Semana da Acessibilidade Surda promove inserção de deficientes auditivos no mercado de trabalho

Evento conta ainda com ações para o acesso de surdos nas artes, comércio, serviços, lazer e conscientização sobre saúde auditiva

 Entre os dias 20 e 30 de setembro, em diferentes pontos da cidade de São Paulo (SP), a 2ª edição da Semana de Acessibilidade Surda (SAS) vai evidenciar ainda mais a presença das pessoas com perda auditiva na sociedade e mostrar que elas querem e podem sim conviver harmoniosamente com ouvintes. O evento visa promover a inclusão social dos surdos para conscientizar e mobilizar a população sobre a recorrência da surdez.

Quem vivencia na pele essa questão são os atores de “Malhação – Toda Forma de Amar”, Christine Fernandes e Tato Gabus Mendes, que interpretam pais de uma menina surda. Os veteranos aceitaram ser padrinhos da 2ª edição da SAS que, pela primeira vez, também conta com embaixadores que são deficientes auditivos para ancorar as ações e sensibilizar ainda mais a população surda e ouvinte, são eles: o arquiteto e gestor cultural Alexandre Ohkawa; o arquiteto para acessibilidade Andrey Marcondes; o digital creator Gabriel Isaac; a artista e dragqueen Kitana Dreams; a comunicadora e escritora Lak Lobato; o artista, poeta e professor Leo Castilho; o professor e Youtuber Leo Viturinno; a jornalista e apresentadora de TV Millena Machado; a jogadora de vôlei profissional (atualmente competindo na Romênia) Natalia Martins; a modelo e miss mundo surda ThaisyPayo; o empresário e líder de inovação na indústria 4.0 Thierry Marcondes; os aposentados Maria Carolina Verri e Valdemir Patinho; e as crianças Walker Serafim Yasmin Nogueira.

Millena Machado

Além da participação de figuras de destaque citadas acima, o evento contará ainda com uma trinca de profissionais, chamada de “Trio da Empatia”, composta por um intérprete de Libras, um médico otorrino e um fonoaudiólogo, que farão ações de conscientização acompanhados de uma pessoa surda. Juntos, eles abordarão clientes de forma acessível e respeitosa, falando mais articuladamente (no caso de clientes surdos oralizados) ou sinalizando em Libras (no caso de clientes surdos sinalizados). Os ouvintes, que nunca conviveram com surdos, terão a oportunidade de se relacionar naturalmente com o deficiente auditivo que acompanha o trio de profissionais. Os médicos irão orientar ouvintes sobre como evitar a perda auditiva, além de identificar a ausência da audição. As fonoaudiólogas estarão com um decibelímetro, aparelho que mensura o quão nocivo pode ser o som que sai do celular, e vão explicar como escolher o volume, o tipo de música e medir o tempo de exposição ao som.

 

De acordo com o último censo (2010) feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 5,1% dos entrevistados foram catalogados com perda auditiva, isto quer dizer que, mais de 12 milhões de brasileiros declararam ter dificuldade em ouvir. Apesar do método de pesquisa ter sido questionado por grande parte da comunidade surda, pela falta de perguntas que especificassem sobre as condições de deficiência, como o uso de aparelho auditivo e a comunicação por meio de Libras, o Censo aponta que 2 milhões de pessoas já estão com perda severa/profunda, ou seja escutam muito pouco ou não escutam absolutamente nada. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) são 500 milhões de surdos e até 2.050 haverá pelo menos 1 bilhão de surdos no mundo. Não é à toa que a OMS colocou a surdez como um dos cinco pilares para se trabalhar mundialmente no século XXI. Entre as 345 ocorrências de saúde monitoradas pela OMS que mais impactam na qualidade de vida, de 10º em 2015 a perda auditiva passou para o 4º em 2019. A humanidade está mudando radicalmente seus hábitos individuais e se expondo mais a ruídos: fones de ouvido, viagens de avião, frequência em shows de música, descolamento em trânsito ruidoso com veículos compartilhados abertos (patinete, bicicleta, etc).

 

A “Semana de Acessibilidade Surda” conscientiza a sociedade ouvinte, ajuda a diminuir o preconceito contra os surdos que usam aparelho auditivo, que falam por Libras e que têm uma cultura própria e, ainda gera visibilidade para a questão do desemprego entre as pessoas com deficiência auditiva. Além disso, incentiva o aumento da oferta de emprego para indivíduos aptos ao trabalho no Brasil que têm a chamada “deficiência invisível”. Por tudo isso, a SAS se conecta com quatro Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU: ODS 3 – Boa saúde e bem-estar porque faz ações de conscientização da saúde auditiva; ODS 8 – Emprego digno e crescimento econômico pois todos os profissionais surdos, sinalizados e oralizados, que atuam na SAA são remunerados; ODS 10 – Redução das desigualdades porque chama a atenção para a acessibilidade e valoriza o trabalho especializado de intérpretes de Libras e de fonoaudiólogos; e ODS 17 – Parcerias em prol das metas pois recebe apoio de médicos empresas, da prefeitura e do governo.

Ao estabelecer um contato direto com a população surda, as empresas e os negócios passam a ter acesso a um mercado potencial ainda pouco explorado. Na estratégia da Semana de Acessibilidade, oferecemos workshops para o público interno e ainda disponibilizamos uma equipe multidisciplinar para que os colaboradores vivenciem a experiência do atendimento aos surdos no ponto de venda de forma agradável, quebrando as resistências e construindo bases para os futuros contatos. Com empatia, promovemos a inclusão que tanto as empresas almejam” – finaliza o diretor de Relações Institucionais da SAS – Semana da Acessibilidade Surda, Claudio Tieghi.

Diversas empresas nacionais e multinacionais fecharam acordo e vão ceder algumas de suas lojas para as atividades. Entre as confirmadas este ano (2019) estão: Rei do Mate, Sorridents, Phonak, Carshopperbr, CNA, Drywash, Helpvox, Le Postiche e Nutty Bavarian. As parceiras: ABRASP, Mercedes-Benz, Casa Bauducco, Instituto Gustavo Rosa, Paramount Films, Turma da Mônica, Wework, Unibes Cultural, Rocha Consultores, Instituo Escuta, Fundação Otorrinolaringologia. Os apoios de mídia: Editora Lamonica, Pgm Empresarios de Sucesso e Revista 29h.

 

– Em 2018 tivemos 80% de aceitação das empresas convidadas, realizamos 12 abordagens em sete dias, fomos notícia nos principais portais. Começar forte assim me fez perceber que eu estava no caminho certo para fomentar o acesso dos surdos ao consumo de produtos, informação, cultura, serviços, um direito deles que o varejo está disposto a contribuir para se efetivar. Nesta segunda edição, já vemos marcas novas nos procurando e também recebemos o interesse de outras três cidades. Estamos contando com apoio direto de secretarias, prefeitura e governo. Conseguimos autorização para atuar em estações do Metrô. Estamos prontos para fazer mais um grande evento e expandir a SAS pelo Brasil – projeta a idealizadora da SAS, Millena Machado.

A ideia de criar a ação foi da jornalista Millena Machado, após ver as dificuldades pessoais e profissionais que uma prima ainda passa por ter ficado surda após sequelas de uma meningite. A apresentadora se sensibiliza com a causa dos surdos desde pequena e logo entendeu que, com cooperação, respeito, atitudes e mudanças de hábitos, todos podem viver com mais qualidade. Em 2016, Millena se posicionou publicamente e, em parceria com o publicitário Alexandre Peralta e com mais de 20 amigos voluntários, criou ações para a conscientização sobre os problemas e transtornos que pessoas surdas sofrem justamente pelo fato de a sociedade civil, empresas e entidades públicas não estarem preparadas para lidar com este público. A iniciativa ganhou porte de Campanha Social e o nome #surdoehquemfala. De lá pra cá, Millena assumiu um espaço público que vem sendo ampliado em diferentes áreas de atuação, conquistando a simpatia da sociedade e a atenção das empresas, o que resultou na criação da SAS.

– No início, era um sonho. Eu pensava em fazer justiça para a minha prima, pois não entendia como ela podia estar desempregada há oito meses por preconceito de colegas e falta de acolhimento dos empregadores, sendo que ela era formada, tinha experiências formais anteriores e com uma lei de cotas tão rígida. Conforme fui mergulhando no assunto, consultando médicos, fonoaudiólogas, intérpretes de Libras e conhecendo iniciativas, percebi que a inclusão da diversidade surda era uma urgência e um anseio de mais demilhões de pessoas no Brasil. Dos profissionais envolvidos no lançamento da campanha #surdoehquemfala, em 2016, todos tinham algum caso de perda auditiva na família ou entre amigos. Aquela constatação revelou uma realidade até então invisível: deixar de escutar é mais comum do que se imagina – afirma Millena.

SAS acontece em setembro porque esse mês é historicamente marcado por diversos eventos da comunidade surda. Em 2008, por conta da lei 11.796/2008, o Brasil instituiu o dia 26 de setembro como o Dia Nacional dos Surdos. É nessa época do ano também que é relembrado o Congresso de Milão de 1880, que proibiu o uso da Língua de Sinais, comemorada no dia 10 de setembro. Já o dia do tradutor é celebrado no dia 30 do mesmo mês, o que reforça a importância dos tradutores intérpretes de Libras. A edição da SAS desse ano terá também o foco do varejo e inserção no mercado de trabalho.

– Em 2016, alertamos a população sobre como se comunicar com a pessoa que teve perda auditiva oralizada – que se expressa falando e compreende fazendo leitura labial. No ano seguinte, direcionamos esforços para atrair empresas a fim de investir no surdoesporte, valorizamos a Libras. Em 2018, focamos em instruir o mercado de trabalho, desenvolvemos o workshop “Empatia do Silêncio”, que trabalha dentro das empresas as três dimensões da comunicação (oral, escrita e sinalizada/corporal) e, conseguimos chegar num modelo que contempla tanto o surdo oralizado quanto o sinalizado – aquele que se expressa pela Língua dos sinais. São três dinâmicas que as pessoas realizam com ouvidos tampados, para realmente se colocarem no lugar dos surdos. Uma vivência inesquecível para qualquer um. E no fim do ano passado, percebi que o varejo precisava ser mobilizado e acolhido – destaca Millena.

Para conhecer a extensa agenda de atividades da SAS, apoiada por diferentes empresas com o intuito de desenvolver a empatia pelo surdo e a importância da leitura labial e do uso da Libras, acesse visite o site oficial do evento:

Empresas deverão oferecer novas promoções a clientes antigos

Empresas de prestação de serviços, como de planos de saúde, poderão ser obrigadas a oferecer aos seus clientes preexistentes os mesmos benefícios de promoções criadas após a adesão dos mesmos. É o que determina o projeto de lei 802/15, da deputada Lucinha (PSDB), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, em segunda discussão, nesta quarta-feira (04/09). Por ter recebido emendas, o texto ainda precisa ser votado em redação final pela Casa.

A norma complementa a Lei 7.077/15, que já garantia o benefício aos clientes antigos de serviço de telefonia fixa, móvel, de TV por assinatura e de transmissão de dados via internet. O novo projeto também enquadra na medida as empresas que fornecem serviços de energia elétrica, gás, água, além de planos privados de educação e outros serviços prestados de forma contínua. A empresa que descumprir a norma poderá arcar com multa de 10 a 100 mil UFIR-RJ, cerca de R$ 34,21 a R$ 342 mil). Caso aprovada, a norma passará a valer após 60 dias da publicação.

“A vulnerabilidade do consumidor se mostra quando essas empresas lançam promoções imperdíveis para captar novos clientes, simplesmente ignorando a existência dos consumidores preexistentes. É dever do fornecedor de serviços atender satisfatoriamente a todos os seus consumidores, não podendo o consumidor ser reduzido a apenas um número na planilha de contabilidade dessas empresas”, justificou a autora.

São 1.850 vagas para cursos nas áreas de saúde, alimentos e zoonoses 

Capacitação em boas práticas na segurança do paciente abre a agenda do mês da Vigilância Sanitária

A agenda 2019 de capacitações gratuitas da Subsecretaria de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses da Prefeitura do Rio estreia o mês com uma novidade. É o curso de Boas Práticas Sanitárias em Serviços de Saúde e Segurança do Paciente, que acontece nesta terça-feira, 3, das 13h às 17h. Também no mesmo dia, das 9h às 12h, haverá mais uma capacitação em Boas Práticas Sanitárias em Comunidades Terapêuticas. Setembro ainda conta com mais 37 cursos, oferecendo ao todo 1.850 vagas para profissionais das áreas de saúde, alimentos e zoonoses. As aulas serão no auditório da sede do órgão, na Rua do Lavradio, 180, na Lapa. O cronograma das atividades e a cartilha com o conteúdo de todos os cursos estão em https://bit.ly/2I4zZOx. Os interessados em uma das 50 vagas disponibilizadas por turma devem se inscrever pelo e-mail geducavisa@gmail.com.

Protagonista do mês, o curso Saúde e Segurança do Paciente será conduzido pela enfermeira sanitarista Andrea Mendonça, da Superintendência de Educação da Vigilância Sanitária. Ela explica que a capacitação é direcionada aos profissionais de saúde, como médicos, enfermeiros, e técnicos de enfermagem e de radiologia.

– Vamos tratar de temas como a importância da correta identificação do paciente, da humanização nos serviços, da atualização e organização de prontuários, da manutenção na higiene e até de boas práticas em Recursos Humanos. A ideia é reforçar a política de qualidade nos serviços para que os pacientes tenham os direitos assegurados dentro de uma unidade hospitalar – destaca Andrea.

Capacitações – O número de profissionais qualificados nos cursos gratuitos da Vigilância vem aumentando expressivamente na atual gestão. Em 2017 foram 13 mil pessoas, o dobro das 6.613 do ano anterior. Já em 2018, foram mais de 20 mil capacitados em 526 turmas de 14 modalidades. Esse ano, são mais de 30 opções, com a previsão de ultrapassar a marca dos 24 mil capacitados, 70% na manipulação de alimentos, o carro-chefe do órgão. Os demais são dos segmentos de beleza, educação e produtos relacionados à saúde humana e animal, como pets, farmácias e consultórios médicos e dentários. Entre as novidades, há cursos de funcionamento de farmácias de manipulação, de controle de vetores e pragas urbanas e o de adequação ao primeiro Código Sanitário do município.

Na sede – Técnicos da Superintendência de Educação da Vigilância Sanitária se revezam nas aulas que contemplam os mais diversos públicos nas áreas de saúde, alimentos e zoonoses. Os encontros são sempre em dois turnos: de manhã, das 9h às 12h, e à tarde, das 14h às 17h.

Dia 3 M – Boas Práticas Sanitárias em Comunidades Terapêuticas

Dia 3 T – Boas Práticas Sanitárias em Serviços De Saúde e Segurança do Paciente

Dia 5 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos (específico para estabelecimentos de ensino)

Dia 9 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos (para hotelaria)

Dia 10 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos (para padarias)

Dia 11 M – Curso de Orientações Gerais para as Atividades de Drogarias

Dia 11 T – Curso de Orientações Gerais para as Atividades de Distribuidoras e Transportadoras

Dia 12 M – Curso de Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos (para restaurantes e diversos)

Dia 12 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos (para supermercados)

Dia 16 M – Embelezamento

Dia 19 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos (para casas noturnas)

Dia 20 M – Boas Práticas na Esterilização de Artigos Odontológicos

Dia 23 M – Piercing e Tatuagem

Dia 23 T – Boas Práticas Sanitárias em Serviços de Diálise

Dia 24 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos – Ambulantes

Dia 25 T – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos – Restaurantes e diversos

Dai 26 M – Curso Noções Básicas de Higiene e Manipulação de Alimentos – Culinária Oriental

Dia 26 T – Orientações Técnicas e de Licenciamento para Pets (clínicas veterinárias, pet shops e banho e tosa)

Dia 30 T – Boas Práticas Sanitárias em Serviços de Saúde em Prevenção e Controle das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) e Resistência Microbiana

Nas Inspetorias – Além dos cursos que acontecem mensalmente na sede da Lapa, a Vigilância leva a capacitação em manipulação de alimentos para espaços nas áreas correspondentes nas inspetorias começou em maio. Veja abaixo o calendário atualizado para as aulas de agosto que acontecem sempre das 9h às 12h:

1ª Inspetoria (Centro e Zona Sul)

Dias 6, 13, 20 e 27 na Avenida Pasteur, 44, Botafogo.

2ª Inspetoria (Tijuca e adjacências)

Dias 6, 13, 20 e 27 na Rua Conde de Bonfim, 764, prédio anexo, Tijuca.

3ª Inspetoria (Olaria)

Dias 6 e 20 na Avenida Nossa Senhora da Penha, 42, 3º andar.

Dias 13 e 27 na Rua Manoel Martins, 53, Madureira.

4ª Inspetoria (Barra da Tijuca e adjacências)

Dias 6, 12, 20 e 26 na Avenida Ayrton Senna, 2.001, Bloco C, Barra da Tijuca (auditório do Corpo de Bombeiros).

5ª Inspetoria (Bangu)

Nos dias 6, 13, 20 e 27 no Poupa Tempo do Shopping Bangu.

Curso do DeROSE Method ensina todos os detalhes sobre “Respiração”

Aumento da resistência e da vitalidade; técnicas para ampliar a capacidade pulmonar e como praticar no cotidiano, são apenas alguns temas do curso “Respiração Total” que acontece no dia 24 de agosto na escola DeROSE Method Ipanema, no Rio de Janeiro.

Quem ministrará este curso com duração de quatro horas é a professora Ro de Castro, umas das referências no tema dentro da Rede DeROSE. “A cada estado emocional corresponde um ritmo respiratório. Uma cadência profunda e ritmada demonstra satisfação, segurança e serenidade. A respiração curta e rápida denota ansiedade, insegurança ou medo. Aprendendo a manipular o ritmo respiratório com as técnicas ensinadas neste curso, conseguiremos modificar e sutilizar as emoções, o que irá interferir positivamente nas relações afetivas, no desempenho profissional e na qualidade de vida”, explica Ro de Castro.

A professora também lembra que as técnicas de respiração vão muito além. “O respiratório, feito da forma correta, é um excelente aliado para os esportes, especialmente mergulho, surf, natação, alpinismo, e artes marciais, por ampliar incrivelmente a capacidade pulmonar e outorgar maior resistência, mais consciência corporal e respostas rápidas a todas as exigências físicas”, relata.

Ro de Castro também destaca a importância da respiração na área artística. “Para o canto, teatro ou qualquer outra atividade na qual seja imprescindível uma voz clara, limpa e melodiosa, a respiração bem aplicada é fundamental. Ainda podemos destacar sua importância para a qualidade de vida, amenizando o estresse e aumentando a vitalidade”, concluiu a professora.

PROGRAMAÇÃO:

• Aumento da resistência e da vitalidade.

• A importância dos respiratórios.

• Posições mais adequadas para a execução dos exercícios.

• O diafragma e o desenvolvimento da respiração completa.

• Técnicas físicas para ampliar a capacidade pulmonar.

• Respiratórios dinâmicos.

• Autoconhecimento.

• Respiração e meditação.

• Prana, nadís e chakras.

• Prática para o cotidiano.

A inscrição é aberta ao público. O investimento é de R$ 1.390,00. Outras informações no site https://ipanema.derosemethod.org/ ou pelo fone (21) 2147-9651. A escola DeROSE Method Ipanema fica na Rua Redentor, 55, Ipanema, Rio de Janeiro.

DeROSE Method – DeROSE Method é um programa completo para aumentar a vitalidade, administrar o stress e ganhar foco. Sua aplicação promove um incremento de produtividade e alta performance na vida. Criado pelo Professor DeRose na década de 60, o DeROSE Method  também está presente em New York, Paris, Londres, Roma, Milão, Madrid, Barcelona, Edimburgo, Lisboa, Porto, Buenos Aires, Córdoba, Mendoza, Calafate, Bariloche, Santiago do Chile e Oulu (na Finlândia). Novas escolas estão em implantação na Suíça, Alemanha, Austrália e Canadá.

Pedágios poderão ter opção de pagamento em cartões de crédito

As concessionárias e municípios que administram rodovias no Estado do Rio poderão ser obrigadas a disponibilizar, nas praças de pedágio, pelo menos uma cabine com a opção de pagamento em cartões de crédito, além de outras formas de pagamentos alternativas aos motoristas que não possuam o valor em espécie. É o que propõe o projeto de lei 116/19, da deputada Lucinha (PSDB), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta terça-feira (20/08), em segunda discussão. O texto seguirá para o governador Wilson Witzel, que tem até 15 dias úteis para sancionar ou vetar.

A proposta complementa a Lei 8.014/18, que já obrigava qualquer concessionária de serviço público a aceitar, em todas as bilheterias disponibilizadas, o pagamento de tarifas por meio de cartão de débito. “É importante que se adote cada vez mais métodos mais rápidos e eficazes, evitando inclusive a evasão do pedágio”, justificou Lucinha.

Caso a medida seja aprovada, as concessionárias terão até 90 dias para adaptação. Em caso de descumprimento, será cobrada uma multa de cinco vezes o valor da tarifa do pedágio, que será dobrada em caso de reincidência.

Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla

Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla é realizada entre os dias 21 e 28 de agosto

A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, que acontece anualmente durante os dias 21 e 28 de agosto, já é realizada desde 1964, mas em 2017 foi sancionada a Lei 13.585 que torna essa data oficial. O objetivo dessa semana é debater e refletir, junto à sociedade, sobre o direito de igualdade para que a inclusão aconteça de fato e combater o preconceito e a discriminação.

A cada ano um assunto é escolhido para ser trabalhado e este ano o tema é “Família e pessoa com deficiência, protagonistas na implementação das políticas públicas”, visando mostrar a importância da participação da família no cumprimento e criação de políticas públicas que atendem as pessoas com deficiência intelectual e múltipla.

Durante a semana são realizadas diversas ações em todo o país para que a sociedade entenda a importância de promover a melhora na qualidade de vida das milhares de pessoas que possuem alguma deficiência e suas famílias.

“A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência é um símbolo de mobilização. Um espaço que marca a luta das pessoas com deficiência intelectual na busca por garantia de direitos”, destaca Vanderson Pedruzi Gaburo, presidente da Federação das Apaes do Espírito Santo.

O que é deficiência intelectual e múltipla?

 

A deficiência intelectual não é uma doença, e sim uma limitação nas habilidades mentais gerais, e pode ser percebida quando há dificuldade em situações consideradas comuns, como a comunicação, interação social, leitura, escrita, memória, dentre outras.

A pessoa que possui esse tipo de deficiência deve ter um acompanhamento multidisciplinar em diversas áreas, sobretudo saúde, educação e assistência social, para que seja ofertado um tratamento de acordo com a necessidade de cada um, e que deve contar com diversos profissionais, como terapeutas ocupacionais, psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e outros especialistas que conforme for necessário.

A deficiência múltipla é quando há duas deficiências ou mais simultaneamente, sejam elas intelectuais, físicas ou ambas combinadas.

 

Som do Sesc homenageia João Gilberto nesta terça no Centro do Rio

MÚSICA

Projeto Som do Sesc homenageia João Gilberto nesta terça no Centro do Rio

Cantor e compositor Celso Fonseca convida o saxofonista Marcelo Martins para, juntos, interpretarem canções do álbum Getz/Gilberto

 

Celso Fonseca_

RIO DE JANEIRO – A próxima edição do projeto Som do Sesc será um tributo a João Gilberto, falecido dia 6 julho. A homenagem será do cantor e compositor Celso Fonseca, que sobe ao palco do Sesc Ginástico nesta terça-feira (13/8), às 19h, para interpretar canções de “Getz/Gilberto”, álbum lançado em 1964 pelo pai da Bossa Nova e pelo saxofonista estadunidense Stan Getz. No show, Celso Fonseca conta com a companhia do saxofonista e flautista Marcelo Martins como convidado.

O álbum “Getz/Gilberto” é um dos tesouros da Bossa Nova, trazendo alguns dos maiores hits do movimento com pegada jazz. Entre eles está “The Girl From The Ipanema”, que projetou “Garota de Ipanema” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962) em escala mundial. O disco tem outros sucessos como “Desafinado” (Tom Jobim, Newton Mendonça), “Corcovado” (Tom Jobim, Gene Lees) e “Só Danço Samba” (Tom Jobim, Vinícius de Moraes).

Lançado em maio, o projeto Som do Sesc acontece no Sesc Ginástico sempre às terças-feiras, às 19h. Trata-se de um novo espaço para a música contemporânea no centro da cidade e mais uma opção de lazer para os trabalhadores da região após o expediente. A ideia é priorizar novas propostas autorais, que unam artistas, repertórios e diferentes estéticas musicais.

SERVIÇO

Projeto Som do Sesc

Celso Fonseca convida Marcelo Martins  – Interpretam Getz/Gilberto

Sesc Ginástico:  Av. Graça Aranha, 187 – Centro – Rio de Janeiro

Dia 13/8/2019 – 19h

Ingressos: R$30, R$15 (meia entrada) e R$7,50 (Cartão Sesc)*

*Doação de 1 quilo de alimento não perecível garante desconto de 50% de desconto sobre a tarifa correspondente

Classificação: 14 anos

Capacidade: 500 lugares
Telefone:(21) 2279-4027

PRÓXIMA ATRAÇÃO DO SOM DO SESC

Agosto

20/8 – Luedji Luna – Um Corpo no Mundo

Futebol em Cadeira de Rodas recebe ação do Bike sem Barreiras

O evento é gratuito e aberto para ao público

 Por: Juney Freire
Visando proporcionar lazer ao público e também aos atletas antes, durante e após as competições, a UNIVERITAS – Centro Universitário Universus Veritas leva o projeto Bike Sem Barreiras à final do Campeonato Americano de Futebol em Cadeira de Rodas. O evento, que acontece no próximo sábado (10) no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, vai trazer esportistas da Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Canadá e Brasil.
A Associação Brasileira de Futebol em Cadeira de Rodas (ABFC) tem a finalidade de consolidar a prática desportiva entre pessoas com deficiência no Brasil. Para a diretora da UNIVERITAS, Adriana Garcia, fazer parte de uma atividade do gênero é importante tanto para unir forças e apoiar este público, quanto para o crescimento pessoal de cada envolvido. “Nós, enquanto Instituição de ensino, enxergamos a necessidade de inserir nosso aluno na realidade encontrada fora de sala, assim como dar suporte a essas pessoas e fazer com que elas se sintam pertencidas. Levar as bikes e a nossa equipe para a final do campeonato é um modo delas perceberem que não estão sozinhas na causa”, explica a diretora.
A competição acontece das 9h às 18h, no Velódromo do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro. A entrada é franca. O Bike sem Barreiras estará no local das 9h às 12h. Para conhecer mais o projeto Bike Sem Barreiras
Felipe Silcler fala do trabalho em Topíssima

 Felipe Silcler fala do trabalho em Topíssima

Ator vive o personagem “Zumbi”, um estudante de medicina que adora curtir a vida e desmaia toda vez que vê sangue

Depois de atuar em Totalmente Demais e Novo Mundo, ambas tramas da TV Globo, o ator Felipe Silcler está na Record TV na novela Topíssima, na faixa das 19h45. O jovem de 28 anos faz o personagem “Zumbi”.

– Na verdade, o nome dele é Milton, um estudante de medicina que veio de São Paulo para o Rio de Janeiro a fim de cursar a faculdade. Ele ama a carreira, mas tem um sério problema: desmaia toda vez que vê sangue. Ele estuda muito, mas também aproveita bastante a vida! Adora as festas e namorar, por causa disso, dessa intensa vida social, acaba virando noites para estudar e daí vem o apelido “Zumbi” – explica Silcler.

Visto que o personagem gosta de curtir a vida, mas sem tirar o foco dos estudos também, não é surpresa que ele tenha uma filosofia de vida. E a frase de efeito para explicar seu estilo de vida é: “Quando eu morrer eu descanso”.

Felipe faz parte do núcleo da “República”, junto a atores mais jovens como Marcela Rica, Bruno Guedes, entre outros.

– Lá tem o “nosso paizão na República” que é o personagem do Kadu Moliterno, que está sendo uma descoberta incrível pra mim. Ele é generoso, engraçado, um verdadeiro paizão mesmo. E também círculo por outros núcleos, como o do hospital, onde tenho a honra de contracenar com a Isabel Fillardis – ressalta o ator.

Para se preparar para viver “Zumbi”, Silcler disse que precisou neutralizar o sotaque carioca, já que o personagem vem de São Paulo e a direção de “Topíssima” não queria nenhum sotaque carregado.

– O pedido foi para só neutralizar e dar uma pequena pincelada no sotaque paulista. Aí eu me preocupei com o “s” e o “r”. E na questão da medicina, eu tenho meu melhor amigo que faz o curso, o Victor Lopes, que já foi ator, está nos últimos períodos da faculdade e me ajuda muito com todas as dúvidas que eu tenho. E tivemos encontros e preparações com a nossa Coach na novela, a Vera Silva – completa.

O personagem de Silcler está no núcleo jovem da trama da Record, porém este aborda questões como o tráfico, e uso, de drogas. O ator fala como é trabalhar um assunto tão delicado entre os jovens.

– Acho muito importante, pois de alguma forma o núcleo por ser jovem, acaba sendo um influenciador de comportamentos e referências para os jovens que assistem, e muita gente só tem acesso a esse tipo de informação pela TV. Poder abordar essa discussão é uma ótima abertura para fazer essa galera pensar.

Ele também fala que o personagem tem muito a ver com ele, já que é uma pessoa que curte os amigos e tem bastante energia.

– Com o Zumbi eu estou aprendendo que é possível se divertir e dar conta das funções do dia a dia, ele sai muito, mas não deixa de fazer as coisas que ele precisa. Ele tem muita energia, é amigo da galera e dificilmente algo tira ele do sério. Isso vem muito de mim também. Eu sou um cara que tem facilidade em me relacionar com as pessoas e é bem difícil me tirar do sério. E eu gosto muito de aproveitar a vida ao máximo assim como ele também – ressalta.

Ele ainda fala de como está sendo o trabalho junto ao elenco da nova trama da Record.

– Gravamos bastante, em um ritmo intenso, e isso é muito bom, pois o elenco virou uma família mesmo, estamos muito felizes com o projeto e com muita vontade que dê certo. E especialmente com o núcleo jovem, a gente convive muito, então parece que somos melhores amigos de anos – diz o intérprete de “Zumbi”.

Felipe Silcler é carioca e faz teatro desde os 11 anos. Formado pela escola de teatro Martins Penna, uma das escolas de teatro mais importantes do Brasil e a primeira da América Latina, fez muitas peças e trabalhou com diretores como André Paes Leme e oficinas de teatro como os grupos Amok e Moitará.

No momento, o ator está com foco total na novela, mas não descarta projetos no teatro, o qual ama, no futuro.

– Estou totalmente dedicado à novela no momento, mas quero muito voltar pro teatro. Estou estudando junto com amigos alguns textos, tenho o projeto de levantar meu monólogo e estou aberto para outras possibilidades – finaliza o ator.

Meu filho não sai do celular, o que fazer? Especialista responde

Em 2018, o canal da Galinha Pintadinha ultrapassou em visualizações até mesmo grandes nomes da música mundial como Rihanna e Justin Bieber, ficando no ranking entre os mais populares do YouTube, e isto não foi à toa. Uma pesquisa divulgada em setembro de 2018 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil mostrou que 85% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos são usuárias de internet, o equivalente a 24,7 milhões que estão nesta faixa etária em todo o País. Se em 2012, 21% das crianças acessaram a rede por meio do celular, em 2018 são 93%. O aumento impressionante do acesso tem preocupado cada vez mais os pais e profissionais que lidam com os pequenos e coloca em questão o possível vício infantil em celulares. O que fazer?

dra. roselene espirito santo

A neuropsicóloga Roselene Espírito Santo Wagner é uma das especialistas que tem estudado esta guinada no comportamento infanto-juvenil: “Precisamos considerar que a tecnologia, já está incorporada à vida. O celular hoje é mais que uma ferramenta, tornou-se uma dimensão humana muito frequentada. O smartphone hoje é mais que televisão, é “biblioteca”, é jornal, cinema, é playlist, dicionário. Estamos reféns dele. No entanto, embora seja inevitável a presença e o uso do celular no cotidiano, é necessário explicar e fazer a criança entender que a tecnologia é um meio para um fim, e não o contrário”.

Transações bancárias, notícias, imagens, e até consultas médicas. Tudo está ali na palma da mão. Basta um toque. Não temos mais como desconectar. Mas até onde isto é saudável para a criança e o adolescente? A Dra. responde: “Todos nós devemos aprender a usar a tecnologia com parcimônia. Isto é, encarar como uma ferramenta de resolução de problemas de ordem prática, rápida e superficial. Esta ferramenta tecnológica pode ser usada inclusive com fins recreativos, porém, nós não devemos usá-la abusivamente, para não virarmos dependentes. A dependência é uma “doença comportamental” em todos os seus aspectos, logo retirando o comportamento, retiramos também a doença. Mas a facilidade de se adquirir o hábito e transforma-lo em vício não condiz com a dificuldade de sair desta armadilha”.

A Dra. Roselene Espírito Santo Wagner traz algumas dicas para retirar as crianças do celular e evitar o vício dos pequenos. Confira:


Ensinar a criança a lidar com o tédio

É necessário em primeiro lugar ensinar a criança a lidar com o tédio, para que comecem a entender e trabalhar algo que acontecerá na vida, que é a frustração. Aprender a lidar com frustrações é pedagógico e terapêutico. Nosso cérebro se devolve de trás para frente. Portanto, não tenha medo de conversar e explicar as formas de lidar com a rotina e disciplina dentro dos sistemas familiares. A área de Wernicke responsável pela compreensão, interpretação da fala, fica pronta antes da área de Broca, responsável pela emissão da fala.
As crianças mesmo não falando tudo corretamente, compreendem tudo o que lhes é explicado (de forma simples).

Explique, converse e estabeleça limites

Dar limites é dar amor. Crianças precisam compreender o funcionamento do mundo. Cabe aos adultos, pais, cuidadores, explicar.

Observar a natureza de seu filho, as inclinações naturais, os gostos, as habilidades, a estrutura do corpo para perceber onde ele “caberia melhor”. No âmbito de uma atividade física, isso significa dizer que o corpo já vem “talhado” com características que facilitariam uma atividade. Identificar no seu filho para quais atividades que ele tem pré disposição, gosto ou aptidão pode ajudar muito a produzir uma rotina onde ele possa se adequar. E ter prazer nesta atividade.

Ensinar que um bom dia começa com a organização do seu espaço, o quarto em que dorme, produzir uma convivência de união familiar, onde todos os sistemas (sistema conjugal, parental, etc.) devem ser tido como uma “equipe”. Onde cada um pode colaborar com uma tarefa, colocar a mesa, retirar as louças, levar o lixo. Tudo isto tem a ver com limites e educação.

Dê atividades para o seu filho

Crianças gostam de ar livre. Leve seu filho para atividades ao ar livre, como pedalar, passear, caminhar, praia, piscina. Ter lazer, atividades intelectuais, responsabilidades e até mesmo bom sono.

Crianças gostam de estar com outras crianças, em acampamentos, noite do pijama, sessão de cinema, piquenique.

Crianças amam animais. Visitar o zoológico, dar de presente um animal de estimação que ele possa “cuidar”, dentro de suas possibilidades iniciais. Conforme vai crescendo, vai se apropriando e tomando mais responsabilidades sobre este “ser vivo” que exige cuidados e carinho.

Todas essas atividades irão retirando o “tempo de uso” do smartphone. Claro que a retirada total é quase que impossível, pois, há uma “necessidade ” do uso da tecnologia, inclusive por ser uma forma rápida, prática de “estudar”, fazer trabalho de aula e afins.

Qual a melhor forma de prevenção do vício em celular?

A Dependência Digital é de difícil tratamento, mas a melhor prevenção é a Psicoeducação, no sentido de desenvolvermos uma rotina saudável desde crianças, pois, os “nativos digitais”, nascidos na era “virtual” são mais propensos a tornarem-se “adictos virtuais”. Então ainda que as crianças não sejam capazes de emitir, falar todas as palavras de forma correta. Elas estão aptas a compreender quase tudo, por isso, é preciso acompanhá-las em todas as fases de seu desenvolvimento. Ensinando, preparando, guiando e amando.

JORNAL ALAGOAS