Alfredo Dias Gomes comemora 25 anos como baterista solo em seu nono CD de carreira

Tendo acompanhado, até 1993, shows e gravações de artistas como Ivan Lins e Hermeto Pascoal, dentre muitos outros, músico carioca lança “JAM”, CD totalmente autoral, dedicado ao JAZZ ROCK e masterizado por Alex Gordon no Abbey Road Studios, com lançamento exclusivo para streaming e plataformas digitais

 

foto Alfredo dias Gomes – creditos Thiago Kropf

Com longa carreira a serviço de estrelas da música brasileira, o baterista Alfredo Dias Gomes decidiu, a partir de 1993, se dedicar a sua maior aspiração: trilhar próprios rumos, compondo e gravando suas maiores influências. Foi quando deixou de integrar a banda de Ivan Lins, com quem viajou o mundo inteiro, para passar a reger de forma independente as próprias baquetas. Desde então, após noves trabalhos solos (8 álbuns e 1 single) e uma vídeo-aula (“Exercícios e Ritmos”, de 1998), o músico carioca está comemorando os 25 anos de sua proclamação com o CD “JAM”, gravado em seu próprio estúdio, na Lagoa,  por Thiago Kropf, e masterizado por Alex Gordon no mítico Abbey Road Studios, de Londres. O novo disco reúne toda a sinergia do jazz rock, grande influência do baterista desde a adolescência, e traz dois exímios instrumentistas: o contrabaixista Marco Bombom (da lendária Conexão Japeri, de Ed Motta) e o guitarrista Julio Maya, com quem Alfredo tocou no início de carreira, convidando-o posteriormente para participar dos seus primeiros discos solo, “Serviço Secreto” (1985), “Alfredo Dias Gomes” (1991) e “Atmosfera” (1996). Com lançamento exclusivo em plataformas digitais, o CD já se encontra disponível para download e streaming no iTunes, Spotify, Napster e CD Baby.

O CD “JAM” abre com “The Night”, faixa surgida a partir de criações do baterista no teclado e composta exclusivamente para a formação bateria, baixo, guitarra e teclado. Na sequência, “Dream Aria” exalta o acaso e a espontaneidade: nascida de um groove no teclado à espera da banda chegar, a música teve a bateria definitiva gravada antes mesmo de nascer a melodia e se gravar os outros instrumentos. Em seguida, o baterista sintetiza em “High Speed” suas grandes influências setentistas: Billy Cobham, Mahavishnu Orchestra, The Eleventh House. A faixa “Spanish” foi pensada em destacar o baixo, com a melodia e o solo de “baixolão” do Marco Bombom. Única música “pronta” do disco, “Jazzy” ganhou releitura para esta formação, já tendo sido gravada pelo baterista em 2005 no seu Cd “Groove”. A faixa-título “JAM”, primeira a ser gravada, foi concebida exatamente conforme o nome: uma jam session, composta com arranjos na hora dos takes com Maya e Bombom. A faixa solo “Experience”, também criada a partir de frases no teclado pelo baterista, termina com um solo livre de bateria utilizando afinação diferente, mais aguda do que costuma usar. Após o disco já concluído – inclusive já masterizado! – o baterista incluiu “The End”, sentindo a necessidade de uma música do trio tocando ao mesmo tempo, encerrando uma jornada concebida no improviso e no virtuosismo.

Nascido no Rio de Janeiro, em 1960, Alfredo Dias Gomes estreou profissionalmente na Música instrumental aos 18 anos, tocando na banda de Hermeto Pascoal. Gravou o disco “Cérebro Magnético” e tocou em inúmeros shows, com destaque para o II Festival de Jazz de São Paulo e o Rio Monterrey Festival.  Alfredo tocou e gravou com grandes nomes da música instrumental como Márcio Montarroyos, Ricardo Silveira, Torcuato Mariano, Arthur Maia, Nico Assumpção, Guilherme Dias Gomes, Luizão Maia, entre outros.  Na MPB e no Rock, tocou com Ivan Lins, participou do grupo Heróis da Resistência, tocou e gravou com Lulu Santos, Ritchie, Kid Abelha e Sergio Dias, entre outros.

Completam sua discografia Tributo a Don Alias (2017), Pulse (2016), Looking Back (2015), Corona Borealis (2010), Groove (2005), Atmosfera (1996, com participações de Frank Gambale e Dominic Miller); Alfredo Dias Gomes (1991, com a participação especial de Ivan Lins) e o single Serviço Secreto, de 1985.

 

CD JAM – Alfredo Dias Gomes – Links para download ou streaming

 

https://open.spotify.com/album /7h8bvSNrmKr0aU0b65Gnv3

https://us.napster.com/artist/ alfredo-dias-gomes/album/jam

https://itunes.apple.com/br/al bum/jam/1321749461 

https://store.cdbaby.com/cd/al fredodiasgomes9

 

  • FICHA TÉCNICA
  • Alfredo Dias Gomes
  • Bateria e Teclados
  •  
  • Julio Maya
  • Guitarra
  •  
  • Marco Bombom 
  • Baixo e Acoustic Bass Guitar
  •  
  • Gravado e mixado por
  • Thiago Kropf no ADG STUDIO
  •  
  • Masterizado por
  • Alex Gordon no ABBEY ROAD STUDIOS 
  •  
  • Produzido por
  • Alfredo Dias Gomes
  •  
  • Programação Visual
  • Rec Design 
Capa da Sexy, a japa Elga Shitara quer roubar o lugar da Sabrina Sato  

Depois de ficar peladinha e estampar a revista Sexy, Elga Shitara sonha com programa de televisão. É que a japa tem como referência a apresentadora Sabrina Sato, que também começou a carreira dançando e logo estampou uma revista masculina.

 

“A Sabrina é uma deusa, uma mulher incrível, completa! Ela já fez de tudo na televião, dançou, participou de reality show, integrou equipe de humorístico e, hoje, ela brilha em duas escolas de samba e ainda é dona do próprio programa. Muita gente não acreditou, mas ele chegou lá. Eu sonho com um programa infantil ou voltado para animais, para proteção dos bichinhos. Um público bem diferente do dela”, revelou a japa.

 

Elga comparou a sua beleza com a da apresentadora, e claro, falou ainda sobre o boy que logo subirá ao altar com Sabrina Sato, o ator Duda Nagle.

 

“Sou tão gostosa quanto. Sempre tem alguém que faz uma brincadeira, uma ‘piada’ comparando nós duas. O Duda é o cara ideal para ela, de longe ele é o melhor homem que a Sabrina já teve. Além de lindo, cuida dela com tanto carinho… Pensa nos filhos, na beleza dessas crianças?”, disse.

Trio Aquarius abre as homenagens aos 90 anos de Edino Krieger

Trio Aquarius abre as comemorações dos 90 anos do compositor Edino Krieger, quinta-feira, 8 de março, na Casa Museu Eva Klabin

Formado por Flávio Augusto (piano), Ricardo Amado (violino) e Ricardo Santoro (violoncelo), trio abre também as comemorações dos 20 anos da série “Concertos de Eva” e vão interpretar “Estudos Intervalares”, nunca antes executada na íntegra, dentre outras

Trio Aquarius e Edino Krieger (creditos Jo Viente)

No próximo dia 8 de março, quinta-feira, às 20h, o Trio Aquarius fará o primeiro concerto da série de homenagens aos 90 anos do compositor Edino Krieger, na Casa Museu Eva Klabin. Até o dia 17 de março, data de seu aniversário, serão promovidos outros concertos comemorativos no Centro de Artes da UFF, na Escola de Música da UFRJ, na Sala Cecília Meireles e na Casa do Choro. Inaugurando também as comemorações dos 20 anos do Concertos de Eva, os músicos Flávio Augusto (piano), Ricardo Amado (violino) e Ricardo Santoro (violoncelo) vão interpretar os oito “Estudos Intervalares”, nunca antes executados na íntegra, dentre outra raridades.

Flávio Augusto, Ricardo Amado e Ricardo Santoro encontraram-se pela primeira vez em 1991, e, desde então, vêm desenvolvendo ininterruptamente um trabalho de alta qualidade, que coloca o Trio Aquarius entre os melhores e mais destacados conjuntos de câmara do Brasil.  Logo em seu primeiro ano de existência, o Trio Aquarius obteve o terceiro lugar no mais importante concurso de música erudita do Brasil, o Prêmio Eldorado de Música – SP. Desde então, sua carreira tomou grande impulso, destacando-se suas apresentações à frente da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica de Campinas, quando executaram o Concerto Tríplice de Beethoven.

Em 1999, o Trio Aquarius foi o grande vencedor do II Concurso Nacional de Música de Câmara “Henrique Nirenberg”, realizado na Escola de Música da UFRJ Com um repertório que inclui clássicos do século XVIII até compositores contemporâneos, o Trio Aquarius tem como um de seus principais objetivos a divulgação da música brasileira de todas as épocas.  Para tanto, já gravou dois CDs, com obras de Nestor de Hollanda Cavalcanti, Villani-Côrtes, Henrique Oswald, Guerra-Peixe e Francisco Braga. Na Alemanha, o Trio Aquarius se apresentou em Hannover – representando o setor cultural do Brasil na EXPO-2000 – e na “Haus Der Kulturen Der Welt”, em Berlim, em concertos com transmissão ao vivo para vários países da Europa pela televisão. Nos Estados Unidos, participou de uma turnê por quatro cidades, levando a música brasileira a Nova York, Washington, Denver e Selinsgrove.

Em 2009, o Trio Aquarius foi o trio escolhido pela direção do Museu VillaLobos para fazer a inédita integral no Brasil dos trios de Heitor Villa-Lobos, dentro das comemorações oficiais do 50º aniversário de morte do maestro, na Sala Cecília Meireles. Em 2011, o compositor Edino Krieger dedicou a sua obra “Trio Tocata” ao Trio Aquarius, que fez a estreia mundial na 19ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea do mesmo ano.

 

SERVIÇO:

08/03/2018 – Quinta-feira – Trio Aquarius faz homenagem aos 90 anos de Edino Krieger

Local: Casa Museu Eva Klabin

Horário: 20h

Endereço:  Av. Epitácio Pessoa, 2480 – Lagoa

Ingressos: R$50 e R$25 (idosos e estudantes)

Informações: (21) 3202-8550

Programa Edino Krieger

ESTUDOS INTERVALARES
NINA
SONATINA
TRIO TOCATA (Dedicado ao Trio Aquarius)

Opus 1 para violino solo

O Último Show dos Primos no Rival

Quatro primos. Uma banda. Um show. A banda Primos é a atração deste sábado, 03 de março, no Teatro Rival Petrobras. O show é cedinho, às 17h30. Com o CD “O Mundo não precisa ser tão sério”, o grupo carioca de Pop Rock apresenta um trabalho autoral que conta com 12 músicas, que incluiu os sucessos como “Deixe tudo pra lá”, “Que Clima”, “Falta Alguém”, “Eu quero Paz”, “Porões da Ditadura”.

Formada pelos primos – de verdade – Renata Muniz, Fabinho Azevedo, Marquinhos Azevedo e por Léo Muniz, produtor musical, compositor, arranjador, instrumentista e cantor, a banda participou de diversos festivais, tocou nas mais importantes casas da região Sudeste. Mas, quando cada integrante resolveu dar novos rumos à vida em 2006, a banda sumiu dos palcos. Em 2017, eles retornaram com um projeto que vem arrastando uma legião de fãs saudosos: “O último show dos Primos” que, inclusive, tem sido feito produzido e realizado graças a uma “vaquinha virtual” por meio de campanha de financiamento coletivo.

As músicas autorais são compostas Léo Muniz e caíram na boca do povo. Mas neste projeto, Primos “toca de tudo” e apresenta um set animadíssimo feito para dançar. O repertório é Pop Rock nacional e também traz músicas consagradas deLulu, Tim Maia, Barão Vermelho, Capital Inicial, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, entre outros.

 Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 03 de março (Sábado). Horário: 17h30. Abertura da casa: 17h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô: Estação Cinelândia

Ingressos: R$120/R$60 (meia*) Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j
Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública, Pessoas que levarem 1kg de alimento não perecível

 

 

MOSTRA SOBRE A CINEASTA MARGARETHE VON TROTTA APRESENTA FILMES PREMIADOS E INÉDITOS

MOSTRA SOBRE A CINEASTA MARGARETHE VON TROTTA APRESENTA FILMES PREMIADOS E INÉDITOS NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

Além da exibição de 10 longas-metragens, serão realizados encontros e debates, tudo com entrada franca

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 6 a 18 de março de 2018 (terça-feira a domingo), a mostra O Cinema de Margarethe Von Trotta, que exibirá 10 longas-metragens da premiada diretora alemã em sessões gratuitas. A curadoria é de Lívia Perez e o projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

O Mundo Fora do Lugar

Uma das mais importantes cineastas contemporâneas, Margarethe Von Trotta registrou temas marcantes da vida política da Alemanha do século XX, sempre através de grandes personagens femininos. De maneira a debater aspectos temáticos e estéticos de sua obra, a programação inclui quatro debates e encontros que também proporcionarão uma reflexão sobre história, política e as mulheres nos filmes da diretora.

Iniciando na semana do “Dia internacional da mulher”, a retrospectiva oferece ao público a oportunidade de conhecer amplamente a obra de Von Trotta, que retratou a vida de mulheres marcantes em filmes como Rosa Luxemburgo (1985), biografia da lendária ativista política do início do século XX; Visão – Sobre a Vida de Hildegard Von Bingen (2009), sobre a freira visionária e compositora; e Hannah Arendt (2012), sobre a filósofa e teórica política; todos estrelados por Barbara Sukowa, uma das atrizes preferidas da cineasta. Sukowa, inclusive, conquistou os prêmios de Melhor Atriz no Festival de Cannes, por Rosa Luxemburgo, e no Festival de Veneza, por Os Anos de Chumbo (1981), primeiro grande sucesso de Von Trotta, vencedor também do Leão de Ouro em Veneza.

Entre os destaques da mostra estão ainda A Honra Perdida de Katharina Blum (1975), seu primeiro filme, codirigido com Volker Schlöndorff; As Mulheres de Rosenstrasse (2003), inspirado em um episódio da resistência dos alemães durante o regime nazista; e o inédito A Caminho da Loucura (1983), estrelado por Hanna Schygulla e Angela Winkler.

“Apesar de muitas vezes ser rotulada como cineasta do engajamento, os filmes de Von Trotta vão além da estrutura política, explorando também dimensões do feminino, da existência e da poética”, comenta a curadora Lívia Perez.

Atividades extras:

Como parte da programação, serão realizados quatro encontros durante a mostra, às quintas e sábados, às 19h30, sempre com mediação da curadora Livia Perez. No dia 8 de março (quinta), Dia Internacional da Mulher, logo depois da exibição de As Mulheres de Rosenstrasse, a pesquisadora e crítica de cinema Samantha Brasil, curadora do Cineclube Delas e integrante do podcast Feito por Elas, e Maria Caú, formada em Cinema pela UFF e doutora em Literatura Comparada pela UFRJ, ambas integrantes do Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema, conversam sobreAs mulheres de Margarethe Von Trotta.

 

No dia 10 (sábado), a escritora e professora de filosofia Susana de Castro debate com o público, após a sessão de Hannah Arendt. No dia 15 (quinta), o tema do encontro após a exibição de Rosa Luxemburgo é Mulheres, História e Política na obra de Margarethe von Trotta, com a convidada Isabel Wittman, crítica de cinema, membra do Elviras, roteirista, jornalista. O último evento, no dia 17 (sábado), será o encontro O cinema de Margarethe Von Trotta, com a participação da crítica de cinema, roteirista e jornalista Lorenna Montenegro.

Sobre a cineasta:

Margarethe Von Trotta nasceu na Berlim de 1942, em plena Segunda Guerra Mundial. Iniciou sua carreira de atriz, em 1965, no Teatro de Stuttgart, e estreou no cinema em 1967, no filme Tränen trocknet der Wind, de Heinz Gerhard Schier. Foi uma das atrizes mais destacadas do Novo Cinema Alemão, tendo atuado, até 1981, em cerca de 15 filmes de diretores como Rainer Fassbinder e Volker Schlöndorff, com quem se casou em 1971. Em 1975, tornou-se roteirista e diretora ao assinar com seu marido a direção do filme A Honra Perdida de Katharina Blum. Sua primeira direção solo foi em 1977, com O Segundo Despertar de Christa Klages.

A filmografia de Margarethe Von Trotta como cineasta é composta de 26 obras realizadas para o cinema e para a TV, sendo que apenas cinco longas-metragens foram exibidos comercialmente no Brasil: A Honra Perdida de Katharina BlumOs Anos de ChumboRosa LuxemburgoA Promessa e Hanna Arendt.

Margarethe Von Trotta conquistou diversos prêmios em festivais internacionais, como o prêmio da OCIC no Festival de San Sebastián, em 1975, por A Honra Perdida de Katharina Blum; o Grande Prêmio do Festival Internacional de Mulheres de Créteil, em 1979, por O Equilíbrio da Felicidade; o Leão de Ouro no Festival de Veneza e o David di Donatello de melhor filme estrangeiro por Os Anos de Chumbo, em 1981; o prêmio de melhor filme da Academia da Alemanha, em 1986, por Rosa Luxemburgo; o prêmio da OCIC no Festival de Berlim, em 1983, por A Caminho da Loucura; o prêmio do júri Ecumênico e do público no Festival de Montreal de 1993, por O Longo Silêncio; e o prêmio David di Donatello de melhor filme europeu de 2004, por As Mulheres de Rosenstrasse.

“Os personagens que me atraem são sempre mulheres fortes que também têm momentos de fraqueza. Portanto, eu nunca tento fazer delas heroínas. Ao invés disso, eu mostro como elas lutaram para encontrar seu próprio caminho, como se colocaram lá fora e o quanto tiveram que engolir para se encontrar. Eu sou fascinada pela maneira como elas superam obstáculos para alcançar seus objetivos”, disse Margarthe Von Trotta em uma entrevista para o site Spirituality Practice.

Outras informações sobre a mostra, fotos e sinopses dos filmes exibidos, podem ser acessadas no endereço https://www.facebook.com/doctela/

 

Programação:

6 de março (terça-feira)

17h – O Segundo Despertar de Christa Klages (Alemanha,1978), de Margarethe von Trotta, 93 min, DVD, 14 anos

19h – Visão – Sobre A Vida de Hildegard von Bingen (Alemanha/França, 2009), de Margarethe von Trotta, 110 min, blu-ray, 14 anos

7 de março (quarta-feira)

16h – Rosa Luxemburgo (Alemanha,1986), de Margarethe von Trotta, 123 min, DVD,14 anos

19h – Hannah Arendt (Alemanha/França/Israel, 2012), de Margarethe von Trotta, 100 min, blu-ray,14 anos

8 de março (quinta-feira)

17h – As Mulheres de Rosenstrasse (2003), de Margarethe von Trotta, 135 min, 14 anos

19h30 – Encontro As mulheres de Margarethe von Trotta Convidadas, com Samantha Brasil e Maria Caú. Mediação: Lívia Perez

9 de março (sexta-feira)

17h – A Honra Perdida de Katharina Blum (Alemanha,1975), de Margarethe von Trotta, 106 min, bluray, 16 anos

19h – Os Anos de Chumbo (Alemanha,1981), de Margarethe von Trotta, 107 min, DVD, 16 anos

10 de março (sábado)

15h – A Promessa (Alemanha,1994), de Margarethe von Trotta, 115 min, blu-ray, 16 anos

18h – Hannah Arendt (Alemanha/França/Israel, 2012), de Margarethe von Trotta, 100 min, blu-ray,14 anos + Debate com Susana de Castro. Mediação: Lívia Perez

11 de março (domingo)

16h – A Promessa (Alemanha,1994), de Margarethe von Trotta, 115 min, blu-ray, 16 anos

18h30 – As Mulheres De Rosenstrasse (2003), de Margarethe von Trotta, 135 min, 14 anos

13 de março (terça-feira)

17h – O Mundo Fora do Lugar (Alemanha, 2014), de Margarethe von Trotta, 101 min, blu-ray, 14 anos

19h – Visão – Sobre A Vida de Hildegard von Bingen (Alemanha/França, 2009), de Margarethe von Trotta, 110 min, blu-ray, 14 anos

14 de março (quarta-feira)

17h – Os Anos de Chumbo (Alemanha,1981), de Margarethe von Trotta, 107 min, DVD, 16 anos

19h – A Caminho da Loucura (Alemanha/França,1983), de Margarethe von Trotta, 105 min, blu-ray,16 anos

15 de março (quinta-feira)

17h – Rosa Luxemburgo (Alemanha,1986), de Margarethe von Trotta, 123 min, DVD,14 anos

19h30h – Encontro Mulheres, História e Política na obra de Margarethe von Trotta, com Isabel Wittman. Mediação: Lívia Perez

16 de março (sexta-feira)

17h – A Honra Perdida de Katharina Blum (Alemanha,1975), de Margarethe von Trotta, 106 min, bluray, 16 anos

19h – O Segundo Despertar de Christa Klages (Alemanha,1978), de Margarethe von Trotta, 93 min, DVD, 14 anos

17 de março (sábado)

15h – A Caminho da Loucura (Alemanha/França,1983), de Margarethe von Trotta, 105 min, blu-ray,16 anos

18h – Os Anos de Chumbo (Alemanha,1981), de Margarethe von Trotta, 107 min, DVD, 16 anos + Encontro O cinema de Margarethe Von Trotta, com Lorenna Montenegro e Lívia Perez

18 de março (domingo)

17h – O Mundo Fora do Lugar (Alemanha, 2014), de Margarethe von Trotta, 101 min, blu-ray, 14 anos

19h – Hannah Arendt (2012), de Margarethe von Trotta, 100 min, 14 anos

 

  • Serviço:
  • Mostra O Cinema de Margarethe Von Trotta
  • Entrada franca (Distribuição de senhas 1h antes do início da sessão)
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Data: de 6 a 18 de março de 2018 (terça-feira a domingo)
  • Horários: Consultar programação
  • Lotação:  78 lugares (mais 3 para cadeirantes)
  • Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Classificação Indicativa: Consultar programação
  • Acesso para pessoas com deficiência
  • Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
Musa fitness, Gabriela Bayerlein vira emoji EUA e arrecada fundos para MISS CADEIRANTE

Com quase 400 mil seguidores no Instagram e mais de 500 mil curtidas em sua página no Facebook, Gabriela Bayerlein virou emoji nos Estados Unidos. É que o maior número de fãs da gata está concentrado no país do Tio Sam, com isso, logo uma empresa procurou pela musa com a proposta de transformá-la em emoji, tendo parte da renda revertida para uma causa social escolhida por ela.

Gabriela Bayerlein

“Fiquei muito feliz quando recebi o convite, recebi a proposta como reconhecimento ao meu trabalho. Eu devo tudo aos meus fãs, aos amigos que me acompanham e que são responsáveis por tudo o que venho colhendo de frutos do meu trabalho. Não foi nada fácil chegar aqui, mas eu nunca pensei em desistir”, revelou.

Gabriela escolheu a Miss Universo Cadeirante 2017, Kaká Sampaio, que ficou tetraplégica em um acidente de carro em 2015, para receber parte da renda do aplicativo que logo estará disponível. A Miss precisa fazer um tratamento de células tronco na Tailândia, que tem o custo de R$100 mil.

“A Kaká é uma menina linda, de um coração enorme e uma fé inabalável. O que me chamou a atenção e despertou o interesse em ajuda-la foi o fato dela nunca se colocar como vitima de nada. Ela é uma guerreira e tenho certeza que usará esse dinheiro de forma consciente e assim ajudará outras pessoas a acreditarem que é possível sim, superar e continuar”, contou a musa fitness.

 

William Shakespeare, HAMLET,  reestreia dia 9 de março, na Fundição Progresso 
Versão cênica de Paulo de Moraes para a obra-prima de William Shakespeare, HAMLET, 
reestreia dia 9 de março, na Fundição Progresso (Espaço Armazém), Centro do Rio
“Trata-se de uma montagem histórica para o teatro nacional. Patrícia Selonk tem um desempenho monumental, construção de carne, afeto, razão desmedida, impossibilidade, flerte com o desejo humano desvairado de absoluto.” – Tânia Brandão, blog Folias Teatrais

O Espaço Armazém recebe, de 9 a 18 de março, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h, HAMLET, espetáculo indicado ao Prêmio Shell-RJ em 3 categorias (direção, cenário e iluminação) e ao Prêmio APTR em 7 categorias (espetáculo, direção, atriz protagonista, atriz coadjuvante, iluminação, cenário e figurino), vencedor do Prêmio Cenym de melhor atriz (Patrícia Selonk) e melhor companhia e também vencedor do Prêmio Cesgranrio de melhor iluminação (Maneco Quinderé). Partindo da obra fundamental de Shakespeare, a ideia geral da Armazém Companhia de Teatro foi de encontrar um Hamlet do nosso tempo. Um Hamlet cheio de som e fúria. Não numa atualidade forçada, mas ressaltando aspectos da obra que dialogam com esse coquetel de conflitos contemporâneos que vemos todos os dias jorrando nas grandes cidades do mundo. Sete atores e atrizes dão vida aos personagens de Shakespeare: Patrícia Selonk (Hamlet), Ricardo Martins (Claudius), Marcos Martins (Polonius/Coveiro), Lisa Eiras (Ofélia), Jopa Moraes (Laertes/Guildenstern/Ator), Isabel Pacheco (Gertrudes) e Luiz Felipe Leprevost (Horácio/Rosencrantz/Loba). A direção e roteiro são de Paulo de Moraes, com versão dramatúrgica de Maurício Arruda Mendonça.

“A direção de Paulo de Moraes é de um artesanato criterioso, com soluções de efeito e inteligência teatral. O primeiro ato reúne as características formais ampliadas numa sucessão de recursos surpreendentes. No segundo, o desenvolvimento da trama ganha o ritmo de um voo rasante.” – Macksen Luiz, Jornal O Globo

Em 2017 a companhia completou 30 anos de existência travando um complexo diálogo criativo com um dos melhores materiais dramatúrgicos da história. Hamlet é o príncipe da Dinamarca. Seu pai morreu repentinamente de uma doença estranha e sua mãe casou-se com o irmão do falecido marido, na frente de toda a corte, depois de apenas um mês. Hamlet tem visões de seu pai, que afirma que seu irmão o envenenou, e exige que ele se vingue e mate o novo Rei (seu tio e padrasto). Hamlet se finge de louco para esconder seus planos e vai perdendo o controle sobre sua própria realidade no meio deste processo. Ou seja, a invenção teatral do século XVI de um príncipe que fingia loucura e o espírito inflamado do nosso século entraram inevitavelmente em colisão. Já não há mais fingimento. A loucura de Hamlet tornou-se a loucura do mundo.

Shakespeare representa a corte real dinamarquesa como um sistema político corrupto que se torna um labirinto esquizofrênico para Hamlet. Assassinato, traição, manipulação e sexualidade são as armas usadas na guerra para preservar o poder. No centro dessa história está Hamlet, um homem desesperadamente preocupado com a natureza da verdade, um homem notável que quer ser mais verdadeiro do que, provavelmente, é possível ser. E que exige do resto do mundo que sejam todos verdadeiros com ele. Mas é possível conhecer a si mesmo integralmente? É possível conhecer integralmente as pessoas a seu redor? Hamlet se fragmenta, nossa época o faz assim, um sujeito destrutivo, atormentado e letal.

“Em mais um grande acerto, a Armazém Companhia de Teatro equilibra com maestria o clássico e o contemporâneo nesta releitura da tragédia de Shakespeare.” – Renata Magalhães, Revista Veja Rio


A respeito da tradução o diretor Paulo de Moraes comenta que “Maurício conseguiu uma poesia sem pompa, que comunica sem perder a beleza. E é grande mérito dos atores que essa poesia chegue rasgando, ela é língua, ela é corpo, ela é carne.” Moraes que conclui dizendo acreditar que “é importante tratar Shakespeare como se ele fosse um genial dramaturgo recém-descoberto com algumas coisas urgentes a dizer sobre a guerra, sobre a loucura do mundo e sobre nossos líderes políticos modernos.”

“A montagem de Paulo de Moraes enfatiza não apenas a semelhança entre a Dinamarca da ficção e o Brasil atual, mas também o poder letal daqueles que conseguem superar a melancolia e o desespero e resolvem agir. E tal superação transcende o pessoal e se afigura como um gesto político. (…) além disso o encenador conseguiu extrair uma das mais brilhantes performances de Patrícia Selonk. Na pele de Hamlet, a atriz potencializa ao máximo toda a fragilidade e potência do personagem, tornando verossímeis tanto a melancolia e inércia do personagem no início quanto a fúria devastadora que o domina a partir do momento em que decide efetivamente agir. E no que se refere ao célebre monólogo ‘Ser ou não ser’, proferido em voz baixa e impregnado de uma dor que chega a ser exasperante, bastaria este breve e sublime momento para ratificar o que todos já sabem: Patrícia Selonk é uma das melhores intérpretes do país.” – Lionel Fisher

HAMLET teve estreia nacional em junho de 2017 no Teatro I do CCBB Rio de Janeiro, fez temporadas em Londrina, Curitiba, Belo Horizonte, Vitória e novamente no Rio de Janeiro.

Ficha técnicaDireção: Paulo de Moraes
Versão Dramatúrgica: Maurício Arruda Mendonça
Montagem da Armazém Companhia de Teatro
Elenco: Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Lisa Eiras, Jopa Moraes, Isabel Pacheco e Luiz Felipe Leprevost
Participação em Vídeo: Adriano Garib (Espectro)
Cenografia: Carla Berri e Paulo de Moraes
Iluminação: Maneco Quinderé
Figurinos: João Marcelino e Carol Lobato
Música: Ricco Viana
Preparação Corporal: Patrícia Selonk
Coreografias: Toni Rodrigues
Preparador de Esgrima: Rodrigo Fontes
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotografias e Vídeos: João Gabriel Monteiro
Programação Visual: João Gabriel Monteiro e Jopa Moraes
Produção Executiva: Flávia Menezes
Produção: Armazém Companhia de Teatro
Site Oficial: www.armazemciadeteatro.com.br

Serviço

Local: Fundição Progresso (Espaço Armazém) – Rua dos Arcos, 24, Lapa, Rio de Janeiro
Informações/tel.: 21 2210-2190
Capacidade de público: 120 lugares
Temporada: 9 a 18 de março, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h
Ingressos: R$ 40,00 (casos previstos em lei pagam meia entrada)
Vendas antecipadas pela internet: http://bit.ly/2BFiOyV
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 140 minutos (incluído 10 minutos de intervalo)
Drama

Del Feliz, da edição 2015 do The Voice, vira Embaixador da Cachaça 

O cantor e compositor Del Feliz, um dos nomes mais respeitados do cenário artístico do Nordeste, recebeu um título bastante inusitado na Bahia: Embaixador da Cachaça. A alcunha foi dada por empresários do setor produtor de aguardente, que pretendem divulgar para todo o Brasil uma nova imagem da bebida.

“A gente está querendo quebrar paradigmas e mudar a imagem ruim que alguns têm da cachaça. Uma cachaça boa tem de ser respeitada tanto quanto um bom vinho, um uísque. É uma bebida nobre, elegante. O Brasil tem uma imagem distorcida da bebida por conta da qualidade de algumas cachaças. Mas queremos mudar isso”, afirma Del, que tem rodado por várias fazendas produtoras da bebida e fez até uma música sobre a pinga que já está repercutindo na região.

“Até para fazer música para agradar a cachaça, ela ficava negativa para a bebida. Mas a minha música passa uma mensagem boa sobre a bebida, que é um ícone”, destaca o cantor, que se antecipa a possíveis críticas sobre a apologia ao álcool.

“Quero destacar que a pessoa tem de beber com prudência e com responsabilidade. Na Semana de Arte Moderna se brindou com cachaça, pra você ver a importância da bebida. Hoje grandes chefs harmonizam pratos chiques com a bebida. Então é importante separar a boa bebida da ruim” explica.

Músico com carreira de destaque no exterior, Del Feliz conta que a bebida é, muitas vezes, mais bem recebida pelos gringos do que pelos brasileiros.

“Hoje, fora do Brasil, dão mais valor à cachaça do que aqui. Na Europa, existe um mercado incrível para a bebida”.

Del Feliz participou do The Voice Brasil em 2015. Na oportunidade, os quatro técnicos viraram a cadeira para o baiano. Mesmo não sendo um dos finalistas, Del foi muito elogiado e chegou a gravar uma música com Michel Teló. Carlinhos Brown, Dominguinhos, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Gilberto Gil e Maria Bethânia também já formaram parcerias com o forrozeiro.

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL SP

APRESENTA RETROSPECTIVA INÉDITA COM TODA A FILMOGRAFIA DA CINEASTA “HELENA SOLBERG”

 A diretora Helena Solberg, única cineasta mulher a participar do Cinema Novo, ganha de 7 a 19 de março uma mostra inédita no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. A retrospectiva, nunca antes realizada no Brasil, irá exibir toda filmografia da diretora, que completará 80 anos em junho deste ano, além de debates e uma aula magna. A entrada é gratuita para todas as sessões.

Detentora de uma carreira singular que completa cinco décadas, a diretora viveu por 30 anos nos EUA, onde construiu uma trajetória sólida do cinema militante e feminista. Embora pouco exibidos e raramente debatidos em âmbito nacional, os filmes de Solberg tiveram reconhecimento fora do Brasil e foram premiados em importantes festivais internacionais como o Festival de Havana, Festival de Chicago, American Fim Festival, e o prêmio Emmy para “Das Cinzas – Nicarágua Hoje”, entre outros.

Com curadoria de Carla Italiano e Leonardo Amaral, a programação traz toda a obra de Helena Solberg, entre eles os curtas a “Entrevista” (1966), que entrevista moças de formação burguesa do Rio de Janeiro sobre casamento, sexo e política; o poético “Meio Dia” (1970), inspirado em “Zero de Conduta” (1933) do cineasta francês Jean Vigo; e a primeira realização de Solberg nos EUA “A Nova Mulher” (1974). Esta última, costurada coletivamente pelo grupo International Women’s Film Project, oferece um panorama histórico da luta feminina por igualdade desde o século XIX.

Juntamente a “A nova mulher”, as duas produções seguintes da cineasta compõem o que a pesquisadora Mariana Tavares chamou de “Trilogia da Mulher”: “The Double Day” (1975) e “Simplesmente Jenny“ (1978). O primeiro examina as condições da mão de obra feminina na Argentina, Venezuela e Bolívia, enquanto o último se dedica à vivência de três jovens em um reformatório boliviano para adolescentes.

O olhar formal aguçado se alia a um sentido de urgência a fim de responder a sua época, culminando na segunda, e mais prolífica, frente de investigação de seu cinema: os documentários politicamente engajados, militantes, que transitam por países da América Latina. Dentre eles, destacamos: “Das Cinzas – Nicarágua Hoje” (1982), acerca do Movimento De Libertação Sandinista e sua luta contra o regime ditatorial de Somoza na Nicarágua; “Chile: pela razão ou pela força” (1983); e “Terra dos Bravos” (1986).

Não por acaso, o retorno da realizadora ao Brasil ocorreu por meio de uma das brasileiras de maior reconhecimento internacional, no filme “Carmem Miranda: Banana is My Business” (1994), finalizado no momento da chamada “retomada do cinema nacional”, nos anos 90.

A atual fase de sua carreira aponta para novos rumos: a adaptação ficcional de um diário toma forma em “Vida de Menina” (2004), marcando sua estreia na direção de uma ficção em longa-metragem, enquanto “Palavra (En)cantada” (2009) e “Alma da gente” (2013) estreitam as relações entre música popular e poesia brasileira. Por fim, realiza o longa-metragem “Meu corpo, minha vida” (2017), que trata de uma discussão seminal nos atuais contextos sociais e políticos brasileiros: o aborto.

A Retrospectiva é patrocinada pelo Banco do Brasil e organizada pela coletivo Filmes de Quintal.

Fotos e trechos dos filmes no link abaixo: www.dropbox.com/sh/n89la5h167wzzol/AAAAsQ-EZIufmO_JR4aHivgYa?dl=0

  • Serviço
  • Retrospectiva Helena Solberg
  • Data: de 07 a 19 de março de 2018
  • Entrada Franca
  • Local: CCBB São Paulo
  • Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro | São Paulo – SP
  • Capacidade Cinema: 70 lugares
  • Horários e classificação indicativa no site
  • Ingressos: serão distribuídos a partir de uma hora antes de cada sessão, na bilheteria do local
  • Funcionamento da bilheteria: de quarta a segunda, das 9h às 21h.

*** Evento acontece de 7 a 19 de março no CCBB São Paulo

*** Aula Magna com a diretora no dia 17/03

***Sessões comentadas por pesquisadores especialistas e debates

*Entrada gratuita

 

  • GRADE DE PROGRAMAÇÃO
  • SÃO PAULO – DIA A DIA
  •  
  • 07/03 – Quarta
  • 19h15 Carmen Miranda: Bananas Is My Business (92′, 1994, 35mm) / 14 anos
  •  
  • 08/03 – Quinta – Dia da mulher
  • 17h Simplesmente Jenny (32′, 1977), A Dupla Jornada (54′, 1975, digital) / 16 anos
  • 19h30 Meu Corpo Minha Vida (73′, 2017, digital) / 16 anos
  •  
  • 09/03 – Sexta
  • 15h30 Terra dos Bravos (60′, 1986, digital) / 14 anos
  • 17h Retrato de um Terrorista (28′, 1985, digital), A Conexão Brasileira (58′, 1982/1983, digital) / 16 anos
  • 19h A Terra Proibida (58′, 1990, digital) / 16 anos
  • Seguida de debate com Mariana Souto
  •  
  • 10/03 – Sábado
  • 16h30 Meio-dia (11′, 1970, digital), A Entrevista (20′, 1966, digital), A Nova Mulher (40′, 1974, digital) / 14 anos
  • Seguida de debate com Ramayana Lira
  • 18h45 Chile: Pela Razão ou Pela Força (60′, 1983, digital) / 16 anos
  •  
  • 11/03 – Domingo
  • 16h30: Das Cinzas… Nicarágua Hoje (60′, 1982, digital) / 16 anos
  • 18h00 Vida de Menina (101′, 2004, digital) / 14 anos
  •  
  • 12/03 – Segunda
  • 17h Palavra (En)cantada (84′, 2009, digital) / 12 anos
  • 19h30 Terra dos Bravos (60′, 1986, digital) / 14 anos
  •  
  • 14/03 – Quarta
  • 15h30 Chile: Pela Razão ou Pela Força (60′, 1983, digital) / 16 anos
  • 17h Brasil em Cores Vivas (30′, 1997), A Alma da Gente (80′, 2013, digital) / 14 anos
  • 19h30 A Terra Proibida (58′, 1990, digital) / 16 anos
  •  
  • 15/03 – Quinta
  • 17h Retrato de um Terrorista (28′, 1985, digital), A Conexão Brasileira (58′, 1982/1983, digital) / 16 anos
  • 19h MESA REDONDA Engajamento e militância décadas 1970-1980 / Livre
  • com Edson Teles e Thais Blank
  •  
  • 16/03 – Sexta
  • 17h Das Cinzas… Nicarágua Hoje (60′, 1982, digital) / 16 anos
  • 19h Meu Corpo Minha Vida (73′, 2017, digital) / 16 anos
  • Seguida de debate com Elisa Gargiulo e Zita Carvalhosa
  •  
  • 17/03 – Sábado
  • 16h AULA MAGNA com Helena Solberg / Livre
  • 18h15 Meio-dia (11′, 1970, digital), Vida de Menina (101′, 2004, 35mm) / 14 anos
  •  
  • 18/03 – Domingo
  • 16h30 Carmen Miranda: Bananas Is My Business (92′, 1994, 35mm) / 14 anos
  • 18h30 Meio-dia (11′, 1970, 16mm), A Entrevista (20′, 1966, 16mm), A Nova Mulher (40′, 1974, 16mm) / 14 anos
  •  
  • 19/03 – Segunda
  • 15h Palavra (En)cantada (84′, 2009, digital) / 12 anos
  • 17h Brasil em Cores Vivas (30′, 1997, digital), A Alma da Gente (80′, 2013, digital) / 14 anos
  • 19h15 Simplesmente Jenny (32′, 1977, digital), A Dupla Jornada (54′, 1975, digital) / 16 anos
  •  
  • SÃO PAULO
  • DEBATES
  •  
  • 09/03 – Sexta
  • 19h A Terra Proibida (58′, 1990) / 16 anos
  • Seguida de debate com a pesquisadora Mariana Souto
  •  
  • 10/03 – Sábado
  • 16h30 Meio-dia (11′, 1970), A Entrevista (20′, 1966), A Nova Mulher (40′, 1974) / 14 anos
  • Seguida de debate com a professora Ramayana Lira
  •  
  • 15/03 – Quinta
  • 19h MESA REDONDA Engajamento e militância décadas 1970-1980
  • com o professor Edson Teles e a pesquisadora Thaís Blank / 12 anos
  •  
  • 16/03 – Sexta
  • 19h Meu Corpo Minha Vida (73′, 2017) / 16 anos
  • Seguida de debate com a ativista Elisa Gargiulo e a produtora Zita Carvalhosa
  •  
  • 17/03 – Sábado
  • 16h AULA MAGNA com Helena Solberg / Livre
  • com tradução em libras
ENTREVISTA COM MC LOMA E AS GÊMEAS LACRAÇÃO
EM ENTREVISTA COM CAROL DIAS, MC LOMA E AS GÊMEAS LACRAÇÃO FALAM SOBRE “CRUSH”, MÚSICA NOVA E QUEM LEVARIAM PRA UMA ILHA PARADISÍACA .
 
MC Loma e as gêmeas lacração são a grande sensação do momento. Elas tem conquistado o público com seu jeito espontâneo e divertido. Em entrevista exclusiva para o canal no YouTube da ex-panicat Carol Dias, as meninas de Pernambuco revelaram um pouco mais de sua intimidade, sonhos e como estão lidando com a fama repentina. 
Lacração é pouco para descrever o sucesso: Elas entraram na lista das “50 virais do mundo” do Spotify e ate o momento acumulam mais de 110 milhões de visualizações no YouTube, além de serem endossadas por ninguém menos que Anitta, e tantos outros famosos que entraram no clima envolvente de suas músicas.
 
As meninas, em clima de descontração, e usando um vocabulário no mínimo peculiar, com várias gírias e expressões como “escama só de peixe”, contaram o que chama atenção delas em um garoto e qual o seu conceito de beleza. Dispararam: “A beleza um dia vai se acabar, é uma coisa simples e opaca. Se você tem um rosto feio, mas é bonito por dentro, é isso que importa.” Elas deram dicas de poses para os rapazes evitarem durante as fotos que postam nas redes sociais
Elas, como qualquer adolescente, tem seus “crushes”: meninos por quem elas tem uma queda. Perguntadas por Carol Dias: “quem vocês levariam para uma ilha paradisíaca”, elas revelaram quem gostariam de ter como companhia no paraíso: ”Justin Bieber, Felipe Tito e Caio Castro”. 
 
Carol Dias além de estar investindo em seu canal no YouTube, atuando como entrevistadora e apresentadora, foi convidada para o próximo clipe das meninas, que será lançado nessa sexta-feira, de uma nova música, que promete ser mais um hit: “meu ritmo”.
Link da entrevista