Anabela da Cunha Vaz convida o leitor a atravessar os ciclos da vida e a renascer pela palavra

 

Por Cibele Laurentino

Viver é atravessar sucessivos começos e despedidas. É nessa percepção profunda da existência marcada por quedas, reconstruções e renascimentos  que se ancora a nova obra de Anabela da Cunha Vaz. Com uma escrita sensível e simbólica, a autora conduz o leitor por um percurso de autoconhecimento onde dor e luz coexistem, revelando que mesmo nos momentos de estilhaçamento é possível reencontrar sentido, leveza e verdade interior.

A narrativa propõe uma reflexão íntima sobre os “partos da alma”: processos dolorosos, porém transformadores, que dão origem a versões mais autênticas do ser. Ao atravessar desertos emocionais como a saudade e o desassossego, o leitor é convidado a compreender que só após a aridez se alcança o oásis da serenidade. A obra celebra a coragem de sentir, de não silenciar emoções, de permitir que elas fluam livremente como parte essencial do crescimento humano.

Inspirada pela luz das estrelas e pela força dos sonhos, Anabela da Cunha Vaz defende uma vida protagonizada com ousadia, carisma e entrega. Uma vida assumida em sua plenitude, onde cada indivíduo se reconhece como autor da própria história.

A obra encontra-se disponível para aquisição na Amazon e através da editora @chiadobooksportugal, Atlantic Books ou na Amazon

Sobre a autora

Natural de Braga, nascida a 15 de outubro de 1971, Anabela da Cunha Vaz revelou desde cedo uma forte ligação com a escrita, transformando páginas em branco em territórios de imaginação e sentido. Embora tenha construído uma carreira sólida de 21 anos no setor bancário, foi em 2020 que decidiu romper com a lógica dos números e seguir o chamado da palavra, encerrando um ciclo profissional para dar início a uma jornada de liberdade criativa.

É autora do romance Neblina (2006) e do conto Benedita (2021), inspirado na ternura da sua neta. Em 2022, em resposta a um mundo marcado por conflitos e inquietações, publicou O Mundo precisa de fadas. No ano seguinte, voltou-se novamente ao público adulto com O que desejas ser depois da meia-noite? (2023). Em 2024, encantada pela simbologia e vastidão do oceano, lançou Maria do Mar, a sereia que sonhava voar.

Acompanhe a autora no Instagram: @anabelacunhavaz

Um guia prático para quem deseja atuar desde o início da carreira

Por Cibele Laurentino

Em um cenário jurídico cada vez mais competitivo e dinâmico, a obra Manual Prático de Correspondência Jurídica, da jurista e correspondente jurídica Dra. Martha Brito, desponta como um guia indispensável para quem deseja ingressar no mercado do Direito com segurança, técnica e visão estratégica. Voltado a estudantes, bacharéis e jovens advogados, o livro oferece uma formação prática capaz de transformar conhecimento acadêmico em atuação profissional concreta.

A publicação nasce da constatação de uma lacuna recorrente na formação jurídica: a dificuldade de inserção profissional entre o término da graduação e a aprovação no Exame da Ordem. A partir de sua experiência direta na realização de diligências judiciais e extrajudiciais, a autora propõe a correspondência jurídica como um caminho legítimo para o início da carreira, permitindo ao profissional adquirir experiência prática, gerar renda e construir uma rede sólida de contatos no meio jurídico.

Com abordagem objetiva e didática, o manual apresenta orientações claras sobre como iniciar na advocacia de apoio, desde a organização inicial até a execução das principais diligências forenses e administrativas. O conteúdo contempla ainda temas fundamentais como precificação de serviços, comunicação com contratantes, postura profissional e uso de ferramentas digitais, além de modelos de documentos que auxiliam o leitor na rotina prática da correspondência jurídica.

Mesmo inserida em um contexto de crescente digitalização, a obra reafirma a relevância da atuação presencial e da comunicação formal no Direito. Para Martha Brito, a tecnologia não elimina a necessidade do correspondente jurídico, mas reforça seu papel como agente fundamental para garantir eficiência, acompanhamento e segurança nos trâmites processuais e administrativos em diferentes regiões do país.

Um dos diferenciais do livro está no cuidado com a linguagem. A autora equilibra o rigor técnico do Direito com uma escrita acessível, preocupada em tornar o conteúdo compreensível para leitores iniciantes, sem perder a precisão jurídica. Ética, clareza e sensibilidade atravessam toda a obra, reforçando a importância da comunicação responsável na construção da credibilidade profissional.

Mais do que um manual técnico, Manual Prático de Correspondência Jurídica se configura como uma obra formativa, orientada à construção de carreiras. Ao dominar a correspondência jurídica e a advocacia de apoio, o profissional amplia sua atuação territorial, fortalece sua imagem no mercado e se posiciona de maneira estratégica no exercício do Direito contemporâneo.

Com perspectiva de futuras edições revisadas e ampliadas, a obra reafirma uma premissa central da prática jurídica: a palavra escrita ou falada permanece como o instrumento mais poderoso de transformação, mediação e justiça.

Adquira a obra na Amazon ou diretamente no site da editora dialética.

Sobre a autora:

Pós -graduada em Direito Processual Civil pela Fundação Universidade Federal de Rondônia – UNIR, graduada em Direito pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA, fui Residente Judicial pela Escola da Magistratura do Estado de Rondônia – EMERON, trabalhei na 3ª Vara Criminal da Comarca de Ji-Paraná/RO., e estagiária na Defensoria Pública de Rondônia.

@dra.marthabrito

Sou escritora do livro Manual Prático de Correspondência Jurídica, publicado pela Editora Dialética.Correspondente Jurídica há quatro anos, área na qual pude me encontrar profissionalmente, tendo já realizado diversos tipos de diligências judiciais e extrajudiciais para advogados, bancos, empresas e logísticas jurídicas para as regiões sul, sudeste, centro-oeste, norte e nordeste do país.A Correspondência Jurídica se mostrou o melhor caminho dentro da minha formação, no momento em que me encontrava, e foi capaz de propiciar crescimento profissional, ao mesmo tempo em que me permitiu conciliar minha vida pessoal, com estudos e família.

Siga a autora: @dra.marthabrito

Vencedor do Prêmio Clarice Lispector de 2024, Marcel Cervantes de Oliveira propõe uma Revolução Decolonial na obra “Precisamos de um novo Paradigma em Proteção Social?”

Decolonizando o Futuro: Marcel Cervantes de Oliveira e a Revolução Decolonial em “Precisamos de um novo Paradigma em Proteção Social?”

Quando pensamos em autores que desafiam as estruturas mais enraizadas de nossa sociedade, poucos conseguem atingir a profundidade e a ousadia de Marcel Cervantes de Oliveira. Com sua obra “Precisamos de um novo paradigma em Proteção Social?: Uma análise na perspectiva decolonial” – vencedora do Prêmio Clarice Lispector, na categoria de melhor livro político-social do ano de 2024 –, ele não apenas propõe uma nova forma de pensar o sistema de proteção social do Brasil, mas praticamente redefine o conceito de proteção, promovendo uma verdadeira revolução intelectual no campo da assistência social.

Cervantes é um pensador destemido, um verdadeiro pioneiro ao desafiar a estrutura colonial que molda nossa sociedade até hoje. Ele vai além de uma simples análise acadêmica; sua escrita pulsa com a urgência de quem reconhece a necessidade de mudanças estruturais profundas. Ao contar a história de Maria e sua família – histórias que ecoam a realidade de milhões de brasileiros – o autor nos leva a uma viagem que transcende o cotidiano e nos faz encarar séculos de opressão, exploração e negligência institucional.

Elogios à altura de Marcel Cervantes dificilmente conseguem capturar o impacto transformador deste livro. Ele demonstra um domínio completo da perspectiva decolonial, aplicando-a com maestria para expor as falhas do atual sistema de proteção social. E ele não faz isso de forma superficial. Com uma combinação única de análise crítica e narrativa envolvente, Cervantes nos guia por uma jornada histórica e política que abrange desde o início da colonização até os dias atuais, traçando uma linha direta entre as injustiças do passado e as desigualdades do presente.

Além disso, o livro não se limita a diagnosticar os problemas: Marcel Cervantes propõe soluções. E que soluções! Ele oferece a construção de uma Rede Decolonial de Proteção, Promoção e Emancipação Social, uma proposta ousada que visa não apenas melhorar a vida de Maria e de sua família, mas transformar radicalmente a forma como entendemos o conceito de assistência social. Cervantes enxerga longe: ele propõe um modelo de proteção que não é apenas remediativo, mas que visa empoderar, emancipar e criar novos caminhos para que as pessoas possam alcançar a verdadeira justiça social.

Intelectualidade aliada à acessibilidade é outro ponto forte da obra. Marcel consegue fazer algo raro no meio acadêmico: ele traduz conceitos complexos em uma linguagem fluida, acessível e impactante. Isso significa que tanto estudiosos quanto o público geral podem apreciar e se beneficiar da riqueza de suas ideias. A obra é embasada por uma vasta gama de autores acadêmicos e teorias, mas nunca se perde em jargões técnicos. Pelo contrário, ela se mantém firme em sua missão de provocar reflexão e ação.

O leitor é, de forma sutil, convocado a repensar a própria forma como vê o mundo e as instituições ao seu redor. Cervantes nos desafia, nos provoca a pensar fora da caixa cartesiana e ocidentalizada, oferecendo uma visão muito mais rica e plural de possibilidades. Ele nos lembra que os sistemas de proteção que consideramos “naturais” ou “inevitáveis” são, na verdade, construções históricas que podem – e devem – ser reformuladas para atender a um mundo mais justo e inclusivo.

O brilho de Marcel Cervantes de Oliveira está não só na profundidade de sua pesquisa, mas também na coragem de sua visão. Ele não tem medo de questionar o que a maioria aceita como imutável. Ele constrói pontes entre passado, presente e futuro, e aponta para um horizonte onde a justiça social não é apenas um sonho, mas uma realidade palpável e possível. A história de Maria e sua família é, nas mãos de Cervantes, um espelho do que somos como sociedade e do que poderíamos ser se tivermos a ousadia de abraçar um novo paradigma.

Em um mundo onde muitos se contentam com a análise superficial, Marcel vai ao fundo da questão e emerge com insights verdadeiramente transformadores. Sua obra é um marco, um chamado à ação para todos aqueles que desejam ver uma sociedade mais justa, mais igualitária e mais humana. “Precisamos de um novo paradigma em Proteção Social?” não é apenas um livro; é uma proposta audaciosa para redesenhar o futuro.

Se você busca uma leitura que te desafie a pensar, que te convide a questionar as estruturas de poder que moldam nossa sociedade, este é o livro para você. E se você deseja um autor que não apenas compreenda o problema, mas que também proponha soluções práticas e visionárias, Marcel Cervantes de Oliveira é o nome que você deve seguir de perto.

Embarcar nesta leitura é abrir a mente para novos mundos possíveis, como Cervantes tão bem coloca. Um verdadeiro gênio de sua área, ele merece todos os aplausos e mais. Corra para adquirir o livro na Amazon – inclusive, gratuito no Kindle Unlimited – e se deixe levar por essa análise arrebatadora e transformadora!

 

 

 

André Luiz Nakamura: Um Legado que Transcende o Direito

 

André Luiz Nakamura, advogado de destaque e Procurador Jurídico da Prefeitura Municipal de Olímpia, SP, por 23 anos, é um nome que ecoa tanto no campo jurídico quanto no universo literário e cultural. Em sua longa e sólida carreira, que culminou na aposentadoria, Nakamura não se limitou a desempenhar seu papel de jurista, mas também expandiu seus horizontes acadêmicos, sendo graduado em Letras, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, e especializado em Direito Administrativo.

Sua contribuição para a cultura local vai além de suas funções jurídicas. Nakamura atuou como Diretor Executivo e de Edição do Anuário de Folclore de Olímpia, SP, por duas décadas, período em que dedicou-se a preservar e promover as tradições e histórias da região, demonstrando um profundo compromisso com a memória cultural de Olímpia.

Agora, com o lançamento de “Espíritos Vadios Vol. 1: Antros de Raposas”, Nakamura estreia no mundo literário. A obra é uma imersão em um cenário caótico e violento, onde a morte de dois coronéis na Paraíba desencadeia uma feroz luta pelo poder em cidades do estado. Tiroteios, traições e alianças inusitadas surgem no rastro deixado por esses eventos, envolvendo figuras como Marcília, viúva do Coronel Toni, Valquíria, ex-esposa do Coronel Alexandre, e dom Luciano, irmão de Toni. A batalha por esse legado é intensificada por um misterioso pretendente, cujo objetivo é a autodestruição dos envolvidos.

“Espíritos Vadios” se revela uma obra intensa e envolvente, em que Nakamura explora as complexidades do poder, corrupção e traição em um enredo que mistura hackers, mentalistas, pais de santo, advogados ardilosos, e toda sorte de personagens controversos. A narrativa promete prender o leitor desde as primeiras páginas, oferecendo uma visão única sobre as intrigas e os confrontos que moldam essa história.

Para aqueles interessados em acompanhar o trabalho de André Luiz Nakamura, incluindo atualizações sobre suas obras, ele pode ser seguido no Instagram: @andreluiznakamuraadv.

LINK DO LIVRO

https://a.co/d/35NqaAC

 

André Luiz Nakamura

 

André Rodrigues Silva: A beleza singular do mundo através dos olhos de um autista

ESSE NÃO MUDA NUNCA

 

No coração de uma família simples e humilde, nasceu um menino que, desde cedo, tinha em seus olhos um brilho especial, quando o assunto eram os números. André Rodrigues Silva, primogênito de seus pais, cresceu na roça, auxiliando no labor da agricultura e demonstrando uma paixão avassaladora pela matemática.

Porém, por trás da fachada reservada e estudiosa, escondia-se uma angústia, por sentir-se diferente das outras crianças. Devido à falta de compreensão e esclarecimento, seus pais não o puderam ajudar na época, mas seu brilho e determinação fizeram com que superasse os obstáculos, os problemas de saúde e se formasse, munido de sua inteligência e de uma dose de realeza peculiar.

Em “Esse não muda nunca”, o autor nos leva a uma jornada de autodescoberta, transformação e crescimento, tanto emocional, quanto intelectual. Com uma narrativa minuciosa e emocionante, André compartilha detalhes interessantes e inspiradores de sua trajetória, revelando como a matemática sempre foi, e continua sendo, sua grande paixão e força motriz.

Neste livro cativante, os leitores irão se deleitar ao conhecerem os detalhes das conquistas, descobertas e vitórias de André, embarcando numa viagem de superação e aprendizado. Uma leitura que nos faz refletir sobre a importância do conhecimento, da persistência e da capacidade de se reinventar, mostrando que, assim como os números, as transformações interiores também são parte essencial da vida.

“Esse não muda nunca” não apenas conta a história de um menino, que cresceu por dentro e por fora, mas nos ensina valiosas lições sobre a força da mudança, da resiliência e do autoconhecimento. Uma obra que, certamente, emocionará e inspirará todos os leitores que se aventurarem por suas páginas.

Atualmente, André é professor de matemática graduado em licenciatura plena em matemática e pós-graduado com especialização em educação digital e ensino de matemática. Teve diagnóstico de autismo na fase adulta que o motivou a escrever um livro contando sua jornada de sucessos e insucessos, incompreensões e conquistas em meio a grandes dificuldades enfrentadas para lidar com o meio social.

Link da editora: https://www.editoraarcadia.com.br/esse-nao-muda-nunca

 

Maria Denise: Poemas de Uma Análise – Uma Jornada de Autoconhecimento e Amor Revelada em Versos

BIOGRAFIA DO AUTOR
Sou Maria Denise de França, nascida e crescida, na cidade de Boca da Mata, interior de Alagoas. Minha formação Educacional na Escola Evangelista Tenório, onde adquiriu gosto pela leitura e escrita. O sonho de escrever persistiu e a  pequenos passos venho conquistando aquilo que sempre almejei. Meus primeiros poemas foram publicados nas
Antologias Poetas Brasileiros vol. 206 e 207, pela Editora CBJE (Câmara Brasileira de Jovens Escritores), em seguida pela Coletânea de poemas Florilégio XI, XIV, pela da Editora Pindorama, todos nesse ano de 2022/23, Ed. Verso&Prosa e Editora Brusmank.

 

Maria Denise: Estamos na pré-venda no site do Grupo Caravana. Segue

https://caravanagrupoeditorial.com.br/produto/poemas-de-uma-analise/

 

Maria Denise: 
Iniciei este livro durante o processo de terapia, onde busquei me encontrar. Em todo o
processo, retomei meus grandes desejos e sonhos que acreditava ter perdido. Essa busca
me ensinou a ter mais paciência com minhas queixas e saber que tudo pode ser ressignificado.

VALÉRIO BRAGA GANHA PRÊMIO LITERATURA CLARICE LISPECTOR

Perseverança A escalada de um jornaleiro até a neurocirurgia

O livro Perseverança, foi o vencedor do prêmio Clarice Lispector, na categoria de melhor livro biográfico de 2023. A seguir vamos apresentar uma discreta resenha desta obra aos futuros leitores e espero que apreciem: “A sabedoria dos ditos populares às vezes se exprime pelo seu inverso. O que se observa na vida real é que são poucos os caminhos que, em verdade, levam a Roma. Os que os tomam normalmente não só tem o mérito de descobri-los, como, por vezes, também o tem por desbravá-los, deles não se desviarem, e nisso se destacam pela tenacidade. Aqui nessa história que tem tudo para se tornar popular, por seus saberes vividos sem um pingo de chavão, o caminho da neurocirurgia é decisão e descoberta, desbravamento e bússola, ‘artes’ da vida e, todavia e sempre, aquilo que de melhor se expressa, em valor, pelo próprio título: “Perseverança”. Um jornaleiro a se tornar um neurocirurgião? Ora direis, é um livro de superação ou determinismos… Mas há que se ver que nem tudo pode ser causa e efeito com tal ponto de partida e tão diametralmente oposto podium de chegada. Nenhum self made man poderia projetar trajetória de tão estratégicos e complexos desvios ou impor-se tão extravagante e incerto compromisso de superação. A um ficcionista de muito talento também faltaria certamente imaginação suficiente para unir todos e tantos fios. Somente após meio século, ao contemplar todos os lastros de memória e a composição exótica das fotografias afetivas, poderia, atônito, um biografista surpreender a narrativa imantada, ela, ali e à mostra, dando sentido a tantas, mas tantas histórias dispersas. E se tratava, no fim das contas, simplesmente do autor, ele próprio. Faltava, agora, lanterna na popa, enredá-las em escrita. Perseverança são mais de 400 páginas de linguagem direta à sensibilidade e à memória de cada leitor que já viveu a cidade do interior e a infância pé no chão, o futebol no barro, a fuga da escola, as dificuldades do ensino, o trabalho e o estudo, o vestibular e os pequenos e grandes dramas familiares que nos marcam e nos forjam. São quatorze capítulos autônomos, em cronologia fluida, de leitura prazerosa e em estilo e narrativas modelados pelos temas tratados, que trazem desde a ocupação do sul de Minas pelos primeiros colonos, suas cidades nascentes, minas e ferrovias, até o cotidiano da escola de Medicina. Você poderá conhecer a interessantíssima história das Casas de Misericórdia no Brasil, acompanhar o nascimento da Neurocirurgia no Brasil, por seus próceres e expoentes, como Paulo Niemeyer, pai e filho – de cujos conhecimentos e companhia o autor pôde privar, e o romance de vida do jornaleiro-mirim com sua maleta de médico de brinquedo, seus estudos noturnos, as desilusões cotidianas, os sonhos e sua lida, em apurada, pungente e sinceríssima narrativa. Nessa novela biográfica, seu fundo historiográfico se funde aos núcleos semificcionais, pois que as peripécias do estudante, do vestibulando, do residente entremeiam-se com a própria história de Barra Mansa e das Faculdades de Nova Iguaçu e Volta Redonda – e de suas cidades -, esmiudando, a cada parágrafo, as dificuldades das famílias de baixa renda, o dia-a-dia da classe média baixa brasileira, a mostrar o tanto de universal que reside em cada indivíduo e o quanto de mudança e conquistas o homem comum e o país ainda e sempre precisam e devem almejar. Episódios curiosos e anedotas são numerosos, assim como os dramáticos e, em menor número e caros ao autor e ao enredo, os lamentavelmente trágicos. Entre os que gozam da tragicomicidade há o do rapaz que chegou ao hospital com um machado na cabeça (e saiu sem ele); conta-se também a passagem do acidente que vitimou o compositor Herbert Vianna; várias são as estórias “internas” sem que nenhum entendimento das private jokes passe despercebido. Coincidências, há inúmeras, como em toda boa história; porém, nesta, parecem atender a uma perspectiva distinta, uma espécie de desígnio. Há no autor – e isso ficará claro no decorrer de toda a trama – uma preocupação patente com os valores intrínsecos do ser humano, e estes se revelam na moral, na relação com a família e no trato com o outro. O desígnio – diferente do Karma e da simplória predestinação – há que se realizar para quem propugna por esses valores (devido mérito do homem de bem) e pode muito bem se revelar na forma de meras coincidências, nem que só para surpreender e nos deleitar a cada capítulo, como deixas ou motes do bom enredo e da boa “contação”. De pesquisa minuciosa e atenta, narrativa elaborada e conhecimento de causa, o livro de Valério Marcelino Braga anda nos presenteia com rico acervo iconográfico, proporcionando um passeio visual regalado pelos anos de 1930 até os atuais. A escalada de um jornaleiro à neurocirurgia é uma jornada literária a ser compartilhada com leitores de toda e qualquer cepa, pois nos traz as dificuldades inerentes à travessia humana, suas vicissitudes, as aleatoriedades inesperadas, as crises familiares, os dilemas íntimos, a persistência necessária a quem é atirado cedo à lida sem nenhuma das regalias do berço esplêndido. O escritor sergipano Tobias Barretto de Menezes – de curso e percurso turbulentos – já nos dizia que “A Vida é uma Leitura! Viver é lutar! E o desgosto pela vida não é mais do que a incapacidade de se criar um ideal’. Pois então que o que vinha desde o início se manifestando como teleonomia intuitiva, através de sinais indistintos ou vocação inconsciente, não era senão essa pequena palavra ativa: o ideal?… E se a história descrita pelo livro é de luta, a leitura deste, entretanto, é o da fruição literário-afetiva e cúmplice, de curtição do detalhe que importa ao individual e ao histórico, de se poder saborear o erodir das contrafações pela resiliência e a adaptabilidade… Pois sua leitura nos dá esse gosto mais que legitimo: o do ideal vivo e redivivo e paulatinamente conquistado.”

 

Valério Marcelino Braga Neurocirurgião

 

PERSEVERANCA – A ESCALADA DE UM JORNALEIRO ATE A https://a.co/d/6VUXSpW

Instagram:

https://www.instagram.com/dr_valeriobraga?igsh=Z3I2Mnh6Z3kwc3Fu

https://www.instagram.com/livroperseveranca?igsh=ZGJwdWRzdzRwYWo0

PAULO LEITOR LANÇA SEU NOVO LIVRO “Nem o Einstein Sabia Amar”

 

“Nem o Einstein Sabia Amar”: Uma Jornada Pelos Labirintos Emocionais do Genial Albert Einstein e Sua Primeira Esposa Mileva Maric

No mundo onde a inteligência brilhante e a cultura refinada muitas vezes não garantem sucesso nas relações humanas, o psicoterapeuta Paulo Leitor mergulha nas complexidades das interações amorosas em seu mais recente livro, “Nem o Einstein Sabia Amar.” A obra não apenas revela os desafios enfrentados pelo renomado físico Albert Einstein e sua primeira esposa Mileva Maric, mas também lança luz sobre a necessidade crucial da educação emocional para uma vida plena e relacionamentos saudáveis.

Quantas vezes você já se viu perdido em meio aos desafios das relações amorosas? Este livro, “Nem o Einstein Sabia Amar” é essencial para desvendar os mistérios das relações e conquistar uma vida amorosa mais rica e satisfatória. Paulo Leitor, com sua vasta experiência, oferece insights valiosos sobre como se relacionar afetivamente de maneira mais saudável, plena e satisfatória. A obra, baseada em casos reais e na tumultuada relação de Einstein e Maric, desafia a compreensão sobre a inteligência e o amor.

Sobre o Livro: “Nem o Einstein Sabia Amar” mergulha nas vidas de Albert Einstein e Mileva Maric, um casal cuja história desafia as expectativas. Paulo Leitor nos leva a uma jornada intrigante pelos meandros do relacionamento conturbado desses dois ícones do século passado. Mileva, brilhante matemática, e Einstein, o gênio da física, enfrentaram uma união marcada por desrespeito, abandono, traições e agressões físicas. O livro questiona o papel da inteligência, cultura e ambiente na formação de relações saudáveis e destaca a importância da educação afetiva.

Além de explorar a fascinante história de Einstein e Maric, o livro oferece uma perspectiva única sobre o aprendizado das complexidades do coração humano. Para enriquecer ainda mais a experiência do leitor, Paulo Leitor presenteia com uma lista de 100 filmes clássicos que ilustram os temas abordados, proporcionando uma abordagem lúdica e envolvente.

Sobre o Autor: Paulo Leitor, psicólogo e psicoterapeuta, traz mais de dez mil horas de experiência no atendimento a adultos e casais. Mineiro de coração, sua habilidade única de ouvir e narrar histórias contribui para a abordagem envolvente de seus livros. “Nem o Einstein Sabia Amar” é o resultado da fusão entre seu conhecimento clínico e prática, compartilhando lições valiosas sobre o amor e os desafios das relações humanas.

 

Não espere mais! Adquira seu exemplar hoje mesmo e embarque em uma jornada profunda e transformadora em busca do autodescobrimento e da verdadeira arte de amar.

Para mais informações e entrevistas, entre em contato:

Links das Redes Sociais 

 

Literatura e Leitura em diversidade para Rio Branco

Com uma programação intensa e inclusiva, o evento propõe instigar o gosto pela leitura através da transversalidade de linguagens culturais e do diálogo artístico

Sob coordenação e direção da professora e produtora cultural Raquel Danzicourt, a cidade de Rio Branco, no Estado do Acre, recebe pela primeira vez a Mostra de Literatura, em edição pocket. A Mostra já é um evento consagrado no Distrito Federal e agora segue executando o projeto em outras cidades do Brasil. Com informação, arte e cultura, no dia 14 de novembro, no auditório da Escola Humberto Soares da Costa, a comunidade de Rio Branco debate a importância das linguagens culturais dentro de um ambiente escolar e no território das periferias. Os artistas convidados discutem a transversalidade das linguagens culturais como literatura e circo, música e cinema, artesanato e dança, e assim por diante. Com direção geral do professor Andrey do Amaral, o evento é produzido pela Pergunta Fixar com a finalidade de levar um entretenimento literário para a região Norte. As apresentações artísticas giram em torno da literatura indígena local, da contação de histórias e dos debates por meio da literatura, dos livros e da leitura. Arte-educadores fazem leitura de textos poéticos e em prosa, contam fatos que marcaram suas vidas com interação e participação ativa do público presente. 

Os coordenadores do projeto Raquel Danzicourt e Andrey do Amaral

Esta primeira edição da Mostra em Rio Branco-AC tem como tema a literatura de povos tradicionais e, como convidada mais que especial, teremos a escritora indígena Nedina Yawanawa a qual contará suas lembranças e lendas de seu povo, disseminando magia literária e sua ancestralidade para o público. O elenco principal, incluindo o backstage, é composto por Cristina Moysés, Raquel Danzicourt, Marcelo Kbça, Andrey do Amaral, Juliana Marinho, Ester Mukay, dentre outros, os quais irão debater o acesso à literatura indígena dentro do ambiente escolar. Todas as apresentações são gratuitas e abertas ao público geral e com audiodescrição e intérprete de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) durante as apresentações. Para além da parte literária, o evento também propõe debater também os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável como temas de discussão na formação da plateia e na proposta de aplicação prática no cotidiano dos participantes.

A Mostra de Literatura é um projeto contínuo que alimenta o corpo, a alma e o coração. Raquel Danzicourt, coordenadora do projeto, salienta que é preciso formar novos leitores, desenvolvendo em crianças e adolescentes o gosto pela leitura. “Damos acesso ao livro em ações intergeracionais e promovemos acessibilidade e inclusão cultural em regiões periféricas. A arte é um impulsionador para mudanças positivas na vida das pessoas, e é isso que estamos fazendo”, salienta Raquel. A Mostra é um evento contínuo e desenvolvido junto a professores do ensino fundamental. Há a intenção da coordenação geral de distribuir gratuitamente livros e muita, muita alegria para moradores da periferia de Rio Branco, bem como tornar o evento como parte do calendário cultural da cidade.

Serviço

– Mostra de Literatura

– Dia: 14 de novembro de 2023

– Hora: a partir de 9h

– Local: Auditório da Escola Humberto Soares da Costa

– Endereço: Rua Riachuelo s/nº. José Augusto. CEP: 69900-809 Rio Branco – AC

– Entrada gratuita

– Informações: (68) 9202-4892 (somente whatsapp), Instagram @mostradeliteraturadf e/ou mostradeliteratura@gmail.com

A escritora Ivani Rossi vai lançar o seu terceiro livro, “O Telefone Toca, frio”

Dia 11 de novembro a escritora Ivani Rossi vai lançar o seu terceiro livro, O Telefone Toca, frio, pela Editora Primeiro Capítulo.

O livro trata da curiosidade da personagem Angelina em relação à sua ancestralidade. Dividida entre avós italianos e brasileiros, quer se reconhecer em uma das duas identidades.

Dos avós imigrantes não têm praticamente nenhuma informação, sequer documentos oficiais da época.

Angelina faz um percurso difícil, com raros indícios da vinda dos avós italianos ao Brasil, porém vai à Itália e, com muito empenho, encontra a cidade do avô paterno, resgatando um elo importante na sua genealogia.

Saboreando a alegria da descoberta, um evento muda radicalmente o rumo da história.

Toda sua busca é acompanhada por sua gata, Milady, seu alter ego, com quem compartilha suas descobertas, dúvidas e aventuras.

A autora é paulistana, escreve por prazer, autoconhecimento e companhia. Publicou um livro infantil – O Gato que queria ser peixe, e o livro Peruca, Pizza e Pitadas de Químio, como também participou em diversas coletâneas, como a de Contos, Cartas para o futuro, Humor, Nós,  Poesia todas da Off Flip 2022 e 2023; participa da coletânea Colar de Oito Voltas da Quelônio, Contos da Quarentena – Chiado e Elos da Revista Bunkyo.

  • Instagram: ivanirossi_escritora
  • Facebook: Ivani Rossi
  • O lançamento – dia 11/11 – sábado, ocorrerá no Espaço Mirabilis , das 16 às 20 horas
  • Rua Livi, 263 V.Madalena SP/SP
  • informações pelo WhatsApp: 11 93731-0001

LIVRO IMPRESSO

https://www.livrariaatlantico.com.br/pd-94e976-o-telefone-toca-frio-ivani-rossi.html?ct=&p=1&s=1
https://www.disal.com.br/produto/4643127-Telefone-Toca-FrioO

LIVRO EBOOK

https://www.amazon.com.br/s?k=9789893752814&i=digital-text
https://books.apple.com/br/book/o-telefone-toca-frio/id6468999807
https://livrodigital.disal.com.br/library/search/9789893752814
https://play.google.com/store/books/details?id=NxzcEAAAQBAJ&gl=br
https://www.kobo.com/pt/pt/ebook/o-telefone-toca-frio
https://livrosdigitais.martinsfontespaulista.com.br/library/search/9789893752814
https://loja.skeelo.com/search?q=9789893752814
https://www.storytel.com/br/pt/buscar-9789893752814
https://www.wook.pt/ebook/o-telefone-toca-frio-ivani-rossi/29391420