Comédia “A peça ao lado”, inspirada na obra de Jean Tardieu, REESTREIA dia 31 de outubro
Montagem inédita marca parceria entre a Cia Ao Lado e o diretor Delson Antunes faz curta temporada no Teatro Municipal Café Pequeno, terças e quartas, 20h.
Durante uma noite chuvosa, um grupo de atores mambembes ocupa um teatro público no intuito de se proteger. Encantado com o local, encontra textos do dramaturgo francês Jean Tardieu e inicia encenações divertidíssimas. Com humor ácido, crítico e um texto livremente inspirado no universo de Tardieu e em Dario Fo, a montagem inédita de “A Peça ao Lado” marca a primeira parceria entre a “Cia Ao Lado” e o diretor Delson Antunes, que também assina a adaptação do texto ao lado de Victor Lósso e dos atores da Cia Ao Lado.
A peça conta ainda com a pesquisa de Clown e Bufão orientada por Daniela Carmona e traz no elenco João Telles, Luíza Surreaux, Marcos Guian, Milla Fernandez e Valléria Freire, acompanhados pelos músicos Dani Ruhm e Pedro Botafogo. O espetáculo reestreia dia 31 de outubro e fica em cartaz às terças e quartas-feiras, às 20h, até o dia 22 de novembro no Teatro Municipal Café Pequeno.
“A Peça ao Lado é um espetáculo construído com diversas referências da comédia universal, como a Commedia dell’art, o melodrama e a farsa. O roteiro é o resultado de uma pesquisa de linguagens, com um grupo de jovens atores. É uma comédia aparentemente despretensiosa, mas, além de divertir, aos poucos se torna uma reflexão crítica sobre o teatro e sobre alguns valores da nossa sociedade. Uma homenagem aos artistas que dedicaram as suas vidas a essa arte milenar e seu poder de comunicar, emocionar e transformar o homem”, conta Delson, que desde o final de 2016 se reúne com os atores num processo colaborativo.
A falta de lugares para se apresentar, o emparelhamento da máquina pública, o não reconhecimento de artistas mambembes e qualquer outra crítica social não são apenas meras coincidências com a realidade atual do país. Essas coincidências são abordadas de maneira a levar o público à reflexão.
“Estou muito grata a toda a equipe envolvida no projeto, cada um foi se chegando a seu tempo e contribuindo da melhor forma possível. Tudo isso deu muito confiança para todos nós atores, que iniciamos este encontro em um curso de teatro e agora vamos levar o resultado para o público” – diz Valléria, realizadora e atriz da peça.
A peça reflete sobre a profissão do teatro fora do glamour dos palcos e do audiovisual. Do grupo mambembe, de rua, que se alimenta puramente do amor à arte. O desafio foi criar uma dramaturgia que amarrasse os esquetes do texto de Tardieu.
“O grupo se reúne com os diretores desde o ano passado, debatendo sob qual trama gostaríamos que esses esquetes fossem apresentados. O resultado veio desses encontros e de improvisos que foram feitos durante os ensaios. Busca-se a crítica à seletividade artística e a criminalização da arte, tão presente atualmente. Não é à toa que os personagens são inspirados em bufões que são, em sua essência, dejetos, perdedores sociais. Ao mesmo tempo, celebra-se e promove o enaltecimento ao teatro”, conclui Victor Lósso, que assina a adaptação.
SINOPSE: Um grupo de teatro mambembe se apropria de Jean Tardieu, realizando uma reflexão jocosa sobre o fazer teatral.
FICHA TÉCNICA
Texto: Inspirado em Jean Tardieu
Adaptação: Delson Antunes, Victor Lósso e Cia Ao Lado
Tradução de Uma Peça por Outra: Grupo Tapa
Direção: Delson Antunes
Elenco: João Telles, Luíza Surreaux, Marcos Guian, Milla Fernandez e Valléria Freire
Pesquisa de Clown e Bufão: Daniela Carmona
Músicos: Dani Ruhm e Pedro Botafogo
Iluminação: Luiz Paulo Nenen
Cenografia: José Dias
Figurino: Desirée Bastos
Direção Musical: João Telles
Assistentes de direção: Kiko do Valle e Rafael Telles
Figurinista assistente e costura: Bruna Falcão
Cenotécnico: Pará Produções e Eventos
Operador de luz: João Pedro Meirelles
Voz em off: Kiko do Valle
Programação visual: Letícia Moraes
Fotógrafa: Elisa Mendes
Assessoria de imprensa: Minas de Ideias
Produção: Valléria Freire
Direção de Produção: Renata Campos
Realização: Valléria Freire
SERVIÇO
A peça ao lado
Reestreia: Dia 31 de outubro
Horário: Terças e quartas-feiras – 20h
Local: Teatro Municipal Café Pequeno
Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269 – Leblon – Telefone: 21 2294-4480
Temporada: Até dia 22 de novembro
Classificação: 12 anos
Preço: R$ 40,00 inteira / R$ 20,00 meia
Duração: 60 min.
Gênero: Comédia






As fãs não se contém e se manifestam com os mais variados recados como lindo, gato, perfeito, maravilhoso e até algumas mais ousadas que chegaram a escrever “Assim vc mata qualquer uma” ou ainda “Meu Deus me fala quem foi que botou essa coisa no mundo”.
Será mesmo arte? Alguns dizem que devemos nos preocupar com os acontecimentos políticos, que nos anos 90 o É o tchan era bem pior e todos viam, que a Globeleza fica só pintada, os índios ficam nus, blá, blá, blá. ok passamos por tudo isso e…chegamos a conclusão que tudo aquilo foi um erro, e acaso se justifica um erro com outros? Será mesmo que tenho o direito de estar nu em museu ralando um imagem de uma santa da igreja católica e chamar de arte? Sim! Tenho! Mas esse direito fere um grupo de pessoas. Já ouviram falar que tudo me é permitido porém nem tudo me convém? Que algumas coisas não são ilegais, porém são imorais. Onde está a tolerância e respeito ao próximo? Vou deixar meu filho(a) tocar um homem desconhecido nu, andar de mãos dadas porque sou evoluída, descolada e na Europa as pessoas tomam banho de Sol de seio só ao vento e blá, blá, blá de novo. 

O ator Deo Garcez formou-se em Bacharelado em Artes Cênicas e em Licenciatura em Artes Cênicas, ambas na Faculdade de Teatro Dulcina de Moraes, tendo sido aluno da própria. Por causa de seu envolvimento com a figura histórica de Luiz Gama, inclusive com a montagem do trabalho sobre ele, Deo foi convidado para integrar a Comissão da Verdade da Escravidão Negra no Estado do Rio de Janeiro. Morando no Rio desde 1992, Deo Garcez tem participado de diversos espetáculos ligados à causa da negritude. E das novelas de que participou, destacam-se o Mucamo Paulo em “Xica da Silva” (Manchete), o André de “A Escrava Isaura” (Record), Senhor Morales em “Carrossel” (SBT) e Ezequiel em “O Cravo e a Rosa” (Globo). Dentre os prêmios de ator destacam-se o Troféu Raça Negra de Melhor Ator em 2007 pela AFROBRÁS –SP e o Prêmio Arleguim de Melhor Ator do Festival de Teatro do Rio de Janeiro em 2010.
Há Convite dos empresários e produtores Izaquis de Paulo e Wallace Safra, as cantoras Gau Silva e Lu Fogaça aceitaram a ideia de se unir em uma grande parceria, para apresentar um show intimista, mostrando toda a essência da música, através de suas incríveis trajetórias, pontuando a mulher como um ícone da história, independente de sua origem, cor, raça ou qualquer outra característica, a mulher sempre será uma imagem marcante, não só no cenário musical, mas também em nosso dia a dia.


O Jazz está de volta ao Belga Hotel. No próximo dia 19 de outubro, a cantora Indiana Nomma retorna ao palco do Belga acompanhada do renomado pianista das noites cariocas, Osmar Milito, para juntos apresentarem o show Jazz Balads. Nomma que já apresentou na casa os tributos à Sarah Vaughan e Billie Holiday, traz para esse show canções imortalizadas nas vozes de Ella Fitzgerald, Shirley Horn, Barbara Streisand, Aretha Franklin, Sarah Vaughan, Etta James entre outras divas do jazz. Além de curtir música da melhor qualidade, os convidados irão saborear os deliciosos Bapas – Beer and Tapas, elaborados pelo Chef Alexandre Binard, acompanhados das famosas cervejas belgas.
Quem não teve oportunidade de curtir a grande apresentação do Jongo da Serrinha no Rock in Rio poderá apreciar o show completo do Grupo comandado por Tia Maria, a grande matriarca do Império Serrano. Além do Jongo da Serrinha ainda teremos Luiz Camilo e o cantor e compositor Zé Roberto, a abertura fica por conta do Grupo Senzala.
Ingressos a R$ 20 e aluguel de mesa a R$ 50. O feijão, como de costume, será generosamente servido a R$ 20. A quadra do Império Serrano fica na Av. Ministro Edgard Romero, 114, em Madureira. Mais informações pelo tel. 3124-3745. Classificação livre.
