O Congo é o homenageado no mês de setembro do Dida Afro, com o quitute Pondu – dias 16 e 17

A República Democrática do Congo, é um país da África Central. Sua história reflete a diversidade das centenas de grupos étnicos e suas diferentes formas de vida em todo o país. Mas nosso assunto é a culinária, que inclui pratos de carne, de peixe e de vegetais, que podem constituir a parte principal de uma refeição, normalmente acompanhando de fufu (preparo com farinha de mesa e fubá de milho) ou outros alimentos como: arroz ou cuscuz

E nada melhor, que descobrir um pouco dessa cultura, através do paladar. A África é representada em pleno bairro da Praça da Bandeira, através do projeto Dida Afro – que acontece sempre na terceira semana de cada mês – sábado e domingo. Onde vem realizando uma grande invasão afro no Rio, a cada edição um pais africano é homenageado. Já virou um encontro obrigatório para descobertas de novos sabores. E vem dando certo, algumas sugestões (das edições anteriores), fizeram tanto sucesso que foram incorporadas no cardápio do fim de semana.

No mês de setembro, o Dida Afro abriga o exótico Pondu – a iguaria lembra um quitute do Norte, é feito com a folha da mandioca, cozida com azeite de dendê, berinjela, pepino, jiló, pimentão, entre outros, além de temperos. O resultado é incrível.

O quitute será elaborado pelas congolesas Belinda e Luisa Makiese – Belinda, já acostumada com o Rio, mora no bairro da Penha, há 24 anos, sempre divulga e apresenta seu prato predileto. Já Luisa, recém chegada, (apenas com 3 meses no Brasil), também imbuída de manter às suas origens gastronômicas. As chefs comandam o Dida Afro desse mês, veteranas com a arte de cozinhar, garantem que o sabor é bem diferente e surpreendente.

O Pondu vem acompanhado de posta de peixe assado, arroz branco e fufu (funge), sai por R$ 49,00 (individual).  Ainda ganha: – Entradinhas com abobrinha recheada e mexilhões com páprica – De sobremesa: cocadinha

Dida Bar e Restaurante

Rua Barão de Iguatemi, 408 / Praça da Bandeira
Telefone: 2504 0841

Aberto de: terça e quarta: das 12h até 0h / quinta, sexta e sábado: das 12h até 0h. E domingo: das

12h até 20h

Formas de Pagamento: Cartões de débito: Visa e Mastercard
Cartão de Credito: Visa e Mastercard / Ticket Restaurante / Sodexo / Alelo

Capacidade: 40 lugares (sentados) 

Foto: ​Pondu de Stefani Nascimento ​

​Foto: Chefs (Luisa Makiese / Dida / Belinda – direita) de Rozangela Silva​

 

Gêmeos violoncelistas farão a estreia mundial da obra “Duplum”, primeiro concerto para dois violoncelos e orquestra escrito pelo maestro

 

Ainda envolto com o recente CD “Paisagens Cariocas”, segundo disco de sua carreira, lançado no primeiro semestre, o Duo Santoro parte para mais uma etapa enobrecedora em seus mais de vinte anos de formação. No próximo domingo, 17 de setembro,às 10h30min, os irmãos, que integram a Orquestra Sinfônica Brasileira, vão se juntar à Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, regida pelo maestro Tobias Volkmann, para realizar, em um concerto memorável: a estreia mundial da obra “Duplum”, concerto para dois violoncelos e orquestra, de João Guilherme Ripper. Este é o primeiro concerto escrito para esta formação pelo consagrado compositor – a parceria vem desde 1994, quando Ripper escreveu uma das primeiras músicas dedicadas ao duo, “Cantiga e Desafio”, gravada em 2013 no CD de estreia dos gêmeos, “Bem Brasileiro”.

O maestro vem saboreando grandes realizações profissionais. Pela primeira vez em 109 anos de existência, o Teatro Colón, de Buenos Aires, encenará uma ópera de um compositor brasileiro: sua peça “Piedade” tem quatro récitas nos dias 2, 3, 8 e 9 de setembro, dentro da série Ópera de Câmara, que tem curadoria de Marcelo Lombardero.

O concerto da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF terá ainda a apresentação do “Concerto para fagote e orquestra, Op.88”, de Liduino Pitombeira, com execução a cargo de Jeferson Souza, integrante da OSN, além de obras de Cláudia Caldeira e Rafael Piccolotto de Lima.

 

SERVIÇO:

Duo Santoro e Orquestra Sinfônica Nacional da UFF interpretam “Duplum”, concerto para dois violoncelos e orquestra, de João Guilherme Ripper (estreia mundial)

Maestro: Tobias Volkmann

 

  • 17 de setembro
  • Domingo | 10h30min
  • Cine Arte UFF
  • Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói – RJ
  • Ingressos: R$ 14 (inteira) R$ 7 (meia)
  • Classificação: Livre
  • Informações: 3674-7511 | 3674-7512

Duo Santoro

 Iniciaram os estudos musicais com o seu pai, o contrabaixista Sandrino Santoro. Em 1989, graduaram-se pela Escola de Música da UFRJ com nota máxima e dignidade acadêmica Magna Cum Laude, e hoje são mestres pela UFRJ e pela UNIRIO.

Pertencem aos quadros da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica da UFRJ, onde já se apresentaram várias vezes como solistas, além de participarem de outras formações camerísticas distintas, tais como trios, quartetos e outros duos.

Considerado “um dos maiores sucessos da música erudita brasileira” pelo Jornal O Globo, o Duo Santoro é um dos conjuntos mais elogiados pela crítica especializada.

Único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil, o Duo Santoro estreou em 1990 e já se apresentou nas principais salas de concerto de todo o país. Seus recitais incluem um leque eclético de estilos, que vai do erudito ao popular. Uma das principais metas do Duo Santoro é a divulgação da música brasileira. Para isso, contam com a colaboração de vários compositores, que dedicaram algumas de suas principais obras ao Duo, tais como EdinoKrieger, Ronaldo Miranda, João Guilherme Ripper, Ricardo Tacuchian, Dimitri Cervo, Villani-Côrtes, Nestor de Hollanda etc.

Por unanimidade, Paulo e Ricardo Santoro receberam da “União Brasileira de Escritores” os prêmios PERSONALIDADE CULTURAL do ano de 1995 e MEDALHA DO MÉRITO CULTURAL de 2014, além das condecorações “MEDALHA DE OURO” e “MEDALHA DE PRATA” conferidas pela Escola de Música da UFRJ em 1992.

Nas comemorações dos seus vinte anos, se apresentaram em praticamente todo o Brasil e na República Dominicana, coroando o ano com um recital no famoso Carnegie Hall de Nova York. Em 2013, lançaram o seu primeiro CD, “Bem Brasileiro”, totalmente dedicado a compositores brasileiros do século XX e contemporâneos, obtendo grande repercussão na imprensa nacional e internacional. Em 2017, lançaram seu segundo CD, “PaisagensCariocas”, dedicado à música brasileira erudita e popular.

João Guilherme Ripper

 Compositor, regente, gestor cultural e professor da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Obteve seu Doutorado em Composição na The CatholicUniversityofAmerica, em Washington D.C., onde estudou com Helmut Braunlich e Emma Garmendia.

Frequentou o Curso de PerfeccionamentenDireccónOrchestal na Argentina, com o Maestro Guillermo Scarabino, e Économie et Financement de laCulture, na Université Paris-Dauphine. Foi Diretor da Escola de Música da UFRJ entre 1999 e 2003. Em 2004 aceitou o convite do Governo do Estado do Rio de Janeiro para dirigir a Sala Cecília Meireles, onde permaneceu por 11 anos e empreendeu uma ampla reforma.

Em 2015, foi nomeado Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, cargo que ocupou até o início deste ano. Ripper é membro e Vice-Presidente da Academia Brasileira de Música. Colabora frequentemente com orquestras, conjuntos de câmara, teatros e festivais no Brasil e exterior criando novas obras ou atuando como compositor residente.

Em sua produção mais recente destacam-se a série “FromMyWindow”, encomenda do ArtistProgram da KeanUniversity (US), “Desenredo” e “Cinco poemas de Vinicius de Moraes”, encomendas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, “Jogos Sinfônicos”, encomenda da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, “Natividade – Cantata Cênica”, encomenda do Teatro Amazonas, e “Gloria Concertato”, que encerrou recentemente o I Congresso Internacional de Música Sacra no Rio deJaneiro. Seu catálogo de obras inclui ainda as óperas “Augusto Matraga”,“Domitila”, “Anjo Negro”, “O Diletante”, além de “Onheama”, produzida no Festival Terras Sem Sombra em Portugal no ano passado, e “Piedade”, que integra a Temporada 2017 do Teatro Colón.

 

A comédia “O Rio não é Hollywood”, de Bruna Fachetti, estreia dia 3 de outubro, às 20h, no Teatro Café Pequeno.

 Monólogo a partir de histórias verídicas relata as dificuldades de uma atriz em busca do sonho da atuação teatral.

Uma atriz, um sonho, muita determinação e, sobretudo, o desejo de atuar nos palcos cariocas fizeram com que Bruna Fachetti, natural de Blumenau, SC, deixasse família e amigos para se estabelecer no Rio de Janeiro. Desde a saída da cidade natal até a chegada e estada na cidade maravilhosa renderam-lhe ótimos relatos que compõem o monólogo “O Rio não é Hollywood”, que estreia dia 3 de outubro no Teatro Café Pequeno.

 

Escrita pela própria atriz, que se desdobra em várias personagens, e dirigida por Mauro Eduardo, comédia musicada e rimada fica em cartaz terças e quartas-feiras, às 20h, até o dia 25 de outubro apresentando, de forma divertida, o dia a dia de quem sonha chegar aos palcos de Hollywood, mas que passa por muitos problemas na vida de anonimato.

 

O roteiro foi pensado para levar ao palco essa experiência pela qual tantos jovens atores passam quando migram para a cidade em busca desse mercado. “As diferenças culturais entre o Rio de Janeiro e Blumenau são enormes. Isto fez com que eu tivesse uma dificuldade de adaptação no Rio e daí surgiram várias histórias engraçadas relatadas no texto. O que será apresentado retrata as experiências de tantos outros atores amigos meus que vieram de várias cidades do país” explica Bruna que, recentemente, apresentou-se em Blumenau, onde recebeu excelentes críticas pela atuação e texto.

“O modo como a autora Bruna Fachetti escolheu para tornar pública a sua caminhada retrata a antagonia interna que essa realidade significou para ela. A simbologia inteligente da narração espelha a realidade daqueles que, de um modo geral, buscam viver da arte e para a arte. As rimas falam da poesia, as músicas, apresentadas numa variedade de ritmos, demonstram as nuances de personalidade que a atividade artística exige a todo instante. O cenário simples remete à quase sempre presente escassez de recursos e o figurino escolhido está ligado diretamente àqueles que saem do interior e buscam a ribalta: de maneira simples, sem espalhafato, sem criar estereótipo ou caricatura, as roupas retratam a ingenuidade, quase inocência que é traço marcante da personalidade desses aventureiros. Um texto inteligente que conta fielmente as vicissitudes da atriz, tornando claras as emoções que ela viveu: surpresa, empolgação, medo, deslumbramento, vergonha, tudo é colocado diante do espectador de maneira clara, precisa e muito bem humorada. Enfim, “O Rio não é Hollywood” não é lenda, é vida!”. Mauro Eduardo – Diretor Geral

 

SINOPSE SUGERIDA – Comédia retrata trajetória e dificuldades de uma jovem atriz do interior que chega ao Rio de Janeiro em busca do sonho da atuação.

 

CURRÍCULOS

Bruna Fachetti iniciou sua trajetória artística em 2007, na Cia Carona de Teatro, em Blumenau. A partir daí fez parte do grupo Atores do Imperador e um curso profissionalizante de atores em paralelo à faculdade de Direito. Em 2012, mudou-se para o Rio de Janeiro e escreveu sua primeira peça, Crime em Blumenau. Em 2013, ingressou na Escola de Atores Wolf Maya, e em 2014 trabalhou como atriz e assistente de direção na Cia ACENA, onde ganhou seu primeiro prêmio como atriz no festival de cenas curtas do Teatro Arthur Azevedo. Em 2015, passou a integrar o elenco da Cia Arte Nova, dirigida por Marcello Gonçalves. Produziu três espetáculos. Em 2017, participou do filme “O Segredo de Giovani”, dirigido por Bernardo Barreto.

 

Mauro Eduardo trabalhou de 1978 a 1980 com os alunos do curso de teatro Jaime Barcelos, no Rio de Janeiro. Após a morte do ator, Mauro se afastou do teatro seguindo por novos horizontes profissionais e retornando com a peça “O Rio não é Hollywood”. No currículo as peças: O tempo e os Conways – JB Priesley; A visita da velha senhora – Dürrenmat; O sorriso de pedra: baseado no livro espírita de Valter Turini; Fedra – Racine: baseado no mito da paixão de Fedra por Hipólito, seu enteado.

 

  • SERVIÇO
  • Estreia: 03 de outubro
  • Local: Teatro Municipal Café Pequeno
  • Endereço: Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Telefone 21 2294 4480
  • Horários: Terças e Quartas – às 20h
  • Temporada: De 03 de outubro até 25 de outubro
  • Capacidade: 80 lugares
  • Preço: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia entrada)
  • Duração: 60 minutos
  • Classificação: 12 anos
  • Gênero: Comédia Musicada
  • Bilheteria: De terça a sexta, das 7h às 20h. Sábado e domingo, das 9h às 20h.
  • Vendas online: https://ticketmais.com.br/

 

  • FICHA TÉCNICA:
  • Texto, Músicas Inéditas e Atuação: Bruna Fachetti
  • Direção Geral e Trilha Sonora: Mauro Eduardo
  • Assistente de Direção: Irene Rodrigues
  • Direção de Movimento: Clarice Silva e Paulo Denizot
  • Direção Musical, Arranjos e Música ao Vivo: Marlon Yuri
  • Iluminação: Paulo Denizot
  • Figurino: E. Antoine
  • Preparação Vocal: Juliana Veronezi
  • Projeto Gráfico: Fábio Nóbrega
  • Fotos: Brenda Henker
  • Assistente de Marketing: Maikiaine Nascimento
  • Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
  • Idealização e Produção: Bruna Fachetti
  • Realização: Fisiotaise – Fisioterapia Trabalhista e Forense Expertise
  • Facebook: @brunablumenauoficial
BELLA FALCONI DETALHA DIETA DA FILHA VICKY, DE DOIS ANOS, E AFIRMA: “JAMAIS VOU FORÇÁ-LA A FAZER NADA COM RELAÇÃO A ACADEMIA”
Bella Falconi detalha dieta da filha Vicky, de dois anos, e afirma: “Jamais vou forçá-la a fazer nada com relação a academia”
Bella Falconi, a musa fitness brasileira mais conceituada nas redes sociais, detalha a dieta da sua filha Vicky, de dois anos, e fala sobre a possibilidade da pequena se interessar por atividades físicas no futuro.
“A dieta da Vicky é super balanceada, ela come arroz, feijão, muitas verduras, carnes… Apesar de eu não comer, dou para ela carne vermelha duas vezes por semana, além de frango e peixe porque entendo que ela está em fase de desenvolvimento e precisa de alimentos mais específicos, não como um adulto que pode suplementar na falta de alguma vitamina. Prefiro que ela obtenha todas as vitaminas a partir da alimentação e ela tem se alimentado muito bem. Vale lembrar que a deficiência de vitaminas é problemático, mas o excesso também. Então é sempre importante conversar com um profissional para que ele oriente melhor com relação às necessidades de cada criança”, detalha a morena que é formada em Ciência da Nutrição pela Universidade Kaplan e agora fazendo mestrado em Nutrição Aplicada pela Northeastern University, nos Estados Unidos.
Ela, no entanto, ressalta que não é neurótica com relação à alimentação da filha: “Como toda criança permito que ela coma de vez em quando algo fora da dieta. Um brigadeiro em uma festa, um chocolate, um pirulito no fim de semana, algumas batatas fritas… Não sou neurótica com isso pois sei que a dieta dela de uma forma geral é bem saudável. Então não me preocupo que ela coma alguma coisa que seja fora desta dieta. Agora há limites e riscos, obviamente. Vemos muitas crianças tomando muito refrigerante, comendo muita fritura, muito fast-food e isto é muito perigoso porque você já está não só modulando o paladar da criança para gostar deste tipo de comida durante a vida adulta, mas também o organismo. Danifica as células e as consequências vão ser colhidas progressivamente ao longo da vida dessa criança. Não dou para ela refrigerante, espero que ela nunca beba porque refrigerante é uma coisa que realmente abomino na vida. Coloco bastante limite de porção e de frequência. Obviamente respeito limites e uso bom senso sempre”.
“Sou um pouco contra qualquer tipo de exagero, então qualquer coisa que tire a criança da infância dela para mim já é um pouco de loucura. Vou deixar minha filha ser criança o tempo que ela quiser ser criança. E o esporte que ela escolher fazer vou apoiá-la e jamais vou forçá-la a fazer absolutamente nada com relação a academia, nada disso. A criança já tem uma inclinação natural ao esporte, principalmente aqui nos Estados Unidos que as escolas incentivam muito. Então de ver os coleguinhas fazendo elas acabam querendo fazer também. E como aqui em casa a gente pratica esporte, no caso academia, bicicleta e etc, ela já vai crescer vendo isso muito naturalmente. Então imagino que ela já vá querer praticar algum esporte”, completa a beldade.
Com 32 anos e um abdômen pra lá de trincado, Bella Falconi fala sobre como pode ser o corpo de Vicky no futuro: “Ter um abdômen trincado vai depender muito da genética dela, muito do tipo de atividade física que ela vai gostar de fazer e da alimentação que ela vai continuar seguindo. Dou o exemplo, ensino a lição, mas nem sempre temos 100% de controle em cima disso. Espero que ela continue sendo saudável, mas se ela vai querer ter abdômen definido ou não é uma decisão pessoal dela que jamais irei interferir”.
NEAGLE PARA A BIENAL NO RIO DE JANEIRO

Pedrinho Mello corre do estúdio da Record para se encontrar com seus ídolos

Dois rapazes (primos) saem do país para estudar nos EUA e conquistam o Brasil. Neagle, formado por Victor Eagle e Gabriel Neox, Adeptos do jogo Menecraft, abriram um canal do youtube, de início para jogar. Logo se destacaram e passaram a criar seus próprios vídeos de trolagens e disputas. Bombou.

Hoje, sucesso também em Orlando, nos EUA, estão no Brasil, para shows e autógrafos, em seis cidades do Brasil (Rio, SP, BH, Curitiba, Poa e Recife), onde também vão estar em tardes de autógrafos do livro de mesmo nome.

A Bienal do Livro no Rio, primeira parada da dupla, foi um sucesso, maior vendagem e expectativa da editora Astral Cultural e também da feira. Neagle esta sendo a maior procura pelo público pré adolescente. Nos dois dias de presença, aproximadamente 15 mil pessoas foram ao encontro Neagle, num espaço que só cabia 4 mil pessoas. O alvoroço foi tanto, que eles não conseguiram ir pra sala de autores, nem visitar o estande onde o livro está exporto. Por motivo de segurança, saíram dos palcos, Maracanã e Copacabana, direto para o carro levá-los embora.

Com um secto de fãs que passa de mais de 3 milhões e meio no canal Neagle, um já conhecido, o ator Pedrinho Mello, que esta em cartaz com o filme Meu Tio é Uma Peça, acabou de fazer participação na novela Beladona e se prepara para viver o Benjamin, personagem principal de Apocalipse, ambas da Rede Record de televisão.

“Eu sou muito fã do canal, foi um sonho conhecê-los, pois moram fora, nossa! Eu estava triste, pois não tinha conseguido comprar o ingresso pro show no teatro Oi Casa Grande. Fiquei muito chateado, mas consegui com o assessor de imprensa deles. Sou muito fã! Caramba, nem acredito que viramos amigos. Mandei até desenho do rostos deles que eu mesmo fiz”! Conta Pedrinho ainda em estado de empolgação.

O ator conseguiu sair a tempo da leitura de texto nos estúdios da Record, mas teve que correr, pois chegou os rapazes já estavam indo embora. Eagle e Neox receberam o mirim e ainda fizeram uma farra com Pedro. O ator é tão fã que tem desenho dos Neagles feito por ele mesmo!

 

Neagle, quem são:

“Somos dois garotos de 19 anos nascidos no Rio de Janeiro e estamos juntos desde o começo de nossas vidas já que somos primos de primeiro grau.

Viemos de uma idéia que começou a 4 anos atrás que hoje depois de muitos dias de dedicação conseguimos fazer com que ela se transformasse em um trabalho que faz parte de nossas vidas 24/7 mas que amamos fazer!

Após termos concluído o ensino médio e em busca de uma faculdade para aumentar o aprendizado, por incentivo de nossos pais não só para aprendermos matérias, mas sim conhecer uma nova cultura e uma nova experiência de vida, viemos estudar nos estados unidos”. (Eagle)

“O canal se deu início graças a conexão que tínhamos por sermos primos e sempre jogarmos juntos, inspirando-se em alguns vídeos que já assistíamos decidimos então fazer o nosso também, nos juntando para pegar os pontos fortes dos dois e juntar em um canal só. Somos muito conectados quando se trata principalmente do canal, pensamos que juntos temos que ser melhor do que dois, estamos sempre buscando evoluir e continuar crescendo e pra isso sabemos que continuar com o trabalho duro diariamente é a chave para seguirmos nesse caminho”. (Neox)

Serviço:

YOUTUBERS DO CANAL NEAGLE PARAM BIENAL DO LIVRO

Data: Dias 04 e 05/09

Local: Bienal do Livro no Rio de Janeiro

Público Neagle nos dois dias: 15 mil pessoas (aproximadamente)

Encontro de Artes Cênicas na Baixada Fluminense – ENCONTRARTE 2017

Antígona, com Andréa Beltrão, abre a programação do EncontrArte 2017 dia 28 de setembro, 20h no Sesc Nova Iguaçu. Dirigida por Amir Haddad, a atriz protagoniza monólogo adaptado da tragédia grega de Sófocles.

 

Figurinistas, cenógrafos, produtores, enfim, são inúmeros os empregos diretos e indiretos gerados por uma produção teatral. Imagine um festival que reúne várias peças e profissionais que trabalham ao longo de todo o ano para levar a melhor programação para o público. No próximo dia 28 de setembro até o dia 8 de outubro acontecerá a décima sexta edição do EncontrArte – Encontro de Artes Cênicas da Baixada Fluminense – e com ele a discussão em torno dessa economia criativa que envolve a produção teatral e que cada vez mais se desenvolve no país.

 

Com o patrocínio da Petrobras por meio das leis de incentivo do Brasil, do Governo do Rio de Janeiro e da Secretaria de Estado de Cultura e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, o EncontrArte também conta com a parceria do Sesc e da prefeitura e câmara municipal de Nova Iguaçu. O festival vai homenagear nesta edição a atriz Andréa Beltrão, que abrirá o evento com a peça Antígona, dia 28 de setembro, 20h no Sesc Nova Iguaçu. A homenagem local será feita a Cesário Candhí, ator e dramaturgo, e in memoriam o troféu será para o grande ator Paulo Goulart.

 

– A arte além de tudo é um oficio e como tal deve ser reconhecido e remunerado. Não podemos nos esquecer jamais disso, senão perdemos totalmente a razão da nossa luta por melhores condições de trabalho, diz Fábio Mateus, um dos diretores do EncontrArte.

Em 15 anos de existência, o EncontrArte já apresentou 247 espetáculos, além de 31 oficinas, nove seminários e reuniu mais de 100 coletivos da Baixada Fluminense em apresentação de espetáculos, cortejos e performances artísticas. Cerca de 200 mil pessoas já passaram pelo evento desde então, que já prestou 18 homenagens a artistas nacionais e 16 a artistas regionais.

Ao longo de 11 dias o município de Nova Iguaçu receberá o principal festival de teatro da Baixada Fluminense respeitado em todo país, que este ano trará 17 espetáculos, sendo 10 adultos e 7 infantis. Todos apresentados gratuitamente, com retirada de senha a partir de uma hora antes de cada espetáculo.  O público ainda terá uma manhã inteira de atrações no último dia do evento, domingo (8), haverá uma maratona de amor às crianças e a família. O “Dia de Fazer o Bem” traz uma programação com atrações diversificadas de arte (Teatro, recreação, cidadania, entre outros) na Praça do DPO em Miguel Couto, entre 9 e 13h. Nesse dia haverá a distribuição de brinquedos, arrecadados durante o festival, em comemoração ao dia das crianças. O Teatro Sylvio Monteiro além de programação teatral, servirá de palco no dia 2 de outubro para uma discussão em torno da economia criativa.  Coletivos e pessoas ligadas à área cultural, apresentarão pensamentos e propostas para o setor na Baixada Fluminense e regiões periféricas. O evento acontece das 9 às 12h.

 

– É muito gratificante poder levar arte e educação de graça para uma região que ainda é muito carente e com pouca visibilidade. É uma honra reunirmos uma programação com espetáculos diversos de nosso Brasil. – dizem Claudina Oliveira e Tiago Costa também diretores do festival.

 

Toda a programação, detalhes e informações através do site: http://encontrarte.com.br/agenda/

  •  
  • SERVIÇO
  • EncontrArte – Encontro de Artes da Baixada Fluminense
  • De 28 de setembro a 8 de outubro de 2017
  • Local: Sesc Nova Iguaçu
  • Endereço: Rua Dom Adriano Hipólito, 10 – Moquetá, Nova Iguaçu – RJ,
  • Entrada Gratuita em todos os espetáculos.   –  Informações: (21) 3066-0054 e 98552-3055
Mulher Kiwi, professora sexy posa intelectual e critica educação privada: “ensina-se até debaixo de uma árvore”

Mulher Kiwi, professora sexy posa intelectual e critica educação privada: “ensina-se até debaixo de uma árvore”

A professora e modelo, Wanessa Angell que ficou conhecida como Mulher Kiwi após aparecer em um ensaio fotográfico com pelos nas pernas não se cansa de causar. Durante um ensaio ousado á là intelectual sexy, a beldade não economizou no close mas mostrou que não é só um corpinho malhado.

Atuante na área da educação há 12 anos, com especialização e pós-doutorado na Finlândia, país referência em políticas públicas educacionais, Wanessa soltou o verbo. “Nunca se viu tantos famosos fazendo propaganda para escolas e faculdades privadas. Isso porque nos implantaram a ideia de que no Brasil só a educação salva. Educar é vida e o termo é amplo. Ensina-se até debaixo de uma árvore, como muitos filósofos e educadores nos mostraram. Não, não é a instituição escola que salvará o Brasil ou o mundo, é a solidificação de ideias transformadoras, a forma com que as pessoas criam seus filhos”, explicou a musa.

Disposta a romper barreiras, Wanessa dispensa o rótulo de utópica e acredita que alguns problemas estruturais são a ilustração da falência do sistema educacional brasileiro.

“Politicagem todos fazem, mas num país onde ainda nascemos escravos de estereótipos, preconceitos em vez de aprendermos sobre liberdade e autonomia não conseguimos evoluir mesmo. Deveríamos estudar políticas pública eficientes e se espelhar nelas. Estamos presos aos quadros de giz, salas abarrotadas, desvalorização do professor, e de tantos profissionais que poderiam moldar pessoas com as palavras”, falou Wanessa.

 

 

 

Laura Zennet (brasileira / holandesa) lança primeiro EP, onde mistura rock com outros estilos

“Uma mistura do velho rock and roll com outros gêneros musicais, como blues e jazz”. Assim Laura Zennet define o estilo do seu primeiro EP, homônimo, que acaba de ser lançado, (https://open.spotify.com/album/4WYrLuIQIgRzAbtcvaIaWi?si=VOgDvFJ6). O álbum conta a jornada de uma cigana através dos elementos da natureza – ar, terra, fogo e água -, nas quatro músicas do repertório: “Delírio”, “Trilhas Marginais”, “Dentes do destino” e “Flu(ir)”.

“Digo sempre que sou uma mulher camaleão, caminhando para onde o destino me levar e é isso que mostro no meu primeiro álbum e nos shows, além das várias surpresas que estou preparando. A ideia final do projeto é misturar essas influências de músicas de outras culturas e a brasileira com o clássico rock and roll”, explica a cantora e compositora Laura Zennet, que se define como uma verdadeira nômade, versátil e de personalidade forte.

Nascida em Rotterdam, na Holanda, com três meses, foi morar na cidade mineira de Belo Horizonte com os pais, onde ficou até 2010, quando se mudou para o Rio de Janeiro para se dedicar totalmente à carreira musical. Ela começou cedo. Aos sete anos, foi matriculada em um centro de musicalização infantil, e, ainda na infância, se encantou pela dança e teatro, artes que também integra aos seus shows. Atuando em várias áreas e estilos, ela imprime a sua identidade a cada trabalho.

 

Laura Zennet também morou nos Estados Unidos e na Hungria, onde também teve a oportunidade de estudar a história da música e aprendeu a tocar piano. No Brasil, para se aprimorar ainda mais na carreira, fez preparação vocal com grandes professores, se formou como atriz e fez aulas de dança e teatro musical em importantes instituições.

 Ela foi integrante do coletivo Cavalo Preto, safra de jovens cantores e compositores do Rio de Janeiro, participou de alguns shows com a renomada Blitz, e se apresentava na noite, com banda, interpretando releituras de grandes artistas do rock, que estão entre as suas influências musicais: Janis Joplin, AC/DC, Alanis Morissette, The Police, PJ Harvey, Led Zeppelin e The Pretty Reckless, entre outros.

Em julho, lançou o clipe “Dentes do destino” (https://www.youtube.com/watch?v=ncE7Cs1HyH0&feature=youtu.be), com uma pegada psicodélica.

Unidos de Vila Maria anuncia nova Rainha de Bateria para o Carnaval de 2018

 Ela é formada em educação física, coach, estudante de Direito, casada e mãe

 Na noite deste sábado (02), a Escola de Samba Unidos de Vila Maria abriu as portas de sua quadra social para uma grande festa, onde recebeu os componentes, amigos e convidados para a apresentação dos pilotos das fantasias do carnaval 2018.  Porém o grande momento mais aguardado da noite, foi quando a diretoria anunciou a sua mais nova Rainha de Bateria, que trata-se de uma carioca que pela primeira vez, vai participar de um desfile no sambódromo do Anhembi em SP.

Savia Caroline Teixeira David, 29 anos, tem um currículo a quem se espera de uma rainha. Além de ser formada em educação física, personal trainer, estudante de Direito, casada e mãe de dois filhos, a estreante possui certificação como coach pelo Instituto Brasileiro de Coaching – IBC.

Carioca, Savia mora no Rio de Janeiro e seu primeiro contato com o mundo do carnaval se deu pela Beija-Flor de Nilópolis.

“Conheci o carnaval, em 2009, por meio de uma aluna, que me apresentou esse universo de muita cor e musicalidade. Sempre desfilei pela Beija-Flor e sou a única destaque de chão da escola. Meu último desfile foi em 2011, mas acabei retornando em 2016. Agora, na Unidos de Vila Maria estou realizando meu sonho de ser Rainha de Bateria, pela primeira vez”, afirmou Savia.

Segundo lembra, sempre foi apaixonada pela bateria, mas nunca havia recebido, antes, a oportunidade de representar o coração da escola.

“Hoje, sei que terei uma bateria, a qual quero me dedicar e me entregar de corpo e alma. Quero ter a mesma cadência e que as pessoas me vejam e saibam que ‘Vila Maria Eu Sou’. Quero, também, me entender com os ritmistas apenas pelo olhar, viver intensamente essa emoção e que minha união com a Vila seja duradoura e dê bons frutos. De coração, desejo contribuir para um belíssimo desfile”, prometeu a nova Rainha.

Sobre a distância entre São Paulo e Rio de Janeiro, e a necessidade de ter que se deslocar entre os dois estados, Savia disse que sem esforço não há vitórias.

“Meu lema é ‘No pain, no gain’, ou seja, ‘sem dor não há ganho’. Nada em minha vida foi fácil. Por isso, sempre me reinvento e agora não será diferente. A distância, para mim, não será um impedimento, mas sim um tempero a mais”, defendeu.

A beldade selecionou para a noite de coroação, um figurino dourado, todo bordado em miçangas, que deixou em evidencia suas pernas torneadas, enquanto graciosamente sambava a frente dos ritmistas da bateria ‘Cadência da Vila’, que possui no comando o Mestre Moleza.

E como não poderia ser diferente, uma caravana entre amigos e familiares fizeram questão de vir do Rio de Janeiro para prestigiar a noite de coroação da Savia, onde juntos brindaram com muita champanhe.

Meias Verdades – Curta temporada às segundas feira na Casa de Baco
Espetáculo : “Meias Verdades”, com a Cia de Arte Popular.
 Após estrear, em sua cidade natal, seu espetáculo comemorativo de vinte anos ininterruptos de atividade teatral, a Companhia de Arte Popular, de chega aos palcos do Rio de Janeiro para a primeira temporada de “Meias Verdades”, com texto de Cesário Candhí e direção e encenação de Marcos Covask .

Presos em um tempo em que tudo parece ruir, Joana perde seu único filho e Paulo perde seu grande amor. Os dois se encontram casualmente em uma madrugada de outono, no banco de uma praça, e dialogam sobre suas perdas, seus medos e possíveis novos encontros. Os personagens revelam vozes solitárias e um desejo enorme pela escuta de um “outro” que complete suas meias verdades. Serão eles capazes de mudar o caminho de suas próprias histórias? Ainda é possível inventar um final feliz para nosso próprio conto cotidiano? Ou ficaremos a mercê do fluxo desta vida, que roda sem fim e nos tira pouco a pouco o que há de mais precioso?

O projeto de encenação de “Meias Verdades” surgiu a partir da necessidade artística da Cia. de Arte Popular, uma das mais longevas companhias de teatro da Baixada Fluminense, de desenvolver no palco um texto contemporâneo que perpassasse a linguagem realista, criando uma ruptura com seu próprio histórico e também um novo foco de trabalho, distante da estética que permeava suas pesquisas desde a estreia. Afastando-se do teatro de cultura popular e de rua que a tornou conhecida por trabalhos que se destacaram na região e em outros estados (como “A Farsa do Amor Acabado”, “A Incrível Peleja de Simão e a Morte” e o infantil “Lixo no lugar errado?! Tô fora!”), a companhia traz uma história que se passa numa época em que os laços afetivos são firmados em links virtuais, onde tudo é muito passageiro e escorregadio. Encenar “Meias Verdades” no atual contexto social traz ao público esse debate sobre a diferença, o diverso, e ao mesmo tempo o que nos identifica: a busca da felicidade em todos os seus meandros pós-modernos. Nada melhor para celebrar 20 anos.

SERVIÇO:
MEIAS VERDADES
Texto: Cesário Candhí
Direção e Concepção: Marcos Covask
Gênero: Teatro Adulto
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia)
De 4 a 25 de setembro de 2017 – Segundas, às 19:30h
Local: Casa de Baco – Rua da Lapa, 243 – Centro, RJ

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