Del Feliz, da edição 2015 do The Voice, vira Embaixador da Cachaça 

O cantor e compositor Del Feliz, um dos nomes mais respeitados do cenário artístico do Nordeste, recebeu um título bastante inusitado na Bahia: Embaixador da Cachaça. A alcunha foi dada por empresários do setor produtor de aguardente, que pretendem divulgar para todo o Brasil uma nova imagem da bebida.

“A gente está querendo quebrar paradigmas e mudar a imagem ruim que alguns têm da cachaça. Uma cachaça boa tem de ser respeitada tanto quanto um bom vinho, um uísque. É uma bebida nobre, elegante. O Brasil tem uma imagem distorcida da bebida por conta da qualidade de algumas cachaças. Mas queremos mudar isso”, afirma Del, que tem rodado por várias fazendas produtoras da bebida e fez até uma música sobre a pinga que já está repercutindo na região.

“Até para fazer música para agradar a cachaça, ela ficava negativa para a bebida. Mas a minha música passa uma mensagem boa sobre a bebida, que é um ícone”, destaca o cantor, que se antecipa a possíveis críticas sobre a apologia ao álcool.

“Quero destacar que a pessoa tem de beber com prudência e com responsabilidade. Na Semana de Arte Moderna se brindou com cachaça, pra você ver a importância da bebida. Hoje grandes chefs harmonizam pratos chiques com a bebida. Então é importante separar a boa bebida da ruim” explica.

Músico com carreira de destaque no exterior, Del Feliz conta que a bebida é, muitas vezes, mais bem recebida pelos gringos do que pelos brasileiros.

“Hoje, fora do Brasil, dão mais valor à cachaça do que aqui. Na Europa, existe um mercado incrível para a bebida”.

Del Feliz participou do The Voice Brasil em 2015. Na oportunidade, os quatro técnicos viraram a cadeira para o baiano. Mesmo não sendo um dos finalistas, Del foi muito elogiado e chegou a gravar uma música com Michel Teló. Carlinhos Brown, Dominguinhos, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Gilberto Gil e Maria Bethânia também já formaram parcerias com o forrozeiro.

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL SP

APRESENTA RETROSPECTIVA INÉDITA COM TODA A FILMOGRAFIA DA CINEASTA “HELENA SOLBERG”

 A diretora Helena Solberg, única cineasta mulher a participar do Cinema Novo, ganha de 7 a 19 de março uma mostra inédita no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. A retrospectiva, nunca antes realizada no Brasil, irá exibir toda filmografia da diretora, que completará 80 anos em junho deste ano, além de debates e uma aula magna. A entrada é gratuita para todas as sessões.

Detentora de uma carreira singular que completa cinco décadas, a diretora viveu por 30 anos nos EUA, onde construiu uma trajetória sólida do cinema militante e feminista. Embora pouco exibidos e raramente debatidos em âmbito nacional, os filmes de Solberg tiveram reconhecimento fora do Brasil e foram premiados em importantes festivais internacionais como o Festival de Havana, Festival de Chicago, American Fim Festival, e o prêmio Emmy para “Das Cinzas – Nicarágua Hoje”, entre outros.

Com curadoria de Carla Italiano e Leonardo Amaral, a programação traz toda a obra de Helena Solberg, entre eles os curtas a “Entrevista” (1966), que entrevista moças de formação burguesa do Rio de Janeiro sobre casamento, sexo e política; o poético “Meio Dia” (1970), inspirado em “Zero de Conduta” (1933) do cineasta francês Jean Vigo; e a primeira realização de Solberg nos EUA “A Nova Mulher” (1974). Esta última, costurada coletivamente pelo grupo International Women’s Film Project, oferece um panorama histórico da luta feminina por igualdade desde o século XIX.

Juntamente a “A nova mulher”, as duas produções seguintes da cineasta compõem o que a pesquisadora Mariana Tavares chamou de “Trilogia da Mulher”: “The Double Day” (1975) e “Simplesmente Jenny“ (1978). O primeiro examina as condições da mão de obra feminina na Argentina, Venezuela e Bolívia, enquanto o último se dedica à vivência de três jovens em um reformatório boliviano para adolescentes.

O olhar formal aguçado se alia a um sentido de urgência a fim de responder a sua época, culminando na segunda, e mais prolífica, frente de investigação de seu cinema: os documentários politicamente engajados, militantes, que transitam por países da América Latina. Dentre eles, destacamos: “Das Cinzas – Nicarágua Hoje” (1982), acerca do Movimento De Libertação Sandinista e sua luta contra o regime ditatorial de Somoza na Nicarágua; “Chile: pela razão ou pela força” (1983); e “Terra dos Bravos” (1986).

Não por acaso, o retorno da realizadora ao Brasil ocorreu por meio de uma das brasileiras de maior reconhecimento internacional, no filme “Carmem Miranda: Banana is My Business” (1994), finalizado no momento da chamada “retomada do cinema nacional”, nos anos 90.

A atual fase de sua carreira aponta para novos rumos: a adaptação ficcional de um diário toma forma em “Vida de Menina” (2004), marcando sua estreia na direção de uma ficção em longa-metragem, enquanto “Palavra (En)cantada” (2009) e “Alma da gente” (2013) estreitam as relações entre música popular e poesia brasileira. Por fim, realiza o longa-metragem “Meu corpo, minha vida” (2017), que trata de uma discussão seminal nos atuais contextos sociais e políticos brasileiros: o aborto.

A Retrospectiva é patrocinada pelo Banco do Brasil e organizada pela coletivo Filmes de Quintal.

Fotos e trechos dos filmes no link abaixo: www.dropbox.com/sh/n89la5h167wzzol/AAAAsQ-EZIufmO_JR4aHivgYa?dl=0

  • Serviço
  • Retrospectiva Helena Solberg
  • Data: de 07 a 19 de março de 2018
  • Entrada Franca
  • Local: CCBB São Paulo
  • Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro | São Paulo – SP
  • Capacidade Cinema: 70 lugares
  • Horários e classificação indicativa no site
  • Ingressos: serão distribuídos a partir de uma hora antes de cada sessão, na bilheteria do local
  • Funcionamento da bilheteria: de quarta a segunda, das 9h às 21h.

*** Evento acontece de 7 a 19 de março no CCBB São Paulo

*** Aula Magna com a diretora no dia 17/03

***Sessões comentadas por pesquisadores especialistas e debates

*Entrada gratuita

 

  • GRADE DE PROGRAMAÇÃO
  • SÃO PAULO – DIA A DIA
  •  
  • 07/03 – Quarta
  • 19h15 Carmen Miranda: Bananas Is My Business (92′, 1994, 35mm) / 14 anos
  •  
  • 08/03 – Quinta – Dia da mulher
  • 17h Simplesmente Jenny (32′, 1977), A Dupla Jornada (54′, 1975, digital) / 16 anos
  • 19h30 Meu Corpo Minha Vida (73′, 2017, digital) / 16 anos
  •  
  • 09/03 – Sexta
  • 15h30 Terra dos Bravos (60′, 1986, digital) / 14 anos
  • 17h Retrato de um Terrorista (28′, 1985, digital), A Conexão Brasileira (58′, 1982/1983, digital) / 16 anos
  • 19h A Terra Proibida (58′, 1990, digital) / 16 anos
  • Seguida de debate com Mariana Souto
  •  
  • 10/03 – Sábado
  • 16h30 Meio-dia (11′, 1970, digital), A Entrevista (20′, 1966, digital), A Nova Mulher (40′, 1974, digital) / 14 anos
  • Seguida de debate com Ramayana Lira
  • 18h45 Chile: Pela Razão ou Pela Força (60′, 1983, digital) / 16 anos
  •  
  • 11/03 – Domingo
  • 16h30: Das Cinzas… Nicarágua Hoje (60′, 1982, digital) / 16 anos
  • 18h00 Vida de Menina (101′, 2004, digital) / 14 anos
  •  
  • 12/03 – Segunda
  • 17h Palavra (En)cantada (84′, 2009, digital) / 12 anos
  • 19h30 Terra dos Bravos (60′, 1986, digital) / 14 anos
  •  
  • 14/03 – Quarta
  • 15h30 Chile: Pela Razão ou Pela Força (60′, 1983, digital) / 16 anos
  • 17h Brasil em Cores Vivas (30′, 1997), A Alma da Gente (80′, 2013, digital) / 14 anos
  • 19h30 A Terra Proibida (58′, 1990, digital) / 16 anos
  •  
  • 15/03 – Quinta
  • 17h Retrato de um Terrorista (28′, 1985, digital), A Conexão Brasileira (58′, 1982/1983, digital) / 16 anos
  • 19h MESA REDONDA Engajamento e militância décadas 1970-1980 / Livre
  • com Edson Teles e Thais Blank
  •  
  • 16/03 – Sexta
  • 17h Das Cinzas… Nicarágua Hoje (60′, 1982, digital) / 16 anos
  • 19h Meu Corpo Minha Vida (73′, 2017, digital) / 16 anos
  • Seguida de debate com Elisa Gargiulo e Zita Carvalhosa
  •  
  • 17/03 – Sábado
  • 16h AULA MAGNA com Helena Solberg / Livre
  • 18h15 Meio-dia (11′, 1970, digital), Vida de Menina (101′, 2004, 35mm) / 14 anos
  •  
  • 18/03 – Domingo
  • 16h30 Carmen Miranda: Bananas Is My Business (92′, 1994, 35mm) / 14 anos
  • 18h30 Meio-dia (11′, 1970, 16mm), A Entrevista (20′, 1966, 16mm), A Nova Mulher (40′, 1974, 16mm) / 14 anos
  •  
  • 19/03 – Segunda
  • 15h Palavra (En)cantada (84′, 2009, digital) / 12 anos
  • 17h Brasil em Cores Vivas (30′, 1997, digital), A Alma da Gente (80′, 2013, digital) / 14 anos
  • 19h15 Simplesmente Jenny (32′, 1977, digital), A Dupla Jornada (54′, 1975, digital) / 16 anos
  •  
  • SÃO PAULO
  • DEBATES
  •  
  • 09/03 – Sexta
  • 19h A Terra Proibida (58′, 1990) / 16 anos
  • Seguida de debate com a pesquisadora Mariana Souto
  •  
  • 10/03 – Sábado
  • 16h30 Meio-dia (11′, 1970), A Entrevista (20′, 1966), A Nova Mulher (40′, 1974) / 14 anos
  • Seguida de debate com a professora Ramayana Lira
  •  
  • 15/03 – Quinta
  • 19h MESA REDONDA Engajamento e militância décadas 1970-1980
  • com o professor Edson Teles e a pesquisadora Thaís Blank / 12 anos
  •  
  • 16/03 – Sexta
  • 19h Meu Corpo Minha Vida (73′, 2017) / 16 anos
  • Seguida de debate com a ativista Elisa Gargiulo e a produtora Zita Carvalhosa
  •  
  • 17/03 – Sábado
  • 16h AULA MAGNA com Helena Solberg / Livre
  • com tradução em libras
ENTREVISTA COM MC LOMA E AS GÊMEAS LACRAÇÃO
EM ENTREVISTA COM CAROL DIAS, MC LOMA E AS GÊMEAS LACRAÇÃO FALAM SOBRE “CRUSH”, MÚSICA NOVA E QUEM LEVARIAM PRA UMA ILHA PARADISÍACA .
 
MC Loma e as gêmeas lacração são a grande sensação do momento. Elas tem conquistado o público com seu jeito espontâneo e divertido. Em entrevista exclusiva para o canal no YouTube da ex-panicat Carol Dias, as meninas de Pernambuco revelaram um pouco mais de sua intimidade, sonhos e como estão lidando com a fama repentina. 
Lacração é pouco para descrever o sucesso: Elas entraram na lista das “50 virais do mundo” do Spotify e ate o momento acumulam mais de 110 milhões de visualizações no YouTube, além de serem endossadas por ninguém menos que Anitta, e tantos outros famosos que entraram no clima envolvente de suas músicas.
 
As meninas, em clima de descontração, e usando um vocabulário no mínimo peculiar, com várias gírias e expressões como “escama só de peixe”, contaram o que chama atenção delas em um garoto e qual o seu conceito de beleza. Dispararam: “A beleza um dia vai se acabar, é uma coisa simples e opaca. Se você tem um rosto feio, mas é bonito por dentro, é isso que importa.” Elas deram dicas de poses para os rapazes evitarem durante as fotos que postam nas redes sociais
Elas, como qualquer adolescente, tem seus “crushes”: meninos por quem elas tem uma queda. Perguntadas por Carol Dias: “quem vocês levariam para uma ilha paradisíaca”, elas revelaram quem gostariam de ter como companhia no paraíso: ”Justin Bieber, Felipe Tito e Caio Castro”. 
 
Carol Dias além de estar investindo em seu canal no YouTube, atuando como entrevistadora e apresentadora, foi convidada para o próximo clipe das meninas, que será lançado nessa sexta-feira, de uma nova música, que promete ser mais um hit: “meu ritmo”.
Link da entrevista 
Gatas, Jéssica Cristy e Elga Shitara arrasam em festa de lançamento da sexy

Com direito a muito glamour e brilho, Jéssica Cristy e Elga Shitara realizaram o lançamento de seu ensaio nu para a revista Sexy. De limousine, as beldades não economizaram nas fendas e decotes para poder brindar a capa durante a noite desta sexta-feira, 23.

“Eu gosto de causar. Escolhi um look bem a minha cara e cheguei arrasando mesmo. Procurei referências e finalmente encontrei algo que nunca havia sido apresentado por uma ‘capa’ na festa de lançamento de uma revista. Optei por deixar um gostinho de ‘quero mais’” contou a japa Elga Shitara.

Em uma casa noturna de São Paulo, Jéssica, que bombou ao estrelar as pegadinhas de João Kléber, e Elga, que ficou conhecida ao levar a faixa de Musa Simpatia no concurso Musa do Brasil em 2017, ostentaram simpatia, carisma e posaram diante dos flashes dos fotógrafos, que não perderam nenhum clique das gatas.

“É tão bom se sentir amada, querida. Eu já estava ficando meio tonta, não sabia se estava bêbada ou se realmente eram os inúmeros flashes dos fotógrafos. A festa foi do jeito que eu imaginei: muita gente, muito brilho e muito glamour. Tudo o que uma diva merece, com direito a chegadada de limousine e tudo” revelou a loira aos risos

Na mais nova edição da revista masculina, as modelos foram fotografadas por Daniel Cespedes, que uniu vários detalhes da cultura oriental e ocidental em uma boate na capital paulista.

Fotos: Eduardo Martins

JOSÉ MIGUEL WISNIK E FILHOS SE APRESENTAM EM SHOW INÉDITO NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO  

Repertório de O ovo e o voo reúne conjunto de canções compostas pelos três artistas

 

O músico José Miguel Wisnik e seus filhos, Marina e Guilherme, se apresentam em curta temporada na CAIXA Cultural Rio de Janeiro com o show O ovo e o voo, nos dias 02 e 03 de março de 2018 (sexta e sábado), às 19h. O espetáculo estreou em 2016, em São Paulo, e chega à cidade em formato reeditado e inédito, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

O repertório reúne um conjunto de canções compostas pelos três artistas. Algumas delas são parcerias inéditas, como Roma (Marina e José Miguel) e Estranha Religião (José Miguel e Guilherme). Outras são trabalhos com diferentes artistas, como é o caso de O jequitibá, composta por José Miguel Wisnik e pelo letrista Carlos Rennó; Rota natural, de Marina Wisnik e Alexandre Fontanetti; e a dupla Passatempo Mãe, parcerias de Guilherme Wisnik com o carioca Mário Séve e com o compositor mineiro Flávio Henrique, respectivamente.

 

O público carioca poderá conferir, ainda, sucessos como Primeiro fundamento (José Miguel e Guilherme), gravada no cd Pérolas aos poucos (2003), de José Miguel; Miragem (Marina e José Miguel), gravada no primeiro CD de Marina; e Mortal Loucura, música de José Miguel sobre o poema de Gregório de Matos, interpretada por Maria Bethânia na novela Velho Chico (2016).

“O show combina a intimidade de uma relação familiar (o ovo) com a exterioridade de um evento público, de uma cena para ser apresentada (o voo). O título do show, palíndromo criado pela Marina, diz tudo!”, define Guilherme Wisnik. Marina complementa: “É um encontro artístico e familiar que celebra esse movimento cíclico tão próprio da arte e da vida: germinação, maturação, exposição, recolhimento. Do ovo ao voo e vice-versa.”

Ainda que fazendo parte de uma mesma família, os Wisnik se abrem para voos criativos e reflexivos em várias direções. José Miguel é professor de literatura, escritor, compositor, cantor e pianista; Guilherme é professor de História da Arte, crítico de arquitetura e compositor, lançando-se como intérprete; já Marina, é compositora, cantora, professora, atriz e poeta. Além de autora do palíndromo que dá nome ao espetáculo, ela tem dois CDs lançados:Na rua agora (2012) e Vás (2014).

Para subir ao palco da CAIXA Cultural Rio de Janeiro, foram convidados Alexandre Fontanetti (guitarra e violão, além de ser produtor musical de Marina Wisnik); Márcio Arantes (baixo, guitarra, vocais e violão), além de produtor do último trabalho de Zé Miguel Wisnik, Ná e Zé); Sérgio Reze (bateria e gongos melódicos), músico que acompanha Zé Miguel Wisnik há mais de dez anos, e coautor de uma canção com Marina.

  • Ficha técnica:
  • Piano e voz: Miguel Wisnik
  • Voz: Marina Wisnik
  • Voz: Guilherme Wisnik
  • Violão e guitarras: Alexandre Fontanetti
  • Baixo, violão, guitarra e vocais: Marcio Arantes
  • Bateria e gongos melódicos: Sérgio Reze
  • Luz: Daniela Sanchez
  • Som: Carlos Martau
  • Roadie: Luisinho Silva
  • Produção: Circus Produções
  • Direção de produção: Guto Ruocco
  • Produção executiva: Sandra Lacerda e Sérgia Percassi
  • Produção Local: Julianna Sá
  • Fotografia: Renato Mangolin
  • Projeto Gráfico: estúdio RISCO
  • Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
  • Serviço:
  • Show O ovo e o voo
  • Data: 02 e 03 de março de 2018 (sexta e sábado)
  • Horário: 19h
  • Duração: 90 min
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
  • Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)
  • Classificação Indicativa: Livre
  • Acesso para pessoas com deficiência
Ex-Panicat Carol Dias contrai mononucleose e citomegalovírus, e tem suspeita de rubéola
Em uma época delicada na qual o Brasil sofre com a febre amarela, Carol Dias contraiu os vírus da mononucleose e citomegalovírus, e tem suspeita de rubéola.
“Estamos vindo de um foco de febre amarela e vários vírus aparecendo, e infelizmente acabei pegando dois vírus bem fortes de uma vez. Esses vírus não são contraídos por picada de mosquito, e sim pelo ar. Eles vieram bem forte, estou com febre e precisarei fazer exames de baço e fígado. Também estou com suspeita de rubéola. Não quero me fazer de coitadinha, estou ótima e vou melhorar (risos). Apenas me afastei de algumas atividades por pedido médico, mas é bom alertar as pessoas sobre a febre amarela, sobre os vírus que estão se propagando”, afirma a ex-Panicat que lançou seu canal no YouTube há três meses e já possui quase 200 mil inscritos.
O canal “Carol Dias” está ganhando cada vez mais notabilidade graças às suas revelações e às entrevistas com Kléber Bambam, Carol Narizinho, Monique Amin, Felipe Neto, Antônia Fontenelle, entre outras celebridades.
Entre os vídeos que mais repercutiram estão o que ela explica sua saída do programa “Pânico” (http://bit.ly/2GM6pcS) e o que ela detalha como engordou 5kg em um mês e passou a ser criticada por isso (http://bit.ly/2nAHm4j).
EVA ANDRESSA LANÇA SÉRIE DE VÍDEOS DE RECEITAS EM SEU CANAL
EVA ANDRESSA LANÇA SÉRIE DE VÍDEOS DE RECEITAS EM SEU CANAL
NO YOUTUBE: “O ABDÔMEN É CONSTRUÍDO NA COZINHA”
Eva Andressa lança série de vídeos de receitas em seu canal no YouTube: “O abdômen é construído na cozinha”
A “Musa Fitness” Eva Andressa, uma das maiores celebridades quando o assunto é seguidores no Facebook e com mais de impressionantes 10,6 milhões de fãs na rede social, publicou o primeiro vídeo da série “Cozinha Simples da Musa” em seu canal no YouTube.
“Decidi fazer vídeos com receitas porque muitas pessoas me pedem receitas fáceis para o dia a dia para não sair da dieta.
Principalmente quando dá aquela vontade de comer um doce, coisa de mulher mesmo. Mas o que fazer para não sair da dieta? Elas me perguntam o que faço, então resolvi selecionar algumas receitas de coisas que faço para mim e deixo bem claro que essas receitas se encaixam no meu cardápio, na minha dieta e é para servir para os meus seguidores”, conta a morena.
“Essa primeira receita é uma salada de frutas turbinada que mistura frutas da preferência da pessoa com whey protein e alguns outros ingredientes. Então a minha dica é quando estiver com aquela vontade de comer um doce, um chocolate, um bolo, a pessoa prepare essa receitinhas super saudáveis. Equivale a uma refeição, a pessoa vai comer sem culpa e não vai estragar a dieta.
Sou apaixonada por frutas e se deixar como frutas o dia todo. O problema é que muita gente acha que não pode comer fruta na dieta. É claro que vai depender de cada objetivo e o ideal é sempre procurar um profissional, um nutricionista, que vai saber o que é melhor para o seu organismo e ver seu objetivo”, orienta Eva Andressa.
“O que acho bacana é que não corto as frutas, só quando tenho o objetivo de secar muito, mas aí corto uma ou duas semanas apenas. Então não fico muito tempo sem frutas, até porque isso me ajuda muito a não sair da dieta e a não comer doces. Claro que como uma quantidade pequena, mas amo frutas e é um segredo que não faz eu ficar com vontade de comer doces. E o whey protein que indico é da Best Whey, marca que está fazendo o maior sucesso. Esse shake já mata a vontade de comer doce”, afirma a “Musa Fitness”.
“Meu objetivo é realmente ajudar meus seguidores para eles verem que não é difícil seguir uma dieta, basta a pessoa não restringir totalmente porque ninguém consegue fazer uma mesma dieta por muito tempo. Então é saber fazer as melhores escolhas, ter foco e saber inventar na cozinha.
Também me perguntam muito o segredo do abdômen definido. Realmente não tem segredo, mas o principal é ter uma alimentação saudável. O abdômen é construído na cozinha! O objetivo do meu canal no YouTube é ajudar as pessoas a terem mais opções de refeições práticas, que também não seja muito difícil de fazer porque não sou muito prática na cozinha (risos)”, finaliza a digital influencer.
Assista ao vídeo “Cozinha Simples da Musa – Salada de Frutas”: https://youtu.be/v_jVrUyZcLY
PROGRAMAÇÃO CULTURAL PORTO MARAVILHA

São 452 anos de história. Quase 453. Em 1º de março de 1565, era fundada a cidade do Rio de Janeiro. O Centro e a Região Portuária concentram a maior parte dos imóveis deste patrimônio histórico e, não só eles, mas também seu entorno é protegido. Obras neste tipo de território não são uma tarefa simples. Não é só interditar rua, cavar, construir e pronto: entregar à população. O que por si só não é tão sinônimo de simplicidade assim. ALei Federal nº 9.784 via Portaria nº 420 do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) define regras e procedimentos a serem cumpridos para intervenções em áreas protegidas pela união ou no seu entorno para garantir a segurança e preservação da história brasileira.

Eu sou outro você, você é outro eu

Inlak’esh Halaken. No idioma Maia: Eu sou outro você, você é outro eu. É um cumprimento em que uma pessoa fala a primeira frase e a outra responde com a segunda. Uma maneira de mostrar igualdade entre elas. E também é o nome do mais recente trabalho dos artistas do Ateliê Cosmonauta, no Morro da Conceição. Fixado na Praça Leopoldo Martins desde o ano passado, projeto vinculado à Virada Cultural 2017 será ampliado agora com participação popular.

Museu do Amanhã promove oficina para transformar ambientes inabitáveis

O ser humano é o principal agente estimulador de mudanças ambientais e climáticas, contribuindo de maneira, talvez, irreversível para a redução da biodiversidade e as alterações das funções dos ecossistemas. Ao mesmo tempo, explora o espaço e projeta habitats para colonizar e viabilizar a vida em ambientes completamente desprovidos de vida ou ecossistemas. Equipamento cultural da Prefeitura do Rio, o Museu do Amanhã convida designers e artistas a trabalharem em conjunto com cientistas e engenheiros para contribuir para um futuro inovador.

Concessionária Porto Novo divulga balanço geral da operação de carnaval

Os números finais da operação de Carnaval na Região Portuária do Rio de Janeiro, conduzida pela Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP) e pela Concessionária Porto Novo entre os dias 8 e 18 de fevereiro, dão a dimensão da complexidade e volume das tarefas executadas.  A Concessionária Porto Novo destacou uma equipe de aproximadamente 300 profissionais, que se dividiram em atividades como controle de trânsito, limpeza urbana, manutenção de espaços públicos e monitoramento dos túneis e vias expressas da região.

Dicas da Semana

Neste fim de semana tem Feira Sabores do Porto na Praça Mauá. Na Praça da Harmonia, no sábado, o 1857 Mercado Harmonia do Rock agita a Gamboa e a Feira do Cais estará entre os armazéns 3 e 4 na Orla Conde. No domingo estreia a peça Estação Terminal no Armazém da Utopia.

GABRIEL MOURA NO SHOW “QUEM NÃO SE MEXER VAI DANÇAR”

Vai ser animado o show do cantor e compositor Gabriel Moura no Teatro Rival Petrobras, no próximo dia 2, sexta-feira, a partir das 19h30. O artista está lançando o CD “Quem não se mexer vai dançar”, cheio de referências ao som que o influenciou.

O show promete! O repertório vai dos bailes de charme em Madureira até Michael Jackson, de Tim Maia a Marvin Gaye, tudo temperado com muito suingue na voz, nos arranjos e nas letras para cantar e dançar muito.

Todo mundo certamente já cantou uma música composta por ele. Ou vai cantar alguma música gravada por ele.

Nascido no Rio de Janeiro, cria do subúrbio, de família com forte veia musical – é sobrinho do multitalentoso e saudoso Paulo Moura –, Gabriel Moura é um desses artistas que elevam o nome da música brasileira aqui

e lá fora.

Foi um dos fundadores e vocalistas principais do Farofa Carioca, big band que fez sucesso no fim dos anos 1990 e ajudou a consolidar o que os críticos chamam de Música Popular Carioca.

Cantor, compositor e performer com mais de 20 anos de estrada, Gabriel Moura é o descobridor e principal parceiro de Seu Jorge, com quem compôs grandes sucessos, como “Burguesinha”, “Mina do

Condomínio”, “Amiga da minha mulher”, “Quem não quer sou eu” e a abertura da novela “Salve Jorge”, da Rede Globo: “Alma de guerreiro”. Quando os parceiros se juntam, é certeza de sucesso.

Gabriel Moura é também autor, produtor e diretor de vários musicais teatrais, que lhe renderam dois Prêmios Shell, o mais importante do país.

Nos anos 2000, Gabriel começou uma bem-sucedida carreira solo, tendo se apresentado em vários eventos e espetáculos importantes, como o Festival de Jazz de Montreux, no Japão,  o Rock in Rio e o Black2Black.  Também tocou no Parque Olímpico do Rio, e no palco principal do Réveillon 2016, em Copacabana.

Em sua carreira solo, Gabriel lançou dois discos de músicas inéditas: “Brasis”, de 2006, com produção do tio, Paulo Moura, e “Karaokê Tupi 2”, de 2014, ambos pela gravadora Som Livre.

Gabriel chega agora ao seu terceiro álbum solo, “Quem não se mexer vai dançar”, pela Biscoito Fino, com participação especial de Mart´nália e produzido por Liminha, um dos maiores do Brasil. Um disco pop, leve,

dançante, alegre e vibrante. Um disco indispensável, pra cima, pra tocar na balada, no carro, nos sábados de sol e nas segundas chuvosas.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 02 de março (Sexta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô: Estação Cinelândia

Ingressos: Mesas (Setor A e B): R$70/R$35 (meia*) | Pista lateral: R$50/R$25 (meia*). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23jBilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública

Paulo Verlings dirige e atua em “A Peça Escocesa”
Paulo Verlings dirige e atua em A Peça Escocesa, texto inédito de Marcia Zanelatto que estreia nacionalmente dia 3 de março, no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
 
Obra original livremente inspirada na mais curta e contundente tragédia de Shakespeare: Macbeth,
procurando dar voz ao que o Shakespeare não disse, não pode dizer ou quis dizer nas entrelinhas.
O título faz alusão a uma “superstição” de 400 anos relacionada a obra dO Bardo
Em cena dois atores e uma banda criam uma espécie de “Word Concert”
O Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues recebe, de 3 de março a 1º de abril de 2018, quinta a domingo, às 19h, A Peça Escocesa. Obra original livremente inspirada na mais curta e mais contundente tragédia de Shakespeare: Macbeth. Em cena Carolina Pismel e Paulo Verlings são acompanhados pela Banda Dagda, criando uma espécie de “Word Concert”. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.
Concebido pelo ator, diretor e produtor Paulo Verlings, o espetáculo trata de ambição, jogos de poder, compensação e cobiça, dando um ponto de vista contemporâneo às personagens Macbeth e Lady Macbeth. Verlings irá lançar-se em uma investigação na busca de uma cena fundida entre a “palavra e a música”, pesquisando um ponto de vista contemporâneo sobre a espetacularização da monarquia. Uma arena de gladiadores contemporâneos se instaurará e o público se deliciará com um arrojado recorte de um épico contemporâneo.
 
A dramaturgia original assinada por Marcia Zanelatto traz à tona vozes subterrâneas criando uma polifonia que transcende a ideia de personagem. O jogo exige deslocamentos diversos dos atores, que dão vozes desde os corcéis do Rei Duncan, decepcionados com a humanidade, até o vozerio sobrenatural das bruxas, passando, é claro, pelos protagonistas da obra original.
– Os clássicos de William Shakespeare continuam presentes no imaginário artístico e universal. Seus enredos, epopeias mirabolantes, personagens construídos meticulosamente e munidos de real humanidade, fascinaram o mundo e atravessaram os séculos. Todos esses desejos e questionamentos sobre o humano, na obra de Shakespeare, é o que nos inspira e move a nos debruçarmos nesse projeto para criarmos uma obra original –, comenta Paulo Verlings.
Mas não é a história de Shakespeare que Verlings e Zanelatto estão encenando. Não é a história de Shakespeare que os espectadores vão assistir. Com A Peça Escocesa a dupla procura dar voz ao que Shakespeare não disse, não pode dizer ou quis dizer nas entrelinhas, nos “espaços”, nas ausências de Lady Macbeth. A dramaturga considera que O Bardo pode ter sido censurado.
– Creio que o melhor trabalho que posso fazer, ao lidar com uma obra prima como Macbeth, é ouvir as vozes subterrâneas, revelar o que não foi dito no clássico – seja por questões sociopolíticas referentes ao Reino Unido do Século 17 ou por opções de estrutura dramatúrgica – e assim transmiti-lo na atualidade. Não quero contar a história ou adaptá-la. Eu quero fazer ouvir a vida interior e arquetípica dos personagens à luz do nosso tempo, uma espécie de peep show da alma, como fizemos em Tristão e Isolda, que marca meu encontro com o Paulo Verlings, sob direção de Guilherme Leme Garcia. Por exemplo, há na estrutura emocional da peça de Shakespeare, além do problema da ambição desmedida, que reinscrevo como uma necessidade de compensação pelo que não se tem (já que a peça está na transição do feudalismo para o capitalismo – o tempo do TER), uma forte questão de gênero, na medida em que todo poder é do homem, Macbeth, mas toda potência é da mulher, Lady Macbeth. Meu processo de trabalho foi examinar em Macbeth, a gênese do homem militar, bélico, talhado para a guerra chegando ao governo com sua marca de matador profissional e completamente paranoico. E reinscrever Lady Macbeth no lugar feminista, levantando a hipótese de sua ação derivar da caça às bruxas: alçar-se à condição de rainha pode ter sido uma estratégia para escapar da fogueira da inquisição. Ou você acha que a relação de Lady Macbeth com as bruxas começa quando ela recebe a carta de Macbeth dizendo que recebeu a predição de que seria rei? Pra mim, e o que quero apresentar ao público, é a hipótese de que Lady Macbeth era da linhagem das bruxas e sua ação foi de resistência. Agora, o que temos a examinar em A Peça Escocesa é o que ocorre quando a resistência feminina decide jogar o jogo patriarcal –, comenta Marcia Zanelatto.
A equipe de artistas criadores conta ainda com Ricco Viana (direção musical), Mina Quental (cenário), Flavio Souza (figurinos), Vini Kilesse (visagismo), Tiago e Fernanda Mantovani (iluminação) e a Banda Dagda é composta pelos músicos Antonio Fischer-Band (teclado), Arthur Martau e Kim Fonseca (guitarras), Pedro Velho (baixo) e Victor Fonseca (bateria).
A Peça Escocesa consolida a parceria entre a dramaturga Marcia Zanelatto e o diretor Paulo Verlings. A dupla iniciou sua ligação no espetáculo Fatal (2016), com o qual Marcia foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor Texto. A parceria mais recente, o espetáculo ELA (2017), está indicado ao Prêmio Shell, concorreu ao Prêmio Cesgranrio de Melhor Texto e Botequim Cultural de Melhor Diretor, sendo vencedor do Prêmio Botequim Cultural de Melhor Texto.
Ficha Técnica
Texto: Marcia Zanelatto
Direção e Concepção: Paulo Verlings
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings
Diretor Assistente: Flávio Souza
Assistência de Direção: Orlando Caldeira
Músicos: Banda Dagda (teclado: Antonio Fischer-Band | guitarras: Arthur Martau e Kim Fonseca | baixo: Pedro Velho | bateria: Victor Fonseca)
Direção Musical: Ricco Viana
Cenário: Mina Quental
Figurinos: Flavio Souza
Desenho e Técnico de Som: Luciano Siqueira
Visagismo: Vini Kilesse
Iluminação: Tiago e Fernanda Mantovani
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotos: Paula Kossatz
Vídeo: Eduardo Chamon
Projeto Gráfico: Raquel Alvarenga
Produção Executiva e Marketing Cultural: Heder Braga
Direção de Produção: MS Arte & Cultura | Aline Mohamad e Gabriel Salabert
 
Serviço
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
Endereço: Av. República do Chile, 230, Centro, Rio de Janeiro / Entrada pela Av. República do Paraguai (próximo ao Metrô e VLT Estação Carioca)
Informações: (21) 3509-9600 / 3980-3815
Temporada: 3 de março a 1º de abril, quinta a domingo, às 19h.
Ingressos: R$ 20 (plateia) e R$ 10 (balcão). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 400 lugares (mais 08 para cadeirantes) Acesso para pessoas com deficiência
Bilheteria de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 60 minutos
JORNAL ALAGOAS