Jesuton part. esp. AfroJazz (Teatro Rival Petrobras)

Jesuton começou a fazer sucesso cantando nas ruas do Rio de Janeiro usando apenas um amplificador. Vídeos de suas performances de canções de Adele, Amy Winehouse, Rolling Stones e outros, viralizaram pela internet. De canção em canção, a britânica de alma carioca conquistou seu espaço no célebre mundo da música. Agora ela volta ao Teatro Rival Petrobras, na Cinelãndia, na próxima sexta, dia 06 de abril, às 19h30, apresentando “HOME” (Som Livre), seu terceiro álbum, o primeiro autoral. O show vibrante e pra cima tem a participação especial dos metais do AfroJazz, na banda.

A cantora pisa no palco estrelar do Rival Petrobras após uma apresentação arrebatadora no festival Lollapalooza. O novo disco fala sobre deslocamento, viagem, mudança, movimento e, simultaneamente, sobre busca, reconhecimento e construção do lar. “Home” remete às andanças da artista pelo mundo e à busca por um lugar para chamar de lar. “Aprendi que esse é um conceito altamente fluido”, explica. Carregado de poesia e reflexões sobre seu espírito livre, as músicas são um carinho nos ouvidos.

Em parceria com Mario Caldato, produtor de Jack Johnson e Seu Jorge (Don’t Think So), o álbum revela o universo e a alma viajante da cantora. O título “Home”, que também é o nome de uma das principais faixas do disco, remete à busca da artista por seu lugar no mundo. Filha de mãe jamaicana e pai nigeriano, Jesuton sempre teve dois interesses marcantes: a curiosidade pela cultura latina e a paixão pela música. Depois de viajar por vários países veio ao Brasil por alguns meses, em 2012, onde acabou se estabelecendo.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 06 de abril (Sexta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô/VLT: Estação Cinelândia

Ingressos: Setor A: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia*) | Setor B: R$ 60 (inteira), R$ 40 (200 primeiros pagantes) e R$ 30 (meia*) | Setor B – laterais: R$ 50 (inteira), R$ 25 (meia*)

Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j

Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários Petrobras

Pato Fu apresenta “Não Pare Pra Pensar “ no Rio de Janeiro Show acontece dia 5 de abril, no Teatro Rival Petrobras

Com 25 anos de estrada, o Pato Fu não cansa de se reinventar. A banda mineira que já se destacou nas principais premiações nacionais, conquistou um Grammy Latino, vendeu discos de ouro e emplacou canções em trilhas de novela, é conhecida por se manter incansavelmente original; John, guitarrista e principal compositor do grupo, define: “Somos a mesma banda. Não somos mais a mesma banda.”

O grupo mineiro formado por Fernanda Takai (voz), John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo), Glauco Mendes (bateria) e Richard Neves (teclados), já foi considerada pela Revista TIME como uma das dez melhores bandas do mundo fora dos Estados Unidos, e vem colecionando hits autorais – entre eles Canção Pra Você Viver MaisSobre o TempoPerdendo DentesAntes Que Seja TardeSimplicidadeDepois e Made in Japan – além de ganhar notoriedade pela criatividade e originalidade em suas regravações, a exemplo de Ando Meio Desligado (Os Mutantes), ou Eu Sei (Legião Urbana).

Para o show que acontece no próximo dia 5 de abril (Quinta), no Teatro Rival, o Pato Fu apresenta seus maiores sucessos junto de canções do mais recente álbum, Não Pare Pra Pensar, o mais dançante da carreira. Neste trabalho, elementos eletrônicos se juntam a riffs poderosos de guitarras e baterias possantes. “Timbres de eletrônica são muito legais e estão cada vez mais fáceis de usar. Tinha tudo a ver com esse disco, que tem muito rock, guitarras cruas, mas ao mesmo tempo tem esses sons de moogs, arpeggiators. Tentei enfiar na maioria dos arranjos deste álbum, pra dar um temperinho de dance music”, explica John. Fernanda está bem feliz com o clima do mais recente disco. “Acho que ele tem uma mensagem bem positiva. Uma recarga de energia para a gente e para quem o escutar”, diz.

O Pato Fu é com certeza uma das bandas brasileiras mais fiéis às suas origens. O motivo? Com a palavra, John Ulhoa: “Acho incrível que a gente tenha feito sucesso com um projeto tão improvável como prometia ser pelo som do primeiro disco. Tenho certeza de que é um privilégio, mas, ao mesmo tempo, penso que certas escolhas que fizemos ao longo da carreira vão fazendo com que seja possível a gente sempre estar perto daquilo de que gostamos e longe do ‘fazer por conveniência’. Muitas vezes optamos por um caminho menos óbvio no lado comercial, torcendo para que nossos palpites encontrassem eco em outras pessoas. Lá no começo dizíamos que queríamos uma carreira longa e digna. Acho que já posso dizer que conseguimos. Como diria Spock: ‘Live long and prosper’”, conclui.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 5 de abril, (quinta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô: Estação Cinelândia

Ingressos: A partir R$50 (inteira) / R$25 (meia, estudante/Idoso/Professor da Rede Pública/Funcionário Petrobras) e R$25 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)

Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j
Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública

Sesc Copacabana apresenta “Maria!”, uma ode ao cronista e compositor Antônio Maria
Inez Viana dirige Claudio Mendes no espetáculo “Maria!”, uma ode a Antônio Maria, cronista admirável e compositor dos mais notáveis
Estreia dia 12 de abril, quinta-feira, no Mezanino do Sesc Copacabana
“Maria!” chega neste momento em que o primeiro samba-canção completa 90 anos
 
Na TV Globo, Claudio Mendes está na novela “O Outro Lado do Paraíso” e foi escalado “O Tempo não para”, próxima novela das 19h

O Mezanino do Sesc Copacabana recebe, de 12 de abril a 6 de maio, quinta a sábado às 21h e domingo às 20h, o espetáculo “Maria!”, com dramaturgia e atuação de Claudio Mendes. A peça é uma organização das crônicas e canções de Antônio Maria, costuradas de modo a constituírem um enredo. O tempo cronológico do espetáculo é o de um dia na vida de Maria, o dia de seu aniversário, mas suas lembranças é que dão o tom biográfico que cria o enredo da peça. “Maria!” resgata o poeta e o traz de volta à luz no seu “palco original”, Copacabana, bairro no qual viveu a maior parte de sua vida. Em cena, Claudio Mendes atua em um palco em forma de arena, acompanhado pela violoncelista Maria Clara Valle. A direção é de Inez Viana.

– Falar do Maria hoje é, de certa forma, entrar em contato com um Rio menos ansioso e violento, onde o que reina na noite são os boêmios e os poetas -, comenta Inez Viana.

O espetáculo começa com o artista voltando para casa, um apartamento de quarto e sala em Copacabana, com o dia amanhecendo, vindo de mais uma noitada boêmia. Faz uma ode ao Rio de Janeiro, cidade que escolheu para viver e também critica seu abandono. Antes de dormir fala sobre cansaço, velhice e sua vida irrequieta. Adormece, enfim, e ao acordar entre as várias tarefas que tem para cumprir, escrevendo crônicas para a rádio e para o jornal, conversa sobre feiura, velhice, solidão, amor, trabalho, dívidas, insatisfações. Sem conseguir escrever uma linha, nem sobre si mesmo, ele abre o seu diário e relembra o Carnaval de sua infância no Recife, sua chegada ao Rio de Janeiro, na Lapa dos anos 40, cheio de deslumbramentos. Ao anoitecer ele sai de casa, vai cair no Sacha’s, como sempre, e lá encontra seus amigos: Vinícius, Di Cavalcanti, Maysa e lamenta a perda de sua amiga querida, Dolores Duran, de quem se recorda com muita saudade. Dia amanhecendo, nosso cronista volta para casa pela orla, onde o “colar de pérolas” ainda aceso vai se apagando com a luz da manhã. Ele fala sobre Copacabana, bairro onde morou boa parte de sua vida e onde morreu. Chegando em casa ele só quer o merecido descanso, o sossego. É apenas mais uma noite de sono, mas podemos imaginar que possa ser a última. O Menino Grande deixa-nos um último samba, melancólico, mas cheio de humor, como era o próprio Antônio Maria.

A respeito de sua atuação, Claudio Mendes comenta que “não há uma tentativa de mimetizar o personagem Antônio Maria, reproduzindo sotaques, trejeitos e voz, porém o texto é todo dito em primeira pessoa. Então, é o Antônio Maria na voz do ator Claudio Mendes.” E citando seu envolvimento com este trabalho Claudio diz que “minha alma colou na do Maria desde a primeira leitura. Nesse espetáculo quero tentar traduzir para o teatro, toda beleza, poesia, humor, acidez, ironia, a graça das palavras deste grande cronista, poeta e compositor. Quero emprestar a ele o meu melhor, como ele me deu o melhor que havia nele e fazê-lo chegar às pessoas. Acho o momento perfeito para se ouvir Antônio Maria.”

Pequena biografia de Antônio Maria

Nascido em 17 de março de 1921, no Recife, Antônio Maria foi um dos maiores craques literários de todos os tempos. Cronista admirável, com pleno domínio e intimidade com a sonora língua portuguesa, falava e escrevia com exigência de estilo, beleza poética e técnica de mestre.

Seu primeiro emprego, aos 17 anos, foi o de apresentador de programas musicais na Rádio Clube Pernambuco. Em 1940, se muda para o Rio de Janeiro para ser locutor esportivo na Rádio Ipanema. Em 1947, se torna diretor artístico da Rádio Tupy. Convocado por Assis Chateaubriand foi o primeiro diretor de produção da TV Tupi, inaugurada em janeiro de 1951. Durante mais de 15 anos, escreveu crónicas diárias para O Jornal. Em 1952, Maria foi um dos primeiros contratados da Rádio Mayrink Veiga. Em 1957, com Ary Barroso, apresentou o programa “Rio, Eu Gosto de Você”, na TV Rio. No Jornal O Globo, em 1959, manteve a coluna Mesa de Pista, tendo então se transferido para o Última Hora.

Antônio Maria foi ainda compositor dos mais notáveis da música popular brasileira, também ali seu estilo se fazia presente: sambas, sambas-canção, valsas, frevos e alguns prenúncios da bossa nova, que fizeram muito sucesso no Brasil e no exterior. Maria era, além de poeta da alma humana, um documento vivo dos costumes de sua época, incorporando em suas crônicas a linguagem do povo, enriquecendo os dicionários do nosso idioma. A noite do Rio, os modismos dos anos dourados, os seus “personagens”, alegrias e dissabores de encontros amorosos e sua fascinação pelas mulheres, poesia, música, política, esporte, teatro, restaurantes, moda, vida social, humor, amor, está tudo em Antônio Maria, que é autor de obras-primas da música brasileira como “Valsa de Uma Cidade” e “Manhã de Carnaval”, uma das canções brasileiras mais conhecidas no exterior. Muito conhecido por suas canções dor-de-cotovelo como “Ninguém me Ama” e “Se eu Morresse Amanhã”, Maria tem uma vasta obra que inclui ainda “As Suas Mãos”, “Canção da Volta” e “Frevo nº1 do Recife”.

Antônio Maria, cardiopata desde a infância, faleceu fulminado por um enfarte do miocárdio  na madrugada de 15 de outubro de 1964, em Copacabana, quando se dirigiu para o Le Rond Point.

Claudio Mendes, ator

Claudio Mendes é ator com mais de 30 anos de carreira e 70 espetáculos realizados com diretores como Amir Haddad e Aderbal Freire-Filho, seus parceiros mais frequentes e dos quais se considera um discípulo, tendo sido dirigido também por André Paes Leme, Moacir Chaves, Luis Artur Nunes, Bia Lessa e muitos outros. Claudio Mendes está indicado como melhor ator coadjuvante ao Prêmio APTR por seu trabalho em “Agosto”. Está na nova série brasileira da NETFLIX, “O Mecanismo”, direção de José Padilha, que estreia dia 23 de março, e no elenco de três filmes que serão lançados em 2018: “Simonal”, de Leonardo Domingues, protagonizado por Ísis Valverde e Fabrício Boliveira, “Carlão e Carlinhos”, de Pedro Amorim, com Luís Lobianco à frente do elenco, e “Um Animal Amarelo” de Felipe Bragança. Atualmente está na novela “O Outro Lado do Paraíso”, da TV Globo e foi escalado para a próxima novela das 19h, “O Tempo não para”, também da Globo.

Inez Viana, direção

Inez Viana tem mais de 30 anos de profissão. É atriz, cantora e diretora com várias indicações e prêmios conquistados. Seu talento como atriz é reconhecido entre colegas, público e crítica, a exemplo do sucesso “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, espetáculo de 2007, com o qual tem feito várias temporadas e apresentações, festivais e turnês pelo Brasil. Artista importantíssima no cenário teatral carioca, Inez tem muitas contribuições ao teatro nacional como a participação no Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, grupo consagrado nos anos 90, dirigido por Aderbal Freire-Filho. É fundadora e diretora da Cia OmondÉ que, com 8 anos de trajetória e 6 espetáculos em repertório, atualmente prepara, para junho de 2018, a montagem de “A Mentira”, texto de Nelson Rodrigues, inédito no Teatro.

Ficha Técnica

Autor: Antônio Maria
Dramaturgia: Claudio Mendes
Direção: Inez Viana
Elenco: Claudio Mendes
Instrumentista: Maria Clara Valle
Assistente de Direção: Marta Paret
Direção Musical: Ricardo Góes
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurino: Flavio Souza
Produção: Barbara Montes Claros
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Silvana Andrade
Fotos e Vídeo: Elisa Mendes

Mídias Sociais: Rafael Teixeira
Realização: J.R. Mac Niven Produções Ltda.

Serviço

Local: Mezanino do Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro
Informações/tel.: 2547-0156
Temporada: 12 de abril a 6 de maio

Dias: Quinta a sábado às 21h e domingo às 20h
Ingressos: R$ 7,50 (Associados do SESC) e R$ 30,00 (casos previstos em lei pagam meia)
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 70 minutos
Lotação: 80 pessoas
“Cargas D’água – Um Musical de Bolso” estreia em abril no Espaço Cia da Revista 
Musical autoral e inédito, escrito por Vitor Rocha, mesmo autor de Casusbelli, estreia em São Paulo no final do mês de abril.
“Cargas D’Água” é um musical inédito, autoral e regional brasileiro escrito e dirigido por Vitor Rocha (autor de Casusbelli) que, por não necessitar de grandes recursos e ter uma curta duração, é apelidado de “um musical de bolso”.
Uma história que começa bem no meio do Brasil, só que um pouquinho para cá: no sertão mineiro. Onde um menino perde a sua venerada mãe e acaba por esquecer o seu próprio nome, pois seu padrasto, agora o único membro da família, só o chama por “moleque”. Mas tudo muda quando ele faz um amigo, nada comum, um peixe, e começa a ver toda a sua história com outros olhos. Agora ele tem uma missão: levar seu amigo para ver o mar. Uma missão que seria muito fácil se ele não tivesse inventado de contornar o país inteiro por dentro antes de sair no litoral. Em sua jornada, o moleque acaba encontrando distintos personagens que o ajudam ou atrapalham, e de alguma forma, o obrigam a enfrentar os maiores medos dos homens. Entre os personagens estão Charles e Pepita, dois artistas peculiares que ajudam o moleque a dar sentido para sua jornada e consequentemente, para sua vida e também para a deles.
O musical que é curtinho, assim, de bolso mesmo, tem um elenco bem parecido, tendo no palco apenas três atores: Ana Paula Villar como Pepita, André Torquato como Moleque e Vitor Rocha como Charles, como swings do espetáculo estão Gustavo Mazzei e Victória Ariante que também assina assistencia de direção.
“Cargas D’água” possuí dez músicas autorais, de Vitor Rocha e Ana Paula Villar com produção musical de Paulo Altafim, pois todas os arranjos foram gravados e mixadas em estúdio, não tendo assim, uma banda ao vivo no palco, mas cantadas ao vivo por todos os atores em cena.
Um musical curtinho, mas que promete fazer um estrago em seu coração após assistí-lo.
O musical estreia no dia 29 de abril, no Espaço Cia da Revista, às 17h. Os ingressos custarão R$60,00 inteira e R$30,00 meia.
  • Serviço:
  • De 29 de abril a 27 de maio
  • Todos os domingos às 15h
  • Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Santa Cecilia, São Paulo – SP)
  • R$60,00 inteira e R$30,00 meia (diante a apresentação de documento)
  • Os ingressos podem ser adquiridos no local do evento uma hora antes.
  • Duração de 90 minutos
  • Ficha Técnica:
  • Idealização e Texto: Vitor Rocha
  • Letras e Músicas: Ana Paula Villar e Vitor Rocha
  • Direção: Vitor Rocha
  • Assistência de Direção: Victória Ariante
  • Direção musical e arranjos: Hector de Paula
  • Produção Musical: Paulo Altafim
  • Harmonizador: Walter Amantéa
  • Cenário: Elefante na Lata
  • Fotos e Vídeos de Divulgação: Tomaz Quaresma
  • Elenco: Ana Paula Villar, André Torquato, Gustavo Mazzei, Victória Ariante e Vitor Rocha
  • Músicos: Beatriz Schmidt, Cauê Brisolla, Fernando Bastos, Gabriel Fabbri, Hector de Paula, Ivo Vatanabe
Whindersson Nunes revela para Carol Dias que sonha em escrever uma série
A ex-Panicat Carol Dias, que lançou seu canal no YouTube há poucos meses e já possui mais de 215 mil inscritos, entrevistou Whindersson Nunes, youtuber de maior sucesso no Brasil. Ele lembrou quando esqueceu o texto  em um palco, contou qual segredo falaria para um recém-nascido e revelou que sonha em escrever uma série.
“O Whindersson é muito metódico e sistemático. Disse que lê e estuda muito as piadas que vai falar no palco. Só que ele contou que o maior mico da vida dele foi uma vez que chegou para fazer um show e esqueceu tudo o que ia falar. Deu um branco e ele começou a disfarçar com o celular na mão até lembrar”, relata Carol Dias.
“Quando perguntei o conselho que ele daria para um recém-nascido ele foi enfático: ‘Falaria para ele acreditar nos sonhos pois comecei do nada e acreditei nos meus sonhos. Falaria para meu filho ser youtuber (risos)’. Foi aí que eu brinquei: ‘É porque você quer ensinar seu filho ser milionário (risos)'”, conta a ex-Panicat.
Carol Dias também se propôs a ser tradutora de Whindersson Nunes já que ele não sabe falar inglês e perguntou o que falta na carreira dele. “Meu sonho mesmo é escrever uma série, tenho vontade de fazer isso”, disse o piauiense de apenas 23 anos.
GERO CAMILO CANTA BELCHIOR NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

 Show estreia na cidade e repertório faz releitura do disco Alucinação

 

Gero interpreta Belchior – FotoThiago Nozi

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe o show Gero Camilo canta Belchior, em duas noites de apresentações, nos dias 7 e 8 de abril (sábado e domingo), às 19h, pela primeira vez no Rio ​de Janeiro. No palco, o artista cearense interpreta o disco Alucinação (1976) na íntegra e outras músicas memoráveis lançadas por Belchior (1946-2017). O evento tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Conhecido nacionalmente pelo grande público como ator, Gero também é cantor, compositor, poeta e dramaturgo. “Sempre fui fã da obra de Belchior. Quando era adolescente via shows dele em Fortaleza e ficava fascinado. Seus vinis tomavam conta da sala de minha casa. Aprendi com ele que podia ser roqueiro sem perder a verve do canto nordestino. Moderno e cru.” conta Gero, admirador declarado do músico conterrâneo.

Neste show, Gero e a banda batizada por ele de Caroço da Aurora percorrem o disco Alucinação e outros clássicos de Belchior, como Comentário a respeito de JohnParalelasCoração Selvagem e Brasileiramente Linda.  As composições vêm com novos arranjos para uma releitura que buscaresgatar e celebrar o primor da musicalidade poética de Belchior e sua importância na música brasileira.

Belchior foi um artista enigmático. Em quase 40 anos de carreira e com uma produção de mais de 20 discos, revelou sentimentos e reflexões que embalaram gerações e ainda representam pensamentos contemporâneos sobre política e sociedade. Gero Camilo convida o público para a homenagem deste mergulho na poética visceral e revolucionária desse grande artista brasileiro.

Sobre Gero Camilo:

Cursou a Escola de Arte Dramática EAD – ECA, na USP, e alterna sua carreira com trabalhos no cinema, teatro, televisão, literatura e música. Nesta última atua desde 2007, com o lançamento do seu primeiro disco Canções de Invento.

A ampla trajetória no cinema começou ainda na EAD, com participações nos filmes Cronicamente Inviável Domésticas. Foi em Bicho de SeteCabeças, de Laís Bodanzky, que Gero Camilo se tornou conhecido do grande público. Hoje, acumula atuações em diversos filmes, como a produção hollywoodiana Chamas da Vingança, de Tony Scoth (filmado no México); Cidade de Deus, de Fernando Meireles; Madame Satã, de Karim Aïnouz;Carandiru, de Hector Babenco; e Abril Despedaçado de Walter Salles.

Em 2004, encenou a peça Aldeotas, dirigida por Cristiane Paoli Quito e com texto de autoria própria. Sucesso de público e crítica, a montagem segue em cartaz até hoje e vai virar filme em 2019. Sua publicação literária independente A Macaúba da Terra ganhou, em 2003, pela Companhia São Jorge de Variedades, a montagem As Bastianas, sendo relançada em 2013 após 10 anos de publicação. Em 2006, escreveu Cleide Eló e as Peras, extraído da mesma publicação e que recebeu a direção de Gustavo Machado.

Gero é reconhecido também pelos vários prêmios que recebeu ao longo da carreira, como o Troféu Redentor de Melhor Ator Coadjuvante, no Festival do Rio, por Hotel Atlântico (2009); o Grande Prêmio Cinema Brasil como Melhor Ator Coadjuvante, no Festival de Recife por Narradores de Javé (2003 e 2004); o Troféu Candango, no Festival de Brasília; e no Festival de Recife, como Melhor Ator Coadjuvante por Bicho de Sete Cabeças (2001).

Ficha técnica:

Voz: Gero Camilo

Sax e Flautas: Simone Julian

Bateria: Gustavo Souza

Guitarras: Rovilson Pascoal

Contra-baixo: André Bedurê

Teclado: Marcelo Castilha

Iluminação: João Nunez

Técnico de som: Bruno dos Reis

Roadie: Magrão

Artes gráficas: Carol Shimeji

Produção: Cinthia Albuquerque

Produção local:  Rodrigo Mendes

Produção executiva e geral: Flávia Corrêa

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Facebook: https://www.facebook.com/artistagerocamilo

Instagram: https://www.instagram.com/gerocamilo/

Imagens para download: http://bit.ly/FOTOSGeroCamilo

Serviço:

Show Gero Camilo canta Belchior

Datas: 7 e 8 de abril de 2018 (sábado e domingo)

Horário: ​19h

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Duração: 80 min

Telefone: (21) 3980-3815

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia

Lotação:  226 lugares (Mais 4 para cadeirantes)

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h. (As vendas de ingressos iniciam na terça-feira, dia 3, na bilheteria da CAIXA Cultural).

Classificação Indicativa:​ Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Déo Garcez “delegado de Pedra Santa” ,viverá Jesus Cristo pela quarta vez em Custódia – PE

Déo Garcez “delegado de Pedra Santa” ,viverá Jesus Cristo pela quarta vez em Custódia – PE

 

 

 

Déo Garcez, o delegado Martinho da novela “O Outro Lado do Paraíso”,  da Rede Globo, foi convidado pela quarta vez para viver Jesus Cristo em Custódia-PE, pela Paixão de Cristo. O espetáculo “Rei dos Reis”, dirigido por Plínio Fabrício, acontece no maior  teatro ao ar livre do sertão pernambucano, e espera receber, este ano, cerca de sete mil espectadores. Além de Déo, atores e figurantes da cidade integram o elenco. “Me emociona mais uma vez ser convidado por Custódia para viver o Cristo, num ato transgressor e contemporâneo ao escalar um ator negro para este personagem, tradicionalmente feito por atores brancos. Que isto sirva de exemplo às produções em outros lugares do País”, declarou o ator.

O espetáculo infantil “Contos do Mar” desembarca no Teatro Dulcina

trazendo o universo fantástico das fábulas e dos contos antigos

O Teatro Dulcina recebe, de 7 de abril a 27 de maio, sábados e domingos, às 16h, a estreia, no Rio de Janeiro, do espetáculo infantil “Contos do Mar”, com ingressos até 20 reais

Dois atores-narradores apaixonados por contar histórias, um cenário inflável, iluminação digna de conto de fadas… assim podemos começar a contar um pouco o que cabem nesses “Contos do Mar”

O universo fantástico das fábulas e dos contos antigos inspirou a construção de uma grande narrativa, utilizando contos de diversos países: Japão, Itália, Brasil e Hungria. Todos eles apresentam personagens que possuem uma relação direta com o mar: uma princesa que tem como seu bem mais precioso um incrível aquário e neste um animal misterioso que a levará a viver uma grande aventura, um jovem príncipe que atravessa o mar e todos os seus perigos para tentar  reestabelecer a saúde de sua mãe, a rainha. E uma personagem fantástica, a senhora das águas do mar, uma poderosa rainha que se apaixona, é cruel, acolhedora e vingativa.

 

O mar leva e traz, o mar adormece e acorda com seu canto de mistérios e lendas desde a sereia mais cruel até o pirata mais doce. O mesmo mar que banha o Brasil banha também as costas do Uruguai. E quando os atores da Cia Quatro Manos, a uruguaia Florencia Santángelo e o brasileiro Marcos Camelo, perceberam que tinham passado suas férias de infância mergulhados no mesmo mar, não tiveram dúvida: “vamos contar contos que aconteçam no mar!”

 

“Contos do Mar”é um instrumento alternativo na formação cultural das crianças, pois todos os elementos cênicos tem o objetivo de estimular a imaginação e a criatividade, além de conscientizar as crianças sobre a importância da arte e da literatura no mundo atual, travando com isso um diálogo entre a magia da leitura e o ambiente cotidiano da criança hoje em dia.

 

O estímulo, tanto a leitura quanto à expressão teatral, são indispensáveis para a formação cultural e humana da criança. Dividir historias e estimular novos sonhos são instrumentos que devem ser considerados para proporcionar essa formação. Assim,“Contos do Mar”reascende ou ascende na criança a magia quase perdida da leitura, que hoje é um hábito esquecido buscando, através do teatro, as relações entre as fábulas literárias e a contemporaneidade.

 

Inédito no Rio de Janeiro, “Contos do Mar” foi apresentado em 2016 no 1º Festivaliño, Montevidéu/Uruguai ena Mostra Sesc Cariri e em 2017na Mostra Criança Fringe do Festival de Curitiba e no projeto Viagem Teatral SESI SP. Em outubro de 2018 participa do Circuito Cultural Paraná.

A Cia Quatro Manos

 

Formada pelos atores e palhaços Marcos Camelo (Brasil) e Florencia Santángelo (Uruguai) a pesquisa da companhia se baseia no desejo de levar ao palco os princípios da atuação do palhaço misturados a outras linguagens como a contação de histórias, o solo narrativo e o teatro físico. O jogo como ferramenta, a busca do estado pelo corpo e a resignificação do espaço pela ação.Trabalhando a partir de textos não dramáticos, tem especial interesse na construção de uma dramaturgia autoral e contemporânea. O sofisticado e o popular a serviço do vínculo e o prazer de estar junto com o espectador, e a partir dele, construir algo novo.A companhia surge em 2012 a partir da montagem da cena curta “Acorda, amor!”,vencedora do 13º Festival Galpão Cine Horto entre outros festivais do género. Em 2013, a convite da Agentz Produções “Acorda, amor!” se transforma em espetáculo, realizando temporadas e participando de festivais dentro e fora do Brasil, conquistando diversos prêmios.Atualmente a Cia se encontra em processo de pesquisa para montagem de um novo espetáculo adulto com direção de Rodrigo Portella.

 

O diretor Flavio Souza 

 

Diretor teatral, figurinista, ator, palhaço, contador de histórias. Doutor em Teatro pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UNIRIO. Indicado ao Premio Shell de Teatro/RJ como Melhor Figurinista no ano de 2012 pelo espetáculo Os Mamutes de Jô Bilac, dirigido por Inez Viana com a Cia OmondÉ. Vencedor do Premio FITA/2012 como melhor figurinista pelo mesmo espetáculo e ainda com Mamutes indicado para o premio Questão de crítica de 2012.Realizou como diretor os espetáculos: O Cavalo Mágico (2006), PalhaSOS (2007), Pouco amor não é amor (2010), Espera-se (2010), Orlando! (2011) e tuttotorna (2012) e As Duas (2013) com o Teatro de Anônimo. Tuttotorna foi realizado em parceria com o grupo de artistas Italia- no Giulari del Diavollo, o espetáculo estreou em Pádova, Itália. PalhaSOS venceu o premio de melhor espetáculo no Fitum da Túnísia e em Perm na Rússia, Tuttotorna além de excursionar pela Itália par- ticipou do Festival Internacional de Circo do Recife na sua edição de 2012. Fez contribuições artísti- cas com a Arquitetura do Movimento da coreógrafa Andrea Jabor, com os Giullari del Diavolo, Ana Achcar e com o Projeto Enfermaria do Riso/UNIRIO.Como figurinista seus trabalhos mais recentes são: “Infancia, tiros e plumas” de Jô Bilac para a Cia OmondÉ com direção de Inez viana, “Contra o vento” de Daniela Pereira de Carvalho com direção de Filipe Vidal, “A rainha e o lugar” coreografia de Andrea Jabor, “Neurótica” com Flavia Reis direção de Marcio Trigo. “Na republica da felicidade” de Martin Crimp, direção de Felipe Vidal, “Nem mesmo todo o oceano” de Alcione Araújo com direção de Inez Viana, “Maravilhoso” de Diego Liberano com direção de Inez Viana, “Aos Domingos” de Julia Spadaccini com direção de Bruce Gomlewsky, “De- pois da Queda” de Arthur Miller com direção de Filipe Vidal, “Quebra-ossos” de Julia Spadaccini com direção de Alexandre Mello, “As conchambranças de Quaderna” de Ariano Sussuna com a direção de Inez Viana (sendo indicado ao prêmio APTR/2010 como melhor figurinista por esse espetáculo), Savana Glacial, de Jô Bilac, com direção de Renato Carrera. Assinou os figurinos de Cartas em Cena de Adriana Maia, Mangiare de Fabiana de Mello e Souza com o grupo Pedras, Festa de Família de Bruce Gomlevski.

 

Ficha Técnica

 

Atuação: Florencia Santángelo e Marcos Camelo

Direção: Flavio Souza

Dramaturgia: Flavio Souza e Marcos Camelo

Cenário e Figurinos: Flavio Souza

Iluminação: Paulo Denizot

Direção Musical: Isadora Medella

Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Design Gráfco: Raquel Alvarenga

Produção Executiva: Florencia Santángelo

Assistente de Produção: Thamires Trianom

Produção e realização: Cia Quatro Manos e Cambaxirra Filmes

 

Serviço

 

Local: Teatro Dulcina. Rua Alcindo Guanabara, 17, Centro, Rio de Janeiro

(próximo ao VLT e Metrô Cinelândia)

Temporada: 7 de abril a 27 de maio, sábados e domingos, às 16h

Ingresso: R$ 20,00 (com meia entrada para os casos previstos em lei)

Vendas na bilheteria de quarta a domingo das 14h às 19:30h

Classificação indicativa: recomendado para crianças a partir de 4 anos

Duração: 55 minutos

Espetáculo “Desejo” reestreia no Teatro Municipal Café Pequeno dia 3 de abril, 20h

Espetáculo teatral livremente inspirado na obra Um Bonde Chamado Desejo de Tennessee Williams. O projeto nasceu da necessidade de retratar as incertezas que cercam qualquer indivíduo na busca por seus sonhos e desejos mais íntimos, e também de fortalecer a importância do respeito e da representatividade, abordados numa relação homo afetiva e inter-racial.

A equipe é composta por um coletivo de artistas que se uniram em prol da arte e da diversidade, a maioria formada pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna. A peça conta com a direção e supervisão geral de Vera Lopes.

 

SINOPSE 

Um artista relembra sua história em busca do seu maior sonho: interpretar a personagem Blanche Dubois. Logo ele começa a reviver seu passado e a paixão por um diretor de teatro. A peça retrata a relação entre dois homens e as consequências de um desejo sem limites, trazendo imagens e provocações através do encontro do teatro com o cinema.

 

Ficha Técnica

Texto: Jamal D’Izéte

Direção: Vera Lopes

Elenco: Jamal D’Izéte, Daniel Vargas e Isabelle Nassar.

Cenário e Iluminação: Tarso Gentil

Figurino: Tainara Veloso

Caracterização: Wesley Brito

Trilha Sonora: Kaio Cestari e Fernando Katullo

Foto: Bruno Granato e Fernanda Oliveira

Produção: Fernanda Oliveira, Gus Marsoa, Aliny Ulbricht e Will Fernandes.

Realização: Jamal D’Izéte e Celavi Filmes

 

Serviço:

Data: 03 a 25 de abril

Horário: Terça e Quarta  – 20h

Valor do Ingresso: R$40 inteira, R$20 meia

Classificação: 16 anos

Duração: 60 min.

Local: Teatro Municipal Café Pequeno – Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Tel: 21 2294 4480

Estacionamento: Não

Horário de funcionamento da bilheteria do Teatro: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 14h às 20h

Margarita vai à luta! 30 anos de carreira da pioneira da palhaçaria feminina no Brasil

 

MARGARITA VAI À LUTA –  30 anos de carreira! – Temporada comemorativa de 15 a  29 de abril

Sábados e Domingos no Teatro Maria Clara Machado, Gávea.

Margarita é uma palhaça atrevida, ranzinza, reclamona mas tem esperança no amor e quer casar! Enche o peito e mostra que nariz vermelho é coisa séria e avisa   “Tá Tudo e Errado!  Mas a vida É Coisa  Boa”.

É do seu tonel ambulante que retira um espetáculo portátil, cheio de surpresas. Arma um ringue em pleno palco/picadeiro e vai a luta do amor, da alegria e dos direitos da mulher. A sua indumentária (Rui Cortez) se transforma conforme suas necessidades.  Embalada pelas canções de Carmem Miranda e de Gardel celebra a vitória com a plateia, dá receita e faz um bolo para comemorar seus 30 anos de Vida!

Ranzinza, atrevida, apaixonada, reclamona,

a  pioneira na palhaçaria feminina

no Brasil está completando 30 anos de carreira

Margarita recebeu seu nariz vermelho em 1988 após um curso em Buenos Aires. Desde então perambula pelas ruas do Rio e do Brasil. Foi cofundadora em 1991 e participou 10 anos d’As Marias da Graça. Mas foi em 2006, com o prêmio Carequinha que realizou seu projeto solo de dramaturgia para uma palhaça, inspirado nas gags e números clássicos de palhaços, sempre com o objetivo de mostrar que o arquétipo palhaço  pode ser também feminino!

“ Margarita Vai à Luta”  (principalmente nos dias de hoje) foi elaborado por Ana Luisa Cardoso com roteiro de Mariana Mesquita. Estreou nas ruas e praças cariocas e depois percorreu várias cidades brasileiras e em diversos teatros, praças e picadeiros!

Realizou o Circuito Quero Botar Meu Nariz Vermelho na Estrada – em 3 estados, 15 cidades, 3ª Mostra de Artes do Estado do Rio em 5 cidades.

E sendo pioneira na palhaçaria feminina no Brasil foi convidada para diversos Encontros e Festivais. Em 2017 foi convidada para o 10° Ciclo de Mulheres Palhaço– na Escola de Circo Chapitô, Lisboa(Portugal).

Citada nos livros: História do Circo no Brasil, Elogio da Bobagem de Alice Viveiros de Castro, Palhaço Bomba de Hugo Possolo, Palavra de Palhaço Ana Achcar, Artigo na Revista Anjos do Picadeiros.

Margarita está completando 30 anos de vida e vai celebrar fazendo a  primeira temporada do “Margarita Vai À Luta” no Teatro Maria Clara Machado com  supervisão de cena de Beto Brown.

Ficha técnica

Palhaça Margarita: Ana Luísa Cardoso.

Criação, realização e atuação: Ana Luísa Cardoso

Roteiro: Mariana Mesquita

Figurinos e Adereços : Rui Cortez

Supervisão de cena: Beto Brown

Fotos: Alcindo Giandinoto e Marcio Martins

 

 

Serviço

 

Margarita vai à luta – 30 anos de carreira

 

Dias : 14 e15; 21 e 22; 28 e 29 de abril. Sábados e domingos.

Horário: sempre às 16 h.

Local: Teatro Maria Clara Machado |

Planetário da Gávea | AV.Padre Leonel Franca, 240| Gávea.

Telefone: 21.22747722

Ingressos: R$20,00 e R$10,00

Lotação: 120 pessoas

JORNAL ALAGOAS