O Corsário Carioca é um grupo teatral de Contadores da História, que atua tanto como Teatro Flutuante, navegando na Baía de Guanabara, bem como em terra firme, em lugares históricos como a Fortaleza de São João, na Urca, local de fundação do Rio de Janeiro, procurando resgatar a história da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro e do Brasil.
Tem como alicerce, 5 pilares: Educação, Cultura, Conhecimento, Cidadania e Inclusão. A espinha dorsal do projeto, são as Grandes Navegações e Descobrimentos, nos Séculos XV e XVI, integrando história, teatro, ludicidade e educação ambiental.
As navegações são realizadas a bordo de um navio temático, decorado no tema Corsários e Piratas As apresentações contam com atores caracterizados como personagens históricos, tais como o fundador do Rio de Janeiro, Estácio de Sá, Nicolas Durand de Villegagnon, o navegador Vasco da Gama, Cavaleiros Templários, Infante Dom Henrique. padre José de Anchieta, cacique Araribóia, os corsários franceses Jean François Du Clerc e René Duguay Trouin, entre outros.
Além da Contação da História e das lutas de espadas, são oferecidas 3 oficinas: – O Mundo Encantado das Especiarias – Baía de Guanabara – Santuário Ecológico e Cartografia.
Durante as navegações, é oferecido um serviço de bordo composto por mate, biscoitos Globo, sucos variados, salada de frutas,servidas em cestinhas de biscoito, amendoim e água.
A tripulação é formada por atores, historiadores, professores, , escritores, oceanógrafos, biólogos, cartógrafos e mergulhadores de resgate. Todos, profissionais extremamente competentes, capacitados e comprometidos com o projeto e o bem estar dos participantes. Em todas as navegações, temos a presença de dois (2) oficiais do GMar – Grupo Marítimo de Salvamento. São dadas instruções de salvatagem a todos os participantes e todas as crianças, sem exceção, utilizam coletes salva vidas.
O Corsário Carioca é focado em escolas, famílias, grupos de amigos, empresas, idosos, pessoas com necessidades especiais e turistas nacionais e estrangeiros.
Veja Vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=7GibCpENdto&t=19s
SERVIÇO
O CORSÁRIO CARIOCA – NAVEGANDO NA HISTÓRIA
Reestreia: 19 e 20 de janeiro
Temporada: janeiro a dezembro.
Horário: sábados e domingos – 10h30.
Valor do Ingresso: R$ 65,00 para quem levar 1Kg de alimento não perecível. Crianças até 4 anos tem gratuidade e a cada grupo de 10 pagantes, o valor do ingresso cai para R$ 60,00.
Classificação: Livre.
Duração: 150 minutos.
Local: Marina da Glória – Infante Dom Henrique, S/N – Glória – Tel: 21 2555-2200.
Estacionamento: Sim
Horário de funcionamento da venda de ingressos:
segunda a domingo – 9h às 19h – ocorsariocarioca@gmail.com
(21) 99377-1856 – Marcelo Senra
LINK FACEBOOK https://www.facebook.com/ocorsariocarioca/
A influenciadora digital e designer Jhanne Pires passa a virada do ano em badalada festa no Nordeste em praia privativa na companhia de famosos e com dois looks exclusivos, que fazem parte de suas criações originais
A noite da virada de um ano é um daqueles dias em que todo mundo quer estar brilhando. E é claro que, nessas horas, looks incríveis servem de inspiração para combinar peças, arrasar nas tendências e ainda apostar no conforto.
A influenciadora digital Jhanne Pires apostou na sofisticação e no conforto para a virada do ano na badalada festa de réveillon em Carneiros, localizada a 90km de Recife, Pernambuco, um paraíso privativo considerado uma das 10 praias mais bonitas do mundo segundo o TripAdvisor. Jhanne aproveitou bastante as praias e exibiu boa forma, belos biquinis e looks arrasadores durante os eventos.
Os looks usados por Jhanne, um aerolook e o look usado na virada de ano, são exclusivos, criados por ela mesma, especialmente para a ocasião. Além de influenciadora digital, Jhanne também é designer com formação em moda.
“O aerolook foi feito todo em couro, que também é tendência para 2019, e o look do réveillon é um tully com rosas bordadas, feito a mão. As rosas foram retirada do tully e colocadas perto do hot pants. Ambos foram feitos por mim, com base no meu biotipo, que me favoreça”, comenta Jhanne
A festa privativa para 3500 pessoas contou com a presença de muitos famosos, como a ex-BBB Ana Mara. Para a influenciadora, é o melhor réveillon do Brasil: “eu aceitei o convite para vir ao réveillon de Carneiros pela segunda vez porque pra mim é a melhor festa de ano novo do Brasil. Recebi outros convites, mas optei por vir novamente para cá. É uma festa com atenção aos detalhes, muito bem frequentada. A organização é impecável, e o ambiente é paradisíaco, e por isso atrai pessoas do mundo inteiro”, conclui Jhanne.
Ícone da MPB apresenta show “Mano que Zuera” cantando seus grandes sucessos
João Bosco é celebrado dentro e fora do Brasil como uma dos compositores e cantores mais notórios da música brasileira; Conquistou o mundo nos idos da década de 1970 ao firmar parceria com Aldir Blanc, com quem compôs centenas de canções, incluindo “O Bêbado e a Equilibrista”, “Falso Brilhante”, “Bala com Bala” e “Dois Pra Lá, Dois Pra Cá”, que se tornaram clássicos da MPB na voz de eterna de Elis Regina. Agora, toda a preciosidade musical de João Bosco volta ao palco do Teatro Rival Petrobras (Cinelândia) nos dias 11 e 12 de janeiro, sexta e sábado, às 19h30, com o show “Mano que Zuera”cantando sucessos da carreira acompanhando dos músicos Guto Wirtti (baixo), Ricardo Silveira (guitarra) e Kiko Freitas (bateria).
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O novo álbum de João Bosco, “Mano Que Zuera”, lançado nas plataformas físicas e digitais (via MPB Discos/Som Livre), oito anos depois de “Não Vou Pro Céu, Mas Já Vivo no Chão”, último CD de inéditas do compositor e violonista mineiro. Em 2012, Bosco havia lançado o projeto “João Bosco – 40 Anos Depois”, reunindo sucessos de seu repertório e convidados como Chico Buarque, Milton Nascimento e João Donato. Aliás, “Mano Que Zuera” recebeu o Prêmio à Excelência da Obra, parte importante das celebrações do Grammy Latino 2017.
Para João Bosco, na verdade, o ineditismo de uma canção está ligado às muitas possibilidades que ela tem de se reinventar. “Eu tenho um ponto de vista um pouco diferente das pessoas que acham que música inédita é uma música que ainda não foi gravada. Acho que música inédita é aquela que um músico, um intérprete, um arranjador, transforma em outra coisa. A canção nunca se esgota da primeira vez. Há sempre a possibilidade de você procurar novos limites e eu sempre fiz isso nos meus discos”, pontua Bosco.
“Depois do projeto de 2012, agora vem o disco inédito, ‘Mano Que Zuera’, mas não estou há oito anos sem compor. Sou um autor que vem trabalhando o ineditismo, mas que também busca outras possibilidades, outras cores que as canções podem dar. São canções vigorosas de grandes autores brasileiros que considero fonte limpa onde você bebe, sacia a sua sede, e que nunca seca”, finaliza.
E reinventar é a marca das canções de João Bosco. A cada ano suas músicas ganham versões e vozes diferentes. Elas são imortais. Desde 1967 quando ele conheceu Vinicius de Moraes, que se tronou seu primeiro parceiro, nasceram “Rosa dos Ventos”, “Samba do Pouso” e “O Mergulhador”, entre outras canções. Depois, na década de 1970, surgiu a parceria com Aldir Blanc e novos sucessos vieram à tona como “O Mestre Sala dos Mares”, “O Bêbado e A Equilibrista”, “Bala com Bala”, “Kid Cavaquinho”, “Caça à Raposa”, “Falso Brilhante”, “O Rancho da Goiabada”, “De Frente Pro Crime”, “Fantasia”, “Bodas de prata”, “Latin Lover”, “O Ronco da Cuíca”, “Corsário”, são algumas delas. Em 1972 conheceu Elis Regina, que gravou uma parceria sua com Aldir Blanc: “Bala com Bala”. A carreira deslanchou quando da interpretação da cantora para o bolero “Dois Pra Lá, Dois Pra Cá”.
Nos últimos meses João Bosco deu tom a uma nova safra que começou a ser conhecida com o lançamento do single “Onde Estiver”, parceria com Francisco Bosco inspirada no estilo Bob Dylan de contar histórias, do qual ambos são admiradores. Com Francisco, João assina outras quatro inéditas, incluindo a faixa título, “Fim”, “Nenhum Futuro” e “Quantos Rios”. Três canções conhecidas ganharam novas versões, uma delas “Sinhá”, composta com Chico Buarque, gravada no álbum anterior do parceiro de João. Aqui ela aparece em novo arranjo, para o qual Bosco recrutou o violão sete cordas de Marcello Gonçalves, o bandolim de Luis Barcelos e o violão de Ricardo Silveira. João do Pulo, parceria com Aldir Blanc gravada originalmente há 30 anos no álbum “Cabeça de Nego”, e uma versão instrumental para Clube da Esquina n02 (Milton Nascimento, Lô e Marcio Borges) surgem interligadas, em uma só faixa do álbum. Em gravação de voz e violão, João incluiu no novo álbum a obra-prima Coisa n02, do arranjador, compositor e maestro Moacir Santos.
A parceria Bosco/ Blanc está de volta no samba “Duro na Queda”, clássica representante da nobre linhagem da dupla. “Pé de Vento” inaugura colaboração com o compositor Roque Ferreira, que teve Maria Bethânia como madrinha. Foi a cantora quem aproximou João de Roque quando lhe pediu um arranjo para uma canção do baiano. “Sem saber que foi Bethânia quem nos aproximou, Roque termina o samba citando Oyá. Como a gente sabe, ela é a menina dos olhos de Oyá”, ressalta.
Arnaldo Antunes, com quem João já queria compor há tempos, é o parceiro em “Ultra Leve”, canção solar que propõe um sobrevoo para além dos cartões postais do Rio de Janeiro. A gravação conta com os vocais de Julia Bosco, em um dueto que ganhou um videoclipe.
São muitas histórias, inúmeras músicas e fãs pelo mundo.
Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 11 e 12 de janeiro (Sexta e Sábado).Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos -Setor A: R$ 120,00 (Inteira), R$ 60,00 (meia-entrada) | Setor B: R$ 90,00 (Inteira), R$ 70,00 (Promoção para os 100 Primeiros Pagantes), R$ 45,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim –http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKpBilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.
*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo
Em cena, as atrizes Vanja Freitas e Claudiana Cotrim vivem uma série de personagens que mostram como a velhice pode ser criativa e poderosa
Por que as palavras velho, velha e velhice são usadas de maneira pejorativa? Por que os velhos sofrem preconceito e, muitas vezes, se veem desamparados e rejeitados? Como promover uma maior relação entre as gerações? Há três anos, as atrizes Vanja Freitas e Claudiana Cotrim estudam o tema e tentam responder essas perguntas – a dupla realizou dezenas de entrevistas com pessoas de 40 a 80 anos, leu livros que falavam sobre o assunto e se debruçou sobre trabalhos acadêmicos e artísticos. Esse material chegou às mãos do dramaturgo Hérton Gustavo Gratto, que escreveu a comédia dramática ‘Rugas’ a partir da reflexão sobre essas questões (o autor foi o vencedor do 6º Prêmio FITA de Teatro, na categoria Revelação, por este texto). Com direção do premiado Amir Haddad, o espetáculo volta ao cartaz dia 9 de janeiro, no Teatro Maison de France, depois de uma pequena pausa na temporada, para mais quatro apresentações, sempre às quartas-feiras, às 18h30.
Rugas – Claudiana Cotrim (esq) e Vanja Freitas FotoThyago Andrade
“Este é um assunto importante, tocante e delicado. Mas também bastante perigoso. Qualquer resvalo para o melodrama poderá colocar atores, personagens e a plateia num beco sem saída. Não somo eternos. Seria insuportável se fossemos. Por isso a vida, assim como o teatro, tem que ser vivida até o fim. Como se fossemos eternos. Eternamente velhos, eternamente novos”, avalia o diretor Amir Hadadd.
Aos 65 anos, Vanja Freitas começou a vivenciar uma série de situações que a fez refletir sobre essa fase da vida. Ao lado de Claudiana Cotrim, de 48 anos, passou a observar como as pessoas mais velhas atravessavam a rua e como se relacionam com a cidade. Os livros ‘A velhice 1 – a realidade incômoda’ e ‘A velhice 2 – a relação com o mundo’, de Simone de Beauvoir, e ‘Como envelhecer’, de Anne Karpf, também fizeram parte da pesquisa da dupla.
“Eu espero que o público se divirta e reflita sobre essa fase da vida que pode ser criativa e poderosa. Queremos passar uma mensagem amorosa e incentivar as pessoas a olharem mais para os velhos”, conta Vanja. “Uma amiga de 89 anos me disse uma coisa interessante: ninguém se prepara para envelhecer. E qual é a outra opção de não envelhecer?”
A história do espetáculo gira em torno de uma cientista gerontóloga (que estuda o envelhecimento) e deseja fazer o tempo parar. Para isso, vai estudar no exterior e quase não tem mais contato com sua mãe. Até que um dia, durante uma palestra, recebe um telefonema da cuidadora dizendo que a mãe está muito doente e precisa ver a filha. O que ela vai fazer? Na trilha sonora do espetáculo, estão músicas como ‘Que sera, Sera’ de Doris Day, um hino dos anos 50, ‘Jura’ de Zeca Pagodinho, ‘Meu mundo caiu’, eternizada por Maysa; ‘Fascinação’, famosa na voz de Elis Regina; ‘Bodas de Prata’, de Maria Bethânia, entre outras.
“A partir da relação delas, a gente propõe ao espectador que pense sobre algumas questões: ‘o que você vai ser quando envelhecer?’ ou ‘quando você se sentiu velho pela primeira vez[RA1] ?. O público mais velho vai se identificar profundamente e os jovens vão ter a oportunidade de mudar seu pensamento a respeito do próprio futuro”, completa a atriz Claudiana Cotrim.
Sinopse
Cientista que deseja fazer o tempo parar reencontra a mãe idosa e reflete sobre o envelhecimento.
Vanja Freitas (atriz e idealizadora)
Atriz formada pela Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia. Artista plástica formada pela Escola de Belas Artes – UFBA. Atuações em teatro: “Álbum de Família” (direção: José Possi Neto, 1978), “América Dreams” (dir.: José Possi Neto, 1979), “Estórias de lenços e ventos” (dir.: Paulo Dourado, 1979), “Exercitando” (dir.: Sérgio Britto, 1987), DomQuixote (dir.: Ricardo Maurício, 1994), “Sarau do Machado” (dir.: Ric. Maurício, 1995), “Kafkamachine” (dir.: Marília Martins, 2005), “A vida como ela é” (dir.: Bruno Rodrigues, 2012), “Como nasce um cabra da peste” (dir.: Júlio Wenceslau, 2014-15), “Bonitinha mais ordinária” (dir.: Ana Zettel, 2015). Atuações em TV: “Sítio do Pica Pau Amarelo” (TV-E, 1980), programa “TV Escola” (TV-E, 1996), e nas seguintes telenovelas ou minisséries da TV Globo: “Você decide” (1995), “Salsa e merengue” (1996), “Hilda Furacão” (1998), “Pecado capital” (remake, 1998), “Laços de família” (2000), “Velho Chico” (2016), Muito além do Paraíso (2018). Cinema: curtas “Fando e Liz” (texto de Arrabal, dir.: Antônio Alcântara, 1977), “L.X.O.” (dir.: Ronaldo Ghermann, 1980), “Uma história de borboletas (de Caio Fernando Abreu, dir.: Flávio Colker, 1994), longa-metragem “Araras” (dir.: Sabrina Mc Cormick, 2016), “21, mão na cabeça” (dir.: de Milton Alencar). Figurinista: curso de figurino com Colmar Diniz – Faculdade CAL (2016); peças “Bonitinha, mas ordinária” e “Andarilho” (2016). Diretora: “O Rinoceronte”, de Ionesco, e cena da peça “Vestido de noiva”, ambos no teatro Sesc da Tijuca.
Claudiana Cotrim (atriz e idealizadora)
Atriz formada pelo Centro de Artes Cênicas do Maranhão em 1997, graduada em Letras e pós-graduada em Psicopedagogia. Desenvolveu a pesquisa “A autonomia do ator em cena”. Ministra oficinas de teatro sobre o tema Ator-Autor-Autonomia. Como atriz, seu repertório de trabalhos inclui performances, espetáculos de teatro, contação de histórias, oficinas de teatro, de contadores de histórias e de oratória, telenovelas, filmes e preparação de atores. Atuou na novela “Chamas da Vida”, da Rede Record. Na Rede Globo, teve participação nas novelas “Da cor do pecado”, “Ti-Ti-Ti”, “Avenida Brasil”, “Salve Jorge”, “Em Família”. Ganhou o prêmio de melhor atriz em 2011 com o espetáculo solo “Medeia” (baseado na obra de Eurípides) no 18º Festival Nacional de Monólogos Ana Maria Rêgo. Integrou o elenco de “Hotel Medeia – da meia noite ao amanhecer”, no Oi Futuro (Flamengo), além de trabalhos na linguagem audiovisual: ‘Medeias precisam de auxílio’ curta metragem de Gleyser Azevedo (MA); “De corpo inteiro”, filme sobre Clarice Lispector, de Nicole Algranti; e “O próximo rosto” curta metragem de Stéphane Dosse (França, 2009). Criou o projeto Teatro na Corte, com apresentações cênicas em espaços extracotidianos. Atuou também como atriz em “Os Homens Também Amam” (direção de Rodrigo Scheer, Teatro Clara Nunes, Rio), “Detetive – a peça” (direção do Rodrigo Scheer, Teatro Cândido Mendes, Rio), “Intervalo’ (direção de Josué Soares Teatro Vannucci, Rio). Dirigiu os espetáculossolo “Andarilho”, com o ator Carlos Rosario, e “Mariazinha’s”, com a atriz Maria Ethel.
Amir Haddad (diretor)
Com José Celso Martinez Corrêa, Renato Borghi e outros criou, em 1958, o Teatro Oficina — ainda em atividade com o nome de Uzyna Uzona. Nesse grupo, Amir dirigiu Candida, de George Bernard Shaw; atuou em A Ponte, de Carlos Queiroz Telles, e em Vento Forte para Papagaio Subir, de José Celso Martinez Corrêa. Em 1959, dirigiu A Incubadeira e ganhou prêmio de melhor direção. Desligando-se do Teatro Oficina, segue em 1961 para Belém, no Pará, realizando uma série de trabalhos para a Escola de Teatro de Belém. Em 1965, o Teatro Universitário Carioca o convida para dirigir O Coronel de Macambira, de Joaquim Cardozo, e Amir acaba por permanecer no Rio de Janeiro. Aqui, é um dos fundadores do grupo A Comunidade, instalado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), que se projeta em 1969 com o espetáculo A Construção, de Altimar Pimentel, atribuindo a Amir o Prêmio Molière de melhor direção. Em 1970, realiza mais dois espetáculos com o grupo: Agamêmnon, de Ésquilo, e Depois do Corpo, de Almir Amorim. No mesmo ano, ganha o segundo Molière, com O Marido Vai à Caça, de Georges Feydeau. Em 1972, no Rio de Janeiro, ganha o prêmio Governador do Estado de melhor diretor, com a peça Tango, de Slawomir Mrozec. Com o Grupo de Niterói, faz SOMMA, no Teatro João Caetano, 1974. Em 1980, funda o Tá na Rua, fazendo apresentações de rua baseadas em cenas de criação coletiva. Realiza, também, trabalhos no teatro comercial, que lhe valem o Prêmio Shell por Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar em 1989; e o Prêmio Sharp, por O Mercador de Veneza, de William Shakespeare, em 1996. Dirige, ainda de Shakespeare, Noite de Reis, em 1997; e O Avarento, de Moliére, em 2000. A partir da década de 1990, Amir aprofunda suas pesquisas de teatro de rua, fazendo diversas encenações de Cortejos e Autos pelo país, movimentando milhares de pessoas nessas encenações, tendo quase sempre presente alguns dos integrantes do Tá na Rua.
Ficha técnica:
Texto: Hérton Gustavo Gratto
Direção: Amir Haddad
Elenco: Claudiana Cotrim e Vanja Freitas
Iluminação: Marcelo Camargo
Figurino e cenografia: Lorena Sender
Preparação corporal: Claudiana Cotrim
Preparação vocal: Vanja Freitas
Fotografia e vídeos de ensaio: Ana Clara Catanhede
Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)
Produção: Diga Sim Produções!
Serviço:
Rugas
Temporada: 9 a 30 de janeiro
Teatro Maison de France: Av. Pres. Antônio Carlos, 58 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
Elga Shitara encerra o ano feliz da vida com duas capas da revista Sexy. A japa posou para a edição de fevereiro e acaba de lançar a edição que comemora os 26 anos da publicação. De olho em novas oportunidades e buscando conhecimento, Elga fará aulas com um famoso DJ e aspira se tornar a “dona da noite’.
Elga Shitara
“Tive um ano maravilhoso, não tenho do que reclamar. Abri 2018 como capa da Sexy de fevereiro, fecho o ano sendo capa da edição de aniversário da revista. Estou feliz com as oportunidades que tive e com o que já está vindo por aí. Já que vivo na noite e disso eu entendo, vou começar um curso para me tornar uma ‘musa DJ’. Estou entrando na moda geek e tenho parcerias já fechadas para o próximo ano. Meu sonho mesmo é largar tudo e virar babá de cachorro”, revelou ela.
Enquanto estão todos ansiosos pelas festas de fim de ano, a gata se prepara para trabalhar muito. Elga Shitara tem eventos marcados tanto na noite de Natal quanto no Réveillon.
“Eu amo trabalhar e não corro de trabalho. A minha agenda de fim de ano estava fechada desde antes da revista e eu não me importo em ter que passar as datas comemorativas fazendo aquilo que eu gosto. Uma pena que não estarei com os meus amigos e familiares, mas eu quero ser vizinha e amiga da Anitta” disse Elga aos risos.
Dumont Art Bar brinda a chegada do verão com roda de samba sob comando das feras Roberta Nistra, Clarice Magalhães e Elisa Addor
Nesta sexta, 21 de dezembro, a partir das 22h
Foto Trio Sambadona
Elas são grandes conhecidas da noite carioca. Costumam botar centenas de pessoas para chacoalhar o esqueleto. Representantes legítimas do berço do samba, as cantoras e compositoras Roberta Nistra, Clarice Magalhães e Elisa Addor se apresentam nesta sexta-feira, no Dumont Art Bar, na Gávea.
Juntas, elas formam o Trio Sambadona, grupo que está em temporada em casas do Centro e da Zona Sul da cidade, mostrando o que há de melhor do gingado carioca. Da MPB ao samba de raiz, passando pelo partido alto, a ideia da trinca é receber convidados a cada edição, sejam cantores ou instrumentistas, numa noite aberta ao improviso musical.
Clarice, que também é pandeirista, desfila canções mais antigas, de Noel Rosa, Cartola e Nelson Cavaquinho. Elisapasseia por clássicos de Dona Ivone Lara e pela veia sambista de artistas da MPB, entre eles Chico Buarque e Djavan. Por sua vez, Roberta mostra, com seu cavaquinho, obras de Jorge Aragão e Zeca Pagodinho, entre outros compositores contemporâneos, como Elton Medeiros.
O endereço da roda não poderia ser outro: a nova casa de show Dumont Art Bar, point que tem reunido uma turma interessante e descolada, onde funcionou por anos a Casa da Gávea. O Dumont se tornou referência para um público formador de opinião, com faixa etária entre 25 e 55 anos, que busca diversão aliada a conforto e elegância.
Mas sobre o Trio Sambadona
Clarice Magalhães
Desde 2000, é pandeirista do grupo Choro na Feira, com o qual tocou em centenas de bailes, festivais de música e shows dentro e fora do Brasil. Clarisse tem CDs gravados. Em 2009, lançou seu álbum como cantora pela gravadora Cedro Rosa. Desde 2010, dá aulas de pandeiro na Escola Maracatu Brasil. Lá, em 2011, criou a Orquestra de Pandeiros Tum Tá Que Tá, formada por seus alunos.
Elisa Addor
Tem na bagagem uma brilhante trajetória nas rodas de samba que revitalizaram a boemia e a cena musical do bairro da Lapa. De lá para cá, a artista se firmou também como compositora e gravou seu primeiro álbum próprio – “Novos Tempos” (Bolacha Discos) – além de um CD de samba-jazz com o grupo Pé de Ouvido, e um disco com o grupo Farra dos Brinquedos, do qual faz parte.
Roberta Nistra
Começou sua trajetória em 1995 e em 2012 lançou seu primeiro CD “Roberta Nistra”, pela gravadora Biscoito Fino. Roberta está prestes a iniciar as gravações de seu segundo cd. Em sua carreira já trabalhou com os grandes nomes da velha guarda do samba carioca e fez parcerias com grandes compositores como Moacyr Luz e Luis Filipe de Lima.
SERVIÇO
RODA DE SAMBA COM Trio Samdadona
Produção: Paulo Figueiredo e Rita Capell
Data: 21 Dez (6ª Feira)
Local: Dumont Art Bar (Praça Santos Dumont, Gávea)
Dinamosfera faz curta temporada no Teatro Cacilda Becker, de 20 a 23 de dezembro
Cia de Dança contemporânea apresenta o espetáculo “Aponte”, inspirado nas músicas de Maria Bethânia
Formado por graduados da Faculdade Angel Vianna, a Dinamosfera Companhia de Dança vai levar ao palco do Teatro Cacilda Becker, no Flamengo, seu novo espetáculo de dança contemporânea “Aponte”, inspirado na obra musical de Maria Bethânia. Buscando trazer à cena as relações interpessoais, as transformações de um indivíduo e a voracidade e delicadeza de viver a vida em um dia e todos os dias de uma vida, e pequena temporada vai ocupar o espaço cultural dentre os dias 20 e 23 de dezembro (quinta a domingo), com entrada a preços populares. Para celebrar o Natal, na compra de um ingresso ganha-se outro de graça, para presentear o acompanhante.
Com direção e concepção de Dinis Zanotto, Flavia Spinardi e Tamires Coutinho, “Aponte” caminha pelas novas linguagens e pesquisas sobre movimento, danças populares, danças a dois, dentre outras referências, na busca da construção de uma nova expressividade. A partir de algumas músicas de Maria Bethânia, os coreógrafos caminham por nuances individuais e coletivas, pelas diversas possibilidades de corpos distintos e também harmonizados.
DINAMOSFERA
A Companhia de Dança é formada Dinis Zanotto, Flavia Spinardi e Tamires Coutinho. Bailarina, coreógrafa, atriz e diretora de movimento, Flávia Spinardi iniciou sua formação artística em teatro físico na UniRio e sua carreira na dança contemporânea com a companhia Corpos Nômades (SP) e Minik Mondó (SP). Formou-se Bacharel em Dança pela Faculdade Angel Vianna (RJ) em 2017 e continuou a desenvolver sua pesquisa em uma imersão em Gaga Movement na sede da Batsheva Dance Company em Tel Aviv, em Israel, em 2018.
Já Dinis Zanotto, também bailarino, coreógrafo e diretor de movimento, também desenvolve atividade como terapeuta corporal. Professor de dança com formação em dança contemporânea, ballet clássico, danças de salão, dança moderna e jazz, Zanotto também se graduou Bacharel em Dança pela Faculdade Angel Vianna. Como bailarino participa de novelas, programas de televisão, filmes e shows na Rede Globo e, como coreógrafo e intérprete, apresentou a Direção do Tempo é diferente aqui dentro no projeto Sesc EntreDança 2018.
Bailarina, coreógrafa, diretora e preparadora corporal, a professora de dança Tamires Coutinho, tem formação em dança contemporânea, sapateado, ballet clássico, danças urbanas e tecido acrobático. Iniciou seus estudos em teatro na CAL (RJ) e também se formou Bacharel em Dança pela Faculdade Angel Vianna (RJ) em 2017. Como bailarina, trabalhou com coreógrafos como Frederico Paredes, Renata Versiani e Flávia Tápias. Realiza e apresenta suas criações em festivais como Dança em Trânsito 2017 e Sesc EntreDança 2018.
SERVIÇO:
De 20 a 23/12 – Espetáculo de dança APONTE no Teatro Cacilda Becker
De quinta a sábado às 19h , domingo às 18h
Valor ingresso:
R$ 30 inteira + um convidado de presente de Natal de graça*
R$ 15 meia
* a promoção é válida apenas para ingressos com valor integral.
* as promoções não são acumulativas
ENDEREÇO: R. do Catete, 338 – Catete, Rio de Janeiro
CLASSIFICAÇÃO: LIVRE
FICHA TÉCNICA
Direção e concepção e Coreografias: Dinamosfera – Dinis Zanotto, Flavia Spinardi e Tamires Coutinho.
Produção executiva: Mariana Chew
Iluminação: Flavia Spinardi
Figurino: Dinamosfera
Trilha sonora composta por: Gabriel Reis e João Melo
Bailarinos: Caroline Monlleo, Davi Benaion, Denise Guerchon, Dinis Zanotto, Ester França e Tamires Coutinho.
A pentacampeã mundial de Jiu-Jitsu,, Kyra Gracie, esteve na noite desta terça-feira, 11 de novembro, na inauguração do salão AG Hairdresser de Amauri Guedes em Ipanema, zona sul do Rio. O coquetel de inauguração ainda contou com as presenças de Marly Sampaio (mãe de Carol Sampaio) e sua irmã Regina Sampaio, entre outros.
Com projeto de arquitetura assinado pelo arquiteto Luciano Reis, a loja Premium do salão AG Hairdresser está ainda mais aconchegante e elegante. A proposta é trazer para zona sul o conceito intimista já existente na Barra da Tijuca, na unidade Vogue Square.
O salão está localizado em Ipanema na Rua Visconde de Pirajá 135.
Bianca Leão, a modelo fitness que não faz dieta, saiba seus segredos
Bianca Leão já é uma figura conhecida na imprensa nacional. Rainha de Bateria da União da Ilha e da Porto da Pedra por 4 anos consecutivos, musa do Sangueiro, a última campeã do concurso Musa do Brasileirão, onde o próprio clube do Fluminense a consagrou a eterna musa do time, o programa tinha o acompanhamento da Rede Globo e ela esteve no último ano de produção através do programa do Luciano Huck.
Mas há quem diga que Bianca Leão está muito mais bonita agora que é mamãe do Breno de dois anos de idade do que quando estava no carnaval. Há quem concorde com isso e quem a prefira mais cheinha mas de uma coisa temos certeza: Ela nunca esteve tão fitness.
Se considerarmos fitness as meninas malhadas, com curvas de definição sim, a Bianca está mais sarada, mas ela garante que isso não vem de nenhuma dieta, já que sempre afirmou que não faz dieta e é bastante abusada nas refeições e tipos de refeições.
Bianca diz que após ter o Breno seu organismo mudou para melhor e, vem fazendo exercícios para que possa conseguir chegar ao que deseja, “magreza definida”.
“Acho que perdi uns 10 quilos porém não lembro quanto tempo! Emagreci muito depois que meu filho fez um ano, aproveitei o embalo e estou me dedicando muitos aos treinos, bebo muita água, treino sempre com muita qualidade visando minha saúde! Ainda não faço dieta mas, treino bastante. Faço massagens para ajudar na perda de gordura, sempre faço atividades conjugadas e com pouco descanso, junto malhação com funcional nos treinos. Meu foco maior é estar seca e definida, não está sendo fácil, sempre tem alguma celulite que ainda teima em aparecer, mas estou focada e amando depois essa minha fase magra.” disse Bianca Leão
Leticia Ledger conhece, com exclusividade, a nova coleção
de uma das mais badaladas marcas femininas do Brasil
Leticia Ledger está com tudo! A bela santista, de 19 anos, estudante de teatro, é uma das influenciadoras digitais com maior engajamento nas redes sociais. Conhecida por ser a “nova queridinha” das marcas, principalmente pela versatilidade e criatividade que apresenta os produtos e serviços das empresas parceiras, a jovem já conquistou milhares de seguidores e segue ampliando seu campo de atuação para todo o Brasil.
Ela foi a convidada especial para conferir, antes mesmo da loja da Planet Girls abrir, a nova coleção by Flavia Pavanelli. Leticia aproveitou para escolher alguns looks e fotografar para a marca.
“Fiquei encantada com a nova coleção. Amei tanto que vesti um conjunto All Pink, típico da marca e já sai da loja com ele. É incrível o conforto e a beleza de todas as peças da nova coleção”, revela Leticia Ledger
Outra ação recente que a influenciadora participou foi o coquetel de inauguração da casa de praia da Desinchá. Na oportunidade, Leticia Ledger foi convidada para assumir os Stories do Instagram oficial da Desinchá para apresentar com seu olhar cada canto da festa.
Adepta do estilo de vida vegano, a influenciadora iniciou sua carreira artística aos 12 anos de idade e atualmente estuda teatro profissionalizante, em uma das mais importantes escolas do Brasil, trabalha como modelo e atriz, além de ser empresária de uma marca de roupas.