THE FEVERS DIA 2 DE MAIO, NO CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA, O IMPERATOR

PROJETO QUARTAS BRASILEIRAS APRESENTA

A pedidos do público, o  The Fevers, a banda mais popular do Brasil, se apresenta mais uma vez no projeto Quartas Brasileiras, dia 02 de maio, às 16h, no palco do  Imperator.

Sob o comando de Luiz Cláudio (vocal), Liebert Ferreira (contra baixo), Rama (Guitarra), Otavio Monteiro (bateria) e o músico Cláudio Mendes (teclados), o The Fevers celebra cinco décadas de história e muitos sucessos. Com agenda sempre lotada e se apresentando por todo o Brasil, o grupo promete levar o seu fiel público ao delírio, com clássicos como: “Mar de Rosa”, “Vem Me Ajudar” e “Cândida”.

Serviço:

  • Imperator – Centro Cultural João Nogueira
  • Dia 02 de maio  de 2018 (quarta-feira)
  • Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
  • Horário às 16h
  • Classificação – livre
  • Preço: R$50 (inteira) e R$25 (Meia entrada – Lei Federal)

THE FEVERS, “CINCO DÉCADAS DE HISTORIA E MUITOS SUCESSOS” LUIZ CLÁUDIO (VOCALISTA), LIEBERT FERREIRA (CONTRA BAIXO),  RAMA (GUITARRA), OTÁVIO MONTEIRO (BATERIA) E O MUSICO CLÁUDIO MENDES NOS TECLADOS.

Influenciados por Elvis, Beatles e Rolling Stones, a Banda The Fevers iniciou suas atividades musicais no Colégio entre amigos em 1.965, na zona norte do Rio de Janeiro. Em função do destaque em suas apresentações ao vivo, foram convidados a acompanhar musicalmente as principais estrelas brasileiras do movimento que se espalhava por todo o mundo, o chamado Rock n’ Roll, do qual no Brasil, os Fevers tiveram grande participação e importância, foram contratados para atuar no principal programa jovem em rede nacional de TV da época, a “Jovem Guarda”, transmitido ao vivo aos domingos pela TV Record de São Paulo, apresentado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa.

O nome da banda surgiu inspirada em um sucesso de Elvis Presley – “Fever”. Destacaram-se gravando grandes versões de sucessos internacionais, acompanhando a evolução do mercado musical, mantendo a pegada de rock n’ roll que os lançou, sempre com ritmo dançante, mas acrescentando um toque de contemporaneidade aos novos trabalhos, seja na  tecnologia instrumental ou na adaptação de suas obras à novas mídias.

O programa Jovem Guarda saiu do ar em 1968, mas o movimento que introduziu a guitarra elétrica e os instrumentos eletrônicos na música brasileira continuou em cena.

Os Fevers foram contratados pela gravadora Emi Odeon, onde emplacaram inúmeros hits nas principais paradas de sucesso do País: “Já Cansei” (1968), “Agora Eu Sei” (1969), “Cândida” (1970), “Vem Me Ajudar”, “Mar de Rosas” (recentemente regravada pela banda baiana Chiclete Com Banana), “Sou Feliz”, “Nathalie” (todas de 1971), “Deus” (1972), “Alguém Em Meu Caminho”, “Hey Girl” (as duas de 1973), “Sou Assim” e “Marcas do Que Se Foi” (1976), “Pra Cima, Pra Baixo” e “Gengis Kan” (1978), “Elas Por Elas” (1982), “Guerra dos Sexos” e “Por Causa de Você” (1986),  regravada pela banda KLB “Um Louco” (1988), “Trem da Alegria” (1985), esta lançou o grupo Trem da Alegria, conquistaram o titulo de “Banda Mais Popular do Brasil”.

 Tiveram grande participação em gravações fonográficas acompanhando em estúdio artistas como : Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Wanderléa, Jorge Benjor, Golden Boys, Eduardo Araújo, Wilson Simonal, Reginaldo Rossi, Raul Seixas, Sergio Reis e tantos outros… até hoje continuam exercendo sua criatividade em estúdio.

Ao longo de quatro décadas de estrada o volume de sucessos da banda só é comparável no Brasil a Roberto Carlos. São mais de 50 lançamentos e um grande número de compilações (entre vinil, fitas cassete, Cds e DVD,, uma vendagem superior a 12 milhões de copias efetivamente vendidas. A extensa discografia da banda, incluindo compilações ao longo de quatro décadas de sucesso atingiu números recordes em vendagem e lançamentos de discos, que contribuíram para muitas premiações: 29 discos de ouro, 5 de Platina, 3 de Platina Duplo, 1 de Diamante, Disco de Platina em Portugal, Prêmio Sharp como “Melhor Grupo”, Prêmio “Destaque Popular”, da Rádio Difusão, em 1999, Prêmio Petrobrás Rio Show 2005, 2006, 2007 e 2008, o reconhecimento internacional em 2009, Prêmio Portuguese Cultural em Mississauga, Canadá, em  2010 The Fevers foi o grande homenageado na Festa Nacional da Musica, o maior Fórum da Musica Popular Brasileira, realizado em Canelas, no Rio Grande do Sul, evento que reúne artistas, músicos, editores, jornalistas, formadores de opinião e executivos que atuam na Musica e na Industria do Entretenimento Musical Brasileira, em 2011 tiveram seu Cd VEM DANÇAR II, indicado como “Melhor Álbum Popular” ao Prêmio da Musica Brasileira, o evento teve lugar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Entre as varias canções incluídas em trilhas sonoras de novelas de sucesso para a TV GLOBO destacam-se os temas de abertura das novelas ELAS POR ELAS e GUERRA DOS SEXOS, bem como, importantes temas de personagens das novelas TI TI TI, DE QUINA PRA LUA, AMOR COM AMOR SE PAGA e atualmente NINGUEM VIVE SEM AMOR e SÓ VOU GOSTAR DE QUEM GOSTA DE MIM, na trilha da novela AMOR & REVOLUÇÃO da Tv Record 2011.

Em 2004, grande parte das obras de seu catalogo da EMI Music, remasterizadas foram lançadas em formato de box (caixas comemorativa), em Cd com o titulo “The Fevers Collection”. A coleção é composta por 21 títulos distribuídos em 10 volumes. O primeiro deles é o 0 (zero), chamado The Fevers e Amigos (1966), seguido pelo volume 1 – A Juventude Manda (1966) e A Juventude Manda 2 (1967), vol. 2 – O Máximo em Festa (1968), vol. 3 – Os Reis dos Bailes (1969) e The Fevers (1970), vol. 4 – The Fevers (1971) e A Explosão Musical dos Fevers (1971), vol. 5 – The Fevers (1972) e The Fevers (1973), vol. 6 – The Fevers (1974) e O Sol Nasce Para Todos (1975), vol. 7 – The Fevers Nadie Vive Sin Amor – Espanhol (1975), vol. 8 – The Fevers (1976) Muitas destas obras gravadas em vinil foram remasterizadas em processo digital por Marcelo Froes e relançadas em CD.

Os Fevers participaram ativamente da comemoração dos 40 Anos da Jovem Guarda. Ao lado de Erasmo Carlos, Wanderléa e Golden Boys, montaram sob direção geral de José Carlos Marinho, o projeto 40 Anos de Rock Brasil – Jovem Guarda, que excursionou pelas principais capitais atuando nos principais espaços de Mega Shows de todo Brasil, com extraordinária repercussão. O espetáculo foi registrado em DVD no Tom Brasil, São Paulo, premiado com Discos de Ouro e Platina. O Jovem Guarda – 40 Anos de Rock Brasil, manteve-se na estrada, com novo titulo, “Festa de Arromba”, tornou-se um dos principais espetáculos dirigido para Eventos Coorporativos.

Em 2006, administrando o tempo entre shows e outros compromissos, gravaram ao vivo seu primeiro DVD numa grande apresentação realizada no Clube Português, em Recife. O repertorio foi composto por grandes sucessos, como : “Mar de Rosa”, “Agora Eu Sei”, “Hey Girl”, “Vem Me Ajudar”, “Nathalie”, “Onde Estão Seus Olhos Negros”, “Se Você Me Quiser”, “Cândida”, “Alguém Em Meu Caminho”, “Guerra dos Sexos”, “Elas Por Elas”, “Garoto Que Amava Beatles e Rolling Stones”, “Menina Linda” “Woolly Bully” e “For Ever”. Momentos especiais do DVD, além da perfeita performance dos Fevers foram as participações especiais de “Renato & Seus Blue Caps” e da Banda “Pholhas”.

Sob Direção Artística de JC Marinho e produção Musical de Liebert Ferreira e Luiz Cláudio. No inicio de 2007 o DVD e Cd, com titulo homônimo, foi lançado pela gravadora Polydisc. Como esperado, a dobradinha novamente alcança novo record de vendagem, contabilizando mais um Cd e DVD de ouro para o grupo. Empolgados com o sucesso do DVD, costuraram  novo show, lançando em agosto no palco do Canecão (Rio de Janeiro), o show “Vem Dançar”, com vendas de ingressos esgotadas. O repertório do espetáculo reproduz o do DVD, justificando muito bem o titulo “Vem Dançar”. O ritmo contagiante faz com que a platéia de um espetáculo a parte durante quase 2 horas do ritmo forte e contagiante da banda.

Um dos momentos mais importantes e emocionantes na carreira dos Fevers foi em  2008, o Concerto “FEVERS INTERNATIONAL TOUR”, no Ontário Place, em Toronto e em Mississauga,  Canadá, onde foram homenageados pela comunidade portuguesa canadense. A turnê internacional teve seqüência em Julho de 2009, The Fevers apresentaram novamente no Canadá, desta vez com maior destaque no Chin Radio Pic Nic, considerado o maior pic nic ao ar livre do mundo, o evento  reuniu uma platéia de mais de 150.000 pessoas no Ontário Place em Toronto, apresentaram-se novamente em Mississauga e em Winnipeg, todos os concertos tiveram lotação esgotada  Este é o resultado do excelente trabalho da Banda The Fevers e a bom relacionamento que a Marinho Produções mantém com a comunidade empresarial internacional. A meta da produção e dos Fevers é manter o Show VEM DANÇAR para os próximos três anos, superando a quantidade e a qualidade dos shows realizados em 2010.

Comemorando o sucesso e a carreira ininterrupta de quatro décadas, os FEVERS lançam um novo disco. E não é apenas “mais um disco” na extensa discografia da banda. É UM NOVO DISCO!  Sim, eles não se acomodaram com o título de “A Banda mais Popular do Brasil” ou “A Melhor Banda de Shows”. O grupo resolveu inovar, registrando um de seus melhores trabalhos fonográficos até hoje.

Um “frescor” de Anos 2.000 com a pegada dos FEVERS. Não é aquele som característico da banda, que só de ouvir já se identificava a fonte. Tem o toque do moderno com a qualidade da experiência de 48 Anos de Estrada.

Trazendo canções inéditas, algumas feitas por renomados amigos como os irmãos Rogério “Percy” Lucas e Robson Lucas (“Vício Sem Cura”), do grupo sulista Nenhum de Nós (“Você Vai Lembrar de Mim”), Alex Cohen e Michael Sullivan (“Vai e Vem”), Cesar Lemos, Karla Aponte e Elsten Torres (“When A Man Cries / Quando Um Homem Chora”,  bem como, composições de integrantes da banda, “Sigo em Frente” (Luiz Cláudio e Francisdeo) e “O Pecado Mora Ao Lado” (Rama), este novo disco dos FEVERS aponta para o novo caminho e sonoridade da banda. Releituras do quilate de “Hey Jude” (John Lennon e Paul McCartney- versão de Rossini Pinto), sucesso de seus shows desde 1969 e “Um Louco” (Ed Wilson), que a banda estourou em 1988, os FEVERS mostram a sua versatilidade em recriar clássicos de sua carreira para os novos ouvintes que estão chegando. Mensagens que a banda passa a seus fãs, de otimismo,  alegria, confiança, com as regravações de “É Preciso Saber Viver” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos), “Boa Sorte” (O. Vera e H.Sotero – versão Paulo Coelho) e “Marcas do Que Se Foi” (Tavíto, Paulo Sergio Vale, Marcio Moura, Ribeiro, José Jorge e Ruy Mauriti). Para fechar o trabalho, o registro que mostra a cara dos FEVERS: a gravação de “Eu Nasci A Dez Mil Anos Atrás” (Raul Seixas e Paulo Coelho), com uma pegada e uma energia que justificam tantas bandas e músicos contemporâneos prestarem homenagens ao grupo.

Para o resultado final com esta qualidade, buscou-se trabalhar com os melhores profissionais e o melhor de tecnologia em equipamentos. Com isso, “Didier Fernan”, dirigiu toda gravação no Estúdio Copacabana e em seu Home Estúdio (RJ), “Cesar Lemos” (ex-integrante FEVERS), foi o responsável pela gravação no Miami Beat Studio (Miami, EUA), o saudoso “Guilherme Reis” mixou no Mega Studio (SP), e o festejado “Luigi Hoffer”, masterizou no DMS – Digital Mastering Solutions (RJ).

E os FEVERS não param. Este novo álbum, foi indicado ao Prêmio da Musica Brasileira, Edição 2011, (Noel Rosa).  Concorreu com THE FEVERS, as Bandas “ROUPA NOVA” e “SUA MÃE”, na categoria, MELHOR ALBUM CANÇÃO POPULAR. A cerimônia do Prêmio, aconteceu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em Julho de 2011, para os  Fevers, foi uma grande vitoria ter seu novo álbum, um projeto independente, entre os três melhores do ano no seguimento pop Rock.

Com agenda de shows muito requisitada, os Fevers mantém uma média anual superior a mais de 100 apresentações de Shows ao vivo, atuando de norte a sul do país e no exterior.

Em 2012 a Gravadora Som Livre lançou coletânea de sucessos dos Fevers, titulo SEMPRE, onde se destaca a canção Guerra dos Sexos, titulo da telenovela da Tv. Globo em remake sob direção de Jorge Fernando.

Em 2013 a Banda THE FEVERS é homenageada com o Prêmio RIO SHOW PETROBRAS, como melhor GRUPO MUSICAL POPULAR, em 2014 mais uma honraria, homenageados desta feita pela Companhia Paulista de Teatro Loucos do Tarô, com o Troféu “Inspiração do Amanhã”.

O Show VEM DANÇAR seguiu rodando todo Brasil e Exterior, em 2015 contou com a marca superior a mais de 350 apresentações ao vivo, sinônimo de êxito nacional, a comemoração foi no palco do Teatro Rival do Rio de Janeiro, onde iniciaram as comemorações dos 50 Anos de Grandes Sucessos e longa Estrada… nossa gravadora lançou novo Cd comemorativo de “50 Anos”,.

Já em 2016 The Fevers lançou a Turnê Brasil no Imperator, casa de espetáculos do Rio de Janeiro, uma data não foi o suficiente, pois teve seus ingressos esgotados em duas semanas, o publico pediu e uma segunda sessão que também teve seus ingressos esgotados em menos de uma semana, a Turnê The Fevers 2017 contou com novo Show de sucessos do grupo, com a Direção geral de José Carlos Marinho e Direção Musical de Liebert Ferreira, nossa meta em 2018 é manter nossa marca de 100 Shows anuais por todo Brasil, dando sequencia a Turnê Vem Dançar, cientes aos problemas da crise que assola o País, seguimos levando a todo povo brasileiro nossa alegria, diversão, descontração e a boa musica popular.

Em nossos concertos pedimos a todos que deixem os problemas da vida lá fora onde existe  uma cesta imaginaria na entrada do local do Show, pedimos ainda que não desliguem seus celulares, pois, vocês estão no Vem Dançar, gostamos quando o publico se levanta, dança, pula e canta o tempo todo com a gente.

Das festas populares, passando por eventos corporativos e recepções das camadas mais elitizadas da sociedade brasileira, suas canções seguem marcando épocas, o que prova que The Fevers, esta marcado nos corações de seus admiradores e na musica popular brasileira. Fato este que independe de classe social e destaca o lado Cult da Banda, já foram os REIS DOS BAILES quando para se ter uma data da banda era necessário reserva prévia de mais de 12 meses de antecedência, e posteriormente ficou confirmado o resultado da pesquisa popular do programa FANTASTICO da Tv Globo : The Fevers é a “BANDA MAIS POPULAR DO BRASIL”.

ALEXANDRA JACKSON: LEGACY & ALCHEMY Novo álbum da cantora americana celebra a MPB

Em um projeto inovador a cantora americana Alexandra Jackson traz músicas brasileiras imortais com nova roupagem e homenageia grandes artistas do nosso País. “Sonho Meu”, e Dona Ivone Lara, e “Girl From Ipanema”, de Tom Jobim, estão no álbum que será apresentado no dia 30 de abril, segunda, no Teatro Rival Petrobras, às 19h30. Propositalmente no Dia Internacional do Jazz, a estrela americana e grandes convidados sobem ao palco para um evento à altura do que o Rio de Janeiro merece.

Alexandra Jackson, seus produtores Robert Hebert e Larry Williams, e uma banda formado pelo time estrelado Arthur Maia, Teo Lima, Pretinho da Serrinha, André Siqueira, Marco Brito, Joao Castilho, Marcelo Martins e Jessé Sadoc vão celebrar a data e honrar os lendários convidados do álbum.

Gravado no Rio de Janeiro, Los Angeles, Londres, Nova York e Atlanta e cantado em inglês, espanhol e português, “Alexandra Jackson: Legacy & Alchemy” inclui muitos dos clássicos da Bossa Nova e do Samba. Em 2 CDs, canções como “Sonho Meu”, de Dona Ivone Lara, “Anjo de Mim”, de Ivan Lins, “Corcovado”, de Tom Jobim, entre muitas outras, são apresentadas com a essência brasileira e um toque especial da intérprete americana. A cantora canaliza suas quatro principais paixões e experiências musicais: Música Brasileira, American Jazz & Soul, NeoSoul e London Soul Jazz.

Entre as participações especiais que gravaram no novo disco com Alexandra Jackson estão Miles Davis, Antônio Carlos Jobim, Al Jarreau, Rod Temperton, Oscar Castro-Neves, Dona Ivone Lara, Ivan Lins, Carlinhos Brown, Banda Black Rio, Hubert Laws, Larry Dunn, Al McKay, Siedah Garrett, além de Paulo e Daniel Jobim. O time de estrelas se reuniu para repaginar e apresentar os clássicos da música brasileira com novos moldes para o samba de raiz e a bossa nova.

LEGACY & ALCHEMY chega ao público alinhado a datas especiais: 2017 marcou o 100º aniversário do Samba; acabamos de passar o 50º aniversário de quando a Bossa Nova era a música mais popular do mundo. Portanto, não há momento mais propício para homenagear o grande legado da música brasileira.

“Esse álbum oferece a oportunidade para as pessoas criarem uma nova perspectiva. Não é apenas o Jazz, o Blues, o Soul, a Bossa Nova ou o Samba, mas sim uma mistura de todos eles”, diz Alexandra.

RODA DE SAMBA NA LAGOA RODRIGO DE FREITAS NO DIA DO TRABALHO (01/05)

Vou Pro Sereno Comanda:NADA PRA FAZER NA LAGOA RODRIGO DE FREITAS

Roda De Samba Mais Celebrada Da Cidade Maravilhosa  Na Sede Náutica Do Vasco

TRIBUTO A DAMA DO SAMBA D. IVONE LARA

Vou Pro Sereno – Foto Rudy

Foram Me Chamar, Eu Estou Aqui O que que Há“. Embalados por pérolas da primeira dama do Samba, Dona Ivone Lara, que o Vou Pro Sereno ou “VPS” vai invadir a Sede Náutica Do Vasco, no dia 1º de maio (Dia Do Trabalho), com sua Roda De Samba, NADA PRA FAZER, a mais concorrida da atualidade.

Sempre nos feriados, o que começou em Bangu, zona oeste carioca, ganhou o país e vai acontecer num dos postais mais celebrados do Rio, a Lagoa Rodrigo de Freitas. Nessa edição, uma homenagem a baluarte do samba nacional. que nos deixou no mês de abril, Dona Ivone Lara.

A banda, que na verdade criou um encontro nos dias de feriados entre amigos, familiares e quem quisessem chegar, quando se deu conta, já concentrava milhares de pessoas pro que ganhou o nome da música atual de trabalho. “Por ser à tarde e alguns amigos não terem “Nada Pra Fazer”, juntamos os amigos e fomos batucar, assim que começou”. Conta Júlio César (pandeiro e voz).

Formado ainda por Alex Sereno (Tantã e Voz),  Paulinho (Reco-reco e Voz) e Rodrigo Sereno (Violão e Voz), o quarteto explodiu nacionalmente a música e a roda começou atrair amantes do samba, além de muitos sambistas, como Xandy de Pilares, Mumuzinho, Reinaldo, entre outros.

– Foto-Duh Marinho

Por onde chega arrebata um público de milhares de fãs do bom samba, normalmente fecham-se as portas com lotação máxima, exemplo do Barra Music, que somou mais de 12 mil pessoas, entre elas grandes nomes do segmento e do funk, que se juntaram a roda.

Enganam-se quem acha que o grupo é novo na estrada. Formado em 1997, já contam 20 anos de palcos. Surgiu como Sereno, que entre muitas andanças e shows, se apresentou por dois anos consecutivos numa tradicional casa da zona norte carioca. Com um dos grandes mestres vivos do samba, o músico Sombrinha (Ex- Fundo de Quintal), chegou a um dos maiores teatros do país e um dos mais antigos do Rio, o Teatro João Caetano – Centro/RJ.

Rebatizado com o nome atual em 2008, surge o primeiro CD, um EP, com 6 canções próprias como, “Essa Preta”, “Vou Pro Sereno” e “Logo Dou Um Jeito”, entre outras. Passam então a um grupo seleto do samba carioca, alcançando rádios e cidades por todo o país.

Em 2011, o primeiro DVD significa a realização de um sonho, o “Vou Pro Sereno” (nome do DVD) tocou no seu quintal – afinal, são crias do bairro. Com a explosão de “Mulher Não Manda Em Homem”, por todo o território nacional, finalmente chegou ao topo. — Outros sucessos também embalaram pagodes, rodas e muitas festas como, “Sem Moderação”, “Logo De Um Jeito” e a “Nosso Amor É Perfeito”.

Em outubro/2017 foram convidados para ser uma das atrações principais na capital da Angola. O grupo participou do projeto “Roda de Samba Jeito Carioca“, no Palmeiras Club.

Além da roda Nada Pra Fazer, o “VPS” concentra uma agenda de mais de 25 shows mensais pelo país e se tornou uma referência do Rio De Janeiro. Reúne sucessos nas rádios das maiores capitais como, “Quero Mais” e “Logo Dou um jeito”, além de “Nada Pra Fazer”, canção atual de trabalho.

Um vídeo com o volante Maicon (nascido em Bangu) caiu nas redes sociais, comemorando dentro do ônibus em sua volta para o hotel com os amigos, o samba era o “Nada Pra Fazer”. No vídeo aparece também o lateral Leonardo Gomes cantando, os dois ainda mandam recado para os integrantes do grupo.

O “VPS” se prepara para o lançamento de um projeto mais que especial, o disco de 20 anos, que virá com 14 faixas, oito com a produção musical de Bruno Cardoso (Sorriso Maroto) e Lelê, responsáveis por nomes como Diogo Nogueira, Mumuzinho, entre muitos outros, – e do próprio grupo, que vem responsável pelas outras seis canções. Promete boas surpresas.

Este mês lançou o já sucesso nas rádios de todos o país, “Me Desculpe A Fraqueza”, este samba fará parte do DVD do VPS.

 

No set list do Nada Pra Fazer na Lagoa, “Tiê Tiê”, “Acreditar Eu Não”, entre outras da homenageada, como também “Fora Me Chamar”, todas clássicos do samba. Além dos sucessos próprios citados acima, pérolas dos mestres Reinaldo, Arlindo Cruz, Sombrinha, Zeca Pagodinho, entre outros!

Uma das características do quarteto é que suas apresentações são marcadas por sucessos não só do grupo, mas também de outros bambas como, Beth Carvalho, Jorge Aragão e até Bezerra da Silva. O repertório depende do momento. Mas uma coisa é certa, show para quem gosta de cair no samba!

“Esta edição será especial. Normalmente nos apresentamos para o público que esta no nosso show, nosso repertório é uma celebração a essa galera e ao samba. Além de nossas canções homenageamos quem esta ali com pérolas de mestres, no dia do trabalho, nossa homenagem a nossa rainha, mulher que representa atitude, voz e todo o nosso respeito, Dona Ivone”. Comenta Alex Sereno.

 

SERVIÇO:

RODA DE SAMBA NADA PRA FAZER (VOU PRO SERENO)

Homenagem a Dona Ivone Lara

20 kg mais magra, Fabiana Karla posa para campanha do dia das mães com os filhos

Fabiana e os filhos (Foto: Reprodução)

Fabiana Karla posou esta semana para uma marca da qual é garota propaganda junto com os três filhos e chamou atenção devido à sua excelente forma física. O ensaio foi para uma campanha do Dia das mães e a humorista impressionou com sua nova silhueta.

Fabiana Karla e filhos

Ao lado de Laura, sua primogênita, que vive no Rio com ela, Beatriz e Samuel, que moram em Recife, cidade natal da atriz, Fabiana revelou que emagreceu 20K nos últimos meses com a ajuda de uma dieta chamada Dietkal ( com base em VCLD- valory Low calorie diet, ou seja, dieta de baixíssimas calorias) e em conjunto com o início de atividades físicas.

Ela contou, ainda, que fez a dieta mais para a saúde mesmo, pois operou a vesícula há pouco tempo e a sobrecarga de trabalho exige muito dela. “Não sei quantos quilos eu já perdi ao todo exatamente. Sei que em um mês, eu emagreci quase 11 quilos e depois vim perdendo menos devido as minhas viagens. Até agora já se foram uns 20. É um método eficaz, chama-se Dietkal e eu brinco que é a dieta do astronauta”, conta a atriz acrescentando que também está com uma personal em São Paulo fazendo alguns exercícios. “Comecei há algum tempo a andar no Parque do Ibirapuera, que é perto da minha casa de lá”.

Mas foi focando no próximo trabalho que a atriz também precisou emagrecer alguns quilos. Recentemente ela filmou como protagonista o longa “Lucicreide vai para Marte”, que teve até cenas rodadas na Nasa e está mais preparada do que nunca para o lançamento nacional do longa.

ENTENDA A DIETA

Ainda pouco conhecida no Brasil, e chamada por muitos de Dieta da Nasa ou do Astronauta, a Dietkal, é rica em proteína, mas é diferente de outras dietas do gênero que incentivam o consumo de proteínas gordurosas, e a Dietkal não.

Os produtos vêm em saches que se transformam em alimentos como mousses, panquecas, omeletes, bolos, vitaminas, pães, crepes, sopas, iogurtes etc… que tendem a ser mais saudáveis e eficientes, pois já vem prontos para o consumidor com a absorção da melhor proteína, ou seja, a gordura é retirada e só ficam vitaminas e aminoácidos.

O método, adotado também por artistas e famosos como o cantor Paulo Ricardo, Andréa de Nóbrega, Regiane Antonini, Fafá de Belém, Luciana Mello entre outros vem apresentando resultados surpreendentes e ajudando milhares de pessoas a reconquistarem a saúde na luta contra o sobrepeso e a obesidade.

VERSÃO FUTURÍSTICA DE UM BAILE DE MÁSCARAS ABRE TEMPORADA LÍRICA  DO THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO
Maskenball_CREDITO- OLAF STRUCK

A ópera Um Baile de Máscaras de Giuseppe Verdi, uma coprodução do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com o Kiel Theater, Alemanha, abre a temporada lírica de 2018, no dia 27 de abril. Esta obra-prima romântica de Verdi foi encenada pela primeira vez no TMRJ há cem anos e chega agora ao público em versão multimídia. Em sua concepção, o diretor Pier Francesco Maestrini criou um cenário de grande impacto visual, por meio da projeção de imagens do videomaker Juan Guillermo Nova. A versão de Maestrini manteve inalteradas as relações entre os personagens, sem perder de vista a coerência narrativa. O espetáculo, aclamado em sua estreia mundial em janeiro deste ano, oferece aos cariocas a oportunidade de conhecer o que se tem visto recentemente em palcos internacionais.

A montagem de Um Baile de Máscaras projetada para o Theatro Municipal terá seis récitas e conta com dois elencos de solistas nacionais e internacionais — entre eles, Leonardo Caimi, Susanna Branchini e Rodolfo Gugliani — além do Coro, Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, sob a direção musical e regência de Tobias Volkmann.

Pier Francesco Maestrini assumiu também a Direção Artística de Ópera do TMRJ, em janeiro, a convite do presidente Fernando Bicudo e integra o seu Colegiado Artístico.

Maestrini  vem trabalhando com vídeo, desde 2003, em seguidas produções internacionais. Ele observa que o uso de projeções demanda muito trabalho de pré-produção e direção, mais tempo para se conceber o espetáculo e pensar os vídeos. Assim, a montagem ganha em espetacularidade, dando à plateia uma visão abrangente da cena, praticamente em 3D. “Nesta montagem de Um Baile de Máscaras, tentei criar um mundo futurístico que atingisse o público com estímulos visuais inusitados, mantendo-me fiel à minha maneira de reinterpretar as óperas: buscar, ao máximo possível, a adesão ao libreto, deixando inalteradas as relações entre os personagens e respeitando sempre a coerência narrativa”.

O diretor enfatiza ainda que o próprio Verdi era um homem de teatro, iconoclasta e inovador. Quando jovem já procurava impressionar o público com efeitos cênico-teatrais de vanguarda. Na maturidade passou a buscar argumentos tratados, muitas vezes, de maneira bastante desconfortável para a conservadora sociedade da sua época. “Mesmo que eu tenha lançado a história num futuro de ficção científica que deu rédea solta à criatividade visual do cenógrafo Juan Guillermo Nova, meu braço direito em quase todas as minhas últimas aventuras teatrais, à figurinista Tania Agra e ao coreógrafo João Wlamir, me agrada pensar que não traí as intenções do imortal compositor. A minha intenção foi a de render um tributo ao Verdi visionário e inovador”.

A ideia da parceria entre o Theatro Municipal e o Kiel, o mais tradicional teatro do norte da Alemanha, surgiu do entusiasmo do presidente Fernando Bicudo, ao acompanhar a montagem de Um Baile de Máscaras durante o processo de ensaios, através de fotos enviadas por Maestrini. “Essa parceria envolve a cessão dos três vídeos projetados na encenação da Alemanha. Já os figurinos foram especialmente criados por Úrsula Félix e executados por Tania Agra para as apresentações do Theatro Municipal”.

DIRETOR

Nasceu em Florença, Itália. Filho da pianista brasileira Cesarina Riso e do diretor Carlo Maestrini, um dos mais aclamados encenadores de ópera da Itália, em seus anos dourados, tendo dirigido todos os grandes cantores da época, incluindo Maria Callas.

Pier Francesco Maestrini começou jovem, como assistente de seu pai, e estreou como diretor de ópera em 1993 com O Barbeiro de Sevilha no Japan Opera Foundation, de Tóquio. Em 25 anos de carreira, encenou 150 produções de óperas nos mais importantes teatros da Itália e de todo o mundo, abragendo um repertório que vai do barroco ao verismo italiano. Com a montagem do TM, Maestrini soma cinco aplaudidas realizações nos últimos quatro meses: apenas este ano, dirigiu O Barbeiro de Sevilha, no Theater Lübeck e Um Baile de Máscara, no Kiel Theater, na Alemanha, A Força do destino, em Maribor, Eslovênia e A Filha do Regimento, em Pequim. Esta é a sexta produção de Maestrini no TMRJ, desde o trabalho inaugural com Turandot, em 2002.

 OBRA

A ópera Um Baile de Máscaras foi encenada pela primeira vez no Theatro Municipal do Rio de Janeiro há 100 anos, em 28 de setembro de 1918. Na década de 1940, chegou a ter seguidas montagens a curtos intervalos de tempo (1941/1942/1946 e 1949) e, ainda, em 1950. Ao longo das temporadas líricas que se sucederam tornou-se oferta menos frequente, com montagens em 1960, 1989 e, a mais recente, em 2004.

O argumento originalmente imaginado por Verdi – o assassinato do rei liberal Gustavo III da Suécia por conspiradores, durante um baile de máscaras em 1792 – foi proibido pela censura da época e sofreu inúmeras modificações, transformando-se o fato histórico no assassinato do fictício Riccardo, um governador de Boston, na longínqua América colonialista. A produção do TM resgata a ideia original do compositor.

O enredo desta ópera de três atos fala de paixão proibida num círculo de traições amorosas e políticas.  A música de Verdi atinge aqui o nível absoluto de seu poder dramático e emocional. Descreve a flutuação de emoções entre os personagens com uma mistura dos gêneros trágico e cômico numa cintilante superposição de temas.

 O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura

 PATROCÍNIO OURO PETROBRAS

Apoio: Livraria da Travessa  Sulamérica Paradiso

RÉCITAS

27/04, 03/05, 04/05 e 05/05 às 19h30

29/04 e 06/05 às 17h00

FICHA TÉCNICA

Concepção e Direção Cênica: Pier Francesco Maestrini

Direção Musical e Regência: Tobias Volkmann

ELENCO

GUSTAVO III:

Leonardo Caimi -27/04, 29/04, 03/05, 05/05

Paulo Mandarino – 04/05, 06/05

AMELIA:

Susanna Branchini -27/04, 29/04, 03/05, 05/05

Marianna Lima -04/05, 06/05

RENATO ANKARSTRÖM:

Rodolfo Giugliani -27/04, 29/04, 03/05, 05/05

Douglas Hahan -04/05, 06/05

ULRICA:

Denise de Freitas -27/04, 29/04, 03/05, 05/05

Guadalupe Barrientos -04/05, 06/05

OSCAR:

Lina Mendes -27/04, 03/05, 05/05

Dafne Boms-29/04, 04/05, 06/05

CONDE RIBBING:

Daniel Germano

CONDE HORN:

Carlos Eduardo Marcos

CRISTIANO:

Marcelo Coelho

UM JUIZ:

Gabriel Senra

UM CRIADO:

Ossiandro Brito

PREÇOS

Primeira fila – Frisas e camarotes – R$200,00

Segunda fila – frisas e camarotes – R$160,00

Terceira Fila – frisas e Camarotes – R$120,00

Plateia e balcão nobre – R$160,00

Balcão superior – R$80,00

Balcão superior lateral – R$60,00

Galeria – R$40,00

Galeria lateral – R$10,00

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Censura Livre

Atriz dispara: “Mexeu com o índio, mexeu com o clima”
Em ensaio temático em homenagem ao Dia do Índio, atriz dispara: “Mexeu com o índio, mexeu com o clima”
Em homenagem ao Dia do Índio comemorado nesta quinta-feira, dia 19 de abril, a modelo e atriz Naty Bittencourt relembrou a campanha “Mexeu Com o Índio, Mexeu Com o Clima”. Idealizada pela também atriz Gloria Pires e suas filhas, Cleo Pires e Antônia Moraes, o intuito da campanha é mostrar que os povos indígenas não estão sozinhos na luta pelos seus direitos como a demarcação de suas terras, prevista na Constituição de 1988.
“Para os índios, a terra tem uma representatividade que não se limita ao valor financeiro. Para eles é da terra que saí o alimento, e é nela que seus familiares e antepassados permanecem, de modo que se torna um local sagrado e de importância sentimental e cultural. Por conta disso os índios cuidam muito bem de seus territórios, sendo importante inclusive para a preservação do clima e da floresta. Além disso não podemos esquecer que o povo brasileiro deve muito aos indígenas. Conceder terras maiores a eles é mais do que direito dos índios, é dever do estado”, afirma a loira que é formada em Fisioterapia e faz teatro há mais de 10 anos.
“É difícil falar dos indígenas porque já estudei com vários, já peguei matérias de saúde indígena e cada tribo é diferente da outra. Fiz estas fotos como uma forma de homenagear os índios, que devem ser sempre lembrados e contemplados”, acrescenta a atriz e fisioterapeuta que já fez algumas participações em novelas.
“A cultura indígena é muito ampla e cada tribo tem seu modo de se vestir, de viver, de se pintar e suas tradições. Na hora de escolher o figurino e a maquiagem procurei algo que pudesse passar a mensagem, porém sei que os indigenas poderiam ser representados de diversas maneiras, visto que tem uma cultura muito rica”, finaliza Naty Bittencourt, que se mudou de Brasília para São Paulo pelo sonho de ser atriz.
Gods & Punks prepara setlist especial para o Sundaze Stoner Mountains

Show em Petrópolis, dia 22 de abril com mais três bandas da cena stoner, divulga novo EP

O quinteto carioca Gods & Punks se junta dia 22 de abril às bandas Disaster Cities, Blind Horse e Laboratório Groove no Sundaze Stoner Mountains, festival que reunirá algumas das principais bandas da atual safra stoner/rock psicodélico do Brasil em Petrópolis (Rio de Janeiro), três delas do selo da principal produtora do gênero, a Abraxas. Num domingo, o evento começa às 14 horas.

Gods & Punks (foto Victor Mancebo)

O show no Sundaze Stoner Mountains acontecerá em meio à mini-turnê que o Gods & Punks arma para divulgar o EP Ceremony of Damnation Pt. I, sucessor do disco de estreia Into the Dunes of Doom, e previsto para chegar às principais plataformas de streaming em meados de maio. Como revela o vocalista Alexandre Canhetti, este novo material apresentará um stoner encorpado e diversificado, com acentuadas referências ao blues, mas também ao heavy metal. A produção do festival é da Abraxas em parceria com a Double Trouble.

“Finalmente tocaremos em Petrópolis, era um desejo antigo. Para tanto, vamos fazer um setlist bem mesclado, especial, mesmo, com músicas do primeiro EP Sounds of the Earth, do debut e deste novo disco, que sairá com três músicas e mais uma faixa bônus”, destaca Canhetti.

O Sundaze Stoner Mountains será o terceiro evento da Gods & Punks ao lado do Disaster Cities, que no início de abril lançou o disco de estreia Lowa (gravadas, mixadas e masterizadas pelo produtor Gabriel Zander no Estúdio Costella, em São Paulo) no lotado show de abertura para os alemães do Kadavar na capital paulista. Com diversas influências entre o stoner rock, grunge e o alternativo, o grupo formado ainda no ano passado rapidamente ganhou destaque na mídia especializada pela cativante mistura e intensidade das composições.

Assim como Gods & Punks e Disaster Cities, Blind Horse é mais uma banda da Abraxas Records já consolidada entre as mais relevantes formações do novo rock autoral brasileiro com seu hard rock setentista, altamente influenciado por rock psicodélico, prog, funk, soul, jazz, blues e stoner. O power trio prossegue divulgando Patagonia (2017), um petardo recheado de riffs estratosféricos que convida à uma viagem para as décadas de 1960-1970.

Já o Laboratório Groove, banda em ascensão no rock carioca, bebe do stoner rock e acrescenta elementos da música psicodélicas, além de completar todas as brechas com improvisos, ora pesados, ora sutis.

 

Capa da sexy ainda mais ousada e sensual: “as japonesas são quentes”

Em ensaio ousado, Elga Shitara revela o motivo pelo qual muitos homens suspiram por uma japonesa. A modelo não é nada modesta quando o assunto é beleza. Não é só Sabrina Sato que faz sucesso entre o público masculino, as orientais estão mesmo em alta.

“Os homens ficam loucos com um olhinho puxado e um corpinho mais enxuto. Já ouvi de alguns homens que me relacionei que as japonesas são ‘quentes’. Não sei. Será? Acho que realmente tenho um ‘fogo’ a mais, essa mistura do Japão com o Brasil”, revelou.

A gata contou um segredo sobre o seu corpo. É que ela vai aumentar os seios ainda esse ano. Elga quer mesmo é que a comissão de frente chegue antes dela.

“Eu quero turbinar a comissão de frente, quero que cheguem antes de mim. Muitas mulheres estão diminuindo, eu faço o caminho inverso, sempre quis peitos grandes, bem fartos. De repente eu aproveito o momento e dou uma turbinada no bumbum também, fazer uma misturada de ‘frutas’”, confidenciou aos risos.

ROGÉRIO SKYLAB Lança seu novo álbum O REI DO CU na Sala Baden Powell

O Cantor e Compositor ROGÉRIO SKYLAB Lança seu novo álbum

O REI DO CU na Sala Baden Powell Em única apresentação no dia 25 de abril, as 20h.

Juliana-Torres

No dia 25 de abril, Rogerio Skylab e banda estarão aterrissando na sala Municipal Baden Powell (Avenida Nossa Senhora de Copacabana 360), para o show de lançamento de “O Rei do Cu”, novo álbum de Rogerio Skylab, no qual fazem parte, Thiago Martins (guitarra), Yves Aworet (baixo) e Alex Couri (bateria).

Esse novo trabalho de Skylab, dentro de sua extensa discografia, investe pesado na escatologia, que foi uma presença contínua em seu trabalho, ainda que, em alguns momentos, tivesse sido encoberta por outras formas,  como o non-sense, a tradição da MPB e a experimentação sonora.

Além do repertório de seu novo álbum, que, como o próprio título indica, vem recheado de louvores à bunda, muito combatida atualmente por moralistas que se dizem indignados com sua intensa presença na música popular brasileira, Skylab vai pescar, em seu repertório, outras músicas que tratam do tema e que também estarão presentes no show.

ROGÉRIO SKYLAB no show “O REI DO CU”

Com os músicos Thiago Martins (guitarra), Yves Aworet (baixo) e Alex Couri (bateria).

Sala Municipal Baden Powell

Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360 – Copacabana

Fone: 2255-1067

Dia: 25 de abril – Quarta feira

Horário: 20h.

Preço dos ingressos: R$ 80,00 / R$ 40,00 (meia)

Recomendado para maiores de 14 anos

Tempo de duração: 70 min

HARMONITANGO FAZ SHOW NO TEATRO DA CAIXA NELSON RODRIGUES

 Trio formado por José Staneck (gaita), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zaugy (piano) executa clássicos do movimento Tango Novo, que comemora, junto com a Bossa Nova, seus 60 anos

 O Harmonitango fará três apresentações no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues, nos dias 13, 14 e 15 de abril de 2018 (sexta, sábado e domingo), às 19h. No programa das apresentações, o repertório do CD lançado em 2017, em homenagem a Astor Piazzolla, que é o primeiro do trio, além de outras obras-primas do músico argentino, como as Quatro Estações Portenhas. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

De formação inusitada, o grupo é composto por músicos de grande experiência camerística: José Staneck (harmônica), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zagury (piano). Através da fusão de seus estilos, o trio encontra na obra de Astor Piazzolla uma maneira de se expressar de forma emocionante e vibrante, valorizada pela riqueza tímbrica de seus instrumentos e criando uma sonoridade surpreendente dentro de uma obra fascinante.

A similitude da sonoridade da harmônica com o bandoneon transfere à música de Piazzolla toda a energia de um dos mais importantes compositores do século XX, numa poderosa usina de sons valorizada pelos arranjos e pela execução do Harmonitango.

“Tanto o bandoneon quanto a harmônica tem origem no mesmo instrumento oriental chamado sheng – voz sublime. Trazer o repertório do grande mestre Piazzolla para a harmônica explorando suas similitudes, torna-o ainda mais intimista e emotivo”, explica José Staneck.

Com produção de Sérgio Roberto de Oliveira, o CD de estreia do Harmonitango inclui duas das maiores criações de Piazzolla: Adiós Nonino, dedicada ao seu pai que acabara de perder, em 1959; e Libertango, tema consagrado pelas interpretações do compositor e das várias releituras mundo afora. A Libertango se juntam, na gravação, Meditango e Violentango, que pertencem a uma série original de sete tangos (além dos três citados, NovitangoUndertangoAmelitango e Tristango) lançados em único disco, de 1974.

 Harmonitango

Criado em 2010, o Harmonitango já se apresentou em diversas salas de concerto do Rio de Janeiro, Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Brasília, Goiânia, Maringá, Londrina etc, sempre com grande receptividade do público e da crítica especializada. O grupo tem como seu principal objetivo a divulgação da música de Piazzolla e dos grandes compositores brasileiros, tudo com arranjos feitos pelos próprios músicos.

Ficha técnica:

Gaita: José Staneck

Piano: Sheila Zagury

Violoncelo: Ricardo Santoro

 

Produção executiva: Kryka Pujol

Direção Artistica: Jose Staneck

Realização: Aplauso Conexão Musical

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Serviço:

 Harmonitango faz show na CAIXA Cultural

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues  

Endereço: Avenida República do Chile, 230, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3509-9600/ (21) 3980-3815  

Lotação: 400 lugares (08 para cadeirantes). 

Datas: 13, 14 e 15 abril de 2018 (sexta, sábado e domingo)

Horário: 19h

Duração: 70 min

Ingressos: Plateia – R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)/ Balcão: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h. (As vendas de ingressos iniciam na terça-feira, dia 10, na bilheteria do Teatro).

Classificação indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência