ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS (ABL)  PUBLICA POEMAS DO POETA  MARCELO GIRARD

 

 

A Revista Brasileira da Academia Brasileira de Letras nasceu em 1855 e é um veículo da instituição  que está na sua 106 edição e publica grandes nomes da poesia brasileira a cada trimestre. O poeta Marcelo Girard foi um desses agraciados nesta edição trimestral do ano de 2021. “Me sinto honrado, orgulhoso por  participar pela primeira vez desta publicação” – Diz o autor.

Foram 6(seis) poemas selecionados do autor dos últimos quatros livros de sua autoria.

   A revista tem uma grande importância no cenário da literatura brasileira e serve como vitrine  para todos os poetas brasileiros.

SOBRE A REVISTA BRASILEIRA 

A primeira publicação conhecida por usar o nome de Revista Brasileira apareceu aos 14 de julho de 1855, com o título de Revista Brasileira, Jornal de Literatura, Teatros e Indústria, fundada e dirigida pelo Dr. Francisco de Paula Meneses. Anunciava-se como quinzenal, mas só apareceu o n.º 1. A segunda surgiu em 1857, com a denominação de Revista Brasileira, Jornal de Ciências, Letras e Artes. Durou até 1861, perfazendo quatro volumes. Seu diretor, Cândido Batista de Oliveira (1801-1865), formado em Matemáticas pela Universidade de Coimbra e aluno da Escola Politécnica de Paris, era um cientista e publicava sobretudo artigos científicos. Afrânio Peixoto, ao fazer o histórico das fases da revista, silenciou sobre Paula Meneses e apresentou os volumes de Batista de Oliveira como a Fase I.

A Fase II da Revista Brasileira, a chamada “fase Midosi”, editada por Nicolau Midosi, publicou regular e mensalmente, de junho de 1879 a dezembro de 1881, 30 números, reunidos em 10 volumes. Em suas páginas tiveram primeira publicação as Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, os poemas de Fagundes Varela que constituem O diário de Lázaro, a “Introdução à história da literatura brasileira”, de Sílvio Romero, aproveitada mais tarde na suaHistória da literatura brasileira, entre tantas e importantes colaborações.

A Fase III, a chamada “fase José Veríssimo”, circulou de janeiro de 1895 a setembro de 1899. Foram publicados 19 tomos, com 93 fascículos. Sem dar destaque à sua condição de diretor, José Veríssimo apenas solicitava, na contracapa, que as colaborações fossem enviadas ao “Sr. José Veríssimo, director da Revista Brazileira, Ouvidor 66”. Nesse endereço reuniam-se os escritores que fundaram a Academia Brasileira de Letras. E nas páginas da revista foram publicados os discursos proferidos na sessão inaugural pelo Presidente Machado de Assis e pelo Secretário-Geral Joaquim Nabuco, assim como a “Memória histórica” do 1.º Secretário Rodrigo Otávio.

A Fase IV da Revista Brasileira, dirigida por Batista Pereira, genro de Rui Barbosa, durou apenas de junho de 1934 a novembro de 1935. Na folha de rosto anunciava “Publica-se mensalmente”, mas não foi regular, publicando durante 18 meses apenas 10 números.

A Fase V da Revista Brasileira, a partir da qual passou a ser publicada pela Academia Brasileira de Letras, nasceu de uma proposta de Levi Carneiro, então Presidente da Casa de Machado de Assis, e teve início em julho de 1941. Embora tivesse encontrado forte oposição por parte de alguns acadêmicos, insatisfeitos com a decisão, posteriormente revogada, de membros da Academia não poderem publicar na revista, a iniciativa teve relativo êxito. Em 1948, saiu o vigésimo número. Após uma interrupção de 10 anos, voltou a circular em 1958, ainda sob a direção de Levi Carneiro, e chegou ao n.º 29, publicado em novembro de 1966.

A Fase VI, sob a direção de Josué Montello, compreende apenas seis volumes, aparecidos de 1975 a 1980.

A Fase VII, sob a direção de João de Scantimburgo, abrangeu 69 números, pautando-se pelo critério da trimestralidade, e circulou do último trimestre de 1994, quando voltou a ser publicada, até dezembro de 2011.

A Fase VIII iniciou-se no primeiro trimestre de 2012, sob a direção de Marco Lucchesi.

A Fase IX, sob a direção de Cicero Sandroni, inicia-se em 2018.

Uma coleção completa da Revista Brasileira encontra-se no Arquivo-Museu de Literatura Brasileira da Fundação Casa de Rui Barbosa, que organizou e publicou o Índice da Revista Brasileira das seis primeiras fases, e uma coleção microfilmada está disponível na Divisão de Informação e Documentação da Biblioteca Nacional.

 

Saiba mais sobre a revista

https://www.academia.org.br/publicacoes/revista-brasileira

SOBRE MARCELO GIRARD 

 

Marcelo Girard é carioca, poeta e compositor. Em 1990 com apenas 16 anos lançou o polêmico livro de poesia O Dente Cariado De Cristo, em 1999 RAIVÓDIO – POESIA MIX.  Participou  de várias  coletâneas e eventos nestes 30 anos de poesia. Em 2005 com prefácio do crítico literário de O Globo, André Luis Mansur, lança  O PERFUME DO ÁTOMO. E em 2016 lança nas plataformas digitais DUBLÊ DE FIGURANTE. conheça mais do autor marcelogirard.com

 

6 POEMAS PUBLICADOS NA PÁGINA 131 DA REVISTA DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS

 

https://www.academia.org.br/sites/default/files/publicacoes/arquivos/revista_brasileira_106_internet.pdf?fbclid=IwAR0QQjzYZR8zZ9ZFKOB5aCCYCaTTe0_kHFWeRgKDhI-KBWjOAhV5qsklino

 

UM DOS POEMAS PUBLICADOS

 

Não vou ao meu enterro

Para evitar o cheiro das flores

O choro do meu inimigo

O encontro de meus dois amores

As roupas apertadas

Parede de madeira envernizada.

O sono silencioso dos sonhos

A maquiagem fora de moda

Rabecão correndo sem cuidado

Pertences pelo coveiro roubados.

Eu virar santo

Qualquer um da autópsia

Desnudar o manto

Um padre desconhecido

A missa comprada

Uma reza obrigada

E em vida me lembrar

Que não fui nada

 

CONTATOS COM AUTOR:

Site: marcelogirard.com

Instagram: @marcelogirardcom

Fonte: https://www.academia.org.br/publicacoes/revista-brasileira

 

MÁRCIA SCHWEIZER ” A POETA DA BELEZA” LANÇA NOVO LIVRO

 

 Márcia Schweizer é  uma mulher à frente de seu tempo, que desde bem pequena gosta de escrever poesias e ganhou os melhores prêmios nos concursos literários das escolas que estudava. Já naquela época tinha o hábito de escrever palavras soltas e rimadas nas contracapas de seus cadernos, o que já era indício da alma de poeta que estava florescendo e que viria a se transformar na brilhante escritora que ora apresentamos e que lançou  seu primeiro livro solo de poesias, intitulado “Palavras de Mulher”, da editora Courier Brasil e Litteris editora, na XIX Bienal Internacional do Livro, no Riocentro do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca).

Mas não pensem que Márcia Schweizer é uma mulher comum. Ela é  uma mulher linda e elegante, que esbanja personalidade, que todos olham quando passa, admirando seu porte de princesa, sua alegria, espontaneidade e simpatia. E foi capa de várias revistas, onde ela também publicou suas poesias, como “Ventos de Outono”, que fez o maior sucesso entre os leitores. Nas revistas, como na vida real, Márcia mostra a exuberância e a feminilidade da mulher incrivelmente bela. 

Por fim, Márcia Schweizer, que é sinônimo de beleza, inteligência e empoderamento feminino, indica seu livro “Palavras de Mulher”, para os leitores, pois sabe que todos encontrarão nele uma poesia que o representará, que falará como se fosse o próprio sentimento da pessoa que está lendo, já que os assuntos contidos nele são variados e sempre emocionam que lê.

 

SOBRE O LIVRO

Palavras de Mulher, de Márcia Schweizer descreve em suas prosas poéticas, sentimentos,como forma de chamar atenção dos leitores e elevando sentimentos e emoções inspirada no seu olhar à vida. Sua escrita poética desperta o interesse do leitor quando nos fala da natureza, das relações humanas e amor pelos animais. Poeta e jornalista, delineia em seus textos imagens que despertam a beleza do BEM VIVER. Formada em Literatura como professora de adolescentes, podemos perceber a sua responsabilidade e compromisso em colocar as palavras e emoções no corpo de seus textos com preocupação com a escrita criativa e correta. O leitor certamente se identifica e sairá com a sensação de desejar ler mais.

Mas não pensem que Márcia Schweizer é uma mulher comum. Ela é  uma mulher linda e elegante, que esbanja personalidade, que todos olham quando passa, admirando seu porte de princesa, sua alegria, espontaneidade e simpatia. E foi capa de várias revistas, onde ela também publicou suas poesias, como “Ventos de Outono”, que fez o maior sucesso entre os leitores. Nas revistas, como na vida real, Márcia mostra a exuberância e a feminilidade da mulher incrivelmente bela. 

Por fim, Márcia Schweizer, que é sinônimo de beleza, inteligência e empoderamento feminino, indica seu livro “Palavras de Mulher”, para os leitores, pois sabe que todos encontrarão nele uma poesia que o representará, que falará como se fosse o próprio sentimento da pessoa que está lendo, já que os assuntos contidos nele são variados e sempre emocionam que lê.

 

Foto: Ênio Guimarães

Maquiagem e cabelo:  Andrea Santana 

 

POEMA DA AUTORA

PEQUENA CANÇÃO DE AMOR

 

Mais do que prazer; muito mais do que paixão

E as palavras me apertando o coração

Os meus olhos tentam falar por mim

Estou sem chão, meu anjo querubim

 

Se esta canção ilumina o nosso amor

Este tempo não tem fim, 

Doce é o momento

E me perco na emoção

E me acho em tuas mãos

És meu porto seguro, velas ao vento

 

Mas as flores se abrigam no outono

Regem esta paz e assim a sinfonia não descansa

Fazes meu céu azul

A contemplar o teu sorriso de criança

Ah! Me dá as mãos

E o nosso mundo então será o paraíso.

São tantas as razões de viver por ti

Amor, eu te prometo, sempre estarei aqui.

 

QUEM É MARCIA SCHWEIZER 

 

Márcia Schweizer é Jornalista, Professora de Português/Literatura, Pós-Graduada em Teoria da Literatura, Bacharel em Direito, Escritora e Poeta. Membro da ALALS (Académie de Lettres et Arts Luso-Suísse) e da AJEB/RJ (Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil – Coordenadoria Rio de Janeiro), onde é Diretora de Comunicação, prestando relevante contribuição para a entidade na luta pelo espaço da Mulher Jornalista e Escritora. Participou da Antologia “Grandes Escritores do Século XXI”; da Coletânea Literária e Internacional em Verso e Prosa – “Sem Fronteiras Pelo Mundo”… – Volumes 3, 4, 5, 6; da Coletânea Literária “A Arte de Ser Mulher” – Prosa Feminina; e da Antologia do Círculo Literário Clube Naval 2020; Participou da Antologia do Forte de Copacabana 2020;  participou da Feira Literária de Lisboa 2020 com seu livro solo de poesias “ Palavras de Mulher”; representada pela editora Sem Fronteiras pelo Mundo. Márcia ainda é colunista nas Revistas Mais Bonita, Poesia Revista, Planeta Noite, Mulher Elegante, Barra Legal, Caxias Legal, Sou Mais, Jornal Cidade da Barra

 

REDES SOCIAIS  DA AUTORA

: https://www.facebook.com/marciaschweizerpoetisa

http://marciaschweizerjornalista.blogspot.com/

Instagram: @marciaschweizer 

 

Conheça o “Troféu Literatura Clarice Lispector 2021’, premiação voltada para novos escritores

Se você é escritor e almeja participar de prêmios literários, essa pode ser sua chance. Pensando em apresentar novos escritores da literatura brasileira, a ZL Books abre as inscrições do prêmio ‘Troféu Literatura Clarice Lispector 2021’ para autores de todos os países de Língua Portuguesa. O prêmio, idealizado pela escritora e jornalista, Jô Ramos e realização da Editora ZL Books, tem como objetivo incentivar a produção de autores que não possuem apoio institucional e governamental no seu país de origem. Podem participar qualquer autor que tenha livro lançado em países de língua portuguesa. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail literaturatrofeu89@gmail.com.

Criado no ano de 2016, o Troféu Literatura pretende promover e valorizar o autor que rompe o círculo vicioso dos que promovem a cultura institucional dos países, e publica suas obras individualmente ou através de pequenas editoras. A premiação contempla diversas categorias, e a escolha é feita por uma comissão indicada pelos organizadores.

“A iniciativa contribui para a renovação do cenário literário brasileiro, além de enriquecer a cultura nacional. Nosso foco é oferecer oportunidades para que novos autores tenham seu trabalho reconhecido, além de gerar visibilidade aos mais variados gêneros literários”, ressalta Jô Ramos, idealizadora do Troféu Literatura.

Jô Ramos é jornalista e escritora, criou os salões de livros de New York, Montréal, São Paulo, Rio, Lisboa e Covilhã (Portugal) e Berlim. Lançou oito livros traduzidos para italiano, inglês e francês. Criou o Troféu Literatura e o Projeto Jovens Escritores que já lançou sete livros com filhos de imigrantes em Portugal, EUA e Brasil. Fundou a Academia de Letras da América Latina. Diretora Executiva da Editora ZL Books.

Jô ressalta que os interessados têm até o dia 03 de maio para se inscreverem. E para participar basta ter livros lançados em algum dos países de Língua Portuguesa, pagar uma taxa de inscrição e enviar dois exemplares de cada obra que concorre ao troféu.

 

Para mais informações e regras acesse o site: Editora ZL Books

ESCRITOR JULIO RIBEIRO LANÇA DOIS ROMANCES DURANTE A PANDEMIA
ESCRITOR JULIO RIBEIRO LANÇA DOIS ROMANCES DURANTE A PANDEMIA.  
O isolamento trouxe à tona questões existenciais, escolhas e amores.
 

A literatura sempre esteve presente na vida do escritor Julio Ribeiro. Tanto que em 2020, durante a pandemia, lançou dois romances, que se misturam e se completam, passeando por vários lugares diferentes, mas que tratam de questões existenciais, escolhas e amores.

“Cabeça, Corpo e Alma”, encanta pelos seus cenários e contrastes humanos do mundo, seja nas andanças pela África, na primavera florida de Amsterdã, na pulsante Nova Iorque, ou navegando pelas águas do Rio Amazonas, entre outros lugares. A história trata de conflitos, medos, esperanças e sonhos. A trama envolvente narra, em terceira pessoa, as vivências paralelas de dois homens, Oscar e Henri, cada qual com as suas escolhas, divertimentos e arrependimentos. Até que uma enfermidade os torna protagonistas de uma mesma experiência médica, expondo as fragilidades e as emoções das pessoas.


Na novela ” Um chimarrão com o Diabo”, narrado na primeira pessoa e passado em um cenário local, o autor levanta perguntas como: quem manda em nossas vidas? O que pensamos? O que não podemos? Como lidar com quaisquer possibilidades, ou com suas ausências? Com profundidade emocional levanta essas perguntas e algumas possibilidades de respostas que podem surpreender.A sábia lição que o livro ensina é antiga – nem por isso menos perigosa: a associação com o mal nunca acaba bem. Tudo tem um alto preço: o abuso do poder e da ganância sempre somam-se em um desfecho fatal.

Entrevista:

Julio, fale-nos um pouco sobre o livro “Cabeça, Corpo e Alma”, como ele foi concebido? Ficamos sabendo que ele é fruto também de uma pesquisa pessoal, certo?

Julio Ribeiro: O livro ” Cabeça, Corpo e Alma” começou a nascer em 2018, aí mesmo no Rio, quando eu estava participando de um evento literário na Casa França Brasil. Depois, de volta ao Rio Grande do Sul, segui pesquisando. Eu sabia que algo bom e interessante estava brotando, li muito sobre medicina, sobre lugares e deixei que a trama me conduzisse como um rio caudaloso. E foi, justamente nesse momento, que decidi ir para o Amazonas sorver o que fosse possível da experiência dos meus personagens. Sei que é clichê falar assim, mas foi a cereja do bolo. O que eu ouço e leio das pessoas que me dão um feedback é maravilhoso, por isso estou muito feliz com o resultado final.

E quanto ao “Um Chimarrão com o Diabo”? Tem uma “pegada” mais regionalista, certo?

Julio Ribeiro: O livro ” Um Chimarrão com o Diabo” é muito diferente de tudo que eu já tinha feito. Acho que escrever em primeira pessoa é muito difícil, mas ele fluiu com uma naturalidade espantosa, escrevi o livro em noventa dias. Na verdade os amigos me cobravam que os meus livros falavam de coisas de Rio e São Paulo, ou mesmo do mundo, mas pouco sobre os gaúchos, estão resolvi fazer uma narrativa local, cenários, história, narrados em primeira pessoa pelo Pedro, que vai desfiando o novelo de sua vida, ” no dizer de Saramago”, onde o simples e singelo se metamorfoseiam em uma trama densa, emocionante e muito rica. Acredito que o ambiente da pandemia, de isolamento e perdas, influenciou as reflexões sobre a experiência de existir.

Sobre o autor:

Nascido em 1967, em Santiago/RS,  e residindo em Canoas/RS com a família, Julio Ribeiro é graduado em Sociologia e pós graduado em Filosofia, e trabalha como Professor e Diretor de uma escola pública em Nova Santa Rita. Sua primeira participação foi em ‘1ª Antologia Poética’ (1987), depois organizou o livro ‘Semeando Letras Colhendo Sonhos’, com poemas e contos dos estudantes da rede pública (2005), e em 2016 publicou ‘Da Caverna ao Shopping, Os Labirintos da vida’, com 18 contos.

Seu primeiro romance foi ‘Escolhas do Amor e do Tempo’, lançado na 63ª Feira do Livro de Porto Alegre (2017) e no Salão Internacional do Livro no RJ (2018), com grande aceitação do público em todo o país.

‘Cabeça Corpo e Alma’ ficou pronto em 2019, mas o lançamento ocorreu em 2020, em São Paulo, um mês antes de ‘O Chimarrão com o Diabo’ ficar pronto.

Serviço:

01. Cabeça, Corpo e Alma, Editora Lendari, 1ª edição, São Paulo, 2020, 160p, ISBN 978-65-88762-02-8. Literatura fantástica, Romance fantástico, Literatura brasileira. Disponível na Amazon e no Google Play.

 

02. O Chimarrão com o Diabo, 1ª edição, Editora Alcance, Porto Alegre, 2020, 160p, ISBN 978-65-86910-20-9. Literatura Rio-Grandense, Romance Rio-Grandense. Disponível nas livrarias online: Amazon, Kobo, Americanas, Mercado Livre, Mercado Shops.
Os livros podem ser encontrados nas versões impressa e ebook, pela Amazon e outras plataformas (acima) ou pelo e-mail escritorjulioribeiro@gmail.com
Instagram: @julio.ribeiro.7543
 
Confira em LITERATURA – Portal ArteCult.com
Em : artecult.com/julio-ribeiro-lanca-dois-romances-emocionantes-que-se-misturam-e-se-completam

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PROFESSOR LANÇA LIVRO DE POESIA RELATANDO COMO CONVIVER COM O VÍRUS HIV

PROMÍSCUO, segundo livro do professor de literatura Fernando Impagliazzo, 30 anos, faz um importante relato de como é viver com o vírus HIV, expressando seus pensamentos em ritmo de poesia. O lançamento será dia 5 de março em uma live pelo instagram da editora Urutau (@editoraurutau), a partir das 20:30. O livro integra o projeto MilTons de escrita em resposta aos retrocessos no Ministério da Educação. 

(Dois outros jovens escritores também estarão lançando simultaneamente seus livros dentro da live do projeto MilTons: Do verbo corresponder e o que vem antes, de Amanda Magalhães, e O pote de ouro era amor, de Naiara Reis). 

Venda disponível no site da Urutau (https://editoraurutau.com.br/

RELEASE – LIVRO PROMÍSCUO

O SENTIDO DA PROMISCUIDADE (por Fernando Impagliazzo) 

O que é ser homem? Como lidar com a vulnerabilidade vinda do nosso machismo aprendido por anos? Há uma outra maneira de (re)pensar a sexualidade, o corpo, o sexo? Como é, em 2021, conviver com o vírus hiv? Fernando Impagliazzo, em seu segundo livro de poesia, a ser lançado pela editora Hecatombe/Urutau, o Promíscuo, tenta lançar luz nessas e outras irrespondidas perguntas. O livro integra o projeto MilTons de escrita em resposta aos retrocessos no Ministério da Educação.

Fernando (1990) nasceu no rio de janeiro. é poeta, professor, pesquisador, editor da revista toró e autor de Prova das nove (2014). Mestre e doutorando em literatura brasileira (ufrj), pesquisa a poesia do início do século xx. Integrou a antologia tente entender o que tento dizer: poesia + hiv/aids (bazar do tempo, 2018) com organização de Ramon Nunes Mello. Publicou poemas em revistas eletrônicas como Mallarmargens e Ruído Manifesto. O autor está soropositivo desde 2009, fato que, o fez pensar numa proposta de desconstrução poética da nossa sexualidade masculina e frágil. “Todo o homem usa uma capa imortal que não o protege de nada”. Ser homem, afinal, é a vulnerabilidade de “deixar um vazio entre as pernas”, “de deixar de ser tão homem”. (Variações acerca de ser homem). A partir de um jogo linguístico com a palavra que dá título ao livro, (pro+misceo), o poeta mostra que, nenhum de nós está isento de se sentir vulnerável e estar misturado ao mundo. Como diz o poeta, em um dos seus poemas “todo o homem quer abafar o seu grito histérico” (Histérico). Inconscientemente, o livro fala também da vulnerabilidade e do medo de sair, de caminhar por estas vias incertas, “o medo de passar doença”, “o medo de pegar doença” (Sair). Afinal, é preciso entender que “a carreira de um homem/é sempre do tamanho do solo” (Solo) e que, apesar do machismo, da sorofobia, do coronavírus ainda resistirem, nós precisamos resistir a eles, pela linguagem.

SERVIÇO

Lançamento do livro PROMÍSCUO, de Fernando Impagliazzo

Dia 5 de março, a partir das 20:30 – live pelo instagram @editoraurutau

Danez Smith é a segunda presença confirmada na 18ª Flip

Voz radical da poesia contemporânea norte-americana, Danez Smith é a segunda presença confirmada na 18ª Flip

 

Poeta e performer, Danez Smith é a segunda presença confirmada na 18ª Flip, que acontece de 29 de julho a 2 de agosto, em Paraty. Voz radical da poesia contemporânea norte-americana, com livros debruçados sobre temas como raça, gênero e identidade, Smith se define como uma pessoa não-binária e prefere ser tratado por pronomes no plural  e sem demarcação de gênero, quando possível – como they (eles) em inglês e “elu”, neste release, em lugar de “ele” ou “el@” ou “elx”.

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Em 2017, com Não digam que estamos mortos, a ser publicado em maio no Brasil pela Bazar do Tempo, Smith foi finalista do National Book Award e ganhou o prêmio Forward de poesia, tornando-se o autor mais jovem a ser premiado – o uso de “autore” e “premiade” fica por conta de cada um. Lançado em meio ao movimento Black Lives Matter, o livro fala sobre o racismo e a violência institucionalizada nos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que trata de temas pessoais, como seu diagnóstico de HIV positivo.

 

“A poesia de Smith reflete a intensidade de suas investigações sobre raça, gênero, linguagem”, diz o diretor artístico da Flip, o arquiteto Mauro Munhoz. “É como se a violência e o racismo estruturais que o ameaçam e a seus amigos na representação que faz da realidade ameaçassem também a sua poesia, obrigando-a a encontrar novas formas de sobrevivência.”

 

Para Fernanda Diamant, curadora da Flip, “Danez Smith tem um estilo inédito, um frescor na escrita. Como escreveu um crítico do New York Times, seus poemas produzem “novas vibrações impressionantes” na linguagem mas também na maneira de entender temas como racismo, homofobia, infância, amor, sexo e morte. Smith tem ainda o talento hipnótico ao falar seus poemas trançadamente líricos e políticos.”

 

Danez e sua obra

 

Danez Smith nasceu em St. Paul, no estado de Minnesota, nos Estados Unidos, em uma família devota da Igreja Batista. Apesar da dificuldade de se encaixar na congregação por sua identidade queer, Smith credita aos sermões de domingo seu interesse pela poesia e performance. “A primeira escrita que eu amei foi a dos sermões de domingo”, disse em entrevista recente ao jornal britânico The Guardian. Hoje, Smith é um dos principais nomes entre poetas de vanguarda afro-americanos que tem transitado entre performances em palcos e a publicação de livros.

 

Em 2014, Smith fez sua estreia em livro com [insert] boy, sem tradução no Brasil, e, três anos depois, conquistou atenção de um público maior com o premiado Não digam que estamos mortos. Nessa época, a performance de Smith lendo “dear white America”, um dos poemas em prosa do livro, viralizou na internet, rendendo comparações a “Howl”, clássico poema de Allen Ginsberg (1926-1997) que é uma espécie de condenação dos Estados Unidos dos anos 1950.

 

Smith faz parte do coletivo Dark Noise Collective, que reúne alguns dos nomes de vanguarda da poesia nos Estados Unidos, como Fatimah Asghar, Franny Choi, Nate Marshall, Aaron Samuels e Jamila Woods. Elu também dá aulas em Minnesota e publicou este ano seu terceiro livro, Homie, sem tradução no Brasil, que tem colecionado boas críticas. Na nova publicação, Smith não deixa de tocar em temas sensíveis, como racismo e xenofobia, mas oferece uma coletânea de poesias mais intimista, que orbita ao redor do universo da amizade.

 

Coronavírus

 

A Flip está atenta ao alerta de pandemia do coronavírus declarado pela Organização Mundial da Saúde e aos riscos que a doença oferece. Como é difícil prever a dimensão dos reflexos de sua disseminação pelos próximos quatro meses, seguimos trabalhando na organização da Festa em permanente obediência às orientações das autoridades nacionais e internacionais no assunto. Danez Smith se junta ao nigeriano Chigozie Obioma como os primeiros autores confirmados em sua programação.

 

Flip 2020

 

A 18ª edição da Flip acontece de 29 de julho a 2 de agosto, em Paraty.

 

Quem faz a Flip

 

A Flip tem o patrocínio do Ministério da Cidadania, através de sua Secretaria Especial de

Cultura, e por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, além do Patrocínio Oficial do Itaú

e apoio da Pinheiro Neto Advogados. A edição 2020 continua em fase de captação.

Poeta Maria Rezende comemora 20 anos

A poeta Maria Rezende comemora 20 anos de carreira com o recital ‘Mulher Multidão, a partir de 10 de março, na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema

 

 

O espetáculo feminista reúne poemas autorais e obras de artistas novas e consagradas sobre as forças e fragilidades da mulher contemporânea

 

 

Ao se aprofundar no movimento feminista, a poeta e performer Maria Rezende sentiu a urgência de criar um espetáculo que, com potência e humor, mostrasse as forças e fragilidades da mulher contemporânea. Assim nasceu “Mulher Multidão”, que, depois de ensaios abertos no Rio e em Salvador, estreia, dia 10 de março, na Casa de Cultura Laura Alvim/Espaço Rogério Cardoso, em Ipanema, um espaço da FUNARJ. Temas como amor, autoestima, maternidade, relacionamento abusivo, estupro e a relação com o próprio corpo são levados à cena em poemas autorais dos quatro livros da artista e obras de poetas novas e consagradas.

 

Ao idealizar Mulher Multidão”, Maria Rezende, que tem um trabalho de 20 anos com a poesia falada, se cercou de referências. Além dos movimentos feministas contemporâneos e em notícias de jornal, a poeta se inspirou em  livros como “The Beauty Myth”, de Naomi Wolf; “Mulheres que correm com lobos”, de Clarissa Pinkola Estés; “Os homens explicam tudo para mim”, de Rebecca Solnit; Teoria King Kong”, de Virginie Despentes, e na poesia de Adélia Prado, Elisa Lucinda, Viviane Mosé, Mel Duarte, Marina Colasanti, entre outras artistas.

 

“Quero jogar luz sobre a constante pressão sofrida pelas mulheres, os ideais inatingíveis de beleza, a exigência da perfeição do corpo e da juventude, a inequidade salarial, a transformação do desejo de “poder ser tudo” na obrigação de “ter que ser tudo”, a violência física, sexual, moral, e também nossas potências, a força do sagrado feminino, a escolha ou não pela maternidade e a delicadeza dos afetos”, enumera Maria.

 

O projeto começou a ser idealizado após o encontro com a cantora espanhola Amparo Sanchéz, com quem criou a performance poética musical ‘Hermanas, desdobrada em disco e livro no ano passado. O bem-sucedido resultado do trabalho, cujo fio condutor era a força feminina, motivou Maria a aprofundar seu mergulho artístico no tema.

 

“Depois que a Amparo foi embora, fiquei órfã. Queria continuar a falar sobre as questões feministas e não poderia depender da presença dela porque, afinal, moramos muito longe. Então, resolvi criar um novo espetáculo, com outra seleção de poemas e conversas com a plateia entre as obras”, explica. “Eu descobri, há relativamente pouco tempo, que sou feminista. Eu achava que fosse um assunto resolvido, uma luta já ganha, porque a gente vota, faz sexo antes do casamento, se divorcia. Aí, comecei a ir a atos feministas e me identifiquei completamente. Eu acredito nessas batalhas porque, no final das contas, não chegamos onde queremos e ainda querem tirar direitos nossos. Temos muita luta pela frente!”, conclui.

 

Mulher Multidão” é um verso do poema “Pulso aberto”, escrito por Maria Rezende e dedicado ao uruguaio Eduardo Galeano, em que a poeta diz “Somos as que evitam o desastre / as que inventam a vida as que adiam o fim/ mulher, multidão”.

 

 

Sobre Maria Rezende

 

Maria Rezende é poeta, performer, montadora de cinema e televisão e celebrante de casamento. Publicou os livros “Substantivo Feminino” (2003), “Bendita Palavra” (2008), Carne do Umbigo (2015) e “Hermanas (2019), esse em parceria com Amparo Sánchez. Por sua poesia, recebeu elogios de nomes como Manoel de Barros, Eduardo Galeano e Ferreira Gullar. “É poesia substantiva mesmo. A mulher inteira dentro das palavras. Poesia é fenômeno de linguagem do que de ideias. Isso você sabe. Sendo assim, você é poeta”, elogiou Manoel de Barros sobre seu livro de estreia.

 

Em seus vinte anos de vida literária, se apresentou por todo Brasil e também em Portugal, Espanha e Argentina. Seu trabalho encantou o escritor Marcelino Freire, que diz na orelha de Carne do Umbigo: “Tua poesia, mulher, me faz caminhar. Sem peso, sou depois dela, para a eternidade, um outro sujeito. Minha costela, meu esqueleto. Eu te mando meus ossos por completo. Toda vez que te ouço recitar teus versos. Eu fico bambo, bobo. Fico elétrico.

 

 

 

Ficha técnica:

 

Concepção e idealização: Maria Rezende

Texto: Maria Rezende e poemas de Elisa Lucinda, Viviane Mosé, Mel Duarte, entre outras

Cenário: Larissa Cunha, Raphael Vinagre e Renato Mosci

Produção: Livian Das Valias

Luz: Fernanda Mantovani

Figurino: Estum

Design: David Lima

 

Serviço:

Mulher Multidão – Recital de Maria Rezende

Temporada: 10 de março a 1º de abril

Casa de Cultura Laura Alvim / Espaço Rogério Cardoso: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema

Telefone: (21) 2332-2015

Dias e horários: Terça e quarta, à19h.

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

Lotação: 53 pessoas

Duração: 50 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Funcionamento da bilheteria: de terça a sexta, das 16h às 21h; sábado, das 15h às 21h, e dom e feriados, das 15h às 20h.

Loose Tanos levam irreverência musical à Bienal Internacional do Livro

Nem só de livros será a agitação pelos pavilhões do Riocentro durante a Bienal Internacional do Livro. A banda carioca Loose Tanos se apresenta no sábado, dia 7 de setembro, a partir das 20 horas, no stand da Casa de Literatura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro.


No repertório a banda pretende tocar clássicos que marcaram época com os dos Mamonas Assinas, Los Hermanos, Charlie Brown Jr., além de hits originais da banda que têm feito sucesso na internet.

O clipe da música “Alô Vizin”, por exemplo, já está sendo exibido no programa Setlist do canal BIS. O sucesso começou na internet – o clipe já se aproxima da marca de quase 2 milhões de views desde março, quando foi lançado no canal oficial da banda no Youtube.

Formada por Rodrigo Pica-Pau (vocalista), E.J. (guitarra, solo e violão), Jonas Café (baixo), Dolabella (bateria) e Serginho (guitarra e violão), a banda prepara para breve o lançamento do clipe da música “Bombom”, com participação de atores da TV Globo ainda mantidos sob sigilo, além de uma websérie exclusiva. As novidades e o dia a dia do quinteto são relatados no instagram @loosetanosoficial. Confere lá!

Especialista em Direito Civil e Empresarial lança livro sobre proteção jurídica patrimonial 
 
O autor, Leandro Luzone, é fundador de um escritório de advocacia com unidades no Rio de Janeiro e Macaé, além de Porto e Lisboa, em Portugal. 

“Patrimônio: Defenda o seu e o de sua família” é o título do livro que será lançado na próxima quinta-feira (29) pelo advogado Leandro Luzone. A obra reúne as principais estratégias de proteção jurídica ao patrimônio criadas observando na prática esse tipo de ferramenta jurídica atuando nos mais variados perfis de clientes da Luzone Advogados, escritório de advocacia com unidades em Macaé, no Rio de Janeiro, além de Porto e Lisboa, em Portugal.

O autor busca na obra, lançada pela Dictatus Editora, esclarecer em uma linguagem clara e acessível a importância de usar as ferramentas que estão disponíveis na legislação para trazer mais tranquilidade em relação a manutenção de bens e recursos tanto como pessoa física quanto jurídica.

“As estratégias de proteção servem, quando usadas como prevenção, para resguardar o cliente de futuras crises financeiras, defender o patrimônio contra credores, dívidas e outras situações, porém dentro da legalidade. As pessoas vêm até nós quando a situação já aconteceu e procurando apagar os incêndios, mas as melhores ações são as preventivas, que são abordadas no livro”, explica Leandro Luzone.
O livro reúne o conhecimento que empresários e pessoas de todos os tipos precisam possuir para entender quais são as melhores estratégias de proteção jurídica, de acordo com a condição particular de cada indivíduo. Entre as táticas abordadas na obra estão a criação de empresas holdings, que são uma camada extra de segurança para os sócios, e estão cada vez mais populares no meio empresarial devido os benefícios que trazem, principalmente os tributários.
O público alvo de “Patrimônio: Defenda o seu e o de sua família” é extenso e engloba empresários de vários setores, com empresas dos mais variados portes, além de pessoas que desejam investir ou guardar valores.

“Essa obra é um é uma introdução ao assunto para que as pessoas possam conhecer os benefícios das estratégias de proteção jurídica patrimonial e, assim, se resguardar”, apresenta o autor, Leandro Luzone.

Sobre o autor
Leandro Luzone é advogado, especialista em Direito Civil e Empresarial, e Direito Internacional. Também é sócio fundador da Luzone Advogados, escritório de advocacia empresarial, e da Luzone Capital, empresa de intermediação de negócios e assessoria em Fusões e Aquisições.
Luzone é ainda colaborador do Banco Mundial na área do direito societário e de investimentos no Brasil, orientando o banco na elaboração do famoso relatório Doing Business, que mede a regulamentação do ambiente de negócios em vários países do mundo.

Ele também é secretário da International Association of Drilling Contractors (IADC) – Brazil Chapter, uma associação das empresas que trabalham no setor de serviços para indústria de exploração e produção, especialmente na parte de perfuração de poços.

Além de exercer a advocacia há quase quinze anos, é palestrante, consultor jurídico e conferencista, autor de livros com a “Revista Síntese – Direito de Família”, publicado pela Editora Sage, além de ter contribuído com artigos sobre bens de estrangeiros no Brasil e no exterior.
Sistema Estadual de Bibliotecas Escolares pode ser instituído no Rio
Foto: Octacílio Barbosa | Texto: Comunicação Social
Instituir o Sistema Estadual de Bibliotecas Escolares (Sebe-RJ), promovendo a integração entre as diversas bibliotecas da rede pública de ensino. É o que propõe o projeto de lei 597/15, dos deputados Flávio Serafini (PSol) e Waldeck Carneiro (PT), que foi aprovado em redação final pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) nesta quinta-feira (22/08). O texto será encaminhado ao governador Wilson Witzel, que terá até 15 dias úteis para decidir pela sanção ou veto da medida.

De acordo com a proposta, o sistema será organizado em quatro partes: as Unidades Prestadoras de Serviço, que se instalarão em cada biblioteca dos colégios públicos estaduais; as Unidades Descentralizadoras de Execução, que serão compostas por um determinado número de escolas em uma região específica, com o objetivo de supervisionar o trabalho exercido e promover a racionalização das atividades; a Unidade Central de Execução, responsável por determinar, com a participação de professores, alunos e responsáveis, quais serão os acervos que deverão compor as bibliotecas, além de promover a integração entre as diferentes unidades, sempre que possível incluindo a Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec); e o Órgão Central, que deverá garantir recursos para aquisição de acervo e equipamentos, bem como a implementação e expansão de bibliotecas escolares.

“A existência da biblioteca escolar infere positivamente na qualidade do processo de ensino-aprendizagem e no domínio dos códigos para a aquisição de habilidades e competências dos estudantes. A existência da biblioteca na escola, de fato, torna-se indispensável para a formação do indivíduo”, afirmam os autores na justificativa do projeto.

O Poder Executivo regulamentará a norma através de decreto e o custeio do sistema deverá estar previsto na Lei Orçamentária Anual a partir do exercício financeiro de 2020. O sistema deverá ser implementado observando a Lei 8.246/18, que criou o Plano Estadual de Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca.