Com o progresso da Odontologia surgem cada vez mais opções de procedimentos para tornar o sorriso atraente. Um deles, é a lente de contato dental, que vem se tornando cada vez mais popular, principalmente entre os famosos. Muitas pessoas recorrem às lentes de contato dental a fim de ter uma aparência mais limpa nos dentes. Mas o que muita gente não sabe é que as lentes de contato dental não são apenas para fins estéticos. Este procedimento consiste também em correções. Afastamentos, tamanhos, texturas e formas estão entre essas correções. Problemas de oclusão, que é a relação entre as mandíbulas, também podem ser corrigidos.
As lentes de contato dental são lâminas que cobrem a parte da frente dos dentes. Feitas de dissilicato de lítio, são mais resistentes que as porcelanas tradicionais. Por ser um material resistente, pode ser feita em espessuras mais finas. Por isso o nome de lente de contato, por serem finas, se parecem muito com as lentes de contato ocular. O primeiro passo é uma consulta com o dentista. Depois de uma análise, o profissional saberá se este é o melhor procedimento para o paciente. Na sequência, o paciente pode ter uma prévia de como ficará o seu sorriso após a finalização do procedimento. O mockup, é um modelo que não causa nenhum tipo de dano. Este material dura até dois dias e assim o paciente poderá decidir se dará sequência ou não no processo.
Doutor Vicente
No início do processo, o dentista faz um pequeno desgaste no esmalte dos dentes.Entretanto, esse desgaste nem sempre é necessário, variando caso a caso. Na maioria das vezes o uso de anestésicos não é necessário. O próximo passo é cimentar as lentes de contato dental na parte externa dos dentes, cobrindo todas as imperfeições. Após esse procedimento, somente o dentista é capaz de retirá-las usando equipamentos específicos. Já na fase final, a colocação é feita através de adesivos líquidos. É de suma importância que o tamanho e o encaixe estejam exatamente de acordo pelo dentista. Apesar das lentes serem muito finas, o posicionamento precisa ser perfeito. Na boca, um milímetro a mais dá uma sensação enorme de diferença.
O Dentista, implantodontista, Dr. Vicente Neto, diz que existem contraindicações, “Vou citar alguns exemplos de problemas de saúde dental que podem impedir a colocação das lentes de contato, sem antes fazer um tratamento apropriado”.
Nesses casos, o indicado é tratar o problema primeiro e depois analisar o melhor procedimento:
Pacientes com má oclusão dos dentes
Que apertam ou rangem
Possuem dentes muito escurecidos
Pacientes com casos de muitos riscos de cáries
Pacientes que possuem muitas restaurações antigas e amareladas
Em pacientes edêntulos (ausência de um ou mais dentes)
Pacientes com doença periodontal
Em relação a durabilidade, Dr. Vicente Neto relata ser uma dúvida muito comum, porém, impossível responder com exatidão. A durabilidade varia de cada caso específico, mas com os cuidados indicados sendo feitos corretamente, costuma durar em médica, com seus pacientes, em torno de 20 anos. “As lentes são feitas com material resistente, mas é indispensável manter a higiene bucal e fazer acompanhamento periódico com o seu dentista”, comenta. Como todo tratamento dentário, após o procedimento, o paciente deverá tomar alguns cuidados, como escovar os dentes ao menos três vezes ao dia e o uso diário de fio dental pelo menos duas vezes, estão entre algumas das indicações. Alimentos que contenham corante e que podem manchar os dentes também não são recomendados. O especialista diz que muitos achavam que a Lente de Contato Dental era uma onda passageira. “O presente está aí para mostrar o contrário. As lentes são uma realidade e mudam a vida de muita gente. Vocês não imaginam o poder que o sorriso tem em transformar vidas”, expressou.
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Se persistir o quadro atual, no avanço de quadros de depressão, em 2020 será a segunda maior doença incapacitante, perdendo apenas para doenças cardíacas.
A depressão seria uma tristeza?
Segundo Teng Chei Tung, médico do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo. “A tristeza é uma emoção universal e tem o seu valor: leva à introspecção, ajuda a elaborar a frustração e contribui para o amadurecimento”, logo; em linhas gerais a tristeza, faz parte da vida do indivíduo, e inclusive é benéfica. Porém, quando é persistente, paralisante e muito profunda, pode se tornar a Depressão.
A ONU (organização Mundial da Saúde) comenta que em 2020 a Depressão será a segunda doença que mais incapacitará as pessoas, tanto na área profissional, quanto na área pessoal. As tirará do convívio da família e das atividades laborais.
Breve histórico da depressão.
A depressão data da antiguididade, há 500 anos AC, mas era conhecida como “MelanKolia”, do grego melano chole, significando bílis negra. Pois os gregos já partilhavam a idéia moderna de que as doenças da mente estão conectadas de algum modo à disfunção corporal. A prática médica grega era baseada na teoria dos quatro humores, que considerava o temperamento como conseqüência dos quatro fluidos corporais: fleuma, bile amarela, sangue e bile negra. No texto intitulado Da Natureza do Homem, Hipócrates (ou seu genro Polibeu, não se sabe ao certo) estabelece uma correspondência entre os 4 humores, as 4 estações do ano e as 4 características fundamentais da matéria (quente, fria, seca e úmida). A cada um dos humores ele relacionou um sintoma psicológico. Em seu estado normal, o homem teria os 4 bem equilibrados. O problema se daria em casos de excesso de um ou de outro. Bile amarela demais causaria um temperamento raivoso, da mesma maneira que a bile negra em abundância provocaria a depressão. “Se a tristeza e a angústia não passam, o estado é melancólico”, disse Hipócrates em seus Aforismas.
Hipócrates, no século V antes de Cristo, escreve sobre a melancolia: “uma afecção sem febre, na qual o espírito triste permanece sem razão fixado em uma mesma idéia, constantemente abatido […]”3:14. E Freud em 1917, escreveu Luto e melancolia, texto no qual afirma que a melancolia é uma forma de luto e que surge de uma sensação de perda da libido.
No século atual, já foi comprovado que existem fatores genéticos envolvidos nos casos de depressão, e que também pode ser provocada por uma disfunção bioquímica do cérebro, no caso ligados aos hormônios, a serotonina por exemplo. O CID (Classificação Estatística Internacional de Doenças), DSM (Estatística das Perturbações Mentais) catalogam a depressão como doença mental, sendo necessário o acompanhamento Psiquiátrico e Psicológico. O termo depressão foi inicialmente usado em inglês para descrever o desânimo em 1660, e entrou para o uso comum em meados do século XIX.
Agora, porque temos ouvido tanto falar sobre este tema? Porque tanta preocupação?
Porque além de levar a situações extremas, como pro exemplo, auto mutilação e suicídio, é considerada como doença e como tal, existe tratamento e meios para levar o indivíduo depressivo a melhora. Sabe-se que a depressão não promove apenas uma sensação de infelicidade crônica, mas incita alterações fisiológicas, como baixas no sistema imune e o aumento de processos inflamatórios. Por essas e outras, já figura como um fator de risco para condições como as doenças cardiovasculares.
Esse transtorno psiquiátrico atinge pessoas de qualquer idade — embora seja mais frequente entre mulheres — e exige avaliação e tratamento com um profissional. O desânimo sem fim é fruto de desequilíbrios na bioquímica cerebral, como a diminuição na oferta de neurotransmissores como a serotonina, ligada à sensação de bem-estar.
Hoje em dia quase não se usa o termo melancolia. A palavra ainda é usada para casos profundos de depressão, esse sim, o termo médico em voga. O mundo de hoje vê a depressão como uma doença sem qualquer implicação positiva. Do ponto de vista clínico, a depressão é uma doença incapacitante e, diferente da tristeza, não pode ser controlada pelo paciente sozinho.
Agora; o que não se deve fazer, em casos de pessoas com o diagnóstico de depressão?
Desconsiderar, achar que não é nada, ou que é “frescura”!
Depressão mão é frescura! Como citado acima, é doença e deve ser cuidada e monitorada de perto, como qualquer outra doença.
Fontes:
Gonçales, Cintia Adriana . Machado, Ana Lúcia. DEPRESSÃO, O MAL DO SÉCULO: DE QUE SÉCULO?
planejamento garante uma economia importante no recolhimento dos principais tributos Federais, estaduais e municipais.
A carga tributária no Brasil é um assunto para lá de debatido entre o meio político e empresarial. Muitos empresários reclamam do excesso de tributos Federais, Estaduais e Municipais a serem recolhidos sobre as suas operações comerciais, mas poucos deles se dão conta de que a legislação que rege a tributação abre algumas possibilidades que possibilitam a redução ou a postergação no pagamento de determinados tributos.
Como defende o advogado Leandro de Mello Chaves, especialista em Direito Tributário e sócio fundador do escritório Mello Chaves Advogados Associados, primeiro é preciso desmistificar que o planejamento tributário visa utilizar meios ilícitos para o não pagamento de impostos. “A ideia de que é preciso utilizar meios fraudulentos como forma de diminuir a carga tributária é totalmente equivocada”, diz. “É possível, com a ajuda de profissionais e por meios estritamente legais, obter uma considerável economia no recolhimento de tributos”, explica Mello Chaves.
Outro ponto defendido pelo advogado, e que se compreendido pelas empresas torna o planejamento mais eficiente, é a ideia de que não existe uma “receita pronta” para o projeto que visa à diminuição da carga tributária empresarial por meios lícitos. “A entrada em operação de um planejamento tributário eficiente deve ser precedida de um amplo estudo do contribuinte, de forma a buscar, de maneira legal, a redução ou postergação de tributos, minimizando os riscos de futuras discussões sobre a sua validade”.
Dentro do âmbito tributário, explica o causídico, todos os empresários devem ter em mente que qualquer operação legal na redução ou no adiamento do recolhimento de tributos se dá por meio do que os especialistas chamam de elisão tributária, que nada mais é do que o direito subjetivo do contribuinte, por meio de condutas lícitas, de evitar a ocorrência do fato gerador de tributo, reduzir a carga tributária ou postergar a sua obrigatoriedade.
Um case de elisão que pode ser citado é na alienação do ativo pela sociedade, o qual está sujeito à incidência de IRPJ/CSL à alíquota de 34%. “No entanto, a sociedade pode entregar o ativo para o acionista pelo valor contábil, conforme o artigo 22, da Lei 9.249/95, sem qualquer impacto fiscal e, posteriormente, alienar para o comprovador e apurar o ganho de capital”, explica. “Essa alienação do ativo pela pessoa física estaria sujeita à incidência do Imposto de Renda à alíquota de 15%, demonstrando-se em uma eficiente vantagem fiscal”, elucida o tributarista.
Quaisquer outras formas de manuseio tributário estão passíveis de incorrer em crimes nos termos da lei, como é o caso da evasão fiscal, que ocorre quando o contribuinte utiliza de meios ilícitos, de acordo com a legislação, para encobrir ou afastar o fato gerador do tributo ou reduzir a carga tributária ou ainda retardar a sua incidência. “A evasão fiscal ocorre quando, por exemplo, o contribuinte passa a declarar venda menor da efetivamente realizada, buscando uma ilícita economia de tributos, um cristalino exemplo de sonegação fiscal”, explica Leandro Mello Chaves.
Ainda de acordo com o advogado, existe mais uma forma de redução de tributos que é caracterizada como ilícita, mesmo que, aparentemente, os empresários acreditem estar dentro da lei. É a chamada elusão tributária. “Esta prática consiste em utilizar atos que podem ser considerados lícitos à luz do Direito Civil, mas são deficientes de causa, com simulação ou fraude à lei quando analisados sob a ótica do Direito Tributário”, diz.
“Para explicitar a elusão tributária, pode-se citar o presente caso: empresa “A” quer comprar imóvel de empresa “B”, no entanto não deseja a incidência de ITBI. Para tanto, ambas a empresas simulam uma fusão e, posteriormente, realizam uma cisão, momento em que imóvel da empresa B passa para empresa A sem pagamento do imposto, haja vista que nas operações societárias a transferência de imóvel é imune de acordo com o artigo 156, §2°, da Constituição Federal”, ensina o advogado.
A defesa do planejamento tributário nos tribunais
Antes de realizar um planejamento tributário, o advogado tributarista alerta para a realidade desta prática nas Cortes brasileiras, principalmente nos tribunais administrativos, que por vezes estão aplicando entendimentos equivocados e fazendo questionamentos quanto à legalidade de tal planejamento tributário como uma forma de defender as pretensões do Fisco e da arrecadação tributária nacional.
“Esses entendimentos estremecem a segurança jurídica para futuros planejamentos, abalando a confiança e a estabilidade e trazendo incertezas nas relações estabelecidas na sociedade”, explica o especialista. Entre os princípios mais utilizados pelos tribunais para barrar um planejamento, os mais comuns hoje são os da capacidade contributiva, da isonomia e da solidariedade. “Estes mecanismos fazem, muitas vezes, a lei alcançar situação além daquela prevista”, completa.
O Princípio da capacidade contributiva, entretanto, é um mecanismo em prol dos contribuintes que funciona como uma garantia para que os empresários não sejam tributados além da sua capacidade e dos fatos geradores de tributos. Segundo o especialista, ele é um dos pontos chamados de “defesa do planejamento”, a que os contribuintes devem estar atentos. Sendo assim, o advogado orienta que o planejamento seja bem executado, se possível com o auxílio técnico, para evitar quaisquer questionamentos futuros.
O Fisco ainda utiliza os princípios da solidariedade e da isonomia para permitir à norma alcançar fato jurídico até então não tributado, o que pode ser contestado por afrontar normas constitucionais, tais como: regras de competência, segurança Jurídica, legalidade, irretroatividade, anterioridade e previsibilidade.
Por fim, Leandro Mello Chaves reforça que a “Constituição Federal restringe a atuação do legislador infraconstitucional, através das limitações constitucionais ao poder de tributar, tais como as imunidades e princípios tributários; detalhando ainda as repartições das competências tributárias, traz regras que informam a tributação e atenta para os direitos e as garantias individuais dos Contribuintes.”
Muitas pessoas não tem condições de investir em um bom tratamento dentário, principalmente Implantes. Não manter a saúde bucal em dia pode gerar muitas doenças bucais e muitas vezes apresentando infecções para toda a saúde do corpo, aliás a boca desempenha funções que repercutem na saúde do organismo como um todo.
Sabemos que hoje em dia muitas pessoas estão sofrendo com depressão por não poderem sorrir sem ter vergonha dos próprios dentes, por está com os dentes em mal estado. Infelizmente nem todos possuem condições financeiras para restaurarem o sorriso.
Existem clínicas e projetos que prezam pelo cuidado e saúde das pessoas, gerando recursos para que todos possam usufruir de um cuidado melhor, e neste está incluso com a saúde bucal. O projeto Implante para todos, é um deles, onde as pessoas tem possibilidades em conseguir arcar com um valor mais acessível para o procedimento de implante dentário. Uma das vantagens que um implante dentário tem, é a melhoria na qualidade de vida. A segurança na mastigação e na fala, são vantagens que também podem contribuir com a saúde bucal, além de melhorar esteticamente.
A clinica Life Sorrisos criou o projeto há alguns anos, e com 10 anos de experiência vem crescendo cada vez mais. São 3 clinicas instaladas na grande São Paulo, sendo uma em Carapicuíba, uma em Salto e outra em Osasco, levando para a região unidades do Centro de Excelência de Implante que tem como missão realizar implante dentário para moradores da região.
Para conseguir atender a todos, a clínica fez parcerias com empresas fabricantes, laboratórios de próteses e dentistas especialistas em implante, aumentando assim a capacidade de atendimento para que os valores sejam mais acessíveis ao público com a garantia de um excelente atendimento nesse projeto.
As concessionárias e os municípios que administram rodovias no Estado do Rio serão obrigadas a disponibilizar, nas praças de pedágio, pelo menos uma cabine com a opção de pagamento em cartões de crédito. É o que propõe a lei 8.518/19, da deputada Lucinha (PSDB), que foi sancionada pelo governador Wilson Witzel e publicada pelo Diário Oficial do Executivo nesta quarta-feira (11/09).
Foto: Divulgação Alerj | Texto: Comunicação Social
A norma complementa a Lei 8.014/18, que já obrigava as concessionárias de serviço público a aceitar, em todas as bilheterias disponibilizadas, o pagamento de tarifas por meio de cartão de débito. “É importante que se adote cada vez mais métodos rápidos e eficazes, evitando inclusive a evasão do pedágio”, justificou Lucinha.
As concessionárias terão até 90 dias para adaptação. Em caso de descumprimento, será cobrada uma multa de cinco vezes o valor da tarifa do pedágio
Evento conta ainda com ações para o acesso de surdos nas artes, comércio, serviços, lazer e conscientização sobre saúde auditiva
Entre os dias 20 e 30 de setembro, em diferentes pontos da cidade de São Paulo (SP), a 2ª edição da Semana de Acessibilidade Surda (SAS) vai evidenciar ainda mais a presença das pessoas com perda auditiva na sociedade e mostrar que elas querem e podem sim conviver harmoniosamente com ouvintes. O evento visa promover a inclusão social dos surdos para conscientizar e mobilizar a população sobre a recorrência da surdez.
Quem vivencia na pele essa questão são os atores de “Malhação – Toda Forma de Amar”, Christine Fernandes e Tato Gabus Mendes, que interpretam pais de uma menina surda. Os veteranos aceitaram ser padrinhos da 2ª edição da SAS que, pela primeira vez, também conta com embaixadores que são deficientes auditivos para ancorar as ações e sensibilizar ainda mais a população surda e ouvinte, são eles: o arquiteto e gestor cultural Alexandre Ohkawa; o arquiteto para acessibilidade Andrey Marcondes; o digital creator Gabriel Isaac; a artista e dragqueen Kitana Dreams; a comunicadora e escritora Lak Lobato; o artista, poeta e professor Leo Castilho; o professor e Youtuber Leo Viturinno; a jornalista e apresentadora de TV Millena Machado; a jogadora de vôlei profissional (atualmente competindo na Romênia) Natalia Martins; a modelo e miss mundo surda ThaisyPayo; o empresário e líder de inovação na indústria 4.0 Thierry Marcondes; os aposentados Maria Carolina Verri e Valdemir Patinho; e as crianças Walker Serafim e Yasmin Nogueira.
Millena Machado
Além da participação de figuras de destaque citadas acima, o evento contará ainda com uma trinca de profissionais, chamada de “Trio da Empatia”, composta por um intérprete de Libras, um médico otorrino e um fonoaudiólogo, que farão ações de conscientização acompanhados de uma pessoa surda. Juntos, eles abordarão clientes de forma acessível e respeitosa, falando mais articuladamente (no caso de clientes surdos oralizados) ou sinalizando em Libras (no caso de clientes surdos sinalizados). Os ouvintes, que nunca conviveram com surdos, terão a oportunidade de se relacionar naturalmente com o deficiente auditivo que acompanha o trio de profissionais. Os médicos irão orientar ouvintes sobre como evitar a perda auditiva, além de identificar a ausência da audição. As fonoaudiólogas estarão com um decibelímetro, aparelho que mensura o quão nocivo pode ser o som que sai do celular, e vão explicar como escolher o volume, o tipo de música e medir o tempo de exposição ao som.
De acordo com o último censo (2010) feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 5,1% dos entrevistados foram catalogados com perda auditiva, isto quer dizer que, mais de 12 milhões de brasileiros declararam ter dificuldade em ouvir. Apesar do método de pesquisa ter sido questionado por grande parte da comunidade surda, pela falta de perguntas que especificassem sobre as condições de deficiência, como o uso de aparelho auditivo e a comunicação por meio de Libras, o Censo aponta que 2 milhões de pessoas já estão com perda severa/profunda, ou seja escutam muito pouco ou não escutam absolutamente nada. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) são 500 milhões de surdos e até 2.050 haverá pelo menos 1 bilhão de surdos no mundo. Não é à toa que a OMS colocou a surdez como um dos cinco pilares para se trabalhar mundialmente no século XXI. Entre as 345 ocorrências de saúde monitoradas pela OMS que mais impactam na qualidade de vida, de 10º em 2015 a perda auditiva passou para o 4º em 2019. A humanidade está mudando radicalmente seus hábitos individuais e se expondo mais a ruídos: fones de ouvido, viagens de avião, frequência em shows de música, descolamento em trânsito ruidoso com veículos compartilhados abertos (patinete, bicicleta, etc).
A “Semana de Acessibilidade Surda” conscientiza a sociedade ouvinte, ajuda a diminuir o preconceito contra os surdos que usam aparelho auditivo, que falam por Libras e que têm uma cultura própria e, ainda gera visibilidade para a questão do desemprego entre as pessoas com deficiência auditiva. Além disso, incentiva o aumento da oferta de emprego para indivíduos aptos ao trabalho no Brasil que têm a chamada “deficiência invisível”. Por tudo isso, a SAS se conecta com quatro Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU: ODS 3 – Boa saúde e bem-estar porque faz ações de conscientização da saúde auditiva; ODS 8 – Emprego digno e crescimento econômico pois todos os profissionais surdos, sinalizados e oralizados, que atuam na SAA são remunerados; ODS 10 – Redução das desigualdades porque chama a atenção para a acessibilidade e valoriza o trabalho especializado de intérpretes de Libras e de fonoaudiólogos; e ODS 17 – Parcerias em prol das metas pois recebe apoio de médicos empresas, da prefeitura e do governo.
“Ao estabelecer um contato direto com a população surda, as empresas e os negócios passam a ter acesso a um mercado potencial ainda pouco explorado. Na estratégia da Semana de Acessibilidade, oferecemos workshops para o público interno e ainda disponibilizamos uma equipe multidisciplinar para que os colaboradores vivenciem a experiência do atendimento aos surdos no ponto de venda de forma agradável, quebrando as resistências e construindo bases para os futuros contatos. Com empatia, promovemos a inclusão que tanto as empresas almejam” – finaliza o diretor de Relações Institucionais da SAS – Semana da Acessibilidade Surda, Claudio Tieghi.
Diversas empresas nacionais e multinacionais fecharam acordo e vão ceder algumas de suas lojas para as atividades. Entre as confirmadas este ano (2019) estão: Rei do Mate, Sorridents, Phonak, Carshopperbr, CNA, Drywash, Helpvox, Le Postiche e Nutty Bavarian. As parceiras: ABRASP, Mercedes-Benz, Casa Bauducco, Instituto Gustavo Rosa, Paramount Films, Turma da Mônica, Wework, Unibes Cultural, Rocha Consultores, Instituo Escuta, Fundação Otorrinolaringologia. Os apoios de mídia: Editora Lamonica, Pgm Empresarios de Sucesso e Revista 29h.
– Em 2018 tivemos 80% de aceitação das empresas convidadas, realizamos 12 abordagens em sete dias, fomos notícia nos principais portais. Começar forte assim me fez perceber que eu estava no caminho certo para fomentar o acesso dos surdos ao consumo de produtos, informação, cultura, serviços, um direito deles que o varejo está disposto a contribuir para se efetivar. Nesta segunda edição, já vemos marcas novas nos procurando e também recebemos o interesse de outras três cidades. Estamos contando com apoio direto de secretarias, prefeitura e governo. Conseguimos autorização para atuar em estações do Metrô. Estamos prontos para fazer mais um grande evento e expandir a SAS pelo Brasil – projeta a idealizadora da SAS, Millena Machado.
A ideia de criar a ação foi da jornalista Millena Machado, após ver as dificuldades pessoais e profissionais que uma prima ainda passa por ter ficado surda após sequelas de uma meningite. A apresentadora se sensibiliza com a causa dos surdos desde pequena e logo entendeu que, com cooperação, respeito, atitudes e mudanças de hábitos, todos podem viver com mais qualidade. Em 2016, Millena se posicionou publicamente e, em parceria com o publicitário Alexandre Peralta e com mais de 20 amigos voluntários, criou ações para a conscientização sobre os problemas e transtornos que pessoas surdas sofrem justamente pelo fato de a sociedade civil, empresas e entidades públicas não estarem preparadas para lidar com este público. A iniciativa ganhou porte de Campanha Social e o nome #surdoehquemfala. De lá pra cá, Millena assumiu um espaço público que vem sendo ampliado em diferentes áreas de atuação, conquistando a simpatia da sociedade e a atenção das empresas, o que resultou na criação da SAS.
– No início, era um sonho. Eu pensava em fazer justiça para a minha prima, pois não entendia como ela podia estar desempregada há oito meses por preconceito de colegas e falta de acolhimento dos empregadores, sendo que ela era formada, tinha experiências formais anteriores e com uma lei de cotas tão rígida. Conforme fui mergulhando no assunto, consultando médicos, fonoaudiólogas, intérpretes de Libras e conhecendo iniciativas, percebi que a inclusão da diversidade surda era uma urgência e um anseio de mais demilhões de pessoas no Brasil. Dos profissionais envolvidos no lançamento da campanha #surdoehquemfala, em 2016, todos tinham algum caso de perda auditiva na família ou entre amigos. Aquela constatação revelou uma realidade até então invisível: deixar de escutar é mais comum do que se imagina – afirma Millena.
A SAS acontece em setembro porque esse mês é historicamente marcado por diversos eventos da comunidade surda. Em 2008, por conta da lei 11.796/2008, o Brasil instituiu o dia 26 de setembro como o Dia Nacional dos Surdos. É nessa época do ano também que é relembrado o Congresso de Milão de 1880, que proibiu o uso da Língua de Sinais, comemorada no dia 10 de setembro. Já o dia do tradutor é celebrado no dia 30 do mesmo mês, o que reforça a importância dos tradutores intérpretes de Libras. A edição da SAS desse ano terá também o foco do varejo e inserção no mercado de trabalho.
– Em 2016, alertamos a população sobre como se comunicar com a pessoa que teve perda auditiva oralizada – que se expressa falando e compreende fazendo leitura labial. No ano seguinte, direcionamos esforços para atrair empresas a fim de investir no surdoesporte, valorizamos a Libras. Em 2018, focamos em instruir o mercado de trabalho, desenvolvemos o workshop “Empatia do Silêncio”, que trabalha dentro das empresas as três dimensões da comunicação (oral, escrita e sinalizada/corporal) e, conseguimos chegar num modelo que contempla tanto o surdo oralizado quanto o sinalizado – aqueleque se expressa pela Língua dos sinais. São três dinâmicas que as pessoas realizam com ouvidos tampados, para realmente se colocarem no lugar dos surdos. Uma vivência inesquecível para qualquer um. E no fim do ano passado, percebi que o varejo precisava ser mobilizado e acolhido – destaca Millena.
Para conhecer a extensa agenda de atividades da SAS, apoiada por diferentes empresas com o intuito de desenvolver a empatia pelo surdo e a importância da leitura labial e do uso da Libras, acesse visite o site oficial do evento:
Empresas de prestação de serviços, como de planos de saúde, poderão ser obrigadas a oferecer aos seus clientes preexistentes os mesmos benefícios de promoções criadas após a adesão dos mesmos. É o que determina o projeto de lei 802/15, da deputada Lucinha (PSDB), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, em segunda discussão, nesta quarta-feira (04/09). Por ter recebido emendas, o texto ainda precisa ser votado em redação final pela Casa.
A norma complementa a Lei 7.077/15, que já garantia o benefício aos clientes antigos de serviço de telefonia fixa, móvel, de TV por assinatura e de transmissão de dados via internet. O novo projeto também enquadra na medida as empresas que fornecem serviços de energia elétrica, gás, água, além de planos privados de educação e outros serviços prestados de forma contínua. A empresa que descumprir a norma poderá arcar com multa de 10 a 100 mil UFIR-RJ, cerca de R$ 34,21 a R$ 342 mil). Caso aprovada, a norma passará a valer após 60 dias da publicação.
“A vulnerabilidade do consumidor se mostra quando essas empresas lançam promoções imperdíveis para captar novos clientes, simplesmente ignorando a existência dos consumidores preexistentes. É dever do fornecedor de serviços atender satisfatoriamente a todos os seus consumidores, não podendo o consumidor ser reduzido a apenas um número na planilha de contabilidade dessas empresas”, justificou a autora.
Capacitação em boas práticas na segurança do paciente abre a agenda do mês da Vigilância Sanitária
A agenda 2019 de capacitações gratuitas da Subsecretaria de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses da Prefeitura do Rio estreia o mês com uma novidade. É o curso de Boas Práticas Sanitárias em Serviços de Saúde e Segurança do Paciente, que acontece nesta terça-feira, 3, das 13h às 17h. Também no mesmo dia, das 9h às 12h, haverá mais uma capacitação em Boas Práticas Sanitárias em Comunidades Terapêuticas. Setembro ainda conta com mais 37 cursos, oferecendo ao todo 1.850 vagas para profissionais das áreas de saúde, alimentos e zoonoses. As aulas serão no auditório da sede do órgão, na Rua do Lavradio, 180, na Lapa. O cronograma das atividades e a cartilha com o conteúdo de todos os cursos estão em https://bit.ly/2I4zZOx. Os interessados em uma das 50 vagas disponibilizadas por turma devem se inscrever pelo e-mail geducavisa@gmail.com.
Protagonista do mês, o curso Saúde e Segurança do Paciente será conduzido pela enfermeira sanitarista Andrea Mendonça, da Superintendência de Educação da Vigilância Sanitária. Ela explica que a capacitação é direcionada aos profissionais de saúde, como médicos, enfermeiros, e técnicos de enfermagem e de radiologia.
– Vamos tratar de temas como a importância da correta identificação do paciente, da humanização nos serviços, da atualização e organização de prontuários, da manutenção na higiene e até de boas práticas em Recursos Humanos. A ideia é reforçar a política de qualidade nos serviços para que os pacientes tenham os direitos assegurados dentro de uma unidade hospitalar – destaca Andrea.
Capacitações – O número de profissionais qualificados nos cursos gratuitos da Vigilância vem aumentando expressivamente na atual gestão. Em 2017 foram 13 mil pessoas, o dobro das 6.613 do ano anterior. Já em 2018, foram mais de 20 mil capacitados em 526 turmas de 14 modalidades. Esse ano, são mais de 30 opções, com a previsão de ultrapassar a marca dos 24 mil capacitados, 70% na manipulação de alimentos, o carro-chefe do órgão. Os demais são dos segmentos de beleza, educação e produtos relacionados à saúde humana e animal, como pets, farmácias e consultórios médicos e dentários. Entre as novidades, há cursos de funcionamento de farmácias de manipulação, de controle de vetores e pragas urbanas e o de adequação ao primeiro Código Sanitário do município.
Na sede – Técnicos da Superintendência de Educação da Vigilância Sanitária se revezam nas aulas que contemplam os mais diversos públicos nas áreas de saúde, alimentos e zoonoses. Os encontros são sempre em dois turnos: de manhã, das 9h às 12h, e à tarde, das 14h às 17h.
Dia 3 M – Boas Práticas Sanitárias em Comunidades Terapêuticas
Dia 3 T – Boas Práticas Sanitárias em Serviços De Saúde e Segurança do Paciente
Dia 5 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos (específico para estabelecimentos de ensino)
Dia 9 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos (para hotelaria)
Dia 10 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos (para padarias)
Dia 11 M – Curso de Orientações Gerais para as Atividades de Drogarias
Dia 11 T – Curso de Orientações Gerais para as Atividades de Distribuidoras e Transportadoras
Dia 12 M – Curso de Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos (para restaurantes e diversos)
Dia 12 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos (para supermercados)
Dia 16 M – Embelezamento
Dia 19 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos (para casas noturnas)
Dia 20 M – Boas Práticas na Esterilização de Artigos Odontológicos
Dia 23 M – Piercing e Tatuagem
Dia 23 T – Boas Práticas Sanitárias em Serviços de Diálise
Dia 24 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos – Ambulantes
Dia 25 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos – Restaurantes e diversos
Dai 26 M – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos – Culinária Oriental
Dia 26 T – Orientações Técnicas e de Licenciamento para Pets (clínicas veterinárias, pet shops e banho e tosa)
Dia 30 T – Boas Práticas Sanitárias em Serviços de Saúde em Prevenção e Controle das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) e Resistência Microbiana
Nas Inspetorias – Além dos cursos que acontecem mensalmente na sede da Lapa, a Vigilância leva a capacitação em manipulação de alimentos para espaços nas áreas correspondentes nas inspetorias começou em maio. Veja abaixo o calendário atualizado para as aulas de agosto que acontecem sempre das 9h às 12h:
1ª Inspetoria (Centro e Zona Sul)
Dias 6, 13, 20 e 27 na Avenida Pasteur, 44, Botafogo.
2ª Inspetoria (Tijuca e adjacências)
Dias 6, 13, 20 e 27 na Rua Conde de Bonfim, 764, prédio anexo, Tijuca.
3ª Inspetoria (Olaria)
Dias 6 e 20 na Avenida Nossa Senhora da Penha, 42, 3º andar.
Dias 13 e 27 na Rua Manoel Martins, 53, Madureira.
4ª Inspetoria (Barra da Tijuca e adjacências)
Dias 6, 12, 20 e 26 na Avenida Ayrton Senna, 2.001, Bloco C, Barra da Tijuca (auditório do Corpo de Bombeiros).
5ª Inspetoria (Bangu)
Nos dias 6, 13, 20 e 27 no Poupa Tempo do Shopping Bangu.
Aumento da resistência e da vitalidade; técnicas para ampliar a capacidade pulmonar e como praticar no cotidiano, são apenas alguns temas do curso “Respiração Total” que acontece no dia 24 de agosto na escola DeROSE Method Ipanema, no Rio de Janeiro.
Quem ministrará este curso com duração de quatro horas é a professora Ro de Castro, umas das referências no tema dentro da Rede DeROSE. “A cada estado emocional corresponde um ritmo respiratório. Uma cadência profunda e ritmada demonstra satisfação, segurança e serenidade. A respiração curta e rápida denota ansiedade, insegurança ou medo. Aprendendo a manipular o ritmo respiratório com as técnicas ensinadas neste curso, conseguiremos modificar e sutilizar as emoções, o que irá interferir positivamente nas relações afetivas, no desempenho profissional e na qualidade de vida”, explica Ro de Castro.
A professora também lembra que as técnicas de respiração vão muito além. “O respiratório, feito da forma correta, é um excelente aliado para os esportes, especialmente mergulho, surf, natação, alpinismo, e artes marciais, por ampliar incrivelmente a capacidade pulmonar e outorgar maior resistência, mais consciência corporal e respostas rápidas a todas as exigências físicas”, relata.
Ro de Castro também destaca a importância da respiração na área artística. “Para o canto, teatro ou qualquer outra atividade na qual seja imprescindível uma voz clara, limpa e melodiosa, a respiração bem aplicada é fundamental. Ainda podemos destacar sua importância para a qualidade de vida, amenizando o estresse e aumentando a vitalidade”, concluiu a professora.
PROGRAMAÇÃO:
• Aumento da resistência e da vitalidade.
• A importância dos respiratórios.
• Posições mais adequadas para a execução dos exercícios.
• O diafragma e o desenvolvimento da respiração completa.
• Técnicas físicas para ampliar a capacidade pulmonar.
• Respiratórios dinâmicos.
• Autoconhecimento.
• Respiração e meditação.
• Prana, nadís e chakras.
• Prática para o cotidiano.
A inscrição é aberta ao público. O investimento é de R$ 1.390,00. Outras informações no site https://ipanema.derosemethod.org/ ou pelo fone (21) 2147-9651. A escola DeROSE Method Ipanema fica na Rua Redentor, 55, Ipanema, Rio de Janeiro.
DeROSE Method – DeROSE Method é um programa completo para aumentar a vitalidade, administrar o stress e ganhar foco. Sua aplicação promove um incremento de produtividade e alta performance na vida. Criado pelo Professor DeRose na década de 60, o DeROSE Method também está presente em New York, Paris, Londres, Roma, Milão, Madrid, Barcelona, Edimburgo, Lisboa, Porto, Buenos Aires, Córdoba, Mendoza, Calafate, Bariloche, Santiago do Chile e Oulu (na Finlândia). Novas escolas estão em implantação na Suíça, Alemanha, Austrália e Canadá.
As concessionárias e municípios que administram rodovias no Estado do Rio poderão ser obrigadas a disponibilizar, nas praças de pedágio, pelo menos uma cabine com a opção de pagamento em cartões de crédito, além de outras formas de pagamentos alternativas aos motoristas que não possuam o valor em espécie. É o que propõe o projeto de lei 116/19, da deputada Lucinha (PSDB), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta terça-feira (20/08), em segunda discussão. O texto seguirá para o governador Wilson Witzel, que tem até 15 dias úteis para sancionar ou vetar.
A proposta complementa a Lei 8.014/18, que já obrigava qualquer concessionária de serviço público a aceitar, em todas as bilheterias disponibilizadas, o pagamento de tarifas por meio de cartão de débito. “É importante que se adote cada vez mais métodos mais rápidos e eficazes, evitando inclusive a evasão do pedágio”, justificou Lucinha.
Caso a medida seja aprovada, as concessionárias terão até 90 dias para adaptação. Em caso de descumprimento, será cobrada uma multa de cinco vezes o valor da tarifa do pedágio, que será dobrada em caso de reincidência.