Gatas, Jéssica Cristy e Elga Shitara arrasam em festa de lançamento da sexy

Com direito a muito glamour e brilho, Jéssica Cristy e Elga Shitara realizaram o lançamento de seu ensaio nu para a revista Sexy. De limousine, as beldades não economizaram nas fendas e decotes para poder brindar a capa durante a noite desta sexta-feira, 23.

“Eu gosto de causar. Escolhi um look bem a minha cara e cheguei arrasando mesmo. Procurei referências e finalmente encontrei algo que nunca havia sido apresentado por uma ‘capa’ na festa de lançamento de uma revista. Optei por deixar um gostinho de ‘quero mais’” contou a japa Elga Shitara.

Em uma casa noturna de São Paulo, Jéssica, que bombou ao estrelar as pegadinhas de João Kléber, e Elga, que ficou conhecida ao levar a faixa de Musa Simpatia no concurso Musa do Brasil em 2017, ostentaram simpatia, carisma e posaram diante dos flashes dos fotógrafos, que não perderam nenhum clique das gatas.

“É tão bom se sentir amada, querida. Eu já estava ficando meio tonta, não sabia se estava bêbada ou se realmente eram os inúmeros flashes dos fotógrafos. A festa foi do jeito que eu imaginei: muita gente, muito brilho e muito glamour. Tudo o que uma diva merece, com direito a chegadada de limousine e tudo” revelou a loira aos risos

Na mais nova edição da revista masculina, as modelos foram fotografadas por Daniel Cespedes, que uniu vários detalhes da cultura oriental e ocidental em uma boate na capital paulista.

Fotos: Eduardo Martins

JOSÉ MIGUEL WISNIK E FILHOS SE APRESENTAM EM SHOW INÉDITO NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO  

Repertório de O ovo e o voo reúne conjunto de canções compostas pelos três artistas

 

O músico José Miguel Wisnik e seus filhos, Marina e Guilherme, se apresentam em curta temporada na CAIXA Cultural Rio de Janeiro com o show O ovo e o voo, nos dias 02 e 03 de março de 2018 (sexta e sábado), às 19h. O espetáculo estreou em 2016, em São Paulo, e chega à cidade em formato reeditado e inédito, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

O repertório reúne um conjunto de canções compostas pelos três artistas. Algumas delas são parcerias inéditas, como Roma (Marina e José Miguel) e Estranha Religião (José Miguel e Guilherme). Outras são trabalhos com diferentes artistas, como é o caso de O jequitibá, composta por José Miguel Wisnik e pelo letrista Carlos Rennó; Rota natural, de Marina Wisnik e Alexandre Fontanetti; e a dupla Passatempo Mãe, parcerias de Guilherme Wisnik com o carioca Mário Séve e com o compositor mineiro Flávio Henrique, respectivamente.

 

O público carioca poderá conferir, ainda, sucessos como Primeiro fundamento (José Miguel e Guilherme), gravada no cd Pérolas aos poucos (2003), de José Miguel; Miragem (Marina e José Miguel), gravada no primeiro CD de Marina; e Mortal Loucura, música de José Miguel sobre o poema de Gregório de Matos, interpretada por Maria Bethânia na novela Velho Chico (2016).

“O show combina a intimidade de uma relação familiar (o ovo) com a exterioridade de um evento público, de uma cena para ser apresentada (o voo). O título do show, palíndromo criado pela Marina, diz tudo!”, define Guilherme Wisnik. Marina complementa: “É um encontro artístico e familiar que celebra esse movimento cíclico tão próprio da arte e da vida: germinação, maturação, exposição, recolhimento. Do ovo ao voo e vice-versa.”

Ainda que fazendo parte de uma mesma família, os Wisnik se abrem para voos criativos e reflexivos em várias direções. José Miguel é professor de literatura, escritor, compositor, cantor e pianista; Guilherme é professor de História da Arte, crítico de arquitetura e compositor, lançando-se como intérprete; já Marina, é compositora, cantora, professora, atriz e poeta. Além de autora do palíndromo que dá nome ao espetáculo, ela tem dois CDs lançados:Na rua agora (2012) e Vás (2014).

Para subir ao palco da CAIXA Cultural Rio de Janeiro, foram convidados Alexandre Fontanetti (guitarra e violão, além de ser produtor musical de Marina Wisnik); Márcio Arantes (baixo, guitarra, vocais e violão), além de produtor do último trabalho de Zé Miguel Wisnik, Ná e Zé); Sérgio Reze (bateria e gongos melódicos), músico que acompanha Zé Miguel Wisnik há mais de dez anos, e coautor de uma canção com Marina.

  • Ficha técnica:
  • Piano e voz: Miguel Wisnik
  • Voz: Marina Wisnik
  • Voz: Guilherme Wisnik
  • Violão e guitarras: Alexandre Fontanetti
  • Baixo, violão, guitarra e vocais: Marcio Arantes
  • Bateria e gongos melódicos: Sérgio Reze
  • Luz: Daniela Sanchez
  • Som: Carlos Martau
  • Roadie: Luisinho Silva
  • Produção: Circus Produções
  • Direção de produção: Guto Ruocco
  • Produção executiva: Sandra Lacerda e Sérgia Percassi
  • Produção Local: Julianna Sá
  • Fotografia: Renato Mangolin
  • Projeto Gráfico: estúdio RISCO
  • Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
  • Serviço:
  • Show O ovo e o voo
  • Data: 02 e 03 de março de 2018 (sexta e sábado)
  • Horário: 19h
  • Duração: 90 min
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
  • Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)
  • Classificação Indicativa: Livre
  • Acesso para pessoas com deficiência
Ex-Panicat Carol Dias contrai mononucleose e citomegalovírus, e tem suspeita de rubéola
Em uma época delicada na qual o Brasil sofre com a febre amarela, Carol Dias contraiu os vírus da mononucleose e citomegalovírus, e tem suspeita de rubéola.
“Estamos vindo de um foco de febre amarela e vários vírus aparecendo, e infelizmente acabei pegando dois vírus bem fortes de uma vez. Esses vírus não são contraídos por picada de mosquito, e sim pelo ar. Eles vieram bem forte, estou com febre e precisarei fazer exames de baço e fígado. Também estou com suspeita de rubéola. Não quero me fazer de coitadinha, estou ótima e vou melhorar (risos). Apenas me afastei de algumas atividades por pedido médico, mas é bom alertar as pessoas sobre a febre amarela, sobre os vírus que estão se propagando”, afirma a ex-Panicat que lançou seu canal no YouTube há três meses e já possui quase 200 mil inscritos.
O canal “Carol Dias” está ganhando cada vez mais notabilidade graças às suas revelações e às entrevistas com Kléber Bambam, Carol Narizinho, Monique Amin, Felipe Neto, Antônia Fontenelle, entre outras celebridades.
Entre os vídeos que mais repercutiram estão o que ela explica sua saída do programa “Pânico” (http://bit.ly/2GM6pcS) e o que ela detalha como engordou 5kg em um mês e passou a ser criticada por isso (http://bit.ly/2nAHm4j).
EVA ANDRESSA LANÇA SÉRIE DE VÍDEOS DE RECEITAS EM SEU CANAL
EVA ANDRESSA LANÇA SÉRIE DE VÍDEOS DE RECEITAS EM SEU CANAL
NO YOUTUBE: “O ABDÔMEN É CONSTRUÍDO NA COZINHA”
Eva Andressa lança série de vídeos de receitas em seu canal no YouTube: “O abdômen é construído na cozinha”
A “Musa Fitness” Eva Andressa, uma das maiores celebridades quando o assunto é seguidores no Facebook e com mais de impressionantes 10,6 milhões de fãs na rede social, publicou o primeiro vídeo da série “Cozinha Simples da Musa” em seu canal no YouTube.
“Decidi fazer vídeos com receitas porque muitas pessoas me pedem receitas fáceis para o dia a dia para não sair da dieta.
Principalmente quando dá aquela vontade de comer um doce, coisa de mulher mesmo. Mas o que fazer para não sair da dieta? Elas me perguntam o que faço, então resolvi selecionar algumas receitas de coisas que faço para mim e deixo bem claro que essas receitas se encaixam no meu cardápio, na minha dieta e é para servir para os meus seguidores”, conta a morena.
“Essa primeira receita é uma salada de frutas turbinada que mistura frutas da preferência da pessoa com whey protein e alguns outros ingredientes. Então a minha dica é quando estiver com aquela vontade de comer um doce, um chocolate, um bolo, a pessoa prepare essa receitinhas super saudáveis. Equivale a uma refeição, a pessoa vai comer sem culpa e não vai estragar a dieta.
Sou apaixonada por frutas e se deixar como frutas o dia todo. O problema é que muita gente acha que não pode comer fruta na dieta. É claro que vai depender de cada objetivo e o ideal é sempre procurar um profissional, um nutricionista, que vai saber o que é melhor para o seu organismo e ver seu objetivo”, orienta Eva Andressa.
“O que acho bacana é que não corto as frutas, só quando tenho o objetivo de secar muito, mas aí corto uma ou duas semanas apenas. Então não fico muito tempo sem frutas, até porque isso me ajuda muito a não sair da dieta e a não comer doces. Claro que como uma quantidade pequena, mas amo frutas e é um segredo que não faz eu ficar com vontade de comer doces. E o whey protein que indico é da Best Whey, marca que está fazendo o maior sucesso. Esse shake já mata a vontade de comer doce”, afirma a “Musa Fitness”.
“Meu objetivo é realmente ajudar meus seguidores para eles verem que não é difícil seguir uma dieta, basta a pessoa não restringir totalmente porque ninguém consegue fazer uma mesma dieta por muito tempo. Então é saber fazer as melhores escolhas, ter foco e saber inventar na cozinha.
Também me perguntam muito o segredo do abdômen definido. Realmente não tem segredo, mas o principal é ter uma alimentação saudável. O abdômen é construído na cozinha! O objetivo do meu canal no YouTube é ajudar as pessoas a terem mais opções de refeições práticas, que também não seja muito difícil de fazer porque não sou muito prática na cozinha (risos)”, finaliza a digital influencer.
Assista ao vídeo “Cozinha Simples da Musa – Salada de Frutas”: https://youtu.be/v_jVrUyZcLY
PROGRAMAÇÃO CULTURAL PORTO MARAVILHA

São 452 anos de história. Quase 453. Em 1º de março de 1565, era fundada a cidade do Rio de Janeiro. O Centro e a Região Portuária concentram a maior parte dos imóveis deste patrimônio histórico e, não só eles, mas também seu entorno é protegido. Obras neste tipo de território não são uma tarefa simples. Não é só interditar rua, cavar, construir e pronto: entregar à população. O que por si só não é tão sinônimo de simplicidade assim. ALei Federal nº 9.784 via Portaria nº 420 do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) define regras e procedimentos a serem cumpridos para intervenções em áreas protegidas pela união ou no seu entorno para garantir a segurança e preservação da história brasileira.

Eu sou outro você, você é outro eu

Inlak’esh Halaken. No idioma Maia: Eu sou outro você, você é outro eu. É um cumprimento em que uma pessoa fala a primeira frase e a outra responde com a segunda. Uma maneira de mostrar igualdade entre elas. E também é o nome do mais recente trabalho dos artistas do Ateliê Cosmonauta, no Morro da Conceição. Fixado na Praça Leopoldo Martins desde o ano passado, projeto vinculado à Virada Cultural 2017 será ampliado agora com participação popular.

Museu do Amanhã promove oficina para transformar ambientes inabitáveis

O ser humano é o principal agente estimulador de mudanças ambientais e climáticas, contribuindo de maneira, talvez, irreversível para a redução da biodiversidade e as alterações das funções dos ecossistemas. Ao mesmo tempo, explora o espaço e projeta habitats para colonizar e viabilizar a vida em ambientes completamente desprovidos de vida ou ecossistemas. Equipamento cultural da Prefeitura do Rio, o Museu do Amanhã convida designers e artistas a trabalharem em conjunto com cientistas e engenheiros para contribuir para um futuro inovador.

Concessionária Porto Novo divulga balanço geral da operação de carnaval

Os números finais da operação de Carnaval na Região Portuária do Rio de Janeiro, conduzida pela Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP) e pela Concessionária Porto Novo entre os dias 8 e 18 de fevereiro, dão a dimensão da complexidade e volume das tarefas executadas.  A Concessionária Porto Novo destacou uma equipe de aproximadamente 300 profissionais, que se dividiram em atividades como controle de trânsito, limpeza urbana, manutenção de espaços públicos e monitoramento dos túneis e vias expressas da região.

Dicas da Semana

Neste fim de semana tem Feira Sabores do Porto na Praça Mauá. Na Praça da Harmonia, no sábado, o 1857 Mercado Harmonia do Rock agita a Gamboa e a Feira do Cais estará entre os armazéns 3 e 4 na Orla Conde. No domingo estreia a peça Estação Terminal no Armazém da Utopia.

GABRIEL MOURA NO SHOW “QUEM NÃO SE MEXER VAI DANÇAR”

Vai ser animado o show do cantor e compositor Gabriel Moura no Teatro Rival Petrobras, no próximo dia 2, sexta-feira, a partir das 19h30. O artista está lançando o CD “Quem não se mexer vai dançar”, cheio de referências ao som que o influenciou.

O show promete! O repertório vai dos bailes de charme em Madureira até Michael Jackson, de Tim Maia a Marvin Gaye, tudo temperado com muito suingue na voz, nos arranjos e nas letras para cantar e dançar muito.

Todo mundo certamente já cantou uma música composta por ele. Ou vai cantar alguma música gravada por ele.

Nascido no Rio de Janeiro, cria do subúrbio, de família com forte veia musical – é sobrinho do multitalentoso e saudoso Paulo Moura –, Gabriel Moura é um desses artistas que elevam o nome da música brasileira aqui

e lá fora.

Foi um dos fundadores e vocalistas principais do Farofa Carioca, big band que fez sucesso no fim dos anos 1990 e ajudou a consolidar o que os críticos chamam de Música Popular Carioca.

Cantor, compositor e performer com mais de 20 anos de estrada, Gabriel Moura é o descobridor e principal parceiro de Seu Jorge, com quem compôs grandes sucessos, como “Burguesinha”, “Mina do

Condomínio”, “Amiga da minha mulher”, “Quem não quer sou eu” e a abertura da novela “Salve Jorge”, da Rede Globo: “Alma de guerreiro”. Quando os parceiros se juntam, é certeza de sucesso.

Gabriel Moura é também autor, produtor e diretor de vários musicais teatrais, que lhe renderam dois Prêmios Shell, o mais importante do país.

Nos anos 2000, Gabriel começou uma bem-sucedida carreira solo, tendo se apresentado em vários eventos e espetáculos importantes, como o Festival de Jazz de Montreux, no Japão,  o Rock in Rio e o Black2Black.  Também tocou no Parque Olímpico do Rio, e no palco principal do Réveillon 2016, em Copacabana.

Em sua carreira solo, Gabriel lançou dois discos de músicas inéditas: “Brasis”, de 2006, com produção do tio, Paulo Moura, e “Karaokê Tupi 2”, de 2014, ambos pela gravadora Som Livre.

Gabriel chega agora ao seu terceiro álbum solo, “Quem não se mexer vai dançar”, pela Biscoito Fino, com participação especial de Mart´nália e produzido por Liminha, um dos maiores do Brasil. Um disco pop, leve,

dançante, alegre e vibrante. Um disco indispensável, pra cima, pra tocar na balada, no carro, nos sábados de sol e nas segundas chuvosas.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 02 de março (Sexta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô: Estação Cinelândia

Ingressos: Mesas (Setor A e B): R$70/R$35 (meia*) | Pista lateral: R$50/R$25 (meia*). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23jBilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública

Paulo Verlings dirige e atua em “A Peça Escocesa”
Paulo Verlings dirige e atua em A Peça Escocesa, texto inédito de Marcia Zanelatto que estreia nacionalmente dia 3 de março, no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
 
Obra original livremente inspirada na mais curta e contundente tragédia de Shakespeare: Macbeth,
procurando dar voz ao que o Shakespeare não disse, não pode dizer ou quis dizer nas entrelinhas.
O título faz alusão a uma “superstição” de 400 anos relacionada a obra dO Bardo
Em cena dois atores e uma banda criam uma espécie de “Word Concert”
O Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues recebe, de 3 de março a 1º de abril de 2018, quinta a domingo, às 19h, A Peça Escocesa. Obra original livremente inspirada na mais curta e mais contundente tragédia de Shakespeare: Macbeth. Em cena Carolina Pismel e Paulo Verlings são acompanhados pela Banda Dagda, criando uma espécie de “Word Concert”. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.
Concebido pelo ator, diretor e produtor Paulo Verlings, o espetáculo trata de ambição, jogos de poder, compensação e cobiça, dando um ponto de vista contemporâneo às personagens Macbeth e Lady Macbeth. Verlings irá lançar-se em uma investigação na busca de uma cena fundida entre a “palavra e a música”, pesquisando um ponto de vista contemporâneo sobre a espetacularização da monarquia. Uma arena de gladiadores contemporâneos se instaurará e o público se deliciará com um arrojado recorte de um épico contemporâneo.
 
A dramaturgia original assinada por Marcia Zanelatto traz à tona vozes subterrâneas criando uma polifonia que transcende a ideia de personagem. O jogo exige deslocamentos diversos dos atores, que dão vozes desde os corcéis do Rei Duncan, decepcionados com a humanidade, até o vozerio sobrenatural das bruxas, passando, é claro, pelos protagonistas da obra original.
– Os clássicos de William Shakespeare continuam presentes no imaginário artístico e universal. Seus enredos, epopeias mirabolantes, personagens construídos meticulosamente e munidos de real humanidade, fascinaram o mundo e atravessaram os séculos. Todos esses desejos e questionamentos sobre o humano, na obra de Shakespeare, é o que nos inspira e move a nos debruçarmos nesse projeto para criarmos uma obra original –, comenta Paulo Verlings.
Mas não é a história de Shakespeare que Verlings e Zanelatto estão encenando. Não é a história de Shakespeare que os espectadores vão assistir. Com A Peça Escocesa a dupla procura dar voz ao que Shakespeare não disse, não pode dizer ou quis dizer nas entrelinhas, nos “espaços”, nas ausências de Lady Macbeth. A dramaturga considera que O Bardo pode ter sido censurado.
– Creio que o melhor trabalho que posso fazer, ao lidar com uma obra prima como Macbeth, é ouvir as vozes subterrâneas, revelar o que não foi dito no clássico – seja por questões sociopolíticas referentes ao Reino Unido do Século 17 ou por opções de estrutura dramatúrgica – e assim transmiti-lo na atualidade. Não quero contar a história ou adaptá-la. Eu quero fazer ouvir a vida interior e arquetípica dos personagens à luz do nosso tempo, uma espécie de peep show da alma, como fizemos em Tristão e Isolda, que marca meu encontro com o Paulo Verlings, sob direção de Guilherme Leme Garcia. Por exemplo, há na estrutura emocional da peça de Shakespeare, além do problema da ambição desmedida, que reinscrevo como uma necessidade de compensação pelo que não se tem (já que a peça está na transição do feudalismo para o capitalismo – o tempo do TER), uma forte questão de gênero, na medida em que todo poder é do homem, Macbeth, mas toda potência é da mulher, Lady Macbeth. Meu processo de trabalho foi examinar em Macbeth, a gênese do homem militar, bélico, talhado para a guerra chegando ao governo com sua marca de matador profissional e completamente paranoico. E reinscrever Lady Macbeth no lugar feminista, levantando a hipótese de sua ação derivar da caça às bruxas: alçar-se à condição de rainha pode ter sido uma estratégia para escapar da fogueira da inquisição. Ou você acha que a relação de Lady Macbeth com as bruxas começa quando ela recebe a carta de Macbeth dizendo que recebeu a predição de que seria rei? Pra mim, e o que quero apresentar ao público, é a hipótese de que Lady Macbeth era da linhagem das bruxas e sua ação foi de resistência. Agora, o que temos a examinar em A Peça Escocesa é o que ocorre quando a resistência feminina decide jogar o jogo patriarcal –, comenta Marcia Zanelatto.
A equipe de artistas criadores conta ainda com Ricco Viana (direção musical), Mina Quental (cenário), Flavio Souza (figurinos), Vini Kilesse (visagismo), Tiago e Fernanda Mantovani (iluminação) e a Banda Dagda é composta pelos músicos Antonio Fischer-Band (teclado), Arthur Martau e Kim Fonseca (guitarras), Pedro Velho (baixo) e Victor Fonseca (bateria).
A Peça Escocesa consolida a parceria entre a dramaturga Marcia Zanelatto e o diretor Paulo Verlings. A dupla iniciou sua ligação no espetáculo Fatal (2016), com o qual Marcia foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor Texto. A parceria mais recente, o espetáculo ELA (2017), está indicado ao Prêmio Shell, concorreu ao Prêmio Cesgranrio de Melhor Texto e Botequim Cultural de Melhor Diretor, sendo vencedor do Prêmio Botequim Cultural de Melhor Texto.
Ficha Técnica
Texto: Marcia Zanelatto
Direção e Concepção: Paulo Verlings
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings
Diretor Assistente: Flávio Souza
Assistência de Direção: Orlando Caldeira
Músicos: Banda Dagda (teclado: Antonio Fischer-Band | guitarras: Arthur Martau e Kim Fonseca | baixo: Pedro Velho | bateria: Victor Fonseca)
Direção Musical: Ricco Viana
Cenário: Mina Quental
Figurinos: Flavio Souza
Desenho e Técnico de Som: Luciano Siqueira
Visagismo: Vini Kilesse
Iluminação: Tiago e Fernanda Mantovani
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotos: Paula Kossatz
Vídeo: Eduardo Chamon
Projeto Gráfico: Raquel Alvarenga
Produção Executiva e Marketing Cultural: Heder Braga
Direção de Produção: MS Arte & Cultura | Aline Mohamad e Gabriel Salabert
 
Serviço
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
Endereço: Av. República do Chile, 230, Centro, Rio de Janeiro / Entrada pela Av. República do Paraguai (próximo ao Metrô e VLT Estação Carioca)
Informações: (21) 3509-9600 / 3980-3815
Temporada: 3 de março a 1º de abril, quinta a domingo, às 19h.
Ingressos: R$ 20 (plateia) e R$ 10 (balcão). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 400 lugares (mais 08 para cadeirantes) Acesso para pessoas com deficiência
Bilheteria de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 60 minutos
EDUARDO DUSSEK É SHOW NO RIVAL PETROBRAS

 Não poderia haver melhor casa para um espetáculo que une música e humor

Não é de hoje a relação do cantor e compositor Eduardo Dussek com o Rival Petrobras. Afinal de contas, a tradição teatral e musical dos espetáculos de revista tem tudo a ver com showman que é Dussek. E é exatamente uma combinação de música e humor que o artista vai apresentar no próximo dia 22, às 19h30, no Rival Petrobras.

Neste show em pleno verão carioca, Dussek vai reviver canções de várias épocas, umas conhecidas, outras esquecidas no baú, garimpadas e renovadas; além de algumas inéditas. O artista preparou um repertório mesclando músicas engraçadas com seus standards românticos, sempre interagindo com a plateia, usando e abusando de seu humor diferenciado. A garantia é de um espetáculo alegre, alto astral, que faz o público participar e rir sem medo de ser feliz.

Acompanhado pelo baterista e percussionista Márcio Mazza e do baixista e bandolinista Franklin Gama, Dussek ataca com seu inseparável piano, num show animado e contagiante. Com a irreverência que é sua marca, o artista exorciza os fantasmas dele e os nossos, fazendo o público cantar e dançar com descontração.

A tradição teatral de Dussek faz com que seus shows sejam altamente divertidos, com outros focos além da música. Há textos, brincadeiras e pequenas performances que fazem com que o roteiro não fique limitado apenas à apresentação de uma sequência de canções. Mas é certo que não vão faltar as pérolas dussekianas, como “Nostradamus”, “Rock da cachorra” (o big presente de Leo Jaime,  cantada em bossa nova),  “Cantando no banheiro”  ( com versão em inglês), “Pilosofia Vurtuguesa” (impagável) e a “romântica” “A vingança é um caminhão sem freio que vem na contramão”.

É show para todo mundo esquecer os problemas lá fora, acabar com o estresse do dia a dia e se divertir com um espetáculo com a irreverência do carioca, a cara do Rio de Janeiro, que só podia mesmo ser no Teatro Rival!

 

  • SERVIÇO: Eduardo Dussek
  • Data: 22/02/2018
    Local: Teatro Rival Petrobras
    Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33/37
    Preço:  R$60 (Plateia A) e R$ 50 (Plateia B)
  • Horário: 19h30h
    Abertura dos portões: 18h
    Classificação etária: 18 anos. Menores entram acompanhados dos pais, ou dos responsáveis legais mediante apresentação de autorização; proibida venda de bebida alcoólica e permanência após 22h.

    BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
    Bilheteria do Teatro Rival
    Rua Álvaro Alvim, 33/37
    Terça a sexta-feira das 13h às 21h

BAILARINA DO FAUSTÃO, IVI PIZZOTT FAZ PRIMEIRO ENSAIO FOTOGRÁFICO UM MÊS APÓS PARTO
Bailarina do Faustão, Ivi Pizzott faz primeiro ensaio fotográfico um mês após parto
Bailarina do “Domingão do Faustão”, Ivi Pizzott fez o primeiro ensaio fotográfico um mês após o parto da filha Kali.
“Foi o meu primeiro ensaio depois da gravidez, um mês pós-parto, e não quis usar Photoshop e nenhuma edição. Quero mostrar como estou, de verdade, sem mascarar nada. Mostrar a maternidade real”, exalta a morena.
“Agora já posso cuidar do corpo pois saí do resguardo, mas as prioridades mudam. Vou cuidar dela sempre em primeiro lugar. Não vou negar que estou ansiosa para voltar ao trabalho, mas agora penso mais em ter saúde do que ter corpão. Até porque ainda não posso fazer dietas pois estou amamentando”, destaca a bailarina que está de licença do “Domingão do Faustão”.
Comédia – SABE QUEM DANÇOU? Reestreia De 22 á 25 de Fevereiro – Teatro Gonzaguinha

Texto de Zeno Wilde reflete sobre a corrupção e a marginalização de jovens carentes.

Ambientada nos anos 1980, a tragicomédia “Sabe Quem Dançou?”, de Zeno Wilde, mesmo autor de Blue Jeans e Zero de Conduta, estará no palco do Teatro Gonzaguinha. Com novo elenco, a peça dirigida por Hermes Carpes acompanha personagens marginalizados para tratar de temas como jovens de rua, milícia, prostituição e roubos. Em cena, as mazelas, personagens, contexto, linguagem e situações que se aplicam perfeitamente aos dias atuais. A postura realista adotada na peça provoca choque e reflexão sobre questões tão conhecidas, mas muitas vezes ignoradas.

O personagem central é Madonna (Hermes Carpes), receptador de objetos roubados, que ampara meninos em sua casa. A primeira montagem ocorreu em 1990, com Clodovil Hernandes (1937-2009) no papel principal e recebeu prêmio por melhor texto, em 1990, do “Timochenco Wehbi”. Foi finalista de melhor texto pelo prêmio Shell em 1991.

“Peças teatrais são diferenciadas por diversos parâmetros, mas independente de sua classificação, uma peça tem que ser feita por gente que entende o que é Teatro, e que se entrega ao ofício com talento e suor, com prazer e amor pelo que faz. Essa tragicomédia me proporcionou ótimos momentos. Com texto realista, porém sem ser exagerado, mostra uma das facetas do submundo da sociedade, onde a lei da selva se impõe.” Jorge Leão – Jornalista, Produtor Cultural, Editor das revistas impressas Guia Teatro Carioca e Barra Cultura & Lazer.

SINOPSE SUGERIDA: Madonna e Passarinho vivem em um lugar, onde religião, roubos, crimes, milícia e segredos se misturam. Para eles, matar talvez seja a única maneira de sobrevivência.

FICHA TÉCNICA:

Texto: Zeno Wilde

Direção: Hermes Carpes

Elenco: Hermes Carpes, Ronaldo Spedaletti, Ferruccio Cornacchia e Rodrigo Pinelli

Atores convidados: Saint-Clair de Castro e Kalel de Oliveira

Fotografia: Italo Cardoso, Ana Paula Andrade e Fatima Louback

Sonoplastia e iluminação: Walter Lima

Produção, Cenário, figurino: Carpes Produções

Assistente de produção: Drigo de Lisboa

Produção executiva: Sueli Soares

Realização: Hermes Carpes

Assessoria de imprensa: Minas de Ideias

https://www.youtube.com/watch?v=dd9y8qcbwIc

https://www.youtube.com/watch?v=K950QM9Nw_I

  • SERVIÇO:
  • Sabe quem dançou?
  • Local: Teatro Municipal Gonzaguinha (Centro Municipal de Artes Calouste Gulbenkian)
  • EndereçoRua Benedito Hipólito, nº 125, Praça XI – Centro
  • Sessões: De 22 à 25 de Fevereiro
  • Horário: Quinta, sexta e sábado 19:30h e Domingo 18h
  • Ingressos: R$ 40,00 (inteira) R$ 20,00 (meia)
  • Vendas: Na bilheteria do Teatro  ou no site: https://www.bilheteriaexpress.com.br
  • Duração: 70 min.
  • Classificação: 18 anos
  • Gênero: Tragicomédia
  • Capacidade: 130 Lugares
  • Contato: (11) 98682 2701 Hermes Carpes