O espetáculo “Mansa”, com direção de Diogo Liberano no Teatro Poeirinha

O espetáculo “Mansa”, com direção de Diogo Liberano,

tem temporada prorrogada, no Teatro Poeirinha, até 25 de setembro

 

Texto original de André Felipe investiga a origem da violência contra a mulher a partir de um crime cometido por duas irmãs

 

As atrizes Amanda Mirásci e Nina Frosi interpretam diferentes personagens em encenação fragmentada

 

Potente espetáculo que investiga a origem da violência conta a mulher, “Mansa”, com dramaturgia de André Felipe e direção de Diogo Liberano, tem temporada prorrogada, no Teatro Poeirinha, em Botafogo, até 25 de setembro, com sessões sempre às terças e quartas-feiras, às 21h. O espetáculo reúne as atrizes Amanda Mirásci e Nina Frosi nos papéis de duas irmãs que, após anos de abuso em cárcere privado, matam o pai e enterram seu corpo nos fundos da casa.  Mais do que apresentar um crime, a peça chama a atenção para os inúmeros crimes praticados contra as mulheres que não recebem a devida punição, naturalizando a violência na sociedade contemporânea. Em cena, apenas os personagens masculinos têm voz: eles observam o drama das irmãs por diferentes ângulos, colocando em questão o processo de “amansamento” feminino.  “Mansa” estreou no festival Cena Brasil Internacional, em 2018, e fez temporadas no Rio e em São Paulo.

As atrizes dão vida a diferentes personagens e, como detetives ou arqueólogas, vão progressivamente desenterrando uma história silenciada, deixada na terra e perdida no tempo. A dramaturgia é construída por meio de fragmentos que se estendem por vários tempos, desde a infância das duas irmãs, passando pela adolescência, até o ato do crime e momentos posteriores a ele: julgamento, prisão e futuro. O terreno onde o corpo do pai foi enterrado é o espaço que une as cenas passadas, presentes e futuras, ganhando contornos que extrapolam uma única narrativa e abrindo aos espectadores o mesmo desafio: como afirmar algo sobre uma história que não é contada por suas vítimas, mas quase sempre por seus violentadores?

A encenação de Diogo Liberano buscou construir, junto à direção de movimento de Natássia Vello, uma dramaturgia corporal que apresenta diversos momentos da vida dessas irmãs. Por meio de uma relação de encaixe e desencaixe, a dramaturgia se relaciona com tais movimentos buscando abrir perguntas sobre os fatos narrados pelos personagens masculinos e a realidade vivida e sentida pelas mulheres que foram emudecidas. A trilha sonora original de Rodrigo Marçal, o cenário e os figurinos de André Vechi e a iluminação de Livs Ataíde visam, de modos variados, encontrar e completar uma história que foi esquecida e silenciada.

O autor André Felipe partiu de referências sugeridas pelo diretor e pelas atrizes para criar a dramaturgia original. Uma das origens da investigação foi a clássica dramaturgia “Antígona” do grego Sófocles. “O embate vivido entre as irmãs Antígona e Ismênia: uma querendo tomar uma decisão que desafiaria o Estado e causaria a sua morte e a outra amedrontada em realizar uma ação considerada indevida para uma mulher naquela época”, comenta Liberano sobre o processo de pesquisa que também incluiu estudos filosóficos e filmes sobre penitenciárias e instituições de confinamento.

“Tínhamos o desejo de falar do confinamento e da instituição prisão modelando e domesticando o corpo da mulher”, acrescenta o encenador. O nome do espetáculo foi uma sugestão do dramaturgo a partir do poema “Uma mulher limpa”, do livro “Um Útero é do Tamanho de Um Punho”, da escritora Angélica Freitas (que segue transcrito abaixo):

porque uma mulher boa

é uma mulher limpa

e se ela é uma mulher limpa

ela é uma mulher boa

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

a mulher era braba e suja

braba e suja e ladrava

porque uma mulher braba

não é uma mulher boa

e uma mulher boa

é uma mulher limpa

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

não ladra mais, é mansa

é mansa e boa e limpa

Sobre André Felipe (autor)

É dramaturgo, ator e diretor teatral. Escreveu e dirigiu as peças À DISTÂNCIA (Prêmio Myriam Muniz 2012), SEM HORAS em parceria com Vinicius Coelho (Prêmio Funarte Artes na Rua 2013) e desenvolveu com Gustavo Colombini a residência e performance LA COMUNICACIÓN HUMANA (Festival Latino-americano de Teatro de Santiago 2016) e a ação REUNIÃO DE CONDOMÍNIO (museu do louvre pau-brazyl 2016) com o grupo Cinza. Também escreveu as peças ENSAIOS PARA O FIM DO MUNDO (Bullshit México e Teatro Pradillo de Madri 2017), PERDENDO TEMPO (Prêmio Elisabete Anderle 2015), POSES PARA NÃO ESQUECER (Festival de Girona 2016), O DEMÔNIO DO MEIO DIA, SUÉTER LARANJA EM DIA DE LUTO e NÃO SEMPRE, as duas últimas publicadas pela Editora UFSC. Atualmente é doutorando em Artes Cênicas da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e mestre em Dramaturgia pela Universidade Nacional del Arte (UNA) de Buenos Aires. Integra A ursa de araque, grupo de Florianópolis/SC fundado em 2007. Recebeu os prêmios de dramaturgia Seleção Brasil em Cena CCBB 2013 e Prêmio Rogério Sganzerla de Roteiros de Cinema e Teatro 2012. Coordenou diversas oficinas de escrita no Brasil, Argentina e Chile.

Sobre Diogo Liberano (diretor)

É graduado em Artes Cênicas – Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena (PPGAC/UFRJ) e doutorando em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). É professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas, dramaturgo coordenador do Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI e diretor artístico e de produção da companhia carioca Teatro Inominável, junto a qual assina a curadoria e a direção artística da MOSTRA HÍFEN DE PESQUISA-CENA, Mostra de Artes da Cena. Por seu trabalho, foi indicado ao Prêmio Shell (em 2015, pela dramaturgia de O NARRADOR e, em 2016, pela de OS SONHADORES), ao Cesgranrio (em 2015, pela dramaturgia de O NARRADOR e pela direção de A SANTA JOANA DOS MATADOUROS, junto com Marina Vianna e, em 2016, pela dramaturgia de OS SONHADORES), ao APTR (em 2013, pela dramaturgia de MARAVILHOSO) e ao Questão de Crítica (em 2012, pela direção de SINFONIA SONHO e pela curadoria e direção artística da primeira edição da MOSTRA HÍFEN).

Sinopse

Duas irmãs, após anos sofrendo abuso em cárcere privado, matam o pai e enterram seu corpo nos fundos de casa. É neste mesmo terreno onde a peça acontece, a partir de inúmeros fragmentos que se estendem no tempo e buscam revelar a genealogia da violência contra a mulher. Em cena, Amanda Mirásci e Nina Frosi interpretam vários personagens masculinos que tiveram relação, cada um a seu modo, com o crime perpetrado pelas duas irmãs.

Equipe de Criação

 

Dramaturgia: André Felipe

Direção: Diogo Liberano

Atuação: Amanda Mirásci e Nina Frosi

Direção de Movimento: Natássia Vello

Cenografia e Figurino: André Vechi

Iluminação: Livs Ataíde

Direção Musical: Rodrigo Marçal

Assistência de Direção: Marcéli Torquato

Registro Fotográfico: Thaís Barros

Mídias Sociais: Teo Pasquini

Design Gráfico: Diogo Liberano

Operação de Luz: Walace Furtado

Operação de Som: Paulo Vitor Rocha

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção Executiva: Paulo Vitor Rocha

Direção de Produção: Amanda Mirásci e Diogo Liberano

Idealização: Amanda Mirásci, Diogo Liberano e Nina Frosi

Realização: Arrakasta Produções Artísticas

Serviço

Espetáculo “Mansa”, de André Felipe, com direção de Diogo Liberano

Temporada: 6 de agosto a 25 de setembro

Teatro Poerinha: Rua São João Batista, 104 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Telefone: (21) 2537-8053

Dias e horários:  terças e quartas, às 21h.

Ingressos: R$ 40 (inteira); R$ 20 (meia-entrada)

Duração: 1h

Lotação: 44 pessoas

Classificação Etária: 16 anos.

Giramundo apresenta “O Pirotécnico Zacarias” no CCBB Rio

Bonecos, atores e projeções encenam contos do mineiro Murilo Rubião, um dos pioneiros da literatura fantástica no Brasil  

Espetáculo traz inovações como ator em cena, máscaras, objetos e vídeo animações misturando linguagens do cinema e do teatro

Cinco contos, incluindo o homônimo do escritor mineiro Murilo Rubião (1916 – 1991), servem de inspiração para o espetáculo “O Pirotécnico Zacarias”, que o grupo Giramundo apresenta no Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil entre 22 de agosto a 16 de setembro. Inédita no Rio, a montagem é resultado de uma nova vertente de trabalho da trupe mineira, que experimenta a combinação de diferentes linguagens, como cinema, animação, música, dança, máscaras, artes plásticas e teatro de objetos. No palco, bonecos contracenam com atores e vídeos adaptando os contos do autor considerado um dos mais significativos da literatura fantástica no Brasil numa espécie de “nova ópera”, caracterizada pelo hibridismo midiático.

Desde o início dos anos 2000, o Giramundo tem norteado sua produção para a experimentação com outras mídias, principalmente para as possibilidades de interação de bonecos e atores com vídeos e animações. Com “O Pirotécnico Zacarias”, o grupo foi além. “Trouxemos o cinema como um processo duplo, tanto de planejamento quanto de produção, seguindo metodologia usada frequentemente criação de filmes, como a roteirização, a organização de cenas, mas ao mesmo tempo incorporando as características cinematográficas para uma linguagem teatral”, explica o diretor Marcos Malafaia. “É um campo cênico híbrido, que corresponde a uma curiosidade sobre novos cenários de criação, abertos pela sobrecarga e multiplicidade de meios de expressão do mundo contemporâneo”, completa.

Apesar de trazer uma experimentação no campo da linguagem e na construção de cena, a peça mantém o rigor metodológico e a atenção estética adotados pela companhia desde a década de 70. A dramaturgia foi construída a partir da costura dos contos “O Pirotécnico Zacarias”, “O Ex-Mágico da Taberna Minhota”, “Teleco, o Coelhinho”, “O Bloqueio”, “Os Comensais”, todos interligados pela figura central de Zacarias, protagonista do espetáculo. Uma fábula sobre o homem contemporâneo, um herói Muriliano que, mesmo sendo mágico, é incapaz de mudar a realidade, ou mesmo de compreender sua posição nela.

“O trabalho de Murilo Rubião é surpreendentemente contemporâneo e importantíssimo para cultura brasileira, apesar de não ser tão conhecido do público. Sua obra nos permite trabalhar com uma espécie de surrealismo, uma realidade ao mesmo tempo absurda e fantástica”, conta Malafaia. “À medida que realizamos a adaptação e experimentações para construção do espetáculo, percebemos que havia muitas recorrências e elos entre os contos, que existia um personagem central muito estável, rodeado por instabilidade de todos os lados. Então procuramos reforçar essa estrutura oculta dos contos e percebemos que possuíam um potencial imagético e poético, um tanto quanto filosófico ou psicanalítico, que poderia ser abordado por um viés cinematográfico. Por isso, enxergamos não só a necessidade, mas também a importância em trazer vida à obra de Rubião”, finaliza.

O Pirotécnico Zacarias” estreou nacionalmente no CCBB Belo Horizonte em março deste ano e, entre abril e junho, foi encenado no CCBB São Paulo. Depois da temporada carioca, o espetáculo seguirá para unidade Brasília do Centro Cultural. Serão, ao todo, 107 apresentações da montagem, a maior turnê da história do grupo Giramundo desde a sua fundação, em 1970.

SOBRE MURILO RUBIÃO

Murilo Rubião é considerado um escritor muito misterioso. Apesar de sua importância para a literatura brasileira ser unânime atualmente, e de seus temas e recursos literários, serem conhecidos e descritos, ainda restam nebulosas as circunstâncias do surgimento de autor e de obras tão autônomas e originais. Por conta disso, foi considerado um mestre em fazer o absurdo penetrar na realidade cotidiana.

Admirador de Machado de Assis, apreciador de contos de fadas e fábulas, estudioso da literatura fantástica europeia, da mitologia grega e da Bíblia, o autor inicia sua produção no início dos anos 40 e publica seu primeiro conto em 1947, sendo acolhido de modo discreto pela crítica. Desarticulado dos movimentos literários brasileiros e da produção latino americana do “realismo fantástico” ou “realismo mágico”, Rubião antecede Borges, Cortázar e Gabriel Garcia Marquez, urdindo uma obra suspensa, desprendida de seu contexto e descolada de tradições estilísticas. Perfeccionista, preferiu reescrever seus textos à exaustão a publicar uma obra extensa. Assim, ao longo de toda a sua vida, selecionou apenas 33 contos para serem lançados em livros.

Quando questionado sobre a escolha de Rubião, o diretor Marcos Malafaia destaca: “Tudo começa da relação do Álvaro (Apocalypse, fundador do Giramundo) com o próprio Murilo no Suplemento Literário (criado pelo escritor em 1966). Álvaro ilustrou muito o Suplemento. Já a Madu Vivacqua (outra das fundadoras do grupo) foi uma espécie de secretária eventual dele”.  Ele ainda acrescenta que, durante o período em que editou a extinta revista Graffiti 76% quadrinhos, Rubião serviu de fonte. “A obra dele é muito imagética. Para nós, era o Cortázar brasileiro.”

SOBRE O GRUPO GIRAMUNDO

Giramundo foi criado em 1970, pelos artistas plásticos Álvaro Apocalypse, Tereza Veloso e Madu. O grupo montou 34 espetáculos teatrais, construindo acervo próximo de 1.500 bonecos e objetos de cena. Suas montagens experimentaram o boneco em múltiplas formas, criando um variado panorama técnico e expressivo do teatro de bonecos. Nos anos 70 e 80, a formação acadêmica e artística de seus fundadores imprimiu no grupo o rigor metodológico e atenção estética no planejamento de seus bonecos e espetáculos. Estas características, unidas ao interesse pela cultura brasileira, trouxeram reconhecimento nacional ao Giramundo, garantindo seu lugar na história do Teatro Brasileiro por sua ação transformadora de incorporação de formas e temas adultos, dialogando com questões formais, plásticas e políticas complexas.

Durante os anos 2000, o Giramundo conquistou sua sede própria, base para seu Museu, Escola e Estúdio de Animação. Neste período o grupo concentrou sua atenção na produção de animações e conteúdo digital e na comunicação através da internet. Mais recentemente, iniciou a produção e comercialização de livros, vídeos e brinquedos incorporando o pensamento industrial ao seu modelo de sustentabilidade institucional.

Hoje, o Giramundo se transforma: a ideia de grupo de teatro, que orientou suas atividades durante 30 anos, cede espaço para um núcleo multimídia, experimentador de uma cena de animação variada, onde convivem bonecos reais e suas versões digitais. Essa mistura do teatro de bonecos, vídeo, animação, música, dança e artes plásticas parece ser o território do Giramundo do Século XXI.

“Giramundo é um perseguidor. Sempre em busca do inatingível: a receita do boneco nunca construído, a montagem improvável, a cena surpresa, a metodologia da máxima performance. Essa inquietude não tem fim, só começo. O grupo nasceu com ela e a sustenta viva, em brasa, no sopro do entusiasmo de seus membros, geração após geração, ativos na faina de tarefas irrealizáveis. Assim, o Giramundo nos deixa marcas, escreve e se inscreve em nós, como tatuagem, como palimpsesto, como gravura policrômica. E com este espetáculo reforçamos todas essas características que fazem parte do DNA do grupo”, encerra Marcos Malafaia.

 

CCBB 30 ANOS

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil celebra 30 anos de atuação com mais de 50 milhões de visitas. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, o CCBB é um marco da revitalização do centro histórico da cidade e mantém uma programação plural, regular, acessível e de qualidade. Mais de três mil projetos já foram oferecidos ao público nas áreas de artes visuais, cinema, teatro, dança, música e pensamento.  Desde 2011, o CCBB incluiu o Brasil no ranking anual do jornal britânico The Art Newspaper, projetando o Rio de Janeiro entre as cidades com as mostras de arte mais visitadas do mundo. Agente fomentador da arte e da cultura brasileira segue em compromisso permanente com a formação de plateias, incentivando o público a prestigiar o novo e promovendo, também, nomes da arte mundial.

6 – Centro) – Teatro II

Informações: (21) 3808-2020.

Capacidade: 116 lugares. Recomendação etária: 14 anos.

Duração: 70 minutos.

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

bb.com.br/cultura | twitter.com/ccbb_rj | facebook.com/ccbb.rj

instagram.com/bancodobrasil

SAC 0800 729 0722 – Ouvidoria BB 0800 729 5678

Deficientes Auditivos ou de Fala 0800 729 0088

 

FICHA TÉCNICA:

Patrocínio: Banco do Brasil

Realização: Ministério da Cidadania e Centro Cultural Banco do Brasil

Direção geral e roteiro adaptado: Marcos Malafaia

Assistência de direção: André Martins

Coordenação de produção: Carluccia Carrazza

Direção de atores: Epaminondas Reis

Atores marionetistas: Antônio Rodrigues, Beto Militani, Camila Polatscheck e Fabíola Rosa

Trilha sonora: Gabriel Guedes, Max Lehmann e Andre Martins

Coordenação oficina Giramundo: Daniel Bowie

Coordenação ateliê Giramundo: Endira Drumond

coordenação financeira de projeto: Alcione Rezende, Sinergia

Composição coreográfica: Cristiano Reis e Luiza Alvarenga

Treinamento de manipulação: Beatriz Apocalypse

Preparação física marionetistas: Luis Malafaia

Fotografia: Elmo Alves e Lorena Zschaber

Cenografia: Marcos Malafaia e Daniel Bowie

Oficina cenográfica: Glauber Apicela, Daniel Bowie, Igor Ribeiro e Rafael Borges

Luminotécnica digital: Bruno Cerezoli e Tom Alonso

Design de iluminação: Marcos Malafaia e Rodrigo Cordeiro

Consultoria projeção mapeada: Allerson Soares e Guilherme Pedreiro

Construção de bonecos: Daniel Bowie, Endira Drumond, Fernanda Paredes, Gabriel Drumond, Iara Drumond e Israel Silva

Workshop máscaras: Juliana Pautilla

Modelagem máscaras: Aurora Majnoni

Confecção máscaras: Israel Silva

Pintura máscaras: Marcos Malafaia

Recortes em papel: KK Bicalho

Oratório: Flávia Henriques

Colagista: Samuel Eller

Assessoria de comunicação: A Dupla Informação

Assessoria de imprensa local: Catharina Rocha – Máquina de Escrever

Masterização: Lucas Mortimer

Cantoras: Laura Catarina, Mariana Cavanellas e Coral Sampaio

Vozes: André Martins, Antônio Alonso, Antônio Rodrigues, Epaminondas Reis, Isabella Michelline, Lis Malafaia, Marcos Malafaia, Mário Apocalypse e Ulisses Tavares

Animação e design gráfico: Caio Lourenço

Cenotécnica: Rodrigo Cordeiro, Alexandre Figueiredo e Alexandre Galvão

Supervisão de material cênico: Raimundo Bento

Estúdios de som: Lucas Mortimer e Thiago Braga

Estúdio fotográfico: Câmera Lúcida

Textos do programa: Marcos Malafaia

Núcleo audiovisual

Direção geral: Daniel Ferreira

Montagem timeline: Andre Martins, Zenner Henriques, Gabriel Navarro e Daniel Ferreira

Assistentes de roteiro: Ana Siqueira, Daniel Ferreira, Tom Alonso, Daniel Bowie e André Martins

Animação: Ulisses Tavares, Zenner Henriques e Tom Alonso

Tratamento de imagens: Tom Alonso

Equipe Café Pingado

Direção: Daniel Ferreira

Produção: Ana Siqueira

Assistentes de direção: José Ricardo Miranda Jr. e Ana Siqueira

Assistência de produção: Élida Ramirez e Bea França

Estudos em cinema: José Ricardo Miranda Jr.

Direção de fotografia: Rick Mello e Diogo Lisboa

Assistente fotografia / Logger: Marco Antônio Gonçalves Jr.

Direção de arte / Figurino (SET): Dan Lemos

Maquinária: Rodrigo Machado “Barcelona”

Maquinária / Contrarregra: Guilherme “Gnomo”

Motorista de set: Jacques Marçal

Equipamento de câmera: Bil’s Cinema e Vídeo

Equipamento de luz e estúdio: Flare

Núcleo moda

Figurino: Fernanda Fantagussi e Marcos Malafaia

Produção de moda: Carina Fonseca

Alfaiataria: Sérvulo Felipe

Adereços: Carlos Penna

Calçados: Nuu Shoes

Moletons: Molett

Bolsas e mochilas: Fantagussi

Estagiários Fumec:

Modelagem 3D: Rafael Borges

Comunicação web: Marina Kemp

Design gráfico: Felipe Mayer

Fotografia: Mariana Arnoni

Agradecimentos: Sílvia Rubião, Grupo Corpo, Breno Pessoa, João Vitor Rocha, Célio Ramos, Tamira Abreu, Astréia Soares e MIS BH

Parceiros: Café Pingado Filmes, Sinergia Gestão de Projetos Culturas, A Dupla Informação, Calu, Carlos Penna, Fantagussi, Molett, Casa Meva Decor, Gráfica Lutador, On Projeções, Quarteto Filmes e Universidade Fumec.

Ator, que vive um galã em “Bom Sucesso”, fala de sua carreira na TV

Rafael Infante, o multimídia

Ator, que vive um galã em “Bom Sucesso”, fala de sua carreira na TV, internet, teatro e início na música

O nome Rafael Infante não é novo para o público. Com trabalhos de sucesso na TV, na internet e no teatro ao longo de 12 anos de carreira, o ator carioca de 33 anos agora está em um novo desafio: ser um galã na novela das 19h da Globo, “Bom Sucesso”. Mas quem o acompanha recentemente pode não saber que o início da sua trajetória foi no mundo da música.

 

Em 2005, Infante teve uma banda chamada “Preto Tu”, criada com os amigos. Na época, ela se destacou no cenário independente com diversos shows pelo país e elogios de nada mais nada menos que Caetano Veloso. No entanto, o seu caminho como ator já estava traçado e logo começou a cursar Cinema e, antes mesmo de terminar a faculdade, decidiu estudar Teatro e Artes Cênicas.

– Fiz Cinema na universidade Estácio e depois migrei para teatro, na UniverCidade. Estou sempre fazendo cursos em diversas áreas, pois acho importante se manter sempre atento às novidades e aprender nunca é demais – diz.

 

Ainda em 2005, o artista formou o grupo de improvisação “Avacalhados” com Diego Becker, Fábio Nunes, Luizinho Lima e Tatá Werneck, que até hoje faz esquetes. Em 2007, fez sua estreia no cinema no longa “PodeCrer!”, além de ter feito peças e participado de curtas no canal “Anões em Chamas”, que pertencia a Ian SBF, com quem trabalharia no futuro no Porta dos Fundos.

 

A ida para a prestigiada produtora de vídeos para internet, em 2012, representou o primeiro grande “boom” na carreira de Rafael, passando a integrar um time de peso com Fábio Porchat, Gregório Duvivier, Clarice Falcão, Letícia Lima, Júlia Rabello, Marcos Veras, Antônio Tabet, entre outros. O canal do Youtube se tornou o maior em visualização do Brasil em menos de um ano. Além disso, ele foi convidado para a integrar o elenco da terceira temporada da série “Adorável Psicose”, de Natália Klein, no Multishow, interpretando o personagem “Cara Novo”, um rapaz sem nome revelado.

 

2012 ainda iria marcar um momento muito especial na vida do ator: o casamento com a atriz e roteirista Tatiana Novais. A união, inclusive, foi televisionada para o programa Chuva de Arroz, do canal GNT. Em 2013, ele entrou em cartaz no teatro com a peça Rain Man interpretando o personagem Charlie Babbitt, conhecido no cinema pela interpretação de Tom Cruise. Na ocasião, contracenou com Marcelo Serrado e foi dirigido por José Wilker. No mesmo ano, também rodou o longa “Muita Calma Nessa Hora 2”, de Bruno Mazzeo, e fez sua estreia na TV Globo no programa “Divertics”, aos domingos, junto com Luiz Fernando Guimarães, Leandro Hassum, entre outros.

 

Em 2015, Infante se envolveu em um projeto mais pessoal: o seu primeiro solo, chamado “Infantaria”, que escreveu com Tatiana Novais, sua esposa, que também assina a direção. O espetáculo estreou em turnê nacional.

 

– Foi meu primeiro solo e ainda foi de humor, que faço há muito tempo. Além disso, ter a Tatiana comigo foi muito importante e especial – ressalta o ator.

 

Ainda nesse ano, ele atuou no filme “Divã a 2”, com Vanessa Giácomo e direção de Paulo Fontenele, e começou a rodar o filme do Porta dos Fundos, “Contrato Vitalício”, lançado em junho de 2016. Em 2016, Rafael entrou no elenco da sitcom “Vai que Cola”, no ar desde 2013, no Multishow.

 

– Foi uma grande alegria integrar o elenco de um programa que é um fenômeno de popularidade. Amo meu personagem, o Ericsson, que é um faz tudo (elétrica, hidráulica, ajuda a todos, viciado em tomar choque), se mete sempre em confusão e tem uma certa inocência – conta Rafael.

 

A próxima temporada vai se passar em Miami e tem estreia prevista para outubro de 2019 no Multishow.

 

– O ritmo de gravação é sempre bem intenso, mas temos uma equipe de “atletas” que estão prontos para fazer do programa sempre o melhor. Além disso, como temos uma plateia, dá aquele ar de teatro, pois vemos, ou ouvimos, a reação do público na hora. Então, há essa magia de ser teatro e TV ao mesmo tempo – destaca.

 

Já 2019 tem sido um ano com projetos bem interessantes para Rafael. Além de ter feito participação na série “Cine Holliúdy”, ele integra o elenco da trama das 19h da TV Globo, “Bom Sucesso”.

 

– Foi muito legal participar de Cine Holliúdy. Foi apenas um capítulo, mas deu para sentir um gostinho do estilo da série! Os atores todos generosos e comprometidos com o produto – comemora.

 

Além disso, há uma semelhança entre os personagens de “Cine Holliúdy” e “Bom Sucesso”: ambos são galãs. Na série, o ator viveu Armando Fagundes.

 

– Essa coisa de galã e humor eu não separo. A beleza está também em rir, rir de si mesmo e se reinventar sempre – revela.

 

Rafael, que na vida real é pai da pequena Lara, de 3 anos, será Pablo Sanches em “Bom Sucesso”, um ator que é o galã de uma novela fictícia que fará parte da história.

 

– Ele é amigo de Silvana Nolasco (Ingrid Guimarães) e os dois vão fingir um casamento e depois romper. Posso adiantar que ele vai viver muito de aparências – diverte-se.

 

Essa é a primeira vez que Infante faz novela. E ele diz que está adorando o ritmo de gravações e está aprendendo muito.

 

– Por enquanto, não estou gravando em ritmo frenético, mas é forte e tem sido um aprendizado constante – finaliza.

 

Ainda esse ano, além de “Bom Sucesso”, Rafael Infante entrará em cartaz com uma nova peça, além de fazer a gravação de seu primeiro CD.

Marcos Casuo realiza shows com verba revertida para o Instituto Luisa Mell  

Nos dias 7 e 8 de setembro, o Teatro Alfa (em SP) recebe a renomada companhia circense Universo Casuo com o “Grand Spectacle Du Cirque”, idealizado pelo artista Marcos Casuo, o único brasileiro que protagonizou o espetáculo “Alegria”, do Cirque du Soleil. As sessões serão às 16h e às 20h, no sábado, e 15h e 19h, no domingo, e parte da verba arrecadada será revertida para o Instituto Luisa Mell, que resgata, cuida e abriga animais abandonados.

– O espetáculo reúne música, performance, humor e poesia em um só universo. É repleto de cores e movimentos, fazendo uso de efeitos luminosos, sonoros e técnicas especiais. Temos o intuito de resgatar a alegria e os sonhos dos espectadores. Além disso, conto com figurinos e maquiagem elaborados especialmente para as performances, utilizando materiais e recursos de alta tecnologia, música ao vivo, enredo próprio e acrobacias de tirar o fôlego – completa Casuo sobre o show.

Não é a primeira vez que o artista promove eventos em prol de causas nobres. Dessa vez a parceria é com o instituto Luisa Mell.

– A magia está no ar! Que alegria ter o Universo Casuo como parceiro do meu trabalho pela causa animal. Um circo cheio de alegria e diversão não precisa de animais, e isso o Casuo vai provar para vocês no seu espetáculo encantador. Eu também estarei lá para viver este momento mágico e ainda ajudar o Instituto Luisa Mell. Vamos unir muita diversão com o apoio aos animais e juntos fazer a magia do amor e do cuidado acontecer! – ressalta Luisa Mell.

Sinopse: O Espetáculo conta a história de um Universo paralelo, o “Universo Casuo”. Um lugar mágico onde tudo é possível. Nele, o personagem denominado Jean Francua o Clown, percebe que a Terra, o Planeta Azul, o qual antigamente esbanjava cores, hoje está desbotada e quase sem cor. O Clown resolve atravessar o portal, entrar no nosso mundo e trazer de volta todos os sonhos, fantasias e tornando novamente colorido.

Mais informações no http://www.universocasuo.com.br/espetaculos/grand-spectacle-du-cirque

Grand Spectacle Du Cirque

Dias 7 e 8 setembro

Dias e horários: Sábado (7) às 16h e às 20h / Domingo (8) às 15h e 19h

Duração: aproximadamente 90 min

Parte da renda revestida para o Instituto Luisa Mell

Apresentado pelo Ministério da Cultura e Visa

Preço:  R$ 150

Classificação etária: Livre

Lotação do Teatro: 1.110 pessoas

Teatro Alfa

  1. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo – SP
Company estreia no Teatro SESC Ginástico

O ator Reiner Tenente vai estrelar a nova versão do espetáculo “Company”, que estreia no dia 30 de agosto no Teatro SESC Ginástico. Ele, que havia comprado os direitos do clássico da Broadway em 2017, estreia essa nova versão profissional do musical com produção do CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical), que além de seguir na linha de arte educação, também tem investido na produção de montagens profissionais, e realização do SESC Rio.

Com libreto de George Furth e músicas e letras de Stephen Sondheim, essa nova versão de “Company” é produzida por Reiner com sua sócia no CEFTEM, Joana Mendes, além de contar com João Fonseca, sócio no projeto, que está na direção geral. Tony Lucchesi cuida da direção musical e as coreografias são de Victor Maia.

Além de Tenente, que é bastante conhecido por sucessos como “Cantando na Chuva”, “O Grande Circo Místico” e “’Tim Maia – Vale Tudo – O Musical”, como o protagonista, Bobby, há nomes de peso no elenco como: Helga Nemetik, Myra Ruiz, Cláudio Galvan, Cris Pompeo, Wladimir Pinheiro, Joana Mendes, Renan Mattos, Anna Bello, Stela Maria Rodrigues, Victor Maia, Rodrigo Naice, Chiara Santoro e Juliane Bodine.

– Fazer essa montagem, para mim, é a realização de um grande sonho, e quando formei o elenco pensei: “é um elenco que eu sempre quis trabalhar em uma montagem que é o sonho da minha vida”. Cada vez mais eu acho o texto pertinente, pois estamos vivendo em uma época onde as relações estão descartáveis e rasas, em alguns casos, por causa da liberdade sexual ou até do avanço da tecnologia. Às vezes, uma não resposta no whatsapp, por exemplo, já é o bastante para a pessoa chegar à conclusão de que o outro não tem interesse e termina uma relação. “Company” trata disso: das relações e suas complexidades – diz Reiner.

Durante o processo de seleção, Tenente diz ter ficado surpreso, pois nomes de peso do teatro musical, com os quais sonhava trabalhar, apareceram para os testes.

 

– Fiquei muito surpreso, e até emocionado, pois apareceram nas audições atores maravilhosos, e com quem sempre sonhei trabalhar. O Company, além de ter uma potência cênica e dramatúrgica talvez seja uma das principais obras de Sondheim levantando questões que atravessam as décadas – ressalta.

O ator ainda ressalta que o fato do Teatro SESC Ginástico ter comprado a ideia do projeto foi muito importante para que este acontecesse.

– Este é um projeto especial e muito difícil de fazer artisticamente. É necessário não somente o espaço em si, mas toda a infraestrutura técnica. É uma honra para mim, um artista humanista, ter o Sesc como parceiro. Eles acreditam na educação e sobretudo na transformação do indivíduo através da cultura. O Teatro SESC Ginástico comprou a ideia e está dando todo o suporte possível para que o musical aconteça. O “Company” não aconteceria se o Sesc Rio não estivesse conosco – enfatiza Reiner.

 

Ele enfatiza a importância da chegada desse espetáculo aos palcos do Brasil no contexto atual.

 

– Nossa intenção é que todos vejam o Company com toda essa potência que ele tem e que o faz ser um dos grandes musicais e sucesso em vários países. É uma honra poder trazer para os palcos do país, que está com a cultura e educação tão “machucadas”, uma obra como essa, que além de premiada, é muito mais amparada pela teatralidade e pelo trabalho do ator do que por aparatos técnicos e cênicos típicos dos grandes musicais da Broadway – finaliza Tenente.

 

“Company” ficará em cartaz em curtíssima temporada, até dia 29 de setembro.

 

Company

Gênero: Musical

Temporada: de 30 de ago a 29 de set

Dias: Quinta a Domingo

Horário: qui a sab às 19h e dom às 18h

Sesc Ginástico – Centro

Classificação: 14 anos

Duração: aproximadamente 150min

Valor: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

MCs do funk e atinge o topo dos trendings do YouTube em menos de 24h
‘Para Não’ reúne alguns dos principais MCs do funk e atinge o topo dos trendings do YouTube em menos de 24h
 

Assista ao vídeo:Coreografado por Tainá Grando, clipe conta com MC WM, Pocah e Jerry Smith e já tem quase 750 mil visualizações em menos de 24h no YouTube

Primeiro lugar dos trendings do YouTube Brasil desde seu lançamento, alcançando em 24h quase 750 mil visualizações, o novo hit ‘Para Não’ reune alguns dos maiores MCs do funk do momento. MC WM, MC Pocahontas (que agora se chama Pocah) e Jerry Smith estrelam esse colab musical que conta com a participação e direção coreográfica de Tainá Grando, principal coreógrafa deste gênero musical do momento.

Tainá Grando é a responsável pelas coreografias do clipe, que tem a sua marca registrada de envolver a medida certa de sex appeal, combinada a movimentos ágeis e sincronizados do balé, que contou inclusive com a participação dos cantores.

O clipe produzido pela Sync Design e com direção de Rafael Marques é uma perfeita mistura dos elementos do funk carioca e do funk paulista e é um batidão de 150 bpm, que é pra não deixar ninguém parado.

 

MICHAEL JACKSON PARA CRIANÇAS EM BANGU

Você esta prestes a reviver com seus filhos a obra do artista mais espetacular que já existiu em todos os tempos, de uma forma totalmente INIMAGINÁVEL. O “Violúdico canta Michael Jackson para crianças.”

Não imagine um musical tradicional que conta a história do astro com suas datas, acontecimentos e ponto final .
Imaginem sim crianças do passado contando para as crianças do presente o que era o Michael Jackson na visão deles. 

Será um “Michael” contato do nosso jeito violúdico de ser, com uma forma tão lúdica que só podia caber na cabeça de uma criança.
Iremos apresentar à garotada o Michael Jackson que morava dentro da cabeça das crianças que éramos, mas contados hoje por adultos que somos.
Pasmem, pois muitas histórias serão baseadas em experiências reais dos atores.
Se arrisca a adivinhar quais?

O Violúdico, como sempre, preparou um espetáculo extremamente interativo e inovador, levando muito humor, dança e música boa. Alias, além dos grandes sucessos do ídolo, o público também pode esperar versões surpreendentes e paródias super engraçadas .

Como de costume as crianças poderão ser convidadas a subir no palco e atores descem à platéia em vários momentos para garantir momentos únicos.
Que tal não imaginar mais nada e garantir seu lugar nesse super show indicado para crianças de 0 a 98 anos.

 

 

 

Espetáculo: Michael Jackson para Crianças.
Temporada: 17 e 18 de Agosto.
Local: Theatro Bangu Shopping – Rua Fonseca 240 – Bangu.
Telefone: (21) 97927-2212.
Dias e Horários: 17 e 18 de Agosto (Sábado e Domingo) às 15h00.
Ingressos: R$ 60,00 (Inteira) R$ 30,00 (Meia) R$ 20,00 (Lista Amiga)
Enviar os nomes da Lista Amiga para o WhatsApp 97927-2212.
Duração: 55 minutos.
Lotação: 516 lugares
Classificação LIVRE.

Ingresso: 60 reais/ 30 meia/ 20 lista amiga (Zap 979272212)

Biglione faz Tributo a The Who e Led Zeppelin com Orquestra de Violoncelos

Victor Biglione faz tributo a The Who e Led Zeppelin, com orquestra de violoncelos, nesta sexta,16, e domingo,18, na Sala Cecilia Meireles

Em formato acústico (violão, baixo acústico e bateria), guitarrista se apresenta no Rio Cello Encounter nos mesmos dias em que também participam a OSB e grandes solistas, como Colin Carr, e as sopranos Marilia Vargas e Marina Considera

victor biglione trio – creditos Nem Queiroz

            Comemorando seus 25 anos de existência, o maior festival de violoncelos do país encerra sua programação do ano no próximo dia 19, não deixando também de homenagear o rock e suas vertentes. Nesta sexta, dia 16, o guitarrista Victor Biglione sobe ao palco da Sala Cecília Meireles, às 20h, com o Rio Cello Ensemble e acompanhado por Jorge Pescara (baixo) e Fábio Cezanne (bateria), apresentando o seu Tributo ao The Who, executando trechos da clássica ópera TOMMY. No mesmo dia, também se apresentam o grupo alemão de música eletrônica Aggregat, pela primeira vez no Brasil, e o Cello Jazz, com Gunther Tiedemann (cello).  No domingo, dia 18, às 11h, o guitarrista e seu trio retornam ao mesmo palco para apresentar, também com o Rio Cello Ensemble, o Tributo a Led Zeppelin, inédito. No mesmo dia, o Rio Cello irá promover o “Violonsalada”, homenageando também Bach e Villa-Lobos, com os cellos da Orquestra Sinfônica Brasileira e grandes solistas, com Colin Carr e as sopranos  Marilia Vargas e Marina Considera.

victorbiglione016 – foto carlos vaz

RIO CELLO

Radicado e apaixonado pelo Brasil há 35 anos, o violoncelista David Chew, fundador do festival, mantém firme seu propósito de popularização da música clássica e de homenagear o maestro Villa-Lobos, sua maior inspiração.“Nossa intenção é levar o poder de transformação social da música a espaços públicos e comunidades. No início, era um encontro de violoncelistas, mas o projeto cresceu e hoje recebe diversos instrumentos e múltiplas linguagens artísticas. Desta forma, o festival alcança seu principal objetivo que é incluir a música na vida diária de todas as pessoas”, declara o músico. Em 25 anos, o festival já comprovou o seu sucesso, com recordes de público em eventos de música clássica no Brasil. Os números impressionam: 550 mil espectadores, 12 mil músicos, 900 concertos, 650 horas de workshops e masterclasses. Ao longo de sua extensa trajetória, o Rio Cello consolidou-se como uma grande plataforma multicultural no qual música, dança, poesia, artes plásticas e cinema que integram um evento de grande sofisticação artística e responsabilidade social.

SERVIÇO:

16 de Agosto (6ª feira), 20h –  Sala Cecília Meirelles

Música Eletrônica

Aggregat

Daniel Sorour _ cello elétrico

 

Cello Jazz

Gunther Tiedemann cello

 

Rock n´ Cello

Victor Biglione Trio

V.Biglione _ arranjos e Guitarra; Jorge Pescara _ baixo ; Fabio Cezanne _ bateria)

Rio Cello Ensemble

18 de Agosto (domingo) 11h –  Sala Cecília Meirelles

Violonsalada – BACH-VILLA-LOBOS-LED ZEPPELIN

Colin Carr _ cello

Marina Considera _ soprano

Marília Vargas _ soprano

Victor Biglione trio (V.Biglione _ arranjos e Guitarra; Jorge Pescara – baixo ; Fabio Cezanne – bateria)

Rio Cello Ensemble

Sala Cecília Meirelles* _ Rua da Lapa, 47 – Centro

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

O soprano Maria Pia Piscitelli dará voz às rainhas da dinastia Tudor 

Concerto lírico, com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, será no dia 31 de agosto às 20h 

O soprano italiano Maria Pia Piscitelli dará concerto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, acompanhada do Coro e Orquestra Sinfônica do TMRJ, no dia 31 de agosto, às 20h. A apresentação será dedicada às cenas finais da chamada “Trilogia Tudor” de Donizetti, composta pelas óperas “Anna Bolena”, “Maria Stuarda” e “Roberto Devereux”.

anna bolena

Participarão os solistas Lara Cavalcanti (mezzo-soprano), Ivan Jorgensen (tenor), Weber Duarte (tenor), Ciro D’Araújo (barítono) e Fabricio Claussen (barítono).  A regência será do maestro Ira Levin.

Uma das maiores cantoras líricas da Itália na atualidade, Maria Pia Piscitelli ganhou, em 1998, o concorrido concurso Aslico de Milão, que a levou a debutar no Teatro Olímpico de Vincenza como protagonista da ópera “La Calisto”, de Francesco Cavalli. Foi, em seguida, finalista do Concurso Maria Callas, na Grécia, e vencedora do Concurso Rossini, na Alemanha. Fez apresentações nas principais casas de ópera do seu país natal e em teatros da Alemanha, França, Holanda, Espanha, Chile, Argentina, Peru, Japão e China. Piscitelli tem em seu currículo um vasto repertório dos principais papéis do bel canto incluindo papéis em óperas de, Cherubini, Bellini e Donizetti até óperas mais complexas de Verdi, Puccini e Leoncavallo.

Piscitelli, vem de apresentações recentes, este ano, na Casa de Ópera de Zurique, na Suíça, onde atuou em “A Força do Destino”, e no papel-título de “Tosca”, na Casa de Ópera de Copenhagen, na Dinamarca.

Sobre Donizetti:

Domenico Gaetano Maria Donizetti nasceu na cidade de Bérgamo, na Itália. O seu primeiro grande sucesso foi com a ópera “Esule di Roma”, estreada em 1828, em Napoles. Donizetti era um compositor prolífico. Sua fama ultrapassou as fronteiras da Itália com o seu primeiro grande sucesso internacional, “Anna Bolena” (1830), que ao lado de “Maria Stuarda” (1835) e “Roberto Devereux” (1837), faz parte do grupo de óperas de Donizetti sobre o período Tudor na história inglesa.

 

roberto devereux

Programa

Cenas finais das óperas “Anna Bolena”, “Maria Stuarda” e “Roberto Devereux” de Donizetti.
Participação de Lara Cavalcanti, Ivan Jorgensen, Weber Duarte, Ciro D’Araújo e Fabrício Claussen
Orquestra e Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Regência: Ira Levin
Concerto lírico com o soprano Maria Pia Piscitelli

Preços dos ingressos:

Frisas e camarotes (6 lugares) – R$ 720
Camarotes (5 lugares) – R$ 600
Plateia /Balcão Nobre: R$ 120
Balcão Superior Central: R$ 80
Balcão Superior Lateral: R$ 60
Galeria Central: R$ 60
Galeria Lateral: R$ 40

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro
Lotação – 2.226 lugares
Duração total – 2 horas
Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com
Classificação etária: Livre

Patrocínio Ouro Petrobras

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquete Pinto e Ingresso Rápido

Realização: Fundação Teatro Municipal, Associação de Amigos do Theatro Municipal, Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal

O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeir

SHOW NOS CHAMAM ÉBANO NO TEATRO MUNICIPAL DE NITERÓI
Show NOS CHAMAM ÉBANOS,
em única apresentação, no dia 15 de agosto, 
no Teatro Municipal de Niterói  
 
O show Nos chamam ébanos tem esse nome por unir o canto de dois jovens cantores negros ligados ao samba, à bossa-nova e a MPB: Luiz Pié e Vidal Assis. Luiz e Vidal trazem em sua pele e em sua música os encantos de sua ancestralidade africana, a qual temperou os sons do Brasil, colaborando para que nossa música fosse reconhecida e aclamada no mundo inteiro. 

O repertório deste show espraia clássicos de ícones como Djavan, Jorge Ben, Arlindo Cruz, Caetano Veloso, dentre outros. Num momento em que se repensa o papel do negro na sociedade, numa tentativa de correção de fatos históricos que macularam o povo negro no Brasil ao longo dos séculos, este show representa um retrato da resistência de um povo que, mesmo enfrentando tantas mazelas históricas, construiu um panteão musical de qualidade e riqueza inquestionáveis.

Além disso, este show compõe uma representatividade simbólica do povo negro brasileiro, que, mesmo constituindo mais da metade da população, por diversas vezes não se vê representado em igual proporção nos veículos de comunicação, nos meios de produção intelectual e nos cenários de cultura e entretenimento.

Luiz Pié, 30 anos, é cantor de MPB e Bossa Nova. Após o lançamento de seu disco “Memória Afetiva”, produzido por Roberto Menescal e com participação de Milton Nascimento, Pié levou sua música pelo mundo, se apresentando em países como Japão, Indonésia, Cingapura e França, além de se apresentar em programas de grande público, como o Altas Horas, da Rede Globo. Sobre Luiz, afirma Milton Nascimento: “Ele nasceu cantor, não tem como explicar”. “Essa voz é tudo que eu gostaria de ter na vida”, reitera Roberto Menescal.

Vidal Assis, 33 anos, é cantor ligado ao samba e à MPB, além de ser compositor de talento da nova geração da música popular brasileira, compondo sozinho e com uma gama de parceiros musicais como Hermínio Bello de Carvalho, Ronaldo Bastos e Elton Medeiros. Lançou o disco “Álbum de Retratos” em 2017, obtendo duas indicações do 28º Prêmio da Música Brasileira, o mais importante prêmio de música do país: o de artista revelação e melhor cantor de MPB. O Show ganha reforço da banda, formada com piano por Leandro Freixo, no baixo – Adriano Giffone e na percussão com Nilson Batata. Com Prod. Musical e Manager: Djalma Marques (djalmamarques@scorpionshow.com).

Nessa quinta – 15 de agosto, às 19h
No Teatro Municipal de Niterói
Rua Quinze de Novembro, 35 – Centro / Niterói
Tel: 2620 1624
Ingressos por: Inteira – R$ 50,00 –  R$ Meia 25,00
Classificação indicativa: Livre