O escritor Kalaf Epalanga é a terceira presença confirmada na Flip 2019

Kalaf Epalanga participa da Flip 2019

O escritor Kalaf Epalanga é a terceira presença confirmada na Flip 2019, que acontece de 10 a 14 de julho, em Paraty. O angolano de 40 anos, que vive entre Lisboa e Berlim, é conhecido como “Poeta-cantor” pela mídia portuguesa e integra a banda Buraka Som Sistema – atualmente em hiato –, responsável por fazer as sonoridades africanas do kuduro e da kizomba ecoarem pelo mundo. São as histórias desses ritmos que conduzem a narrativa de seu terceiro livro, Também os brancos sabem dançar, o único publicado no Brasil (em maio de 2018 pela Todavia), que aborda a imigração africana na Europa.

“O Kalaf Epalanga tem uma prosa deliciosa, cujo ritmo parece conter toda sua capacidade musical. Ele faz uma ficção que aborda, além da história da música que ele ajudou a levar para o mundo, temas importantes como identidade, imigração africana em Portugal, e a condição da Europa hoje. Além de tudo isso, tem uma relação afetiva e formativa com a cultura brasileira”, afirma Fernanda Diamant, curadora do Programa Principal.

Kalaf-Epalanga

O autor

Nascido em Benguela, Angola, Kalaf Epalanga se mudou aos 17 anos para Lisboa, a “mais africana das capitais europeias”, segundo ele. Foi cronista da revista digital Rede Angola e do jornal português Público e escreve para a GQ Portugal. Como membro fundador da banda Buraka Som Sistema, Epalanga ganhou notoriedade internacional. Em 2006, criou, ao lado de João ‘Branko‘ Barbosa, o selo musical Echufada, conhecido por gravar artistas de periferias de diversos lugares do mundo, tendo lançado singles de nomes brasileiros como Rincon Sapiência, MC Bin Laden e Bad Sista.

Obras

O romance Também os brancos sabem dançar (Todavia, 2018) surgiu a partir de um encontro literário no festival Back to Black, que aconteceu no Rio de Janeiro, em 2015. Ao assistir Epalanga contar à plateia a história do kuduro, o escritor José Eduardo Agualusa – conterrâneo do autor – sugeriu que ele deveria escrever a biografia do gênero musical. Na volta a Lisboa, e inspirado por Carnaval no Fogo, de Ruy Castro, o escritor deu início à obra, que mistura autobiografia e ficção. “O kuduro mostrou-me o mundo, com ele e por ele visitei lugares que nunca imaginaria”, escreveu.

Epalanga também publicou os livros de crônicas Estórias de amor para meninos de cor (2011) e O angolano que comprou Lisboa (por metade do preço) (2014), ambos lançados pela portuguesa Caminho Editorial.

 

Flip 2019

A 17ª edição da Flip acontece de 10 a 14 de julho, em Paraty, e tem o escritor Euclides da Cunha como Autor Homenageado. Estão confirmados os nomes de Walnice Nogueira Galvão e Kristen Roupenian.

 

Flip e Museu da Língua Portuguesa

A mesa literária que contará com a presença do autor angolano Kalaf Epalanga na 17ª Flip é um oferecimento do Museu da Língua Portuguesa. Essa é uma das ações do museu em parceria com a Festa Literária que integra o Programa Principal desta edição, consolidando uma trajetória de dois anos de colaboração. Em 2017 e 2018, o Museu da Língua Portuguesa promoveu exposições, mesas e apresentações artísticas que integraram a programação paralela à Flip com o intuito de celebrar a língua portuguesa em seus diferentes sotaques, países e vivências. O museu reforça, portanto, sua atuação em prol da integração cultural entre os países de língua portuguesa, mantendo assim a comunicação com seus públicos durante a reconstrução de sua sede, em São Paulo, atingida por um incêndio em dezembro de 2015.

A participação do Museu da Língua Portuguesa na Flip 2019 é uma iniciativa da Fundação Roberto Marinho em parceria com a EDP, Grupo Globo e Itaú Cultural. A reconstrução do Museu da Língua Portuguesa é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo em parceria com a Fundação Roberto Marinho. Essas ações têm como patrocinador máster a EDP, além dos patrocinadores Grupo Globo, Grupo Itaú, Sabesp e apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e do Governo Federal por meio da lei federal de incentivo à cultura. O IDBrasil é a organização social responsável pela gestão do museu.

Quem faz a Flip

A Flip tem o patrocínio do Ministério da Cidadania, através de sua Secretaria Especial de Cultura, a partir do Edital de Feiras Literárias e por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, além de Apoio da EDP e da CMPC. A edição 2019 continua em fase de captação de recursos.

“Esse muro criado entre o homem e a mulher resultará em solidão e diminuição populacional”, afirma filósofo
No Dia Internacional da Mulher, o filósofo Fabiano de Abreu partilhou alguns pensamentos sobre a sociedade pós moderna e ponderou a questão do assédio, do feminicídio e da chamada ‘guerra dos sexos’.
Dia da Mulher
Esse dia não pode passar desapercebido para mim. O que está acontecendo hoje com todo o debate em torno do feminismo é uma adaptação a uma nova era, mesclado com uma necessidade e também um ‘que’ de aproveitar-se do que está em voga.
Felizmente, a mulher vem conquistando mais liberdade e espaço ao longo do tempo, e toda mudança cria barreiras e adaptações e ainda existem pessoas que resistem. Nada justifica as ações de machismo, mas quem tem que julgar é a justiça.
O Dia da Mulher lembra a todos das conquistas obtidas por elas ao longo das décadas e conscientiza sobre a igualdade dos gêneros, mas infelizmente alguns grupos tem se aproveitado de uma atitude nobre para fazer barulho e criar ainda mais separação e desigualdade entre homens e mulheres.
Preconceito
Tudo na vida precisa ser mediado e observado para que não façamos pré julgamentos. O machismo é sim coisa do passado e os homens precisam se adaptar a essa nova realidade. As mulheres aqui em Portugal são empresárias, independentes, capitalistas, empreendedoras. No Brasil ainda existe um domínio maior de homens no empreendedorismo, mas isso pode ter a ver com a cultura tradicional de mulheres dependerem dos homens.
É preciso observar que no Brasil ainda acontece um fenômeno cultural muito forte, de incentivar os homens a começarem a trabalhar mais cedo e terem seu dinheiro, enquanto a mulher é ensinada a cuidar da casa e da própria beleza à espera do ‘príncipe encantado’, que virá para ‘resgatá-la’. Embora ultrapassada, essa cultura ainda é muito forte no Brasil, e aos poucos tem sido transformada, mas muitas mulheres cresceram nessa perspectiva, de ainda depender do homem e procurar um marido que lhe dê estabilidade financeira através do matrimônio. Por isso, pode ser incorreto afirmar que falta oportunidade no mercado de trabalho para mulheres.
Há quem use o fator do gênero para explicar um insucesso, dizendo que o fato de ser mulher é o motivo de não conseguir alcançar os objetivos. A verdade é que existem homens e mulheres aptos e homens e mulheres menos aptos, e isso não depende de gênero. Na minha família nunca ouvi falar de distinção entre homens e mulheres, pra mim todos os gêneros são iguais.
Vitimismo
Meu pai foi empresário e minha mãe professora. No trabalho, a diretora da minha mãe era mulher e todo o quadro de chefia de onde trabalhava era feminino. Minha mãe nunca foi uma feminista convicta e nunca acreditou ou viveu uma desigualdade. Lembro-me de uma frase dita pela minha mãe na época: “Há mulheres usando a desculpa do gênero para justificar sua fraqueza”. Jamais esqueci.
Eu acredito que existam sim profissões que a mulher seja mais pré disposta ao sucesso. Trabalho com mais de 40 mulheres em diversos segmentos, dentistas, modelos, dançarinas, doutoras, e as opiniões entre elas divergem sobre isso tudo. Algumas dizem que nunca tiveram problemas de assédio e que ela impõe o respeito e outras sim passaram por situações graves, o que me leva a crer que o que ela projeta pode ser o fator limitante.
Feminicídio e assédio
Exceptuando-se  os casos de exagero e comunicações falsas de agressão, que felizmente são a minoria, a questão do feminicídio é muito séria e precisa sim ser debatida. Geneticamente, o homem é predisposto a ser fisicamente mais forte que a mulher, logo ela tem menos condições de se defender de uma agressão que parta de um homem.
Quanto à questão do assédio, tudo vem do bom senso, de ambos os lados. O homem tem em sua biologia o instinto da conquista, faz parte da sua mente primitiva, para poder reproduzir. Mas é preciso ser racional e perceber que existem limites, que não somos simplesmente animais, e sim seres pensantes que são guiados por mais do que hormônios e instintos. O fato é que, existem sim pessoas doentes, que transpassam os limites do bom senso por terem problemas internos a resolverem, até mesmo mentais. Obviamente isto não é culpa da mulher, mas é preciso saber que ao mostrar muito o corpo, a mulher vai instigar o olhar e o desejo e infelizmente pode atrair todo tipo de atenção, inclusive aquela indesejada, além de um elogio ou olhar.
Construindo muros e suas consequências
Esse tema, mulher e feminismo, está relacionado a milhares de questões psicológicas complexas, porque existem várias situações e circunstâncias que não podem ser generalizadas.
Essa muro criado entre homens e mulheres só vai ocasionar solidão e proporcionar cada vez menos filhos, e com isso populações irão diminuir e culturas podem desaparecer.
As pessoas estão chegando a um ponto que daqui a pouco será impensável olhar para uma mulher na rua, enquanto dentro da mente primitiva do homem existe o instinto do desejo e do olhar. Essa mudança pode acarretar em inibir ainda mais o ato da conquista, do homem não ter mais a coragem de chegar na mulher. Essa suposta igualdade, propagandeada, vai ocasionar o distanciamento. Instintivamente a mulher também tem a necessidade de ser vista, tem sua vaidade, e quer ser desejada e admirada. Com esse muro, ela também vai sofrer, pela redução da atenção recebida.
PESQUISA DIZ QUE HOMENS CARECAS SÃO MAIS INTELIGENTES

Um estudo conduzido pelos cientista Albert E. Mannes (que também é careca), na Universidade da Pennsylvania , nos Estados Unidos, concluiu que homens totalmente carecas são percebidos pela maioria das pessoas como sendo mais inteligentes, fortes, dominantes, viris e bem sucedidos, em especial pelas mulheres.

Isto não seria exatamente uma grande revelação, se considerarmos alguns dos maiores galãs de Hollywood dos últimos tempos como The Rock (Dwayne Johnson), Bruce Willis e Jason Statham, que exibem suas carecas brilhantes há anos em filmes de franquias de sucesso nos cinemas.

O filósofo e jornalista Fabiano de Abreu, membro da Mensa Internacional, que é um clube de gênios com sede na Inglaterra exclusivo dos maiores QI’s mundiais, também é careca e comentou o estudo norte-americano: “ Entre os meus amigos, ser careca sempre foi sinônimo de ‘zoação’. Não que tenham feito bullying comigo por isso, mas já escutei inúmeras piadas de carecas. Eu comecei a raspar a cabeça muito novo, com vinte e poucos anos, devido a calvice prematura. Na época, procurei alguns dermatologistas e todos diziam que não tinha solução. Cheguei a fazer exames de sangue, que constataram excesso de produção de testosterona como motivo. Levei isso numa boa pois, o lado ruim supostamente seria não ter cabelo, o bom, é o fator masculino aflorado e disposto (risos).”

Sobre o fato de ser careca ter a ver com inteligência e sucesso, Fabiano é enfático: “se isso tem a ver com o intelecto? Bom, eu acredito na ciência e em seus testes, mas para todos os casos há excessões. Não podemos julgar isso pensando que todos os carecas são inteligentes, bem sucedidos, ou que só os carecas o são, senão bastava a toda gente raspar o cabelo. Na Mensa há pessoas carecas geniais e há pessoas com muito cabelo, que são igualmente geniais (risos)”.

 

Saiba mais sobre o autor: http://www.deabreu.pt/

Fabiano de Abreu é considerado uma pessoa dentre os maiores QI’s do Brasil, segundo os testes de admissão da Mensa e avaliações de psiquiatras especializados, e alcançou a maior pontuação no teste de admissão em nível mundial. Hoje é possivelmente o brasileiro mais inteligente registrado com base em pontos de percentil, de 99%, mas não atribui sua inteligência ao fato de ser careca, nem seu sucesso profissional.

LINK REDE SOCIAL  https://www.facebook.com/FabianodeAbreuOficial/

#fabianodebreu #filosofia #filosofofabianoabreu

Engenheiro lança livro de ficção científica com produção Norte Americana

Embarque em uma jornada pela história da humanidade a partir do futuro  com neandertais com a estreia de F. E. Jacob na ficção científica

   
F. E. Jacob estreia na literatura com Homo tempus, um romance distópico futurista que nos leva em uma jornada por questões fundamentais de nossa sociedade. Viajamos por distintos tempos e dimensões em uma verdadeira odisséia, na qual entramos em contato com aspectos eternos da humanidade.

O romance nos enreda em diversos questionamentos enquanto acompanha o bibliotecário Wallace Vidal em uma fascinante viagem acidental para o futuro, onde encontra ninguém menos do que os Neandertais: nossos extintos irmãos pré-históricos, uma outra espécie de ser humano de cérebro maior e mais fortes que nós, vivendo simultaneamente com nossos descendentes homo sapiens.

Homo tempus esta sendo produzido por uma agente literária dos USA,  que descobriu o escritor em um  grupo de leitores nas redes sociais, é um lançamento que promete impacto na ficção científica brasileira, o enredo equilibra escrita fluida, diálogos instigantes e poderosas reflexões. Um livro em que o futuro se encontra com nossas origens, em uma aventura no tempo e no espaço, nutrindo a empatia para além das eras geológicas. Afinal, assim como reflete o personagem: “Como alguém que não tem noção do próprio passado pode ser capaz de pensar o seu futuro?”


Um “nerd” erudito,com seu amor pela informação e pelo conhecimento humano, F. E. Jacob  trilhou seu próprio caminho rumo à complexa rede de ideias e simbolismos que se revelam em “Homo tempus”. Engenheiro de Produção e mestre em Política Econômica, é de se considerar que sua fome por conhecimento aumentou mais ainda a sua paixão pela literatura – vivida desde criança – resultando em uma obra de estreia que trata do aprendizado dos ciclos da vida humana e os riscos de não se absorver esses ensinamentos.


Embora a estória seja rica em informações e referencia, as narrações são curtas e os diálogos seguem o formato de filmes e séries, não havendo falas desnecessárias à trama e nem repetições. O objetivo é justamente dar mais fluidez a leitura, para o leitor acompanhar a estória na velocidade de um filme, pois acredito que esse seja o formato que encontra mais ressonância com o público nos tempos atuais.

Mas se por um lado o fato de a cada geração lidarmos com mais informações que a anterior e cada vez mais rápido tem nos tornado mais inteligentes, também tem nos afastado das verdades mais simples. Como por exemplo, que todos nós fazemos parte de um grande fluxo da humanidade. Nossos ancestrais viam este fato com naturalidade, e foram as ações deles que nos permitiram estar aqui hoje. Da mesma forma, as nossas decisões irão influenciar a vida dos que ainda nem nasceram. Assim, o livro tenta reconectar o leitor com esse valor tão importante mas tão simples; tão óbvio mas tão esquecido.

O escritor  destaca que, embora o livro apresente viagens no tempo, ele não é uma ficção cientifica propriamente dita, pois o foco não é falar de evolução tecnológica, mas da evolução humana. Ele apresenta ideias de filósofos atuais que falam da sociedade contemporânea e se utiliza de simbolismos primitivos para transmitir diversas ideias de desenvolvimento pessoal.

O lançamento de Homo Tempus  foi em dezembro  passando por diferentes cidades brasileiras,  com centenas de livro comercializados o escritor  inicia um tour  na Europa e visitando cenários onde algumas cenas do livro ocorrem.

Livros a venda nos web site:

www.sromeropublisher.com

www.amazon.com

 

Kristen Roupenian, autora de “Cat Person”, participa da Flip 2019

Kristen Roupenian, autora de “Cat Person”, participa da Flip 2019

 

Um  conto publicado na revista americana New Yorker, no início de dezembro de 2017, ganhou o mundo em poucas horas: ‘Cat Person’, que narra o envolvimento de Margot, de 20 anos, com Robert, de 34, e mostra como a troca de mensagens via celular cria uma expectativa que o encontro na vida real nem sempre é capaz de realizar. A história, da escritora Kristen Roupenian, foi o conto mais lido em 2017 no site da revista, e integra a coletânea “Cat Person e outros contos” (Companhia das Letras), lançada agora no Brasil. A autora participa também da Flip 2019, que acontece de 10 a 14 de julho em Paraty (RJ). A 17ª edição da Festa Literária tem Fernanda Diamant como curadora do Programa Principal e o arquiteto Mauro Munhoz como diretor geral e artístico.

 

A autora

Aos 36 anos, Kristen Roupenian era uma escritora pouco conhecida até a publicação na New Yorker, responsável pela divulgação de contistas como a canadense Alice Munro, ganhadora do Nobel em 2013. Com a repercussão da história – em um fenômeno que ganhou a alcunha de“viral fiction” (ficção viral, em tradução livre) – a autora teve os direitos de seu livro “You know you want this” – coletânea de contos que inclui “CatPerson” – comprada por US$ 1 milhão na Inglaterra, um dos mercados editoriais mais concorridos do mundo. O livro teve seus direitos vendidos também para a HBO, que prepara uma adaptação dos contos para a TV.

No início deste ano, Roupenian publicou, também na revista New Yorker, um relato sobre como havia recebido a repercussão da história publicada em 4 de dezembro de 2017. “Três dias depois,estava sentada em um café com a minha namorada, Callie, tentando escrever, quando ela olhou para o computador e disse: ‘Tem alguma coisa acontecendo com asua história.’ (…) ‘É apenas o Twitter’, eu disse. (…) Então eu cheguei em casa, abri o Twitter e vi uma série de notificações de estranhos. Eu estava lendo as mensagens quando minha mãe ligou (…) num determinado momento ela disse: ‘Oh, meu Deus, Kristen, uma pessoa que o Obama segue retuitou suahistória.’”

“Li ‘Cat Person’ e achei muitobem escrito, cheio de ambiguidades e humor sutil, além da sensibilidade para o fenômeno contemporâneo que levou à viralização”, afirma Fernanda Diamant. “Fui atrás dos outros textos dela e encontrei outras qualidades. Tem contos muito brutais, narradores estranhos, e até uma paródia de conto de fadas. Ela varia bastante no estilo mas sempre tratando de temas relevantes com originalidade e desconcerto”.

Flip2019

A 17ª edição da Flip acontece de 10 a 14 de julho, em Paraty, e tem o escritor Euclides da Cunha como Autor Homenageado.

Quem faz a Flip

A Flip tem o patrocínio do Ministério da Cidadania, através de sua Secretaria Especial de Cultura, a partir do Edital deFeiras Literárias e por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, além deApoio da EDP e da CMPC. A edição 2019 continua em fase de captação de recursos.

Lançamento livro “Brisas” e do EP “77 Rotações” na Arena Fernando Torres em Madureira

Autor Gabriel Murga lança seu primeiro livro, “Brisas” pela Autografia Editora, em 20 de dezembro

Evento será na Arena Carioca Fernando Torres, em Madureira com entrada gratuita

A Arena Carioca Fernando Torres, recebe no próximo dia 20 de dezembro, o lançamento do livro “Brisas”, o primeiro do jornalista carioca Gabriel Murga que foi publicado pela editora Autografia. Em “Brisas”, o autor apresenta sua proposta de trabalho que une poesia, conto e crônica, com materiais produzidos entre 2012 e 2017.

A obra apresenta impressões sobre o cotidiano dos locais por onde esteve o autor, nascido em Piedade na Zona Norte do Rio de Janeiro, por meio de poesia, de formas tradicionais ou inusitadas. Seja sobre uma estrada marcante, sobre o café já proibido, ou até mesmo “fatos esquecidos” sobre o verão de 1987.

Todas as ilustrações do livro, as capas e as internas, além da segunda orelha do livro são assinadas por Letícia Semeraro, ilustradora e educadora. A revisão textual da obra foi feita por Juliana Leão.

Ficha Técnica:

Revisão: Juliana Leão

Ilustrações (Capa e Internas): Letícia Semeraro

Primeira Orelha: Anderson Souza

Segunda Orelha: Letícia Semeraro

Tiragem: 200 cópias

Capa e Editoração Eletrônica: Talita Almeida

Autografia Editora, 2018.

Sinopse: Brisas, reúne poesias e contos escritos entre 2012 e 2017, onde apresento impressões sobre o cotidiano das cidades, as dores da violência, o agradável em meio ao caos e como lidamos com as nossas sensações diante de um mundo cada vez mais acelerado e menos sentido. Das experiências no futebol de domingo, na rua sem saída em Coelho Neto, em gabinetes de políticos das opiniões mais opostas, ao lado de pessoas que lutam pelos direitos das pessoas que mais precisam, todos esses lugares, onde aprendeu e contribuiu. Carregamos centenas de olhares e te apresento alguns dos meus. Desfrute!

Lançamento do EP “77 Rotações”

Evento será realizado no dia 20 de dezembro em Madureira com entrada grátis

O primeiro EP da parceria Gabriel Murga/ Fellipe Pires apresenta oito canções inéditas, que oscilam entre os muitos caminhos rítmicos que partem da zona norte da cidade do Rio de Janeiro em direção aos horizontes musicais mais distantes pelo Brasil e conta com produção executiva de Gabriel Murga e Letícia Semeraro e produção musical de Rodrigo Romão.

 

O show apresentará doze canções autorais e conta com a participação dos músicos André Minimoe (Baixo) e Caio Coelho (percussão) e do cantor Rodrigo Romão na faixa-samba “Repercussão Geral”, além de Fellipe Pires (violão, arranjos e voz).

 

As músicas buscam levar a um leque de ritmos, passeando pelo baião de “Brisa da Manhã”, na delicadeza de “Como reza de Bethânia” e ao clima de caos em “Chuva e Querosene”, única letra assinada em parceria de “77 rotações”, com o jornalista Anderson Souza. Completam a lista de canções “Me leva pela mão”, “Conversa Arquivada”, “Presente Guardado” e “Duas ondas vagas”.

“Me sinto realizado. A música e a leitura são duas das minhas maiores paixões e motivações em todos os dias; nos azuis e naqueles mais cinzas. E poder apresentar estes projetos, que são uma parte fundamental da minha vida por meio da escrita e de músicas é inesquecível”, afirma o autor Gabriel Murga.

O projeto será disponibilizado e lançado oficialmente em dezembro de 2018 nas redes sociais e nas plataformas de Streaming de “77 Rotações”.

Ficha Técnica:

Arranjos, voz e violão: Fellipe Pires

Letras: Gabriel Murga, exceto “Chuva e Querosene”; Gabriel Murga e Anderson Souza

Ilustrações: Letícia Semeraro

Produção Musical: Rodrigo Romão e Fellipe Pires

Produção executiva: Letícia Semeraro e Gabriel Murga

Vozes: Repercussão Geral (Rodrigo Romão) e Me Leva Pela Mão (Letícia Semeraro)

 

Serviço Lançamento Brisas e EP “77 Rotações”

 

Lançamento livro “Brisas” de Gabriel Murga e do EP “77 Rotações”

Abertura: 18h30

Início do show de abertura: 19h30

77 Rotações: 20h30

Entrada Grátis.

20 de dezembro de 2018

Arena Carioca Fernando Torres

Rua Bernardino Andrade, 200, Madureira.

(Entrada Portão 4 – Parque Madureira)

Tarrafa Literária prepara sua décima edição

 De 26 a 30 de setembro, a cidade de Santos recebe grandes nomes da literatura contemporânea como Djamila Ribeiro, Tiago Ferro, Milton Hatoum e a sueca Katarina Bivald

Com entrada gratuita em todas as mesas, o festival trará temas como o feminismo, o esporte em ano de copa do mundo, poesia e prosa, e pela primeira vez um homenageado

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Segundo livro mais vendido durante a Flip deste ano, O que é o lugar de fala?, de Djamila Ribeiro, diz muito sobre o que a literatura pode fazer por cada um. Foi pensando nesse espaço de leitura e reflexão que nasceu 10 anos atrás a Tarrafa Literária, idealizada pelo livreiro José Luiz Tahan (Realejo, livraria e editora). “Numa cidade tão acessível como Santos, e de tantas atrações como a praia e o centro histórico, era mais do que justo pensar também num convite à troca literária”, diz ele.

Santista e feminista, Djamila está entre as convidadas dessa 10ª edição, que traz também a autora sueca Katarina Bivald (A livraria dos finais felizes), o português Pedro Mexia (Lá Fora ) Tiago Ferro (O Pai da Menina Morta), Milton Hatoum (Dois Irmãos) e Mamede Jarouche (tradução Mil e uma Noites), entre outros.

Todas as mesas são gratuitas e acontecem no Theatro Guarany, palco nobre do festival, no Centro Histórico, e a abertura, no dia 26 de setembro, fica por conta do show lítero musical com Zuza Homem de Melo, autor de A História do Samba Canção, no Teatro do Sesc.

Giovana Madalosso

Entre as novidades desse ano, Tahan anuncia um homenageado que será lembrado a cada nova edição. Em 2018, Ranulpho Prata, autor de Navios Iluminados será celebrado. “É uma forma de trazer à tona nomes que não fazem parte do imaginário coletivo, mas que fizeram muito pela cidade, pela literatura”, conta o livreiro. Ranulpho foi um médico sergipano que morou na região de Santos na década de 1930. Durante a programação, serão lidos trechos da obra.

Para a realização da 10ª edição, a Tarrafa Literária conta pela primeira vez com o apoio da São Judas Tadeu Campus Unimonte, da Embaixada da Suécia e do Instituto Camões, de Portugal. Nos últimos anos, a frequência média de público foi de 4 mil pessoas para cada edição.

10ª Tarrafa Literária (Santos/SP)

Homenageado: Ranulpho Prata

 

Nomes confirmados: Manoel Herzog, Tiago Ferro, Milton Hatoum, Mamede Jarouche, Cássia D´Aquino, Christian Dunker, Sérgio Augusto, João Gabriel de Lima, Paulo Roberto Pires, Djamila Ribeiro, Eliane Brum, Katarina Bivald, Giovana Madalosso, Pedro Mexia, Matthew Shirts

Mesas: Theatro Guarany (Praça dos Andradas, 100 – Santos – SP)

Show de Abertura: Sesc Santos (R. Conselheiro Ribas, 136 – Aparecida, Santos – SP)

 

Entrada gratuita para toda a programação

Hilda Hilst pede contato tem première mundial na Flip

Festa Literária realiza sessões no restaurado Cinema da Praça

​Crédito: Guido Nietmam/Divulgação

O Cinema da Praça oferece uma programação de cinema com projetos apoiados pela Petrobras, selecionados especialmente para a 16ª edição da Flip, que acontece de 25 a 29 de julho, em Paraty. São filmes que dialogam com o Programa Principal e que tratam de assuntos que serão discutidos nos cinco dias da Festa Literária. Haverá também debates com os diretores de alguns filmes da programação.

Localizado em um casarão histórico, na Praça da Matriz, o antigo Cinema de Paraty funcionou até 1973, quando o espaço passou a ser utilizado para outras finalidades. Em 2016, a Prefeitura de Paraty iniciou o projeto arquitetônico de restauro do sobrado, que será reinaugurado no dia 19 de julho, às vésperas da Flip 2018. Durante a Festa Literária, haverá exibição de curtas e longas-metragens, e debates em torno da produção audiovisual da cidade.

O Cinema da Praça conta com 78 lugares e 1 lugar para obeso. A programação é gratuita mediante distribuição de senha na porta do cinema com uma hora de antecedência.

Sessão de cinema 

Nos dias da Flip, o Cinema da Praça oferecerá uma programação de longas-metragens selecionados especialmente para a Festa Literária, com filmes que dialogam com o Programa Principal. Algumas exibições vão contar com a presença de diretores.

Na première mundial do filme Hilda Hilst pede contato, dirigido por Gabriela Greeb – que participa da Flip na mesa Performance sonora – arquivos pessoais de som e de imagem, entrevistas, encontros e intervenções pessoais buscam a memória e a presença da escritora Hilda Hilst em seu cotidiano na Casa do Sol, chácara onde vivia em Campinas.

​Cena do filme Hilda Hilst pede contato, de Gabriela Greeb | Crédito: Reprodução

As demais sessões de longa-metragem são filmes integrantes do projeto Sessão Vitrine Petrobras, que garante espaço nos cinemas para os filmes dos novos realizadores brasileiros, em mais de 20 cidades a cada mês. Na Flip, teremos exibição de três filmes do projeto, todos com debate com os diretores após a exibição.

Severina, de Felipe Hirsch, conta a história de um livreiro melancólico e aspirante a escritor, que vê sua vida transformada pelas aparições e pelos sumiços de sua nova musa, que rouba livros de sua livraria.

No filme Unicórnio, de Eduardo Nunes, ainda inédito nos cinemas e inspirado em obra de Hilda Hilst, o olhar de Maria conduz a narrativa de uma vida rústica no campo, onde a menina e sua mãe esperam pela volta do pai; a relação entre as duas se transforma com a chegada de outro homem.

No documentário Torquato Neto – Todas as horas do fim, de Eduardo Ades e Marcus Fernando, acompanhamos a trajetória do poeta piauiense que atuou em múltiplas frentes – como o cinema, a música e o jornalismo –, engajando-se na revolução que mudou os rumos da cultura brasileira nos anos 1960 e 1970, sempre vivendo as rupturas apaixonadamente.

Sessão Secretaria de Cultura

A Secretaria de Cultura de Paraty promoverá uma mesa—“Paraty Cidade Criativa da UNESCO”—e quatro programações abordando a produção cultural na cidade: “O audiovisual em Paraty”, seleção da produção atual realizada por jovens; “Paraty: Música em formação”, sobre a educação musical e o festival Estações Musicais em Paraty, incluindo um concerto de música de câmara com alunos da Casa da Cultura; “Retomando o cinema: A ocupação criativa”, com apresentações de coletivos jovens, e “O cinema em Paraty”, sobre os filmes realizados na cidade.

Sessão Anima Mundi

A 26ª edição do Festival Internacional de Animação do Brasil – Anima Mundi – que também conta com patrocínio da Petrobras – vai realizar oito programas de curtas-metragens durante a Flip. A parceria entre o festival e a Festa Literária tem o objetivo de diversificar suas programações e explorar as interseções entre literatura e animação, linguagens nas quais o Brasil se destaca pela qualidade de obras e de autores. As animações exibidas no Cinema da Praça integram a programação do Anima Mundi 2018, composta por 405 filmes de 40 países, destinados ao público infantil e adulto.

 

PROGRAMAÇÃO:

 Quarta-feira, 25 de julho

 

17h | sessão Secretaria de Cultura

Cinema da Praça

O audiovisual em Paraty

Quinta-feira, 26 de julho

 10h | sessão de curtas

Cinema da Praça

Sessão Anima Mundi 1

Infantil

 18h30 | sessão Secretaria de Cultura

Cinema da Praça

Vídeos do festival Estações Musicais em Paraty seguido de

Concerto de música de câmara com alunos da Casa da Cultura

 21h30 | sessão de cinema

Cinema da Praça

Hilda Hilst pede contato

de Gabriela Greeb

Sexta-feira, 27 de julho

 10h | sessão de curtas

Cinema da Praça

Anima Mundi 3

Infantil

 11h30 | sessão de curtas

Cinema da Praça

Anima Mundi 4

 

14h30 | sessão de cinema

Cinema da Praça

Torquato Neto — Todas as horas do fim

de Eduardo Ades e Marcus Fernando

17h | sessão Secretaria de Cultura

Cinema da Praça

Paraty, Cidade Criativa da Unesco

 18h30 | sessão Secretaria de Cultura

Cinema da Praça

Retomando o cinema: a ocupação criativa

apresentações de coletivos jovens

21h30 | sessão de cinema

Cinema da Praça

Severina

de Felipe Hirsch

Sábado, 28 de julho

 10h | sessão de curtas

Cinema da Praça

Anima Mundi 5

Infantil

 

11h30 | sessão de curtas

Cinema da Praça

Anima Mundi 6

 

14h30 | sessão de cinema

Cinema da Praça

Severina

de Felipe Hirsch

17h | sessão Secretaria de Cultura

Cinema da Praça

O cinema em Paraty

 21h30 | sessão de cinema

Cinema da Praça

Unicórnio

de Eduardo Nunes

Domingo, 29 de julho

 10h | sessão de curtas

Cinema da Praça

Anima Mundi 7

Infantil

 11h30 | sessão de curtas

Cinema da Praça

Anima Mundi 8

14h30 | sessão de cinema

Cinema da Praça

Torquato Neto — Todas as horas do fim

de Eduardo Ades e Marcus Fernando

 

Escritor carioca que reúne imortais da Academia Brasileira de Letras em saraus públicos de poesia,  Paulo Sabino lança livro em 26 de julho, na FLIP

Depois de 13 edições lotadas da série Ocupação Poética, em Ipanema, poeta e agitador cultural nascido em Olaria reúne 42 poemas no livro UM PARA DENTRO TODO EXTERIOR

O autor também assina a coordenação selo Bem-Te-Li, aposta da editora Autografia na poesia, que será lançado em Paraty

No meio de dezenas de saraus poéticos que acontecem diariamente no Rio de Janeiro, um deles consegue reunir novos nomes e poetas consagrados, alguns deles, imortais. É a série Ocupação Poética, que Paulo Sabino promove desde 2015, no Teatro Candido Mendes. Após vinte anos de dedicação à difusão da poesia brasileira, o poeta de 42 anos, carioca de Olaria, lança seu livro de estreia, “Um Para Dentro Todo Exterior”, na Festa Literária Internacional de Paraty (RJ).

A noite de autógrafos e leituras será no dia 26 de julho, em evento na Casa Autografia, espaço da editora que fará parte da programação paralela da FLIP. Em agosto, Sabino também receberá os amigos na livraria Blooks, em Botafogo, no Rio de Janeiro.

Eis que apresento parte do que escrevi nos últimos anos. Estão aí poemas reunidos em eixos como a existência propriamente, com todas as nossas dúvidas acerca do mundo, do estar vivo; relações de amor, e de desamor; o ato de escrever, da arte poética, de fazer poesia; algumas homenagens; e questões que dizem respeito à minha realidade”, pontua o autor.

Elogios de Nélida Piñon e Antonio Cicero

Sobre os poemas, a acadêmica Nélida Pinõn aponta que “revelam sobejamente o fecundo e rico veio poético de Paulo Sabino que expressa sua gênese, sua sabedoria, a habilidade inequívoca de lidar com o que há no casulo das palavras”. Antonio Carlos Secchin corrobora com a análise da colega ao afirmar que “a poesia de Paulo Sabino aponta para várias direções – e acerta os alvos. O rigor do pensamento aliado à fatura minimalista se destaca no poema que dá título à obra”, e que abre o livro com os versos: “nada a esconder / mesmo que / muito por saber / o mundo / é um / para dentro / todo exterior”.

Salgado Maranhão, poeta vencedor de dois prêmios Jabuti, vai ao encontro dos dois imortais, e atesta que este “trata-se de um livro em cujas possibilidades verbais o poeta se expande em múltiplas interfaces: a linguagem coloquial; a tradição afro-descendente; a síntese minimalista”. Antonio Cicero, também imortal, exulta: “é um grande prazer encontrar-se um livro de verdadeira poesia”. destaca o poema “Sílaba de Si”, como exemplo: “o tempo inteiro / no dia / a / dia / na fossa / na alegria / com saúde / com alergia / como ladrão / como polícia / achando ruim / achando uma delícia / o tempo / dedicado / (tempo dedilhado) / ao engendramento / ao engarrafamento / (ainda que mínimo) / à formação / à formulação / à formatação / precária / arbitrária / de si / bilar / a sí / laba / de si”.

Livro marca lançamento do Bem-Te-Li, novo selo de poesia 

“Um Para Dentro Todo Exterior” se soma às obras de estreia dos poetas Eber Inácio, “Sangue Nos Olhos”, e Claos Mózi, “Os Cães do Coração”, que marcam também o lançamento do selo Bem-Te-Li, aposta da editora Autografia em talentos da poesia brasileira, sob coordenação de Sabino. No próximo semestre serão lançados os livros de três novos poetas, César Guerra Chevrand, Erika Magni e Marisa Vieira, e dos veteranos Pedro Rocha e Luis Turiba.

Ocupação Poética e blog Prosa em Poema

Sabino é conhecido no Rio de Janeiro por realizar os saraus “Ocupação Poética”, nos quais reúne convidados especiais em torno de importantes autores de diferentes vertentes e gerações. Já foram homenageados nomes como Geraldo Carneiro, Alex Varella, Paulo Henriques Britto, Luis Turiba, Cristiano Menezes, Elisa Lucinda, Maria Rezende, Adriano Espínola, Ricardo Silvestrin, Jorge Salomão, André Vallias, Claufe Rodrigues, Mano Melo, Tanussi Cardoso, e os três poetas que contribuíram para o livro, citados acima.

Sabino também mantém, há uma década, o blog Prosa Em Poema (www.prosaempoema.com), lido por nomes como Nelson Ascher, Francisco Bosco, Carlos Rennó, Fabiano Calixto e Péricles Cavalcanti, só para citar alguns dos que acompanham suas análises e destrinchamentos de poemas em língua portuguesa.

Homenagem ao trio ‘Os Camaleões’ e gravação com Maíra Freitas

Sabino foi convidado a integrar, junto com outros poetas, o evento que homenageou o grupo Os Camaleões, formado por Pedro Bial, Luiz Petry e Claufe Rodrigues nos anos 80. Esta apresentação, promovida pelo trio, realizada no último dia 12/07, no SESC Copacabana

O poeta também gravou pílulas de poesia para a nova temporada do programa LaDoSiLar, da cantora e pianista Maíra Freitas, exibido na web. Ela é a filha de Martinho da Vila, outro dos que já foram homenageados na série Ocupação Poética.

Poesia e Artes Visuais no LabSonica

Junto com isso, Sabino também é um dos convidados pelo curador do Oi Futuro/ LabSonica, Alberto Saraiva, para participar da série Poesia Visual (edição 6), onde vai expor parte de suas obras junto com as dos poetas Christovam de Chevalier e Eduardo Macedo, previsto para o final deste ano, no Oi Futuro Flamengo.

Além da Ocupação Poética, Sabino também promove mensalmente o Sarau do Largo das Neves, que ocupa a praça do largo homônimo, em Santa Teresa, com microfone aberto ao público, e números musicais. Em 2017, ele promoveu a série Somos Tropicália, reunindo renomados poetas e talentos da cena independente da música, e participou do Festival CCBB Quanto Mais Tropicália Melhor, com curadoria de Monica Ramalho e produção da Baluarte Cultura, no qual leu poemas para um público de mais de 6.000 pessoas, em quatro dias, no Rio de Janeiro e em Brasília, ambos eventos em homenagem ao cinquentenário do movimento.

www.prosaempoema.com

https://www.facebook.com/prsabino

https://www.facebook.com/ocupacaopoetica/

https://www.instagram.com/paulosabino24_06_76/

https://www.instagram.com/ocupacaopoetica/

 

  • Um Para Dentro Todo Exterior
  • Sabino, Paulo

    ISBN: 978-85-518-1076-7

    1ª edição, maio de 2018

    Editora Autografia Edição e Comunicação Ltda

    Selo Bem-Te-Li

    Evento de lançamento:

    Dia 26/07, quinta-feira, às 18h

    Casa Autografia

    Rua Comendador José Luiz, 398

    Centro Histórico, Paraty, RJ

Ipiranga recebe Diálogos Sustentáveis em Prosas e VerSons com a cantora e guardiã do contestado Nancy Lima

 

 Evento discute Guerra do Contestado, Genocídio, Gerações, Tecnologia e Comunicação, com Som e muitos Ecos

 O Cedepp – Centro de Desenvolvimento Pessoal e Profissional é sede do I Diálogo Sustentável em Prosas e VerSons 2018, sob o comando da jornalista ambiental e apresentadora do Programa Ecos do Meio, Rose Campos, que inaugura uma agenda de Diálogos previstos no Cedepp, com o intuito de promover a reflexão, a integração, através de exposições e feiras, e a socialização no bairro do Ipiranga e imediações, dentro do projeto ‘Ação Local Gera Ecos’ que objetiva ressaltar o potencial dos feitos locais e o seu impacto no global.

O primeiro Diálogo marcado pela presença da cantora convidada, Nancy Lima teve como tema central a ‘Guerra do Contestado e os seus Ecos’, em memória ao ‘Mensageiro do Contestado, o respeitado historiador e fundador do memorial, que recebe seu nome, Vicente Telles, sogro de Nancy, que, juntamente com o seu esposo Vicente de Paula, está dando continuidade e escrevendo novos projetos sobre essa história e o seu legado, tão bem conduzido por Telles (que nos deixou no final de 2017), através de suas obras e canções.

Conhecida por sua experiência no território brasileiro, que abrange a sua região de origem nordeste e hoje de moradia Santa Catarina, passando por Paraná e São Paulo, a cantora Nancy Lima abrilhantou o Diálogo compartilhando as suas percepções e comparações entre o território nacional e internacional, provocando os convidados com as noções de comportamento do europeu ao latino, indo do nordeste brasileiro a Espanha onde durante anos viveu e cumpriu agenda de shows.

Além do conteúdo histórico, os presentes ainda prestigiaram novas canções escritas e interpretadas pela cantora e seu marido, que juntos formam os ‘Guardiões da Gaya’, letras que discutem, entre outras questões, o poder de cura pela música na frequência do universo (432 hz).

O Passado e o Futuro Unidos Pelas Comunicações e Tecnologia.

O I Diálogo Sustentável em Prosas e Versons no Cedepp discutiu também o tema comunicação, seus diferentes formatos, a presença da tecnologia e seus desdobramentos. Sendo assim, o evento reuniu a diretoria do Cedepp, jornalistas, psicólogos e teve como diferencial a diversidade cultural percebida, não apenas pela reunião de profissionais que atuam em diferentes áreas do saber, oriundos de diferentes regiões do Brasil e do mundo, mas pela diversidade visível na idade das pessoas ali representadas, um assunto bem elucidado pelo executivo da área do aço, Emerson Kalisch.

Os estudantes, portanto, ali representados e também discutidos nas gerações Baby Boomer até a Alpha, demonstraram pasmo pela versão apresentada pela cantora do que foi a Guerra do Contestado, suas nuances, a construção da ferrovia e presença da empresa e de povos estrangeiros, seus caboclos e curandeiros, mas contada pelos seus verdadeiros protagonistas, ‘os nativos que aqui viviam’… “Vocês conhecem a história contada pelos vencedores e não pelos vencidos”, concluiu o jornalista, cartunista, responsável pelo projeto ‘Anônimos em Sampa’, Paulo Araújo. Afinal, tivemos ou não genocídio no Brasil? Será que vivemos o genocídio cultural? Seria ele mais corrosivo e persistente? “Perguntas que surgem no hoje para serem debatidas e compreendidas como base histórica de reflexões no presente e ecos de mudanças no amanhã”, provoca a organizadora dos diálogos, Rose Campos.

Desse modo, as trocas de experiências, incluindo profissionais, foram observadas, refletidas e elogiadas: “Eu acho que hoje as coisas estão muito interligadas, existem profissionais de formação que estão a serviço de seus ofícios, porém a vivência é bastante rica quando há respeito por esta formação por parte de outros profissionais. Eu fiquei muito feliz de participar desse ‘Diálogos Sustentáveis’ com outros colegas profissionais da área de comunicação e com a Nancy Lima que é uma profissional da música e que demonstrou total respeito pelo trabalho dos comunicadores. Foi uma troca muito interessante, de análise bem profícua, com vasto e rico conteúdo e, portanto, que deve ser ampliado e acontecer com mais frequência encontros com pessoas que tenham a acrescentar, trocar e tocar”, expõe a jornalista Gislaine Vicente.

E se as trocas salutares chamaram a atenção de todos, os “Diálogos Sustentáveis em Prosas e VerSons no Cedepp, só poderia ser encerrado com uma poesia que ressaltasse a importância dessas trocas. Escrito e interpretado por Rose Campos, o poema “Sustentabilidade” chama a nossa atenção para sustentarmos a habilidade, através da observação sobre as nossas trocas. Afinal,  “atento para as trocas… Alimenta a sua cabeça… Sustenta o seu ser. Alimenta e Sustenta… E Agora troca!”

Ação Local Gera Ecos)))  “Diálogos em Prosas e VerSons

Encontros com Ecos Mensal – Gratuito (com ajuda de custo livre e não obrigatória)

Local: Cedepp – Centro de Desenvolvimento Pessoal e Profissional, Rua Padre Serrão, 196 Ipiranga

JORNAL ALAGOAS