Carnaval internacional: Rainha da Alegria da Zona Sul participa da folia em Paris

Anny Santos será rainha  da escola Azulinha durante os festejos fora de época na Cidade Luz

A folia não tem data para acabar na agenda de Anny Santos. A empresária, que vive na Alemanha e será rainha de bateria pelo segundo ano consecutivo na Alegria da Zona Sul, aceitou o convite da escola de samba Azulinha e reinará também na agremiação durante o Carnaval de Paris, que acontecerá no dia 01 de julho.

 

– Desde que voltei à Europa sigo conectada ao Carnaval, seja no Brasil ou aqui. São experiências novas e muito gratificantes porque, mesmo a quilômetros de distância, continuo em contato com a minha cultura e minhas raízes. E, ao mesmo tempo, sigo praticando o samba para quando chegar ao Brasil estar afiada, diz a rainha da vermelho e branco da Zona Sul.

Com coroação prevista para setembro, Anny, mesmo de longe, faz questão de estar antenada com os preparativos da escola para o próximo Carnaval.

– A Alegria me conquistou e eu estou muito feliz de estar mais um ano integrando este time. Estou lendo sobre a Umbanda para entender bem todos os significados desta religião, diz a empresária que , no último fim de semana, participou de evento para escolha da rainha de bateria da escola de samba francesa.

Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara’ estreia dia 22 de junho no Teatro Candido Mendes,

Inspirado em figuras reais e respeitadas do Ceará, o espetáculo ‘Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara’ estreia dia 22 de junho no Teatro Candido Mendes, em Ipanema

Com direção de Isaac Bernat, montagem teve origem em pesquisa feita pelas atrizes Clara Santhana e Paula Cavalcanti nas cidades  de Quixadá e Quixeramobim (CE), onde moram os profetas. Bernat e Clara retomam a bem-sucedida parceria iniciada em ‘Deixa Clarear, Musical sobre Clara Nunes’, há cinco anos em cartaz e visto por mais de 200 mil espectadores

Realizada por homens e mulheres muito respeitados no sertão nordestino, a previsão do clima é uma atividade enraizada na cultura cearense e em outros estados da região, reverenciada por toda a comunidade e passada de geração em geração. As personalidades que detém esse conhecimento são conhecidas como ‘Profetas da Chuva’. Suas previsões meteorológicas, feitas a partir da observação da natureza, têm o importante papel de anunciar à população local como será o clima do ano que virá. Essas figuras, que encantam por seu saber empírico, simples e profundo, motivaram a criação do espetáculo ‘Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara’, que estreia dia 22 de junho, no Teatro Candido Mendes, com pesquisa, texto e atuação de Clara Santhana e Paula Cavalcanti e direção de Isaac Bernat. O diretor e Clara retomam a bem-sucedida parceria iniciada em ‘Deixa Clarear, Musical sobre Clara Nunes’, há cinco anos em cartaz e visto por mais de 200 mil espectadores.

A pesquisa, com supervisão de Nara Keiseman, começou quando as atrizes Clara Santhana e Paula Cavalcanti estudavam na UniRio e leram o livro ‘Profetas da Chuva’, de Karla Patricia Holanda Martins. O processo durou cinco anos (de 2007 a 2012) e incluiu duas viagens da dupla para as cidades de Quixadá e Quixeramobim, no Ceará, onde moram os profetas. Lá conheceram Chico Mariano e Paroara, ouviram muitas de suas histórias, e os elegeram os protagonistas do espetáculo. Depois de anos, a dupla retornou a pesquisa para criar um espetáculo que busca um ambiente de proximidade entre público e personagens. Na trama, os protagonistas conversam sobre a vida, suas experiências e seus métodos de previsão meteorológica.

“Falar dos Profetas da Chuva é experimentar no corpo um conhecimento vivido por muitas gerações. Eles têm palavras profundas e certeiras sobre a vida. São sábios. Com seus olhos maduros, observam os sinais da natureza e fazem um balanço do que está por vir. A população estremece ao ouvir suas previsões”, descreve a atriz Clara Santhana, que há cinco anos vive a cantora Clara Nunes nos palcos e que, agora, dá vida a Chico Mariano. “Entrar em contato com a pesquisa feita há anos no sertão do central do Ceará, na cidade de Quixadá, é me reconectar com a força ancestral presente naquelas vozes proféticas”.

A atriz Paula Cavalcanti, que interpreta Paroara, foi quem primeiro teve contato com o livro e incentivou o início da pesquisa. “Profetas da Chuva é um encontro de almas. Eles promovem, através da tradição oral, o sentimento de acolher com as palavras. Assim me senti desde que conheci o livro, e esse sentimento se confirmou quando tivemos a oportunidade de encontrar pessoalmente Paroara, Chico Mariano e outros (as) Profetas no Quixadá. Retomar esse encontro com as personagens enche meu coração de alegria e esperança. A sabedoria popular e sua riqueza são nossa pérola preciosa que nos motiva a dizer em cena as palavras desses senhores conectados com a natureza e toda sua grandiosidade.”

O diretor Isaac Bernat acredita que o espetáculo vai mostrar ao público a sabedoria popular dos profetas, que é muito respeitada na região, mas desconhecida por muitos no Sudeste do país. “Em Quixadá e Quixeramobim, viveram personalidades como Rachel de Queiróz e Antônio Conselheiro, então é uma região muito significativa e mística. É um lugar onde a oralidade é importante para resgatar memórias e tradições. Os Profetas da Chuva têm um olhar para os fenômenos da natureza que não é o clássico, mas existe uma ciência ali, que vem da observação da natureza. Com este espetáculo, original e poético, resgatamos um pouco do Brasil ainda desconhecido por muitos e preservamos nossa ancestralidade, nossas origens”, observa o diretor Isaac Bernat. Completam a equipe criativa Laura Becker (assistente de direção), Nara Keiserman (orientação de pesquisa), Aurélio de Simoni (Iluminação) e Desiree Bastos (cenário e figurino).

Sinopse

 Dois Profetas da Chuva — Chico Mariano e Paroara, vividos por Clara Santhana e Paula Cavalcanti — conversam sobre suas experiências de previsão meteorológica e os métodos utilizados na observação da natureza. Filosofam sobre a vida e o tempo, com falas bem-humoradas e momentos de música ao vivo. O ambiente é de proximidade entre personagens e público, que atua como testemunha de suas profecias.

Ficha técnica:

Texto e atuação: Clara Santhana e Paula Cavalcanti

Direção: Isaac Bernat

Assistência de direção: Laura Becker

Orientação de pesquisa: Nara Keiserman

Iluminação: Aurélio de Simoni

Cenário e figurino: Desiree Bastos

Produção executiva: Leandro Carvalho

Fotos: Mateus Gomes

Programação visual: Leandro Carvalho

Direção de Produção: Naine Produções

Assessoria de imprensa: Racca Comunicação

  • Serviço:
  • Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara
  • Temporada:  De 22 de junho a 29 de julho.
  • Teatro Candido Mendes: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema
  • Telefones: 2523-3663.
  • Dias e horários: Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h.
  • Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).
  • Lotação: 103 pessoas
  • Duração: 1h
  • Classificação indicativa: Livre
  • Funcionamento da bilheteria: Diariamente, a partir das 14h.
  • Vendas online: https://ticketmais.com.br/
XANGAI FAZ SHOW-TRIBUTO AOS REIS DO RITMO NORDESTINO NA CAIXA CULTURAL DO RIO DE JANEIRO

Cantor e compositor baiano homenageia Jackson do Pandeiro e Jacinto Silva em duas apresentações

Foto Renan Perobelli

É no ritmo do coco e do baião que a CAIXA Cultural do Rio de Janeiro recebe, nos dias 23 e 24 de junho de 2018 (sábado e domingo), às 19h, o show Xangai: afiando a língua com os reis do ritmo. Em duas apresentações, o cantor, compositor e violonista baiano Xangai invoca toda a informalidade e a riqueza poética características do Nordeste com uma homenagem a dois expoentes da música popular nordestina: Jackson do Pandeiro e Jacinto Silva. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

 Mesclando obras já conhecidas do público, Xangai oferecerá à plateia carioca interpretações das canções de Jackson e Jacinto, incluindo algumas já gravadas por ele. O violonista Ricardo Vieira, o flautista João Liberato e o percussionista Ricardo Hardmann acompanham o artista no palco.

 O músico já recebeu a láurea de Melhor Cantor na categoria Regional na edição de 2016 do Prêmio da Música Brasileira e seu álbum mais recente,Xangai, ficou entre os três indicados para o prêmio de Melhor Disco. Seu violão “pinicado”, os malabarismos vocais, a grande capacidade de improvisação e a simplicidade trazida do berço fazem dele uma figura ímpar na música brasileira.

 

Os homenageados:

Paraibano, Jackson do Pandeiro se notabilizou como cantor de cocos, baiões, rojões, xaxados, sambas e marchinhas de carnaval, e teve grande sucesso na década de 1950. É autor de O Canto da Ema, gravada por Lenine; Na Base da Chinela, cantada por Elba Ramalho; e Lágrima, célebre na voz e no violão de Chico Buarque. Por todo o talento e influência na música popular, ficou conhecido como o “rei do ritmo”, firmando um estilo particular onde desafiava o tempo, introduzia divisões e quebrava o canto para alongar ou comprimir a métrica.

 E se Jackson do Pandeiro sacudiu as estruturas da música popular brasileira com a força da embolada nordestina, o alagoano Jacinto causou menos repercussão no país, apesar de ter gravado 24 discos e composto mais de 200 músicas. Jacinto teve seu auge nas décadas de 1960 e 1970, sendo uma espécie de discípulo de Jackson. Como o mestre, era também versátil e dominava vários ritmos e estilos nordestinos.

 

Jacinto popularizou várias modalidades de coco, com destaque para o coco sincopado – gênero musical que fundia trava-língua com pique de embolada. Usando uma divisão rítmica peculiar, interpretava canções que possuíam armadilhas capazes de enrolar a língua daquele que não tivesse o talento típico dos emboladores. Somente no fim da vida, na década de 1990, teve um reconhecimento mais amplo e hoje pode ser considerado uma grande referência na música popular nordestina e brasileira.

 Ficha técnica:

Violão: Ricardo Vieira

Flauta: João Liberato

Percussão: Ricardo Hardmann 

Coordenação de Produção: Gabriela Góes

Técnico de som: Carlos Caji

Iluminação: Katia Barreto

Programação visual: Gabriel Leite

Realização: Maracujá Cultural

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

 Serviço:

  • Show Xangai: afiando a língua com os reis do ritmo
  • Datas: 23 e 24 de junho de 2018 (sábado e domingo)
  • Horário: 19h
  • Duração: 90 min
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia. A venda de ingressos começa no dia 19 de junho (terça-feira).
  • Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)
  • Classificação Indicativa: Livre
  • Acesso para pessoas com deficiência
Exposição mostra histórias de amor, superação e empoderamento de mães brasileiras

Exposição Retratos de Mãe, da fotógrafa Andréa Leal e curadoria de Simone Silvério, mostra dezoito  histórias reais dos desafios, dores, belezas da maternidade. A mostra conta com um  aplicativo de realidade aumentada que exibe um vídeo de cada mãe contando sua trajetória de amor, luta e superação

Áurea: essa é a história de uma mulher que imergiu no mundo da microcefalia para fazer a diferença. Foto: Andrea Leal

Uma parteira, de  80 anos, ícone do parto humanizado, que já realizou mais de seis mil procedimentos, uma jovem mãe  negra que cria sozinha a filha e defende a venda de mais bonecas negras nas lojas infantis. Histórias reais escritas pela premiada  jornalista Sílvia Bessa fazem  parte de uma exposição de fotos do projeto Retratos de Mãe, criado em 2017 pela fotógrafa pernambucana Andréa Leal, e que teve curadoria da   fotógrafa paulista Simone Silvério. Pela primeira vez em São Paulo, a exposição gratuita acontece de 13 de junho a 13 de julho na Galeria Studio Trend, no Alto de Pinheiros, em São Paulo.

A mostra reúne dezoito casos reais que marcam  momentos de amor e cumplicidade entre mães e filhos – biológicos ou adotivos.  “ Estamos retratando mulheres fortes, com histórias marcantes, conhecer essas mães, escutar suas narrativas,  entender seus sentimentos e registrá-los,  de forma que as pessoas consigam interpretar suas histórias,  foi o que eu quis passar” , diz a fotógrafa Andréa Leal, que defende, em seus projetos bandeiras  como a  amamentação, o parto natural e humanizado, a presença  dos pais na vida dos filhos e o respeito às crianças especiais.

“Peço somente que, quando a menina crescer, não diga que eu a dei porque quis. Diga que dei porque não pude ficar com ela”, disse a mãe biológica de Jakyele que posa com a mãe adotiva .

A  jornalista que escreveu as histórias,   Sílvia Bessa, repórter especial do Diário de Pernambuco, também traz uma trajetória marcada pela maternidade.  Com vinte anos de profissão e mais de vinte prêmios na bagagem, entre eles  três Prêmios Esso, ela passou a escrever sobre temas envolvendo mulheres e mães após sua experiência de maternagem: primeiro com uma filha especial que viveu 111 dias e depois com duas filhas gêmeas.

Após passar por um sequestro com a filha, a técnica de enfermagem largou emprego e passou  a se dedicar à crianças com alto grau de vulnerabilidade social

Curadora da mostra fotográfica, Simone Silverio, presidente da Associação Brasileira de Fotógrafos de Recém-Nascidos (ABFRN) e membro da Associação Americana de Fotógrafos Infantis(NAPCP),  conta que se apaixonou pelo projeto assim que o conheceu e revela que se emocionou com cada uma das histórias. “Esse é um projeto repleto de aprendizado e crescimento que reúne muita gente talentosa”,  define.

A exposição tem o apoio cultural de Fujifilm, Magipix,  Viacolor e Virtual Produções.

  • Serviço:
  • Exposição: Retratos de Mãe da  fotógrafa Andréa Leal  – Curadoria Simone Silvério – Baseadas em textos da jornalista Silvia Bessa
  • Data: De 13 de junho  a 13 de julho
  • Horário: Das 9h às 18h, de segunda a sábado
  • Local:  Galeria StudioTrend – Rua Costa Carvalho, 213 – Alto de Pinheiros – SP
  • Livre
  • Entrada franca
  • PARA CONHECER MAIS PERSONAGENS CLIQUE AQUI:
  • Site: https://andrealealfotografia.com/
Musa fitness Eva Andressa explica por que no frio sentimos mais fome e queimamos mais gordura
A “Musa Fitness” Eva Andressa, uma das maiores celebridades quando o assunto é seguidores no Facebook e com mais de impressionantes 10,6 milhões de fãs na rede social, explica por que no frio sentimos mais fome e queimamos mais gordura.
“No frio o nosso metabolismo fica mais acelerado e queimamos mais gordura. Portanto, apesar de sentirmos mais fome é interessante seguirmos a dieta que o resultado vai ser melhor. Esta informação é boa para empolgar as pessoas a fazerem academia agora no inverno (risos)”, afirma a morena.
“Eu mesma já senti bastante nesses dias que está mais frio. É claro que estou tentando controlar minha alimentação, mas estou fazendo a mesma coisa que eu fazia quando estava calor e parece que o resultado é melhor e mais rápido. Isso já é um incentivo para a galera continuar a atividade física e cuidar da alimentação para quando chegar o verão estar com o shape bacana”, completa Eva Andressa, que está bombando com seu canal no YouTube.
O canal possui diversas séries como o “Fit Talk”, no qual ela entrevista uma personalidade do universo fitness, a “Cozinha Simples da Musa”, na qual ela ensina receitas fitness, e a “Trip Radical”, na qual a morena viaja para cidades brasileiras e do exterior mostrando curiosidades, pontos turísticos, entre outros aspectos interessantes do local.

O grande pianista ARTHUR MOREIRA LIMA fará única apresentação de seu recital DE BACH A PIXINGUINHA na Sala Municipal Baden Powell no dia 09 de junho sábado as 20h.

arthur moreira lima

Considerado uma das mais importantes personalidades da nossa cultura, Arthur Moreira Limaapresentará seu recital DE BACH A PIXINGUINHA, onde interpretará obras de Bach, Mozart, Beethoven, Chopin e Liszt até Pixinguinha, Villa-Lobos, Ernesto Nazareth e Luiz Gonzaga, na Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360), no dia 09 de junho/2018, sábado as 20h.

. “Queremos levar a todos aquela música que vem, através dos tempos, encantando qualquer ouvinte, desde que lhe dê oportunidade de conhecê-la”, declara Arthur Moreira Lima.

O repertório é cuidadosamente selecionado pelo músico alternando obras clássicas e populares.

O Pianista…

Nascido no Rio de Janeiro, Arthur Moreira Lima começou a estudar piano aos seis anos de idade, tendo como professora Lúcia Branco que também tivera por alunos nomes como Tom Jobim ou Nelson Freire.

Aos oito, tocou um concerto de Mozart com a Orquestra Sinfônica Brasileira.

Seus mestres foram Lúcia Branco (Rio de Janeiro), Marguerite Long (Paris) e Rudolf Kehrer (Conservatório Tchaikovsky de Moscou).

Moreira Lima projetou-se internacionalmente na Competição Internacional de Piano Frédéric Chopin de 1965, em que conseguiu o segundo lugar. Laureou-se também em várias outras competições, incluindo a também prestigiosa Competição Internacional Tchaikovsky de 1970, ficando em terceiro lugar.

Em seu trabalho de resgate e difusão das raízes culturais brasileiras, Arthur Moreira Lima foi solista da primeira audição do Concerto nº1 de Villa-Lobos no Japão, Rússia, Áustria e Alemanha. Foi também ele que fez reviver a obra de Ernesto Nazareth, trabalho premiado nos Estados Unidos.

Entre os outros prêmios, destacam-se os cds das obras de Villa-Lobos, Radamés Gnattali e a gravação de Astor Piazzolla premiada na França.

Sua permanente inquietação e a valorização que dá à nossa cultura, fazem de Arthur Moreira Lima o mais popular, versátil e completo dos intérpretes clássicos brasileiros.

Projetou-se internacionalmente como vencedor de renomados concursos: Chopin em Varsóvia, Tchaikovsky em Moscou, e Leeds na Inglaterra.

Já foi solista das principais orquestras do mundo, sendo acompanhado pelos mais famosos regentes.

A crítica mundial o considera extraordinário intérprete do grande repertório romântico.

Desde 2003, tem percorrido mais de 500.000 Km e executou mais de 500 concertos, pelo interior do Brasil inteiro em seu caminhão-teatro, já tendo tocado para cerca de 1 milhão de pessoas, em lugares os mais distantes, que antes jamais tinham presenciado um concerto de piano.

ARTHUR MOREIRA LIMA em “DE BACH A PIXINGUINHA”.

Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo

Dia 09 de junho 2018

Sábado 20h

Sala Municipal Baden Powell

Av. Nossa Senhora de Copacabana 360.

Tel. (21) 2547-9147 / 98675-4222

Preço dos Ingressos: R$ 80,00 / R$ 40,00 (Meia para estudantes, idosos acima de 60 anos e menores de 21 anos + moradores de Copacabana + Assinantes do Jornal O GLOBO + portadores do cartão do MetroRio)

Tempo de duração: 60 minutos

Livre para todas as idades

Gênero: Musical.

Maiores Informações pelo tel. 21-98481-0933 com o produtor e assessor de imprensa, João Luiz Azevedo

Brasileira moradora de Salt Lake City, nos EUA, ganha concurso de biquíni em Cancún
Brasileira moradora de Salt Lake City, nos EUA, ganha concurso de biquíni em Cancún
Suzy Pin, que mora em Salt Lake City, nos EUA, mostrou a beleza da mulher brasileira ao vencer o concurso de biquíni realizado no Mandala Beach, a mais famosa pool party de Cancún. Além do prêmio de 1.000 dólares, ela ganhou um biquíni e não precisou pagar por nenhuma outra festa na movimentada cidade mexicana.
“Fui para o Mandala no intuito de me divertir com o pessoal da agência Mogitur e nem imaginava que haveria um concurso lá pois nem de biquíni eu estava. Mas a organização me ofereceu um biquíni, o agente de viagens André Santos e o pessoal me convenceram a participar e acabei indo mais pela diversão mesmo. Nem pensava em ganhar (risos), mas acabei vencendo”, conta a loira de 27 anos que possui um corpo escultural.
“Foi uma experiência incrível! Além de ter me divertido muito eu vivi algo único ao lado de bons amigos em um lugar lindo e paradisíaco”, destaca Suzy Pin.
“Ela é super tímida e pediu aprovação da mãe para participar do concurso. A Suzy teve uma noite de famosa e todos queriam tirar foto com ela”, completa o agente de viagens André Santos, da Mogitur.
Luis Leite e Erika Ribeiro apresentam “Vento Sul” na Casa do Choro, 30 de maio, quarta-feira

Consagrados violonista e pianista brasileiros fazem show com obras do último álbum de Luis Leite

No próximo dia 30 de maio, quarta-feira, a Rua da Carioca, no Centro do Rio, vai receber novos ventos sonoros com a apresentação, na Casa do Choro, dos músicos brasileiros Luis Leite (violão) e Erika Ribeiro (piano).

Artistas de visão singular, Luis e Erika usam sensibilidade e técnica para a construção de uma intensa expressividade musical, se destacando por sua versatilidade, lirismo e refinado virtuosismo. Juntos fazem uma música viva e cosmopolita, que abraça as diferentes nuances e possibilidades expressivas de seus instrumentos.

Na Casa do Choro, o Duo apresentará músicas do último álbum de Luis Leite, “Vento Sul”, com direção musical do Duo. Neste que é seu terceiro álbum autoral, Luis buscou inspiração na riqueza poética da música da América do Sul, evocando o colorido plural de nossos países vizinhos, e que aqui ganha emoção particular através da interpretação em formato de Duo.

Em “Vento Sul” Luis Leite une grande sofisticação na interpretação e na composição a uma fértil imaginação de referências advindas do universo da improvisação musical. Através dessa concepção, usa de todas as suas virtudes em prol do bonito encontro entre o erudito e o popular, o chamado third stream diluindo as fronteiras existentes entre os dois gêneros através de linguagens da música instrumental latino-americana.

O violonista e compositor Luis Leite é um dos principais violonistas brasileiros em atividade. Vencedor de vários concursos nacionais e internacionais de violão, possui intensa atuação internacional – se apresentou em mais de 20 países tocando em salas como a Wiener Musikverein e Wigmore Hall. (“Um verdadeiro virtuose do violão” – Revista Concerto, Viena).

A pianista Erika Ribeiro é considerada uma das mais proeminentes musicistas de sua geração. Vencedora de 10 concursos de piano no Brasil e premiada em mais de 20, Erika é solista convidada de várias orquestras brasileiras e colabora intensivamente como camerista junto às mais diversas formações.

SERVIÇO:

30/09 – quarta-feira – Luis Leite e Erika Ribeiro apresentam “Vento Sul” na Casa do Choro

Horário: 19h

Endereço: Rua da Carioca, 38 – Centro, Rio de Janeiro

Informações: (21) 2242-9947

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Classificação livre

Comprar ingressos:

https://www.ticketplanet.com.br/marcas/casa-do-choro

Ouvir e adquirir o CD “Vento Sul”

www.luisleite.art.br/ventosul

‘Brimas’ volta ao cartaz, dia 02 de junho, para sua 10ª temporada no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea

Visto por quase 50 mil espectadores, espetáculo é baseado nas histórias das avós das atrizes Beth Zalcman, Simone Kalil. Com direção de Luiz Antônio Rocha, peça conquista a plateia ao tratar do tema da imigração com afeto, humor, emoção e cumplicidade

Há dois anos e meio em cartaz sem patrocínio, indicado ao Prêmio Shell de melhor texto e visto por quase 50 mil espectadores, o espetáculo ‘Brimas’ tem um segredo para o sucesso: é a alta dose de afeto, que está presente na história criada pelas atrizes Beth Zalcman e Simone Kalil, e na relação com o público, de troca, cumplicidade e até confissões. Com direção de Luiz Antônio Rocha, a peça volta ao cartaz no Rio, depois de um ano de viagens, para sua 10ª temporada, agora no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, de 02 a 23 de junho, sempre aos sábados, às 19h.

A partir de fatos vividos por suas avós, Beth e Simone escreveram a peça para trazer ao palco as matriarcas Ester e Marion. Ambas saíram jovens de seus países de origem, Egito e Líbano respectivamente, e foram acolhidas no Brasil no início do século passado. As personagens, uma judia e a outra católica maronita, estabelecem uma relação de amizade, convivendo com tolerância e respeito, valorizando a riqueza da diversidade cultural e religiosa de cada uma.

Brimas – Beth Zalcman (esq) e Simone Kalil foto Guga Melgar

“No final de 2015, fomos invadidos por imagens e notícias sobre os refugiados sírios, exatamente quando estreávamos ‘Brimas’, ressignificando nosso projeto. Tolerância, respeito, direitos, identidade, imigração, fronteiras, ganharam força com a realidade retratada pela mídia. Nossa peça, construída por memória afetiva e força cultural vinda das matriarcas Ester e Marion, foi fortalecida por esses ingredientes humanos e importantes para todos… os que ficam, os que vão, os que tem sua terra, os que são exilados”, explica a atriz e autora Simone Kalil.

Na peça, as imigrantes revivem suas histórias enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade da família e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria. A peça reflete o Brasil que acolhe as diferentes culturas, misturando e unindo nacionalidades e crenças religiosas. É um contraponto à realidade atual em que tantos refugiados no mundo têm suas travessias interrompidas.

A montagem estreou em novembro de 2015 no Rio de Janeiro, recebendo indicação ao Prêmio Shell na categoria Melhor Texto. Desde então, já se passou por uma série de teatros no Rio e em São Paulo. A aceitação e identidade com a plateia foram imediatas em todas as temporadas. “É uma peça que tem muito humor, mas é profunda. Sobrevivemos sem patrocínio porque ‘Brimas’ comove as pessoas, faz com que elas pensem na própria história”, acrescenta o diretor Luiz Antônio Rocha.

Para a autora e atriz Beth Zalcman, falar de sua avó é falar de identidade construída pelo afeto, pelo cheiro e sabores da comida, pelos gestos, pela voz, pelas histórias vividas e sentidas. “Nesse trajeto, estabelecemos vínculos com comunidades de origens árabes e judaicas e ONGS que acolhem refugiados no Rio. Pudemos diversas vezes, ao final de uma sessão, contar com depoimentos de refugiados e historiadores, gerando conversas de altíssimo nível com a plateia e, assim, ampliando as possibilidades do espetáculo. “Brimas fala da possibilidade de encontros, de paz, independentemente de crenças, nesse momento contemporâneo de tanta intolerância”, conclui.

Ficha técnica:

Texto e atuação: Beth Zalcman e Simone Kalil

Direção: Luiz Antônio Rocha

Assistente de direção: Valéria Alencar

Cenário e adereços: Toninho Lôbo

Figurino: Claudia Goldbach

Iluminação cênica: Aurélio De Simoni

Preparação de elenco: Beth Zalcman

Direção de produção: Sandro Rabello

Realização: Mabruk Produções, Espaço Cênico, Mímica em Trânsito e Diga Sim! Produções

 

Serviço

Brimas

Temporada:  de 02 a 23 de junho

Teatro Clara Nunes: Rua Marquês de São Vicente, 52/Shopping da Gávea

Telefone: (21) 2274-9696

Dias e horários:  Sábados, às 19h.

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

Lotação: 743 pessoas

Duração: 1h10 minutos

Classificação indicativa: 10 anos.

Funcionamento da Bilheteria: Diariamente, das 13h às 21h.

Venda online: https://www.tudus.com.br/evento/teatro-clara-nunes-brimas

Prelúdio 21 convida João Luiz Areias e o José Wellington com entrada gratuita, sábado, 26 de maio, no CCJF

Prelúdio 21 convida João Luiz Areias (trombone) e o José Wellington (piano), com entrada gratuita, sábado, 26 de maio, no CCJF

jose wellington

O grupo de compositores Prelúdio 21 recebe em sua série no Centro Cultural da Justiça Federal, no dia 26 de maio, sábado, às 15h, o duo formado pelo trombonista João Luiz Areias e José Wellington. Os intérpretes, além de serem expoentes nos seus instrumentos, têm um notável trabalho dedicado à música contemporânea. Os concertos da série “Prelúdio 21 – Música do Presente” acontecem sempre no último sábado de cada mês. No programa, as obras “Combustão” (Neder Nassaro), “One moment frozen in timere” (Caio Senna), “Humano” (Sergio Roberto de Oliveira), “Sonata para Trombone e Piano” (Marcos Lucas) e “Inserções III” (José Orlando Alves) e “Sonata para Trombone e Piano”, de Alexandre Schubert.

Prelúdio 21

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

  • SERVIÇO:
  • 26/05 – sábado – Prelúdio 21 convida João Luiz Areias (trombone) e o José Wellington (piano)
  • Horário: 15h
  • Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
  • Av. Rio Branco, 241 – Centro
  • Tel. (21) 3261-2550
  • Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
  • Classificação Livre
  • Programa:
  • “Humana” – Sergio Roberto de Oliveira
  • “Sonata para Trombone e Piano” – Alexandre Schubert
  • “Combustão” – Neder Nassaro
  • “Inserções III” – José Orlando Alves
  • “Sonata para Trombone e Piano” – Marcos Lucas
  • “One moment frozen in timere” – Caio Senna (trombone solo)
JORNAL ALAGOAS