitarras e baterias possantes. “Timbres de eletrônica são muito legais e estão cada vez mais fáceis de usar. Tinha tudo a ver com esse disco, que tem muito rock, guitarras cruas, mas ao mesmo tempo tem esses sons de moogs, arpeggiators. Tentei enfiar na maioria dos arranjos deste álbum, pra dar um temperinho de dance music”, explica John. Fernanda está bem feliz com o clima do mais recente disco. “Acho que ele tem uma mensagem bem positiva. Uma recarga de energia para a gente e para quem o escutar”, diz.

O Pato Fu é com certeza uma das bandas brasileiras mais fiéis às suas origens. O motivo? Com a palavra, John Ulhoa: “Acho incrível que a gente tenha feito sucesso com um projeto tão improvável como prometia ser pelo som do primeiro disco. Tenho certeza de que é um privilégio, mas, ao mesmo tempo, penso que certas escolhas que fizemos ao longo da carreira vão fazendo com que seja possível a gente sempre estar perto daquilo de que gostamos e longe do ‘fazer por conveniência’. Muitas vezes optamos por um caminho menos óbvio no lado comercial, torcendo para que nossos palpites encontrassem eco em outras pessoas. Lá no começo dizíamos que queríamos uma carreira longa e digna. Acho que já posso dizer que conseguimos. Como diria Spock: ‘Live long and prosper’”, conclui.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 5 de abril, (quinta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô: Estação Cinelândia

Ingressos: A partir R$50 (inteira) / R$25 (meia, estudante/Idoso/Professor da Rede Pública/Funcionário Petrobras) e R$25 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)

Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j
Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública

Sesc Copacabana apresenta “Maria!”, uma ode ao cronista e compositor Antônio Maria
Inez Viana dirige Claudio Mendes no espetáculo “Maria!”, uma ode a Antônio Maria, cronista admirável e compositor dos mais notáveis
Estreia dia 12 de abril, quinta-feira, no Mezanino do Sesc Copacabana
“Maria!” chega neste momento em que o primeiro samba-canção completa 90 anos
 
Na TV Globo, Claudio Mendes está na novela “O Outro Lado do Paraíso” e foi escalado “O Tempo não para”, próxima novela das 19h

O Mezanino do Sesc Copacabana recebe, de 12 de abril a 6 de maio, quinta a sábado às 21h e domingo às 20h, o espetáculo “Maria!”, com dramaturgia e atuação de Claudio Mendes. A peça é uma organização das crônicas e canções de Antônio Maria, costuradas de modo a constituírem um enredo. O tempo cronológico do espetáculo é o de um dia na vida de Maria, o dia de seu aniversário, mas suas lembranças é que dão o tom biográfico que cria o enredo da peça. “Maria!” resgata o poeta e o traz de volta à luz no seu “palco original”, Copacabana, bairro no qual viveu a maior parte de sua vida. Em cena, Claudio Mendes atua em um palco em forma de arena, acompanhado pela violoncelista Maria Clara Valle. A direção é de Inez Viana.

– Falar do Maria hoje é, de certa forma, entrar em contato com um Rio menos ansioso e violento, onde o que reina na noite são os boêmios e os poetas -, comenta Inez Viana.

O espetáculo começa com o artista voltando para casa, um apartamento de quarto e sala em Copacabana, com o dia amanhecendo, vindo de mais uma noitada boêmia. Faz uma ode ao Rio de Janeiro, cidade que escolheu para viver e também critica seu abandono. Antes de dormir fala sobre cansaço, velhice e sua vida irrequieta. Adormece, enfim, e ao acordar entre as várias tarefas que tem para cumprir, escrevendo crônicas para a rádio e para o jornal, conversa sobre feiura, velhice, solidão, amor, trabalho, dívidas, insatisfações. Sem conseguir escrever uma linha, nem sobre si mesmo, ele abre o seu diário e relembra o Carnaval de sua infância no Recife, sua chegada ao Rio de Janeiro, na Lapa dos anos 40, cheio de deslumbramentos. Ao anoitecer ele sai de casa, vai cair no Sacha’s, como sempre, e lá encontra seus amigos: Vinícius, Di Cavalcanti, Maysa e lamenta a perda de sua amiga querida, Dolores Duran, de quem se recorda com muita saudade. Dia amanhecendo, nosso cronista volta para casa pela orla, onde o “colar de pérolas” ainda aceso vai se apagando com a luz da manhã. Ele fala sobre Copacabana, bairro onde morou boa parte de sua vida e onde morreu. Chegando em casa ele só quer o merecido descanso, o sossego. É apenas mais uma noite de sono, mas podemos imaginar que possa ser a última. O Menino Grande deixa-nos um último samba, melancólico, mas cheio de humor, como era o próprio Antônio Maria.

A respeito de sua atuação, Claudio Mendes comenta que “não há uma tentativa de mimetizar o personagem Antônio Maria, reproduzindo sotaques, trejeitos e voz, porém o texto é todo dito em primeira pessoa. Então, é o Antônio Maria na voz do ator Claudio Mendes.” E citando seu envolvimento com este trabalho Claudio diz que “minha alma colou na do Maria desde a primeira leitura. Nesse espetáculo quero tentar traduzir para o teatro, toda beleza, poesia, humor, acidez, ironia, a graça das palavras deste grande cronista, poeta e compositor. Quero emprestar a ele o meu melhor, como ele me deu o melhor que havia nele e fazê-lo chegar às pessoas. Acho o momento perfeito para se ouvir Antônio Maria.”

Pequena biografia de Antônio Maria

Nascido em 17 de março de 1921, no Recife, Antônio Maria foi um dos maiores craques literários de todos os tempos. Cronista admirável, com pleno domínio e intimidade com a sonora língua portuguesa, falava e escrevia com exigência de estilo, beleza poética e técnica de mestre.

Seu primeiro emprego, aos 17 anos, foi o de apresentador de programas musicais na Rádio Clube Pernambuco. Em 1940, se muda para o Rio de Janeiro para ser locutor esportivo na Rádio Ipanema. Em 1947, se torna diretor artístico da Rádio Tupy. Convocado por Assis Chateaubriand foi o primeiro diretor de produção da TV Tupi, inaugurada em janeiro de 1951. Durante mais de 15 anos, escreveu crónicas diárias para O Jornal. Em 1952, Maria foi um dos primeiros contratados da Rádio Mayrink Veiga. Em 1957, com Ary Barroso, apresentou o programa “Rio, Eu Gosto de Você”, na TV Rio. No Jornal O Globo, em 1959, manteve a coluna Mesa de Pista, tendo então se transferido para o Última Hora.

Antônio Maria foi ainda compositor dos mais notáveis da música popular brasileira, também ali seu estilo se fazia presente: sambas, sambas-canção, valsas, frevos e alguns prenúncios da bossa nova, que fizeram muito sucesso no Brasil e no exterior. Maria era, além de poeta da alma humana, um documento vivo dos costumes de sua época, incorporando em suas crônicas a linguagem do povo, enriquecendo os dicionários do nosso idioma. A noite do Rio, os modismos dos anos dourados, os seus “personagens”, alegrias e dissabores de encontros amorosos e sua fascinação pelas mulheres, poesia, música, política, esporte, teatro, restaurantes, moda, vida social, humor, amor, está tudo em Antônio Maria, que é autor de obras-primas da música brasileira como “Valsa de Uma Cidade” e “Manhã de Carnaval”, uma das canções brasileiras mais conhecidas no exterior. Muito conhecido por suas canções dor-de-cotovelo como “Ninguém me Ama” e “Se eu Morresse Amanhã”, Maria tem uma vasta obra que inclui ainda “As Suas Mãos”, “Canção da Volta” e “Frevo nº1 do Recife”.

Antônio Maria, cardiopata desde a infância, faleceu fulminado por um enfarte do miocárdio  na madrugada de 15 de outubro de 1964, em Copacabana, quando se dirigiu para o Le Rond Point.

Claudio Mendes, ator

Claudio Mendes é ator com mais de 30 anos de carreira e 70 espetáculos realizados com diretores como Amir Haddad e Aderbal Freire-Filho, seus parceiros mais frequentes e dos quais se considera um discípulo, tendo sido dirigido também por André Paes Leme, Moacir Chaves, Luis Artur Nunes, Bia Lessa e muitos outros. Claudio Mendes está indicado como melhor ator coadjuvante ao Prêmio APTR por seu trabalho em “Agosto”. Está na nova série brasileira da NETFLIX, “O Mecanismo”, direção de José Padilha, que estreia dia 23 de março, e no elenco de três filmes que serão lançados em 2018: “Simonal”, de Leonardo Domingues, protagonizado por Ísis Valverde e Fabrício Boliveira, “Carlão e Carlinhos”, de Pedro Amorim, com Luís Lobianco à frente do elenco, e “Um Animal Amarelo” de Felipe Bragança. Atualmente está na novela “O Outro Lado do Paraíso”, da TV Globo e foi escalado para a próxima novela das 19h, “O Tempo não para”, também da Globo.

Inez Viana, direção

Inez Viana tem mais de 30 anos de profissão. É atriz, cantora e diretora com várias indicações e prêmios conquistados. Seu talento como atriz é reconhecido entre colegas, público e crítica, a exemplo do sucesso “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, espetáculo de 2007, com o qual tem feito várias temporadas e apresentações, festivais e turnês pelo Brasil. Artista importantíssima no cenário teatral carioca, Inez tem muitas contribuições ao teatro nacional como a participação no Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, grupo consagrado nos anos 90, dirigido por Aderbal Freire-Filho. É fundadora e diretora da Cia OmondÉ que, com 8 anos de trajetória e 6 espetáculos em repertório, atualmente prepara, para junho de 2018, a montagem de “A Mentira”, texto de Nelson Rodrigues, inédito no Teatro.

Ficha Técnica

Autor: Antônio Maria
Dramaturgia: Claudio Mendes
Direção: Inez Viana
Elenco: Claudio Mendes
Instrumentista: Maria Clara Valle
Assistente de Direção: Marta Paret
Direção Musical: Ricardo Góes
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurino: Flavio Souza
Produção: Barbara Montes Claros
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Silvana Andrade
Fotos e Vídeo: Elisa Mendes

Mídias Sociais: Rafael Teixeira
Realização: J.R. Mac Niven Produções Ltda.

Serviço

Local: Mezanino do Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro
Informações/tel.: 2547-0156
Temporada: 12 de abril a 6 de maio

Dias: Quinta a sábado às 21h e domingo às 20h
Ingressos: R$ 7,50 (Associados do SESC) e R$ 30,00 (casos previstos em lei pagam meia)
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 70 minutos
Lotação: 80 pessoas