“Gisberta”, com Luis Lobianco, em duas únicas apresentações, nos dias 23 e 24 de março, no Teatro Rival
O espetáculo mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, vítima da transfobia
 
Na TV Globo, “Segundo Sol” marcará a estreia de Luis Lobianco em novelas, no Canal Gloob o ator está no elenco da série infantil “Os Valentins” e na sexta temporada do humorístico “Vai que cola”, no Multishow. No cinema é protagonista do longa-metragem “Carlão e Carlinhos” de Pedro Amorim, ainda sem data de lançamento. Luis Lobianco é também criador dos espetáculos do Buraco da Lacraia, Rival Rebolado e Portátil

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O Teatro Rival Petrobras recebe, nos dias 23 e 24 de março, às 19:30h, o espetáculo “Gisberta, drama musical estrelado por Luis Lobianco que conta a história ainda pouco conhecida de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, na cidade do Porto. As apresentações comemoram o aniversário de 84 anos do Teatro Rival e de 1 ano de temporadas de “Gisberta” pelo Brasil.

Idealizado por ator Luis Lobianco, com direção de produção de Claudia Marques, texto de Rafael Souza-Ribeiro e direção de Renato Carrera, o espetáculo mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, na cidade do Porto, em Portugal. Gisberta atravessou o oceano para buscar um território livre, mas morreu no fundo do poço, afogada em ódio e água. Na ocasião o caso ganhou destaque nas discussões sobre a transfobia em Portugal e Gisberta se tornou (e até hoje é) ícone na luta pela conscientização para uma erradicação dos crimes de ódio contra gays, lésbicas e transexuais. Em 2016, dez anos após a sua morte, Gisberta foi amplamente lembrada em Portugal por meio de inúmeras reportagens. Recentemente, em 14 de fevereiro de 2017, Gisberta deu nome ao primeiro centro de apoio a população LGBT do norte de Portugal, “Centro Gis”, em Matosinhos, distrito do Porto.

“Já o Brasil, na contramão, é um dos países que mais comete crimes de transfobia e homofobia, números que não param de crescer junto com uma onda conservadora de intolerância com as diferenças. Se não conseguimos mudar as leis que não nos protegem, que a justiça seja feita no teatro, com música e luzes de Cabaré. Que venham as identidades de humor, gênero, drama, música, tragédia e redenção. O caso de Gisberta não é conhecido por aqui e decidi que Gisberta vai reviver a partir da arte e será amada pelo público.” – comenta Luis Lobianco

Para contar a história de Gisberta, que é praticamente desconhecida no Brasil e que é também a história de tantas outras vítimas da transfobia, Luis Lobianco interpreta vários personagens com texto concebido a partir de relatos obtidos em contatos pessoais com a família de Gis, do processo judicial, de visitas ao local da tragédia e por onde Gisberta passou. De forma muito delicada, a peça transita entre dois gêneros: o humor, pois Gisberta era uma pessoa muito alegre e divertida, e o drama. Em cena, três músicos acompanham o ator: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz).

“Gisberta não está em cena, o Luis Lobianco não interpreta a Gis, mas nós chegamos bem perto dela.” – afirma o diretor Renato Carrera

“Eu sou em cena o contador da história de Gisberta. Para que o público sinta a sua presença e ausência uso todos os recursos que posso para criar empatia a ponto de tê-la como alguém muito íntima, uma amiga querida.” – diz Luis Lobianco

Uma breve história de Gisberta

Caçula de uma família com oito ainda na infância Gisberta dava sinais de que estava num corpo que não correspondia à sua identidade. Após a morte do pai, deixou os cabelos crescerem definitivamente. Em 1979, aos 18 anos, quando suas amigas morriam assassinadas, na capital paulista, com medo de ser a próxima vítima, deixou o Brasil rumo a Paris. Mais tarde, já depois de realizar tratamento hormonal e fazer implante de silicone nos seios, mudou-se para o Porto, no Norte de Portugal. Muito alegre e divertida, rapidamente enturmou-se na cena gay local. Fazia apresentações em bares e boates. Por 10 anos foi a estrela brasileira da noite portuense. Sem muito jeito com qualquer tipo de liberdade viveu tudo o que nunca experimentou de forma voraz: cantou de Vanusa a Marilyn, bebeu, fumou, cheirou, amou e adoeceu no cabaré. Foi muito feliz, tinha muitos amigos e admiradores. Poupava energia para as cartas e fotos que mandava para a família, queria garantir que estava segura. Um dia os seus dois cães fugiram de casa e foram atropelados na sua frente. Gis definhou de depressão e Aids. Perdeu os cabelos conquistados e o visto de imigrante, passou a vestir trapos sem gênero e foi morar na rua. Num prédio abandonado foi encontrada, no final de 2005, por um grupo de 3 meninos mantidos pela Oficina de São José, uma instituição religiosa da vizinhança. No início as crianças ofereceram comida e agasalho, mas a lógica do grupo se converteu em um ódio súbito e inexplicável quando outros 11 meninos se juntaram ao grupo inicial. A partir de 15 de fevereiro de 2006, Gisberta sofreu vários dias de tortura e finalmente, acreditando que ela estava morta, foi jogada ainda com vida dentro de um poço cheio de água. Conclusão do processo: morte por afogamento. Gis, como ela gostava de ser chamada, já vivia sufocada, sua morte foi síntese da sua vida – culpa do ódio e não da água.

“O mundo passa por uma grande crise de identidade: o que somos essencialmente e onde podemos viver o que somos? Refugiados podem ser inteiros fora de seus territórios sem inspirarem ameaça? Há liberdade para indentidade de gênero mesmo que se tenha nascido em um corpo de outro sexo? Gays podem se amar sem exposição à violência? A reação para o rompimento com padrões sociais é uma explosão de violência cotidiana sem precedentes. Quanto mais ódio, mais a afirmação da identidade se impõe. No ar a sensação de um grande embate mundial iminente – não tem mais como se esconder no armário. Ser livre ou servir à intolerância: eis a questão.” – comenta Lobianco

Trajetória do espetáculo “Gisberta”

“Gisberta” estreou nacionalmente no dia 1º de março de 2017, no CCBB Rio de Janeiro, onde permaneceu em cartaz até 30 de abril. Em junho fez temporada no Teatro Dulcina, casa histórica no corredor cultural da Cinelândia, Centro do Rio. Em novembro de 2017 fez temporada no CCBB Brasília e em janeiro de 2018 no CCBB Belo Horizonte. Ainda em 2018 fará temporada em São Paulo e em 2019 fará temporadas em Lisboa e Porto.

Luis Lobianco, ator de teatro, cinema, TV e internet

Nascido no Rio de Janeiro, Luis Lobianco faz teatro desde 1994. Em 2012, se formou na CAL e foi dirigido por nomes, como: Aderbal Freire-Filho, Moacyr Chaves, Marcelo Saback e Ruy Faria; atuando em mais de 30 montagens teatrais até hoje. Também foi criador dos espetáculos do Buraco da Lacraia, Rival Rebolado e Portátil, todos em cartaz atualmente. Lobianco também é ator fixo do canal Porta dos Fundos desde sua criação há quatro anos. No cinema já esteve em dez produções entre 2012 e 2017. Lobianco foi indicado ao prêmio F5 da Folha de São Paulo por seu trabalho para TV, como o protagonista de “O Grande Gonzalez”, coprodução da FOX com o Porta dos Fundos. Em 2018: É protagonista do longa-metragem “Carlão e Carlinhos”, de Pedro Amorim, ainda sem data confirmada. Está na segunda temporada da série infantil “Os Valentins”, do canal Gloob, que estreia dia 12 de março, interpretando o vilão Randolfo, ao lado de Claudia Abreu, Guilherme Weber e Guida Vianna. Esta na sexta temporada do “Vai que cola”, do Multishow. Na TV Globo, “Segundo Sol” marcará sua estreia em novelas.

“O Buraco da Lacraia é um projeto que mudou minha vida. Uma ocupação teatral que desenvolve uma linguagem artística completamente nova, diferente de tudo, e ainda me deu uma família artística! É um projeto artesanal, muito respeitado e o lucro é na alma, não no bolso. É o meu brinquedo preferido mas também uma das coisas mais sérias que fiz na vida.” – comenta Luis Lobianco

Ficha técnica

Atuação: Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Músicos: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz)
Pesquisa Dramatúrgica: Luis Lobianco, Renato Carrera e Rafael Souza-Ribeiro
Investigação: Luis Lobianco e Rafael Souza-Ribeiro
Trilha Sonora e músicas compostas: Lúcio Zandonati
Iluminação: Renato Machado
Cenário: Mina Quental
Figurino: Gilda Midani
Preparação Vocal: Simone Mazzer
Direção de Movimento: Marcia Rubin
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos de divulgação: Elisa Mendes
Produção: Fabrica de Eventos
Idealização: Luis Lobianco

Serviço

“Gisberta”
com Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Sinopse: A peça mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006 na cidade do Porto, em Portugal.
Local: Teatro Rival. Rua Alvaro Alvim, 33, Centro do Rio (Próximo ao VLT e Metrô Cinelândia)
Informações/tel.: (21) 2240-4469
Únicas apresentações: 23 e 24 de março, às 19:30h
Ingressos / Vendas antecipadas a partir do dia 02/03: R$ 40,00 e R$ 20,00 e a partir do dia 12/03: R$ 50,00 e R$ 25,00
Horário da Bilheteria: Terça a sexta das 13h às 21, sábados e feriados das 16h às 22h
Site de venda pela internet – http://www.eventim.com.br
Site do Teatro Rival – www.rivalpetrobras.com.br
Classificação 14 anos
90 minutos

O Diário de Jim estreia no Teatro Arthur Azevedo
Inspirado no filme “O diário de um adolescente” o espetáculo trás uma encenação moderna e levanta a bandeira numa campanha contra o uso de drogas.
O monólogo escrito e dirigido por Jadson Rodrigues , trás os conflitos de Jim ( Treison Lohan) um adolescente, filho de pais separados, que depois de sofrer Bullying por ser virgem acaba se envolvendo em muitos problemas, além de cair no universo das drogas e se tornar um viciado Jim , acaba sendo preso ,internado e até mesmo passa a fazer programas em troca de entorpecentes.
Jim vive uma fase cheia de problemas e decepções na adolescência e tenta junto com a mãe se incluso novamente na sociedade. Mas quando os problemas do adolescente está quase chegando ao fim a morte de sua mãe , trás uma reviravolta para o espetáculo.
Treison Lohan interpreta o personagem Jim nesse monólogo desafiador, com um cenário que trás o espectador para uma realidade que poucos conhecem ou não querem enxergar , o ator leva o drama desse jovem para os teatro do Rio de janeiro com a intenção de mostrar que as drogas pode sim ser um rumo sem voltas.
Depois de estrear no Teatro Gonzaguinha, em Fevereiro, “O diário de Jim ” entra em cena no Teatro Arthur Azevedo-Cg, e em seguida segue para o segundo maior festival de Teatro do País (FRINGE). A peça ainda seguira para Minas  Gerais, Angra dos Reis e no segundo semestre para São Paulo.
O diretor Jadson Rodrigues revelou que, quis deixar uma peça limpa , com muita clareza para que todo o público pudesse entender de forma clara a questão tratada em cena, e que a ideia de tudo se passar no quarto do adolescente ,é por ele achar que esse cantinho que um garoto chama de seu, trás muitos segredos, e também resgata todos os sentimentos já vividos no local.
Local: Teatro Arthur Azevedo – (Rua Vitor Alves 454)
Dias 16, 17 e 18 de Março às 20h
Bilheteria: R$ 20,00(Inteira) R$10,00 (Meia).
Atuação: Treison Lohan
Texto : Jadson Rodrigues e Treison Lohan
Direção : Jadson Rodrigues
Classificação: 16 anos.
17/3 – Parque Das Ruínas – Banca de Livros comemora o Mês da Mulher

Banca de Livros comemora o Mês da Mulher com “Literatura e Diversidade”, no Parque das Ruínas, Santa Teresa, RJ

No Mês da Mulher, o projeto Banca de Livros promove “Literatura e Diversidade”, bate-papo literário, dia 17/3, sábado, às 14h no Parque das Ruínas, em Santa Teresa. Realização da Alternativa Cultura. Entrada franca.

Para o evento foram convidados 4 escritores de diferentes correntes literárias: Carol Dall Farras, Elisa Ottoni, Letícia Brito e Marco Simas. A mediação será de Natália Natalino.

O encontro pretende proporcionar um espaço para a troca de experiências entre os participantes. Além disso, apresentar ao público o trabalho dos escritores.

PARTICIPANTES:

Carol Dall Farras

É estudante de Geografia pela UFRJ, slammer e rapper. Nascida e criada em Duque de Caxias, suas letras podem ser consideradas denúncias dos descasos vividos pela população preta, pobre e periférica. Vencedora da 1ª edição do Slam das Minas RJ, dentre outros.

Foto Elisa Ottoni

Elisa Ottoni
É contadora de histórias e escritora. Lançou em 2017, pelo Clube dos Autores, seu primeiro livro de crônicas poéticas: “Despertador”. Elisa escreve sobre o despertar feminino em meio à vida bruta das cidades. Estudante de Artes Cênicas pela Unirio e mediadora do projeto Banca de Livros, palavra e palco se confundem e a busca da poeta se relaciona com encontrar um corpo em movimento para a poesia.

 


Letícia Brito

Dedica-se à poesia falada (spoken word/ poetry slam) e às micro revoluções político-sociais onde a poesia incinera, afaga, afeta e transforma. Lançou o livro “Senário”, com produção independente e também o livreto “Da lama ao slam”. Lançou também o disco de spoken “Senário ou Paralelepípedo Poético Para Quebrar Vidraças Literárias”.

Como produtora da cena carioca de slam e sarau já fez: Mulherau, Pizzarau, Batalha da Pizza, Tagarela e atualmente integra a produção e realização do Slam das Minas RJ.

Em 2017, representou o Brasil no Rio Poetry Slam, que acontece na Festa Literária das Periferias (Flup) e reuniu 12 poetas competidores de diferentes países. Integra também as antologias “on dystopia”, organizada por Porsha e “on sisterhood”, organizada por Melissa Lozada, com poemas em português e inglês.

Foto Marco Simas

Marco Simas

Cineasta, escritor e roteirista. Mineiro de Nepomuceno, radicado há muitos anos no Rio de Janeiro. Sempre ligado ao cinema, como roteirista e diretor, realizou vários filmes de curta-metragem, entre eles, os premiados “Um dia, Maria”, “Solo do Coração” e “Com o andar de Robert Taylor”. É ainda autor dos livros “Barbara não quer perdão”, “Último Trem” e “Aqui Estamos Nós – Identidade”. Aborda, em seus livros, questões como marginalização, violência, preconceito e adversidades.

SERVIÇO

Bate-papo: “Literatura e Diversidade” 

DIA 17 de março, sábado, às 14h

LOCAL: Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas

ENDEREÇORua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa, Rio de Janeiro – RJ

TELEFONE:  (21) 2215-0621/ 2229-3922

ENTRADA FRANCA

CLASSIFICAÇÃO: livre

BANCA DE LIVROS
www.bancadelivros.com

Alfredo Dias Gomes comemora 25 anos como baterista solo em seu nono CD de carreira

Tendo acompanhado, até 1993, shows e gravações de artistas como Ivan Lins e Hermeto Pascoal, dentre muitos outros, músico carioca lança “JAM”, CD totalmente autoral, dedicado ao JAZZ ROCK e masterizado por Alex Gordon no Abbey Road Studios, com lançamento exclusivo para streaming e plataformas digitais

 

foto Alfredo dias Gomes – creditos Thiago Kropf

Com longa carreira a serviço de estrelas da música brasileira, o baterista Alfredo Dias Gomes decidiu, a partir de 1993, se dedicar a sua maior aspiração: trilhar próprios rumos, compondo e gravando suas maiores influências. Foi quando deixou de integrar a banda de Ivan Lins, com quem viajou o mundo inteiro, para passar a reger de forma independente as próprias baquetas. Desde então, após noves trabalhos solos (8 álbuns e 1 single) e uma vídeo-aula (“Exercícios e Ritmos”, de 1998), o músico carioca está comemorando os 25 anos de sua proclamação com o CD “JAM”, gravado em seu próprio estúdio, na Lagoa,  por Thiago Kropf, e masterizado por Alex Gordon no mítico Abbey Road Studios, de Londres. O novo disco reúne toda a sinergia do jazz rock, grande influência do baterista desde a adolescência, e traz dois exímios instrumentistas: o contrabaixista Marco Bombom (da lendária Conexão Japeri, de Ed Motta) e o guitarrista Julio Maya, com quem Alfredo tocou no início de carreira, convidando-o posteriormente para participar dos seus primeiros discos solo, “Serviço Secreto” (1985), “Alfredo Dias Gomes” (1991) e “Atmosfera” (1996). Com lançamento exclusivo em plataformas digitais, o CD já se encontra disponível para download e streaming no iTunes, Spotify, Napster e CD Baby.

O CD “JAM” abre com “The Night”, faixa surgida a partir de criações do baterista no teclado e composta exclusivamente para a formação bateria, baixo, guitarra e teclado. Na sequência, “Dream Aria” exalta o acaso e a espontaneidade: nascida de um groove no teclado à espera da banda chegar, a música teve a bateria definitiva gravada antes mesmo de nascer a melodia e se gravar os outros instrumentos. Em seguida, o baterista sintetiza em “High Speed” suas grandes influências setentistas: Billy Cobham, Mahavishnu Orchestra, The Eleventh House. A faixa “Spanish” foi pensada em destacar o baixo, com a melodia e o solo de “baixolão” do Marco Bombom. Única música “pronta” do disco, “Jazzy” ganhou releitura para esta formação, já tendo sido gravada pelo baterista em 2005 no seu Cd “Groove”. A faixa-título “JAM”, primeira a ser gravada, foi concebida exatamente conforme o nome: uma jam session, composta com arranjos na hora dos takes com Maya e Bombom. A faixa solo “Experience”, também criada a partir de frases no teclado pelo baterista, termina com um solo livre de bateria utilizando afinação diferente, mais aguda do que costuma usar. Após o disco já concluído – inclusive já masterizado! – o baterista incluiu “The End”, sentindo a necessidade de uma música do trio tocando ao mesmo tempo, encerrando uma jornada concebida no improviso e no virtuosismo.

Nascido no Rio de Janeiro, em 1960, Alfredo Dias Gomes estreou profissionalmente na Música instrumental aos 18 anos, tocando na banda de Hermeto Pascoal. Gravou o disco “Cérebro Magnético” e tocou em inúmeros shows, com destaque para o II Festival de Jazz de São Paulo e o Rio Monterrey Festival.  Alfredo tocou e gravou com grandes nomes da música instrumental como Márcio Montarroyos, Ricardo Silveira, Torcuato Mariano, Arthur Maia, Nico Assumpção, Guilherme Dias Gomes, Luizão Maia, entre outros.  Na MPB e no Rock, tocou com Ivan Lins, participou do grupo Heróis da Resistência, tocou e gravou com Lulu Santos, Ritchie, Kid Abelha e Sergio Dias, entre outros.

Completam sua discografia Tributo a Don Alias (2017), Pulse (2016), Looking Back (2015), Corona Borealis (2010), Groove (2005), Atmosfera (1996, com participações de Frank Gambale e Dominic Miller); Alfredo Dias Gomes (1991, com a participação especial de Ivan Lins) e o single Serviço Secreto, de 1985.

 

CD JAM – Alfredo Dias Gomes – Links para download ou streaming

 

https://open.spotify.com/album /7h8bvSNrmKr0aU0b65Gnv3

https://us.napster.com/artist/ alfredo-dias-gomes/album/jam

https://itunes.apple.com/br/al bum/jam/1321749461 

https://store.cdbaby.com/cd/al fredodiasgomes9

 

  • FICHA TÉCNICA
  • Alfredo Dias Gomes
  • Bateria e Teclados
  •  
  • Julio Maya
  • Guitarra
  •  
  • Marco Bombom 
  • Baixo e Acoustic Bass Guitar
  •  
  • Gravado e mixado por
  • Thiago Kropf no ADG STUDIO
  •  
  • Masterizado por
  • Alex Gordon no ABBEY ROAD STUDIOS 
  •  
  • Produzido por
  • Alfredo Dias Gomes
  •  
  • Programação Visual
  • Rec Design 
Capa da Sexy, a japa Elga Shitara quer roubar o lugar da Sabrina Sato  

Depois de ficar peladinha e estampar a revista Sexy, Elga Shitara sonha com programa de televisão. É que a japa tem como referência a apresentadora Sabrina Sato, que também começou a carreira dançando e logo estampou uma revista masculina.

 

“A Sabrina é uma deusa, uma mulher incrível, completa! Ela já fez de tudo na televião, dançou, participou de reality show, integrou equipe de humorístico e, hoje, ela brilha em duas escolas de samba e ainda é dona do próprio programa. Muita gente não acreditou, mas ele chegou lá. Eu sonho com um programa infantil ou voltado para animais, para proteção dos bichinhos. Um público bem diferente do dela”, revelou a japa.

 

Elga comparou a sua beleza com a da apresentadora, e claro, falou ainda sobre o boy que logo subirá ao altar com Sabrina Sato, o ator Duda Nagle.

 

“Sou tão gostosa quanto. Sempre tem alguém que faz uma brincadeira, uma ‘piada’ comparando nós duas. O Duda é o cara ideal para ela, de longe ele é o melhor homem que a Sabrina já teve. Além de lindo, cuida dela com tanto carinho… Pensa nos filhos, na beleza dessas crianças?”, disse.

Trio Aquarius abre as homenagens aos 90 anos de Edino Krieger

Trio Aquarius abre as comemorações dos 90 anos do compositor Edino Krieger, quinta-feira, 8 de março, na Casa Museu Eva Klabin

Formado por Flávio Augusto (piano), Ricardo Amado (violino) e Ricardo Santoro (violoncelo), trio abre também as comemorações dos 20 anos da série “Concertos de Eva” e vão interpretar “Estudos Intervalares”, nunca antes executada na íntegra, dentre outras

Trio Aquarius e Edino Krieger (creditos Jo Viente)

No próximo dia 8 de março, quinta-feira, às 20h, o Trio Aquarius fará o primeiro concerto da série de homenagens aos 90 anos do compositor Edino Krieger, na Casa Museu Eva Klabin. Até o dia 17 de março, data de seu aniversário, serão promovidos outros concertos comemorativos no Centro de Artes da UFF, na Escola de Música da UFRJ, na Sala Cecília Meireles e na Casa do Choro. Inaugurando também as comemorações dos 20 anos do Concertos de Eva, os músicos Flávio Augusto (piano), Ricardo Amado (violino) e Ricardo Santoro (violoncelo) vão interpretar os oito “Estudos Intervalares”, nunca antes executados na íntegra, dentre outra raridades.

Flávio Augusto, Ricardo Amado e Ricardo Santoro encontraram-se pela primeira vez em 1991, e, desde então, vêm desenvolvendo ininterruptamente um trabalho de alta qualidade, que coloca o Trio Aquarius entre os melhores e mais destacados conjuntos de câmara do Brasil.  Logo em seu primeiro ano de existência, o Trio Aquarius obteve o terceiro lugar no mais importante concurso de música erudita do Brasil, o Prêmio Eldorado de Música – SP. Desde então, sua carreira tomou grande impulso, destacando-se suas apresentações à frente da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica de Campinas, quando executaram o Concerto Tríplice de Beethoven.

Em 1999, o Trio Aquarius foi o grande vencedor do II Concurso Nacional de Música de Câmara “Henrique Nirenberg”, realizado na Escola de Música da UFRJ Com um repertório que inclui clássicos do século XVIII até compositores contemporâneos, o Trio Aquarius tem como um de seus principais objetivos a divulgação da música brasileira de todas as épocas.  Para tanto, já gravou dois CDs, com obras de Nestor de Hollanda Cavalcanti, Villani-Côrtes, Henrique Oswald, Guerra-Peixe e Francisco Braga. Na Alemanha, o Trio Aquarius se apresentou em Hannover – representando o setor cultural do Brasil na EXPO-2000 – e na “Haus Der Kulturen Der Welt”, em Berlim, em concertos com transmissão ao vivo para vários países da Europa pela televisão. Nos Estados Unidos, participou de uma turnê por quatro cidades, levando a música brasileira a Nova York, Washington, Denver e Selinsgrove.

Em 2009, o Trio Aquarius foi o trio escolhido pela direção do Museu VillaLobos para fazer a inédita integral no Brasil dos trios de Heitor Villa-Lobos, dentro das comemorações oficiais do 50º aniversário de morte do maestro, na Sala Cecília Meireles. Em 2011, o compositor Edino Krieger dedicou a sua obra “Trio Tocata” ao Trio Aquarius, que fez a estreia mundial na 19ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea do mesmo ano.

 

SERVIÇO:

08/03/2018 – Quinta-feira – Trio Aquarius faz homenagem aos 90 anos de Edino Krieger

Local: Casa Museu Eva Klabin

Horário: 20h

Endereço:  Av. Epitácio Pessoa, 2480 – Lagoa

Ingressos: R$50 e R$25 (idosos e estudantes)

Informações: (21) 3202-8550

Programa Edino Krieger

ESTUDOS INTERVALARES
NINA
SONATINA
TRIO TOCATA (Dedicado ao Trio Aquarius)

Opus 1 para violino solo

O Último Show dos Primos no Rival

Quatro primos. Uma banda. Um show. A banda Primos é a atração deste sábado, 03 de março, no Teatro Rival Petrobras. O show é cedinho, às 17h30. Com o CD “O Mundo não precisa ser tão sério”, o grupo carioca de Pop Rock apresenta um trabalho autoral que conta com 12 músicas, que incluiu os sucessos como “Deixe tudo pra lá”, “Que Clima”, “Falta Alguém”, “Eu quero Paz”, “Porões da Ditadura”.

Formada pelos primos – de verdade – Renata Muniz, Fabinho Azevedo, Marquinhos Azevedo e por Léo Muniz, produtor musical, compositor, arranjador, instrumentista e cantor, a banda participou de diversos festivais, tocou nas mais importantes casas da região Sudeste. Mas, quando cada integrante resolveu dar novos rumos à vida em 2006, a banda sumiu dos palcos. Em 2017, eles retornaram com um projeto que vem arrastando uma legião de fãs saudosos: “O último show dos Primos” que, inclusive, tem sido feito produzido e realizado graças a uma “vaquinha virtual” por meio de campanha de financiamento coletivo.

As músicas autorais são compostas Léo Muniz e caíram na boca do povo. Mas neste projeto, Primos “toca de tudo” e apresenta um set animadíssimo feito para dançar. O repertório é Pop Rock nacional e também traz músicas consagradas deLulu, Tim Maia, Barão Vermelho, Capital Inicial, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, entre outros.

 Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 03 de março (Sábado). Horário: 17h30. Abertura da casa: 17h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô: Estação Cinelândia

Ingressos: R$120/R$60 (meia*) Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j
Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública, Pessoas que levarem 1kg de alimento não perecível

 

 

MOSTRA SOBRE A CINEASTA MARGARETHE VON TROTTA APRESENTA FILMES PREMIADOS E INÉDITOS

MOSTRA SOBRE A CINEASTA MARGARETHE VON TROTTA APRESENTA FILMES PREMIADOS E INÉDITOS NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

Além da exibição de 10 longas-metragens, serão realizados encontros e debates, tudo com entrada franca

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 6 a 18 de março de 2018 (terça-feira a domingo), a mostra O Cinema de Margarethe Von Trotta, que exibirá 10 longas-metragens da premiada diretora alemã em sessões gratuitas. A curadoria é de Lívia Perez e o projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

O Mundo Fora do Lugar

Uma das mais importantes cineastas contemporâneas, Margarethe Von Trotta registrou temas marcantes da vida política da Alemanha do século XX, sempre através de grandes personagens femininos. De maneira a debater aspectos temáticos e estéticos de sua obra, a programação inclui quatro debates e encontros que também proporcionarão uma reflexão sobre história, política e as mulheres nos filmes da diretora.

Iniciando na semana do “Dia internacional da mulher”, a retrospectiva oferece ao público a oportunidade de conhecer amplamente a obra de Von Trotta, que retratou a vida de mulheres marcantes em filmes como Rosa Luxemburgo (1985), biografia da lendária ativista política do início do século XX; Visão – Sobre a Vida de Hildegard Von Bingen (2009), sobre a freira visionária e compositora; e Hannah Arendt (2012), sobre a filósofa e teórica política; todos estrelados por Barbara Sukowa, uma das atrizes preferidas da cineasta. Sukowa, inclusive, conquistou os prêmios de Melhor Atriz no Festival de Cannes, por Rosa Luxemburgo, e no Festival de Veneza, por Os Anos de Chumbo (1981), primeiro grande sucesso de Von Trotta, vencedor também do Leão de Ouro em Veneza.

Entre os destaques da mostra estão ainda A Honra Perdida de Katharina Blum (1975), seu primeiro filme, codirigido com Volker Schlöndorff; As Mulheres de Rosenstrasse (2003), inspirado em um episódio da resistência dos alemães durante o regime nazista; e o inédito A Caminho da Loucura (1983), estrelado por Hanna Schygulla e Angela Winkler.

“Apesar de muitas vezes ser rotulada como cineasta do engajamento, os filmes de Von Trotta vão além da estrutura política, explorando também dimensões do feminino, da existência e da poética”, comenta a curadora Lívia Perez.

Atividades extras:

Como parte da programação, serão realizados quatro encontros durante a mostra, às quintas e sábados, às 19h30, sempre com mediação da curadora Livia Perez. No dia 8 de março (quinta), Dia Internacional da Mulher, logo depois da exibição de As Mulheres de Rosenstrasse, a pesquisadora e crítica de cinema Samantha Brasil, curadora do Cineclube Delas e integrante do podcast Feito por Elas, e Maria Caú, formada em Cinema pela UFF e doutora em Literatura Comparada pela UFRJ, ambas integrantes do Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema, conversam sobreAs mulheres de Margarethe Von Trotta.

 

No dia 10 (sábado), a escritora e professora de filosofia Susana de Castro debate com o público, após a sessão de Hannah Arendt. No dia 15 (quinta), o tema do encontro após a exibição de Rosa Luxemburgo é Mulheres, História e Política na obra de Margarethe von Trotta, com a convidada Isabel Wittman, crítica de cinema, membra do Elviras, roteirista, jornalista. O último evento, no dia 17 (sábado), será o encontro O cinema de Margarethe Von Trotta, com a participação da crítica de cinema, roteirista e jornalista Lorenna Montenegro.

Sobre a cineasta:

Margarethe Von Trotta nasceu na Berlim de 1942, em plena Segunda Guerra Mundial. Iniciou sua carreira de atriz, em 1965, no Teatro de Stuttgart, e estreou no cinema em 1967, no filme Tränen trocknet der Wind, de Heinz Gerhard Schier. Foi uma das atrizes mais destacadas do Novo Cinema Alemão, tendo atuado, até 1981, em cerca de 15 filmes de diretores como Rainer Fassbinder e Volker Schlöndorff, com quem se casou em 1971. Em 1975, tornou-se roteirista e diretora ao assinar com seu marido a direção do filme A Honra Perdida de Katharina Blum. Sua primeira direção solo foi em 1977, com O Segundo Despertar de Christa Klages.

A filmografia de Margarethe Von Trotta como cineasta é composta de 26 obras realizadas para o cinema e para a TV, sendo que apenas cinco longas-metragens foram exibidos comercialmente no Brasil: A Honra Perdida de Katharina BlumOs Anos de ChumboRosa LuxemburgoA Promessa e Hanna Arendt.

Margarethe Von Trotta conquistou diversos prêmios em festivais internacionais, como o prêmio da OCIC no Festival de San Sebastián, em 1975, por A Honra Perdida de Katharina Blum; o Grande Prêmio do Festival Internacional de Mulheres de Créteil, em 1979, por O Equilíbrio da Felicidade; o Leão de Ouro no Festival de Veneza e o David di Donatello de melhor filme estrangeiro por Os Anos de Chumbo, em 1981; o prêmio de melhor filme da Academia da Alemanha, em 1986, por Rosa Luxemburgo; o prêmio da OCIC no Festival de Berlim, em 1983, por A Caminho da Loucura; o prêmio do júri Ecumênico e do público no Festival de Montreal de 1993, por O Longo Silêncio; e o prêmio David di Donatello de melhor filme europeu de 2004, por As Mulheres de Rosenstrasse.

“Os personagens que me atraem são sempre mulheres fortes que também têm momentos de fraqueza. Portanto, eu nunca tento fazer delas heroínas. Ao invés disso, eu mostro como elas lutaram para encontrar seu próprio caminho, como se colocaram lá fora e o quanto tiveram que engolir para se encontrar. Eu sou fascinada pela maneira como elas superam obstáculos para alcançar seus objetivos”, disse Margarthe Von Trotta em uma entrevista para o site Spirituality Practice.

Outras informações sobre a mostra, fotos e sinopses dos filmes exibidos, podem ser acessadas no endereço https://www.facebook.com/doctela/

 

Programação:

6 de março (terça-feira)

17h – O Segundo Despertar de Christa Klages (Alemanha,1978), de Margarethe von Trotta, 93 min, DVD, 14 anos

19h – Visão – Sobre A Vida de Hildegard von Bingen (Alemanha/França, 2009), de Margarethe von Trotta, 110 min, blu-ray, 14 anos

7 de março (quarta-feira)

16h – Rosa Luxemburgo (Alemanha,1986), de Margarethe von Trotta, 123 min, DVD,14 anos

19h – Hannah Arendt (Alemanha/França/Israel, 2012), de Margarethe von Trotta, 100 min, blu-ray,14 anos

8 de março (quinta-feira)

17h – As Mulheres de Rosenstrasse (2003), de Margarethe von Trotta, 135 min, 14 anos

19h30 – Encontro As mulheres de Margarethe von Trotta Convidadas, com Samantha Brasil e Maria Caú. Mediação: Lívia Perez

9 de março (sexta-feira)

17h – A Honra Perdida de Katharina Blum (Alemanha,1975), de Margarethe von Trotta, 106 min, bluray, 16 anos

19h – Os Anos de Chumbo (Alemanha,1981), de Margarethe von Trotta, 107 min, DVD, 16 anos

10 de março (sábado)

15h – A Promessa (Alemanha,1994), de Margarethe von Trotta, 115 min, blu-ray, 16 anos

18h – Hannah Arendt (Alemanha/França/Israel, 2012), de Margarethe von Trotta, 100 min, blu-ray,14 anos + Debate com Susana de Castro. Mediação: Lívia Perez

11 de março (domingo)

16h – A Promessa (Alemanha,1994), de Margarethe von Trotta, 115 min, blu-ray, 16 anos

18h30 – As Mulheres De Rosenstrasse (2003), de Margarethe von Trotta, 135 min, 14 anos

13 de março (terça-feira)

17h – O Mundo Fora do Lugar (Alemanha, 2014), de Margarethe von Trotta, 101 min, blu-ray, 14 anos

19h – Visão – Sobre A Vida de Hildegard von Bingen (Alemanha/França, 2009), de Margarethe von Trotta, 110 min, blu-ray, 14 anos

14 de março (quarta-feira)

17h – Os Anos de Chumbo (Alemanha,1981), de Margarethe von Trotta, 107 min, DVD, 16 anos

19h – A Caminho da Loucura (Alemanha/França,1983), de Margarethe von Trotta, 105 min, blu-ray,16 anos

15 de março (quinta-feira)

17h – Rosa Luxemburgo (Alemanha,1986), de Margarethe von Trotta, 123 min, DVD,14 anos

19h30h – Encontro Mulheres, História e Política na obra de Margarethe von Trotta, com Isabel Wittman. Mediação: Lívia Perez

16 de março (sexta-feira)

17h – A Honra Perdida de Katharina Blum (Alemanha,1975), de Margarethe von Trotta, 106 min, bluray, 16 anos

19h – O Segundo Despertar de Christa Klages (Alemanha,1978), de Margarethe von Trotta, 93 min, DVD, 14 anos

17 de março (sábado)

15h – A Caminho da Loucura (Alemanha/França,1983), de Margarethe von Trotta, 105 min, blu-ray,16 anos

18h – Os Anos de Chumbo (Alemanha,1981), de Margarethe von Trotta, 107 min, DVD, 16 anos + Encontro O cinema de Margarethe Von Trotta, com Lorenna Montenegro e Lívia Perez

18 de março (domingo)

17h – O Mundo Fora do Lugar (Alemanha, 2014), de Margarethe von Trotta, 101 min, blu-ray, 14 anos

19h – Hannah Arendt (2012), de Margarethe von Trotta, 100 min, 14 anos

 

  • Serviço:
  • Mostra O Cinema de Margarethe Von Trotta
  • Entrada franca (Distribuição de senhas 1h antes do início da sessão)
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Data: de 6 a 18 de março de 2018 (terça-feira a domingo)
  • Horários: Consultar programação
  • Lotação:  78 lugares (mais 3 para cadeirantes)
  • Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Classificação Indicativa: Consultar programação
  • Acesso para pessoas com deficiência
  • Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
Musa fitness, Gabriela Bayerlein vira emoji EUA e arrecada fundos para MISS CADEIRANTE

Com quase 400 mil seguidores no Instagram e mais de 500 mil curtidas em sua página no Facebook, Gabriela Bayerlein virou emoji nos Estados Unidos. É que o maior número de fãs da gata está concentrado no país do Tio Sam, com isso, logo uma empresa procurou pela musa com a proposta de transformá-la em emoji, tendo parte da renda revertida para uma causa social escolhida por ela.

Gabriela Bayerlein

“Fiquei muito feliz quando recebi o convite, recebi a proposta como reconhecimento ao meu trabalho. Eu devo tudo aos meus fãs, aos amigos que me acompanham e que são responsáveis por tudo o que venho colhendo de frutos do meu trabalho. Não foi nada fácil chegar aqui, mas eu nunca pensei em desistir”, revelou.

Gabriela escolheu a Miss Universo Cadeirante 2017, Kaká Sampaio, que ficou tetraplégica em um acidente de carro em 2015, para receber parte da renda do aplicativo que logo estará disponível. A Miss precisa fazer um tratamento de células tronco na Tailândia, que tem o custo de R$100 mil.

“A Kaká é uma menina linda, de um coração enorme e uma fé inabalável. O que me chamou a atenção e despertou o interesse em ajuda-la foi o fato dela nunca se colocar como vitima de nada. Ela é uma guerreira e tenho certeza que usará esse dinheiro de forma consciente e assim ajudará outras pessoas a acreditarem que é possível sim, superar e continuar”, contou a musa fitness.

 

William Shakespeare, HAMLET,  reestreia dia 9 de março, na Fundição Progresso 
Versão cênica de Paulo de Moraes para a obra-prima de William Shakespeare, HAMLET, 
reestreia dia 9 de março, na Fundição Progresso (Espaço Armazém), Centro do Rio
“Trata-se de uma montagem histórica para o teatro nacional. Patrícia Selonk tem um desempenho monumental, construção de carne, afeto, razão desmedida, impossibilidade, flerte com o desejo humano desvairado de absoluto.” – Tânia Brandão, blog Folias Teatrais

O Espaço Armazém recebe, de 9 a 18 de março, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h, HAMLET, espetáculo indicado ao Prêmio Shell-RJ em 3 categorias (direção, cenário e iluminação) e ao Prêmio APTR em 7 categorias (espetáculo, direção, atriz protagonista, atriz coadjuvante, iluminação, cenário e figurino), vencedor do Prêmio Cenym de melhor atriz (Patrícia Selonk) e melhor companhia e também vencedor do Prêmio Cesgranrio de melhor iluminação (Maneco Quinderé). Partindo da obra fundamental de Shakespeare, a ideia geral da Armazém Companhia de Teatro foi de encontrar um Hamlet do nosso tempo. Um Hamlet cheio de som e fúria. Não numa atualidade forçada, mas ressaltando aspectos da obra que dialogam com esse coquetel de conflitos contemporâneos que vemos todos os dias jorrando nas grandes cidades do mundo. Sete atores e atrizes dão vida aos personagens de Shakespeare: Patrícia Selonk (Hamlet), Ricardo Martins (Claudius), Marcos Martins (Polonius/Coveiro), Lisa Eiras (Ofélia), Jopa Moraes (Laertes/Guildenstern/Ator), Isabel Pacheco (Gertrudes) e Luiz Felipe Leprevost (Horácio/Rosencrantz/Loba). A direção e roteiro são de Paulo de Moraes, com versão dramatúrgica de Maurício Arruda Mendonça.

“A direção de Paulo de Moraes é de um artesanato criterioso, com soluções de efeito e inteligência teatral. O primeiro ato reúne as características formais ampliadas numa sucessão de recursos surpreendentes. No segundo, o desenvolvimento da trama ganha o ritmo de um voo rasante.” – Macksen Luiz, Jornal O Globo

Em 2017 a companhia completou 30 anos de existência travando um complexo diálogo criativo com um dos melhores materiais dramatúrgicos da história. Hamlet é o príncipe da Dinamarca. Seu pai morreu repentinamente de uma doença estranha e sua mãe casou-se com o irmão do falecido marido, na frente de toda a corte, depois de apenas um mês. Hamlet tem visões de seu pai, que afirma que seu irmão o envenenou, e exige que ele se vingue e mate o novo Rei (seu tio e padrasto). Hamlet se finge de louco para esconder seus planos e vai perdendo o controle sobre sua própria realidade no meio deste processo. Ou seja, a invenção teatral do século XVI de um príncipe que fingia loucura e o espírito inflamado do nosso século entraram inevitavelmente em colisão. Já não há mais fingimento. A loucura de Hamlet tornou-se a loucura do mundo.

Shakespeare representa a corte real dinamarquesa como um sistema político corrupto que se torna um labirinto esquizofrênico para Hamlet. Assassinato, traição, manipulação e sexualidade são as armas usadas na guerra para preservar o poder. No centro dessa história está Hamlet, um homem desesperadamente preocupado com a natureza da verdade, um homem notável que quer ser mais verdadeiro do que, provavelmente, é possível ser. E que exige do resto do mundo que sejam todos verdadeiros com ele. Mas é possível conhecer a si mesmo integralmente? É possível conhecer integralmente as pessoas a seu redor? Hamlet se fragmenta, nossa época o faz assim, um sujeito destrutivo, atormentado e letal.

“Em mais um grande acerto, a Armazém Companhia de Teatro equilibra com maestria o clássico e o contemporâneo nesta releitura da tragédia de Shakespeare.” – Renata Magalhães, Revista Veja Rio


A respeito da tradução o diretor Paulo de Moraes comenta que “Maurício conseguiu uma poesia sem pompa, que comunica sem perder a beleza. E é grande mérito dos atores que essa poesia chegue rasgando, ela é língua, ela é corpo, ela é carne.” Moraes que conclui dizendo acreditar que “é importante tratar Shakespeare como se ele fosse um genial dramaturgo recém-descoberto com algumas coisas urgentes a dizer sobre a guerra, sobre a loucura do mundo e sobre nossos líderes políticos modernos.”

“A montagem de Paulo de Moraes enfatiza não apenas a semelhança entre a Dinamarca da ficção e o Brasil atual, mas também o poder letal daqueles que conseguem superar a melancolia e o desespero e resolvem agir. E tal superação transcende o pessoal e se afigura como um gesto político. (…) além disso o encenador conseguiu extrair uma das mais brilhantes performances de Patrícia Selonk. Na pele de Hamlet, a atriz potencializa ao máximo toda a fragilidade e potência do personagem, tornando verossímeis tanto a melancolia e inércia do personagem no início quanto a fúria devastadora que o domina a partir do momento em que decide efetivamente agir. E no que se refere ao célebre monólogo ‘Ser ou não ser’, proferido em voz baixa e impregnado de uma dor que chega a ser exasperante, bastaria este breve e sublime momento para ratificar o que todos já sabem: Patrícia Selonk é uma das melhores intérpretes do país.” – Lionel Fisher

HAMLET teve estreia nacional em junho de 2017 no Teatro I do CCBB Rio de Janeiro, fez temporadas em Londrina, Curitiba, Belo Horizonte, Vitória e novamente no Rio de Janeiro.

Ficha técnicaDireção: Paulo de Moraes
Versão Dramatúrgica: Maurício Arruda Mendonça
Montagem da Armazém Companhia de Teatro
Elenco: Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Lisa Eiras, Jopa Moraes, Isabel Pacheco e Luiz Felipe Leprevost
Participação em Vídeo: Adriano Garib (Espectro)
Cenografia: Carla Berri e Paulo de Moraes
Iluminação: Maneco Quinderé
Figurinos: João Marcelino e Carol Lobato
Música: Ricco Viana
Preparação Corporal: Patrícia Selonk
Coreografias: Toni Rodrigues
Preparador de Esgrima: Rodrigo Fontes
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotografias e Vídeos: João Gabriel Monteiro
Programação Visual: João Gabriel Monteiro e Jopa Moraes
Produção Executiva: Flávia Menezes
Produção: Armazém Companhia de Teatro
Site Oficial: www.armazemciadeteatro.com.br

Serviço

Local: Fundição Progresso (Espaço Armazém) – Rua dos Arcos, 24, Lapa, Rio de Janeiro
Informações/tel.: 21 2210-2190
Capacidade de público: 120 lugares
Temporada: 9 a 18 de março, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h
Ingressos: R$ 40,00 (casos previstos em lei pagam meia entrada)
Vendas antecipadas pela internet: http://bit.ly/2BFiOyV
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 140 minutos (incluído 10 minutos de intervalo)
Drama

JORNAL ALAGOAS