O que os bons ventos tecnológicos reservam para 2018?

Por Diogo Goebel

Chegamos naquele momento em que olhamos para os projetos do ano que está terminando e começamos a traçar resoluções para o próximo. Tratando-se de tecnologia, e particularmente da área de TI e desenvolvimento, o ritmo das mudanças está incrivelmente acelerado, e tudo indica que deverá aumentar nos próximos anos. Gerentes, líderes e diretores de TI devem ficar ainda mais atentos a essas frequentes transformações, pois o mercado está em constante ebulição e requer tecnologias que acompanhem esse momento.

Embora algumas preocupações se repitam como redução de custo, melhoria da eficiência e escalabilidade, novas tendências começam a ressoar como Multi- Cloud e Hype: Containers eKubernetes, novidades que concentram as principais oportunidades quando falamos de transformação digital. Escalar as iniciativas e gerar mais receita para o digital é uma das prioridades para 2018, principalmente pelo fato de que muitas empresas ainda estão descobrindo como alinhar suas estratégias.

Embora seja fácil perceber como a tecnologia mudou a forma como trabalhamos, negociamos e entregamos serviços, encontrar o caminho é complexo e vai além do uso de novas ferramentas. Temos a necessidade de transformar cultura, processos e práticas.

Habilidades e papel do CIO

Estudos apontam que os CIOs – Chief Information Officer, com melhor performance no digital, são os que mais possuem responsabilidades fora da TI. No entanto, acredito que muitos perderam o contato com o lado técnico, logo estão com dificuldades de entender tecnologias emergentes e de que forma os benefícios se encaixam na estratégia. O CIO é o patrocinador mais forte dentro deste contexto, logo ter uma visão ampla das tecnologias emergentes, é essencial na hora de apoiar a decisão de projetos pilotos.

Um conselho que dou é que participem mais de eventos de tecnologias emergentes que tragam cases de sucesso e incentivem o compartilhamento de experiências bem-sucedidas. Um bom exemplo é a KubeCon, conferência do Kubernetes, tecnologia que está transformando a forma como olhamos para infraestrutura e aplicações. Lá você terá acesso às pessoas que estão construindo a ferramenta, como também apresentações de empresas que vão desde Comcast, Ebay à brasileira varejista Magazine Luiza.

Containers e Kubernetes

São duas tecnologias que deixaram a zona do hype em 2017 e trazem casos reais de uso em produção em empresas como Goldman Sachs, SAP a SoundCloud e Pokemon GO. Os benefícios na utilização de containers para o desenvolvimento de aplicações são grandes demais para serem ignorados, oferecem ganhos extremos de produtividade, velocidade e consistência nas entregas, portabilidade e redução de custo.

Kubernetes, gerenciador de containers criado pelo Google e doado como projeto Open Source em 2015 para a CNCF (Cloud Native Computing Foundation), sem dúvida nenhuma está transformando a forma como rodamos software e olhamos para infraestrutura. Oferece eficiência ao estilo Google na hora de escalar, gerenciar e tratar de questões como disponibilidade das aplicações. O projeto conta com +1400 contribuidores de empresas como Google, Red Hat, Microsoft, além de patrocinadores de peso como AWS, Oracle, Cisco e SAP.

De Cloud-First para Cloud-Only

Que a Nuvem se tornou o padrão no deploy de novas aplicações, ninguém discute. A estratégia Cloud-First está bem estabelecida e é considerada fundamental para manter relevante em um mundo de transformação em ritmo acelerado. Começa a ser gradualmente ampliada e até mesmo substituída por Cloud-Only na hora de desenhar e planejar novas arquiteturas de software.

Prova disso, são os números do Gartner, apontando que até 2019, mais de 30% dos investimentos de software das 100 maiores empresas terão sido substituídos de Cloud-First para Cloud-Only. De acordo com o levantamento, até 2020, terá sido vendido mais poder computacional para provedores IaaS e PaaS do que datacenters tradicionais das empresas.

Outra sugestão que dou, baseada neste cenário, é que os profissionais desenhem suas novas aplicações considerando Cloud-Only, independentemente de onde for rodar. Recursos e tecnologias de ponta são cada vez mais disponibilizados apenas na Nuvem. O uso de containers aqui é estratégico, pois oferecem portabilidade entre ambientes, criando um caminho de migração com menor custo, risco e complexidade.

Estudo do Gartner, empresa líder em pesquisa tecnológica global e consultoria de mercado, indica que as organizações estão migrando para a Nuvem. Cerca de 44,6% das pequenas empresas já passaram a adotar a tecnologia enquanto 37,7% reflete o percentual das empresas de médio porte que já fazem uso. Outro dado importante é a estimativa das despesas globais com os serviços de Nuvem pública que chegaram a U$ 246,8 bilhões registrados até o momento, o que significa um crescimento de 18% quando comparado aos US$ 209,2 bilhões computados em 2016.

Multi-Cloud

Quando a computação em Nuvem surgiu, a questão entre muitos CIOs era se iriam ou não adotar. Com o passar do tempo, a dúvida passou a ser quando. Hoje, com a forte adoção e diferentes ferramentas e plataformas oferecidas para cada provedor, a questão passa a ser como usar diferentes ambientes, ferramentas e garantir que irão trabalhar de forma integrada e com segurança.

A boa notícia é que estamos entrando em um futuro marcado pela abertura e interoperabilidade. Arquiteturas Open Source protegem empresas de lock-in, permitindo que a TI possa explorar a melhor solução que atenda uma necessidade específica do seu negócio, sem as limitações arbitrárias impostas por soluções proprietárias.

Para 2018, tenha na sua estratégia o uso de plataformas Open Source como (Kubernetes, TensorFlow, Hadoop) e diferentes provedores de Nuvem. Grandes empresas já possuem produtos que utilizam um mix de serviços em diferentes plataformas, integrações com serviços e sistemas On-Premise, já que flexibilidade e velocidade são os motores deste modelo.

Bons negócios!

Diogo Goebel, é CEO e fundador da Getup, startup residente no Cubo Itaú – um dos maiores epicentros de tecnologia e inovação do Brasil. A empresa foi reconhecida como Cool Vendor 2017 pelo Gartner. O executivo acumula mais de 20 anos de experiência na área de tecnologia.

 

Festival Leopoldina Orgânica vai ocupar praças, ruas e o Parque Ary Barroso, na Zona Norte

Evento acontece pela primeira vez na Zona da Leopoldina em dezembro

 Festival vai mostrar efervescência cultural da periferia, atividades agroecológias e temas socioambientais

Praças, ruas e o Parque Ary Barroso localizados na Zona Norte carioca receberão um festival que une cultura local, feira orgânica, atividades infantis e temas ligados ao meio ambiente, agroflorestas, sustentabilidade, gestão de resíduos e revitalização local por meio de jardinagem e hortas coletivas. Trata-se do Festival Leopoldina Orgânica, que acontecerá nos dias 09 e 10 de dezembro, sábado e domingo, das 07 às 22h, na Zona da Leopoldina, território que abriga os bairros Manguinhos, Bonsucesso, Ramos, Complexo do Alemão, Olaria, Penha, Brás de Pina, Cordovil, Parada de Lucas, Vigário Geral. O evento acontece pela primeira vez na região.

O objetivo é promover o “subúrbio sustentável” e evidenciar a efervescência cultural que nasce nas periferias cariocas por meio da dança, música, artes variadas, teatro, gastronomia saudável e natural. A fim de potencializar as ações que ocorrem no território, todas as atividades da programação serão realizadas pelos próprios moradores, sob a curadoria de coletivos que atuam na região e do coletivo Leopoldina Orgânica, organizador do festival que tem patrocínio da Oi e apoio cultural do Oi Futuro, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Secretaria de Estado de Cultura por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e, apoio da Casa Fluminense, Arena Carioca Dicró, Observatório de Favelas, SuperVia e Ecoponte.

“Quando falamos de subúrbio sustentável, vamos além das questões ambientais. Falamos sobre um subúrbio que promove música, dança, teatro, lazer, gastronomia. O Festival Leopoldina Orgânica convoca o carioca a vivenciar um ideal de cidade acolhedora, acessível e com hortas espalhadas pelas praças. Uma cidade das crianças, dos idosos, dos portadores de necessidades especiais, dos artistas de rua, de todos aqueles que quiserem conviver e respeitar às diferenças! A cultura é a costura do festival com a rede coletiva dos moradores da região da Zona da Leopoldina”, define Teo Cordeiro, fundador do Leopoldina Orgânica.

O festival é fruto de um movimento que tem suas raízes na década de 1990, a partir das sementes e mudas de Luiz Poeta, fundador do projeto Verdejar Socioambiental. Tudo começou com o encantamento pelas ações de preservação e recuperação ambiental desenvolvidas na Serra da Misericórdia, maciço rochoso com 43,9 quilômetros com a última área de Mata Atlântica da Zona Norte. Inspirado nos projetos do grupo surgiu, então, o movimento Leopoldina Orgânica, que mobilizou moradores em torno da Praça Marechal Maurício Cardoso, um dos pontos centrais do bairro de Olaria, subúrbio carioca.

“A ocupação da praça contra a construção de uma Clínica da Família, no local, tinha como objetivo mostrar que a sociedade poderia fazer bom uso do local. O espaço abandonado foi revitalizado com atividades culturais e por nossa feira orgânica, a primeira com essa característica na região, que ganhou força e passou a ser realizada todo segundo sábado do mês”, recordaTeo Cordeiro ao lado do coletivo formado por Rafael Carvalho, biólogo, e das produtoras culturais Taty Maria e Simone Vidal.

“O Leopoldina Orgânica quer fazer um desafio no sentido de nos reinventarmos a ideia dos eventos, dos encontros, das celebrações. O planeta pede e a sociedade demanda iniciativas que unam a prática e a teoria. Para nós não basta falarmos em sustentabilidade mas sim praticá-la. Nossas praças adotarão, o conceito do Lixo Zero que convoca o público a se co-responsabilizar pelos resíduos produzidos indo ao encontro das Estações de Resíduos, um novo método para a organização de eventos. Além disso, o festival trará uma série de oficinas práticas dentro do paradigma da permacultura que nos oferece ferramentas para uma ação humana menos nociva a natureza e a nós mesmos. E ai, topa o desafio de ser co-responsável por um planeta e uma cidade mais sustentável e justa?”, define Teo Cordeiro.

Desde 2014, o Leopoldina Orgânica pratica propostas de ocupação de praças públicas com temas ligados à tarefa de uma sociedade mais justa. Aquilo que se liga ao propósito de justiça social ou socioambiental nos diz respeito. Nas praças existe lugar para opiniões distintas, tem lugar para aprendermos a nos alimentar melhor, tem lugar para tudo e para todos. Só não tem lugar para intolerância às diferenças. E agora essas praças do subúrbio, da favela, serão ocupadas com um festival leopoldinense de raiz.

Neste primeiro grande evento local, o Festival Leopoldina Orgânica homenageia Luiz Poeta, que militou pela Serra da Misericórdia, área verde que sempre o inspirou em defendê-la para que ele e milhares de pessoas da Zona Norte, tivessem acesso à natureza já que essa é uma região tão carente de áreas verdes. O festival é a reverberação de uma região rica em cultura que carece de oportunidades para mostrar seu valor. Por isso,  as praças serão espaços de experimentação, de um convívio baseado nos princípios da permacultura, horta comunitária, da alimentação orgânica e de qualidade com preço justo e acessível, da agroecologia recheada com o que há de melhor nesses territórios: a cultura produzida diariamente por cada morado

Além dos grupos formados por moradores locais, o festival aceita doação de material de jardinagem, por exemplo, e contará com voluntários, apoiadores e parcerias para oferecer produtos e serviços afins. A educação ambiental também faz das atividades do evento. Mas, não basta apenas conversar sobre temas socioambientais, por isso, o Festival Leopoldina Orgânica está propondo um desafio aos participantes: ser um evento limpo.

O Festival contará com copos ecológicos reutilizáveis que poderão ser adquiridos pelos participantes do evento. O objetivo é ser um evento limpo e atingir a meta do Lixo Zero, evitando assim, que milhares de copinhos descartáveis parem no lixo. “Também teremos postos de descarte de resíduos em todos os bairros e o frequentador do evento será orientado por um catador-educador a destinar seu resíduo da maneira correta. Haverá a separação dos recicláveis (que serão encaminhados para cooperativas de reciclagem da região; dos resíduos orgânicos (que serão encaminhados para compostagem); líquidos (destinados ao tratamento sanitário) e rejeitos (enviados para o aterro sanitário). Com isso, o Festival pretende mostrar que eventos deste porte devem ser responsáveis pelo resíduo que geram e que o Saneamento Ambiental é um direito de todos”, finalizar Rafael Carvalho.

  • SERVIÇO
  • Festival Leopoldina Orgânica. Zona da Leopoldia. Dias: 9 e 10 de dezembro (sábado e domingo). Horário: 7h às 22h.
  • Dia 09 – Onde e grupo atuante
  • .Manguinhos – Praça do Desup/ em frente a Biblioteca Parque de Manguinhos – Careca e Projeto Marias
  • .Complexo do Alemão – Praça Verde – Instituo Raízes em Movimento
  • .Cordovil – Quadra dos Dourados / Praça 13 – Cineclube Tia Nilda
  • .Parada de Lucas – Rua Parima em frente a Quadra Unidos de Lucas – Sid Camilo
  • .Vigário Geral – Praça Catolé do Rocha – Resistência Cultural 
  • Dia 10 – Onde e grupo atuante
  • .Bonsucesso – Praça Lopes Ribeiro – Arte Andarilha e Quadrilha Forrozão Junino
  • .Ramos – Praça Ramos Figueira – Reduto Pixinguinha – Movimento Cultural 100% Suburbano
  • .Olaria – Quadras gêmeas / Praça Grande Otelo – Roda Cultural de Olaria
  • .Penha – Praça do Bairro 13 (Vila Cruzeiro) – CEM – Centro de Educação Multidisciplinar
  • .Brás de Pina – Praça do Country Club – Palhaço Seboso
  • .Parque Ari Barroso – Grande encerramento
4 DICAS SIMPLES PARA EVITAR ESTRIAS NA GRAVIDEZ

Por Dr. Luís Felipe Maatz, Cirurgião Plástico, com especialização em
Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica pelo Hospital das Clínicas da
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), membro da
Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

A gestação é um dos momentos de maior realização da mulher! Mas,
inevitavelmente, a gravidez muda o corpo da mãe, tanto durante, como após
o parto. Daí a importância de cuidar não só do desenvolvimento do bebê
nestes 9 meses, como da sua saúde e do seu corpo, a exemplo das estrias,
que aparecem em cerca de 90% das mulheres após o sexto ou sétimo mês de
gravidez, segundo a Academia Americana de Dermatologia. A estria surge,
normalmente, pela ruptura das fibras de colágeno.

Mas por que elas aparecem durante a gestação e como evitá-las?

1 – CONTROLE DE PESO – No período da gravidez, há um aumento de peso,
fazendo com que haja maior distensão do abdome e, consequentemente, o
rompimento das fibras da pele. Por isso, o cuidado com o peso é
fundamental. E não só pelo lado estético, mas pela saúde do bebê e da
mãe. Se houver um aumento de peso exagerado, a mulher pode ter vários
problemas de saúde, podendo também afetar o bebê.

2 – BOA ALIMENTAÇÃO – Uma dieta saudável ajudará a manter o peso sob
controle. Além disso, o consumo de alimentos com vitamina C e E, e a
ingestão de líquidos para hidratação ajudam a manter a pele saudável.
Nesta fase, a mulher costuma ter os famosos “desejos por determinados
alimentos”. Se a vontade for de comer frutas diferentes, por exemplo,
não há problemas, contanto que a quantidade seja moderada, pois até
certas frutas contêm muito açúcar e altas calorias, como banana e
abacate. Mas se o desejo da futura mamãe for por comidas gordurosas e com
baixo valor nutritivo, como doces e frituras, é preciso atenção
redobrada. Ela até pode matar sua vontade, mas em porções pequenas e
esporadicamente.

3 – ROUPA APROPRIADA – Com o aumento do tamanho das mamas e da barriga, o
ideal é usar roupas adequadas, que sejam confortáveis e que não fiquem
apertadas, evitando a má circulação sanguínea. O mesmo vale para os
sutiãs que, além de maiores, devem ter uma sustentação, para que os
seios não fiquem caídos quando voltarem ao tamanho normal. Hoje em dia, o
que não falta é moda específica para gestantes.

4 – HIDRATANTES – O uso de cremes e óleos específicos para grávidas é
essencial para manter a pele macia, evitar manchas (comum em algumas
gestantes) e as desagradáveis estrias. Para estas, o óleo de amêndoas,
de rosa mosqueta e de semente de uva ainda são os mais indicados. Seja
qual você for utilizar, deve ser passado na barriga todos os dias, com uma
leve massagem. Importante lembrar que estas dicas devem ser discutidas com
seu obstetra, pois cada gravidez tem suas particularidades e necessidades.

Semana de prevenção ao diabetes ilumina Cristo de azul e promove ações para alertar sobre a doença

Haverá caminhada, pedalada e campanhas de ação e cidadania pela Orla de Copacabana.

Para esclarecer a população sobre o diabetes e suas complicações, a Associação Carioca de Diabetes (ACD), a mais antiga do Rio de Janeiro, fundada em 1957 e direcionada aos diabéticos com campanhas de conscientização da doença, realiza de 12 a 15 de novembro a11ª Semana de Atenção ao Diabético do Rio de Janeiro, com o tema “Vida Saudável e Diabetes”, que prega a prevenção da Diabetes e de suas principais complicações pela mudança do estilo de vida e monitorização constante do paciente diabético focando, este ano, especialmente na saúde da mulher.

 “O objetivo da Semana de Atenção ao Diabético, é alertar a população, formadores de opinião e profissionais da saúde com informações básicas sobre vida e alimentação saudáveis e noções sobre o Diabetes Mellitus, suas possíveis complicações e ações preventivas” explica o Membro Titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBAV) e Presidente-executivo da ACD, Jackson Caiafa, lembrando que a doença hoje atinge 16 milhões de brasileiros, segundo os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Este ano, mais uma vez com a ajuda e parceria do cartunista Ziraldo, fizemos uma camisa institucional com o desenho do artista, representando o alerta contra o diabetes.

Entre as atividades do Dia 14 de Novembro, terça-feira, quando se comemora o Dia Mundial do Diabetes, está prevista a iluminação do Santuário do Cristo Redentor do Corcovado, que acontece desde a primeira edição da Semana de Atenção ao Diabético do Rio de Janeiro em 2007, antecedida, às 18hs, de uma missa no local. Esse ano haverá uma atração especial, com a presença de uma grande guirlanda, formada de balões azuis que representando o cuidado e as ações de prevenção do Diabetes Mellitus em todo mundo.

No Dia 15, quarta-feira, as ações estarão fixadas na Praia de Copacabana. A partir de 07h acontecerão a Caminhada e a Pedalada Azul que pretendem estimular a prática de exercícios físicos que podem ajudar a prevenir e tratar o diabetes. Saindo da Ilha do Governador, 300 ciclistas realizarão uma Pedalada Azul comemorativa até a o Posto 3 da Praia de Copacabana, encontrando-se com os participantes da Caminhada Azul que iniciarão sua jornada no Leme.

Às 10hs, no local da chegada, mais de 10 tendas estarão montadas para a ‘XII Campanha de Prevenção ao Diabetes’ onde médicos, enfermeiros, farmacêuticos, psicólogos, podólogos e outros profissionais voluntários estarão à disposição da população em uma Ação de Saúde e Cidadania.

Serão oferecidos serviços como aferição da pressão arterial, exame dos pés dos diabéticos, teste de glicemia, antropometria, entre outros. Folders e livretos informativos sobre a doença e suas complicações serão distribuídos.

No local haverá também a revoada de 3 mil balões azuis em homenagem à data e à prevenção e ao bom tratamento do diabetes.

Participam da Semana de Atenção aos Diabéticos do Rio de Janeiro a Aliança de Atenção ao Diabetes do Rio de Janeiro, Federação Nacional das Associações e Entidades de Diabetes (FENAD), Lions e Cruz Vermelha.

 SOBRE O DIABETES

O Diabetes é uma doença em que há aumento da glicemia (açúcar no sangue). Ocorre porque o pâncreas não produz insulina suficiente ou porque a insulina não age bem no organismo. A insulina é importante, pois é ela que transporta a glicose do sangue para dentro da célula para que sirva como fonte de energia. Quando não há insulina, a quantidade de glicose aumenta no sangue provocando muitas alterações do metabolismo geral e problemas tais como visão turva, dificuldade de cicatrização, muita vontade de urinar e cansaço.

Estima-se que, no Brasil, existam aproximadamente 16 milhões de diabéticos. Metade desses diabéticos não sabem que têm o problema e a outra metade, cerca de 50% a 60% não se tratam ou se tratam de forma incorreta. Lembramos que os pés dos diabéticos precisam ser examinados diariamente, pois podem ser insensíveis e os diabéticos podem machucar-se sem que percebam. Essa lesão muitas vezes pode evoluir para a amputação dos membros inferiores em função do desconhecimento dos cuidados necessários e das precárias condições de atendimento na saúde pública.

Segundo Jackson Caiafa, presidente executivo da Associação Carioca de Diabéticos – ACD, o diabético sem tratamento adequado pode ter algumas outras complicações muito graves e importantes. A arterioesclerose (acúmulo de placas de gordura nos vasos sanguíneos com oclusão desses vasos) é mais extensa e grave no diabético com isquemias de membros, doenças cérebro-vasculares (placas de carótidas com alterações da irrigação cerebral), infartos do miocárdio. A Retinopatia diabética é a maior causadora mundial de cegueira em adultos e a Nefropatia diabética a maior causadora de Insuficiência Renal Crônica com hemodiálise no Brasil e no mundo.

Entenda o pé diabético:

Principais sintomas

São dores nas pernas, principalmente com exercícios; feridas que não curam; pés inchados, azulados e ressecados; dormência nos pés e insensibilidade, o que pode levar a pessoa a não perceber uma ferida. 

Cuidados

– É preciso examinar diariamente os pés e ter cuidados com bolhas, rachaduras e ressecamentos.

– Evite colocar os pés de molho, pois eles poderão rachar ou ressecar.

– Nunca ande descalço, mesmo em casa.

– Não tente remover calos ou verrugas com curiosos e pedicures sem treinamento.

– Use diariamente uma loção ou creme hidratante nos pés. Retire o excesso e não use cremes entre os dedos.

Diagnóstico

Peça para seu médico examinar seus pés em todas as consultas.


SERVIÇO:

 

Jackson Caiafa

Coordenador Geral da 11ª SAD-RJ

Educação inclusiva para surdos: temos profissionais preparados e recursos físicos adequados em sala de aula?

Maria Paula da Silva (*)

No Brasil há uma lei que assegura a oferta do ensino de Libras, do sistema Braille e do uso de recursos de tecnologia assistiva a fim de ampliar as habilidades funcionais dos estudantes deficientes auditivos e visuais, promovendo sua autonomia e participação. Porém, mesmo com uma Lei de amparo, o acesso aos recursos que possibilitam a inserção de surdos no ensino regular e que ajudam a promover a sua formação educacional ainda tem muitas lacunas. Refletir sobre o tema em um concurso como o Enem é um estímulo à preocupação com os alunos surdos.

Os “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”, tema da redação que levou os mais de cinco milhões de candidatos ao Enem 2017 a pensar em uma solução para que os deficientes auditivos tenham oportunidades de aprendizagem ao menos semelhantes aos outros alunos da turma, foi considerado um duro teste para muitos que fizeram a prova. Porém, para a pessoa que sofre com a deficiência auditiva, o desafio é diário, pois a cada etapa educacional, um novo obstáculo deve ser superado e eles nunca sabem até aonde conseguirão chegar nos estudos.

Como citado acima, no inciso XII do artigo 28 da Lei 13.146, de julho de 2015, os recursos e serviços de tecnologia assistiva no Brasil devem ser interdisciplinares, englobando produtos, metodologias, estratégias e práticas que tem como objetivo promover a atividade e a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.

Porém, a escola, principalmente a pública, enfrenta muitas dificuldades para atender alunos com deficiência, seja por falta de profissionais preparados ou de recursos físicos inadequados. Além disso, faltam subsídios técnicos e pedagógicos para apoiar e estimular a inclusão de deficientes ao contexto educacional. É cada vez mais importante o desenvolvimento de programas que promovam o acesso, permanência e possibilidades de efetivo desenvolvimento dos alunos com deficiência. Isso tudo seria possível por meio de uma consultoria especializada e parcerias público-privada, tendo como foco a formação dos professores e gestores para que a verdadeira inclusão aconteça, promovendo a transformação da cultura escolar e valorizando cada indivíduo e suas singularidades.

Diante do exposto e pesando nas possibilidades que o profissional da educação pode promover ao educando com deficiência de surdez, surgem recursos variados, que ampliam e possibilitam uma melhor qualidade de vida e ensino. Podemos usar como exemplos auxílios que incluam equipamentos como infravermelho e FM, aparelhos para surdez, telefones com teclado – teletipo (TTY), sistemas com alerta táctil – visual, entre outros.

Pensar sobre o desenvolvimento e os desafios da formação do deficiente surdo no Brasil deve ser algo constante, pois assim é para eles. Colocar essa situação como tema de uma redação com tamanha visibilidade é algo bom, pois pensar sobre a inclusão e tantos outros fatores que tornam algo que deveria ser um direito, uma possibilidade, já é uma conquista.

Planneta – foto Maria Paula da Silva

(*) Maria Paula da Silva é coordenadora pedagógica de projetos na Planneta. Atua com Educação Infantil e Ensino Fundamental I na rede municipal de Osasco, oferecendo o uso da Tecnologia Digital da Informação e Comunicação como um recurso didático/ pedagógico no contexto educacional.

UROLOGISTA ESPECIALISTA EM CIRURGIA ROBÓTICA PARA RETIRADA DO CÂNCER DE PRÓSTATA

No Brasil, segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), a cada ano são
descobertos 61.200 novos casos de câncer de próstata, com um total de
13.772 mortes/ano. Em termos globais, são mais de 1,1 milhão de novos
casos/ano, com mais de 300 mil mortes. É o segundo tumor mais comum em
homens (o primeiro é o câncer cutâneo não melanoma) e a terceira
principal causa de morte, depois do câncer de pulmão e colorretal.

Para falar sobre o tema, indico o Dr. Cássio Andreoni, urologista do
Hospital Albert Einstein/SP, que realiza cirurgias robóticas para retirada
do câncer de próstata. O urologista pode contar como é realizada a
cirurgia, quais os benefícios, quais as indicações e como a robótica
inovou estes procedimentos.

O Dr. Cássio Andreoni fez Pós-Graduação na Washington University; é
Doutor e Livre-Docente pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) –
Escola Paulista de Medicina (EPM); é Professor da Disciplina de Urologia
da Unifesp-EPM; Atual Membro do Staff da Endourological Society; e Chefe do
Recognized Fellowship Program.

Dr. Cássio também foi Visiting Urologist pelo Institut Moutualist
Montsouris, Paris; e Visiting Urologist pelo Memorial Sloan Kettering
Cancer Center, New York.

Suas principais áreas de atuação são:
– Câncer de próstata
– Tumor da Bexiga
– Tumores do Rim e da adrenal
– Cirurgia robótica
– Cálculos Renais

Se tiver interesse em falar com o Dr. Cássio Andreoni, me avise.

Informações à imprensa
Flávia Vargas Ghiurghi
flaviavghiurghi@hotmail.com
flaviaghiurghi@gmail.com
(11) 9-9716-2800

Indio da Costa visita Universidade da Zona Oeste Dia 9 de novembro

Bate-papo levanta soluções para segurança pública do Rio, nesta quinta-feira

O deputado federal, Indio da Costa realiza a palestra “Segurança antes de tudo”,  com estudantes da Universidade Castelo Branco, no dia 9 de novembro. O atual Secretário Municipal de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação do Rio de Janeiro, destaca seu estudo sobre  o aumento da criminalidade na cidade, às 19h, no teatro da UCB.

Indio tem abordado o tema em universidades e associações, com o intuito de estimular o debate na sociedade, e buscar uma solução eficaz para a segurança pública do Rio. No bate-papo, o deputado argumenta como a violência impacta áreas vitais no Estado, como a saúde, educação e os transportes.

Responsável pelo urbanismo, infraestrutura e habitação, o secretário municipal têm a oportunidade de se inserir na questão urbanística, mesmo sendo um papel para a segurança pública. Indio da Costa  destaca também suas ideias que visam acelerar e reaquecer a economia, para diminuir as taxas de desemprego no Rio de Janeiro.


Vida profissional de Indio da Costa

Antonio Pedro Indio da Costa – advogado pós-graduado em políticas públicas, atuou como vereador no Rio de Janeiro por três mandatos. Comandou a Secretaria Municipal de Administração do estado onde reduziu prazos e custos da burocracia. De 17 níveis hierárquicos ficaram três. Extinguiu 100 cargos em comissão (1/3 dos cargos existentes). E reduziu em até 90% o tempo de processos internos. A economia estimada foi de 104 milhões só em 2003. Em 2006, elegeu-se deputado federal. Foi relator da Lei Ficha Limpa. Nas eleições presidenciais de 2010, concorreu como candidato a vice-presidente. Foi secretário de Esportes da Prefeitura do Rio de Janeiro e secretário de Meio Ambiente do estado. Em 2016 foi candidato a prefeito do Rio de Janeiro, pelo PSD. Atualmente, deputado federal – licenciado – pelo Estado do Rio de Janeiro, em janeiro de 2017 assumiu a Secretaria de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação, da Prefeitura do Rio.

Serviço

Palestra “Segurança antes de tudo” – Secretário Municipal Indio da Costa

Data: 9 de novembro

Horário: 19h

Local: Teatro Wenceslau – campus Realengo (Avenida Santa Cruz,1631).

Deputada Lucinha (PSDB): ÁGUA NO ESTADO TERÁ QUE SER COMERCIALIZADA EM MODELOS DIFERENTES DE EMBALAGENS

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou, nesta terça-feira (31/10), em segunda discussão, o projeto de lei 2.791-A/17, da deputada Lucinha (PSDB), que visa a um maior controle da produção e da comercialização de águas minerais e águas adicionadas de sais. De acordo com a parlamentar, a população está à mercê de produtos que não são devidamente identificados e fiscalizados, provocando riscos à saúde dos consumidores. A votação foi nominal e, dos 39 deputados presentes na sessão, 38 foram a favor do PL. O texto ainda terá a redação final votada em plenário antes de ser enviado para o governador Luiz Fernando Pezão.

 

Com a norma, Lucinha pretendeu estabelecer modelos diferenciados de embalagens e vasilhames para a venda de cada tipo de água, deixando claro o que é natural e o que é adicionado de sais. Segundo o texto, os rótulos com a especificação do tipo de água devem ter, pelo menos, metade do tamanho da grafia do nome da marca. O PL, que recebeu 20 emendas, foi aprovado de acordo com o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), com a inclusão das emendas 1 e 2.

“Para proteger os consumidores e evitar equívocos, é necessária uma lei que estabeleça a clara diferença entre esses produtos. Não podemos esquecer que a água é um alimento e deve ser tratada com o máximo de cuidado que todo alimento merece”, declarou a deputada.

 

A primeira emenda modificou a redação original e estabeleceu que as águas adicionadas de sais devem ser vendidas em galões de 10 ou 20 litros de cor rosa e as águas minerais, em galões de 10 ou 20 litros de cor azul. Anteriormente, o texto dizia que as águas naturais deveriam ser comercializadas em galões de 10 ou 20 litros na cor azul e as águas adicionadas de sais, em galões de 15 litros na cor rosa.

A segunda emenda definiu que a “embalagem retornável de uso exclusivo”, aquela de propriedade da envasadora e que traz a marca litografada em alto relevo na embalagem, não pode ser vendida ao consumidor, sendo obrigatória a adoção do regime de comodato. O PL estabeleceu também que quem infringir a lei será punido de acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC). A partir da sanção da lei pelo governador, as empresas terão 180 dias para se adequar.

Água adicionada de sais

De acordo com o projeto de lei aprovado, águas adicionadas de sais são águas preparadas e envasadas para o consumo humano, contendo um ou mais compostos previstos em resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sem açúcares, adoçantes, aromas ou outros ingredientes. Já a água mineral natural é obtida diretamente de fontes naturais ou por extração de águas subterrâneas. “Muitas vezes, o consumidor é enganado e compra água adicionada de sais achando se tratar de água mineral. Isso não vai mais acontecer porque os produtos terão que ser identificados com clareza”, frisou Lucinha, que preside a Comissão de Segurança Alimentar da Alerj.

Inscrições abertas para o vestibular de 2018 do SENAI CETIQT

Instituição é referência na formação de mão de obra especializada nas áreas têxtil e de confecção do país e é berço de muitos profissionais de renome no mercado da moda

 Estão abertas as inscrições para o vestibular dos cursos de graduação em Design de Moda e Engenharia Química da Faculdade SENAI CETIQT. Até 14 de janeiro de 2018, os interessados podem acessar o site da instituição (www.senaicetiqt.com/) e fazer o seu cadastro. Além da prova com data agendada, os candidatos também podem ingressar na instituição usando a nota do Exame Nacional do Ensino Médio – Enem (não menos de 450 pontos), ou ainda por transferência externa. Quem já concluiu qualquer curso de graduação pode entrar como portador de diploma.

Com duas unidades – Barra da Tijuca e Riachuelo, no Rio de Janeiro – o SENAI CETIQT possui uma infraestrutura única na América Latina, com ambientes e laboratórios completos, com finalidades didáticas e de serviços tecnológicos de ponta. Suas plantas piloto reproduzem o ambiente produtivo industrial, possibilitando desenvolver projetos de inovação em processo e produto, além de promover a elaboração de ações educacionais integradas.

“No SENAI CETIQT os alunos da graduação aprendem em ambientes simulados às fábricas sem deixar de lado o conteúdo teórico de qualidade. Por ser um Centro de Tecnologia, a proposta da faculdade é de integração total com as áreas de pesquisa e inovação dos institutos locais para melhor capacitação do aluno na área acadêmica ou de mercado”, explica Robson Marcus Wanka, gerente de educação do SENAI CETIQT.

Com 68 anos de tradição em educação, a instituição se tornou referência na formação de mão de obra especializada nas áreas têxtil e de confecção do país, sendo berço de muitos profissionais de renome no mercado da moda, como Daniela Sabbag, uma das sócias da Wasabi (grande exportadora, com loja no Fashion Mall – RJ). Gabriel Gil, de 19 anos, estudante do 2º período do curso de Design de Moda e um apaixonado pela área desde os 8 anos, quando já desenhava roupas, revela que a graduação era um sonho.

“Fiz um curso técnico no SENAI CETIQT e adorei. Então não tinha dúvidas de que o melhor lugar para obter uma formação mais ampla e realizar meu sonho seria lá. A faculdade é referência em moda no Brasil e logo que entrei pude confirmar isso. A infraestrutura é incrível, o nível de ensino é muito bom e os professores excelentes; e ainda há a preocupação com a nossa colocação no mercado. Isto faz toda a diferença”, diz o estudante, empolgado com a escolha que fez.

“A faculdade tem a preocupação constante com a plena formação do aluno, dentro da atual realidade do setor têxtil, confecção, moda e químico. Com isso, ao fim do curso, esse jovem estará apto e estruturado para o mercado de trabalho. O perfil do profissional de moda está em constante transformação e ele precisa ter uma visão ampla de todo o processo produtivo, conhecendo todas as etapas e logísticas, frente a uma economia global e um mercado flexível”, resume Robson Wanka.

Além dos cursos de graduação, o SENAI CETIQT oferece também cursos de extensão de curta duração e pós-graduação lato sensu.

 

ENTREVISTA: Conheça Fabiana Dorea, desde Londres, uma brasileira de sucesso
Conheça Fabiana Dorea, desde Londres, uma brasileira de sucesso 
Fabiana Dorea, brasileira, soteropolitana e atualmente em Londres. A advogada que se tornou coach e faz sucesso levando o nome do Brasil para Europa.
Fabiana deixou Salvador para fazer mestrado de direito em Londres, ela é dona do conceito que revela que só existe justiça se houver evolução da alma e hoje dedica sua vida como coaching!
1-Como você descobriu O Coaching?
O Coaching floresceu na minha vida de uma forma muito orgânica.
Desde muito cedo eu consegui dominar a matéria (corpo físico) através de
exercícios e de uma alimentação balanceada. O meu próximo passo foi
naturalmente e intuitivamente integrar, conectar e balancear corpo, alma e
espirito. Outro fator determinante foi a minha insatisfação com a minha
profissão (advocacia). A advocacia deixou de ter significado e proposito quando
percebi que através dela não conseguia impactar as pessoas de uma forma
positiva; eu queria fazer mais por elas, eu queria estar contribuindo para uma
melhora na vida do individuo e para com a sociedade.
Hoje eu digo com convicção que eu vivo a máxima ‘trabalhes com o que ama e
nunca precisaras trabalhar na vida’.
2-Porque você acha que existem diversos questionamentos sobre essa profissão
no Brasil?
 
O Coaching eh uma profissão relativamente nova que vem ganhando notoriedade
recente no Brasil, então eh natural que existam áreas cinzentas e duvidas surjam.
E isso não eh ruim. Pelo contrario, os questionamentos e duvidas nos levam a
pensar, a buscar soluções, nos aprimorar. Atrelado a esse fato essa profissão não
eh regulamentada, por isso temos que ter muito cuidado na hora de escolher um
Coach.
3-Sendo essa uma profissão não regulamentada, quem responde por eventuais
falhas do Coach?
Ha um movimento muito grande para aumentar a credibilidade dessa profissão.
No Brasil houve apenas uma tentativa de regulamentação em 2009. Na Europa e
nos EUA temos instituições como o ICF (International Coaching Federation), AC
Association for Coaching) e EMCC (European Mentoring and Coaching Council)
que tem a finalidade de incentivar e organizar o segmento, além de proteger os
interesses do coachee (clientes). Existe um código de ética e um de conduta e
revisão de processos, além de um painel que permite que os clientes registrem
reclamações e comportamentos antiéticos por parte dos Coaches.
Para se associar a uma ou todas essas instituições, o Coach tem que passar por
critérios rigorosos de avaliação e preencher os pré-requisitos necessários.
4) De que forma o Coaching consegue potencializar os ganhos da pessoa?
O objetivo do Coaching são os mais variados possíveis e os ganhos podem ser
objetivos ou subjetivos. Os fatores podem ser emocionais, pessoais ou
profissionais ou os 3 combinados! Eu tenho coachees que buscam apenas
explorar e trazer clareza sobre o que seria viver uma vida com proposito ou
descobrir quais são seus verdadeiros valores ou crenças limitantes. Eles iniciam
o Coach sem uma ideia clara da onde querem chegar com isso, mas ha um desejo
e curiosidade sobre o tema. E ha outros que já tem uma ideia definida da onde
querem chegar, mas sentem-se paralisados, com medo, não sabem COMO chegar,
e isso pode ser em relação a carreira, filhos, saúde, descobrir aptidões,
relacionamentos, etc.
Importante salientar que o Coach eh apenas o facilitador para que o Coachee
descubra e identifique os seus valores essenciais para assim alinharmos a suas
ações em busca de seus objetivos.
5) Explique situações em que o Coach pode aumentar os ganhos de uma
empresa.
O Coach Corporativo se especializa em implantar uma cultura de alta
performance na organização através do desenvolvimento individual e coletivo
dos colaboradores acelerando os resultados e potencializando competências e
habilidades e por fim despertando nos profissionais o seu potencial infinito,
afinal ‘ empresas são resultados de pessoas’.
Existem inúmeras pesquisas e estudos comprovando esses ganhos, mas só para
citar alguns, o ICF, apontou que 70% dos profissionais aumentaram seu
desempenho apos realizarem o processo de Coaching e uma pesquisa feita pela
PUC Campinas com 10 executivos que passaram por esse processo revelou que:
100% aperfeiçoaram a capacidade de ouvir e 90% melhoraram na
produtividade.
6) Soube que a Doutora atua sobre o prisma holístico. O que seria isso?
Olhar o individuo sob o prisma holístico nada mais eh do que entender e tratar o
ser humano de uma forma integral, compreender e unir a suas varias dimensões
e buscar soluções integrais. A palavra tem origem grega e deriva do termo ‘holo’
que significa todo. Eu acredito que somos seres indivisíveis e portanto qualquer
tentativa de buscar soluções paliativas tendem a nos seccionar impedindo assim
que as mudanças mais profundas e significativas ocorram.
7) Fabiana Dorea por Fabiana Dorea.
Eu acho muito difícil falar sobre Fabiana Dorea, pois como citado acima, eu
acredito que somos seres integrais e definições tendem a nos categorizar, nos
definir, mas eu posso falar sobre as minhas experiências que ajudaram a moldar
a pessoa que aqui vos falam.
Eu sou mestra em direito Internacional com 10 anos de pratica no mundo
corporativo, portanto eu entendo o que significa trabalhar sob pressão e o
impacto que isso pode ter na saúde física e emocional. Eu passei por isso.
Eu sou mentora de saúde e lifestyle em Londres ha 8 anos. Eu me formei em
ballet e dança moderna e tive que parar por conta de uma lesão seria, então eu
entendo qual a sensação de perda e da falta de poder, mas eu também
experienciei a redescoberta de uma paixão perdida (no meu caso através da
academia).
Eu também sou uma grande fã de psicologia e investi pesadamente no meu
desenvolvimento pessoal.
Eu também acredito que a mente e o corpo precisam coexistir com a alma e o
espirito e assim embarquei num processo de auto descoberta para dar
significação e proposito a minha existência.
Mas acima de tudo, eu sou humana, demasiadamente humana com o desejo,
compaixão e uma honesta curiosidade em ajudar aqueles na sua jornada,
qualquer que seja ela.
JORNAL ALAGOAS