Biglione faz Tributo a The Who e Led Zeppelin com Orquestra de Violoncelos

Victor Biglione faz tributo a The Who e Led Zeppelin, com orquestra de violoncelos, nesta sexta,16, e domingo,18, na Sala Cecilia Meireles

Em formato acústico (violão, baixo acústico e bateria), guitarrista se apresenta no Rio Cello Encounter nos mesmos dias em que também participam a OSB e grandes solistas, como Colin Carr, e as sopranos Marilia Vargas e Marina Considera

victor biglione trio – creditos Nem Queiroz

            Comemorando seus 25 anos de existência, o maior festival de violoncelos do país encerra sua programação do ano no próximo dia 19, não deixando também de homenagear o rock e suas vertentes. Nesta sexta, dia 16, o guitarrista Victor Biglione sobe ao palco da Sala Cecília Meireles, às 20h, com o Rio Cello Ensemble e acompanhado por Jorge Pescara (baixo) e Fábio Cezanne (bateria), apresentando o seu Tributo ao The Who, executando trechos da clássica ópera TOMMY. No mesmo dia, também se apresentam o grupo alemão de música eletrônica Aggregat, pela primeira vez no Brasil, e o Cello Jazz, com Gunther Tiedemann (cello).  No domingo, dia 18, às 11h, o guitarrista e seu trio retornam ao mesmo palco para apresentar, também com o Rio Cello Ensemble, o Tributo a Led Zeppelin, inédito. No mesmo dia, o Rio Cello irá promover o “Violonsalada”, homenageando também Bach e Villa-Lobos, com os cellos da Orquestra Sinfônica Brasileira e grandes solistas, com Colin Carr e as sopranos  Marilia Vargas e Marina Considera.

victorbiglione016 – foto carlos vaz

RIO CELLO

Radicado e apaixonado pelo Brasil há 35 anos, o violoncelista David Chew, fundador do festival, mantém firme seu propósito de popularização da música clássica e de homenagear o maestro Villa-Lobos, sua maior inspiração.“Nossa intenção é levar o poder de transformação social da música a espaços públicos e comunidades. No início, era um encontro de violoncelistas, mas o projeto cresceu e hoje recebe diversos instrumentos e múltiplas linguagens artísticas. Desta forma, o festival alcança seu principal objetivo que é incluir a música na vida diária de todas as pessoas”, declara o músico. Em 25 anos, o festival já comprovou o seu sucesso, com recordes de público em eventos de música clássica no Brasil. Os números impressionam: 550 mil espectadores, 12 mil músicos, 900 concertos, 650 horas de workshops e masterclasses. Ao longo de sua extensa trajetória, o Rio Cello consolidou-se como uma grande plataforma multicultural no qual música, dança, poesia, artes plásticas e cinema que integram um evento de grande sofisticação artística e responsabilidade social.

SERVIÇO:

16 de Agosto (6ª feira), 20h –  Sala Cecília Meirelles

Música Eletrônica

Aggregat

Daniel Sorour _ cello elétrico

 

Cello Jazz

Gunther Tiedemann cello

 

Rock n´ Cello

Victor Biglione Trio

V.Biglione _ arranjos e Guitarra; Jorge Pescara _ baixo ; Fabio Cezanne _ bateria)

Rio Cello Ensemble

18 de Agosto (domingo) 11h –  Sala Cecília Meirelles

Violonsalada – BACH-VILLA-LOBOS-LED ZEPPELIN

Colin Carr _ cello

Marina Considera _ soprano

Marília Vargas _ soprano

Victor Biglione trio (V.Biglione _ arranjos e Guitarra; Jorge Pescara – baixo ; Fabio Cezanne – bateria)

Rio Cello Ensemble

Sala Cecília Meirelles* _ Rua da Lapa, 47 – Centro

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

O soprano Maria Pia Piscitelli dará voz às rainhas da dinastia Tudor 

Concerto lírico, com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, será no dia 31 de agosto às 20h 

O soprano italiano Maria Pia Piscitelli dará concerto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, acompanhada do Coro e Orquestra Sinfônica do TMRJ, no dia 31 de agosto, às 20h. A apresentação será dedicada às cenas finais da chamada “Trilogia Tudor” de Donizetti, composta pelas óperas “Anna Bolena”, “Maria Stuarda” e “Roberto Devereux”.

anna bolena

Participarão os solistas Lara Cavalcanti (mezzo-soprano), Ivan Jorgensen (tenor), Weber Duarte (tenor), Ciro D’Araújo (barítono) e Fabricio Claussen (barítono).  A regência será do maestro Ira Levin.

Uma das maiores cantoras líricas da Itália na atualidade, Maria Pia Piscitelli ganhou, em 1998, o concorrido concurso Aslico de Milão, que a levou a debutar no Teatro Olímpico de Vincenza como protagonista da ópera “La Calisto”, de Francesco Cavalli. Foi, em seguida, finalista do Concurso Maria Callas, na Grécia, e vencedora do Concurso Rossini, na Alemanha. Fez apresentações nas principais casas de ópera do seu país natal e em teatros da Alemanha, França, Holanda, Espanha, Chile, Argentina, Peru, Japão e China. Piscitelli tem em seu currículo um vasto repertório dos principais papéis do bel canto incluindo papéis em óperas de, Cherubini, Bellini e Donizetti até óperas mais complexas de Verdi, Puccini e Leoncavallo.

Piscitelli, vem de apresentações recentes, este ano, na Casa de Ópera de Zurique, na Suíça, onde atuou em “A Força do Destino”, e no papel-título de “Tosca”, na Casa de Ópera de Copenhagen, na Dinamarca.

Sobre Donizetti:

Domenico Gaetano Maria Donizetti nasceu na cidade de Bérgamo, na Itália. O seu primeiro grande sucesso foi com a ópera “Esule di Roma”, estreada em 1828, em Napoles. Donizetti era um compositor prolífico. Sua fama ultrapassou as fronteiras da Itália com o seu primeiro grande sucesso internacional, “Anna Bolena” (1830), que ao lado de “Maria Stuarda” (1835) e “Roberto Devereux” (1837), faz parte do grupo de óperas de Donizetti sobre o período Tudor na história inglesa.

 

roberto devereux

Programa

Cenas finais das óperas “Anna Bolena”, “Maria Stuarda” e “Roberto Devereux” de Donizetti.
Participação de Lara Cavalcanti, Ivan Jorgensen, Weber Duarte, Ciro D’Araújo e Fabrício Claussen
Orquestra e Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Regência: Ira Levin
Concerto lírico com o soprano Maria Pia Piscitelli

Preços dos ingressos:

Frisas e camarotes (6 lugares) – R$ 720
Camarotes (5 lugares) – R$ 600
Plateia /Balcão Nobre: R$ 120
Balcão Superior Central: R$ 80
Balcão Superior Lateral: R$ 60
Galeria Central: R$ 60
Galeria Lateral: R$ 40

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro
Lotação – 2.226 lugares
Duração total – 2 horas
Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com
Classificação etária: Livre

Patrocínio Ouro Petrobras

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquete Pinto e Ingresso Rápido

Realização: Fundação Teatro Municipal, Associação de Amigos do Theatro Municipal, Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal

O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeir

SHOW NOS CHAMAM ÉBANO NO TEATRO MUNICIPAL DE NITERÓI
Show NOS CHAMAM ÉBANOS,
em única apresentação, no dia 15 de agosto, 
no Teatro Municipal de Niterói  
 
O show Nos chamam ébanos tem esse nome por unir o canto de dois jovens cantores negros ligados ao samba, à bossa-nova e a MPB: Luiz Pié e Vidal Assis. Luiz e Vidal trazem em sua pele e em sua música os encantos de sua ancestralidade africana, a qual temperou os sons do Brasil, colaborando para que nossa música fosse reconhecida e aclamada no mundo inteiro. 

O repertório deste show espraia clássicos de ícones como Djavan, Jorge Ben, Arlindo Cruz, Caetano Veloso, dentre outros. Num momento em que se repensa o papel do negro na sociedade, numa tentativa de correção de fatos históricos que macularam o povo negro no Brasil ao longo dos séculos, este show representa um retrato da resistência de um povo que, mesmo enfrentando tantas mazelas históricas, construiu um panteão musical de qualidade e riqueza inquestionáveis.

Além disso, este show compõe uma representatividade simbólica do povo negro brasileiro, que, mesmo constituindo mais da metade da população, por diversas vezes não se vê representado em igual proporção nos veículos de comunicação, nos meios de produção intelectual e nos cenários de cultura e entretenimento.

Luiz Pié, 30 anos, é cantor de MPB e Bossa Nova. Após o lançamento de seu disco “Memória Afetiva”, produzido por Roberto Menescal e com participação de Milton Nascimento, Pié levou sua música pelo mundo, se apresentando em países como Japão, Indonésia, Cingapura e França, além de se apresentar em programas de grande público, como o Altas Horas, da Rede Globo. Sobre Luiz, afirma Milton Nascimento: “Ele nasceu cantor, não tem como explicar”. “Essa voz é tudo que eu gostaria de ter na vida”, reitera Roberto Menescal.

Vidal Assis, 33 anos, é cantor ligado ao samba e à MPB, além de ser compositor de talento da nova geração da música popular brasileira, compondo sozinho e com uma gama de parceiros musicais como Hermínio Bello de Carvalho, Ronaldo Bastos e Elton Medeiros. Lançou o disco “Álbum de Retratos” em 2017, obtendo duas indicações do 28º Prêmio da Música Brasileira, o mais importante prêmio de música do país: o de artista revelação e melhor cantor de MPB. O Show ganha reforço da banda, formada com piano por Leandro Freixo, no baixo – Adriano Giffone e na percussão com Nilson Batata. Com Prod. Musical e Manager: Djalma Marques (djalmamarques@scorpionshow.com).

Nessa quinta – 15 de agosto, às 19h
No Teatro Municipal de Niterói
Rua Quinze de Novembro, 35 – Centro / Niterói
Tel: 2620 1624
Ingressos por: Inteira – R$ 50,00 –  R$ Meia 25,00
Classificação indicativa: Livre

TRIBUTO AO JOÃO GILBERTO na Sala Baden Powell

O produtor cultural João Luiz Azevedo orgulhosamente apresenta o show musical VIVA JOÃO GILBERTO!: TRIBUTO AO JOÃO GILBERTO com o grupo RIO BOSSA GROOVEformado por Gustavo Martins (violão e voz), Heitor Pitombo (baixo e voz), Cleto Paiva (bateria) e Marcello Guimarães (piano), na Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360) em única apresentação, no dia 16 de agosto/2019, sexta feira, as 18h, com ingressos ao preço de R$ 40,00 /  R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos).

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Nesse show, o RIO BOSSA GROOVE, não só resgatará alguns dos maiores clássicos gravados por João Gilberto, como também trará, na íntegra, o track list do LP Chega de Saudade. São eles:

“Chega de Saudade” (Antônio Carlos Jobim / Vinicius de Moraes), “Lobo Bobo” (Carlos Lyra / Ronaldo Bôscoli), “Brigas, Nunca Mais” (Antônio Carlos Jobim / Vinicius de Moraes), “Hô-bá-lá-lá” (  João Gilberto), “Saudade Fez um Samba” (Carlos Lyra / Ronaldo Bôscoli), “Maria Ninguém” (Carlos Lyra), “Desafinado” (Newton Mendonça / Antonio Carlos Jobim), “Rosa Morena” (Dorival Caymmi),  “Morena Boca de Ouro” (Ary Barroso), “Bim Bom”   (João Gilberto), “Aos Pés da Cruz” (Marino Pinto / Zé da Zilda) e  “É Luxo Só” (Ary Barroso / Luiz Peixoto) …  Garantia de sucesso!

Foi em 1959 que o violão e a voz de João Gilberto ganharam pela primeira vez os sulcos de um LP solo. Depois do lançamento, no ano anterior, do antológico 78 rotações com as canções “Chega de Saudade” e “Bim Bom”,  o LP Chega de Saudade consolidou a força do movimento que viria a ser chamado posteriormente de Bossa Nova e o talento do intérprete, que serviu de referência para 10 entre 10 nomes de nossa música surgidos não só pouco depois como nas décadas seguintes.

Tamanho legado continua merecendo todas as reverências, ainda mais depois que João deixou este plano de existência no último dia 6 de julho, rumo à eternidade.

Criado em 2015, o RIO BOSSA GROOVE é formado pelos músicos Gustavo Martins (violão e voz), Heitor Pitombo (baixo e voz), Cleto Paiva (bateria) e Marcello Guimarães (piano).

Seu som tem o groove e o balanço típicos da nossa música, a riqueza e a sofisticação da bossa nova e de toda a música popular que veio na esteira desse movimento, além do mais puro espírito carioca para embalar com gosto o pacote. Em seus pouco mais de três anos de vida, o RBG vem fazendo shows pela cidade com bastante freqüência, com destaque para os inúmeros tributos a astros como Chico Buarque, Gonzaguinha, João Bosco, Dorival Caymmi, Elis Regina, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Jobim, entre outros. Nessas apresentações, sempre concorridas, o grupo tem pinçado pérolas desses artistas, entre sucessos e canções improváveis, que só fazem engordar o seu imenso repertório. Há um ano, o RIO BOSSA GROOVE toca semanalmente, todos os sábados, no templo carioca da Bossa Nova, o Beco das Garrafas.

TRIBUTO AO JOÃO GILBERTO

Com o grupo Rio Bossa Groove formado pelos músicos Gustavo Martins (violão e voz), Heitor Pitombo (baixo e voz), Cleto Paiva (bateria) e Marcello Guimarães (piano).

Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo

  • Sala Municipal Baden Powell
  • Av. Nossa Senhora de Copacabana 360
  •  Dia 16 de Agosto/2019.
  • Sexta Feira 18h
  • Preço dos Ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e maiores que 60 anos)
  • Livre para todas as idades
  • Duração: 60 minutos.
Balé Don Quixote estreia no Teatro Carlos Gomes a preços populares

Balé Don Quixote estreia no Teatro Carlos Gomes a preços populares

Montagem com 50 bailarinos da Cia Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal RJ

https://www.youtube.com/watch?v=Ol851viW7CM

A Cia. Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal (BEMO-TMRJ) faz quatro apresentações do balé Don Quixote no Teatro Carlos Gomes, dias 15, 16, 17 e 18 de agosto a preços populares.  O balé, um dos mais antigos do balé de repertório e com a rara inserção de elementos da dança espanhola e ciganaescolhido pelo diretor da BEMO-TMRJ, o bailarino e coreógrafo Helio Bejani, reúne mais de 50 artistas no palco para contar a história de Don Quixote, o herói sonhador escrito por Miguel de Cervantes que luta por seus ideais e ajuda o romance proibido entre Kitri e Basílio. A primeira transposição do clássico da literatura para o balé foi há 251 anos com Noverre, depois foi encenada por Didelot há 211 anos e, posteriormente, consagrada por Marius Petipa levada aos palcos em 1869, na Rússia, pelo Balé Bolshoi, completando 150 anos da primeira apresentação. Dois anos depois, Petipa diminuiu a quantidade de atos e essa se tornou a coreografia mais encenada desde então. O espetáculo com  direção artística de Jorge Teixeira e direção geral de Helio Bejani é uma adaptação da segunda versão de Petipa.

 Assistir ‘Don Quixote’ é um programa cultural, educativo e incentivador do balé brasileiro e da manutenção da escola. Somos a escola de dança mais antiga do Brasil – desde 1927 – e nossa companhia de balé, criada há pouco mais de um ano, em 2018, já se apresentou para mais de cem mil pessoas nesse período numa prova clara de que o brasileiro admira essa arte. Quem assiste espetáculos da BEMO-TMRJ apoia o talento e o sonho dos nossos jovens. Na escola, eles estudam por 9 anos com apoio do Estado e dos pais, e na BEMO-TMRJ, eles vivem a experiência de ingressar em uma companhia profissional e ter certeza que é o que desejam como carreira. O Brasil, e o estado do Rio de Janeiro, em especial, é um celeiro de bailarinos de excelência que vem se apresentando em palcos internacionais, grupos contemporâneos e também no universo do samba”, descreve Bejani.

HISTÓRIA DO BALÉ DON QUIXOTE – Balé inspirado no capítulo 20 – “Bodas de Gamache” –  do clássico “Dom Quixote de La Mancha” escrito por Miguel de Cervantes, considerado o expoente máximo da literatura espanhola e escolhido em 2002 como a melhor obra de ficção de todos os tempos. Don Quixote entra numa cidade espanhola acompanhado por seu amigo Sancho Pança, avista a bela Kitri e a confunde com Dulcinéia por quem é apaixonado. Kitri, por sua vez, é apaixonada por Basílio, mas seu pai, Lorenzo, quer casá-la com outro rapaz, mais rico, de nome Gamache.  Kitri e Basilio fogem para um acampamento cigano e são perseguidos por Gamache e Lorenzo. Don Quixote e Sancho Panza também vão para o acampamento cigano. Lá o sonhador Don Quixote confunde novamente Kitri com sua amada Dulcinéia e começa a atacar os moinhos de vento achando que estes são gigantes que a ameaçam. Quixote percebe que Kitri não é Dulcinéia, fica triste e cai em sono profundo onde sonha com belas moças dançando. O dia amanhece e Lorenzo e Gamache acordam Don Quixote perguntando se ele sabe o paradeiro do casal fugitivo. Quixote mente e aponta o caminho errado para os homens. Em uma taberna, o pai de Kitri insiste que ela se case com Gamache. Em um estratagema, Basílio simula um suicídio e Kitri pede ao pai que a permita casar com Basílio mesmo este estando morto. O pai aceita simular a cerimônia só que Basílio “ressuscita” já como marido de Kitri. Lorenzo e Gamache se dão por vencidos, todos voltam para a aldeia onde celebram o casamento de Kitri e Basílio e Don Quixote parte para novas aventuras ao lado de Sancho Pança.

HISTÓRIA DA ESCOLA DE DANÇA – Foi criada em 1927 pela bailarina russa Maria Olenewa (1896-1965) que veio ao Brasil em turnê como integrante das companhias de Ana Pavlova e Leonide Massine, em 1918 e 1921. Entre 1922 e 1924 foi professora e diretora da Escola de Dança do Teatro Colón de Buenos Aires. Em 1926 se estabeleceu no Rio de Janeiro, onde iniciou importante trabalho pedagógico. Com o apoio de Mário Nunes, crítico teatral do Jornal do Brasil, Olenewa apresentou ao governo a proposta de criação de uma escola de formação de bailarinos visando a organização de um corpo de baile para atuar nas temporadas líricas, evitando a constante contratação de profissionais no exterior. A aula inaugural realizou-se em 11 de abril de 1927. Em 19 de novembro a escola realizou seu primeiro espetáculo com o balé Les Sylphides e Divertissements.

ROTEIRO

Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e AMADANÇA apresentam:

Cia. Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal – RJ com o Ballet  DON QUIXOTE

Teatro Municipal Carlos Gomes – Endereço: Praça Tiradentes s/n°, Centro. Tel: (21) 2215-0556

Dias: 15, 16, 17 AGO às 19h. Dia 18 AGO às 17h

Preços: R$ 40,00  Meia entrada: R$ 20,00

Ingressos à venda na Bilheteria do Teatro Municipal Carlos Gomes – funcionamento de Quarta a domingo, das 14h às 20h –  e no site https://riocultura.superingresso.com.br

Concerto “Pedro e o Lobo de Prokofiev & Eine Kleine Nachtmusik de Mozart” no Theatro Municipal do RJ

“Pedro e o Lobo” de Prokofiev & Eine Kleine Nachtmusik de Mozart, obra composta para crianças pelo compositor russo Sergei Prokofiev, terá narração de Ana Botafogo.

Regência de Priscila Bomfim com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, na apresentação do dia 15 de agosto.

Composto em 1936 por Sergei Prokofiev, a obra sinfônica “Pedro e o Lobo” vêm, há mais de 80 anos, cumprindo com o que era a proposta original do autor: aproximar as crianças da música de concerto, por meio de uma história divertida que associa cada personagem a determinado instrumento ou naipe da orquestra.

A aventura do menino Pedro, que resolve caçar o lobo mau munido apenas de uma espingarda de rolha, popularizou-se pelo mundo, conquistando um novo público para Prokofiev. O russo passou à história como um dos maiores compositores do século XX, assinando balés, óperas, concertos além de duas trilhas sonoras para filmes de Sergei Eisenstein.

De caráter bastante educativo e com texto do próprio Prokofiev, o conto sinfônico descreve os personagens através dos motivos condutores. As cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo) representam Pedro; as trompas, o lobo; o fagote, o avô do menino; a flauta transversal, o pássaro; o oboé, o pato; o clarinete, o gato. Quanto aos caçadores, o tema é introduzido pelo naipe das madeiras (instrumentos de sopro) e os tiros são evocados pelos tímpanos, pratos e pelo bumbo.

São inúmeros os atores e personalidades que emprestaram sua voz para a narração de “Pedro e o Lobo”, entre eles Boris Karloff, Sophia Loren, Antonio Banderas, Alice Cooper, David Attenborough, Sting, Sharon Stone, Ben Kingsley, Mia Farrow, Sean Connery, Eleanor Roosevelt, Leonard Bernstein, David Bowie, Patrick Stewart e até Mikhail Gorbachev e Bill Clinton. No Brasil, Rita Lee e Roberto Carlos fizeram o papel que será desempenhado, dia 15 de agosto, no Theatro Municipal, pela primeira-bailarina Ana Botafogo.

Iniciando o programa a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, irá executar a conhecido e maravilhosa “Eine Kleine Nachtmusic”, (Pequena Serenata Noturna) para cordas do genial Wolfgang  Amadeus Mozart

Elenco:

Narradora: Ana Botafogo primeira-bailarina do TMRJ

Orquestra Sinfônica do TMRJ

Regência – Priscila Bomfim

Serviço

Horário:

Dia 15 de agosto, quinta-feira, às 19h

Ingressos:

Frisas e camarotes (6 lugares) – R$ 240

Camarotes (5 lugares) – R$ 200

Plateia e balcão nobre – R$ 40

Balcão superior – R$ 20

Balcão superior lateral – R$ 20

Galeria – R$ 10

Galeria lateral – R$ 10

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Duração total – 1 hora

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com no link:

Um grito a favor das mulheres – Desmontando Bonecas Quebradas

Desmontando Bonecas Quebradas tem temporada prorrogada no Centro Cultural da Justiça Federal

Solo de teatro documentário, gênero em ascensão em todo o mundo, ganha temporada maior no Centro Cultural da Justiça Federal,  até 25 de agosto.  As apresentações acontecem sempre de sexta a domingo, às 19h. Ingressos a partir de R$ 20. A história de Desmontando Bonecas Quebradas entrelaça momentos de extrema poesia com notícias da vida real  sobre violência contra a mulher. A Atriz e pesquisadora, Luciana Mitkiewicz partiu de acontecimentos reais na Ciudad Juarez, no México, fronteira com El Paso, no Texas (EUA),  para contar sua história. Lá, desde 1993, contabilizam-se milhares de assassinatos de mulheres sem a devida punição. Uma situação sem precedentes, que levou, pela primeira vez na História, à condenação de um país – o México – na Corte Interamericana de Direitos Humanos, em 2009. No Brasil, a situação é igualmente estarrecedora. Aqui, a cada 1h30 uma mulher é vítima de violência masculina. Após as apresentações serão realizados debates com o públ ico presente. “A ideia é justamente convidar as pessoas a refletir à respeito. Através do teatro, queremos dar luz a essa causa e trazer a reflexão para cada pessoa que nos assistir” , diz Luciana.

Bonecas Quebradas-Joaquim da Matta e Ana Prado


Sob a direção de Ysmaille Ferreira, a peça já foi apresentada em Londres (Latin American House/ 2018) e na Itália, nas cidades de Nápoles, Rende e Roma (VAT, Cine-Teatro Santa Chiara e Suite Mondrian/ 2018).

Aspecto de fábula _ “Por tratar de um tema tão urgente em nosso tempo, a peça sempre vem sendo acrescida e transformada por fatos, daí a ideia de fazê-la como um work in progress. Também é importante ressaltar o aspecto fabular, no sentido utilizado por Bertolt Brecht. É que ao direcionar o  olhar para a Ciudad Juarez estamos tratando de algo muito próximo de nós – o feminicídio. É uma forma de buscar as causas profundas de crimes que se repetem de diversas maneiras em muitos lugares do mundo, a violência de gênero que vitima mulheres simplesmente por serem mulheres”, pontua Luciana Mitkiewicz.

Luciana é doutora em Artes da Cena pela Unicamp, desenvolve uma pesquisa sobre Imagem, Imaginação e Imaginário foco de seu trabalho. Outros projetos realizados pela produtora são As Polacas – Flores do Lodo (texto e direção de João das Neves). Desmontando Bonecas Quebradas tem figurinos e cenário de Rodrigo Cohen. As trocas de roupa são feitas ao longo da peça, e a atriz não sai de cena. 

Um dos muitos momentos emocionantes da peça é a cena “Campo de Algodão”, escrita pelo dramaturgo e diretor João das Neves, um dos mais importantes artistas do teatro brasileiro, morto em 2018. Enquanto apresenta o depoimento de uma mãe que perdeu a filha de 13 anos assassinada, bonecas feitas de fraldas de algodão são espalhadas pelo palco, como se fossem sementes para fazer brotar novamente a vida nas jovens brutalmente assassinadas. “As vítimas de Juarez são moças pobres, na maioria de ascendência indígena , trabalhadoras nas maquilas, no comércio ou em casas de família, jovens anônimas. “Vítimas de baixo risco”, como se diz tecnicamente nos manuais de criminologia”, encerra Luciana.

Ficha técnica:  Idealização, criação e atuação: Luciana Mitkiewicz
Direção: Ysmaille Ferreira | Cenário e figurinos: Rodrigo Cohen

Serviço: Desmontando Bonecas Quebradas – dramaturgia coletiva. Direção: Ysmaille Ferreira. Solo com Luciana Mitkiewicz.
Temporada – Até 25 de agosto , às 19h.
Dias e horários: Sexta a domingo, às 19h.
Ingressos: R$ 40 e R$ 20. Duração: 50 minutos
Centro Cultural Justiça Federal – Av. Rio Branco, 241. Centro. Tel: 3261-2550. Lotação: 140 lugares. Class. Etária: 16 anos
 

Teatro de Bonecos para adultos faz sucesso no Sesc Copacabana

“Habite-me”, solo com Carolina Garcia e direção de Paulo Balardim, faz sucesso no Sesc Copacabana

Elaborado a partir de intercâmbio de artistas gaúchos com companhia canadense, Habite-me é povoado de imagens criadas em narrativa formada por dança, máscaras e bonecos em escala humana. Ocupando a Sala Multiuso do Sesc Copacabana,  o espetáculo, com Carolina Garcia em cena  (ela também é responsável pela pesquisa), tem direção e dramaturgia de Paulo Balardim. Nomes respeitados no Teatro de Animaç&ati lde;o contemporâneo, dentro e fora do Brasil, os artistas gaúchos apresentam ao público uma obra onírica e emocionante, capaz de impulsionar uma poética contemplação sobre vida e morte. Como parte da temporada no Sesc Copacabana,  a atriz e pesquisadora Carolina Garcia  realiza a oficina “Habite-me/Presença” de 8 a 18 de agosto mediante avaliação de currículo (mais informações ao final do texto). A temporada vai até 18 de agosto, de sexta a domingo, às 18h. 

Habite-me Cena Morte Paulo Balardim

Ao longo de 45 minutos, através de três quadros, Carolina Garcia conduz a narrativa. Manipula bonecos, usa máscaras e muitos objetos para elaborar as cenas de Habite-me.  Na porta do teatro, o público recebe um papel com trecho da obra “Elegia 1”, do poeta Rainer Maria Rilke (1875-1926), um dos mais importantes poetas de língua alemã do século 20. É uma espécie de passaporte para o que se assistirá a seguir. “O ponto de partida foi explorar interações entre bonecos e meu próprio corpo em busca de habitar o inanimado e me deixar habitar por ele”, conta Carolina. 

Morando no Rio há quase três anos, Carolina Garcia foi a única atriz-marionetista a conquistar, em 2017, uma bolsa de residência artística no Canadá. Como parte do prêmio, ela poderia convidar um artista local para desenvolver pesquisa de linguagem na construção de bonecos. Foi assim que se aproximou da bonequeira Emilie Racine. “O encontro em torno do desenvolvimento da história foi tão intenso que ela levou o atelier dela para o apartamento que eu morava, de modo a potencializar a pesquisa. Nevava muito e pudemos fazer uma imersão fantástica no trabalho”, relembra a artista. De lá para cá, todo o trabalho ganhou forma com a direç&atilde ;o de Paulo Balardim e a participação do consagrado gaitista belga Tuur Florizione, que assina a trilha original.

Um novo modo de perceber o outro, através da tolerância e da empatia, também está entre os alicerces da peça. “Estamos numa época na qual precisamos oferecer novas percepções sobre o modo como nos relacionamos com o outro, dentro de uma perspectiva do que fazemos parte, influenciamos e constituímos cada qual o pensamento social e político do lugar que habitamos, conscientes ou não, e que nossas ações sobre o nosso corpo vivo de habitação maior, que é o planeta Terra, oferece o rumo da história. As cenas respiram com a gente e falam sobre o diálogo com a morte e o renascimento da vida, sobre as angústicas e anseios que faz em refletir sobre nossa ética de existência sob uma perspectiva feminina, dado que contemplo a vida sob esse ponto de vista”, contextualiza Carolina.

Sobre o desenvolvimento da obra, Paulo Balardim pontua: “Na medida em que criávamos os bonecos, criávamos também a escrita cênica. A ideia de ‘habitação’ ganhou outra dimensão apontando para um estado efêmero de permanência no tempo”, pontua Paulo.  Segundo ele, Habite-me é um apelo para chamar a atenção para nossa transitoriedade”.  Não há a pretensão de se contar uma história com início, meio e fim. “É um espetáculo híbrido que apresenta formas animadas contemporâneas para adultos. A cenografia também é algo curioso: o trabalho do artista plástico Élcio Rossini contribui para criar a imaginação de uma presença não-antropomórfica em cena, ao mesmo tempo em que funciona como um dispositivo para ocultar a atriz, sem que ela necessite sair de cena”.

Habite-me_Credito Leonardo Leoni

Atualmente, Balardim – além de ministrar aulas de teatro de animação na graduação e na pós-graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, dirige os espetáculos O Bem-amado, de Dias Gomes e A cantora careca, de Ionesco. Também atua como editor-chefe da  Móin-Móin-Revista de Estudos sobre teatro de Formas Animadas.

Carolina Garcia é  atriz-marionetista (1994), educadora somática, diretora e produtora teatral. Fundadora e gestora do Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo/RS desde 2010, é coordenadora das atividades de intercâmbio e formação do Festival Cena Brasil Internacional (2013). Ao longo de sua trajetória artística, já participou de diversos festivais nacionais e internacionais de teatro, quer apresentando espetáculos ou ministrando workshops. Representou o Brasil no Festival de Teatro de Edimburgo e Ano Brasil/Portugal (2013), Festival de Avignon e Ano Brasil /Uruguai (2015). Como pesquisadora foi selecionada para projeto de estudos no Théâtre Du Mouvement e Micadanse (Paris/2014),  e foi  a artista brasileira selecionada pelo Conselho de Arts do Canadá para participar da  “Résidence Cróisée” em Montreal/Canadá, onde ministrou Master Class na UAQM e participou do Festival de Castelier (2017). Professora do Método Feldenkrais na Faculdade Angel Vianna, coordena o grupo de estudos e teatro  de bonecos da EAB ( Escolinha de Arte do Brasil-RJ).

Equipe HABITE ME

Sinopse
O espetáculo-solo, conduzido por um fio narrativo musical, está dividido em três quadros, nos quais o texto emana dos movimentos da atriz: Os elementos de cena almejam estimular o espectador a sentir e encontrar sentidos na cadeia de personagens que surgem e se desfazem de um quadro a outro, numa alusão à efemeridade do tempo que nos absorve e à inconstância da matéria.

No primeiro quadro, os enamorados, o relacionamento de um casal de idosos que encontram o valor duradouro do amor mesmo que tenham consciência da brevidade da vida. A solidão, o amor, a memória e a reflexão sobre o passado são tônicas da cena.

No segundo quadro, o eterno retorno, o ciclo que nos faz passar de um estado/condição a outro, a volatilidade do tempo e nossa perplexidade diante do inevitável. O duplo surge como desdobramento possível do mesmo ou, ainda, reconhecimento do diferente. O instante presente e a juventude humana, que transporta consigo a iminência de seu fim, propõe o desassossego das decisões e o acercamento de suas consequências.

No terceiro quadro, o inocente, a liberdade, o sonho e a esperança que nos inspiram com o surgimento do novo, em contraponto com os medos e dúvidas que eles nos geram.  A mistura de sentimentos e sensações que podem nos habitar como motores da perpétua vida e suas aproximações com o universo feminino. Uma perspectiva sobre o futuro é proposta. Aqui, a ideia de que somente a vida justifica a vida e o zelo por ela é o motor inspirador.

Oficina

De 8 a 18 de agosto, Carolina Garcia ministra a oficina Habite-me/Presença: o corpo como casa/espaço nas diferentes relações do operador/ator com o objeto/boneco. Aberto a no mínimo oito e no máximo 20 participantes. Trata-se de estudo prático dos princípios da presença do ator no teatro da animação, pautado em práticas da percepção das relações conscientes estabelecidas na organização corporal a convenções da operação do jogo cênico e a escuta entra: o ator e o objeto, o ator e o espaço. Através de atividades da coordenação motora a procedimentos dissociativos do corpo, cont rastes de formas e ritmos para a composição da vida fictícia e autônoma do boneco. Público-alvo: atrizes/atores, bailarinas/os, artistas visuais (estudantes ou profissionais) a partir de 16 anos. Carga horária 32h/aula.
Inscrições: enviar email (habitemeteatro@gmail.com) com assunto Oficina Habite-me/Sesc RJ. No corpo da mensagem apresentar carta de intenção (breve declaração dos motivos pelos quais se interessa em participar da prática). Em anexo, currículo resumido e imagens de pesquisas ou trabalhos realizados.
Período de inscrição: de 25 de julho a 03 de agosto
Resultado será divulgado  dia 05 de agosto por e-mail e redes sociais. ATENÇÃO: serão analisadas as 100 primeiras propostas.

Ficha técnica “Habite-me”
Atuação e pesquisa: Carolina Garcia | Direção e dramaturgia: Paulo Balardim | Criação de bonecos: Emilie Racine | Preparação corporal: Márcia P’inheiro e Laurence Castonguay | Trilha Sonora original: Tuur Florizoone | Figurinos: Cris Lisot | Pinturas no figurino: André Gnatta | Cenografia: Elcio Rossini (pesquisa Objetos para Ação) e Paulo Balardim | Criação de luz: Renato Machado | Operação de luz: Luana Pasquimell | Operador de som e infláveis: Wilson Neto / Antônio Maggionni (stand-by) | Montagem técnica: Hebert Said e Luana Pasquimell | Assessoria e montagem de som: Lucas Carvalho | Ensaísta: Laurence Castonguay, Wilson Neto e Elaine Juteau | Fotografias: Jerusa Mary, Marcelo Paes de Carvalho e Paulo Balardim | Arte gráfica: Jéssica Barbosa | Assessoria de imprensa: Mônica Riani | Comunicação em redes sociais: Ana Balardim | Assistente de produção: José Carlos Rosa | Cias em co-produção (Brasil – Canadá): Cia 4 produções e Territoire 80 | Cooperação internacional: Festival Casteliers (Québec), Conseils des Arts du Canada e Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo

Serviço “Habite-me” – Pesquisa e atuação: Carolina Garcia. Direção e dramaturgia: Paulo Balardim. Gênero: teatro de animação
Estreia dia 1º de agosto, às 18h | Duração 45 minutos
Temporada: até 18 de agosto de 2019. Sexta, sábado e domingo, às 18h
Local: Sala Multiuso do Sesc Copacabana
End: Rua Domingos Ferreira, 160 Tel 21 2547-0156
Ingressos: R$ 7,50 (associado Sesc); R$ 15 (meia-entrada); R$ 30 (inteira)
Bilheteria: horário de funcionamento :: terça a sexta-feira, de 9h às 20h; sáb., dom. e feriados: das 12h às 20h

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO RECEBE EVENTO SOBRE O JAPÃO

Exposição fotográfica e Mostra de Cinema apresentam o Japão, sua capital e seus filmes

O Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro e a Fundação Japão, em parceria com a CAIXA Cultural Rio de Janeiro, apresentam de 06 de agosto a 15 de setembro de 2019, com entrada franca, uma exposição fotográfica que retrata o passado e presente de Tóquio, a megalópole que atrai tantos olhares.

Japao Credito Shinya Arimoto

A exposição itinerante TÓQUIO ANTES/DEPOIS é composta por mais de oitenta obras representativas da cidade nos anos 1930 a 1940 em contraste com a década de 2010. Sob curadoria do crítico de fotografia Kotaro Iizawa, a mostra se propõe a aprofundar o interesse do público sobre a cidade e suas diversas faces através de fotografias registradas em épocas e ângulos distintos. Tendo em vista os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2020, esta é uma oportunidade única para conhecer a história da capital japonesa e vê-la pelas lentes de um renomado grupo de fotógrafos.

Durante os finais de semana, acontece a Mostra de Cinema com abordagem histórica, trazendo obras que representam o antes e depois da sétima arte vinda do Japão. Passeando por gêneros diversos que vão de drama até fantasia, destacam-se o filme de animação Em Busca das Estrelas, dirigido por Makoto Shinkai; e a comédia Thermae Romae, dirigida por Hideki Takeuchi. A mostra tem entrada franca, com distribuição de ingressos uma hora antes de cada sessão, e exibições aos sábados e domingos (dias 10, 11, 17, 18 e 31 de agosto e 01 de setembro).

Esta realização faz parte do MÊS DO JAPÃO, uma série de eventos culturais sob a tutela do Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro durante os meses de agosto e setembro. Outras Informações e mais detalhes sobre os filmes da programação de cinema estão disponíveis no site http://bit.ly/mesdojapao.

 

Programação da Mostra de Cinema:

10 de agosto (sábado)

15h – Thermae Romae (Direção: Hideki Takeuchi, 108 min, 2012, DVD, Livre)

18h – Crayon Shinchan – Bravo! Grande batalha de Samurais (Direção: Keiichi Hara, 95 min, 2002, DVD, Livre)

11 de agosto (domingo)

14h – A garota que saltou no tempo (Direção: Mamoru Hosoda, 99 min, 2006, 16mm, Livre)

17h – Em busca das estrelas (Direção: Makoto Shinkai, 2011, 116 min, DVD, 12 anos)

17 de agosto (sábado)

15h – O amor de Nabi (Direção: Yuji Nakae, 110 min, 1999, DVD, 12 anos)

18h – A garota que saltou no tempo (Direção: Mamoru Hosoda, 99 min, 2006, 16mm, Livre)

18 de agosto (domingo)

14h – Escola mal assombrada (Direção: Hideyuki Hirayama, 16mm, 100 min, 1995, 12 anos)

17h – Thermae Romae (Direção: Hideki Takeuchi, 108 min, 2012, DVD, Livre)

 

31 de agosto (sábado)

15h – Crayon Shinchan – Bravo! Grande batalha de Samurais (Direção: Keiichi Hara, 95 min, 2002, DVD, Livre)

18h – Em busca das estrelas (Direção: Makoto Shinkai, 116 min, 2011, DVD, 12 anos)

 

01 de setembro (domingo)

14h – O amor de Nabi (Direção: Yuji Nakae, 110 min, 1999, DVD, 12 anos)

17h – Escola mal assombrada (Direção: Hideyuki Hirayama, 16mm, 100 min, 1995, 12 anos)

Serviço:

Japão Antes/Depois

Entrada Franca

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro – Metrô e VLT: Estação Carioca

Informações: (21) 3980-3815

 

Exposição de Fotografias “Tóquio Antes/Depois”

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 3

Data: de 06 de agosto a 15 de setembro de 2019 (terça-feira a domingo)

Horários: das 10h às 21h

Classificação Indicativa: Livre

 

Mostra de Cinema “Japão Antes/Depois”

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2

Datas: dias 10, 11, 17, 18 e 31 de agosto e 01 de setembro (sábados e domingos)

Horários: Consultar programação

Bilheteria: Distribuição de ingressos 1 hora antes de cada sessão

Classificação Indicativa: Consultar programação (Livre – 12 anos)

Capacidade: Cinema 1 – 78 lugares (mais 3 para cadeirantes) / Cinema 2 – 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Acesso para pessoas com deficiência

 

Realização: Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro e Fundação Japão

Apoio: CAIXA e Governo Federal

Media Kit (artes + fotos): http://bit.ly/japao-antesdepois

Centro Cultural e Informativo do

Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro

Elisa Celino – Assessora Cultural

(21) 2240-2383 ramal 119

elisa.celino@ri.mofa.go.jp | http://www.rio.br.emb-japan.go.jp/

Unidos da Ponte terá uma Rainha da Escola no Carnaval 2020

Unidos da Ponte terá uma Rainha da Escola no Carnaval 2020

Para seu desfile no próximo carnaval, além da Rainha de Bateria, a Unidos da Ponte terá uma Rainha da Escola que será a bela Denise Kayan. Caminhando para seu quarto ano no Maior Espetáculo da Terra, Denise já desfilou na Mangueira, foi passista da Mocidade Independente de Padre Miguel e musa da Renascer de Jacarepaguá.

Mesmo já tendo sido musa, em 2020 Denise terá um destaque maior e sabe o tamanho da responsabilidade: ‘Será meu primeiro ano como rainha de uma escola de samba. Mesmo ainda não sendo à frente da bateria, como é meu sonho, vou representar meu país no Brasil e honrar a comunidade de São João de Meriti com todas as forças.”

A Unidos da Ponte será a terceira escola a desfilar na Sexta-Feira pela Série A na Marquês de Sapucaí. A agremiação levará o enredo “Elos da Eternidade” do carnavalesco Lucas Milato.

Fotos: Divulgação

 

 

JORNAL ALAGOAS