CIDADE DAS ARTES RECEBE EVENTO GRATUITO ARTE IMPORTA

Atividades serão realizadas neste sábado (29) com múltiplas linguagens artísticas, como projeções gráficas, artes visuais, moda, body panting e mesa criativa, entre outras

ARTISTA JEANE TERRA

No mês das artes no Rio de Janeiro, os cariocas poderão contar com um dia inteiro de atividades gratuitas na Cidade das Artes. Em sua primeira edição, neste sábado (29), o evento “Arte Importa” promete badalar a Zona Oeste.

Idealizado pela AB Galeria, em parceria com a 228 produções, a ideia é oferecer um percurso imersivo em atividades interativas que visam desconstruir modelos de representação. Durante todo o dia, os visitantes serão impulsionados a vivenciar múltiplas linguagens artísticas.

O público poderá conferir projeções gráficas, exposição de artes visuais, estande de moda, body panting, debates e mesas criativas. Entre os participantes, a artista plástica Jeane Terra, o estilista Fernando Cozendey, além do renomado IED (Instituto Europeu de Design), que oferecerá palestras sobre artes. Para completar, shows independentes e DJ nos intervalos.

“Sempre quis trazer essa alma artística para a Barra da Tijuca, pois acredito na arte como principal ferramenta para quebrar paradigmas e preconceito. Quero reunir artistas, ocupar espaços públicos e unir várias vertentes da arte, além de promover interação, cursos e experiências”, explica a organizadora do evento, Lilian Albuquerque.

Um dos destaques da programação é a individual da artista Jeane Terra, mineira, radicada no Rio de Janeiro, que se dedica à pintura, escultura e videoarte. A artista vai apresentar o projeto “Inventário”, na Galeria 2, da Cidade das Artes, a partir das 17h. Serão apresentados dois trabalhos: Escombros e A pele tecida.

Nas palavras da curadora Izabel Haddad, “a obra de Jeane demonstra uma tentativa de se nomear, partindo da constatação inelutável de que não há mais uma filiação a que se reportar. O lugar de onde Jeane Terra parte para produzir sua obra é perdido desde sempre. Experimentamos o frescor e a densidade de uma saudade sem esperança”, comenta a curadora.

 

Serviço

Arte Importa

Data: Sábado (29 Setembro)

Hora: das 12h às 23h.

Local: Cidade das Artes

Avenida das Américas, 5300, Barra

DURANTE O MÊS DAS ARTES NO RIO DE JANEIRO, LUIZ AQUILA APRESENTA SELEÇÃO INÉDITA DE PINTURAS NA GALERIA PATRICIA COSTA

Exposição, a partir de 24 de setembro, faz parte da programação do CIGA, Circuito Integrado de Galerias de Arte, que antecede a ArtRio 2018

Nos dois últimos anos em seu ateliê, em Petrópolis, Luiz Aquila se concentrou nas obras para a exposição “Luiz Aquila – Pinturas 2017/2018”, de 24 de setembro a 13 de outubro, na Galeria Patricia Costa, em Copacabana. A mostra faz parte do CIGA, Circuito Integrado de Galerias de Arte, promovido pela organização da ArtRio.

Com intuito de adensar e concentrar sua obra, Aquila realizou alguns trabalhos em dimensões diferentes das habituais. O público poderá passear por nove pinturascom tamanhos variados, de 70 x 90 cm até 110 x 220 cm, todas realizadas em 2017 e 2018.

“Os espaços menores propiciaram maior contrastes e tensões, o que resultou em quadros pulsantes cheios de energia. Nos quadros horizontais, agi como se captasse passagens de pintura, de um lado para o outro, de cima para baixo. São pinturas que poderiam estar presentes além da tela, por todos os lados. Talvez no planeta”, explica o artista.

Em dezembro, Luiz Aquila participará da mostra coletiva ’80 anos de Arte Abstrata Informal’ no Instituto Casa Roberto Marinho e também, no mesmo mês, sua obra servirá de inspiração para criações da fashion designer Tóia Lemann,que serão expostas com algumas obras do artista.

Atualmente, a pintura de Luiz Aquila está presente na novela ‘O Segundo Sol’, de autoria de João Emanuel Carneiro.

Mais sobre o artista

Desde os anos 60, Luiz Aquila com o intenso desejo de experimentar, faz ensaios em xilogravura, gravura em metal, litografia, além de desenho e pintura, que desenvolve em todo o seu percurso. Viveu no Rio de Janeiro, Paris, Lisboa, Évora e Londres. Ao longo da carreira, participou de mais de 200 exposições (individuais e coletivas) no Brasil e no exterior, sendo chamado pelo crítico Frederico Morais de “herói de sua própria pintura”. Lecionou na Universidade de Brasília e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro, onde também foi diretor. Ao longo da vida, Luiz Aquila, como artista e professor, foi influência marcante na “Nova Pintura Brasileira” dos anos 80. Em 2013, comemorou cinco décadas de trajetória com uma grande retrospectiva no Paço Imperial.

 

Serviço

Título: Luiz Aquila – Pinturas 2017/2018

Abertura: 24/9, segunda-feira, às 19h

Local: Galeria Patricia Costa – Av. Atlântica, 4240, loja 226, Copacabana.

Telefone: (21) 2227-6929.

Visitação: De segunda a sexta-feira, das 11h às 19h. Sábados, das 12h às 18h.

Período da mostra: 25/9 a 13/10/2018

VOU PRO SERENO lança o DVD A FORÇA DO NOSSO SOM – No Shopping Bangu/Rj

 

Mumuzinho

O Samba Tem Disso, renasce como a Fênix:

Nosso maior legado musical vem muito bem representado no DVD de um grupo, que quase depois de 20 anos, está ganhando o Brasil, é só olha a agenda, sem data disponível por um bom tempo nos finais de semana até ano que vem. O Grupo Vou Pro Sereno.

Antes de chegar ao Release, declaro que eu mesmo não acreditava que depois de tanto tempo, o VPS não conseguisse mais despontar nas paradas musicais. Hoje é sucesso pelo país, estão nos maiores eventos de samba. O caminho e a jornada são árduas, até para se manter no sucesso. Paro o Samba então?

Me mostraram que para eles, o SAMBA É O PRINCIPAL. Sem pretensões de mega palcos, megas apresentações, pois não se trata de show e sim de sambar, de batucar, de levar alegria ao público, fator principal do ajuntamento e das pérolas deixadas por mestres que se foram, – e graças a Deus por alguns que ainda estão por aqui.

O Vou Pro Sereno tem não só o meu respeito, mas toda a minha admiração e hoje cada vez mais NACIONAL, por levar o Samba,  a maior atração e não eles mesmos. Por isso suas apresentações estão arrebatando multidões. por onde estão passando. Fecham portas.

Vale conferir isso no DVD que vão lançar nesta sexta feira e numa das Rodas desses sambistas, todos da zona oeste, no dia 07/09, a Roda “Nada Pra Fazer” – em Bangu, com direito a convidado francês cantando “Bororó” com eles.

Link no Youtube: https://youtu.be/C3GePs5phuc 4,56 minutos

Link do DVD “A FORÇA DO NOSSO SOM”: https://we.tl/t-d4FlcgTANE

Fotos DVD e Divulgação: Bruno Henrique

Em anexo release do NADA PRA FAZER DIA 07/09

A Força Do Nosso Som

Vou Pro Sereno

 Lançamento Oficial Dia 31 De Agosto Às 19 Horas No Shopping Bangu – Só Para Convidados

Dia 07 de Setembro – Bangu Atlético Clube – Aberto Ao Público (Roda De Samba Nada Pra Fazer)

O Vou Pro Sereno ou “VPS”, como chamam os fãs lança nesta sexta/31, o seu mais recente projeto, o DVD, “A Força Do Nosso Som”, um passeio nos 20, quase 21 anos de estrada do grupo, numa celebração ao samba e ao sambista, o que canta ou aquele que simplesmente carrega em sua veia este amor ao ritmo, que é nossa maior expressão musical.

Um local muito especial para os músicos e toda a grande família que é o VPS e agregados foi escolhido, o Shopping de Bangu, bairro que também é uma extensão de suas casas, o que faz da ação, pra lá de especial.

Com distribuição assinada pela Sony, vem com 40 faixas, cinco inéditas, além das canções de mestres, responsáveis por clássicos que ficarão para sempre no legado musical brasileiro e até do mundo.

Formado em 1997 por Alex Sereno (Tantã e Voz), Júlio César (Pandeiro e Voz), Paulinho (Reco-reco e Voz) e Rodrigo Sereno (Violão e Voz), sua raiz é na Zona Oeste do Rio (“Alô Alô Realengo”) e vem de berço sua relação com o samba. Surgiu como Sereno, que entre muitas andanças e shows, um dos grandes mestres vivos do samba, o músico Sombrinha (Ex- Fundo de Quintal), convidou o grupo para compor sua “banda base”, chegando a um dos maiores teatros do país e um dos mais antigos do Rio, o Teatro João Caetano – Centro/RJ, ficando por várias temporadas.

Rebatizado com o nome atual em 2008, nasceu também o primeiro CD, um EP, com seis canções próprias como, “Essa Preta”, “Vou Pro Sereno” e “Logo Dou Um Jeito”, entre outras. Depois de uma década, passam então a um grupo seleto do samba carioca, alcançando rádios e cidades por todo o país. Passa a ser convidado a participar de diversos projetos assinados por grandes compositores como, Xande de Pilares, Felipe Silva, André Renato, Charles André, entre muitos outros.

Em 2011, o primeiro DVD, “Vou Pro Sereno“, com a explosão de “Mulher Não Manda em Homem”, por todo o território nacional, leva finalmente o quarteto ao topo. — Outros sucessos também embalaram pagodes, rodas e muitas festas como, “Sem Moderação”, “Logo De Um Jeito”, “Nosso Amor É Perfeito” e “Quero Mais”, que contou com a participação de Mumuzinho e é pedida até hoje por onde se apresentam.

Paralelo aos seus shows, O “VPS” comanda uma das rodas de samba de maior referência do Rio De Janeiro, a Roda “Nada pra Fazer“, projeto agora itinerante, sucesso por diversas capitais do país, com um público de aproximadamente 10 mil pessoas. Atualmente reúne sucessos absolutos nas rádios nacionais como “Nada Pra Fazer”, homônima da Roda e “Me Desculpe a Fraqueza”, canção atual de trabalho. É comum craques da seleção e de grandes times de futebol comemorarem seus feitos, cantando sambas do grupo.

Mais que um desafio, A Força Do Nosso Som traz a personalidade dos sambistas e de toda sua equipe, a começar pela produção musical, que é própria, da VPS Produções, já a fonográfica tem o selo e assinatura da Sony Music.

Passeia por clássicos e relembra pérolas de nomes como CandeiasAgepêArlindo Cruz, Almir Guineto, Delcio Luiz, Fundo De Quintal, Jorge Aragão, Zeca Pagodinho e claro a dama do samba, Dona Ivone Lara e até Caetano Veloso, entre muitos outros bambas.

Com 40 canções, a primeira faixa tem um sentimento especial para o grupo e seus fãs, resgatou o que o carioca estava sentindo falta, aquele sambinha despretensioso, cheio de ginga, de energia trocada pelo remelexo de cada pessoa presente na famosa roda de samba do Vou Pro Sereno. Seguida pela canção do mestre Sombrinha, que dispensa comentário, logo após a dama do samba é representada no DVD. Entre muitas faixas á peso de história, destacamos ainda a 17 e a 26, responsáveis pelo atual sucesso dos quatro sambistas, todos apaixonados pelo samba, família e futebol.

Nas participações, Reinaldo, referência, amigo e parceiro em muitos shows do Sereno participa de “Agora Viu que Perdeu e Chora”, “ Trapaças Do Amor” e “Sonhos”; – Ludmilla entra em cena com “Cheguei” para bagunçar ainda mais a roda. Mumuzinho, cria da região e amigo de longa data do grupo sobe ao palco 360º e apresenta seu sucesso, “Não Quero Despedida”, além das canções 15 e 16 do disco. Marquinhos PQD, como não poderia deixar de ser canta seus sucessos, “Ogum” e “Deixa Clarear”. Finalizando as parcerias do projeto, Xande De Pilares em “Zé Tambozeiro”, “Marinheiro Só” e “Brincadeira Tem Hora”.

“É um sonho até ousado, pois sempre tivemos a idéia de cantar samba, ter a raiz como nossa vertente e gravar os mestres. Conseguimos mostrar que o samba é de todos, é nosso maior legado cultural, é nossa verdade. Temos músicas próprias, mas porque não celebrar nossas preciosidades, homenagear nossos mestres e eles sabendo disso? A Força Do Nosso Som é isso, juntos, somos muito mais fortes. Essa foi nossaideia”, conta Júlio Sereno.

“De início, muitas dúvidas apareceram, muitos questionamentos, mas decidimos que não se trata de um show para o Vou Pro Sereno. É uma homenagem a quem podemos celebrar e que eles saibam disso, mas infelizmente alguns já se foram, explica Rodrigo Tchutchucão.

“Por mais de 20 anos nós corremos por rodas de samba, por casa de shows, dias sacrificados, outros alegres e divertidos. “A Força que O Nosso Som” nos fez seguir. Este DVD é uma grande festa para nós, pro nosso público e uma maneira de agradecer aos mestres, que tanto fizeram para abrir caminhos para os novos”, se emociona Alex Sereno.

“Lançar este projeto no Bangu Shopping é um sonho. Nem imaginávamos que a antiga Fábrica Bangu se transformaria num. Somos cria desta região, somos gente da gente, daquelas que grita um oi pro vizinho e para quem esta passando, esse é o nosso samba diário. Não tem como expressar, como estamos felizes. Só temos que agradecer a Papai Do Céu, nossa família, a empresária Luciana Lopes e Márcio Kuko, a todos que fazem parte de cada ação, aos amigos, ao público e ao samba”, agradece Paulinho Sereno.

Uma das maiores características da banda é a despretensão em só cantar músicas próprias ou programadas nos seus shows. O quarteto aposta na energia e no que vai embalar o público, com o melhor dos clássicos do samba, o clima local e a energia do momento. Estas situações é que ditam o Vou Pro Sereno em suas apresentações e sua força atual.

Com um louvor todo especial a raiz, aos mestres e a sua verdade musical, o Vou Pro Sereno é também um convite: Vem Pro Samba, o samba que ultrapassa fronteiras musicais e você é um grande convidado, uma parte importante que é A FORÇA DO NOSSO SOM.

Informações com ficha técnica e faixas do DVD: https://www.facebook.com/ImprensaRicardoAraujo/posts/675792419469408?__tn__=K-R e em anexo no release.

 

Nesta Sexta Feira/31 Com Participações de Ludmilla, Mumuzinho, Xande De Pilares, Reinaldo e Marquinhos PQD – O VOU PRO SERENO lança o DVD A FORÇA DO MEU SOM – No Shopping Bangu/Rj

SERVIÇO:

Lançamento do DVD:    – A FORÇA DO NOSSO SOM

Participações:                   – Ludmilla, Mumuzinho, Marquinhos PQD e Xande De Pilares

Local:                                   – Shopping Bangu – CineSystem

Endereço:                           – Rua Fonseca, 240

Horário:                          – 19 Horas

Ficha Técnica:           

Produção Geral:               – Marcio Kuko e Luciana Lopes

Produção Musical:          – VPS Produções

Prod.:                                   – VPS Produções e Sony Music

Vou Pro Sereno:               – Julio Sereno, Rodrigo Tchutchucão, Alex Sereno e Paulinho Sereno

Músicos:                              – Julio sereno – pandeiro e voz, Rodrigo Tchutchucão – violão 6 e voz, Alex sereno – tamtan e voz, Paulinho sereno – reco e voz,

                                                 – Jocivan – bateria, Lápis –  baixo, Gilson verde –  violão 7 , Vitor pedro – cavaguinho e cavaco solo,

                                                 – Cleiton – surdo – cuíca – repique de  anel mão e efeitos, Marcio kuko – cuíca, efeitos e repique de anel

Viviane Araújo será ‘A TODA PODEROSA’ em Leitura Dramática no RJ

Na quarta-feira, dia 22 de agosto, às 19h, no Teatro Gláucio Gill, em Copacabana, na Zona Sul do RJ, a atriz e rainha de bateria Viviane Araújo vai participar da leitura dramática do texto A TODA PODEROSA.

Viviane Araújo vai dar vida a DEUS. Ela será “A TODA PODEROSA”. Ao lado da atriz estará o ator e produtor cultural, Maciel Silva. A direção é de Catarina Abdalla e a produção de Carlos Conceição. O evento é gratuito e será apresentado pelo ator e diretor Fernando Reski.

Catarina Abdalla, atualmente está no elenco de Vai que cola. A atriz e diretora soma diversos trabalhos no currículo e entre eles, a Cuca do Sítio do Pica Pau Amarelo, que foi sua estreia em Tv, no ano de 1981.

A TODA PODEROSA

O texto retrata um lugar onde todos se odeiam, um local escuro, sombrio e monótono, o inferno. É como se fosse uma repartição pública. E, o Diabo, cansado de sua função, pede para que o congresso do céu lhe dê férias no Brasil, mas no mundo espiritual a burocracia também existe… Ele pensa em até abdicar do cargo, mas como Diabo é brasileiro, ele não desiste NUNCA! Só que existe burocracia, e, então, para tirar férias, o Diabo terá que pagar umas taxas no banco, passar no cartório para reconhecer firma, tirar cópias autenticadas de documentos, passar na Receita Federal, no INSS e ainda vai tentar marcar uma consulta num hospital público, para ver se está tudo, ok. Ele ainda terá que encarar uma operadora de telemarketing! E, nessa jornada Lúcifer vai até as últimas consequências, vai até clamar por DEUS, tudo para tentar conseguir o seu merecido descanso. O problema é que DEUS é uma mulher e como é onipresente e onipotente, ela tudo vê e tudo escuta. Sabe tudo o que Diabo. Mas, que tudo fique em harmonia. DEUS precisa que seu arquirrival esteja em seu lugar, ou seja, no inferno! Então, DEUS vai criar diversos empecilhos para atrapalhar essas férias do DIABO. Será que DEUS consegue?

  • SERVIÇO
  • Leitura Dramática do texto ‘A TODA PODEROSA’
  • Local: Praça Cardeal Arco-Verde, s/n – Copacabana, RJ
  • Data/horário: Quarta-feira, dia 22 de agosto, às 19h.
  • Apresentação: Fernando Reski
  • Elenco: Viviane Araujo e Maciel Silva
  • Gênero: Comédia
  • Classificação: 15 anos
  • Direção: Catarina Abdalla
  • Produção: Carlos Conceição
  • Informações: (21) 96580-5562
ENCONTRO DE ROTEIRISTAS – evento acontece de 10 a 18 de agosto, em São Paulo

BrLab ANUNCIA PROGRAMAÇÃO ABERTA E CONFIRMA A SEGUNDA EDIÇÃO DO BRPLOT – ENCONTRO DE ROTEIRISTAS
*** Os autores Antônio Prata, Duca Rachid e Fernando Bonassi abrem o BrPlot

*** 

*** Projetos de sete países compõem a seleção

Único laboratório de desenvolvimento de projetos audiovisuais no Brasil que incentiva e recebe projetos de toda América Latina e Península Ibérica, o BrLab anuncia a programação aberta de sua 8° edição – que acontece de 10 a 18 de agosto em São Paulo.

Pelo segundo ano consecutivo, o BrLab apresenta em parceria com a ABRA (Associação de Brasileira de Autores Roteiristas), o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc e a FAAP, o BrPlot – Encontro de Roteiristas, espaço em sua programação destinado à apresentação de uma série de mesas e debates dos quais participam renomados roteiristas, autores, produtores, entre diversos outros profissionais do audiovisual do Brasil e do exterior.

Anna Muylaert _ foto por GLEESON PAULINO

Em 2018, novamente com curadoria de Thiago Dottori, o BrPlot novamente abrirá as atividades do BrLab, dessa vez em umamesa com os prestigiados autores Antônio Prata, Duca Rachid e Fernando Bonassi, mediados pela jornalista Cristina Padiglione, que irão debater os desafios de escrita e suas diferentes formas de contar uma boa história, no dia 10/08, às 19h, no Auditório 1 da FAAP. O encontro ainda traz importantes nomes como Anna Muylaert, Marton Olympio, Paulo Lins, Carolina Jabor, Arnaldo Branco, Phil Parker, Zé Brandão, Felipe Braga, Marcia Vinci, Eliseo Altunaga, Julio Rojas, entre outros (programação completa abaixo).

O BrPlot é um braço de programação do BrLab, um workshop anual em que cineastas e produtores trabalham o desenvolvimento de seus futuros filmes. Durante o BrLab, duplas de representantes dos projetos selecionados dispõem de consultorias integrais aos seus projetos para melhor realização de seus produtos em aspectos fundamentais como roteiro, direção, produção e distribuição. As atividades incluem ainda palestras e encontros com profissionais do Brasil e do exterior, e a programação aberta do BrPlot.

A seleção da 8° edição do BrLab contempla futuros filmes de cineastas premiados e novos talentos audiovisuais da região como a colombiana Laura Mora, que participa com o projeto de seu segundo longa “Los reyes del mundo”. Também participam o português Ico Costa com “Naufrágio, Inhambane” e os brasileiros Leonardo Mouramateus com “A Pista de Dança”Rodrigo Oliveira com “Os Primeiros Soldados” Cesar Cabral com “Um Pinguim Tupiniquim”, entre outros.

Pela primeira vez, 4 dos selecionados são projetos de filmes de animação, que participarão do laboratório juntamente aos projetos de live-action e receberão, em complemento, consultorias específicas de experientes animadores com o intuito de trabalharem as particularidades da animação.

AntonioPrata

Os escolhidos para a oitava edição do BrLab participam de consultorias com a cineasta Mariana Rondón, diretora do filme “Pelo Malo”; a consultora de direção mexicana Paula Astorga; as destacadas produtoras Agustina Chiarino (Uruguai), Fernanda Del Nido (Espanha) e Agustina Llambi-Campbell (Argentina) e o renomado script doctor e assessor cubano, Eliseo Altunaga que será homenageado nesta edição. Complementam o time de tutores o inglês Phil Parker, a belga Annemie Degryse e os brasileiros Marta Machado e Zé Brandão, que irão assessorar os projetos de animação.

Também pela primeira vez, o BrLab organiza um pioneiro workshop de montagem para projetos já filmados que passaram, em estágio de desenvolvimento, pelo BrLab ou pelo 3 Puertos Cine, rede internacional de laboratórios parceira desta iniciativa. Os selecionados para participar desta seção serão assessorados por montadores renomados como Fernando Epstein (Uruguai), Juliana Rojas (Brasil), Karen Akerman (Brasil) e Soledad Salfate (Chile).

Felipe Braga

Criado em 2011 o BrLab já recebeu 1.781 inscrições e mais de 200 profissionais foram qualificados diretamente pelo programa; através de 92 projetos que participaram do BrLab e que representaram 17 países e 10 estados brasileiros. Dentre os projetos participantes em anos anteriores, 16 já foram finalizados e lançados como longas-metragens; 15 títulos estão atualmente em finalização; e outros 18 estão em estágios avançados de financiamento.

O BrLab é uma atividade desenvolvida pela Klaxon Cultura Audiovisual, em correalização com a RT Features, a Spcine e com a Secretaria Municipal de Cultura, com apoio institucional do Instituto Cervantes e da ANCINE  – Agência Nacional de Cinema. O evento também conta com o apoio do Sesc SP, da FiGa/Br, da Vitrine Filmes, do Programa Cinema do Brasil, da Apex, da LatAm Cinema, do Festival Rencontres Cinémas d’ Amérique Latine de Toulouse (Cinéma en Développement), do TorinoFilmLab, do Tribeca Film Institute, do Consulado Geral de Israel de São Paulo, da FAAP, do Festival de Cinema Judaico, da Hebraica, do Instituto Moreira Salles, da RECAM, do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, do Ministério das Relações Exteriores do Chile, do Consulado Geral da França no Brasil, do Institut Français, do BIG Festival, do Cesnik, Quintino & Salinas Advogados, da C/as4atro, da ABRA, da ABCA, da Revista de Cinema, da Seu Menino Filmes, da Lira Filmes e da Cinemateca Brasileira.

Eliseo Altunaga (Homenageado)
FernandoBonassi

Confira abaixo a programação do BrPlot – Encontro de Roteiristas

PROGRAMAÇÃO BRPLOT – ENCONTRO DE ROTEIRISTAS (ABERTO AO PÚBLICO)

Sexta-feira 10/08 às 19h00 – Auditório 1 – FAAP

O autor e a forma da história

Autores: Antônio Prata, Duca Rachid e Fernando Bonassi

Mediação: Cristina Padiglione

São cada vez maiores as possibilidades de expressão de um autor roteirista. De séries curtas a novelas com 150 episódios. Mas quais as diferenças entre escrever uma novela, uma série, uma minissérie? E se tiver que escolher entre humor e drama, como deve ser o trabalho do roteirista? A ideia determina a forma como a história será contada? Ou, por que não, além das narrativas audiovisuais, como buscar inspiração para uma crônica, para uma peça de teatro, um conto ou um romance…

Para a mesa de abertura da segunda edição do BrPlot, os experientes autores Antônio Prata, Duca Rachid e Fernando Bonassi, mediados pela jornalista Cristina Padiglione, irão debater os desafios de escrita e suas diferentes formas de contar uma boa história.

Sábado 11/08 às 10h00 – CPF Sesc

O roteiro em games e narrativas imersivas (VR)

Autores: Ricardo Laganaro e Arthur Protasio

Mediação: Sabina Anzuategui

O avanço tecnológico abre novos campos de trabalho e exploração estética para os roteiristas. Dois caminhos valem um mergulho na discussão do roteiro: os games e as narrativas imersivas em realidade virtual.

Não é de hoje que a indústria de games tem jogos cada vez mais complexos e narrativas que são trabalhadas à sua maneira por roteiristas especializados. Qual o papel do roteirista na construção de um jogo? Como funciona esse campo de trabalho? Que tipo de especialização os roteiristas que querem trabalhar com games devem procurar?

A realidade virtual e a imersão através de óculos também sugere uma novíssima experiência audiovisual, com possibilidades ainda a serem descobertas. Do documentário à ficção, os óculos e a experiência de imersão total no universo criado estimulam criadores e apontam uma nova revolução estética. Como é o roteiro dessa nova forma e qual o papel do roteirista dentro desse novo mercado? Ricardo Laganaro, que nos últimos anos tem se dedicado exclusivamente ao VR, e Arthur Protasio, experiente em narrativas imersivas e games, trazem um pouco de luz a esses mundos, sob mediação da escritora, roteirista e professora Sabina Anzuategui.

Sábado 11/08 às 14h00 – CPF Sesc

Como montar uma sala de roteiro?

Autores:últimos Lucas Paraizo, Mariana Trench e Renata Martins

Mediação: Gustavo Gontijo

Nos  anos, as séries se tornaram uma espécie de coqueluche da narrativa audiovisual, com um público ávido por lançamentos no mundo inteiro. O crescimento do número de players e de produções é notável e, com ele, uma nova forma de criação se estabeleceu, quase como regra, para as séries de TV: as salas de roteiro. De modo geral, somente com uma equipe afiada e trabalhando todos os dias é possível dar conta da demanda de escrever todos os episódios de uma série dentro dos prazos exigidos.

Mas qual o modelo ideal de uma sala de roteiro? Quem deve estar presente, em quais funções? Qual a hierarquia de uma sala? É uma criação coletiva ou conduzida? O que deve ser criado dentro da sala e qual deve ser o trabalho que o roteirista leva pra casa? Quais devem ser os caminhos de um roteirista da ideia original à sala de edição? Os experientes roteiristas Lucas Paraizo, Mariana Trench e Renata Martins vão debater sob a mediação de Gustavo Gontijo.

Sábado 11/08 às 16h30 – CPF Sesc

O que faz um Showrunner?

Autores: Carolina Jabor, Felipe Braga, Marcia Vinci

Mediação: Giuliano Cedroni

Uma questão fundamental sobre a condução artística de uma série de TV é a definição de showrunner,  aquele que é responsável pelo projeto como um todo, desde o roteiro até a finalização. No consolidado mercado americano, essa figura é, de modo geral, o roteirista criador da série, responsável pelo roteiro, orçamento, filmagem e finalização, garantindo que sua visão como criador permaneça do início ao fim do processo.

Mas no Brasil, já podemos dizer que existe um mercado para showrunners? E quais são as qualidades necessárias a um roteirista para se credenciar como um showrunner? Basta escrever os roteiros, ou é preciso ter experiência em outras áreas da produção?

A mesa conta com produtores, diretores e roteiristas, todos experientes na produção de séries: Carolina Jabor, Marcia Vinci e Felipe Braga, mediados por Giuliano Cedroni.

Segunda-feira 13/08 às 19h00 – CPF Sesc

O roteiro e o lugar de fala

Autores: Anna Muylaert, Marton Olympio e Paulo Lins

Mediação: Juliana Vicente

No contexto histórico e político atual, a discussão acerca do lugar de fala na ficção está cada vez mais presente. As perguntas são muitas: quem pode escrever sobre quem? Os roteiristas devem se sentir livres para falar sobre posições sociais às quais não pertencem? Escrever sobre dramas que não viveram? Ou é cada vez mais importante uma aproximação do autor ao universo retratado?

A mesa discutirá os desafios dos autores roteiristas diante das mudanças visíveis e urgentes da sociedade. Na mesa, Anna Muylaert, Marton Olympio e Paulo Lins, sob a mediação da roteirista e diretora Juliana Vicente.

Terça-feira 14/08 às 19h00 – CPF Sesc

A escrita do roteiro para audiências globais

Autores: Pedro Aguilera e Rodrigo Teixeira

Mediação: Thiago Dottori

Num mundo cada vez mais globalizado, as histórias cruzam fronteiras com mais facilidade e rapidez. Mas existe algum tipo de história específica capaz de agradar audiências no mundo inteiro? Quais tipos de drama, de gênero e de tema são capazes de atingir plateias em diferentes países? Há algum tipo de demanda por histórias locais com alcance global? Como identificar uma boa história capaz de viajar?

A mesa contará com a participação do produtor Rodrigo Teixeira, brasileiro que tem produzido filmes de diferentes nacionalidades e o roteirista Pedro Aguilera, criador do hit global 3%, mediados pelo roteirista Thiago Dottori.

Quarta-feira 15/08 às 19h00 – CPF Sesc

O roteiro para internet

 Autores: Manuela Bernardi, Tatá Lopes e Pedro Esteves

Mediação: Leo Garcia

 Um campo cada vez maior para o trabalho do roteirista é a internet. Através de canais no Youtube ou exibição nas redes sociais, a audiência em celulares e tablets cresce vertiginosamente. Mas será que existe um jeito específico de escrever videos para a internet? Como a experiência de quem escreve para esse meio pode ajudar os roteiristas que pretendem fazer uma história viralizar e conquistar milhões de views?

A mesa convida a roteirista especialista em Social Video, Manuela Bernardi; Pedro Esteves, roteirista do Porta dos Fundos, o canal brasileiro de maior sucesso na internet, e a roteirista Tatá Lopes, que tem trabalhado especificamente em vídeos para a internet dos programas “Tá no Ar” e “Zorra”, mediados pelo também roteirista Leo Garcia.

Quinta-feira 16/08 às 19h00 – CPF Sesc

Roteiro de animação

Autores: Arnaldo Branco, Phil Parker e Zé Brandão

Mediação: Keka Reis

Outro gênero que cresce cada vez mais em número de produções no Brasil é o da animação. Como funciona esse gênero e quais as suas particularidades na escrita? Há diferenças essenciais entre escrever live-action e animação? É preciso se especializar?

Para essa mesa, convidamos o roteirista inglês Phil Parker, que na companhia dos roteiristas Arnaldo Branco e Zé Brandão debaterão a questão específica da escrita para a animação, mediados pela roteirista Keka Reis.

Sexta-feira 17/08 às 18h30 – Cinemateca Brasileira

Eliseo em 100 perguntas

Convidados: Eliseo Altunaga, Julio Rojas e Iana Cossoy Paro

Para Julio Rojas, autor do livro “Eliseo em 100 perguntas”, uma conversa com Eliseo Altunaga é uma aula de roteiro, de cinema, de vida e de conexões culturais.

Com base em fragmentos das conversas registradas na publicação, finalmente lançada em português com o selo BrLab, essa mesa propõe um encontro do autor do livro com seu homenageado e Iana Cossoy Paro, colaboradora de Eliseo e tradutora da edição brasileira do livro.

Em seguida, haverá sessão de autógrafos com Altunaga e Rojas durante o evento do lançamento brasileiro do livro.

Mais informações: http://www.brlab.com.br/

Serviço:

BrLab – de 10 a 18 de agosto

Locais:

Centro de Pesquisa e Formação do Sesc

R$ 4,50 – trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes

R$ 7,50 – pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante

R$ 15,00 – inteira

* Valor por mesa/debate

Auditório FAAP  – Entrada Gratuita

Necessária inscrição através do link abaixo:

https://central.faap.br/inscricaoonline/eventos/EventoIdentificacao.aspx?curso=PALSP_10.08.18

Cinemateca Brasileira – Sala Cinemateca BNDES -Grátis

NASCEU O FILHO DO POLICIAL BONITÃO QUE FICOU FAMOSO NA REDE

Nasceu, na noite desta quarta-feira (01) em São Paulo, Bento Garcia Del Rio, primeiro filho do policial e modelo Diego Del Rio e sua esposa Giovanna Garcia. 

O primeiro filho do casal, que casou em outubro de 2017, veio ao mundo as 20h31 e pesando 4,125 quilos e 52 cm. 

 

 

“Que sensação indescritível quando vi uma parte de mim vindo ao mundo, estava muito tenso antes, mas quando ele veio ao mundo e eu senti que era uma parte de mim tudo mudou, foi demais!” – conta Diego emocionado. 

Diego Del Rio ficou conhecido nacionalmente como “Policial Gato”, depois que Hugo Gloss o mencionou em uma de suas postagens no Instagram. Mesmo focado em sua carreira na polícia, a pedido de seus fãs, Diego promete continuar com sua carreira de modelo. 

Ao Bento desejamos muita saúde , porque beleza se for genética, esse pequeno terá de sobra!

Polêmica Peça Teatral “A Fábrica de Sonhos” tem estréia prevista para Setembro em Brasília. 
Texto provocativo e polêmico põe em discussão livre de tabus e moralismos imagens de mulheres e suas realidades no mundo do entretenimento adulto, falando sobre preconceito, prostituição e sociedade.
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Com estréia prevista para Setembro, a peça teatral A Fábrica de Sonhos já está dando o que falar, meses antes de sua estréia. O texto de Lilian Alencar é provocativo, polêmico, e toca na ferida da sociedade, falando de tabus, preconceito, diversidade e da indústria do entretenimento para maiores de 18 anos, o chamado entretenimento adulto.
O argumento do texto surge à partir do depoimento do personagem Tuca (George Sand)  ex-empresário e dono da Fábrica dos Sonhos, um Cabaret de estripes, revela-se o sucesso e o fracasso do seu negócio. Através do seu depoimento surgem sete imagens de mulheres: Cléo (Lilian Alencar) Cris (Naty Bittencourt), Gabi (Poliana Dandara), Penélope (Dani Farias), Joice (Gleyce Lima), Marlin, e Rose. A primeira delas, no decorrer da trama é dispensada por ele, seu ex. chefe e amante por está velha para o trabalho. As amigas de trabalho então resolvem fazer greve.
O texto, construído sem um personagem principal, alterna-se entre monólogo e diálogo e traz em enfoque as estórias dessas mulheres, como ponto de partida para falar sobre tabus e preconceito: “Todas são dançarinas de um cabaré e tem uma realidade diferente da outra. A minha personagem está lá para conseguir sustentar o segundo filho, pois o primeiro filho foi dado para adoção. Acho muito importante termos oportunidade de dialogar sobre essas mulheres na vida real, e a arte usa o artificio do teatro para conseguir por sobre a mesa esse tema, essas realidades representadas pelas nossas personagens”. Comenta Naty Bittencourt, que além de interpretar, também atua como produtora da peça.
Inovadora, provocativa e perspicaz, a peça promete sacudir o cenário cultural da nossa capital, Brasília, e é uma excelente narrativa de tolerância e empatia, em tempos tão difíceis de radicalismo, extremismo político e social: “a estreia está prevista para Setembro, e nós iremos apresentar em várias regiões do DF, para termos uma peça mais inclusiva, que abarque todo o público.” revela a produção do espetáculo.
A Fábrica de Sonhos
Direção: Lilian Alencar
Produção: Naty Bittencourt
Elenco: Lilian Alencar, Naty Bittencourt, Gleyce Lima, Poliana Dandara, Dani Freitas, George Sand
Estréia: Setembro (Prevista)
Local: Teatro Brasilia Shopping (sujeito a variação)
Classificação: 14 Anos
Valores: Indefinido
Temporada: Indefinido


 

Rochelle Vingativa da novela “Segundo Sol” ganha versão no YOU TUBE

 

 

Luiza Luh, a mais nova cantora pop, está sendo comparada nas redes sociais com a personagem Rochelle da novela “Segundo Sol” vivida pela atriz Giovanna Lancellotti. A cantora mudou de visual e a comparação com Giovanna Lancellotti tem sido grande. Outro fato que levou a galera a chamar Luiza Luh de Rochelle foi que a cantora é dona do hit “Vingativa”, título que tem tudo a ver com a personagem Rochelle na novela global.

(Texto:Felipe Lemos)

CLIPE

 

 

‘JOIAS DO BALLET’ VOLTA AO THEATRO MUNICIPAL EM AGOSTO

COM PREÇOS POPULARES

Recebido com entusiasmo de crítica e aplausos calorosos do público, o espetáculo Joias do Ballet, que inaugurou a temporada de dança 2018 do Theatro Municipal, em junho, volta à cena, nos dias 03, 04 e 05 de agosto. Desta vez as apresentações terão ingressos populares, a partir de R$10.  A ideia é dar continuidade ao programa de popularização das artes clássicas, uma das metas do presidente do TMRJ, Fernando Bicudo: “Arte não é só para quem pode. É para quem quer”- diz ele.

O espetáculo Joias do Ballet reúne três obras de célebres coreógrafos russos criadas na efervescente passagem entre os séculos XIX e XX. Compõem o programa as obras: Le Spectre de la Rose, coreografia de Michel Fokine e música Carl Maria von Weber, Les Sylphides, também coreografada por Fokine com música de Frédéric Chopin, e Raymonda, coreografia de Marius Petipa  e música de Alexander Glazunov. Além do Ballet do TMRJ, dirigido por Ana Botafogo e Cecília Kerche, a montagem conta com a presença da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, sob a regência de Jésus Figueiredo e tem participação de alunos da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa.

A primeira peça do programa, Le Spectre de la Rose, foi especialmente concebida para que o jovem Nijinsky mostrasse todo o virtuosismo e o brilho de seu talento particular. A estreia em 1911, no Grand Theatre de Monte Carlo, Mônaco, teve sucesso imediato e o pequeno balé se tornou uma das produções mais amadas do repertório russo.

A segunda obra do programa, Les Sylphides, é um balé curto de oito movimentos, ambientado num parque à luz da lua onde espíritos alados dançam com um poeta. Nessa sua criação, que estreou em 1909, no Théâtre du Châtelet Michel, Paris, Fokine presta homenagem aos velhos tempos do academicismo romântico.

Ambientado na Idade Média, Raymonda conta a história de uma jovem que espera o retorno de seu noivo das Cruzadas. Ela desperta a paixão de um cavaleiro oriental, mas no último momento o noivo retorna e derrota seu rival em duelo. Aí começam os preparativos para a festa de casamento. Desse balé, um clássico do espírito russo exibido pela primeira vez em 1898, no Teatro Maryinski em São Petersburgo, Rússia, o BTM apresenta o terceiro e último ato – pas d’Hangrois.

Ana Botafogo e Cecilia Kerche, diretoras do Ballet do Theatro Municipal, sintetizam assim a ideia desse programa: Joias do Ballet apresenta algumas dos célebres clássicos do repertório mundial, trazendo à cena os grandes coreógrafos russos Fokine e Petipa.

O THEATRO MUNICIPAL É VINCULADO À SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA DO RIO DE JANEIRO

 JOIAS DO BALLET

 Corpo de Baile do Theatro Municipal

Direção Ana Botafogo e Cecilia Kerche

Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal

Regência Jésus Figueiredo

PROGRAMA

Le Spectre de la Rose

Invitation à la Waltz, para piano, com orquestração de Hector Berlioz

Música Carl Maria Von Weber

Coreografia Michel Fokine

Cenário e Figurinos Léon Bakst

Libreto Jean Louis Vaudoyer, baseado no poema de  Theophile Gautier

Remontagem Tatiana Leskova

Elenco

Cicero Gomes,  Alef  Albert

Jovem: Deborah Ribeiro e Priscila Albuquerque

 

Les Sylphides

Música Frédéric Chopin
Orquestração William McDermott
Coreografia Michel Fokine
Cenários e Figurinos Alexandre Benois
Remontagem Tatiana Leskova

Elenco

Mazurka: Claudia Mota ou Renata Tubarão

O Jovem: Filipe Moreira ou Diego Lima ou Paulo Muniz

 

Raymonda

Música Alexander Glazunov

Libreto Yuri Grigorovitch d’après Lídia Pashkova

Coreografia  Yuri Grigorovich d’après Marius Petipa e Alexander Gorsky

Remontagem  Galina Kravchenko

Elenco

Raymonda: Claudia Mota ou Juliana Valadão

Jean de Brienne: Cícero Gomes ou Alef Albert

APRESENTAÇÕES:

03 DE AGOSTO – 19h30

04 DE AGOSTO -19h30

05 DE AGOSTO- 17h

  • INGRESSOS:
  • Frisa e Camarotes: 1ª fila – R$ 70,00  2ª FILA – 60,00   3ª FILA – 50,00
  • Plateia / Balcão Nobre: R$ 40,00
  • Balcão Superior: R$ 30,00
  • Balcão Superior Lateral e Galeria Central: R$ 20,00
  • ​Galeria Lateral: R$ 10,00

  • Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro
  • Lotação – 2.226 lugares
  • Censura Livre
  • Duração: 1h30
Dirigida por Diogo Liberano, “Mansa” está em cartaz na Cia. dos Atores até 30 de julho

 

 Texto original de André Felipe investiga a origem da violência contra a mulher a partir de um crime cometido por duas irmãs

 

Foto de Diogo Liberano

As atrizes Amanda Mirásci e Nina Frosi interpretam diferentes personagens em encenação fragmentada

Com dramaturgia de André Felipe e direção de Diogo Liberano, o espetáculo “Mansa” traz Amanda Mirásci e Nina Frosi nos papéis de duas irmãs que, após anos de abuso em cárcere privado, matam o pai e enterram seu corpo nos fundos da casa. Mais do que apresentar um mero crime, a peça busca revelar a origem da violência contra a mulher. Em cena, apenas os personagens masculinos têm voz: eles observam o drama das irmãs por diferentes ângulos, colocando em questão o processo de “amansamento” feminino. A montagem chama atenção para os inúmeros crimes praticados contra as mulheres que não recebem a devida punição, naturalizando a violência na sociedade contemporânea. “Mansa” estreou no festival Cena Brasil Internacional e, está em sua primeira temporada, entre de 16 de junho e 30 de julho, na Sede da Cia. dos Atores, na Sala Bel Garcia, na Lapa.

A dramaturgia é construída por meio de fragmentos que se estendem por vários tempos, desde a infância das duas irmãs, passando pela adolescência, até o ato do crime e os momentos posteriores: julgamento, prisão e futuro. Amanda e Nina interpretam diferentes personagens (todos masculinos) e, como detetives ou arqueólogas, cavam os indícios deixados na terra e perdidos no tempo. O terreno onde o corpo do pai foi enterrado é o espaço que une as cenas passadas, presentes e futuras, ganhando contornos que extrapolam uma única narrativa.

A encenação assinada por Diogo Liberano buscou construir, junto à direção de movimento de Natássia Vello, uma dramaturgia corporal que apresenta diversos momentos da vida dessas irmãs. Por meio de uma relação de encaixe e desencaixe, a dramaturgia se relaciona com tais movimentos buscando abrir perguntas sobre os fatos narrados pelos personagens masculinos e a realidade vivida e sentida pelas mulheres que foram emudecidas. A trilha sonora original de Rodrigo Marçal, o cenário e os figurinos de André Vechi e a iluminação de Livs Ataíde visam, de modos variados, encontrar e completar uma história que foi esquecida e silenciada.

Convidado para escrever “Mansa”, o autor André Felipe partiu de referências sugeridas pelo diretor e pelas atrizes para criar a dramaturgia original. Uma das origens da investigação foi o clássico “Antígona”, de Sófocles. “A relação das irmãs Antígona e Ismênia e o embate que elas vivem: uma querendo tomar uma decisão que desafiaria o Estado e causaria a própria morte e a outra amedrontada”, comenta Liberano sobre o processo de pesquisa que também incluiu estudos e filmes sobre penitenciárias e instituições de confinamento. “Tínhamos o desejo de falar do confinamento e da instituição prisão modelando e domesticando o corpo da mulher”. O nome do espetáculo foi uma sugestão do dramaturgo a partir do poema “Uma mulher limpa”, do livro “Um Útero é do Tamanho de Um Punho”, da escritora Angélica Freitas.

André Felipe (autor)

É dramaturgo, ator e diretor teatral. Escreveu e dirigiu as peças “À Distância” (Prêmio Myriam Muniz – 2012), “Sem Horas” em parceria com Vinicius Coelho (Prêmio Funarte Artes na Rua – 2013) e desenvolveu com Gustavo Colombini a residência e performance “La Comunicación Humana” (Festival Latino-americano de Teatro de Santiago – 2016) e a ação Reunião de Condomínio (Museu do Louvre Pau-Brazyl –  2016) com o grupo Cinza. É autor das peças “Ensaios Para o Fim do Mundo” (Bullshit México e Teatro Pradillo de Madri – 2017), “Perdendo Tempo (Prêmio Elisabete Anderle – 2015), “Poses Para Não Esquecer” (Festival de Girona – 2016), entre outras.

Atualmente é doutorando em Artes Cênicas da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e mestre em Dramaturgia pela Universidade Nacional del Arte (UNA) de Buenos Aires. Integra A Ursa de Araque, grupo de Florianópolis fundado em 2007, e colabora com o grupo Cinza, de São Paulo. Recebeu os prêmios de dramaturgia “Seleção Brasil em Cena”, em 2013 e “Prêmio Rogério Sganzerla de Roteiros de Cinema e Teatro”, em 2012. Coordenou diversas oficinas de escrita no Brasil, Argentina e Chile.

Diogo Liberano (diretor)

É graduado em Artes Cênicas – Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre em Performance e Teatro pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena (PPGAC/UFRJ) e doutorando em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio. É professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas, dramaturgo-coordenador do Núcleo de Dramaturgia SESI Rio de Janeiro e diretor artístico e de produção da companhia Teatro Inominável, criadora de “Não Dois”, “Vazio é o Que Não Falta, Miranda”, “Como Cavalgar um Dragão”, “Sinfonia Sonho”, “Concreto Armado”, “O Narrador”, “poderosa vida não orgânica que escapa” e “Nada brilha sem o sentido da participação”.

Junto à companhia, assina a curadoria e a direção artística da Mostra Hífen de Pesquisa-Cena desde 2012. Por seu trabalho, foi indicado aos principais prêmios de teatro do Rio: Prêmio Shell (em 2015, pela dramaturgia de “O Narrador” e, em 2016, pela de “Os Sonhadores”), Cesgranrio (em 2015, pela dramaturgia de “O Narrador” e pela direção de “A Santa Joana dos Matadouros”, junto com Marina Vianna e, em 2016, pela dramaturgia de “Os Sonhadores”), APTR (em 2013, pela dramaturgia de “Maravilhoso”) e Questão de Crítica (em 2012, pela direção de “Sinfonia Sonho” e pela curadoria da primeira edição da Mostra Hífen).

O poema “Uma mulher limpa”, de Angélica Freitas:

porque uma mulher boa

é uma mulher limpa

e se ela é uma mulher limpa

ela é uma mulher boa

 

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

a mulher era braba e suja

braba e suja e ladrava

 porque uma mulher braba

não é uma mulher boa

e uma mulher boa

é uma mulher limpa

 

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

não ladra mais, é mansa

é mansa e boa e limpa

  • EQUIPE DE CRIAÇÃO
  •  
  • Assistência de Direção: Marcéli Torquato
  • Atuação: Amanda Mirásci e Nina Frosi
  • Cenografia e figurino: André Vechi
  • Design Gráfico: Ale Pessôa
  • Direção de Movimento: Natássia Vello
  • Direção de Produção: Carla Mullulo
  • Direção Musical: Rodrigo Marçal
  • Direção: Diogo Liberano
  • Dramaturgia: André Felipe
  • Iluminação: Livs Ataíde
  • Mídias Sociais: Teo Pasquini
  • Registro Fotográfico: Thaís Barros
  • Tradução para o Inglês: Lucas Moretzsohn
  • SERVIÇO

     

    Espetáculo: “Mansa”

    Temporada: 16 de junho a 30 de julho de 2018

    Local: Sede da Cia. dos Atores – Sala Bel Garcia

    Endereço: Rua Manoel Carneiro, 12 – Escadaria Selarón, Lapa

    Telefone: (21) 2137-1271

    Lotação: 20 lugares

    Dias e horários: De sábado a segunda, às 20h.

    Ingressos: R$ 30 e R$ 15

    Duração: 1h10min.

    Classificação indicativa: 16 anos

    Gênero: Drama