Rochelle Vingativa da novela “Segundo Sol” ganha versão no YOU TUBE

 

 

Luiza Luh, a mais nova cantora pop, está sendo comparada nas redes sociais com a personagem Rochelle da novela “Segundo Sol” vivida pela atriz Giovanna Lancellotti. A cantora mudou de visual e a comparação com Giovanna Lancellotti tem sido grande. Outro fato que levou a galera a chamar Luiza Luh de Rochelle foi que a cantora é dona do hit “Vingativa”, título que tem tudo a ver com a personagem Rochelle na novela global.

(Texto:Felipe Lemos)

CLIPE

 

 

‘JOIAS DO BALLET’ VOLTA AO THEATRO MUNICIPAL EM AGOSTO

COM PREÇOS POPULARES

Recebido com entusiasmo de crítica e aplausos calorosos do público, o espetáculo Joias do Ballet, que inaugurou a temporada de dança 2018 do Theatro Municipal, em junho, volta à cena, nos dias 03, 04 e 05 de agosto. Desta vez as apresentações terão ingressos populares, a partir de R$10.  A ideia é dar continuidade ao programa de popularização das artes clássicas, uma das metas do presidente do TMRJ, Fernando Bicudo: “Arte não é só para quem pode. É para quem quer”- diz ele.

O espetáculo Joias do Ballet reúne três obras de célebres coreógrafos russos criadas na efervescente passagem entre os séculos XIX e XX. Compõem o programa as obras: Le Spectre de la Rose, coreografia de Michel Fokine e música Carl Maria von Weber, Les Sylphides, também coreografada por Fokine com música de Frédéric Chopin, e Raymonda, coreografia de Marius Petipa  e música de Alexander Glazunov. Além do Ballet do TMRJ, dirigido por Ana Botafogo e Cecília Kerche, a montagem conta com a presença da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, sob a regência de Jésus Figueiredo e tem participação de alunos da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa.

A primeira peça do programa, Le Spectre de la Rose, foi especialmente concebida para que o jovem Nijinsky mostrasse todo o virtuosismo e o brilho de seu talento particular. A estreia em 1911, no Grand Theatre de Monte Carlo, Mônaco, teve sucesso imediato e o pequeno balé se tornou uma das produções mais amadas do repertório russo.

A segunda obra do programa, Les Sylphides, é um balé curto de oito movimentos, ambientado num parque à luz da lua onde espíritos alados dançam com um poeta. Nessa sua criação, que estreou em 1909, no Théâtre du Châtelet Michel, Paris, Fokine presta homenagem aos velhos tempos do academicismo romântico.

Ambientado na Idade Média, Raymonda conta a história de uma jovem que espera o retorno de seu noivo das Cruzadas. Ela desperta a paixão de um cavaleiro oriental, mas no último momento o noivo retorna e derrota seu rival em duelo. Aí começam os preparativos para a festa de casamento. Desse balé, um clássico do espírito russo exibido pela primeira vez em 1898, no Teatro Maryinski em São Petersburgo, Rússia, o BTM apresenta o terceiro e último ato – pas d’Hangrois.

Ana Botafogo e Cecilia Kerche, diretoras do Ballet do Theatro Municipal, sintetizam assim a ideia desse programa: Joias do Ballet apresenta algumas dos célebres clássicos do repertório mundial, trazendo à cena os grandes coreógrafos russos Fokine e Petipa.

O THEATRO MUNICIPAL É VINCULADO À SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA DO RIO DE JANEIRO

 JOIAS DO BALLET

 Corpo de Baile do Theatro Municipal

Direção Ana Botafogo e Cecilia Kerche

Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal

Regência Jésus Figueiredo

PROGRAMA

Le Spectre de la Rose

Invitation à la Waltz, para piano, com orquestração de Hector Berlioz

Música Carl Maria Von Weber

Coreografia Michel Fokine

Cenário e Figurinos Léon Bakst

Libreto Jean Louis Vaudoyer, baseado no poema de  Theophile Gautier

Remontagem Tatiana Leskova

Elenco

Cicero Gomes,  Alef  Albert

Jovem: Deborah Ribeiro e Priscila Albuquerque

 

Les Sylphides

Música Frédéric Chopin
Orquestração William McDermott
Coreografia Michel Fokine
Cenários e Figurinos Alexandre Benois
Remontagem Tatiana Leskova

Elenco

Mazurka: Claudia Mota ou Renata Tubarão

O Jovem: Filipe Moreira ou Diego Lima ou Paulo Muniz

 

Raymonda

Música Alexander Glazunov

Libreto Yuri Grigorovitch d’après Lídia Pashkova

Coreografia  Yuri Grigorovich d’après Marius Petipa e Alexander Gorsky

Remontagem  Galina Kravchenko

Elenco

Raymonda: Claudia Mota ou Juliana Valadão

Jean de Brienne: Cícero Gomes ou Alef Albert

APRESENTAÇÕES:

03 DE AGOSTO – 19h30

04 DE AGOSTO -19h30

05 DE AGOSTO- 17h

  • INGRESSOS:
  • Frisa e Camarotes: 1ª fila – R$ 70,00  2ª FILA – 60,00   3ª FILA – 50,00
  • Plateia / Balcão Nobre: R$ 40,00
  • Balcão Superior: R$ 30,00
  • Balcão Superior Lateral e Galeria Central: R$ 20,00
  • ​Galeria Lateral: R$ 10,00

  • Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro
  • Lotação – 2.226 lugares
  • Censura Livre
  • Duração: 1h30
Dirigida por Diogo Liberano, “Mansa” está em cartaz na Cia. dos Atores até 30 de julho

 

 Texto original de André Felipe investiga a origem da violência contra a mulher a partir de um crime cometido por duas irmãs

 

Foto de Diogo Liberano

As atrizes Amanda Mirásci e Nina Frosi interpretam diferentes personagens em encenação fragmentada

Com dramaturgia de André Felipe e direção de Diogo Liberano, o espetáculo “Mansa” traz Amanda Mirásci e Nina Frosi nos papéis de duas irmãs que, após anos de abuso em cárcere privado, matam o pai e enterram seu corpo nos fundos da casa. Mais do que apresentar um mero crime, a peça busca revelar a origem da violência contra a mulher. Em cena, apenas os personagens masculinos têm voz: eles observam o drama das irmãs por diferentes ângulos, colocando em questão o processo de “amansamento” feminino. A montagem chama atenção para os inúmeros crimes praticados contra as mulheres que não recebem a devida punição, naturalizando a violência na sociedade contemporânea. “Mansa” estreou no festival Cena Brasil Internacional e, está em sua primeira temporada, entre de 16 de junho e 30 de julho, na Sede da Cia. dos Atores, na Sala Bel Garcia, na Lapa.

A dramaturgia é construída por meio de fragmentos que se estendem por vários tempos, desde a infância das duas irmãs, passando pela adolescência, até o ato do crime e os momentos posteriores: julgamento, prisão e futuro. Amanda e Nina interpretam diferentes personagens (todos masculinos) e, como detetives ou arqueólogas, cavam os indícios deixados na terra e perdidos no tempo. O terreno onde o corpo do pai foi enterrado é o espaço que une as cenas passadas, presentes e futuras, ganhando contornos que extrapolam uma única narrativa.

A encenação assinada por Diogo Liberano buscou construir, junto à direção de movimento de Natássia Vello, uma dramaturgia corporal que apresenta diversos momentos da vida dessas irmãs. Por meio de uma relação de encaixe e desencaixe, a dramaturgia se relaciona com tais movimentos buscando abrir perguntas sobre os fatos narrados pelos personagens masculinos e a realidade vivida e sentida pelas mulheres que foram emudecidas. A trilha sonora original de Rodrigo Marçal, o cenário e os figurinos de André Vechi e a iluminação de Livs Ataíde visam, de modos variados, encontrar e completar uma história que foi esquecida e silenciada.

Convidado para escrever “Mansa”, o autor André Felipe partiu de referências sugeridas pelo diretor e pelas atrizes para criar a dramaturgia original. Uma das origens da investigação foi o clássico “Antígona”, de Sófocles. “A relação das irmãs Antígona e Ismênia e o embate que elas vivem: uma querendo tomar uma decisão que desafiaria o Estado e causaria a própria morte e a outra amedrontada”, comenta Liberano sobre o processo de pesquisa que também incluiu estudos e filmes sobre penitenciárias e instituições de confinamento. “Tínhamos o desejo de falar do confinamento e da instituição prisão modelando e domesticando o corpo da mulher”. O nome do espetáculo foi uma sugestão do dramaturgo a partir do poema “Uma mulher limpa”, do livro “Um Útero é do Tamanho de Um Punho”, da escritora Angélica Freitas.

André Felipe (autor)

É dramaturgo, ator e diretor teatral. Escreveu e dirigiu as peças “À Distância” (Prêmio Myriam Muniz – 2012), “Sem Horas” em parceria com Vinicius Coelho (Prêmio Funarte Artes na Rua – 2013) e desenvolveu com Gustavo Colombini a residência e performance “La Comunicación Humana” (Festival Latino-americano de Teatro de Santiago – 2016) e a ação Reunião de Condomínio (Museu do Louvre Pau-Brazyl –  2016) com o grupo Cinza. É autor das peças “Ensaios Para o Fim do Mundo” (Bullshit México e Teatro Pradillo de Madri – 2017), “Perdendo Tempo (Prêmio Elisabete Anderle – 2015), “Poses Para Não Esquecer” (Festival de Girona – 2016), entre outras.

Atualmente é doutorando em Artes Cênicas da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e mestre em Dramaturgia pela Universidade Nacional del Arte (UNA) de Buenos Aires. Integra A Ursa de Araque, grupo de Florianópolis fundado em 2007, e colabora com o grupo Cinza, de São Paulo. Recebeu os prêmios de dramaturgia “Seleção Brasil em Cena”, em 2013 e “Prêmio Rogério Sganzerla de Roteiros de Cinema e Teatro”, em 2012. Coordenou diversas oficinas de escrita no Brasil, Argentina e Chile.

Diogo Liberano (diretor)

É graduado em Artes Cênicas – Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre em Performance e Teatro pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena (PPGAC/UFRJ) e doutorando em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio. É professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas, dramaturgo-coordenador do Núcleo de Dramaturgia SESI Rio de Janeiro e diretor artístico e de produção da companhia Teatro Inominável, criadora de “Não Dois”, “Vazio é o Que Não Falta, Miranda”, “Como Cavalgar um Dragão”, “Sinfonia Sonho”, “Concreto Armado”, “O Narrador”, “poderosa vida não orgânica que escapa” e “Nada brilha sem o sentido da participação”.

Junto à companhia, assina a curadoria e a direção artística da Mostra Hífen de Pesquisa-Cena desde 2012. Por seu trabalho, foi indicado aos principais prêmios de teatro do Rio: Prêmio Shell (em 2015, pela dramaturgia de “O Narrador” e, em 2016, pela de “Os Sonhadores”), Cesgranrio (em 2015, pela dramaturgia de “O Narrador” e pela direção de “A Santa Joana dos Matadouros”, junto com Marina Vianna e, em 2016, pela dramaturgia de “Os Sonhadores”), APTR (em 2013, pela dramaturgia de “Maravilhoso”) e Questão de Crítica (em 2012, pela direção de “Sinfonia Sonho” e pela curadoria da primeira edição da Mostra Hífen).

O poema “Uma mulher limpa”, de Angélica Freitas:

porque uma mulher boa

é uma mulher limpa

e se ela é uma mulher limpa

ela é uma mulher boa

 

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

a mulher era braba e suja

braba e suja e ladrava

 porque uma mulher braba

não é uma mulher boa

e uma mulher boa

é uma mulher limpa

 

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

não ladra mais, é mansa

é mansa e boa e limpa

  • EQUIPE DE CRIAÇÃO
  •  
  • Assistência de Direção: Marcéli Torquato
  • Atuação: Amanda Mirásci e Nina Frosi
  • Cenografia e figurino: André Vechi
  • Design Gráfico: Ale Pessôa
  • Direção de Movimento: Natássia Vello
  • Direção de Produção: Carla Mullulo
  • Direção Musical: Rodrigo Marçal
  • Direção: Diogo Liberano
  • Dramaturgia: André Felipe
  • Iluminação: Livs Ataíde
  • Mídias Sociais: Teo Pasquini
  • Registro Fotográfico: Thaís Barros
  • Tradução para o Inglês: Lucas Moretzsohn
  • SERVIÇO

     

    Espetáculo: “Mansa”

    Temporada: 16 de junho a 30 de julho de 2018

    Local: Sede da Cia. dos Atores – Sala Bel Garcia

    Endereço: Rua Manoel Carneiro, 12 – Escadaria Selarón, Lapa

    Telefone: (21) 2137-1271

    Lotação: 20 lugares

    Dias e horários: De sábado a segunda, às 20h.

    Ingressos: R$ 30 e R$ 15

    Duração: 1h10min.

    Classificação indicativa: 16 anos

    Gênero: Drama

 

Painel Temático: Tereza de Benguela – Interseccionalidade e Feminismos Possíveis
 
Dia 20 de julho, sexta-feira, das 19h às 22h, Av. Mem de Sá, 31, Lapa, Rio de JaneiroENTRADA FRANCA
 
Antecipando as celebrações da Semana da Mulher Negra Latinoamericana e Caribenha

Organizado pelos coletivos Madalena Anastácia e Madalenas Rio, o Painel Temático: “Tereza de Benguela – Interseccionalidade e Feminismos Possíveis” tem como objetivos: promover a discussão sobre o machismo e racismo estrutural, através do trabalho desenvolvido na criação de ações contra essas opressões, em território nacional e internacional; conscientizar a necessidade da luta antirracista feminista; promover a troca de experiências; discutir o trabalho que vem sendo desenvolvido. O Painel visa trazer a troca de saberes a partir do protagonismo das mulheres e as questões que as atravessam.

O evento celebrará uma data muito importante no que se refere à luta das mulheres, o Dia da Mulher Negra Latinoamericana e Caribenha, em homenagem à rainha Tereza de Benguela.

Segundo estatísticas reunidas pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, no Brasil, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada, dentre estas, as mulheres negras são as principais vítimas letais. A ONU situa o Brasil na 5º posição em um ranking de 83 países em assassinato de mulheres. De acordo com o Mapa da Violência 2015, entre 2003 e 2015 o número de homicídios de mulheres brancas caiu em 9,8%. No mesmo período, o número de homicídios de mulheres negras aumento em 54,2%. Os dados seguem demonstrando em diversos recortes a necessidade de se pensar o feminismo de forma interseccional, em que raça e classe não estejam dissociadas da questão de gênero.

O Painel Temático integra a programação do Circuito Teatro do Oprimido 2018/2020, realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido, com patrocínio da Petrobras.

Quem foi Tereza de Benguela?

“Rainha Tereza”, como ficou conhecida em seu tempo, viveu no século XVIII, no Vale do Guaporé, Mato Grosso. Ela liderou o Quilombo de Quariterê após a morte de seu companheiro, José Piolho, morto por soldados. Segundo documentos da época, o lugar abrigava mais de 100 pessoas, com aproximadamente 79 negros e 30 índios. O quilombo resistiu da década de 1730 ao final do século. Tereza foi morta após ser capturada por soldados em 1770 – alguns dizem que a causa foi suicídio; outros, execução ou doença. Sua liderança se destacou com a criação de uma espécie de Parlamento e de um sistema de defesa. Ali, era cultivado o algodão, que servia posteriormente para a produção de tecidos. Havia também plantações de milho, feijão, mandioca, banana, entre outros. (fonte: site Geledés)

O dia 25 de julho é instituído no Brasil pela Lei 12.987 como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.

Os coletivos organizadores integram a Rede Magdalena Internacional de Teatro das Oprimidas

Madalenas Rio é um coletivo de mulheres que, através do Teatro das Oprimidas, investiga as relações sociais de gênero, tendo como princípio atuar pela ampliação do debate sobre estratégias de superação feminista nos cotidianos pessoais e sociais, ao levar o debate e a vivência coletiva de nossos corpos para o encontro de outras mulheres.

Madalena Anastácia é um coletivo, de carreira internacional, composto por mulheres negras que, através de suas produções artísticas, discute as opressões que articulam gênero e raça, desafiando a vida das mulheres negras. Por meio de oficinas, seminários, palestras, laboratórios de criação artística, o coletivo segue em direção a movimentos sociais, organizações e espaços de expressão para mulheres, onde possam refletir sobre a especificidade de suas opressões, se fortalecendo na luta para ampliação de direitos conquistados. No currículo estão os espetáculos: “Consciência do Cabelo aos Pés” (2015) e “Nega ou Negra?” (2016).

Serviço

Painel Temático: Tereza de Benguela – Interseccionalidade e Feminismos Possíveis
Data: 20 Julho de 2018
Horário: 19h às 22h
Local: Centro de Teatro do Oprimido
Endereço: Av. Mem de Sá, 31, Lapa, Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2215-0503

ENTRADA FRANCA

Programação

19h – Abertura
19:10h às 19:30h – Apresentação da performance “Nós Todas” pelos coletivos Madalena Anastácia e Madalenas Rio
19:30h às 21h –  Mesa: Machismo | As diversas violências contra mulher | Raça e classe.  Convidadas: Barbara Santos, Celina Rodrigues, Fátima Lima, Sol Miranda e Renata Souza
21h às 22h – Apresentação de performance e Música com DJ Pietra

Durante o evento haverá a “Mostra fotográfica Madalenas Rio Anastácia Berlim” com imagens de Noélia Albuquerque a respeito do Festival Internacional Madalenas que aconteceu em Berlim no ano 2017.

Sobre a performance “Nós Todas”: Um grupo de cerca de 20 mulheres caminha pelo espaço, até que uma delas cai. Nesse momento uma outra mulher declama um verso de uma música popular brasileira com conteúdo machista. Em seguida acontece a mesma situação com outra mulher que ao cair é citado um verso de outra canção machista da MPB. Isso acontece até todas cairem.  Após a última mulher cair, essa se levanta e canta uma música exortativa original da Rede Madalenas: “Ei, ei, ei, o longo dos anos me transformei…”. Essa canção serve como despertar da demais mulheres que em conjunto se levantam apoiando umas às outras até que todas voltem a ficar de pé e caminhar, dessa vez, mais fortalecidas e apoiadas. As mulheres caem novamente, mas dessa vez não tombam ao chão, pois uma apoia a outras, ou seja, todas as mulheres, segura a aquela que vau cair. Apoiadas umas sobre as outras o grupo se transforma numa árvore, cantam juntas a canção das Madalenas e chamam o público

Festival Internacional de Dança premia bailarinos com bolsas de estudo na Europa

 

A 26º edição Passo de Arte Internacional encerrou domingo com Noite de Gala

O bailarino Jonatas Santana da IOA Danças de Jundiaí foi um dos ganhadores do prêmio Toshie Kobayashi/Só Dança
CRÉDITO FOTO: REGINALDO AZEVEDO/RAPHOTO

A cidade de Indaiatuba (SP) reuniu, entre os dias 6 e 15 de julho, mais de 3,5 mil bailarinos entre brasileiros, argentinos, paraguaios e mexicanos que participaram da 26ª Passo de Arte Internacional. A competição aconteceu no Ciaei (Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba) com apresentações de variados estilos de dança, desde o ballet clássico ao hip hop, e contemplou os melhores dançarinos com bolsas de estudo internacionais, troféus, medalhas e premiações em dinheiro, que totalizaram R$ 35 mil.

Com o objetivo de proporcionar aos jovens bailarinos oportunidades para aperfeiçoar seu talento, o Instituto Passo de Arte, que promove o evento, tem a tradição de firmar parcerias com escolas internacionais para oferecer bolsas de estudo e, nesta edição, foram 56 indicações, sendo 40 para o

Apresentação do Grand Defilé
CRÉDITO FOTO: REGINALDO AZEVEDO/RAPHOTO

Concurso Internacional de Bailado do Porto, que acontece em abril, em Portugal; 12 para o European Ballet Grand Prix, que será realizado em fevereiro, na Áustria; 3 para cursos na Escola Princess Grace Academy, na França e uma para o Congresso Internacional de Jazz Dance, que será promovido em abril, na cidade de Indaiatuba.

Ainda foram ofertadas bolsas de estudo integrais para o Passo de Arte Move, curso de capacitação que acontece em janeiro, também em Indaiatuba, para os primeiros colocados das variações e solos clássicos das categorias Pré, Juvenil, Adulto e Avançado, e 50% de bolsas para os dançarinos das modalidades variações de repertório, solos clássicos e livres que ficarem a partir da quarta colocação.

O Festival foi finalizado no domingo, 15, com a Noite de Gala. Na ocasião, a bailarina e coreógrafa Ivonice Satie, que faleceu há 10 anos vítima de um câncer, foi homenageada com a apresentação de uma das suas coreografias, o dueto Shogun, que rendeu a ela, em 1983, o 1º Prêmio Hors Concours no 7º Concurso Internacional de Coreografia em Nyon, na Suíça.

Durante o encerramento foram anunciados os melhores competidores de cada categoria, que receberam os prêmios especiais. Os bailarinos Mayara Veronezi, de São Paulo (SP), e Jonatas Santana, de Jundiaí (SP), receberam o Prêmio Toshie Kobayashi/Só Dança. Andrey Jesus, de São Vicente (SP), e Samantha Maestre Cortes, da Praia Grande (SP) receberam o Prêmio Revelação e Guilherme Riku, da IOA Dança, de Jundiaí (SP) foi considerado o Melhor Coreógrafo desta edição.

Ao todo, o Festival contou com a participação de 150 companhias de dança, originárias de vários estados brasileiros e dos países Paraguai, Argentina e México. A abertura oficial de cada uma das noites contou com a participação de um grupo convidado e, além da mostra competitiva, a programação também incluiu workshops com 15 renomados profissionais do universo da dança, como Luca Masala, Estela de Azevedo Antunes e Amália Machado, e uma feira com as melhores marcas de produtos de dança com preços de fábrica.

Outra novidade desta edição foi o Palco Externo, montado do Parque Temático da cidade, com apresentações gratuitas de vários gêneros, como o E toda vez que ele passa, vai levando qualquer coisa minha…, encenado pelo Delirivm Teatro em Dança, grupo pioneiro no Brasil a ter no elenco 100% de idosos.

Ipiranga recebe Diálogos Sustentáveis em Prosas e VerSons com a cantora e guardiã do contestado Nancy Lima

 

 Evento discute Guerra do Contestado, Genocídio, Gerações, Tecnologia e Comunicação, com Som e muitos Ecos

 O Cedepp – Centro de Desenvolvimento Pessoal e Profissional é sede do I Diálogo Sustentável em Prosas e VerSons 2018, sob o comando da jornalista ambiental e apresentadora do Programa Ecos do Meio, Rose Campos, que inaugura uma agenda de Diálogos previstos no Cedepp, com o intuito de promover a reflexão, a integração, através de exposições e feiras, e a socialização no bairro do Ipiranga e imediações, dentro do projeto ‘Ação Local Gera Ecos’ que objetiva ressaltar o potencial dos feitos locais e o seu impacto no global.

O primeiro Diálogo marcado pela presença da cantora convidada, Nancy Lima teve como tema central a ‘Guerra do Contestado e os seus Ecos’, em memória ao ‘Mensageiro do Contestado, o respeitado historiador e fundador do memorial, que recebe seu nome, Vicente Telles, sogro de Nancy, que, juntamente com o seu esposo Vicente de Paula, está dando continuidade e escrevendo novos projetos sobre essa história e o seu legado, tão bem conduzido por Telles (que nos deixou no final de 2017), através de suas obras e canções.

Conhecida por sua experiência no território brasileiro, que abrange a sua região de origem nordeste e hoje de moradia Santa Catarina, passando por Paraná e São Paulo, a cantora Nancy Lima abrilhantou o Diálogo compartilhando as suas percepções e comparações entre o território nacional e internacional, provocando os convidados com as noções de comportamento do europeu ao latino, indo do nordeste brasileiro a Espanha onde durante anos viveu e cumpriu agenda de shows.

Além do conteúdo histórico, os presentes ainda prestigiaram novas canções escritas e interpretadas pela cantora e seu marido, que juntos formam os ‘Guardiões da Gaya’, letras que discutem, entre outras questões, o poder de cura pela música na frequência do universo (432 hz).

O Passado e o Futuro Unidos Pelas Comunicações e Tecnologia.

O I Diálogo Sustentável em Prosas e Versons no Cedepp discutiu também o tema comunicação, seus diferentes formatos, a presença da tecnologia e seus desdobramentos. Sendo assim, o evento reuniu a diretoria do Cedepp, jornalistas, psicólogos e teve como diferencial a diversidade cultural percebida, não apenas pela reunião de profissionais que atuam em diferentes áreas do saber, oriundos de diferentes regiões do Brasil e do mundo, mas pela diversidade visível na idade das pessoas ali representadas, um assunto bem elucidado pelo executivo da área do aço, Emerson Kalisch.

Os estudantes, portanto, ali representados e também discutidos nas gerações Baby Boomer até a Alpha, demonstraram pasmo pela versão apresentada pela cantora do que foi a Guerra do Contestado, suas nuances, a construção da ferrovia e presença da empresa e de povos estrangeiros, seus caboclos e curandeiros, mas contada pelos seus verdadeiros protagonistas, ‘os nativos que aqui viviam’… “Vocês conhecem a história contada pelos vencedores e não pelos vencidos”, concluiu o jornalista, cartunista, responsável pelo projeto ‘Anônimos em Sampa’, Paulo Araújo. Afinal, tivemos ou não genocídio no Brasil? Será que vivemos o genocídio cultural? Seria ele mais corrosivo e persistente? “Perguntas que surgem no hoje para serem debatidas e compreendidas como base histórica de reflexões no presente e ecos de mudanças no amanhã”, provoca a organizadora dos diálogos, Rose Campos.

Desse modo, as trocas de experiências, incluindo profissionais, foram observadas, refletidas e elogiadas: “Eu acho que hoje as coisas estão muito interligadas, existem profissionais de formação que estão a serviço de seus ofícios, porém a vivência é bastante rica quando há respeito por esta formação por parte de outros profissionais. Eu fiquei muito feliz de participar desse ‘Diálogos Sustentáveis’ com outros colegas profissionais da área de comunicação e com a Nancy Lima que é uma profissional da música e que demonstrou total respeito pelo trabalho dos comunicadores. Foi uma troca muito interessante, de análise bem profícua, com vasto e rico conteúdo e, portanto, que deve ser ampliado e acontecer com mais frequência encontros com pessoas que tenham a acrescentar, trocar e tocar”, expõe a jornalista Gislaine Vicente.

E se as trocas salutares chamaram a atenção de todos, os “Diálogos Sustentáveis em Prosas e VerSons no Cedepp, só poderia ser encerrado com uma poesia que ressaltasse a importância dessas trocas. Escrito e interpretado por Rose Campos, o poema “Sustentabilidade” chama a nossa atenção para sustentarmos a habilidade, através da observação sobre as nossas trocas. Afinal,  “atento para as trocas… Alimenta a sua cabeça… Sustenta o seu ser. Alimenta e Sustenta… E Agora troca!”

Ação Local Gera Ecos)))  “Diálogos em Prosas e VerSons

Encontros com Ecos Mensal – Gratuito (com ajuda de custo livre e não obrigatória)

Local: Cedepp – Centro de Desenvolvimento Pessoal e Profissional, Rua Padre Serrão, 196 Ipiranga

EXPOSIÇÃO REÚNE GRAVURAS DE FRANCISCO GOYA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

 Loucuras Anunciadas apresenta coleção de 20 obras que revelam o período mais obscuro do artista espanhol

 A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 10 de julho a 7 de outubro de 2018 (terça a domingo), a exposição Loucuras Anunciadas – Francisco Goya, que reúne 20 gravuras do que é considerado o período mais obscuro e complexo da produção do artista espanhol. O projeto tem patrocínio da CAIXA Econômica Federal e do Governo Federal.

No dia seguinte à abertura (quarta, 11), às 19h, a curadora Mariza Bertoli ministrará a palestra Vida e obra de Francisco Goya no Cinema 2 da CAIXA Cultural Rio de Janeiro. A atividade é voltada a todos os públicos e as inscrições devem ser realizadas pelo e-mail palestragoya@gmail.com.

A coleção exibida na mostra, também chamada de Disparates, é uma edição póstuma da Academia de Belas Artes de Madri, que adquiriu as pranchas em 1864. As enigmáticas gravuras são as últimas obras gráficas de Goya e revelam visões, violência, sexo, deboche das instituições relacionadas com o regime absolutista e crítica aos costumes e ao clero. O período em que as gravuras foram feitas não é muito preciso; de acordo com especialistas, devem ser de 1815 a 1820. Goya tinha decidido não publica-las, por causa da perseguição aos iluministas à época.

Segundo Mariza Bertoli, a exposição contará também com atividades interativas. “Pensei em um espaço que gerasse inquietações e curiosidade. Os participantes estarão vivenciando, de fato, o exercício estético. O estético na arte é o que comove, e a sua finalidade é colocar-nos na obra que está nos nossos olhos; promover um conhecimento sensível”, explica Mariza.

A mostra apresentará duas grandes gravuras impressas para que as pessoas se fotografem diante das imagens. Uma delas contará com sacos, tal como na gravura original Os ensacados (Los ensacados), que estará na exposição. A obra remete à opressão, ao desespero e à própria sensação da surdez, já que Goya perdeu a audição aos 46 anos.

“Será uma experiência forte fotografar-se nestes cenários, que são as gravuras aumentadas. Ver-se entre os loucos é inusitado. Valorizar a liberdade de não estar ‘ensacado’. Afinal, no início da mostra, nos perguntamos: pode-se anunciar loucuras?”, completa a curadora.

Acessórios, máscaras e vestuário ficarão à disposição, para que as pessoas possam se caracterizar e fazer suas próprias produções para fotografias. Além disso, estarão disponíveis, ainda, espelhos, um côncavo e outro convexo, para que os visitantes se vejam por outras perspectivas.

  • Serviço:
  • Exposição Loucuras Anunciadas – Francisco de Goya
  • Entrada franca
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
  • Endereço:  Avenida Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Abertura: 10 de julho (terça-feira), às 19h
  • Visitação: de 11 de julho a 7 de outubro de 2018
  • Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
  • Classificação indicativa: Livre
  • Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
  • Acesso para pessoas com deficiência
  • Palestra Vida e obra de Francisco Goya, com a curadora Mariza Bertoli
  • Data: 11 de julho de 2018 (quarta-feira)
  • Horário: 19h
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
  • Lotação: 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)
  • Inscrições: Pelo e-mail palestragoya@gmail.com
  • Classificação indicativa: Livre
Fabiana Karla exibe corpo mais enxuto em praia no Rio

20 kg mais magra, a humorista é a favor de não se preocupar com padrões estéticos

Fabiana Karla aproveitou o final de semana de sol na cidade maravilhosa e desfilou um shape visivelmente mais enxuto na Prainha, na zona oeste do Rio.

Adepta de uma filosofia que incentiva as pessoas a aceitarem seus corpos da maneira que eles são, a atriz publicou fotos em suas redes sociais com mensagens de incentivo aos seguidores. “Curta a vida do seu jeito, com suas formas, sem se preocupar com padrões”.

Fabiana, que é mãe de 3 filhos, Laura, Beatriz e Samuel, emagreceu 20kg nos últimos seis meses com método Dietkal, também conhecido por VLCD (Very Low Calorie Diet), em que a ingestão de proteínas é de alto valor biológico e o aporte de carboidratos e gorduras é muito baixo, o que resulta numa perda de peso e manutenção bem mais eficientes que os outros métodos.

“Em um mês, eu perdi quase 11 quilos com a Dietkal e continuei dando prosseguimento, perdendo menos, devido as minhas viagens. É um método eficaz, brinco que é a dieta do astronauta”, diz, explicando que os produtos consumidos vem em saches em pó que transformam em alimentos como pães, bolos , pizzas, omeletes , iogurtes e etc. De acordo com Fabiana, o mais importante é manter a saúde e não apenas ficar mais magra.  “Não me vejo bonita se estou muito magra. Já tive 60 quilos, mas procurei emagrecer buscando equilíbrio e bem estar”, afirma a humorista que em breve iniciará as gravações para uma nova novela na Rede Globo.

Conhecida por seu trabalho social em Recife, a atriz esteve recentemente em Perúgia, na Itália, onde recebeu a Palma de Ouro de Assis e foi nomeada Embaixadora da Paz para o Brasil. O prêmio é oferecido pela Confederação Internacional dos Cavaleiros da Paz a pessoas que incentivam a promoção do diálogo e da paz e já foi entregue a Nelson Mandela, Michael Jackson e Andrea Bocelli.

“Esse título veio a coroar o meu desejo de ter uma fundação. Porém, também pode-se fazer de pouquinho em pouquinho, mesmo sem ter uma fundação… Eu vejo muitas pessoas no Brasil fazendo tantas coisas sem recursos. pessoas simples que alimentam famílias para ajudar, que prestam assistência a asilos, que alimentam animais mesmo tendo tão pouco para repartir. Isso me motiva sempre mais porque o brasileiro é um povo muito caridoso, um povo muito cheio de amor e é muito solidário…”.

Bip Bip inicia série de comemorações pelos 50 anos do bar

Bip Bip inicia série de comemorações pelos 50 anos do bar e pelos 75 de seu Personagem, Alfredo Jacinto Melo (Alfredinho)

Primeiro encontro será dia 07 de julho, na Sala Baden Powell, com rodas simultâneas de samba, chorinho e bossa nova em vários ambientes da casa

Uma noite reunindo três gerações de músicos residentes do Bip Bip. Rodas de samba, choro e bossa nova, da calçada ao palco da Sala Baden Powell. Isso tudo para comemorar os 50 anos da tradicional casa de música de Copacabana (fundada em 13 de dezembro de 1968) e os 75 de vida, desse personagem, irreverente e solidário, Alfredinho (Alfredo Jacinto Melo, nasc. 17 de setembro de 1943) que, há 34 anos, funde sua história de vida à identidade cultural do Bip, projetando o compromisso com os menos assistidos, linkando arte, cultura e generosidade, informalmente.

O encontro será dia 07 de julho, com participação especial da sambista Cristina Buarque e time de músicos talentosos, profissionais, amadores e pesquisadores do mundo do samba. A produção de Paulo Figueiredo, o mesmo que realizou apresentações do Bip em Moscou e São Petersburgo, em novembro do ano passado, durante os 100 anos da Revolução Russa.

A Sala Baden Powell será transformada numa fiel reprodução do Bip Bip. No palco principal, uma roda de samba será o ponto alto da noite.” Cristina Buarque interpretando Wilson Batista, acompanhada por inúmeros músicos frequentadores do bar. Um evento que ao mesmo tempo homenageia um personagem do samba, que que deixou o cenário a 50 anos, celebra os 75 anos do dono do Bip Bip, o Alfredinho, e os 50 Anos do seu Bar”, explica Paulo Figueiredo.

No segundo semestre, será lançado a terceira edição do livro do Bip Bip, “Um bar a serviço da alegria”, de Chico Genu (Economista), Luis Pimentel e Marceu Vieira (Jornalistas), com novas crônicas escritas por frequentadores, relatando casos curiosos e inusitados, com muito humor, que aconteceram no Bar. Edição especial pelos 50 anos da casa.

Sobre o Bip Bip

Localizado no Bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, o Bar foi fundado em 13 de dezembro 1968, no mesmo dia, e ano em que foi assinado o AI-5; Ato Institucional decretado pelo Regime Militar, em plena Ditadura Militar, anos de chumbo no Brasil.

O nome Bip Bip, foi em homenagem ao 1º satélite artificial Russo. o Sputinik, lançado em 1957 e sua emissão do sinal sonoro bip-bip-bip…

Dede 1984, Alfredinho comprou o Bar Bip Bip, a partir daí virou ponto de encontro cultural para ouvir o bom samba, participar de lançamentos de livros, resenhas culturais, debates políticos, com total identidade progressista. É responsável por apoiar projetos sociais, como o “Se Essa Rua Fosse Minha”, que mantém há 20 anos.

“O lado social do Bip Bip começou com a parceria de Betinho e hoje compreende assistência e capacitação para crianças de Vila Isabel, distribuição de 40 cestas básicas mensais e dezenas de projetos contra a pobreza, financiados com doações de amigos/clientes e venda de mercadoria solidária. Comovedor é o almoço de Natal, com 700 refeições para qualquer pobre que passa. Hoje em dia, o barzinho pode ser definido, sem temor de desmentido, o único exercício comercial sem fins lucrativos” (Claudio Bernabucci, Carta Capital 05/07/2013)

A programação musical do Bip Bip, acontece em vários dias da semana, de forma espontânea.

Sobre o produtor Paulo Figueiredo:

Jornalista e produtor cultural desde 1986. Desenvolveu vários projetos musicais, principalmente no universo do samba tradicional; entre casas com música ao vivo, centros culturais, produção de shows e CDs e na gestão de projetos incentivados. Do final das atividades do Bar do Barbas, em 88, do Bar Arco da Velha, em 89, à programação do Candongueiro, 90/96 e do Bar Carioca da Gema (2004 a 2008), produziu por 20 anos a Velha Guarda da Portela e inúmeros show com as participações de Marisa Monte, Cesária Évora e Paulinho da Viola e Monarco. Em 2002, recebeu o Prêmio Caras (atual de Música Brasileira) como Produtor do Melhor CD de samba “Nasci para Sonhar e Cantar”, Dona Ivone Lara. Em 2004, produziu o CD “Sempre a Cantar” de Dona Ivone Lara indicado para o Prêmio Tim 2005 (atual PMB). Em 2006, produziu com Paulão 7 cordas, CD e Show Aquarela do Samba reunindo 7 grandes nomes do Samba: Dona Ivone Lara, Monarco, Walter Alfaiate, Luiz Carlos da Vila, Xangô da Mangueira, Wilson Moreira e Nelson Sargento (CD indicado para o Prêmio Tim, atual de MPB).  Produtor local do Filme O Mistério do Samba – Velha Guarda da Portela – produzido por Marisa Monte e Conspiração Filmes, 2007/2008. Em 2015 teve outro projeto premiado: CD Passado de Glória – Monarco 80 Anos e ganhou o 26ª Prêmio de Música Brasileira como o melhor CD de Samba. Prêmio Contigo de Músico, Melhor CD de Samba.

 

  • Serviço | Ficha técnica
  • Bip Bip 50 anos | Canta Wilson Batista |50 Anos sem o Compositor
    Data: 07 de Julho de 2018
    Local: Sala Baden Powell
    Av. Nossa Sra. de Copacabana, 360 – Copacabana
    Telefone: 2547-9147
    Horário 20h
    Valores do Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
    Classificação: 16 Anos

    Participação Especial: Cristina Buarque
    Projeto Gráfico: Márcia Leite
    Fotografia: Eduardo Sarmento
    Assessoria de Imprensa: Frase Comunicação
    Produção e Direção Geral: Paulo Figueiredo

  • Informações para a Imprensa
  • Frase Comunicação
  • Rita Capell
  • 21 3042-5405/ 99294-1935
  • ritacapell@frasecomunicacao.com.br
 A força e a poesia do sexteto Mulamba encerra fase do Levada no Teatro Sesi, dias 28 e 29 de junho com participação da cantora pernambucana Doralyce
  • Grupo de Curitiba usa poesia e música para cantar o empoderamento feminino
  • Programação de junho encerra destacando a força das mulheres na cena musical
  •  Ayrton Montarroyos abre última fase do Festival, na Tijuca, em julho

Clip da música P.U.T.A

https://www.youtube.com/watch?v=ZdpZ-93uUnY

Uma banda de mulheres que tem muito a dizer.  Mulamba, sexteto de curitibano é a última atração do Festival Levada no palco do Teatro Sesi, dias 28 e 29 de junho, às 19h. Elas juntaram instrumentos de cordas e percussão com letras fortes que retratam e reiteram vivências feministas. O grupo ainda conta com a participação especial da pernambucana Doralyce, no segundo dia. Depois disso, hora de trocar o centro pela Tijuca, onde,  nos dias 5 e 6 de julho o Levada começa a fase final do festival, no Centro da Música Carioca, na Tijuca, com show de Ayrton Montarroyos.

Juntas desde 2015, o Mulamba é formado por Fer Koppe (violoncelo), Amanda Pacífico (voz), Cacau de Sá (voz), Érica Silva (baixo/guitarra), Caro Pisco (bateria) e Naíra Debértolis (guitarra/baixo), que se revezam entre guitarra, baixo e violão. Na bagagem estão referências musicais que passam por Elza Soares, Cassia Eller, Milton Nascimento e Rosetta Tharpe, entre outros. Com um repertório totalmente autoral, elas vão cantando e montando o setlist ao vivo, sentindo o clima do momento.  A música “P.U.T.A” ganhou vídeo que já conta com mais de dois milhões de visualizações no youtube, desde 2016.  Além dessa, estão as composições “Espia, escuta”, “Lama e “Vila vintém”, entre outras.  A mistura é da boa e quem já viu o sexteto no palco – elas se apresentaram anteriormente no Circo Voador e na Fundição Progresso – não se esquece.

“A gente gosta de difundir as nossas mensagens pela música em todos os cantos, na rua, no teatro, nas periferias. É uma vontade coletiva”,  afirma Cacau.

Para o curador Jorge Lz, o conceito do Mulamba define (e fecha) bem a programação de junho do Festival. “É cada vez mais evidente a importância das mulheres na música brasileira, especialmente na independente.  Elas estão usando a sua força e presença para marcar seu território nessa cena”.

A sétima edição do Levada começou no dia 10 de maio com show do Kassin no Teatro Ipanema onde apresentou, ao longo do mês, atrações variadas, como o trio Muntchako, de Brasília, a cantora Illy, da Bahia e o Trombone de Frutas, do Paraná.  Em junho, o Festival ocupou o Teatro Sesi, no centro – com shows da Banda Mais Bonita da Cidade,  Corte e Alzira E,  Laura Lavieri e fecha agora com Mulamba. A reta final será na Tijuca, onde, a partir de 5 de julho os shows acontecerão no Centro da Música Carioca, completando a circulação por três regiões da cidade: Zona Sul, Centro e Zona Norte, um desejo antigo do idealizador, Julio Zucca, sócio da Zucca Produções e coordenador geral do Levada.

Com shows às quintas e às sextas-feiras, em horários variados, e ingressos a preços populares (R$ 20 e R$ 10 para quem paga meia entrada), o Festival Levada tem patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi – por meio da Lei de Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro – Lei do ISS.

Programação Levada 2018

TEATRO SESI (Av. Graça Aranha, 1, no Centro). Shows às 19h, censura 16 anos:

  • Dias 28 e 29 de junho – Mulamba (Curitiba, PR)– O sexteto feminino que combina sonoridades e traz, em seu discurso, questões sociais e de empoderamento feminino se apresenta pela primeira vez na cidade.

CENTRO DA MÚSICA CARIOCA ARTUR DA TÁVOLA (Rua Conde de Bonfim, 824, na Tijuca). Shows às 20h:

  • Dias 5 e 6 de julho – Ayrton Montarroyos (Recife, PE) – Além de compositor, Ayrton se destaca como um dos mais interessantes intérpretes da nova geração. Lançou seu primeiro disco em 2017, mesmo ano em que teve uma passagem bastante elogiada pelo programa The Voice.
  • Dias 12 e 13 de julho – Luê (Belém, PA)– Lançou no final de 2017 o seu segundo disco, “Ponto de Mira”, com sonoridade mais eletrônica e produção de Zé Nigro, braço direito de Curumin.
  • Dias 19 e 20 de julho – Romulo Fróes (São Paulo, SP) – Integrante do quarteto Passo Torto, é considerado um dos principais compositores paulistanos e prepara novo álbum de inéditas. Lançou um disco em homenagem ao sambista Nelson Cavaquinho, uma compilação de músicas suas gravadas por mulheres e um disco com o cantor mineiro César Lacerda.
  • Dias 26 e 27 de julho – Pietá (Rio de Janeiro, RJ) – Formado por Frederico Demarca, Rafael Lorga e pela cantora potiguar Juliana Linhares, o trio mistura vários elementos da música popular brasileira e lança o seu segundo CD, “Leve o que quiser”, com participações de Chico César, Claudio Nucci e Carlos Malta.

Um pouco mais sobre o Levada

Nas seis edições anteriores, o Levada apresentou 88 artistas, que se apresentaram para um público de mais de 12 mil pessoas. Pedro Luís, Siba, Lucas Santanna e Lirinha são alguns dos artistas mais famosos que já passaram pelo Levada, que também trouxe artistas que estavam prestes a despontar, como Ellen Oléria, Filipe Catto, Márcia Castro e Boogarins. Isso sem falar nas descobertas de Phill Veras, Aíla, Brunno Monteiro, Jaloo e César Lacerda.

Leia, veja, ouça mais sobre o Levada nas redes:

 

https://levadaentrevistablog.wordpress.com/
https://www.facebook.com/festivallevada/

https://www.instagram.com/festivallevada/

https://www.youtube.com/channel/UCGgFguV1NQiQDejHR9KYAvg

https://open.spotify.com/user/radiolevada?si=6-5FIWl5R9aPLnECIfPz0w

JORNAL ALAGOAS