Poetas Ambulantes completam 5 anos de poesia no transporte coletivo

Novo repertório e espetáculo é apresentado no Sesc 24 de maio às quartas e quintas-feiras

Sem palco e sem microfone, os Poetas Ambulantes realizam uma série de intervenções poéticas gratuitas às quartas e quintas-feiras no Sesc 24 de maio. Inspirados nos vendedores ambulantes que atuam nos transportes públicos, comercializando diferentes produtos, o grupo composto por seis poetas distribui poesias e celebra cinco anos de atuação na capital paulista com um novo espetáculo e repertório.  As apresentações começaram na quarta-feira e ocorrem também nesta quinta-feira (21), e nos dias 27 e 28 de setembro e 04 e 05 de outubro.

Apostando na informalidade e na interatividade, os poetas disparam os textos entre as pessoas, distribuem poesias impressas e sem roda e declamam versos que discutem sobre política, feminismo, amor, fé e humor e contam com a energia do público, que influencia o ritmo do sarau ambulante.

Sob a direção do poeta e ator Beto Belinatti o coletivo composto por Mel Duarte, Carol Peixoto, Jefferson Santana, Mari Staphanato e Thiago Peixoto traz textos autorais e de outros autores (clássicos e contemporâneos), explorando as possibilidades da linguagem poética, com uma nova roupagem para as apresentações, trabalhando repertórios reconstruídos e divididos em temas.

Com textos de Daniel Minchoni, Miró da Muribeca, Racionais, Adoniran Barbosa, Marcelino Freire, entre outros, além de autorais, o repertório Essepê traduz a cidade de São Paulo, com todos seus amores e desamores, reproduzindo o caos e as causas que vivem nela. Com Respeita as Minas o grupo propõe um momento de reflexão em torno do universo feminino, falando de feminismo e discutindo sobre machismo, com textos autorais e de outras autoras e autores, como Elisa Lucinda, Alice Ruiz, Anelis Assumpção, Itamar Assumpção, etc.

 

Sobre os Poetas Ambulantes

Poetas ambulantes é um coletivo que realiza intervenções poéticas dentro dos transportes públicos de São Paulo, resignificando a ocupação dos espaços com a ideia de levar poesia para pessoas que não estão esperando. Formado por poetas que atuam na cena cultural independente, o grupo há cinco anos desenvolve seu trabalho artístico inspirado nos vendedores ambulantes que estão diariamente nos transportes públicos.

Desde que foi criado, em 2012, o Poetas Ambulantes já realizou mais de 100 apresentações por todo o país,com destaque para as passagens por festivais como Festival Literário Internacional de Paraty (Flip), Festival Literário Internacional de Poços de Caldas (Flipoços), Festival Literário de Pernambuco (Fliporto) e VI Bienal de Jovens Criadores dos Países de Língua Portuguesa em Salvador (BA), além do Circuito Sesc de Artes, que percorreu nove cidades em 2017 e visitas pontuais a ONGs, bibliotecas, escolas e unidades da Fundação Casa.

Em São Paulo, o coletivo já rodou todas as linhas da CPTM e do metrô, bem como as principais avenidas, como Paulista, MBoi Mirim, Santo Amaro, João Dias, Nova Cantareira, Ibirapuera, 23 de Maio, Vergueiro e Teotônio Vilela.

Além disso, uma vez por ano, sempre no mês de dezembro, os Poetas Ambulantes distribuem livros em locais públicos. Durante os cinco anos, já entregaram cerca de 3 mil exemplares de mão em mão em ações que passaram pelo Parque Ibirapuera, Barra Funda e Terminal Santo Amaro. “Arrecadamos livros de parceiros e doamos nos locais públicos também como forma de inspirar e incentivar o acesso e a leitura”, explica a poeta Carol Peixoto.

O coletivo possui também a publicação “Um vez Poetas Ambulantes…”. Uma antologia que conta com textos autorais dos poetas do coletivo, fotografias do primeiro ano de ação e participação de autores amigos e convidados.  Para celebrar os cinco anos, o grupo prepara o documentário “”essa vida é uma viagem…”

 

Serviço
O quê:
 Poetas Ambulantes
Quando: 21, 27, 28 de setembro / 04 e 05 de outubro às 14h
Onde: Sesc 24 de maio
Endereço: R. 24 de Maio, 109 – República, São Paulo
Quanto: gratuito
Informações: https://www.facebook.com/PoetasAmbulantes/

Personal Trainer das Celebridades fala sobre o famoso “Projeto Verão”
O educador físico e fisiculturista Marcelo Santana, conhecido como o “Personal Trainer das Celebridades”, fala sobre as diferenças nos treinos nas estações do ano e principalmente sobre o famoso “Projeto Verão”.
“Com a proximidade do verão, é normal ouvir sobre projetos em academias, parques, clubes ou roda de amigos. Ter um projeto de dieta e buscar resultados nos ajuda a segurar o foco e lutar por uma causa, mas nada se compara ao invencível ‘Projeto Verão’.  São várias razões para lotar as academias e motivar os praticantes a começar os treinos. Mas pensando pelo lado técnico, será que isso é bom? Posso garantir que muitos não conseguem curtir os resultados, pois sem acompanhamento profissional não sabemos muitas vezes medir a intensidade dos exercícios e os cuidados na qualidade de execução”, afirma Marcelo Santana.
“Pesquisas indicam que as consultas com ortopedistas aumentam 30% no verão pois o número de aventureiros aumenta conforme essa época do ano se aproxima. Mas temos o lado bom da história! Através de ótimos resultados alcançados por pessoas que quererem aparecer na praia fisicamente mais confiante e com a barriga chapada, algumas pessoas aderem em suas rotinas a prática de atividade física e não voltam mais aos antigos hábitos.  Vale a pena sim termos projetos em nossas vidas. Sabendo que nosso corpo precisa de cuidados e estímulos conscientes para se obter respostas positivas, a motivação faz parte da rotina e nos mantém ativos contribuindo com a nossa saúde e bem estar”, completa o “Personal Trainer das Celebridades”.
Musa do Amazonas, Melina Maia posa e dispara: “não basta ser gostosa, tem que ter talento”

Musa do Amazonas, Melina Maia posa e dispara: “não basta ser gostosa, tem que ter talento”

Representante do estado do Amazonas no concurso Musa do Brasil 2017, Melina Maia, que é ex-funkeira, está empolgadíssima com a possibilidade de conquistar o título de mulher mais bonita do país. A morena está investindo pesado na malhação, além de ser adepta da “dieta dash”, que foi criada para auxiliar pacientes que sofrem de pressão alta.

“Estou pegando pesado na academia para manter a barriga chapada e o bumbum na nuca, além é claro, da dieta dash, que descobri há um mês e que tem feito toda a diferença. A alimentação é muito importante para o equilíbrio mental e físico, mas é claro, não é só o corpo que me fará ser eleita a Musa do Brasil. Não basta ser gostosa, tem que ter talento”, revelou a beldade.

A gata confidenciou o carinho que tem recebido do povo amazonense e de seus colegas funkeiros. “Recebo tantas mensagens lindas dos amazonenses, tanto carinho… a torcida é grande para que eu leve essa faixa para o Amazonas. O funk está comigo, somos uma ‘massa’, tantos MCs me ligando, mandando mensagens de apoio e, eu estou cada dia mais convicta de que essa faixa será minha”, garantiu.

Grupo Revelação lança nova música ‘A Vida é Pedreira’ com participação de Péricles que já é sucesso !

O grupo Revelação e o cantor Péricles se uniram em prol da música brasileira. Juntos, gravaram a canção ‘A Vida é Pedreira’, que ganhou vídeo clipe especial. “O novo hit da banda, que faz parte do álbum ‘O Bom Samba Continua’, é uma homenagem ao povo brasileiro que batalha muito para conquistar seus sonhos”, explica o vocalista Davi Pereira.

Rodado em lugares famosos do Rio de Janeiro como a Central do Brasil e a Rua da Alfândega, ambos no Centro, a roda de samba subiu ainda até a Laje do Neguinho no Morro do Vidigal, na zona sul carioca. “A parceria com o Péricles sempre esteve nos planos do grupo e chegou a hora de realizar. Péricles faz parte dos grandes artistas que nos influenciaram durante toda a nossa caminhada, somos muito fãs e é um grande presente ter ele na canção”, explica Davi Pereira.

 

A ocupação Glauce de Portas Abertas apresenta os espetáculos “Blackbird” e “Para onde ir” de 5 de outubro a 12 de novembro

As peças Blackbird e Para onde ir resultam da constante pesquisa, do interesse em transformar a literatura clássica em fenômeno cênico, pela importância de suas questões perenes sobre a condição humana.

 De outubro a novembro, o teatro Glauce Rocha, no centro do Rio, inicia a ocupação “Glauce de Portas Abertas” com apresentação dos espetáculos adultos Blackbird e Para onde ir com curadoria da Rayes Produções Artísticas.

Formada pelos atores/produtores Viviani Rayes e Yashar Zambuzzi, a Cia de Teatro, Te-Un TEATRO possui um trabalho sólido e reconhecido pela qualidade artística de suas produções e pelas escolhas de seus espetáculos que levam à cena uma reflexão sobre a condição humana.

Além dos 2 espetáculos teatrais adultos, a ocupação oferecerá uma programação gratuita de cursos, oficinas, workshops e encontros, de 5 de outubro à 12 de novembro, de quarta a domingo.

“A ideia da ocupação é aproximar o público do Teatro Glauce Rocha, com uma programação de excelência, porque quanto mais o teatro expande os seus limites na direção de atingir o público através da percepção do fenômeno teatral em todas as suas partes, mais sólida e eficaz será a fidelização do seu público. Sendo assim, temos a preocupação de não deixar o teatro nesse local do inatingível e inacessível, mas sim, que esteja ao alcance de todos”. Afirma Viviani Rayes

OS ESPETÁCULOS QUE INTEGRAM A GRADE DE PROGRAMAÇÃO DA OCUPAÇÃO SÃO:

BLACKBIRD

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Viviani Rayes, Yashar Zambuzzi e participação de Nínive Kienteca

Texto: David Harrower

Tradução: Alexandre J. Negreiros

Direção: Bruce Gomlevsky

De sexta a domingo, 19h, de 6 de outubro até 12 de novembro.

A apresentação do dia 03 de novembro terá intérprete de libras e audiodescrição.

Preço: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)

Duração: 80 min

Gênero: Drama

Classificação: 16 anos

Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

Link de videohttps://www.youtube.com/watch?v=c5XzlbBf_bk

 

Vencedor do Festival Internacional de Edimburgo e do Prêmio Laurence Olivier Award, o espetáculo inspirado em um caso real de pedofilia, traz o reencontro de um homem e uma mulher que viveram caso polêmico quando ela tinha 12 anos e ele 41. Agora eles estão cara a cara para um acerto de contas. Um drama que discute as consequências, em longo prazo, do abuso sexual, o amor entre pessoas de idades diferentes, os instintos sexuais versus os padrões éticos e morais que temos em nossa sociedade.

 

HISTÓRICO DE SUCESSO:

4 anos em cartaz, 5 temporadas, sucesso de público e crítica, foi destaque no Festival de Curitiba/2017, entre as peças que tiveram maior público, com todas as sessões esgotadas, classificada em 3 estrelas pela Veja Rio e uma das 10 melhores peças em cartaz, 4 indicações ao Prêmio Botequim Cultural nas categorias: Melhor espetáculo, ator, atriz e diretor, indicação ao Prêmio Shell na categoria Música, 1 indicação ao Prêmio Questão de Crítica na categoria Trilha Sonora Original, um dos 21 espetáculos mais populares do Site Teatro em Cena, classificada pelo site Conexão Mundo, entre os 5 espetáculos imperdíveis no Rio, listada entre os melhores espetáculos de 2014, no RJ, pelo Crítico Gilberto Bartholo.

 

PARA ONDE IR, adaptação e atuação de Yashar Zambuzzi

FICHA TÉCNICA:

Texto: Fiódor Dostoievski e Arthur Rimbaud, em homenagem a Bertolt Brecht

Adaptação e atuação: Yashar Zambuzzi

Direção: Viviani Rayes

 

Às quartas e quintas, 19h, de 05 de outubro até 09 de novembro

A apresentação do dia 02 de novembro terá intérprete de libras e audiodescrição.

Duração: 50 min

Gênero: Drama

Classificação: 14 anos

Preço R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia)

Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

Link de videohttps://www.youtube.com/watch?v=aAX-0YoG3cA&t=22s

 

Monólogo é construído a partir do personagem Marmieládov, do romance Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski e de Uma temporada no inferno, de Arthur Rimbaud, em homenagem a poesia crítica do jovem poeta Bertolt Brecht, a montagem marcou a estreia, com o pé direito, da atriz e produtora Viviani Rayes na direção e traz Yashar Zambuzzi no papel de Marmieládov. Estreou em fevereiro, com excelentes críticas e sucesso de público. Realizou três temporadas e sucesso. O espetáculo se passa numa taberna, onde o público é como se fossem os fregueses dessa taberna. Traz um diferencial ao colocar público parcialmente no palco, além da plateia. PARA ONDE IR apresenta um tema de grande relevância social, ao trazer para à cena um personagem que após perder seu emprego, entrega-se ao vício do álcool.

 

ATIVIDADES COMPLEMENTARES GRATUITAS

A programação de cursos, oficinas, workshops e encontros são totalmente gratuitos, sempre das 14h às 16h, quarta a domingo. Os interessados devem enviar e-mail para: contato@rayesproducoes.com.

 

OFICINA DE TEATRO ACESSÍVEL, com Michelle Raja Gebara

As pessoas com deficiência costumam ser excluídas de algumas atividades consideradas “normais”. A Ocupação GLAUCE DE PORTAS ABERTAS lança um olhar na prática para essa situação, e mantém em sua programação a inclusão e transformação dessas pessoas, oferecendo a Oficina de Teatro Acessível.

Público alvo: pessoas que tenham algum deficiente visual, auditiva, motora, etc. Presença de intérprete de libras em todas as aulas.

Dias: Todas as 4ª feiras, dias 11, 18, 25 de outubro e 1 e 8 de novembro, das 14 às 16h, com 15 vagas.

Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

 

WORKSHOPS TÉCNICOS

Faz parte do conceito da OCUPAÇÃO GLAUCE DE PORTAS ABERTAS incluir toda a cadeia produtiva que compõe a criação artística de um espetáculo. Por isso todas as 5ª feiras, um workshop diferente:

Dia 12/10 Workshop de Iluminação, com Kátia Barreto

Dia 19/10 Workshop de Programação Visual, com Thiago Ristow

Dia 26/10 Workshop de Trilha Sonora, com Chico Rota

Dia 02/11 Workshop de Figurino, com Rogério França

Dia 09/11 Workshop de Fotografia de Cena, com Lu Valiatti

Público Alvo: Público em geral

Das 14 às 16h, com 20 vagas

Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

 

ENCONTROS SOBRE OS PROCESSOS DE CRIAÇÃO DOS ESPETÁCULOS DA Te-Un TEATRO, com Viviani Rayes e Yashar Zambuzzi.

Os diretores da Te-Un TEATRO abrem os bastidores dos processos de criação de seus espetáculos até chegarem ao resultado final.

 

O objetivo dos encontros é apresentar os processos artísticos e técnicos utilizados na criação dos espetáculos da Te-Un TEATRO desde a escolha do texto, a tradução, se for o caso, ou a adaptação, escolha de elenco e ficha técnica, os processos de ensaios, as técnicas utilizadas de acordo com o conceito e estética de cada espetáculo, a relação com o público, a escolha do formato cênico, etc. Bate-papo com o público e um momento aberto a perguntas.

 

“Esses encontros são formas de aproximar o público teatral de uma perspectiva que não só a de assistir a um espetáculo, mas de entender as escolhas feitas, e com isso aprimorar seus olhares ao entrar numa sala de espetáculo. Acreditamos que os encontros também cumprem um papel de formação de plateia, uma vez que o espectador terá uma relação mais direta entre o processo de construção de um espetáculo e o seu resultado final”. Viviani Rayes

 

Dias: Às 6ª feiras, dias 13, 20, 27 de outubro e 03 e 10 de novembro.

Público alvo: Público em Geral

Das 14 às 16h, com 20 vagas

Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

 

OFICINA DE FILOSOFIA & CINEMA APLICADA ÀS ARTES CÊNICAS, com Yashar Zambuzzi.

 

“Consideramos que, por meio das leituras de textos filosóficos e do cinema podemos ampliar nossa sensibilidade, assim como nossa reflexão sobre nossa condição humana”. Yashar Zambuzzi

  • Dias: Aos sábados, dias 14, 21, 28 de outubro e 04 e 11 de novembro.
  • Público alvo: Público em geral
  • Das 14 às 16h, com 20 vagas
  • Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

 

CURSO LIVRE DE TEATRO PARA CRIANÇAS, com Viviani Rayes

A OCUPAÇÃO GLAUCE DE PORTAS ABERTAS quer que as crianças de hoje criem o hábito de ir ao teatro desde cedo. Com esse propósito, o curso irá fomentar a inclusão do público infantil, pensando sempre que a criança é o público de amanhã.

  • Dias: 15, 22,29 de outubro e 5 e 12 de novembro
  • Público alvo: crianças de 7 a 14 anos
  • Das 14 às 16h, com 20 vagas
  • Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

Os diretores artísticos da Ocupação:

 Yashar Zambuzzi é Ator formado pela EAD (Escola de Arte Dramática) – USP e Filosofia, pela mesma universidade. Trabalhou com Antunes Filho, um dos mais renomados diretores, no CPT (Centro de Pesquisa Teatral), onde, além de ator, exercia a função de professor de Filosofia. Fundou, com a atriz Viviani Rayes, a Te-Un TEATRO. É professor de Interpretação da Escola de Teatro Nu Espaço. Em 33 anos de carreira em teatro, atuou em mais de 30 produções. É o adaptador e ator do consagrado monólogo PARA ONDE IR, nas academias, interessou-se em unir as antropologias filosófica e teatral, com o intuito de investigar a condição humana através do teatro. Em sua constante pesquisa, tem se interessado em transformar a literatura clássica em fenômeno cênico, pela importância de suas questões perenes sobre a condição humana. Nos últimos catorze anos tem se dedicado às obras de Fiódor Dostoiévski.

 

Viviani Rayes é sócia fundadora e diretora de produção da Rayes Produções Artísticas. Professora de Técnica de Gravação na Escola de Teatro Nu Espaço. Atriz, produtora e diretora Pós-graduada em Direção Teatral pela CAL (Casa de Artes Laranjeiras/ RJ), cursou Direção Teatral com José Renato, fundador do Teatro de Arena de São Paulo. Diretora e produtora do consagrado monólogo PARA ONDE IR, formada pela Escola de Teatro Ewerton de Castro e Escola de Atores Wolf Maya, ambas em São Paulo. Cursou Comunicação Social na Faculdade Cásper Líbero em São Paulo.

Sandamí lança o single Mas Que Nada / Trem das Onze nas plataformas digitais

O novo single de Sandamí é um pot-pourri com as canções Mas Que Nada e Trem das Onze que estará disponível nas plataformas digitais a partir de sexta-feira, 22 de setembro, com distribuição da Radar Records. O single faz parte do CD Sandamí – 100 Anos de Samba que será lançado em novembro e passeia pelas décadas de 1910 até os dias de hoje, homenageando autores de sambas clássicos, atuais além de apresentar uma música inédita.

A gravação foi feita em março desse ano no Estúdio de Luiz Gustavo Garcia em Atibaia, interior de São Paulo, com toda a banda reunida na mesma sala, como se fosse um show ao vivo, uma roda de samba. A escolha das duas canções “casadas” foi feita para retratar a década de 60 e homenagear Sérgio Mendes, autor de Mas Que Nada e Adoniran Barbosa, compositor do Trem das Onze, com arranjos criados em grupo, seguindo a essência de Sandamí.

“Estou muito feliz com o lançamento desse single que foi escolhido, também, por alguns radialistas para ser trabalhado nas rádios, o que deve acontecer na próxima semana”, conta Sandamí.

Reconhecido nacionalmente pela mistura de ritmos e interpretações de diversas canções inusitadas, Sandamí escolheu a dedo músicas que cantam e retratam a vida dos brasileiros e que também fizeram e fazem parte de sua história na música, desde a infância até os dias de hoje.

Nesse single o artista apresenta uma interpretação singular com arranjos autênticos, munido de sua voz potente e do pandeiro suingado, mostrando que bebeu da água dos sambas tradicionais nos desfiles de escolas de samba ainda na infância, nas cidades de Bauru e Descalvado, interior de São Paulo, depois passou por palcos de baile, bandas de pop rock, metal, world music, se consagrou no Sambô e agora se realiza com essa homenagem aos seus ídolos do samba e ao pandeiro, instrumento de coração.

 

Cadência Comunicação – assessoria de imprensa de Sandamí

Milena Ootuca – 11 99139-8626 / milena.ootuca@gmail.com

Mara Conti – 11 98333-7196 / maracont@gmail.com

www.cadenciacomunicacao.com

Evento da Literatura e Cultura Negra reuniu imprensa e personalidades

Na manhã desta terça-feira (12), no SESC 24 de Maio, no centro da capital paulista, o lançamento da 5ª edição da FlinkSampa – Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra e do 15º Troféu Raça Negra reuniu dezenas de personalidades e apresentou algumas das novidades deste ano.

O evento, conduzido pela apresentadora Adriana Couto, iniciou-se com a apresentação dos homenageados nesta edição: na FlinkSampa o escritor Paulo Lins e no Troféu Raça Negra a atriz e cantora Zezé Motta.

No início, a saudação de Paulo Casale, gerente do recém-aberto SESC, desejou “vida longa às iniciativas” lá apresentadas assim como a representante do banco Santander Débora Porto, que também reconheceu a importância da valorização da cultura negra e brasileira. “As empresas que fazem aportes a estas realizações precisam ter dimensão da grandiosidade deste eventos”, destacou Débora.

Na sequência foi a curadora da FlinkSampa Guiomar de Grammont quem saudou os homenageados e revelou a participação de personalidades como Armínio Vieira (prêmio Camões de Literatura);  Conceição Evaristo, uma das principais expoentes da literatura brasileira e Jorge Carlos Fonseca, escritor e presidente do Cabo Verde.

Francisca Rodrigues, presidente da festa literária e do Troféu, agradeceu a presença dos convidados e ressaltou a importância do trabalho dos homenageados, assim como fez o reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente, que ao quebrar o protocolo da cerimônia convidou a cantora Elizete Rosa para uma simbólica saudação em forma de música ao herói da cultura negra Zumbi dos Palmares.

Estiveram presentes também o professor Uelinton Alves, primeiro curador do evento literário, que resgatou importantes autores negros da literatura brasileira muitas vezes invisibilizados,  representando a Secretaria Estadual de Cultura, foi e Alberto Ferreira quem exaltou os eventos.

Zezé Motta agradeceu emocionada a participação de cada um na criação dessa celebração “Uma homenagem como essa é um afago para alma”, diz a atriz. E através da canção “Minha Missão” do sambista João Nogueira, ela prestou também a sua homenagem aos organizadores do evento, pois segundo a artista ao promover ações como esta, “estão cumprindo com dignidade a missão aqui na Terra”.

O autor Paulo Lins, autor do livro Cidade de Deus (que virou fime e foi indicado a quatro Oscar em 2004) é o patrono da Flinksampa deste ano, e ao contar sobre seu conato com Zezé lembrou-se do recentemente falecido cantor Luiz Melodia e prestou suas intenções pela perda com um minuto de silêncio. Sobre a importância da FlinkSampa para a temática racial, ele fala sobre o valor da cultura: “Quando a gente celebra a cultura, a gente está celebrando a nossa maior luta”.

Os eventos acontecerão de 16 a 18 de novembro a Flinksampa e dia 20 o Troféu Raça Negra na Sala São Paulo.

O Congo é o homenageado no mês de setembro do Dida Afro, com o quitute Pondu – dias 16 e 17

A República Democrática do Congo, é um país da África Central. Sua história reflete a diversidade das centenas de grupos étnicos e suas diferentes formas de vida em todo o país. Mas nosso assunto é a culinária, que inclui pratos de carne, de peixe e de vegetais, que podem constituir a parte principal de uma refeição, normalmente acompanhando de fufu (preparo com farinha de mesa e fubá de milho) ou outros alimentos como: arroz ou cuscuz

E nada melhor, que descobrir um pouco dessa cultura, através do paladar. A África é representada em pleno bairro da Praça da Bandeira, através do projeto Dida Afro – que acontece sempre na terceira semana de cada mês – sábado e domingo. Onde vem realizando uma grande invasão afro no Rio, a cada edição um pais africano é homenageado. Já virou um encontro obrigatório para descobertas de novos sabores. E vem dando certo, algumas sugestões (das edições anteriores), fizeram tanto sucesso que foram incorporadas no cardápio do fim de semana.

No mês de setembro, o Dida Afro abriga o exótico Pondu – a iguaria lembra um quitute do Norte, é feito com a folha da mandioca, cozida com azeite de dendê, berinjela, pepino, jiló, pimentão, entre outros, além de temperos. O resultado é incrível.

O quitute será elaborado pelas congolesas Belinda e Luisa Makiese – Belinda, já acostumada com o Rio, mora no bairro da Penha, há 24 anos, sempre divulga e apresenta seu prato predileto. Já Luisa, recém chegada, (apenas com 3 meses no Brasil), também imbuída de manter às suas origens gastronômicas. As chefs comandam o Dida Afro desse mês, veteranas com a arte de cozinhar, garantem que o sabor é bem diferente e surpreendente.

O Pondu vem acompanhado de posta de peixe assado, arroz branco e fufu (funge), sai por R$ 49,00 (individual).  Ainda ganha: – Entradinhas com abobrinha recheada e mexilhões com páprica – De sobremesa: cocadinha

Dida Bar e Restaurante

Rua Barão de Iguatemi, 408 / Praça da Bandeira
Telefone: 2504 0841

Aberto de: terça e quarta: das 12h até 0h / quinta, sexta e sábado: das 12h até 0h. E domingo: das

12h até 20h

Formas de Pagamento: Cartões de débito: Visa e Mastercard
Cartão de Credito: Visa e Mastercard / Ticket Restaurante / Sodexo / Alelo

Capacidade: 40 lugares (sentados) 

Foto: ​Pondu de Stefani Nascimento ​

​Foto: Chefs (Luisa Makiese / Dida / Belinda – direita) de Rozangela Silva​

 

Gêmeos violoncelistas farão a estreia mundial da obra “Duplum”, primeiro concerto para dois violoncelos e orquestra escrito pelo maestro

 

Ainda envolto com o recente CD “Paisagens Cariocas”, segundo disco de sua carreira, lançado no primeiro semestre, o Duo Santoro parte para mais uma etapa enobrecedora em seus mais de vinte anos de formação. No próximo domingo, 17 de setembro,às 10h30min, os irmãos, que integram a Orquestra Sinfônica Brasileira, vão se juntar à Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, regida pelo maestro Tobias Volkmann, para realizar, em um concerto memorável: a estreia mundial da obra “Duplum”, concerto para dois violoncelos e orquestra, de João Guilherme Ripper. Este é o primeiro concerto escrito para esta formação pelo consagrado compositor – a parceria vem desde 1994, quando Ripper escreveu uma das primeiras músicas dedicadas ao duo, “Cantiga e Desafio”, gravada em 2013 no CD de estreia dos gêmeos, “Bem Brasileiro”.

O maestro vem saboreando grandes realizações profissionais. Pela primeira vez em 109 anos de existência, o Teatro Colón, de Buenos Aires, encenará uma ópera de um compositor brasileiro: sua peça “Piedade” tem quatro récitas nos dias 2, 3, 8 e 9 de setembro, dentro da série Ópera de Câmara, que tem curadoria de Marcelo Lombardero.

O concerto da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF terá ainda a apresentação do “Concerto para fagote e orquestra, Op.88”, de Liduino Pitombeira, com execução a cargo de Jeferson Souza, integrante da OSN, além de obras de Cláudia Caldeira e Rafael Piccolotto de Lima.

 

SERVIÇO:

Duo Santoro e Orquestra Sinfônica Nacional da UFF interpretam “Duplum”, concerto para dois violoncelos e orquestra, de João Guilherme Ripper (estreia mundial)

Maestro: Tobias Volkmann

 

  • 17 de setembro
  • Domingo | 10h30min
  • Cine Arte UFF
  • Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói – RJ
  • Ingressos: R$ 14 (inteira) R$ 7 (meia)
  • Classificação: Livre
  • Informações: 3674-7511 | 3674-7512

Duo Santoro

 Iniciaram os estudos musicais com o seu pai, o contrabaixista Sandrino Santoro. Em 1989, graduaram-se pela Escola de Música da UFRJ com nota máxima e dignidade acadêmica Magna Cum Laude, e hoje são mestres pela UFRJ e pela UNIRIO.

Pertencem aos quadros da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica da UFRJ, onde já se apresentaram várias vezes como solistas, além de participarem de outras formações camerísticas distintas, tais como trios, quartetos e outros duos.

Considerado “um dos maiores sucessos da música erudita brasileira” pelo Jornal O Globo, o Duo Santoro é um dos conjuntos mais elogiados pela crítica especializada.

Único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil, o Duo Santoro estreou em 1990 e já se apresentou nas principais salas de concerto de todo o país. Seus recitais incluem um leque eclético de estilos, que vai do erudito ao popular. Uma das principais metas do Duo Santoro é a divulgação da música brasileira. Para isso, contam com a colaboração de vários compositores, que dedicaram algumas de suas principais obras ao Duo, tais como EdinoKrieger, Ronaldo Miranda, João Guilherme Ripper, Ricardo Tacuchian, Dimitri Cervo, Villani-Côrtes, Nestor de Hollanda etc.

Por unanimidade, Paulo e Ricardo Santoro receberam da “União Brasileira de Escritores” os prêmios PERSONALIDADE CULTURAL do ano de 1995 e MEDALHA DO MÉRITO CULTURAL de 2014, além das condecorações “MEDALHA DE OURO” e “MEDALHA DE PRATA” conferidas pela Escola de Música da UFRJ em 1992.

Nas comemorações dos seus vinte anos, se apresentaram em praticamente todo o Brasil e na República Dominicana, coroando o ano com um recital no famoso Carnegie Hall de Nova York. Em 2013, lançaram o seu primeiro CD, “Bem Brasileiro”, totalmente dedicado a compositores brasileiros do século XX e contemporâneos, obtendo grande repercussão na imprensa nacional e internacional. Em 2017, lançaram seu segundo CD, “PaisagensCariocas”, dedicado à música brasileira erudita e popular.

João Guilherme Ripper

 Compositor, regente, gestor cultural e professor da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Obteve seu Doutorado em Composição na The CatholicUniversityofAmerica, em Washington D.C., onde estudou com Helmut Braunlich e Emma Garmendia.

Frequentou o Curso de PerfeccionamentenDireccónOrchestal na Argentina, com o Maestro Guillermo Scarabino, e Économie et Financement de laCulture, na Université Paris-Dauphine. Foi Diretor da Escola de Música da UFRJ entre 1999 e 2003. Em 2004 aceitou o convite do Governo do Estado do Rio de Janeiro para dirigir a Sala Cecília Meireles, onde permaneceu por 11 anos e empreendeu uma ampla reforma.

Em 2015, foi nomeado Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, cargo que ocupou até o início deste ano. Ripper é membro e Vice-Presidente da Academia Brasileira de Música. Colabora frequentemente com orquestras, conjuntos de câmara, teatros e festivais no Brasil e exterior criando novas obras ou atuando como compositor residente.

Em sua produção mais recente destacam-se a série “FromMyWindow”, encomenda do ArtistProgram da KeanUniversity (US), “Desenredo” e “Cinco poemas de Vinicius de Moraes”, encomendas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, “Jogos Sinfônicos”, encomenda da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, “Natividade – Cantata Cênica”, encomenda do Teatro Amazonas, e “Gloria Concertato”, que encerrou recentemente o I Congresso Internacional de Música Sacra no Rio deJaneiro. Seu catálogo de obras inclui ainda as óperas “Augusto Matraga”,“Domitila”, “Anjo Negro”, “O Diletante”, além de “Onheama”, produzida no Festival Terras Sem Sombra em Portugal no ano passado, e “Piedade”, que integra a Temporada 2017 do Teatro Colón.

 

A comédia “O Rio não é Hollywood”, de Bruna Fachetti, estreia dia 3 de outubro, às 20h, no Teatro Café Pequeno.

 Monólogo a partir de histórias verídicas relata as dificuldades de uma atriz em busca do sonho da atuação teatral.

Uma atriz, um sonho, muita determinação e, sobretudo, o desejo de atuar nos palcos cariocas fizeram com que Bruna Fachetti, natural de Blumenau, SC, deixasse família e amigos para se estabelecer no Rio de Janeiro. Desde a saída da cidade natal até a chegada e estada na cidade maravilhosa renderam-lhe ótimos relatos que compõem o monólogo “O Rio não é Hollywood”, que estreia dia 3 de outubro no Teatro Café Pequeno.

 

Escrita pela própria atriz, que se desdobra em várias personagens, e dirigida por Mauro Eduardo, comédia musicada e rimada fica em cartaz terças e quartas-feiras, às 20h, até o dia 25 de outubro apresentando, de forma divertida, o dia a dia de quem sonha chegar aos palcos de Hollywood, mas que passa por muitos problemas na vida de anonimato.

 

O roteiro foi pensado para levar ao palco essa experiência pela qual tantos jovens atores passam quando migram para a cidade em busca desse mercado. “As diferenças culturais entre o Rio de Janeiro e Blumenau são enormes. Isto fez com que eu tivesse uma dificuldade de adaptação no Rio e daí surgiram várias histórias engraçadas relatadas no texto. O que será apresentado retrata as experiências de tantos outros atores amigos meus que vieram de várias cidades do país” explica Bruna que, recentemente, apresentou-se em Blumenau, onde recebeu excelentes críticas pela atuação e texto.

“O modo como a autora Bruna Fachetti escolheu para tornar pública a sua caminhada retrata a antagonia interna que essa realidade significou para ela. A simbologia inteligente da narração espelha a realidade daqueles que, de um modo geral, buscam viver da arte e para a arte. As rimas falam da poesia, as músicas, apresentadas numa variedade de ritmos, demonstram as nuances de personalidade que a atividade artística exige a todo instante. O cenário simples remete à quase sempre presente escassez de recursos e o figurino escolhido está ligado diretamente àqueles que saem do interior e buscam a ribalta: de maneira simples, sem espalhafato, sem criar estereótipo ou caricatura, as roupas retratam a ingenuidade, quase inocência que é traço marcante da personalidade desses aventureiros. Um texto inteligente que conta fielmente as vicissitudes da atriz, tornando claras as emoções que ela viveu: surpresa, empolgação, medo, deslumbramento, vergonha, tudo é colocado diante do espectador de maneira clara, precisa e muito bem humorada. Enfim, “O Rio não é Hollywood” não é lenda, é vida!”. Mauro Eduardo – Diretor Geral

 

SINOPSE SUGERIDA – Comédia retrata trajetória e dificuldades de uma jovem atriz do interior que chega ao Rio de Janeiro em busca do sonho da atuação.

 

CURRÍCULOS

Bruna Fachetti iniciou sua trajetória artística em 2007, na Cia Carona de Teatro, em Blumenau. A partir daí fez parte do grupo Atores do Imperador e um curso profissionalizante de atores em paralelo à faculdade de Direito. Em 2012, mudou-se para o Rio de Janeiro e escreveu sua primeira peça, Crime em Blumenau. Em 2013, ingressou na Escola de Atores Wolf Maya, e em 2014 trabalhou como atriz e assistente de direção na Cia ACENA, onde ganhou seu primeiro prêmio como atriz no festival de cenas curtas do Teatro Arthur Azevedo. Em 2015, passou a integrar o elenco da Cia Arte Nova, dirigida por Marcello Gonçalves. Produziu três espetáculos. Em 2017, participou do filme “O Segredo de Giovani”, dirigido por Bernardo Barreto.

 

Mauro Eduardo trabalhou de 1978 a 1980 com os alunos do curso de teatro Jaime Barcelos, no Rio de Janeiro. Após a morte do ator, Mauro se afastou do teatro seguindo por novos horizontes profissionais e retornando com a peça “O Rio não é Hollywood”. No currículo as peças: O tempo e os Conways – JB Priesley; A visita da velha senhora – Dürrenmat; O sorriso de pedra: baseado no livro espírita de Valter Turini; Fedra – Racine: baseado no mito da paixão de Fedra por Hipólito, seu enteado.

 

  • SERVIÇO
  • Estreia: 03 de outubro
  • Local: Teatro Municipal Café Pequeno
  • Endereço: Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Telefone 21 2294 4480
  • Horários: Terças e Quartas – às 20h
  • Temporada: De 03 de outubro até 25 de outubro
  • Capacidade: 80 lugares
  • Preço: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia entrada)
  • Duração: 60 minutos
  • Classificação: 12 anos
  • Gênero: Comédia Musicada
  • Bilheteria: De terça a sexta, das 7h às 20h. Sábado e domingo, das 9h às 20h.
  • Vendas online: https://ticketmais.com.br/

 

  • FICHA TÉCNICA:
  • Texto, Músicas Inéditas e Atuação: Bruna Fachetti
  • Direção Geral e Trilha Sonora: Mauro Eduardo
  • Assistente de Direção: Irene Rodrigues
  • Direção de Movimento: Clarice Silva e Paulo Denizot
  • Direção Musical, Arranjos e Música ao Vivo: Marlon Yuri
  • Iluminação: Paulo Denizot
  • Figurino: E. Antoine
  • Preparação Vocal: Juliana Veronezi
  • Projeto Gráfico: Fábio Nóbrega
  • Fotos: Brenda Henker
  • Assistente de Marketing: Maikiaine Nascimento
  • Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
  • Idealização e Produção: Bruna Fachetti
  • Realização: Fisiotaise – Fisioterapia Trabalhista e Forense Expertise
  • Facebook: @brunablumenauoficial