Exposição mostra histórias de amor, superação e empoderamento de mães brasileiras

Exposição Retratos de Mãe, da fotógrafa Andréa Leal e curadoria de Simone Silvério, mostra dezoito  histórias reais dos desafios, dores, belezas da maternidade. A mostra conta com um  aplicativo de realidade aumentada que exibe um vídeo de cada mãe contando sua trajetória de amor, luta e superação

Áurea: essa é a história de uma mulher que imergiu no mundo da microcefalia para fazer a diferença. Foto: Andrea Leal

Uma parteira, de  80 anos, ícone do parto humanizado, que já realizou mais de seis mil procedimentos, uma jovem mãe  negra que cria sozinha a filha e defende a venda de mais bonecas negras nas lojas infantis. Histórias reais escritas pela premiada  jornalista Sílvia Bessa fazem  parte de uma exposição de fotos do projeto Retratos de Mãe, criado em 2017 pela fotógrafa pernambucana Andréa Leal, e que teve curadoria da   fotógrafa paulista Simone Silvério. Pela primeira vez em São Paulo, a exposição gratuita acontece de 13 de junho a 13 de julho na Galeria Studio Trend, no Alto de Pinheiros, em São Paulo.

A mostra reúne dezoito casos reais que marcam  momentos de amor e cumplicidade entre mães e filhos – biológicos ou adotivos.  “ Estamos retratando mulheres fortes, com histórias marcantes, conhecer essas mães, escutar suas narrativas,  entender seus sentimentos e registrá-los,  de forma que as pessoas consigam interpretar suas histórias,  foi o que eu quis passar” , diz a fotógrafa Andréa Leal, que defende, em seus projetos bandeiras  como a  amamentação, o parto natural e humanizado, a presença  dos pais na vida dos filhos e o respeito às crianças especiais.

“Peço somente que, quando a menina crescer, não diga que eu a dei porque quis. Diga que dei porque não pude ficar com ela”, disse a mãe biológica de Jakyele que posa com a mãe adotiva .

A  jornalista que escreveu as histórias,   Sílvia Bessa, repórter especial do Diário de Pernambuco, também traz uma trajetória marcada pela maternidade.  Com vinte anos de profissão e mais de vinte prêmios na bagagem, entre eles  três Prêmios Esso, ela passou a escrever sobre temas envolvendo mulheres e mães após sua experiência de maternagem: primeiro com uma filha especial que viveu 111 dias e depois com duas filhas gêmeas.

Após passar por um sequestro com a filha, a técnica de enfermagem largou emprego e passou  a se dedicar à crianças com alto grau de vulnerabilidade social

Curadora da mostra fotográfica, Simone Silverio, presidente da Associação Brasileira de Fotógrafos de Recém-Nascidos (ABFRN) e membro da Associação Americana de Fotógrafos Infantis(NAPCP),  conta que se apaixonou pelo projeto assim que o conheceu e revela que se emocionou com cada uma das histórias. “Esse é um projeto repleto de aprendizado e crescimento que reúne muita gente talentosa”,  define.

A exposição tem o apoio cultural de Fujifilm, Magipix,  Viacolor e Virtual Produções.

  • Serviço:
  • Exposição: Retratos de Mãe da  fotógrafa Andréa Leal  – Curadoria Simone Silvério – Baseadas em textos da jornalista Silvia Bessa
  • Data: De 13 de junho  a 13 de julho
  • Horário: Das 9h às 18h, de segunda a sábado
  • Local:  Galeria StudioTrend – Rua Costa Carvalho, 213 – Alto de Pinheiros – SP
  • Livre
  • Entrada franca
  • PARA CONHECER MAIS PERSONAGENS CLIQUE AQUI:
  • Site: https://andrealealfotografia.com/
Musa fitness Eva Andressa explica por que no frio sentimos mais fome e queimamos mais gordura
A “Musa Fitness” Eva Andressa, uma das maiores celebridades quando o assunto é seguidores no Facebook e com mais de impressionantes 10,6 milhões de fãs na rede social, explica por que no frio sentimos mais fome e queimamos mais gordura.
“No frio o nosso metabolismo fica mais acelerado e queimamos mais gordura. Portanto, apesar de sentirmos mais fome é interessante seguirmos a dieta que o resultado vai ser melhor. Esta informação é boa para empolgar as pessoas a fazerem academia agora no inverno (risos)”, afirma a morena.
“Eu mesma já senti bastante nesses dias que está mais frio. É claro que estou tentando controlar minha alimentação, mas estou fazendo a mesma coisa que eu fazia quando estava calor e parece que o resultado é melhor e mais rápido. Isso já é um incentivo para a galera continuar a atividade física e cuidar da alimentação para quando chegar o verão estar com o shape bacana”, completa Eva Andressa, que está bombando com seu canal no YouTube.
O canal possui diversas séries como o “Fit Talk”, no qual ela entrevista uma personalidade do universo fitness, a “Cozinha Simples da Musa”, na qual ela ensina receitas fitness, e a “Trip Radical”, na qual a morena viaja para cidades brasileiras e do exterior mostrando curiosidades, pontos turísticos, entre outros aspectos interessantes do local.

O grande pianista ARTHUR MOREIRA LIMA fará única apresentação de seu recital DE BACH A PIXINGUINHA na Sala Municipal Baden Powell no dia 09 de junho sábado as 20h.

arthur moreira lima

Considerado uma das mais importantes personalidades da nossa cultura, Arthur Moreira Limaapresentará seu recital DE BACH A PIXINGUINHA, onde interpretará obras de Bach, Mozart, Beethoven, Chopin e Liszt até Pixinguinha, Villa-Lobos, Ernesto Nazareth e Luiz Gonzaga, na Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360), no dia 09 de junho/2018, sábado as 20h.

. “Queremos levar a todos aquela música que vem, através dos tempos, encantando qualquer ouvinte, desde que lhe dê oportunidade de conhecê-la”, declara Arthur Moreira Lima.

O repertório é cuidadosamente selecionado pelo músico alternando obras clássicas e populares.

O Pianista…

Nascido no Rio de Janeiro, Arthur Moreira Lima começou a estudar piano aos seis anos de idade, tendo como professora Lúcia Branco que também tivera por alunos nomes como Tom Jobim ou Nelson Freire.

Aos oito, tocou um concerto de Mozart com a Orquestra Sinfônica Brasileira.

Seus mestres foram Lúcia Branco (Rio de Janeiro), Marguerite Long (Paris) e Rudolf Kehrer (Conservatório Tchaikovsky de Moscou).

Moreira Lima projetou-se internacionalmente na Competição Internacional de Piano Frédéric Chopin de 1965, em que conseguiu o segundo lugar. Laureou-se também em várias outras competições, incluindo a também prestigiosa Competição Internacional Tchaikovsky de 1970, ficando em terceiro lugar.

Em seu trabalho de resgate e difusão das raízes culturais brasileiras, Arthur Moreira Lima foi solista da primeira audição do Concerto nº1 de Villa-Lobos no Japão, Rússia, Áustria e Alemanha. Foi também ele que fez reviver a obra de Ernesto Nazareth, trabalho premiado nos Estados Unidos.

Entre os outros prêmios, destacam-se os cds das obras de Villa-Lobos, Radamés Gnattali e a gravação de Astor Piazzolla premiada na França.

Sua permanente inquietação e a valorização que dá à nossa cultura, fazem de Arthur Moreira Lima o mais popular, versátil e completo dos intérpretes clássicos brasileiros.

Projetou-se internacionalmente como vencedor de renomados concursos: Chopin em Varsóvia, Tchaikovsky em Moscou, e Leeds na Inglaterra.

Já foi solista das principais orquestras do mundo, sendo acompanhado pelos mais famosos regentes.

A crítica mundial o considera extraordinário intérprete do grande repertório romântico.

Desde 2003, tem percorrido mais de 500.000 Km e executou mais de 500 concertos, pelo interior do Brasil inteiro em seu caminhão-teatro, já tendo tocado para cerca de 1 milhão de pessoas, em lugares os mais distantes, que antes jamais tinham presenciado um concerto de piano.

ARTHUR MOREIRA LIMA em “DE BACH A PIXINGUINHA”.

Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo

Dia 09 de junho 2018

Sábado 20h

Sala Municipal Baden Powell

Av. Nossa Senhora de Copacabana 360.

Tel. (21) 2547-9147 / 98675-4222

Preço dos Ingressos: R$ 80,00 / R$ 40,00 (Meia para estudantes, idosos acima de 60 anos e menores de 21 anos + moradores de Copacabana + Assinantes do Jornal O GLOBO + portadores do cartão do MetroRio)

Tempo de duração: 60 minutos

Livre para todas as idades

Gênero: Musical.

Maiores Informações pelo tel. 21-98481-0933 com o produtor e assessor de imprensa, João Luiz Azevedo

Brasileira moradora de Salt Lake City, nos EUA, ganha concurso de biquíni em Cancún
Brasileira moradora de Salt Lake City, nos EUA, ganha concurso de biquíni em Cancún
Suzy Pin, que mora em Salt Lake City, nos EUA, mostrou a beleza da mulher brasileira ao vencer o concurso de biquíni realizado no Mandala Beach, a mais famosa pool party de Cancún. Além do prêmio de 1.000 dólares, ela ganhou um biquíni e não precisou pagar por nenhuma outra festa na movimentada cidade mexicana.
“Fui para o Mandala no intuito de me divertir com o pessoal da agência Mogitur e nem imaginava que haveria um concurso lá pois nem de biquíni eu estava. Mas a organização me ofereceu um biquíni, o agente de viagens André Santos e o pessoal me convenceram a participar e acabei indo mais pela diversão mesmo. Nem pensava em ganhar (risos), mas acabei vencendo”, conta a loira de 27 anos que possui um corpo escultural.
“Foi uma experiência incrível! Além de ter me divertido muito eu vivi algo único ao lado de bons amigos em um lugar lindo e paradisíaco”, destaca Suzy Pin.
“Ela é super tímida e pediu aprovação da mãe para participar do concurso. A Suzy teve uma noite de famosa e todos queriam tirar foto com ela”, completa o agente de viagens André Santos, da Mogitur.
Luis Leite e Erika Ribeiro apresentam “Vento Sul” na Casa do Choro, 30 de maio, quarta-feira

Consagrados violonista e pianista brasileiros fazem show com obras do último álbum de Luis Leite

No próximo dia 30 de maio, quarta-feira, a Rua da Carioca, no Centro do Rio, vai receber novos ventos sonoros com a apresentação, na Casa do Choro, dos músicos brasileiros Luis Leite (violão) e Erika Ribeiro (piano).

Artistas de visão singular, Luis e Erika usam sensibilidade e técnica para a construção de uma intensa expressividade musical, se destacando por sua versatilidade, lirismo e refinado virtuosismo. Juntos fazem uma música viva e cosmopolita, que abraça as diferentes nuances e possibilidades expressivas de seus instrumentos.

Na Casa do Choro, o Duo apresentará músicas do último álbum de Luis Leite, “Vento Sul”, com direção musical do Duo. Neste que é seu terceiro álbum autoral, Luis buscou inspiração na riqueza poética da música da América do Sul, evocando o colorido plural de nossos países vizinhos, e que aqui ganha emoção particular através da interpretação em formato de Duo.

Em “Vento Sul” Luis Leite une grande sofisticação na interpretação e na composição a uma fértil imaginação de referências advindas do universo da improvisação musical. Através dessa concepção, usa de todas as suas virtudes em prol do bonito encontro entre o erudito e o popular, o chamado third stream diluindo as fronteiras existentes entre os dois gêneros através de linguagens da música instrumental latino-americana.

O violonista e compositor Luis Leite é um dos principais violonistas brasileiros em atividade. Vencedor de vários concursos nacionais e internacionais de violão, possui intensa atuação internacional – se apresentou em mais de 20 países tocando em salas como a Wiener Musikverein e Wigmore Hall. (“Um verdadeiro virtuose do violão” – Revista Concerto, Viena).

A pianista Erika Ribeiro é considerada uma das mais proeminentes musicistas de sua geração. Vencedora de 10 concursos de piano no Brasil e premiada em mais de 20, Erika é solista convidada de várias orquestras brasileiras e colabora intensivamente como camerista junto às mais diversas formações.

SERVIÇO:

30/09 – quarta-feira – Luis Leite e Erika Ribeiro apresentam “Vento Sul” na Casa do Choro

Horário: 19h

Endereço: Rua da Carioca, 38 – Centro, Rio de Janeiro

Informações: (21) 2242-9947

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Classificação livre

Comprar ingressos:

https://www.ticketplanet.com.br/marcas/casa-do-choro

Ouvir e adquirir o CD “Vento Sul”

www.luisleite.art.br/ventosul

‘Brimas’ volta ao cartaz, dia 02 de junho, para sua 10ª temporada no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea

Visto por quase 50 mil espectadores, espetáculo é baseado nas histórias das avós das atrizes Beth Zalcman, Simone Kalil. Com direção de Luiz Antônio Rocha, peça conquista a plateia ao tratar do tema da imigração com afeto, humor, emoção e cumplicidade

Há dois anos e meio em cartaz sem patrocínio, indicado ao Prêmio Shell de melhor texto e visto por quase 50 mil espectadores, o espetáculo ‘Brimas’ tem um segredo para o sucesso: é a alta dose de afeto, que está presente na história criada pelas atrizes Beth Zalcman e Simone Kalil, e na relação com o público, de troca, cumplicidade e até confissões. Com direção de Luiz Antônio Rocha, a peça volta ao cartaz no Rio, depois de um ano de viagens, para sua 10ª temporada, agora no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, de 02 a 23 de junho, sempre aos sábados, às 19h.

A partir de fatos vividos por suas avós, Beth e Simone escreveram a peça para trazer ao palco as matriarcas Ester e Marion. Ambas saíram jovens de seus países de origem, Egito e Líbano respectivamente, e foram acolhidas no Brasil no início do século passado. As personagens, uma judia e a outra católica maronita, estabelecem uma relação de amizade, convivendo com tolerância e respeito, valorizando a riqueza da diversidade cultural e religiosa de cada uma.

Brimas – Beth Zalcman (esq) e Simone Kalil foto Guga Melgar

“No final de 2015, fomos invadidos por imagens e notícias sobre os refugiados sírios, exatamente quando estreávamos ‘Brimas’, ressignificando nosso projeto. Tolerância, respeito, direitos, identidade, imigração, fronteiras, ganharam força com a realidade retratada pela mídia. Nossa peça, construída por memória afetiva e força cultural vinda das matriarcas Ester e Marion, foi fortalecida por esses ingredientes humanos e importantes para todos… os que ficam, os que vão, os que tem sua terra, os que são exilados”, explica a atriz e autora Simone Kalil.

Na peça, as imigrantes revivem suas histórias enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade da família e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria. A peça reflete o Brasil que acolhe as diferentes culturas, misturando e unindo nacionalidades e crenças religiosas. É um contraponto à realidade atual em que tantos refugiados no mundo têm suas travessias interrompidas.

A montagem estreou em novembro de 2015 no Rio de Janeiro, recebendo indicação ao Prêmio Shell na categoria Melhor Texto. Desde então, já se passou por uma série de teatros no Rio e em São Paulo. A aceitação e identidade com a plateia foram imediatas em todas as temporadas. “É uma peça que tem muito humor, mas é profunda. Sobrevivemos sem patrocínio porque ‘Brimas’ comove as pessoas, faz com que elas pensem na própria história”, acrescenta o diretor Luiz Antônio Rocha.

Para a autora e atriz Beth Zalcman, falar de sua avó é falar de identidade construída pelo afeto, pelo cheiro e sabores da comida, pelos gestos, pela voz, pelas histórias vividas e sentidas. “Nesse trajeto, estabelecemos vínculos com comunidades de origens árabes e judaicas e ONGS que acolhem refugiados no Rio. Pudemos diversas vezes, ao final de uma sessão, contar com depoimentos de refugiados e historiadores, gerando conversas de altíssimo nível com a plateia e, assim, ampliando as possibilidades do espetáculo. “Brimas fala da possibilidade de encontros, de paz, independentemente de crenças, nesse momento contemporâneo de tanta intolerância”, conclui.

Ficha técnica:

Texto e atuação: Beth Zalcman e Simone Kalil

Direção: Luiz Antônio Rocha

Assistente de direção: Valéria Alencar

Cenário e adereços: Toninho Lôbo

Figurino: Claudia Goldbach

Iluminação cênica: Aurélio De Simoni

Preparação de elenco: Beth Zalcman

Direção de produção: Sandro Rabello

Realização: Mabruk Produções, Espaço Cênico, Mímica em Trânsito e Diga Sim! Produções

 

Serviço

Brimas

Temporada:  de 02 a 23 de junho

Teatro Clara Nunes: Rua Marquês de São Vicente, 52/Shopping da Gávea

Telefone: (21) 2274-9696

Dias e horários:  Sábados, às 19h.

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

Lotação: 743 pessoas

Duração: 1h10 minutos

Classificação indicativa: 10 anos.

Funcionamento da Bilheteria: Diariamente, das 13h às 21h.

Venda online: https://www.tudus.com.br/evento/teatro-clara-nunes-brimas

Prelúdio 21 convida João Luiz Areias e o José Wellington com entrada gratuita, sábado, 26 de maio, no CCJF

Prelúdio 21 convida João Luiz Areias (trombone) e o José Wellington (piano), com entrada gratuita, sábado, 26 de maio, no CCJF

jose wellington

O grupo de compositores Prelúdio 21 recebe em sua série no Centro Cultural da Justiça Federal, no dia 26 de maio, sábado, às 15h, o duo formado pelo trombonista João Luiz Areias e José Wellington. Os intérpretes, além de serem expoentes nos seus instrumentos, têm um notável trabalho dedicado à música contemporânea. Os concertos da série “Prelúdio 21 – Música do Presente” acontecem sempre no último sábado de cada mês. No programa, as obras “Combustão” (Neder Nassaro), “One moment frozen in timere” (Caio Senna), “Humano” (Sergio Roberto de Oliveira), “Sonata para Trombone e Piano” (Marcos Lucas) e “Inserções III” (José Orlando Alves) e “Sonata para Trombone e Piano”, de Alexandre Schubert.

Prelúdio 21

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

  • SERVIÇO:
  • 26/05 – sábado – Prelúdio 21 convida João Luiz Areias (trombone) e o José Wellington (piano)
  • Horário: 15h
  • Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
  • Av. Rio Branco, 241 – Centro
  • Tel. (21) 3261-2550
  • Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
  • Classificação Livre
  • Programa:
  • “Humana” – Sergio Roberto de Oliveira
  • “Sonata para Trombone e Piano” – Alexandre Schubert
  • “Combustão” – Neder Nassaro
  • “Inserções III” – José Orlando Alves
  • “Sonata para Trombone e Piano” – Marcos Lucas
  • “One moment frozen in timere” – Caio Senna (trombone solo)
ARTISTAS CARIOCAS podem ganhar até R$ 40 MIL

ARTISTAS CARIOCAS podem ganhar até R$ 40 MIL para RESIDÊNCIA ARTÍSTICA no RIO DE JANEIRO

O projeto ArtSonica – Residência Artística recebe até 15 de junho propostas de artistascariocas que misturem linguagens artísticas; desafio será a criação de obra de arte para exposição no Oi Futuro, no Rio de Janeiro. Os selecionados receberão bolsas que vão de R$ 20 mil a R$ 40 mil e devem cobrir todos os custos durante as oito semanas de estadia na cidade, entre agosto de 2018 e junho de 2019. É a chance que muitos criadores desejam para alavancar a carreira ou expor em um grande polo cultural.

Durante o período de residência artística no Rio de Janeiro, o projeto ArtSonica oferecerá estrutura recém-inaugurada, que ocupa um andar inteiro do edifício do Oi Futuro, a poucos metros do Centro Cultural Oi Futuro, no bairro do Flamengo, na Zona Sul da cidade. As instalações do laboratório são de ponta, com equipamentos para gravação de som e vídeo, estúdio acústico, ateliê de criação, posições de coworking, sala para ensaios e oficinas e internet de alta capacidade. O projeto também disponibilizará técnicos de estúdio, e equipes de produção de conteúdo para redes sociais e assessoria de imprensa para que divulguem os trabalhos em desenvolvimento.

Ao todo, dez artistas de várias partes do Brasil serão escolhidos para residências de dois meses no LabSonica, laboratório de inovação e criatividade do Oi Futuro, com estúdios de som e vídeo, coworking e ambiente para oficinas e ensaios. A ideia é dar voz a toda a cadeia produtiva da imagem e do som, da pesquisa à criação, incluindo a produção de expressões que vão além-palco.

Escolhidos por uma comissão formada por cinco profissionais com excelência em áreas artísticas diversas, os residentes exibirão ao público, com entrada franca e transmissão na web em tempo real, a sua pesquisa em três momentos: devem fazer uma apresentação sobre o seu processo criativo; depois, será a vez do PapoSonica, no qual os artistas podem convidar um especialista para falar sobre um tema ligado ao projeto ou assumir essa tarefa; e, ao final da Residência, todos terão mais um mês para entregar uma criação final com o objetivo de fazer parte de uma exposição coletiva, em 2019, no Centro Cultural Oi Futuro.

“Conversando com diversos amigos sobre artes digitais, achei interessante propor para artistas de diferentes especialidades o desafio de se aventurarem por este caminho. A ideia foi muito bem recebida e resolvemos elaborar uma proposta com esta provocação. Esta foi a semente que deu origem à ArtSonica. As pesquisas artísticas podem ser realizadas total ou parcialmente durante os dois meses de experimentação, desde que os criadores proponham quais são os seus objetivos e cumpram com as entregas acordadas”, explica Julio Zucca, o idealizador do projeto.

As inscrições são realizadas pela Zucca Produções – idealizadora do projeto – por meio do site www.artsonica.com.br. O “ArtSonica – Residência Artística” acontece graças ao patrocínio da Oi, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), e apoio cultural do Oi Futuro e do LabSonica.

 

CABELOS COLORIDOS: TENDÊNCIA DE BELEZA OU CAPRICHO ADOLESCENTE?
Cabelos coloridos: Tendência de beleza ou capricho adolescente?
Youtuber Karyna Rangel conta o segredo por trás de seu visual colorido, que tem sido tendência no Instagram e feito a cabeça de celebridades e mulheres por todo o mundo.
Os cabelos coloridos ganharam espaço nas passarelas e no dia-a-dia das mulheres que desejam revolucionar completamente o visual e apostar em uma cor totalmente fora do comum para tingir os fios. Sim, os cabelos coloridos são uma tendência, que tem feito a cabeça das celebridades, literalmente, em especial mulheres adolescentes e jovens que desejam mudar a aparência expressando seu estilo de vida despojado, leve e alegre. Mais do que apenas atrair a atenção dos observadores, elas querem se expressar, e realizar seu gosto pessoal sem medo de ser feliz.
Nos últimos anos, mais do que nunca, a moda tem trazido consigo além do viés da beleza uma bandeira de dar voz e empoderar mulheres ao redor do mundo, através do inusitado, do novo e do ousado. Celebridades como Katy Perry, Lady Gaga e Avril Lavigne já adotaram o visual colorido por diversas vezes, usando a moda e o estilo como uma maneira de externar sua arte, seus ideais e pensamentos.
A youtuber carioca Karyna Rangel tem feito um estrondoso sucesso nas redes sociais, e é uma das grandes referências no Brasil quando o assunto é cabelo colorido. Com quase 1,5 milhões de inscritos no seu canal e quase meio milhão de seguidores no Instagram, a digital influencer e vlogger é vista frequentemente com as madeixas das mais diversas cores: lisos, cacheados, longos, curtos, etc. Para Karyna, isso já faz parte da sua personalidade: “Desde criança sempre usei o cabelo colorido. Estou sempre mudando a cor do meu cabelo, e faço isso sem nenhum motivo em especial. Faço porque acho bonito, e faço porque sou muito espontânea e impulsiva. Mesmo quando digo que vou manter o cabelo daquele jeito, mudo uma semana depois (risos).”
Essa semana, Karyna pintou o cabelo de arco íris, que é uma das tendências capilares em alta desse ano no Instagram. Karyna como uma das principais influenciadoras do Brasil, conta que muitas meninas escrevem pra ela pedindo dicas e conselhos sobre o assunto de colorir os cabelos. No entanto, para ela, o mais importante é sentir-se bem com o resultado: “até brinco que me considero uma digital “desinfluencer”, mas sei que realmente muitas meninas se inspiram em mim quando o assunto é lifestyle e moda. Eu sou uma pessoa alegre, intensa, vibrante, e expresso isso na forma que me visto e nas cores que uso. Além de trazer uma imagem jovem, moderna, descolada, acredito que o cabelo colorido traz positividade e uma imagem alegre. É isso que aconselho para minhas seguidoras: sejam felizes”.
Muntchako é a segunda atração do Festival Levada dias 17 e 18 de maio no Teatro Ipanema  
 Trio brasiliense se destaca pela mistura de ritmos em show para dançar

Festival segue em junho e julho ocupando palcos no Centro e na Tijuca

O Festival Levada deu seu pontapé inicial com show do Kassin – dias 10 e 11 de maio  – e agora segue com sua “Babel musical”, no Teatro Ipanema no mês de maio. Na segunda semana é a vez do trio Muntchako, que chega de Brasília para mostrar seu pop instrumental, que mistura forró, ska, rock, funk e até tango. Os shows acontecem dias 17 e 18 de maio, quinta e sexta, às 21h.

Em 2015, Samuel Mota (guitarra, banjo, programação e synths), Rodrigo Barata (bateria e samplers) e Macaxeira Acioli (percussão e samplers), trouxeram suas experiências em outros projetos – Sistema Criolina, Jah Live e Cabruêra, respectivamente – e se uniram em torno da vontade de fazer uma música sem fronteira, com uma variedade de ritmos e batidas.  O resultado foi o Muntchako (Mundiais Tchatchatchas Nocauteadores), que proporciona um caldeirão efervescente de “porradas sonoras” que impedem o público de ficar parado.  Bateria, percussão e guitarra, somados a synthis e samplers se harmonizam e resultam em uma mistura irresistível, “pra balançar o esqueleto”.

O cartão de visitas do Muntchako foram os dois singles de estreia: o remelexo suado “Coqueirinho Verde” e o narcotango batidão “Cardume de Volume, que contou com a participação especial da funkeira carioca Deize Tigrona. A música chamou a atenção da crítica e valeu o convite para abrir os shows das bandas Hypnotic Brass Ensemble e Orquestra Voadora, no Circo Voador.  Em 2017, eles lançaram o primeiro CD independente, que levou o nome da banda com produção de Curumin e ilustrações de Shiko, grande artista paraibano. Com o novo trabalho pronto, o trio botou o pé na estrada, participando de vários festivais, no Brasil e na Colômbia.

Para o festival, a banda montou um repertório que reúne músicas já consagradas pelo público, as novidades do primeiro CD, como as músicas “Golpe” – numa alusão ao momento atual -, o funk rock afro “Emojubá”, “Rebola Chimbinha”, “Soc pow tum” e “Vitamina central”, entre outras.  A expectativa é boa para o show.

– O Levada tem uma trajetória de muitas bandas e artistas de qualidade que já passaram pelo projeto. É muito bom compor esse mosaico musical com tanta gente bacana”, afirma Rodrigo.

A sétima edição do Festival Levada segue até o final de julho apresentando bandas e cantores das cinco regiões do país, divididos entre Teatro Ipanema (até 25 de maio, às 21h), no Teatro SESI (de 7 a 29 de junho, às 19h), no Centro; e no Centro da Música Carioca (de 5 a 27 de julho, às 20h), na Tijuca. Dessa forma, o festival chega em três regiões da cidade: Zona Sul, Centro e Zona Norte, um desejo antigo do idealizador, Julio Zucca, sócio da Zucca Produções e coordenador geral do Levada.

Com shows às quintas e às sextas-feiras, em horários variados, e ingressos a preços populares (R$ 20 e R$ 10 para quem paga meia entrada), o Festival Levada tem patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi – por meio da Lei de Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro – Lei do ISS.

Programação Levada 2018

TEATRO IPANEMA (Rua Prudente de Moraes, 824, em Ipanema).
Shows às 21h:

  • Dias 17 e 18 de maio – Muntchako (Brasília, DF)– O trio brasiliense faz um som instrumental, uma mistura de elementos africanos, brasileiros e latinos e traz ao Levada o repertório do seu primeiro e homônimo álbum, produzido pelo Curumin.
  • Dias 24 e 25 de maio – Illy (Salvador, BA)– Cantora baiana, radicada no Rio de Janeiro, lança “Voo longe”, produzido por Kassin e Moreno Veloso, com músicas de Arnaldo Antunes, Djavan, Capinan, Chico César e Jonas Sá, entre outros.
  • Dias 31 de maio e 1o de junho – Trombone de Frutas (Curitiba, PR)– A banda, que faz uma mistura muito interessante de vários gêneros, do rock ao jazz, virá lançar “Chanti Alpïste “, o  seu primeiro álbum.TEATRO SESI (Av. Graça Aranha, 1, no Centro). Shows às 19h:
  • Dias 7 e 8 de junho – A Banda Mais Bonita da Cidade (Curitiba, PR)– Liderada pela vocalista Uyara Torrente, a banda lançou o seu terceiro álbum, “De cima do mundo eu vi o tempo” (2017), com a participação de Felipe Ventura.
  • Dias 14 e 15 de junho – Alzira E (Mato Grosso do Sul, MS) – Parceira de Itamar Assumpção, irmã de Tetê Espíndola e mãe de Iara Rennó, a artista lançou “Corte”, eleito por boa parte da crítica como um dos melhores discos do ano passado.
  • Dias 21 e 22 de junho – Laura Lavieri (São Paulo, SP)– A cantora que despontou no primeiro disco de Marcelo Jeneci, dividindo vozes, agora lança “Desastre Solar”, o seu primeiro álbum, produzido por Diogo Strausz, com músicas inéditas de Gui Amabis, Jonas Sá, Fernando Temporão e Marcelo Jeneci, entre outros.
  • Dias 28 e 29 de junho – Mulamba (Curitiba, PR)– O sexteto feminino que combina sonoridades e traz, em seu discurso, questões sociais e de empoderamento feminino, virá cantar no Rio pela primeira vez.

CENTRO DA MÚSICA CARIOCA ARTUR DA TÁVOLA (Rua Conde de Bonfim, 824, na Tijuca). Shows às 20h:

  • Dias 5 e 6 de julho – Ayrton Montarroyos (Recife, PE) – Além de compositor, Ayrton se destaca como um dos mais interessantes intérpretes da nova geração. Lançou seu primeiro disco em 2017, mesmo ano em que teve uma passagem bastante elogiada pelo programa The Voice.
  • Dias 12 e 13 de julho – Luê (Belém, PA)– Lançou no final de 2017 o seu segundo disco, “Ponto de Mira”, com sonoridade mais eletrônica e produção de Zé Nigro, braço direito de Curumin.
  • Dias 19 e 20 de julho – Romulo Fróes (São Paulo, SP) – Integrante do quarteto Passo Torto, é considerado um dos principais compositores paulistanos e prepara novo álbum de inéditas. Lançou um disco em homenagem ao sambista Nelson Cavaquinho, uma compilação de músicas suas gravadas por mulheres e um disco com o cantor mineiro César Lacerda.
  • Dias 26 e 27 de julho – Pietá (Rio de Janeiro, RJ) – Formado por Frederico Demarca, Rafael Lorga e pela cantora potiguar Juliana Linhares, o trio mistura vários elementos da música popular brasileira e lança o seu segundo álbum, “Leve o que quiser”, com participações de Chico César, Claudio Nucci e Carlos Malta.

Um pouco mais sobre o Levada

Nas seis edições anteriores, o Levada apresentou 88 artistas, que se apresentaram para um público de mais de 12 mil pessoas. Pedro Luís, Siba, Lucas Santanna e Lirinha são alguns dos artistas mais famosos que já passaram pelo Levada, que também trouxe artistas que estavam prestes a despontar, como Ellen Oléria, Filipe Catto, Márcia Castro e Boogarins. Isso sem falar nas descobertas de Phill Veras, Aíla, Brunno Monteiro, Jaloo e César Lacerda.