Alexandre Lino apresenta a comédia “O Porteiro” no Theatro Bangu Shopping dias 15 e 16 de novembro
Segundo monólogo da trilogia iniciada com Lady Christiny, O Porteiro traz histórias de porteiros do Rio, cujo destaque é o humor nordestino, com texto e direção de Paulo Fontenelle.
Considerada como uma das melhores comédias do ano pela crítica especializada, “O Porteiro”, novo monólogo de Alexandre Lino, chega ao Theatro Bangu Shopping para apenas duas apresentações nos dias 15 e 16 de novembro. As sessões acontecem quarta e quinta-feiras, 21h.
Com direção de Paulo Fontenelle, que também assina o texto, montagem presta uma grande homenagem a todos os porteiros brasileiros ao contar histórias reais desses profissionais. Com muito humor nordestino,texto foi montado a partir de histórias coletadas em entrevistas a vários porteiros nordestinos que deixaram sua cidade natal em busca da realização de seus sonhos no Rio de Janeiro.
Pode-se dizer que “O Porteiro” não é uma peça propriamente dita, é uma experiência interativa em que os espectadores são convidados a participar de um grande e divertido encontro de condôminos.

Personagem “Porteiro” não é novidade para Lino, pois como migrante nordestino considera que esta é uma das possibilidades reais para aqueles que buscam uma chance na “cidade dos sonhos”. Mas se na vida real ele nunca exerceu esse ofício nas artes está se tornando um especialista. Além da peça O Porteiro, Lino integra o elenco da série A Cara do pai, da rede Globo, dando vida a um porteiro.
Segundo Lino, é uma relação de afeto com essas pessoas, tão necessárias nas nossas vidas, que o faz nunca percebê-los da mesma forma quando vai interpretá-los. No entanto, se o ciclo de monólogos será concluído no próximo ano com um texto estrangeiro, que ator prefere não revelar, a saga de os porteiros nos palcos se despede com essa comédia documental.
Montagem dá sequência à linha investigativa da Documental Cia, que nasceu em 2012 com a peça Domésticas e passa por grandes sucessos como O Pastor (2013), Acabou o Pó (2014), Nordestinos (2015), Volúpia da Cegueira e Lady Christiny (2016), que têm como um de seus pilares, um compromisso com o real e a perspectiva do pertencimento para suas obras.
“No meio de nossa sociedade existe um Brasil notado por poucos. Um grupo formado por pessoas que apesar de conviver conosco, até frequentar nossa casa e fazer parte de seu dia a dia, é como se não estivesse lá. O espetáculo O Porteiro inverte tudo isso, e são eles, os porteiros, os protagonistas. Com sua irreverência e muito humor, deixam a invisibilidade para apresentar a realidade como um grande parque de diversão. Afinal, invisível não são as pessoas, invisíveis são suas histórias.” Conclui Lino
Sinopse sugerida: Diante do não comparecimento do síndico a uma reunião de condomínio onde Waldisney trabalha, o porteiro assume o controle da situação.
LINK DE VIDEO: https://vimeo.com/chamon/review/233395372/b49e654165
- FICHA TÉCNICA:
- Texto e Direção: Paulo Fontenelle
- Com: Alexandre Lino
- Iluminação: Renato Machado
- Cenário e Figurino: Karlla de Luca
- Assistente de Direção: Rodrigo Salvadoretti
- Preparação Corporal e voz: Paula Feitosa
- Direção de Arte e Produção: Alexandre Lino
- Produção Executiva: Equipe Cineteatro
- Programação Visual: Guilherme Lopes Moura
- Fotos: Janderson Pires
- Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
- SERVIÇO
- O Porteiro
- SESSÕES dias 15 e 16 de novembro
- Local: Theatro Bangu Shopping
- Endereço: Rua Fonseca, 240 – Bangu, telefone: 21 2401 3631
- Capacidade: 574 Lugares
- Preço: R$ 60,00 Plateia Central (inteira), Balcão R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
- Horários: Quarta e Quinta às 21h
- Classificação: 16 anos
- Duração: 60 minutos
- Gênero: Comédia
- http://bangushopping.com/pt_br/lazer/theatro-bangu-shopping/
- Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.
- Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
- Estacionamento no Bangu Shopping
- Reservas para grupos: Guilherme Romeu – guilhermeromeu@brainmais.com / (21) 96629 – 0012
- Horário de atendimento – De Segunda a Sábado de 14h às 21h.













No feriado do dia 15, rola um som mais light com o show “um Tom de saudade”, em homenagem ao maestro soberano Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, nosso inesquecível Tom Jobim, no feriado do dia 15. A direção musical do show e os arranjos originais ficaram a cargo dos maestros Rafael Barros Castro (piano e voz) e Jaime Alem (violão e voz), que recebem o quinteto de cordas da OSRJ – Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro (dois violinos, viola, violoncelo e contrabaixo) e a cantora Nair Cândia. A seleção musical é abrangente e significativa, exaltando toda a exuberância e a grandiosidade da obra de um dos mais importantes compositores de todo o mundo. Destaques para “Caminhos cruzados”, “Chega de saudade”, “Anos dourados”, “Sabiá” e “Teresa da Praia”.

Os cinéfilos da capital mineira terão a oportunidade de conferir mais uma Mostra de Cinema Espanhol que chega à cidade, no próximo dia 15 de novembro, e fica em cartaz até o dia 25. Os filmes serão exibidos, gratuitamente, no MIS (Museu da Imagem e do Som) Cine Santa Tereza, à rua Estrela do Sul, 89, bairro Santa Tereza. A Mostra é uma realização do Escritório Cultural da Embaixada da Espanha no Brasil, da Sociedade Cultural Brasil-Espanha e Instituto Cervantes. A curadoria é de responsabilidade do Escritório Cultural da Embaixada da Espanha. A Mostra já passou por cidades como Porto Alegre, Belém, São Paulo, Recife, Manaus, Salvador, Curitiba, Brasília e Vitória. Em novembro é a vez de Belo Horizonte, Florianópolis e Aracaju. Em dezembro segue para Goiânia e Rio de Janeiro.
Foram selecionados cinco filmes para mostrar a diversidade e a riqueza da produção cinematográfica espanhola. As películas destacam os inúmeros pontos em comum com o Brasil, assim como o estreito vínculo entre nossas duas culturas. São eles a comédia/drama
“


A falta de lugares para se apresentar, o emparelhamento da máquina pública, o não reconhecimento de artistas mambembes e qualquer outra crítica social não são apenas meras coincidências com a realidade atual do país. Essas coincidências são abordadas de maneira a levar o público à reflexão.
“O grupo se reúne com os diretores desde o ano passado, debatendo sob qual trama gostaríamos que esses esquetes fossem apresentados. O resultado veio desses encontros e de improvisos que foram feitos durante os ensaios. Busca-se a crítica à seletividade artística e a criminalização da arte, tão presente atualmente. Não é à toa que os personagens são inspirados em bufões que são, em sua essência, dejetos, perdedores sociais. Ao mesmo tempo, celebra-se e promove o enaltecimento ao teatro”, conclui Victor Lósso, que assina a adaptação.


