Bianca Leão, a modelo fitness que não faz dieta, saiba seus segredos
Bianca Leão já é uma figura conhecida na imprensa nacional. Rainha de Bateria da União da Ilha e da Porto da Pedra por 4 anos consecutivos, musa do Sangueiro, a última campeã do concurso Musa do Brasileirão, onde o próprio clube do Fluminense a consagrou a eterna musa do time, o programa tinha o acompanhamento da Rede Globo e ela esteve no último ano de produção através do programa do Luciano Huck.


Leticia Ledger conhece a nova coleção de uma das mais badaladas marcas
Leticia Ledger conhece, com exclusividade, a nova coleção
de uma das mais badaladas marcas femininas do Brasil
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Leticia Ledger está com tudo! A bela santista, de 19 anos, estudante de teatro, é uma das influenciadoras digitais com maior engajamento nas redes sociais. Conhecida por ser a “nova queridinha” das marcas, principalmente pela versatilidade e criatividade que apresenta os produtos e serviços das empresas parceiras, a jovem já conquistou milhares de seguidores e segue ampliando seu campo de atuação para todo o Brasil.

Ela foi a convidada especial para conferir, antes mesmo da loja da Planet Girls abrir, a nova coleção by Flavia Pavanelli. Leticia aproveitou para escolher alguns looks e fotografar para a marca.
“Fiquei encantada com a nova coleção. Amei tanto que vesti um conjunto All Pink, típico da marca e já sai da loja com ele. É incrível o conforto e a beleza de todas as peças da nova coleção”, revela Leticia Ledger
Outra ação recente que a influenciadora participou foi o coquetel de inauguração da casa de praia da Desinchá. Na oportunidade, Leticia Ledger foi convidada para assumir os Stories do Instagram oficial da Desinchá para apresentar com seu olhar cada canto da festa.

Adepta do estilo de vida vegano, a influenciadora iniciou sua carreira artística aos 12 anos de idade e atualmente estuda teatro profissionalizante, em uma das mais importantes escolas do Brasil, trabalha como modelo e atriz, além de ser empresária de uma marca de roupas.
Lançamento livro “Brisas” e do EP “77 Rotações” na Arena Fernando Torres em Madureira
Autor Gabriel Murga lança seu primeiro livro, “Brisas” pela Autografia Editora, em 20 de dezembro
Evento será na Arena Carioca Fernando Torres, em Madureira com entrada gratuita
A Arena Carioca Fernando Torres, recebe no próximo dia 20 de dezembro, o lançamento do livro “Brisas”, o primeiro do jornalista carioca Gabriel Murga que foi publicado pela editora Autografia. Em “Brisas”, o autor apresenta sua proposta de trabalho que une poesia, conto e crônica, com materiais produzidos entre 2012 e 2017.

A obra apresenta impressões sobre o cotidiano dos locais por onde esteve o autor, nascido em Piedade na Zona Norte do Rio de Janeiro, por meio de poesia, de formas tradicionais ou inusitadas. Seja sobre uma estrada marcante, sobre o café já proibido, ou até mesmo “fatos esquecidos” sobre o verão de 1987.
Todas as ilustrações do livro, as capas e as internas, além da segunda orelha do livro são assinadas por Letícia Semeraro, ilustradora e educadora. A revisão textual da obra foi feita por Juliana Leão.
Ficha Técnica:
Revisão: Juliana Leão
Ilustrações (Capa e Internas): Letícia Semeraro
Primeira Orelha: Anderson Souza
Segunda Orelha: Letícia Semeraro
Tiragem: 200 cópias
Capa e Editoração Eletrônica: Talita Almeida
Autografia Editora, 2018.
Sinopse: Brisas, reúne poesias e contos escritos entre 2012 e 2017, onde apresento impressões sobre o cotidiano das cidades, as dores da violência, o agradável em meio ao caos e como lidamos com as nossas sensações diante de um mundo cada vez mais acelerado e menos sentido. Das experiências no futebol de domingo, na rua sem saída em Coelho Neto, em gabinetes de políticos das opiniões mais opostas, ao lado de pessoas que lutam pelos direitos das pessoas que mais precisam, todos esses lugares, onde aprendeu e contribuiu. Carregamos centenas de olhares e te apresento alguns dos meus. Desfrute!
Lançamento do EP “77 Rotações”
Evento será realizado no dia 20 de dezembro em Madureira com entrada grátis
O primeiro EP da parceria Gabriel Murga/ Fellipe Pires apresenta oito canções inéditas, que oscilam entre os muitos caminhos rítmicos que partem da zona norte da cidade do Rio de Janeiro em direção aos horizontes musicais mais distantes pelo Brasil e conta com produção executiva de Gabriel Murga e Letícia Semeraro e produção musical de Rodrigo Romão.
O show apresentará doze canções autorais e conta com a participação dos músicos André Minimoe (Baixo) e Caio Coelho (percussão) e do cantor Rodrigo Romão na faixa-samba “Repercussão Geral”, além de Fellipe Pires (violão, arranjos e voz).
As músicas buscam levar a um leque de ritmos, passeando pelo baião de “Brisa da Manhã”, na delicadeza de “Como reza de Bethânia” e ao clima de caos em “Chuva e Querosene”, única letra assinada em parceria de “77 rotações”, com o jornalista Anderson Souza. Completam a lista de canções “Me leva pela mão”, “Conversa Arquivada”, “Presente Guardado” e “Duas ondas vagas”.
“Me sinto realizado. A música e a leitura são duas das minhas maiores paixões e motivações em todos os dias; nos azuis e naqueles mais cinzas. E poder apresentar estes projetos, que são uma parte fundamental da minha vida por meio da escrita e de músicas é inesquecível”, afirma o autor Gabriel Murga.
O projeto será disponibilizado e lançado oficialmente em dezembro de 2018 nas redes sociais e nas plataformas de Streaming de “77 Rotações”.
Ficha Técnica:
Arranjos, voz e violão: Fellipe Pires
Letras: Gabriel Murga, exceto “Chuva e Querosene”; Gabriel Murga e Anderson Souza
Ilustrações: Letícia Semeraro
Produção Musical: Rodrigo Romão e Fellipe Pires
Produção executiva: Letícia Semeraro e Gabriel Murga
Vozes: Repercussão Geral (Rodrigo Romão) e Me Leva Pela Mão (Letícia Semeraro)
Serviço Lançamento Brisas e EP “77 Rotações”
Lançamento livro “Brisas” de Gabriel Murga e do EP “77 Rotações”
Abertura: 18h30
Início do show de abertura: 19h30
77 Rotações: 20h30
Entrada Grátis.
20 de dezembro de 2018
Arena Carioca Fernando Torres
Rua Bernardino Andrade, 200, Madureira.
(Entrada Portão 4 – Parque Madureira)
Nando Reis e banda Melim encerram o projeto Rio na Rua
SHOWS LOTADOS COMO O NANDO REIS E MELIM ENCERRAM SEGUNDA EDIÇÃO DO RIO NA RUA COM PÚBLICO RECORD
Outras 23 atrações se apresentaram ao longo do domingo nas orlas de Leblon ao Arpoador
Mais de 60 mil pessoas passaram pelas orlas do Arpoador ao Leblon para acompanhar o encerramento do Rio Na Rua, projeto cultural da cerveja Itaipava, que aconteceu no último domingo (9), durante todo o dia. O Festival Rio na Rua fechou a edição deste ano e deu as boas-vindas ao verão.
Fechando a segunda edição do projeto, o cantor Nando Reis subiu ao palco no fim da tarde, em um dos maiores cartões postais do Rio de Janeiro. O pôr do sol ficou ainda mais lindo ao som de Nando, que cantou para cerca de 10 mil pessoas, segundo estimativa da organização do evento. Em um show que relembrou seus maiores sucessos, embalado por músicas como “All Star”, “Por onde andei”, o cantor agradeceu por muitas vezes a presença do público e, ao cantar a nova música de trabalho, lançada em outubro, “Rock’n Roll” disse: “é muito bom ter vocês cantando comigo”. Quando os acordes de “Segundo Sol”, música composta por ele, imortalizada na voz de Cássia Eler, começaram, Nando Reis fez questão de homenagear e parabenizar a cantora pelo seu aniversário, que seria comemorado nesta segunda-feira (10).
Além de Nando Reis, a cerveja 100% Verão apresentou outras 23 atrações que estiveram nos últimos seis meses em diversos bairros do Rio. As apresentações aconteceram em seis palcos instalados do Posto 7 ao 12. A banda Melim, subiu ao palco do Arpoador no início da tarde e empolgou os fãs que os aguardavam ansiosamente desde às 11 horas.
O ator e apresentador Joaquim Lopes acompanhou o show da namorada, a cantora Marcela Fogaça. O ator tirou fotos com os fãs e convidou o público pelas redes sociais para o evento. As atrizes Roberta Rodrigues, Luana Xavier, Elisa Brites, Aparecida Petrovick e o promoter Léo Fuchs também passaram pelo evento.
As bandas Fuze, Discoé, 2 Reis, Banca 021, Blood Mary, Class A, Primeiro Amor, Pietá, Donnas, Folks, 13,7, Folakemi, Samba e Amor, Flor de Sal, Black Bird e os cantores Ari, Luciane Dom e Thais Macedo também se apresentaram gratuitamente. Os grafitis produzidos ao longo do ano em cada edição do projeto foram expostas em toda a orla, ao lado dos palcos.
Com o dia de sol e calor, o chope gelado foi o principal companheiro do público. De acordo com a organização do Rio na Rua, cerca de seis mil litros de chope Itaipava foram consumidos ao longo do dia.
FOTOS: CLEOMIR TAVARES E MARCUS FABER
EXPOSIÇÕES DA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO SÃO INSPIRAÇÃO PARA O PROGRAMA EDUCATIVO DE DEZEMBRO
Programação inclui oficinas, visitas mediadas, acessibilidade e atividades infantis
Inspirado nas exposições em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, o Programa Educativo Gente Arteira convida o público para as atividades especiais de dezembro, destinadas a pessoas de todas as idades. Nos dias 4 e 5 (terça e quarta) e 6 e 7, das 17h às 20h, duas turmas terão a oportunidade de experimentar a arte de Jorge Fonseca através da Oficina de Bordado, que explora as possibilidades do bordado enquanto técnica e criação. Serão ensinados pontos básicos para a criação de desenhos no suporte do bastidor.

Jorge Fonseca, maquinista de trem e marceneiro por mais de 15 anos, constrói em suas obras um novo significado a objetos do imaginário coletivo e aponta brechas de afeto em coisas simples do cotidiano. A exposição “Labirinto de Amor” fica em cartaz até dia 23 de dezembro na CAIXA Cultural Rio.
No dia 8 (sábado), às 15h, os pequenos poderão brincar de investigação na atividade “Detetives da Arte”, uma aventura no universo de cores, formas e texturas, para desvendar toda força do amor através da arte de Jorge Fonseca. Já no dia 15 (sábado), às 15h, o pequena Gente Arteira levará crianças de 1 a 4 anos para embarcar em uma viagem pela exposição Labirinto de Amor, através das histórias dos personagens e das memórias interioranas contadas pelo artista.
A exposição “O Ordinário Rafael Sica”, com trabalhos do quadrinista e ilustrador gaúcho, exibida até dia 23 de dezembro, será o pano de fundo para a oficina de História em Quadrinhos, que será realizada durante três dias, de 11 a 13 de dezembro (terça a quinta). A proposta é explorar as técnicas do desenho e da arte sequencial e apresentar um panorama histórico ao público, instigando um olhar crítico para a linguagem gráfica.

Valorizando democratização da arte, a Oficina de Audiodescrição: acessibilidade cultural para pessoas com deficiência visual ,agendada para os dias 18 e 19, tem por objetivo sensibilizar sobre a importância de práticas educativas acessíveis às pessoas com deficiência visual nos espaços culturais. A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que permite que pessoas com deficiência visual possam assistir e compreender exposições de arte, filmes, programas de televisão, peças de teatro, eventos culturais, entre outros.
Atividades fixas:
O Gente Arteira também possui algumas atividades fixas. Aos sábados, das 14h às 18h, o Ateliê criativo parte das exposições em cartaz na CAIXA Cultural para desenvolver a criatividade do público por meio de uma série de práticas e experimentações voltadas a diversas faixas etárias.
Enquanto isso, as Ações de Galeria proporcionam experiências educativas, reflexivas e sensoriais por meio de visitas mediadas ao público espontâneo que passa pela CAIXA Cultural, de terças às sextas-feiras, nos intervalos das 13h às 14h e das 17h às 18h.
Outras informações sobre as atividades podem ser obtidas pelo e-mail agendamento@gentearteirarj.com.br e pelo telefone (21) 3980-4898.
Programação:
Oficina de Bordado
Datas: Turma 1: dias 4 e 5 de dezembro (terça a quarta – oficina continuada) / Turma 2: dias 6 e 7 de dezembro (quinta e sexta- oficina continuada)
Horário: das 17h às 20h
Local: Oficina 1
Público-alvo: Estudantes e profissionais de artes, literaturas e áreas correlatas
Detetives da Arte na exposição “Jorge Fonseca – Labirinto de Amor”
Datas: 8 de dezembro (sábado)
Horário: 15h
Local: Oficina 1
Público-alvo: Crianças a partir de 5 anos
Oficina de Histórias em Quadrinhos
Datas: 11, 12 e 13 de dezembro (terça a quinta- feira- oficina continuada.)
Horário: das 17h às 20h
Local: Oficina 1
Público- alvo: profissionais e estudantes da área de artes, fotografia e público interessado na temática.
Pequena Gente Arteira na exposição “Jorge Fonseca – Labirinto de Amor”
Datas: 15 de dezembro (sábado)
Horário: 15h
Local: Foyer e Galeria 2
Público-alvo: Crianças de 1 a 4 anos
Oficina de audiodescrição: Acessibilidade cultural para pessoas com deficiência visual.
Datas: 18 e 19 de dezembro (terça a quarta-feira – oficina continuada)
Horário: das 17h às 20h
Local: Oficina 1
Público- alvo: Para pessoas cegas e videntes. Profissionais e estudantes da área de educação, pedagogia, artes, comunicação, museologia e público interessado na temática.
Ações de galeria:
De terça a sexta-feira, de 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h
Serviço:
Programa Educativo CAIXA Gente Arteira
Entrada franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Classificação Indicativa: Consultar programação
Brasileiro de 8 anos ganha o campeonato de motonáutica na Europa e é condecorado pela FPM
O jovem Pex Moura Jr. conquista feito inédito e ganha importante campeonato de motonáutica em Portugal em sua primeira competição de motonáutica.
Após ter vencido o Campeonato Nacional de Motonáutica na classe 1 em Portugal, o brasileiro Pex Moura Jr., já conhecido dos portugueses também como piloto de kart e vencedor do campeonato Rotax, desponta como promessa do esporte na Europa.

Apesar da pouca idade, Pex já tem uma carreira no esporte de gente grande. Com apenas 8 anos de idade, ele acumula troféus conquistados ao longo dos anos. O brasileiro tem sido apontado como futuro da motonáutica em Portugal. Fiel a sua raiz, o jovem campeão faz questão de usar a bandeira do Brasil junto ao corpo após cada uma de suas vitórias.
O fato impressionante é que Pex se tornou campeão na categoria, mesmo sendo primeira vez que estava competindo na motonáutica. Pex Moura Jr. surpreendeu a todos, inclusive a Federação Portuguesa de Motonáutica, que o agraciou com dois prêmios de distinção.
“Nunca tinha pilotado um barco antes. Me explicaram os comandos básicos e competi com outros jovens da minha idade. Mesmo assim ganhei o primeiro lugar, sem ter treinado antes”, conta Pex Moura.
Apesar de todas as vitórias, o pai do jovem piloto afirma que existe muita dificuldade em ter o filho nas competições se nao houverem apoios. Pedro acredita que se o empresariado brasileiro se envolver, a parceria pode render muitos frutos: “o Pex tem um potencial incrível e não tem medo dos desafios. Mas no momento não contamos com nenhum apoio financeiro ou patrocínio. Se tivéssemos apoios no Brasil, para que o Pex competisse por lá, ou até mesmo apoios de lá pra cá, seria muito bom para todos. É um brasileiro vitorioso nos pódios europeus e poderia ser também nos pódios brasileiros”.
Na festa de gala de encerramento da Federação Portuguesa de Motonáutica, Pex recebeu o Prêmio Revelação 2018 e o troféu de campeão nacional de Fórmula Futuro.
Concerto especial de Natal reúne orquestra e coros da UFRJ
Concerto especial de Natal reúne orquestra e coros da UFRJ, com participação especial de Danilo Caymmi, quarta, dia 12, na Candelária
Com entrada gratuita, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Coro Brasil Ensemble e Coro Infantil farão apresentação única, comobras de Holst, Anderson, canções tradicionais natalinas e clássicos da música popular brasileira

O Projeto Candelária irá promover, no próximo dia 12 de dezembro, quarta-feira, às 18:30h, uma apresentação especial de Natal, reunindo a Orquestra Sinfônica da UFRJ, o Coro Brasil Ensemble UFRJ e o Coro Infantil UFRJ. Com regência de André Cardoso e entrada gratuita, o 543º concerto da série terá a participação especial de Danilo Caymmi e apresentará um programa com obras de Gusttav Holst, Leroy Anderson, canções tradicionais natalinas e grandes clássicos da música popular brasileira, como “Andança”, do próprio Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós; “Alguém no Céu” de Danilo Caymmi e Dudu Falcão, e “Acalanto”, de Dorival Caymmi.
Objetivando participar do processo de revitalização do centro histórico da cidade, a Irmandade do Santíssimo Sacramento da Candelária criou, em 1992, o Projeto Candelária, inicialmente promovendo exposições fotográficas e de cartofilia. Entrou, a seguir, na área musical, passando, a apresentar, regularmente, concertos de música erudita com entrada franca, idealizados pelo Provedor Jubilado Dr. José Gomes da Silva. O primeiro concerto ocorreu em 16 de agosto de 1995, quarta-feira, às 18:30 h, apresentando o Coro Sinfônico Comunitário Moacyr Bastos, sob a regência de Ueslei Banus. Hoje, na XXIV Temporada ininterrupta, já apresentou 543 concertos com artistas oriundos de 48 países dos 5 continentes. Com o objetivo de divulgar o Projeto e atrair artistas do exterior, a série produziu um álbum (1995-2012) apresentando os concertos com fotos, programas e textos, que vem sendo enviado aos embaixadores dos países que se apresentaram na Igreja da Candelária. Os concertos são gravados e transmitidos em cadeia nacional pela Rede Vida de Televisão.
A Orquestra Sinfônica da UFRJ (OSUFRJ) é a mais antiga orquestra do Rio de Janeiro, fundada em 1924. Diversos regentes com ela atuaram, entre eles os compositores Francisco Mignone, Oscar Lorenzo Fernandez e José Siqueira. As óperas passaram a fazer parte da temporada anual de concertos a partir de 1949. Em 1969, o maestro Raphael Baptista foi nomeado seu regente titular. Foi sucedido em 1979 pelo maestro Roberto Duarte, que esteve à frente do conjunto por mais de quinze anos. Desde 1998, está sob a direção artística dos maestros André Cardoso e Ernani Aguiar. Em 1997, realizou a gravação integral do Colombo de Carlos Gomes (1836-1896), que mereceu dois importantes prêmios: Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de “Melhor CD de 1998” e Prêmio Sharp 1998 de “Melhor CD” na categoria música erudita. Suas funções acadêmicas visam o treinamento e a formação de novos profissionais de orquestra, solistas e regentes. Uma de suas principais características é a valorização da produção musical brasileira, já tendo executado mais de uma centena de obras em estreia mundial.
Criado em setembro de 1999 por Maria José Chevitarese o coral Brasil Ensemble-UFRJ recebeu em 2000 o Diploma de Prata na categoria de coros de câmara, vozes mistas, na Choir Olympics 2000, em Linz, Áustria. O conjunto já atuou junto a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica do Espírito Santo e Orquestra Sinfônica Nacional, em salas de concerto com Cecília Meireles e Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com a Orquestra Sinfônica da UFRJ gravou o Réquiem e o Te Deum do Padre José Mauricio Nunes Garcia como parte das comemorações dos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil. Gravou ainda os Cds “Imagens do Brasil século XX”, “Imagens do Brasil – séculos XX e XXI” com obras dos compositores brasileiros e o Cd Alberto Nepomuceno – 150 anos, totalmente dedicado a esse compositor. O grupo tem como proposta a divulgação da música brasileira contemporânea, tendo participado da XVII, XVIII, XIX e XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea e do XXIV Panorama da Música Brasileira da Atualidade.
Criado em 1989, o Coral Infantil da UFRJ é hoje um grupo consolidado, já tendo se apresentado junto às principais orquestras brasileiras. Com mais de 450 apresentações em seu curriculum o grupo já participou das montagens de Tourandot, La Bohème e Tosca de Puccini, Carmem de Bizet, Hansel und Gretel de Engelbert Humperdinck, Mefistófoles de Arrigo Boito, Flauta Mágica de Mozart, Macbeth de Verdi, Billy Budd e War Requiem de Benjamin Britten, Mandu Çarará, Magdalena e Magnificat Alleluia de Villa-Lobos, cantata O Menino Maluquinho de Ernani Aguiar, Carmina Burana de Carl Orff, 3ª Sinfonia de Mahler, Te Deum de Berlioz e On the Transfigurations of Souls de John Adams no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atuou nas comemorações do Bi-centenário da Independência da Argentina, realizando concertos em Buenos Aires. Em 2017 participou de Carmina Burana de Carl Orff e de Tosca de Puccini no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e em 2018 de Coração Concreto de Ronaldo Miranda, na Sala Cecilia Meireles.
SERVIÇO:
12/12, quarta-feira – CONCERTO ESPECIAL DE NATAL – Orquestra Sinfônica da UFRJ, Coro Brasil Ensemble UFRJ e Coro Infantil da UFRJ, com participação especial de Danilo Caymmi
Local: Igreja da Candelária
Endereço: Praça Pio X, s/n – Centro, Rio de Janeiro
Horário: 18:30h
Entrada gratuita
Classificação livre
Informações: 3211-7000 e 99938-5538 (Rildo Costa)
Feijoada da Banda Amigos da Barra “Da Tijuca” COROAÇÃO DA RAINHA CYNTHIA CAMILLO
Show com Grupo Peso Do Samba – DJ Cleanto
NO PADANO SERTANEJO BAR
Dia 09/12 (Domingo)
A Barra Da Tijuca já esta em clima de carnaval. Neste domingo, dia 09 de dezembro vai acontecer à feijoada do Encontro da Banda Amigos Da Barra “Da Tijuca”, bloco pré carnavalesco, que sairá no dia 17 de fevereiro do ano que vem, duas semanas antes do carnaval de 2019. Em seu terceiro ano consecutivo, um mega trio, com quase 30 metros vai animar a Av. Lúcio Costa, com diversas atrações.
Mas neste domingo, uma feijoada vai consagrar a dançarina, passista, professora de educação física, designer de moda, atriz e Princesa do Carnaval Carioca, Cinthia Camillo, como a rainha da Banda no Carnaval 2019. A nova rainha, uma das mulheres mais celebradas do carnaval, passista e musa da Beija Flor, receberá a faixa de Marcilene Moraes, rainha 2018.

A feijoada vai contar com uma presença de peso da folia momesca. Enredo e ícone do carnaval, primeira rainha de bateria da avenida e uma das maiores referências de musas de todo a folia brasileira, Adele Fátima, que esta sendo homenageada como enredo da Banda, no próximo desfile no dia 17/02. Samba de autoria nada mais nada menos de, Xande De Pilares. A tarde será marcada ainda pela comemoração do aniversário do presidente, Fábio Campos
O Bloco Banda Amigos Da Barra, sob direção do empresário Fábio Campos completará três anos e chegou para trazer alegria e descontração para todos os foliões que curtem um bloco de rua com gente animada, plena segurança e com o pensamento sustentável, de que estamos aqui para abraçar uns aos outros. Em pleno verão e sempre 15 dias antes do carnaval, o clima de descontração invade a praia da Barra, com uma diversidade de ritmos, um carnaval musical, que este ano contará com sertanejo, samba, rock, bateria de escola de samba e o funk, é claro, mais carioca impossível! #BandaAmigosDaBarra.
Vai acontecer no Padano Sertanejo Bar. A animação ficará por conta do DJ Cleanto e do grupo Peso Do Samba.
O valor da entrada é de R$ 39, com direito a feijoada à vontade, além de caipirinha e cerveja em dose dupla (a parte do valor da entrada).
As portas abrirão às 12 horas e o evento será encerrado as 20. Menores de idade só acompanhados pelo responsável legal.
SERVIÇO:
Feijoada Da Banda Amigos Da Barra
Coroação Da Rainha Cinthya Camillo
Atrações:
– Grupo Peso Do Samba
– Dj Cleanto
* Dia: – 21 de janeiro – domingo
* Local: – Padano Sertanejo Bar (Av. Érico Veríssimo, 821 – Barra Da Tijuca
* Horário: – A partir das 13 horas / Até as 19hs
* Valor: – R$ 39,00 (Feijoada + Shows)
* F Etária: – Menores de 18 anos só com os responsáveis
* Info: – (21) 96947-0018
Dançando Para Não Dançar , com músicas de Chico César, Chico Buarque e Gilberto Gil
Dançando Para Não Dançar , com músicas de Chico César, Chico Buarque e Gilberto Gil
REFAVELA
Patrocinado pela Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro, o espetáculo terá no repertório músicas de Chico César, Chico Buarque e Gilberto Gil
Há 24 anos usando a dança como instrumento de inclusão social e de cidadania, a tradicional companhia “Dançando Para Não Dançar”, apresenta com a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e a Secretaria Municipal de Cultura o espetáculo Refavela no dia 11 de dezembro, às 19h, no Teatro João Caetano, no Centro do Rio. A entrada é gratuita. Desta vez, o repertório traz o balé clássico Danúbio Azul e o novo balé contemporâneo Refavela, com seis músicas do cantor Chico César e uma canção de Chico Buarque e Gilberto Gil. As coreografias são assinadas por Maria Gabriela Aguilar, Samara Mello, Paulo Rodrigues e Eduardo Masquette. O grupo, formado por moradores de comunidades do Rio, como Mineira, Fallet, São Carlos, Maré, Cantagalo e Pavão/Pavãozinho, fará a já tradicional apresentação de fim de ano.
Neste momento em que a cidade do Rio de Janeiro pede socorro, a trágica história contada na apresentação é também um dos primeiros retratos da realidade do embrião que hoje conhecemos como os complexos de favelas. “Refavela” mostra a visão romântica do morro e sua realidade, tudo isso tendo como pano de fundo uma história de amor, que compara a vida nas favelas com o cenário festivo grego e a mitologia da Grécia Antiga, com o sagrado e o profano amalgamados em habitações clandestinas.
“O carioca está perdendo a sua espontaneidade. Encurralado com medo das facas e das balas perdidas. Vamos com a dança dizer ‘não’ à violência e mostrar que os morros têm vez. O espetáculo fala um pouco das comunidades e mostra que lá existe muita coisa boa. Existe amor, existe arte. Nossos alunos sofrem com a rotina de violência em seus lares, o que os impossibilita muitas vezes de chegar às aulas”, afirma Thereza Aguilar, coordenadora do Dançando Para Não Dançar, que foi criado no Pavão-Pavãozinho e no Cantagalo, em 1994, visando dar acesso às crianças e aos jovens de comunidades populares ao balé clássico.
A companhia de dança utiliza o perfil lúdico do balé como instrumento de inclusão social e de cidadania. Os principais alvos são a profissionalização de jovens, o incentivo à participação cultural e o combate à exclusão social, ao proporcionar acesso à formação em uma profissão que dificilmente ingressariam. Além da escola de dança, no Centro do Rio (Rua Frei Caneca, 139), o projeto atua em oito comunidades das Zonas Sul e Norte do Rio (Rocinha, Cantagalo, Pavão-Pavãozinho, Mangueira, Chapéu-Mangueira, Babilônia, Borel e São Carlos) e atende a cerca de 150 crianças e jovens.
O Dançando Para Não Dançar formou um grupo que se apresenta em todos os espetáculos e apresentações com o objetivo de dar aos jovens a chance de se aperfeiçoarem na vida profissional, no palco, e criar mecanismos para a geração de renda. Um dos desafios da companhia é proporcionar o encaminhamento profissional dos jovens entre 12 a 21 anos que cresceram e se profissionalizam dentro do projeto.
Exemplos deste trabalho bem feito de revelar talentos (leia mais abaixo) não faltam. Há ex-integrantes do projeto que hoje atuam em companhias importantes pelo mundo e fizeram da dança profissão. Inclusive, o Dançando para Não Dançar conta com um convênio de intercâmbio com a Escola Staatilicher Balletschule Berlin (Escola Estatal de Berlim). “Nós normalmente não contratamos professoras. O que temos são ex-alunas que retornam ao Brasil e voltam pra dar aula aqui”, explica Thereza.
Parcerias – O projeto Dançando Para Não Dançar é patrocinado pela Secretaria de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro. Também conta com apoio de Governo do Estado do Rio de Janeiro, Vídeo Filme, UtiliCasa, Casa do Biscoito, Shopping Leblon, curso de inglês Brasas e Viva Rio.
Repertório
“Desejo e Necessidade” (Chico César) 5:40
“Enxerto Poético” (Chico César) 5:12
“Cálice” (Chico Buarque e Gilberto Gil) 4:17
Ora-Pro-Nobis
“Estado de Poesia”(Chico César) 5:15
“Palavra Mágica” (Chico César) 4:34
“Por que você não vem morar comigo” (Chico César) 4:00
“Mama África (Chico César)” 4:11
SERVIÇO – Apresentação única
Data: 11 de dezembro de 2018, às 19h
Local: Teatro João Caetano. Praça Tiradentes, s/nº, Centro
Entrada Gratuita
Classificação: Livre














