“Sinfonia das Florestas” estreia no Rio na Sala Cecília Meireles

“Sinfonia das Florestas”, de Ricardo Tacuchian, estreia no Rio, dia 12 de julho, sexta, pela Orquestra Sinfônica Nacional, na Sala Cecília Meireles

Apresentada na Espanha, em 2013, e em Niterói, no ultimo dia 7, obra orquestral lança luz sobre relevantes questões atuais, como desmatamento, queimadas e proteção ambiental

No ano em que se festeja os 80 anos do compositor e regente Ricardo Tacuchian, um dos mais prestigiados do país e membro da Academia Brasileira de Música, uma estreia de grande porte dá brilho a uma extensa agenda de comemorações ao logo de 2019. A saber dos profundos cortes no meio da música clássica (e no cultural, como um todo), é de se louvar a estreia no Rio de sua “Sinfonia das Florestas” na Sala Cecília Meireles, no dia 12 de julho, sexta-feira, com a Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, sob regência de Tobias Volkmann e com a participação da soprano Marianna Lima. A estreia nacional aconteceu no último dia 7 de julho, pela mesma orquestra, no Cine Arte UFF.

Escrita em 2012 em quatro movimentos para orquestra sinfônica e solo de soprano, a obra sinfônica só foi apresentada fora do país, em 2013, quando teve sua estreia mundial nas três cidades de Castilla e Léon (Espanha), pela Orquesta Sinfónica del Conservatorio Superior de Música de Castilla-León, sob a regência do Maestro Javier Castro e com a participação da soprano espanhola Sofía Pintor, com surpreendente resposta do público espanhol.

A obra está dividida em quatro movimentos: 1. Amazônia; 2. Cerrado; 3. Queimadas; e 4. Mata Atlântica. A “Sinfonia das Florestas” é uma obra que guarda algumas referências da forma Sinfonia. Apesar de reportar-se às florestas brasileiras, é, na realidade, uma metáfora de todas florestas do mundo que correm o risco de desaparecer.

Impossível não traçar paralelos com a atual política governamental de proteção ao meio ambiente. “Não se trata de uma obra folhetinesca”, afirma Tacuchian. “Seus objetivos são antes poéticos, embora se refira a um dos problemas mais marcantes da humanidade, na atualidade: a luta pela preservação das florestas do mundo como uma das formas de atenuar o aquecimento global e o prejuízo do bioma de nosso planeta”, completa. Os textos dos poetas Thiago de Mello, no primeiro movimento, e de Gerson Valle, no quarto movimento, são apresentados numa aura de dor e êxtase. O terceiro movimento, Queimadas, é quase uma denúncia contra os desmatamentos e queimadas que degradam as nascentes fluviais, poluem o ambiente e ameaçam a biodiversidade. “No entanto, a obra é otimista e mostra que há ainda tempo para a volta ao bom senso pelas autoridades que governam o mundo e pelas pessoas comuns que nele habitam”, conclui o compositor.

A obra é dedicada ao Maestro JOSÉ SIQUEIRA, seu Professor de Composição na Universidade e quem o ensinou a amar o Cerrado. Aliás, várias obras de Tacuchian exploram a temática ecológica da Sinfonia das Florestas, como Dia de Chuva (1963), Estruturas Verdes (1976), Terra Aberta (1997) e Biguás (2009), entre outras.

A estreia da obra orquestral é uma das muitas atividades previstas ao longo do ano dentro das comemorações dos 80 anos do compositor. Serão lançados ainda diversos registros fonográficos de suas composições: “Pimenta Malagueta”, para violino solo, estará no CD do grupo Imago Mundi; a pianista Martha Marchena fez a gravação de “Il fait du soleil” para a Radio Nacional de Espana/Radio Clasica; o Duo Burajiru lançará um disco com sua obra completa para viola; “Gengibre” ganhará o registro no CD de Philip Doyle (trompa solo); e o saxofonista Pedro Bittencourt fará sua leitura para “Delaware Park Suite” (para saxofone e piano).

SERVIÇO:

 

12/07, sexta-feira – Orquestra Sinfônica Nacional da UFF estreia “Sinfonia das Florestas”, de Ricardo Tacuchian

Local: Sala Cecília Meireles

Horário: 20:00

Endereço: Largo da Lapa, 47, Lapa, Rio de Janeiro

Ingressos: R$ 40,00 inteira – R$20,00 estudantes e idosos.

Ingressos à venda na bilheteria da Sala e online através da Ingresso Rápido:

(+55) 21 2332-9223

(+55) 21 2332-9224

www.salaceciliameireles.rj.gov.br

www.ingressorapido.com.br

O artista e empreendedor Leonardo Bueno recebe famosos em seu atelier

Marcos Pasquim, Simone Sampaio e Júnior Pacheco visitam atelier de artista em Maria da Fé

O artista e empreendedor Leonardo Bueno, responsável por Obras que são facilmente encontradas nos cenários das novelas da Globo e até capa das principais revistas de modas, enviou um helicóptero particular para buscar o amigo, designer de interior Júnior Pacheco, assim como seus clientes, o ator Marcos Pasquime a modelo Simone Sampaio, para que pudessem conhecerem o seu atelier Leonardo Bueno Art & Design, situado na cidade de Maria da Fé, no Sul de Minas Gerais.

Simone Sampaio no atelier Leonardo Bueno Art & Design

O trio pode conferir de perto diversas obras do artista, as quais estão nas principais Vitrines e Galerias de Design no Brasil e no Mundo. Em seguida antes de retornarem, puderam prestigiar a encantadora vista da natureza que a cidade do Sul de Minas proporciona.

Júnior Pacheco que é designer de interior de várias personalidades da mídia, entre elas Scheila Carvalho e o ator Henri Castelli, é dono de uma mente inquieta, ágil e extravagante, sendo uma das certezas mais promissoras do design nacional e internacional por justamente abandonar o lugar-comum e buscar incessantemente o novo.

Designer de Interiores associado à Associação Brasileira de Designers de Interiores (ABD registro 14064), com especialização em Milão, pelo Istituto Europeo di Design (IED Milano), Júnior Pacheco é, acima de tudo, ousado. Os clientes que o buscam – e os projetos que ele aceita – prezam pela originalidade.

Baiano de nascimento, Júnior Pacheco está atualmente estabelecido em São José dos Campos (SP), onde coordena uma equipe que projeta interiores Brasil afora – e também em terras estrangeiras.

O desejo de inovação leva Júnior Pacheco a constantes viagens e novas imersões culturais, no Brasil e no exterior. Associadas à inspiração clássica, as referências que o profissional carrega são responsáveis pela contumaz versatilidade. “As viagens são meu combustível”, explica.

Crédito das Fotos: Renato Cipriano / Divulgação

Marcos Sacramento – Show de lançamento do CD “Drago” (Teatro Rival Petrobras)

MARCOS SACRAMENTO

Show de lançamento do CD “Drago”

Drago’, novo CD de Marcos Sacramento, revela faceta de compositor do cantor. Primeiro disco de inéditas depois de cinco anos (o último foi “Autorretrato” – 2014) o álbum tem todas as músicas assinadas por ele, solo ou com parceiros, e chega ao Teatro Rival Petrobras, na Cinelândia, com show no dia 11 de julho, às 19h30.

O CD foi totalmente financiado por crowdfunding, pela plataforma Catarse. O financiamento coletivo ficou aberto por dois meses e foi a primeira experiência do músico, de 58 anos e mais de 30 de carreira, com este tipo de captação de recursos. “Drago” é uma homenagem a um quase amor de anos atrás e primeira música de trabalho do álbum, parceria com Paulo Baiano.

 

Mas o que significa “Drago”? Esse é o nome deu m rapaz franco-marroquino cujo olhar contemplativo de Sacramento rendeu-se pela beleza misteriosa do corpo moreno deitado nas areias do Mediterrâneo. Em “Drago”, Marcos revela uma visão aguçada para o mundo que o cerca, desde a ressaca da quarta-feira de cinzas de um carnaval onde o coração termina incinerado em “Bolero de cinzas”, parceria com Marcelo Caldi.

No roteiro do espetáculo estão ainda clássicos como “Cai dentro” (Baden Powell/ P.C. Pinheiro), Sertaneja (René Bittencourt) essa em versão alucinadamente roqueira e Baião da Penha (Guio de Moraes/David Nasser).

O cantor divide o palco com sua nova banda: Luiz Flavio Alcofra, violão e direção musical; Netinho Albuquerque e Daniel Boechat, percussões; Glauber Seixas, guitarras e Leandro Vasques, baixo e vocais.

“(…) A ideia da distância, do desencaixe, marca de diferentes formas os versos do disco (…) sobre tudo isso, o canto de Sacramento, que domina técnica, malícia, ritmo e sensibilidade (…)”, escreveu Leonardo Lichote em sua crítica para o Jornal O Globo.

A presença explosiva e sedutora de Sacramento em cena, convida o público a uma viagem, ao mesmo tempo, reflexiva, divertida, perturbadora e contemplativa, sensações provocadas pela voz quente e poderosa desse que já é considerado um dos maiores intérpretes da Música Popular Brasileira contemporânea.

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  • Serviço
  • Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro.
  •  Data: 11 de julho (Quinta).
  • Horário: 19h30.
  • Abertura da casa: 18h. 
  • Ingressos: R$ 60,00 (Inteira), R$ 40,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 30,00 (meia-entrada).
  • Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp
  • Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h
  • Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br.
  •  Informações: (21) 2240-9796.
  • Capacidade: 350 pessoas.
  • Metrô/VLT: Estação Cinelândia.
Lu Galdinni solta a voz no palco do Top Music nesta quarta (03)
Lu galdinni

A cantora Lu Galdinni se apresenta nesta quarta-feira, dia 03 de julho, no TopShopping.  Aos 10 anos, Luciane começou a se interessar por música e se encantou pelo som do violão. Em 2001, com 20 anos, a jovem cantora estava certa de que queria fazer da sua vida um caminho musical. Luciane, então, começou a se apresentar em casas noturnas.

De lá pra cá, Lu se empenhou cada vez mais, cantando em diversos bares cariocas. Atualmente, já com seu público cativo e definido, apresenta-se em casas de grande qualidade no cenário “barzinho, violão e voz”.

A apresentação de Lu Galdinni será realizada na quarta-feira (03), às 19h, na praça de alimentação, 2º piso. Evento gratuito!

  • Serviço
  • Data: quarta-feira, 03 de julho de 2019.
  • Horário: às 19h.
  • Local: na praça de alimentação, 2º piso.
  • Evento gratuito.
  • O TopShopping está localizado na Av. Governador Roberto Silveira 540, Centro – Nova Iguaçu. Telefone: (21) 2667-178
FESTEJANDO 20 ANOS DE DANÇA NO RECREIO DOS BANDEIRANTES

 

Em comemoração pelos seus 20 anos, a  companhia de dança NAC Dance, vai promover dois dias de espetáculo gratuitos no Recreio Shopping, no Recreio dos Bandeirantes. Cerca de 100 bailarinos, amadores e profissionais, de todas as idades, vão apresentar várias modalidades de dança em dois domingos seguidos: dias 7 a partir de 16h, no Palco Clubinho, o roteiro é infantil, com balé, jazz, sapateado e vídeo dance. No dia 14 de julho, a partir de 17h, no palco montado na Praça de Alimentação, o espetáculo que abre com “Footloose” é adulto com coreografias de balé, jazz, sapateado, flamenco e dança contemporânea.  O endereço é Avenida das Américas,

Fotos: Carol Lancelloti 

Fundada pelas irmãs bailarinas Natália e Amália Cigarro, moradoras do bairro, a NAC Dance – que tem as iniciais das duas irmãs e funciona no Recreio Shopping, ensina a arte da dança à adultos e crianças desde 1999 e já levou muitos bailarinos para representarem a região em importantes festivais e eventos de dança pelo país afora, como o do Circuito Sesc e de Joinville, que rendeu vários prêmios. Da NAC saíram bailarinos que hoje brilham em companhias importantes, como mais recentemente Beatriz Bastos, no corpo de balé do Teatro Municipal. A escola de dança também promove workshops e oficinas de dança com nomes conceituados.

Segundo Natália, “Além de ensinar a arte da dança, o objetivo das irmãs sempre foi formar plateia para a dança na região;

_ É gratificante ver que a cada ano esse público aumenta e temos cada vez mais eventos e espaços voltados para a arte da dança. Hoje as pessoas não precisam mais sair do bairro para assistir a espetáculos de dança de qualidade ou participar de workshops com nomes conceituados”, disse.

 

 

SERVIÇO
Local: Recreio Shopping
Endereço: Avenida das Américas,  19019  – Recreio dos Bandeirantes

Datas: 7 a partir de 16h e 14 de Julho a partir de 17h
De graça

BELCHIOR: O MUSICAL de Volta ao Teatro João Caetano

Devido ao sucesso em sua temporada de estreia, o espetáculo “BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”, voltará ao teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, para 06 únicas apresentações, nos dias 05, 06, 07, 12, 13 e 14 de julho/2019, as sextas feiras e sábados 19h e domingo 18h, com ingressos a preços populares, de R$40,00 / R$20,00 (estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60).

O espetáculo marca os 02 anos de ausência desse cantor e compositor que teve sua trajetória artística interrompida por sua própria vontade e necessidade; Antonio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes”, como gostava de ironizar, “um dos maiores nomes da música popular”. Mais conhecido como Belchior, o cantor e compositor nasceu no dia 26 de outubro/1946, em Sobral, norte do Ceará e faleceu, aos 70 anos, no dia 30 de abril/2017, em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul.

O espetáculo BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO, título tirado de uma das canções do homenageado (“Sujeito de Sorte”),  conta um pouco da história do cantor cearense Belchior, vivido em cena pelo ator/cantor Pablo Paleologo, a partir do personagem criado em suas canções: o ‘Cidadão Comum’, interpretado pelo ator Bruno Suzano, que representa uma larga faixa da juventude que se vê obrigada a se conformar com os padrões da sociedade, sem nunca conseguir ir atrás dos seus sonhos.

Com 15 músicas – ‘Alucinação’, ‘Apenas Um Rapaz Latino Americano’, ‘A Palo Seco’, ‘Na Hora do Almoço’, ‘Todo Sujo de Batom’, ‘Coração Selvagem’, ‘Medo de Avião’, ‘Mucuripe’ (de Belchior e Raimundo Fagner), ‘Conheço o Meu Lugar’, ‘Como Nossos Pais’, ‘Populus’, ‘Paralelas’, ‘Velha Roupa Colorida’, ‘Sujeito de Sorte’ e ‘Galos, Noites e Quintais’ –  interpretadas por uma banda formada pelos músicos Dudu Dias (baixo), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra) liderados pelo diretor musical Pedro Nêgo, e uma organização de textos, retirados de entrevistas do próprio Belchior, pela pesquisadora Claudia Pinto e o, também diretor, Pedro Cadore,  a peça pretende passar para o espectador não a sua biografia, mas a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da música popular brasileira.

O ator Pablo Paleologo que dá vida ao Belchior comenta:

“Viver Belchior é, literalmente, uma alucinação. Como se estuda alguém tão enigmático, tão curioso, tão camaleônico? Admirava muito como compositor. Hoje admiro como pessoa. Belchior tinha o dom da palavra, como poucos tem. E, por opção, tornou-se o “desaparecido” da Música Brasileira. Trazê-lo de volta, em tempos atuais, é necessário. Poder transmitir as mensagens de suas músicas é um presente que me foi dado. É necessário lembrar que “amar e mudar as coisas” deve, de fato, ser o mais importante”.

Belchior – Pablo Paleologo – foto de Regina

Um dos organizadores do texto e diretor do espetáculo, Pedro Cadore explica: “Eu e a Cláudia Pinto (organizadora do texto, juntamente com ele) decidimos partir das palavras do homenageado e não apenas de suas músicas, mas também de suas falas em entrevistas de programas de televisão, de rádios e jornais. Fizemos uma compilação de seu discurso e suas referências criativas numa tentativa de mostrar um pouco da sua filosofia e atmosfera. O roteiro da peça se fechou quando entendemos que o personagem dentro das músicas não era um alter ego de Belchior, mas que na verdade ele estaria falando de uma larga faixa da população. Vemos então em cena não apenas a representação do cantor, mas também o personagem criado por ele: o Cidadão Comum. A vida do criador e da criatura se confundem e de alguma maneira acabamos contando um pouco de sua biografia, mas sempre dando preferência ao conteúdo de seu discurso”.

Na temporada passada, o espetáculo teve o  aval dos filhos do BELCHIOR em sua plateia e o diretor Pedro Cadore, comenta o quanto foi emocionante esse momento:

“Foi um sentimento único, que eu nem sei nomear. Principalmente pelo fato da Camila e do Mikael Henman Belchior terem feito questão de nos encaminhar um depoimento para adicionarmos ao projeto. Segue um dos comentários deles….”Nos emocionamos em ver uma produção sobre a obra do nosso pai tão alinhada com a proposta artística dele. O foco nas palavras de Belchior, tanto de músicas quanto de entrevistas, enaltece o compromisso do espetáculo com a filosofia do artista. Desejamos vida longa ao musical “Ano Passado Eu Morri, Mas Este Ano Eu Não Morro” e que ele alcance o Brasil inteiro. Parabéns a todos pelo lindo trabalho e empenho, que tenha sido a primeira temporada de muitas por vir!”

 

BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO

– O MUSICAL – faz 06 únicas apresentações no Teatro João Caetano

nos dias 05, 06, 07, 12, 13 e 14 de julho/2019

  • FICHA TÉCNICA:
  • “BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”
  • Organização de Textos: CLÁUDIA PINTO E PEDRO CADORE
  •  Direção: PEDRO CADORE
  •  Atores: PABLO PALEOLOGO e BRUNO SUZANO
  • Músicos: CACÁ FRANKLIN (percussão), DUDU DIAS (baixo), EMILIA B. RODRIGUES (bateria), MONICA AVILA (sax/flauta), NELSINHO FREITAS (teclado) e RICO FARIAS (violão/guitarra),
  • Direção Musical: PEDRO NÊGO
  • Diretor de Arte e Cenografia: JOSÉ DIAS
  • Iluminação: RODRIGO BELAY
  • Visagismo: BETO CARRAMANHOS
  • Produção Geral, Assessoria de Imprensa e Marketing: JOÃO LUIZ AZEVEDO.
  • Local: Teatro João Caetano
  • Praça Tiradentes – tel. 2332-9257
  • Informações e Reserva de ingressos pelo whatsapp (21) 99731-0933
  • Dias 05, 06, 07, 13, 14 e 15 de julho de 2019.
  • Sexta e sábado às 19h e domingo às 18h.
  • Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos.
  • Valor dos ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e idosos acima de 60 anos)
  • Tempo de Duração: 70min.
  • Pontos de Venda de Ingressos:
  • Bilheteria do Teatro João Caetano e no site Ingresso Rápido.
O espetáculo ‘Era Medeia’ estreia, dia 11 de julho, no Sesc Copacabana

Com supervisão de Cesar Augusto e texto e direção de Eduardo Hoffmann, peça faz uma reflexão sobre machismo, abuso de poder e exposição da vida privada

Você sempre age de acordo com seus princípios éticos? Ou será que muitas vezes suas ações e comportamentos contradizem o seu discurso? A partir dessa reflexão se desenrola a trama do espetáculo Era Medeia, que estreia, dia 11 de julho, para uma curta temporada no Sesc Copacabana (Sala Multiuso), sempre de quinta a domingo, às 18h. Com supervisão de Cesar Augusto, texto e direção de Eduardo Hoffmann e argumento de Marina Monteiro, a peça se passa durante os ensaios de uma adaptação da tragédia “Medeia”, de Eurípedes, pano de fundo para uma discussão que também passa pelo machismo, o abuso de poder, exposição da vida privada e a importância do processo na criação artística.

Em cena, estão os atores Eduardo Hoffmann e Isabelle Nassar: ele vive Pedro Lobo, um diretor excêntrico, e ela é Verônica Albuquerque, uma atriz insegura. O público é convidado a assistir a um ensaio aberto do espetáculo no qual estão trabalhando juntos. Aos poucos, o passado deles vem à tona, e os espectadores passam a ser testemunhas de um acerto de contas íntimo entre os personagens.

“A escolha de Medeia como o texto que os personagens ensaiam tem um propósito: é um ícone da representação de uma mulher que rompe com os padrões sociais estabelecidos. Apesar de tomar atitudes cruéis, ela é uma personagem que não fica à mercê das decisões e escolhas dos homens à sua volta”, explica o ator e diretor Eduardo Hoffmann. “E aí é que está a contradição. O diretor está montando Medeia justamente para enaltecer a força dessa mulher que rompe com os padrões repressivos e, no entanto, o modo como ele lida com a atriz (que já foi mulher dele) é extremamente repressor e abusivo”, acrescenta.

A partir da exposição da vida íntima do ex-casal, “Era Medeia” também faz uma reflexão sobre por que o público de hoje parece se interessar mais pelos bastidores da criação do que pela própria criação. “O fato de estarmos vivendo uma realidade social e política extremamente espetacularizada contribui para que o caráter ficcional da arte esteja cada vez mais com sua potência diminuída. E já faz bastante tempo que os reality shows tornaram as pessoas personagens mais interessantes aos olhos do público do que os personagens criados nas obras de ficção. É uma extrema necessidade de ser arrebatado pelo REAL, até porque o cotidiano atual está extremamente teatralizado”, analisa Hoffmann.

Em agosto do ano passado, o espetáculo fez um ensaio aberto no Midrash Centro Cultural, quando foi apresentada metade da peça. Em setembro, uma versão pocket do texto participou da programação do festival Niterói em Cena. Os momentos finais da peça foram reescritos com base nas experiências das duas apresentações.

Sinopse:

 A relação pessoal entre um diretor e uma atriz é exposta durante o ensaio aberto de uma adaptação da tragédia Medeia.

Eduardo Hoffmann (autor, diretor e ator)

Eduardo Hoffmann é ator e professor de teatro. Formado em Artes Cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), na cidade de Florianópolis, em 2006. É protagonista do longa “Muamba” e do curta metragem “Rio da Madre”, com direção de Fábio Bruggemann, lançado em 2016. Escreveu duas peças de teatro: o monólogo “Quarentena”, no qual também atua (que percorreu o interior de Santa Catarina durante o ano de 2008, e reestreou em 2013, fazendo três temporadas no Rio de Janeiro) e “Era Medeia”. Ex-integrante dos grupos de teatro Do Buraco Sai O quê? e Fulanos de Bota, esteve no elenco dos espetáculos “A Prosa Delas Não é de Panelas” e “Nós da Xêpa” (pelo primeiro) e “Ecos Temporâneos” e “Instantes Urbanos” (pelo segundo). Produziu o evento “Acasos na Casa – processos artísticos independentes”, no qual participou como ator nos espetáculos “Sobre Água e Outros Relatos”, com direção de Norberto Presta, e “Quarentena”, com direção de André Francisco. Participou como ator dos espetáculos: “Solano e Rios”, adaptação do texto “Nhac – Sobre Piolhos e Atores” de Jose Sanchis Sinisterra, dirigido por Alexandre Mello (2011\2012); “Sofia Embaixo da Cama”, da Trupe do Experimento (2010); “A Festa de Aniversário” de Harold Pinter, com direção de Amanda Giugni (2009\2010); e “O Velório da Tia Aurora”, do grupo Teatro em Trâmite (2007/2008).

Isabelle Nassar (atriz)

Isabelle Nassar é atriz formada pela Escola de Teatro Martins Penna e recentemente se formou também no Bacharelado em Artes Dramáticas pela CAL. Fez cursos de teatro, cinema e TV como: National Theatre of Scotland, Companhia Lume de Teatro, Julio Adrião, Sotiris Karamesinis, Duh Masset e Anderson Aníbal. Esteve no elenco dos espetáculos “O Deserto dos Homens (2017), de John Marcatto, “O Mercador de Veneza” (2016/2017), de Shakespeare, dirigido por           Marcos Henrique Rego, “Remake” (2015), com direção de Anselmo Vasconcelos; “Coriolano” (2015), com direção de Marcos Henrique Rego (2016); “Quarto 3” (2014), com direção de Dudu Gamma, entre outros. No cinema, atuou em “Light of Passion” (2009), com direção do italiano Uderico Acerbi; “A Intrigante Arte de          Comungar (2016), de Thiago            Greco, e “Hopekillers” (2017), de Thiago     Moyses.

  • Ficha técnica:
  • Texto e direção: Eduardo Hoffmann
  • Supervisão artística: Cesar Augusto
  • Argumento: Marina Monteiro
  • Elenco: Isabelle Nassar e Eduardo Hoffmann
  • Produção: Guilherme Nanni
  • Iluminação: Renato Machado
  • Figurino: Tiago Ribeiro
  • Costura: Ateliê das Meninas (Maria e Zezé)
  • Concepção cenográfica: Cesar Augusto e Eduardo Hoffmann
  • Produção de adereços: Patrícia Ramos
  • Trilha sonora: João Mello e Gabriel Reis
  • Arte gráfica e identidade visual: Márcio de Andrade
  • Produção de vídeos: Celavi Filmes (Eduardo Paganini e Jamal Dizete)
  • Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)
  • Fotografia: Renato Mangolin
  • Serviço
  • Espetáculo “Era Medeia”
  • Temporada: 11 a 28 de julho.
  • Sesc Copacabana / Sala Multiuso: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana
  • Telefone: 2547-0156
  • Dias e horários:  quinta a domingo, às 18h.
  • Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência).
  • Duração: 1h
  • Lotação: 80 pessoas
  • Classificação Etária: 14 anos.
Nesta sexta, Cia. de Teatro Baixo estreia espetáculo inspirado em Beckett

O QUE FAZEMOS ENQUANTO ESPERAMOS?

Inspirada no universo dramático de Samuel Beckett e com supervisão de Stephane Brodt e Ana Teixeira (Amok Teatro), Cia. Teatro Baixo faz primeira temporada de espetáculo no Centro do Rio

Concebido a partir de estudos sobre a obra de Samuel Beckett, “O que fazemos enquanto esperamos?”, da Cia. Teatro Baixo, é o primeiro trabalho do projeto “Trilogia dos Excluídos”. Tendo estreado dentro da Mostra SESC Regional de Artes Cênicas, com supervisão de Stephane Brodt e Ana Teixeira, da Amok Teatro, o espetáculo faz sua primeira temporada a partir da próxima semana, no Teatro Ziembinski.

 

 

No processo, a companhia, conduzida pelo diretor Rodrigo Villas Boas, se deparou com um universo habitado por personagens abandonados, seres dilacerados, bastante comuns no universo becketiano. Os atores, então, foram sendo instigados a adentrarem neste universo absurdo em que sobrevivem estes personagens. Numa atualização da obra de Samuel Beckett, a desesperança dos personagens reflete e retrata o momento crítico pelo qual o mundo está passando, uma sensação pré-apocalíptica, um estado de espírito de pessoas que acordam e dormem com a perspectiva de uma guerra causada por um inimigo invisível. Olhamos os jornais, os telejornais e nos indagamos sobre como aquilo que ouvimos e vemos pode ser verdade. Nós vivemos e somos o absurdo que tanto recusamos a reconhecer. Entre nascer e morrer, esperamos.

Com um texto de enredo reflexivo e personagens sensoriais, forjados a partir da matéria do abandono, da falta de perspectiva e da miséria. os conflitos se fazem presentes em cada gesto, em cada fôlego. Com “O que fazemos enquanto esperamos?” a companhia, sediada em Nova Iguaçu e integrante da Rede Baixada em Cena, pretende levantar questionamentos sobre o homem contemporâneo e explicitar a atualidade da obra de Samuel Beckett.

  • SERVIÇO
  • O Que Fazemos Enquanto Esperamos?
  • Teatro Municipal Ziembinski – Rua Heitor Beltrão, s/n – Tijuca, RJ
  • De 28 de junho a 7 de julho – Sextas e sábados, 20h; domingos, 19h.
  • Ingressos: R$30,00 (inteira) / R$15,00 (meia entrada)
  • Classificação Indicativa: 14 anos
Seminário franco-brasileiro sobre refugiados e migrações | Casa de Rui Barbosa

 

Nos dias 27 e 28 de junho, a Embaixada da França promove na Casa de Rui Barbosa (com entrada franca) o seminário franco-brasileiro “Hospitalidade entre ética, política e estética”.

A ideia é abordar as crises migratórias pelo viés da hospitalidade. Estão confirmadas as participações de filósofos, antropólogos, sociólogos, cientistas políticos, especialistas em políticas públicas ligadas ao tema dos deslocamentos migratórios, de governos e do terceiro setor; escritores, cineasta e curadores de artes plásticas que se debruçam sobre o tema da hospitalidade focando os aspectos político, filosófico, ético e estético (traduzido na arte – literatura, cinema e artes plásticas).

Debora Diniz

Quem abre o evento é a cientista política Catherine Wihtol de Wenden, da Sciences Po Paris, uma das vozes mais importantes da atualidade no tema. Tem também a participação dos escritores Milton Hatoum Patrick Chamoiseau, as curadoras Sandra Benites Anne-Laure Flacelière, o antropólogo Michel Agier e o escritor Philippe Ollé-Laprune, que fundou e dirigiu a Casa Refugio Citlaltepetl, no México.

 

 

 

 

 

 

Hospitalidade, do latino hospitalitas:

ato de hospedar, de acolher afetuosamente

 

Hospitalidade – entre ética, política e estética, colóquio que a Embaixada da França e Casa de Rui Barbosa realizam dias 27 e 28 de junho, com apoio da Aliança Francesa, vai reunir nomes de ponta da intelectualidade e na produção artística da França e do Brasil visando trazer luz – de vários pontos de vista – ao assunto. O evento tem entrada franca e é aberto ao público. Estudantes que se inscrevam (ver serviço) podem receber certificado de participação.

Michel Agier

Estão confirmadas as participações de filósofos, antropólogos, sociólogos, cientistas políticos, especialistas em políticas públicas ligadas ao tema dos deslocamentos migratórios, de governos e do terceiro setor; escritores, cineasta e curadores de artes plásticas que se debruçam sobre o tema.

 

São três pilares de discussão: o primeiro, a visão ética e política, na abordagem de filósofos e antropólogos; o segundo, o estabelecimento e a manutenção dos lugares de hospitalidade, pelo olhar de ONG, juristas, diretores de abrigos; e o terceiro, contando com criadores do cinema, das artes plásticas, da literatura e curadores, a tradução da questão pelo prisma artístico.

 

 PENSAMENTO, ARTE, ACOLHIMENTO

 

Entre os participantes estão Catherine Wihtol de Wendenn – uma das mais importantes pensadoras da migração na atualidade –, a cineasta Debora Diniz (de Hotel Laide), os escritores Milton Hatoum Patrick Chamoiseau, o antropólogo Michel Agier as curadorasSandra Benites e Anne-Laure Flacelière.

 

No fim do primeiro dia, haverá a exibição do documentário de curta-metragem Hotel Laide, dirigido pela antropóloga e escritoraDebora Diniz, que acompanha a história de três mulheres na pensão social Laide, um lugar aberto para o acolhimento de usuários de crack, na Cracolândia paulistana. O hotel fazia parte do programa “De Braços Abertos”, criado pelo ex-prefeito Fernando Haddad (PT), e foi destruído por incêndio de causas desconhecidas.

O seminário, portanto, parte da dinâmica da alteridade através do conceito de hospitalidade – a ideia de receber o outro em sua casa – para discutir as crises migratórias da atualidade. O confronto entre as noções de cidadão e não-cidadão num mundo transnacional aponta a persistência de um imaginário da fronteira nos conflitos por todo o planeta.

Pela primeira vez no Brasil, a francesa Anne-Laure Flacelière foi curadora da exposição “Persona grata” – um projeto que questiona a noção de hospitalidade através do prisma da criação contemporânea. A mostra ficou em cartaz (2018-2019) em dois lugares: no Musée National de l’Histoire de l’Immigration de Paris e no MAC VAL: um museu da sociedade que valoriza a criação contemporânea e um museu de arte contemporânea que examina os fenômenos da sociedade.

 

No encerramento do colóquio, dois textos serão lidos: um trecho da Declaração dos Poetas, do livro Frères Migrants, de Patrick Chamoiseau (tradução para o português de Ana Rossi – UnB) livro que “evoca fortemente a tragédia dos refugiados na Europa”, segundo o Le Monde, e de um trecho de um texto de Milton Hatoum.

 

“A comparação dos pontos de vista francês e brasileiro sobre essa temática me parece particularmente interessante na medida em que a França, país europeu confrontado com crises migratórias, está evidentemente e diretamente afetada por essa problemática”, afirmaAlain BourdonConselheiro de Cooperação e Ação Cultural da Embaixada da França no Brasil. “O Brasil também está, por sua história que foi construída, pode-se dizer, numa relação complexa com a hospitalidade: hospitalidade traída (colonização), transviada (migrações forçadas da escravidão), promovida (vagas migratórias, a partir do século XIX, para povoamento e desenvolvimento econômico do país) e imposta (migrações recentes vindas da Venezuela, do Haiti e da África Negra, cuja gestão pelas autoridades brasileiras foi até hoje exemplar)”.

 

PROGRAMAÇÃO

 

27 de junho de 2019

10h– 10h30 Abertura

– Antonio Herculano Lopes (Casa de Rui Barbosa)

– Silvia Sander (ACNUR – Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados)

– Pierre Buhler (Institut Français de Paris)

10h30– 11h30

Conferência de abertura: “Panorama das crises migratórias atuais”

Catherine Wihtol de Wenden (Sciences Po Paris)

moderadora: Joelle Rouchou (Casa de Rui Barbosa)

11h30–12h Perguntas

14h– 15h

Conferência: “Acolher o outro: fraternidade, solidariedade, hospitalidade”.

Newton Bignotto (Universidade Federal de Minas Gerais)

moderador: Adauto Novaes, filósofo, organizador do ciclo “Mutações”

15h– 15h30 Perguntas

16h–17h30

Hospitalidade entre ética e política

– Michel Agier, Institut de Recherche pour le Développement (IRD) – Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (EHESS)

            – Mohamed Elhajji, UFRJ

moderador: Ricardo Ferreira Freitas (UFRJ)

17h45– 18h30

Projeção do filme Hotel Laide e conversa via skype com a diretora, Débora Diniz

28 de junho de 2019

9h30–11h

Lugares de Hospitalidade

 – João Guilherme Granja (ENAP – Brown University)

– Charles Gomes (Casa de Rui Barbosa)

moderadora: Natalia Cintra (PUC/Rio – Casa de Rui Barbosa)

11h15 – 12h45

Lugares de Hospitalidade

– Philippe Ollé-Laprune (Casa Refúgio México)

– Benjamin Seroussi (Casa do Povo SP)

moderadora: Mônica Velloso (Casa de Rui Barbosa)

14h30–16h – Dar forma à Hospitalidade: Arte e Hospitalidade

– Anne-Laure Flacelière (curadora da exposição “Persona Grata” – MacVal)

 – Sandra Benites (educadora, curadora da exposição “Dja Gueta Porã”)

moderador: Marcos Veneu (Casa de Rui Barbosa)

16h30–18h

Dar forma à Hospitalidade: Escrita e Hospitalidade

– Patrick Chamoiseau, escritor

– Milton Hatoum, escritor

moderadores: Flora Sussekind (Casa de Rui Barbosa) Alain Bourdon (Embaixada da França)

18h– 18h30

Leitura, em francês e em português, da “Declaração dos Poetas”, do livro “Frères Migrants” de Patrick Chamoiseau – tradução em português de Ana Rossi (UnB) – e de um trecho de um texto de Milton Hatoum.

 

 

 

Newton Bignotto, escritor e professor titular aposentado de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais

Sandra Benites, indígena da etnia Guarani Nhandewa, curadora, professora de filosofia e de história, mestre e doutoranda em Antropologia

Charles P. Gomes, doutor em ciências política, escritor sobre temas do refúgio e das migrações internacionais, é pesquisador sênior da Fundação Casa de Rui Barbosa e diretor do CEPRI, clínica legal pro bono para Refugiados e Migrantes no Rio de Janeiro.

Patrick Chamoiseau, escritor, nascido na Martinica, premiado com o Goncourt, uma das vozes mais influentes do Caribe.

Benjamin Seroussi é curador, editor e gestor cultural, mestre em Sociologia e Gestão Cultural. Em São Paulo, dirigiu a programação do Centro da Cultura Judaica, foi curador associado da 31ª Bienal de São Paulo (2013-2014) e curador-chefe do projeto Vila Itororó Canteiro Aberto. Dirige hoje a Casa do Povo de São Paulo e o programa de intercâmbios COINCIDÊNCIA.

Michel Agier é antropólogo, escritor – focando a migração, exílio e fronteiras -, sobre diretor de estudos na École des Hautes Études en Sciences sociales (EHSS), diretor de investigação no Institut de Recherche pour le Développement (IRD) e membro do Centre d’Études des Mouvements Sociaux (CEMS/EHESS-CNRS). Liderou o programa Babels e esteve numa diretoria do Institut des Migrations (ICM).

Philippe Ollé-Laprune, escritor, codirigiu a agência Ad’Hoc (organizadora de eventos culturais como o Mercado da Poesia de Paris); chefiou o escritório do livro da Embaixada da França no México, fundou e dirigiu a Casa Refugio Citlaltepetl.

Catherine Wihtol de Wenden, escritora, professora, doutora em Ciência Politica, é diretora de pesquisa no Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS, CERI), com 30 anos de pesquisa sobre as migrações internacionais a partir da perspectiva da ciência política e do direito público. Presidiu o Comitê de Pesquisa de Migração da International Sociological Association; trabalhou em organizações internacionais como o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), o Conselho da Europa e a Comissão Europeia.

Debora Diniz, documentarista premiada – “Hotel Laide” é o oitavo dos nove filmes que já dirigiu –, antropóloga, escritora (ganhou o Prêmio Jabuti em 2017) professora de Direito na Universidade de Brasília, é fundadora da ONG feminista Anis – Instituto de Bioética, que atua com pesquisa, comunicação e litígio estratégico em defesa de direitos de mulheres e outras minorias. É Diretora Adjunta da International Planned Parenthood Federation / Western Hemisphere Region (IPPF/WRH) e professora visitante na Brown University Center for Latin American and Caribbean Studies (CLACS).

Milton Hatoum, escritor (“Dois irmãos”, “Relato de um certo Oriente”, entre outros) formou-se em arquitetura na Universidade de São Paulo, foi professor na Universidade Federal do Amazonas e professor-visitante na Universidade da Califórnia (Berkeley). Seus livros, publicados em 14 países, foram premiados no Brasil e no exterior. Também foi escritor-residente nas Universidades Sorbonne, Yale, Stanford e Berkeley. 

Mohammed ElHajji é Professor Titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e escritor. Seus temas são a questão migratória e seus correlatos culturais, identitários, étnicos e de gênero. Integra o corpo docente dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura (PPGCOM) e em Psicologia Social (EICOS), ambos da UFRJ Especialista em Migrações Transnacionais e Comunicação Intercultura; coordena o MITRA local – Máster Erasmus Mundus em Migrações Transnacionais –, o Fórum Anual de Migrações Transnacionais e o Simpósio de Pesquisa sobre Migrações.

Anne-Laure Flacelière, formada em museologia pela École du Louvre, dirigiu o Museu Robert Dubois-Corneau de Brunoy e é responsável pelo estudo e desenvolvimento da coleção do MAC VAL (museu de arte contemporânea do Val-de-Marne). Integrou a equipe da exposição “Persona grata”, no Musée National de l’Histoire de l’Immigration de Paris de outubro de 2018 a janeiro de 2019

João Guilherme Granja é Mestre em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco e Doutor em Direito, Estado e Constituição pela UnB. Foi diretor de Migrações do Ministério da Justiça. Especialista em Políticas Públicas do Governo Federal brasileiro (EPPGG) para as áreas de migrações, cidadania e nacionalidade, extradição, refúgio e asilo, assim como o Comitê Nacional para Refugiado, foi membro do Conselho Nacional de Imigração, o Conselho Nacional de Turismo entre outras instâncias. Fundou na Escola Nacional de Administração Pública, um grupo de pesquisa sobre administração pública e resposta a crises e fluxos humanitários; mantém um projeto sobre governança da integração local de migrantes em parceria com a Organização Internacional para as Migrações (OIM). Foi consultor do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados.

 

 

HOSPITALIDADE entre ética, política & estética

27—28·6·2019

Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente, 134 – Botafogo, Rio de Janeiro

Entrada franca

* Estudantes que desejem certificado de participação: enviar email para mathilde.albertelli@diplomatie.gouv.fr, com o CPF, para apresentação no local e retirada de certificado

Informações na Embaixada: mathilde.albertelli@diplomatie.gouv.fr

(61) 3222-3873 | fb.com/franceaubresil

ANGELS IN AMERICA estreia dia 5 de julho, no TEATRO RIACHUELO
ANGELS IN AMERICA
um espetáculo da Armazém Companhia de Teatro
Épico gay norte-americano, um dos maiores sucessos teatrais do planeta nos anos 90, vencedor dos prestigiados Tony Award, Drama Desk Award e Pulitzer Prize, considerado por muitos estudiosos como o texto teatral mais importante dos últimos 50 anos, versão cênica de Paulo de Moraes para a obra-prima de Tony Kushner, ANGELS IN AMERICA fará temporada no Rio de Janeiro, de 5 a 28 de julho, no Teatro Riachuelo.
O espetáculo está sendo encenado pela primeira vez no Brasil em sua versão integral, com 5 horas de duração, apresentada em dois formatos: como duas peças autônomas, que serão vistas em dias alternados, e como uma grande peça, com as duas partes encenadas juntas, contando com um intervalo entre elas.

Considerado por muitos estudiosos como o texto teatral mais importante dos últimos 50 anos, Angels in America é um díptico escrito por Tony Kushner no início dos anos 1990. Composto de O Milênio se Aproxima (Parte I) e Perestroika (Parte II), e jamais montado integralmente no Brasil*, o texto recebeu os principais prêmios da dramaturgia americana, incluídos aí os prestigiados Tony Award, Drama Desk Award e Pulitzer Prize. A estreia nacional de Angels in America aconteceu em maio de 2019, no Teatro Antunes Filho, localizado no Sesc Vila Mariana, em São Paulo. No Rio de Janeiro, a temporada de estreia será no Teatro Riachuelo, um espaço icônico do século XIX localizado no Centro do Rio, próximo ao Metrô Cinelândia. A Parte I: O Milênio se Aproxima será apresentada sextas, às 20h e sábados, às 17h, e a Parte II: Perestroika será apresentada sábados, às 20h e domingos, às 18h. As duas partes somam aproximadamente 5 horas de duração. A temporada no Teatro Riachuelo será de 5 a 28 de julho.

Patrocinada pela Petrobras desde 2000, a Armazém Companhia de Teatro segue sua trajetória travando um complexo diálogo criativo com um dos melhores materiais dramatúrgicos da história recente. Angels in America se passa na década de 1980, em Nova York, durante a chamada Era Reagan e quando a AIDS assola a cidade como uma espécie de epidemia. Mas Nova York aqui pode ser qualquer um desses lugares densamente povoados, lotados, onde é fácil pensar que a pessoa ao seu lado no metrô ou no elevador, ou mesmo na cama, pode estar do outro lado do mundo. Há uma pressa, uma urgência, nesse ir e vir constante da grande cidade que parece não permitir o tempo estendido de se conectar ao outro. Mas, apesar e por conta disso, as personagens arrebatadas de Tony Kushner – cheias de dor, medo e uma frágil esperança – tentam fazer contato dentro deste abismo.

– Angels in America é um épico teatral em duas partes. É uma peça especial, imensa, um mergulho no final do século XX, mas que, diante do colapso em que o mundo se encontra hoje, revela uma atualidade esmagadora. A peça reflete sobre o mundo ocidental, sobre religiões, política, relações afetivas, abandono, sexo, medo da morte, covardia, crueldade, História. Há um sentido de devastação se alastrando por toda a peça. Mas o resultado cênico é um movimento constante, personagens se fazendo vivos por estarem em movimento. Embora haja um cheiro de realidade permanente, a nossa montagem não é nada realista –, comenta o diretor Paulo de Moraes.

O resultado deste processo é a criação de uma grande peça de teatro, com duração aproximada de 5 horas. A montagem da Armazém Companhia de Teatro será apresentada em dois formatos: como duas peças autônomas, que serão vistas em dias alternados, e como uma grande peça, com as duas partes encenadas juntas, contando com um intervalo entre elas.

– Usamos um espaço nu, aberto. E pairando sobre esse espaço aberto, um grande teto branco, uma espécie de asa geométrica, como um anjo pairando sobre a história. Fora isso, usamos pouquíssimos elementos em cena, para que os corpos dos atores sejam determinantes para a narrativa, e a imaginação do público seja cúmplice e finalizadora do acontecimento estético –, conclui o diretor.

(*) Em 2003, a peça foi adaptada para a televisão pela HBO, resultando numa minissérie de sucesso, com um elenco estelar liderado por Al Pacino, Meryl Streep e Emma Thompson. Em 1995, primeira parte, O Milênio se Aproxima, foi montado em São Paulo, sob a direção de Iacov Hillel. No elenco, estavam Cássio Scapin, João Vitti e Rodrigo Santiago, entre outros.

Sinopse

Deus abandonou o paraíso. Na terra – mais especificamente na cidade de Nova York – um novo profeta está para surgir. O ano é 1985, o milênio se aproxima rapidamente, e Prior Walter (Jopa Moraes) é o profeta que se erguerá dos destroços deste terrível século. Mas ele tem problemas maiores. Com apenas trinta anos, acaba de ser diagnosticado com AIDS. Seu namorado, Louis (Luiz Felipe Leprevost), é incapaz de lidar com a progressão dos sintomas. O vômito, as feridas, a doença o apavoram de tal modo que ele decide se mudar e deixa Prior. Sozinho no apartamento, Prior – o profeta – tem sonhos febris onde ouve uma voz angelical que chama por ele. Paralelo a isso, o famoso advogado Roy Cohn (Sérgio Machado) – uma figura que realmente existiu – também recebe de seu médico a notícia de que está com AIDS. Perverso e ultraconservador, esconde sua homossexualidade e sua doença. Por mais temido e influente que seja em todo o país, é a primeira vez que Cohn se depara com algo que não pode controlar.

O pupilo de Roy, Joe (Ricardo Martins), é mórmon e trabalha no Tribunal de Apelação como chefe de gabinete há cinco anos. Roy oferece a ele um cargo importante no Departamento de Justiça em Washington, para que Joe o beneficie em um processo que visa expulsar Cohn da Ordem dos Advogados. Joe se vê dividido entre a carreira e seus princípios éticos. Além disso, seu casamento com Harper (Lisa Eiras) não vai nada bem. A criação religiosa fez com que Joe nunca assumisse sua homossexualidade e, para aplacar a depressão da relação, Harper ingere quantidades enormes de Valium, buscando refúgio em suas alucinações. Num momento de crise, Joe liga para a mãe, Hannah (Patrícia Selonk), e conta para ela que é gay. Hannah o repreende veementemente durante a ligação, mas dias depois vende a casa em Salt Lake City, onde morava, e chega em Nova York para descobrir que o filho sumiu. Ele deixa Harper para viver com Louis – que trabalha no tribunal como digitador – a sexualidade que sempre reprimiu. Joe – advogado, mórmon, republicano – personifica a América que Louis abomina, mas um improvável elo se forma entre eles, uma paixão sexual e poderosa.

Prior está desolado sem alguém do seu lado. Perdeu muitos amigos para a AIDS nos últimos tempos e teme ser o próximo. No auge da doença e da febre, um Anjo desce dos céus e aparece em seu quarto. O Anjo (Marcos Martins) é de certa forma assustador. Ele explica que o movimento da espécie humana – sua incapacidade de se manter parada, de não se misturar – seria a causa dos males do mundo e do desaparecimento de Deus. Prior é o escolhido para restabelecer a paz, cessando todos os movimentos migratórios da humanidade. Ele faz de tudo para rejeitar sua profecia, se torna progressivamente mórbido e amargurado, causando preocupação em seu amigo Belize (Thiago Catarino), que tenta ajudá-lo a lidar com a rejeição de Louis e a cuidar da saúde debilitada. Belize é enfermeiro e trabalha no turno da noite no hospital em que Roy é internado. Negro, gay e ex-drag queen, conhece bem as feridas profundas causadas pelo avanço da política e do pensamento neoliberal defendidos por Roy Cohn. Isolado e enfraquecido, Roy recebe a visita de uma velha conhecida, o fantasma de Ethel Rosenberg (Patrícia Selonk), que foi condenada à cadeira elétrica nos anos 50 graças à influência do advogado nos anos do Macarthismo. O que fazer diante de um sofrimento arrasador? Como sobreviver a uma época monstruosa? É preciso parar ou devemos manter as nossas vidas em constante movimento?

Sobre a Armazém Companhia de Teatro e o diretor Paulo de Moraes

Armazém Companhia de Teatro foi formada em 1987, em Londrina, em meio à efervescência cultural vivida pela cidade paranaense na década de 80 – de onde saíram nomes importantes no teatro, na música e na poesia. Liderados pelo diretor Paulo de Moraes, o senso de ousadia daqueles jovens buscando seu lugar no palco impregnaria para sempre os passos do grupo: a necessidade de selar um jogo com o seu espectador, a imersão num mundo paralelo, recriado sobretudo pela ação do corpo, da palavra, do tempo e do espaço.

Com sede no Rio de Janeiro desde 1998, a companhia tem mais de 30 anos de formação. Graças ao patrocínio continuado da Petrobras, desde 2000, a companhia tem conseguido levar seu trabalho aos públicos mais variados, tanto do Brasil quanto do exterior. Sempre baseando seus espetáculos em pesquisas temáticas (com a criação de uma dramaturgia própria com ênfase nas relações do tempo narrativo) e formais (que se refletem na utilização do espaço, na construção da cenografia, ou nas técnicas utilizadas pelos atores para conviver com o risco de encenar em cima de um telhado, atravessando uma fina trave de madeira ou imersos na água), a questão determinante para a companhia segue sendo a arte do ator. Busca-se para o ator uma dinâmica de corpo, voz e pensamento que dê conta das múltiplas questões que seus espetáculos propõem. E a encenação caminha no mesmo sentido, já que é o corpo total do ator que a determina.

Apesar da construção de espetáculos tão díspares e complementares como A Ratoeira é o Gato (1993), Alice Através do Espelho (1999), Toda Nudez Será Castigada (2005), A Marca da Água (2012) e O Dia em que Sam Morreu (2014), a Armazém Companhia de Teatro segue sua trajetória sempre investindo numa linguagem fragmentada, que ordene o movimento do mundo a partir de uma lógica interna. Essa lógica interna é a voz da Armazém, talvez a grande protagonista do mundo representacional da companhia.

Em 2019, a Armazém Companhia de Teatro estreia sua versão de ANGELS IN AMERICA primeiro em São Paulo (maio), depois no Rio de Janeiro (julho). Em setembro apresenta sua versão de HAMLET, na China, nas cidades de Shangai e Harbin. Com mais de 30 prêmios nacionais no currículo, a companhia também foi premiada duas vezes no Festival Fringe de Edimburgo (na Escócia), com o prestigiado Fringe First Award (2013 e 2014) e no Festival Off de Avignon (na França), com o Coup de Couer de la Presse d’Avignon (2014).
Nascido em Cornélio Procópio, no Paraná, em 1965, Paulo de Moraes é diretor de teatro, dramaturgo e cenógrafo. Formado em Jornalismo, pela Universidade Estadual de Londrina, foi também professor e diretor da Escola Municipal de Teatro de Londrina, além de professor de interpretação na CAL – Casa das Artes de Laranjeiras. Como ator participou, entre 1985 e 1987, do Grupo Delta de Teatro (de Londrina), sob a direção de José Antonio Teodoro. Começou seu trabalho de diretor e dramaturgo em 1987, quando fundou a Armazém Companhia de Teatro (ainda em Londrina). Desde 1998 radicado no Rio de Janeiro, já foi premiado ou indicado – como diretor – aos Prêmios Shell, Cesgranrio, Eletrobrás, Molière, Mambembe, APTR, Cultura Inglesa, Contigo, Qualidade Brasil e Faz a Diferença (Jornal O Globo). Além disso, seus espetáculos já foram apresentados em vários países, como Portugal, Noruega, França, Escócia, Angola, Uruguai e China. Entre seus trabalhos mais importantes estão A Ratoeira é o Gato (1994), Sob o Sol em meu Leito após a Água (1997), Alice Através do Espelho (1999), Da Arte de Subir em Telhados (2001), Pessoas Invisíveis (2002), Toda Nudez Será Castigada (2005), Pequenos Milagres (2007), Inveja dos Anjos (2008), Mente Mentira (2010), A Marca da Água (2012), Jim (2013), O Dia em que Sam Morreu (2014) e Hamlet (2017). Fora da Armazém Companhia de Teatro, dirigiu importantes atores e atrizes do teatro brasileiro, como Paulo Autran, Celso Frateschi, Louise Cardoso, Suzana Faini, Ana Beatriz Nogueira, Fernando Eiras, Malu Valle, Zécarlos Machado, Eriberto Leão e Malvino Salvador, além dos coletivos Grupo Galpão e Intrépida Trupe. Recebeu duas vezes, em 2013 e 2014, o Fringe First Award, o mais importante prêmio do Festival de Edimburgo, na Escócia – por A Marca da Água e O Dia em que Sam Morreu
Website: https://www.armazemciadeteatro.com.br

Ficha técnica

ANGELS IN AMERICA
de Tony Kushner
Direção: Paulo de Moraes
Tradução: Maurício Arruda Mendonça
Elenco (em ordem alfabética): Jopa Moraes (Prior Walter), Lisa Eiras (Harper Pitt), Luiz Felipe Leprevost (Louis Ironson), Marcos Martins (O Anjo), Patrícia Selonk (Hannah Pitt + Ethel Rosemberg), Ricardo Martins (Joe Pitt), Sergio Machado (Roy Cohn) e Thiago Catarino (Belize + Sr. Mentira)
Cenografia: Paulo de Moraes e Carla Berri
Iluminação: Maneco Quinderé
Figurinos: Carol Lobato
Música Original: Ricco Viana
Videografismo: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca
Preparação Corporal: Paulo Mantuano
Fotografia: Mauro Kury
Designer Gráfico: Daniel de Jesus
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Assistente de Produção: William Sousa
Produção Executiva: Flávia Menezes e Isabel Pacheco
Direção de Produção: Patrícia Selonk
Produção: Armazém Companhia de Teatro

Serviço

ANGELS IN AMERICA
Temporada: 5 a 28 de julho de 2019.
Sextas, às 20h: Angels in America Parte I – O Milênio se Aproxima

Sábados, às 17h: Angels in America Parte I – O Milênio se Aproxima
Sábados, às 20h: Angels in America Parte II – Perestroika
Domingos, às 18h: Angels in America Parte II – Perestroika
Local: Teatro Riachuelo
Endereço: Rua do Passeio, 38, Centro, Rio de Janeiro (próximo ao Metrô Cinelândia)
Telefone: 21 3554-2934
Plateia VIP: R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia)
Plateia: R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia)
Balcão Nobre: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Balcão Superior: fechado
Importante: Cada sessão será vendida de maneira independente. Quem assistir no sábado terá de comprar 2 ingressos, 1 para a Parte I e outro para a Parte II.
Vendas na bilheteria, pelo site Ingresso Rápido (https://www.ingressorapido.com.br) e nas Lojas Riachuelo.
Plateia: 999 pessoas (sendo 275 Plateia Vip / 335 Plateia / 86 Balcão Nobre)
Duração da Parte I: Aproximadamente 140 minutos.
Duração da Parte II: Aproximadamente 150 minutos.
Intervalo: Aos sábados haverá intervalo de 40 minutos entre as Partes I e II.
Classificação Indicativa: 16 anos (cenas de nudez, simulação de sexo e palavrões)
Gênero: Drama
JORNAL ALAGOAS