“POR ELAS” REESTREIA NA CAIXA Cultural RJ
  
     Espetáculo teatral sobre violência contra a mulher e feminicídio vai integrar a agenda da campanha internacional “16 dias de ativismo                                                                              pelo fim da violência contra as mulheres”

Uma mulher é lançada do quarto andar pelo namorado que não aceitava o fim do relacionamento. Outra leva um tiro do marido por não largar o emprego. Uma terceira, que jurava ter se casado com príncipe encantado, é espancada por ele. A namorada do dono do morro é mantida por ele em cárcere privado. Histórias reais e impactantes, dores sem cor e classe social, compõem o texto do espetáculo “Por Elas”, que, após o sucesso da primeira temporada em agosto, volta à cena carioca, desta vez no Teatro de Arena da CAIXA Cultural RJ,

entre 5 e 20 de dezembro, de terça a domingo. Em paralelo ao espetáculo, nos dias 12 e 13 de

dezembro, serão realizados debates com profissionais que trabalham com a causa. A programação está em consonância com a agenda da campanha internacional “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”, mobilização anual, praticada simultaneamente por diversos atores da sociedade civil e pelo poder público no enfrentamento à violência de gênero. Mundialmente, a campanha se iniciará em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, e vai até 10 de dezembro, Dia Internacional dos

Direitos Humanos, passando por 6 de dezembro, Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

A nova temporada mantém o objetivo primordial do espetáculo provocar a reflexão e

estimular o debate sobre os direitos humanos e a equidade de gênero, cooperando para a

prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e do feminicídio na sociedade. Originada

de retalhos de histórias reais, a dramaturgia de “Por Elas”, dirigida por Sílvia Monte, com texto

de sua autoria em parceria com o advogado e dramaturgo Ricardo Leite Lopes, passeia pelo

épico e pelo dramático, pelos tempos presente e passado. Cada uma das sete personagens

femininas carrega histórias de outras tantas mulheres brasileiras. A figura masculina – evocada

pelas lembranças das mulheres – provoca a reflexão do que o homem representa para elas

dentro desse universo perverso de “amor e ódio”, “submissão e poder”, das relações entre

mulheres e homens, numa sociedade patriarcal que estimula o machismo.

“A questão da violência contra a mulher é um tema que não pode deixar de ser

pensado na arena da dramaturgia brasileira. O teatro, ao representar os conflitos e as

ambiguidades do humano, acolhe e aproxima – de forma menos cruel – as pessoas da realidade.

O espetáculo se propõe a ser um espaço de comunicação, sensibilização e visibilidade para o

fenômeno da violência de gênero. Precisamos pensar sobre essa questão, e o teatro é um lugar

ideal para atingir mentes e corações”, defende Sílvia Monte, diretora do espetáculo e

idealizadora do projeto.

O elenco é formado por Adriana Seiffert, Ana Flávia, Deborah Rocha, Elisa Pinheiro,

Gisela de Castro, Letícia Vianna, Renata Guida, Rosana Prazeres, João Lucas e Lucas Gouvêa.

“Por Elas”, desde as suas primeiras apresentações, ainda sob a forma de leitura

dramatizada, e com a realização da primeira temporada do espetáculo, reuniu um público em

 torno de 2300 pessoas. Na recente temporada, realizada em agosto na Sala Multiuso do CCMJ –

Centro Cultural do Poder Judiciário e Museu da Justiça, o espetáculo foi visto por um público

diversificado de 1.100 pessoas em 20 sessões, provocando reflexão e levando diversas

mulheres a procurarem as atrizes e a diretora para falar de casos de violência doméstica que

vêm sofrendo, como assédio, exploração sexual, estupro, tortura, violência psicológica,

agressões por parceiros ou familiares e perseguição.

Os estudos e pesquisas para a elaboração da peça partiram de fontes diversas:

processos judiciais, teses, artigos, estatísticas, notícias veiculadas nas mídias. Em paralelo a isso,

foram realizados encontros com profissionais do direito e da saúde que trabalham com

mulheres vítimas de violência doméstica, e a escuta de relatos de pessoas conhecidas, colegas,

amigas e familiares.

Marcada pela simplicidade de elementos, a cena proposta por Sílvia Monte está

disposta em arena e ambientada apenas por bancos. As relações que se formam entre épico e

dramático, passado e presente, homem e mulher, indivíduo e grupo, elenco e público, são

demarcadas basicamente pelo desenho de cena, interpretação, luz e trilha. A cena é conduzida

pelos dois vetores que sustentam a dramaturgia: de um lado, os relatos, permeados de

violência; e do outro, a relação ambígua que se estabelece no grupo de mulheres, unidas na dor

e na vergonha de serem maltratadas pelos seus parceiros.

A ficha artística é composta por mulheres: Luci Vilanova assina o figurino que dialoga

com a economia de elementos, equaliza o grupo de mulheres e ao mesmo tempo individualiza

cada uma delas nos pequenos detalhes da indumentária; Ana Luzia de Simoni é responsável

pela iluminação que uniformiza, compartimenta e dramatiza a cena; Maíra Freitas cria a trilha

com músicas originais inspiradas a partir de elementos sonoros das histórias dos personagens.

ELENCO

Adriana Seiffert / Elisa Pinheiro [DANIELA]

Ana Flávia [ÂNGELA]

Deborah Rocha [MÔNICA]

Gisela de Castro [SANDRA]

Letícia Vianna [MARIANA]

Renata Guida [IEDA]

Rosana Prazeres [JOSILENE]

João Lucas / Lucas Gouvêa [HOMEM]

Laura Nielsen [Stand in]

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Sílvia Monte [Texto e Direção]

Ricardo Leite Lopes [Texto]

Luci Vilanova [Figurino]

Ana Luzia de Simoni [Iluminação]

Maíra Freitas [Trilha Sonora Original]

Anderson Cunha [Diretor Assistente]

 Monique Rosas [Assistente de Figurino]

Cris Ferreira [Operação de Luz]

Ananda Amenta [Operação de Som]

Nena Braga [Identidade Visual]

Marcelo Carnaval [Fotografia]

Sheila Gomes / Sara Paixão [Assessoria de Imprensa]

Ana Righi e Aline Miranda [Redes Sociais]

PRODUÇÃO

Grace Rial e Ramon Roque [Produção Executiva]

Juliana Gonçalves [Assistente de Produção]

Natália Thiago [Agendamento de Grupos]

OURO VERDE PRODUÇÕES

Direção de Produção [Anacris Monteiro]

Marcos Monteiro [Assistente de Produção]

IDEALIZAÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL

Sílvia Monte

APOIO CULTURAL

Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro

Centro Cultural do Poder Judiciário – Museu da Justiça

CAIXA Cultural RJ

SERVIÇO

TEATRO

POR ELAS, de Sílvia Monte, texto e direção, Ricardo Leite Lopes, texto. Um grupo de mulheres

desconhecidas entre si que, em comum, têm a violência na sua vida amorosa, está reunido para

falar sobre suas histórias. Conforme os relatos vão acontecendo, os conflitos, preconceitos, a

dor e a própria violência surgem no grupo. Com Adriana Seiffert, Deborah Rocha, Elisa Pinheiro,

Flavia Botelho, Gisela de Castro, Letícia Vianna, Renata Guida, Rosana Prazeres, João Lucas,

Lucas Gouvêa. Classificação indicativa: 14 anos. Duração: 80 min. De 5 a 20 de dezembro, de

terça-feira a domingo, às 19h. Ingressos: R$15,00 (meia) e R$30,00 (inteira), CAIXA Cultural RJ 

Teatro de Arena, Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca), lotação:

226 lugares (mais 4 cadeirantes); bilheteria, de terça-feira a domingo, das 13h às 20h.

POR ELAS – AGENDAMENTO DE GRUPOS

TEMPORADA CAIXA Cultural RJ

Natália Thiago

(21) 99257-0168

porelasagendamentos@gmail.com

DEBATES

“POR ELAS e COM ELAS – No enfrentamento à violência de gênero”.

12/12, quarta-feira

TEMA: “Violência contra as mulheres, ciclo da violência e feminicídio”

Ministrantes: 

Claudia Moraes *, Major da Polícia Militar PMERJ. Mestra em Ciências Sociais UERJ . Pós-

graduada em Gênero e Direito na EMERJ. Desde 2012 é Coordenadora dos Conselhos

Comunitários de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro e subcoordenadora de

Cmunicação Social da PMERJ.

Flavia Vastano *, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Estado do Rio

de Janeiro e analista no Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

* Autoras do Dossiê Mulher 2018, Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

13/12, quinta-feira

TEMA: “Mulheres – Equidade de gêneros, direitos humanos e cidadania”

Ministrantes: Jacqueline Pitanguy, socióloga e cientista política, fundadora e diretora executiva

da ONG CEPIA – Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação; Presidente do Conselho Diretor do

WLP, Women Learning Partnership for Rights, Development and Peace.

Schuma Schumaher, pedagoga e ativista feminista, Coordenadora Executiva da ONG REDEH –

Rede de Desenvolvimento Humano e integrante da Articulação de Mulheres Brasileiras.

Das 17h às 18h30, classificação indicativa: 14 anos; GRÁTIS, com distribuição de senhas uma

hora antes. CAIXA Cultural RJ – Cinema, Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT:

Estação Carioca) Lotação: 80. Entrada franca com distribuição de senhas 1h antes.

O drama “Joio”, da Cia. Cerne, reestreia no Teatro Café Pequeno, de 4 Até 19 de dezembro

Montagem discute dependência química e violência feminina na adolescência.

O Teatro Municipal Café Pequeno recebe o espetáculo “Joio”, segunda montagem da Cia. Cerne, em curta temporada que se inicia dia 4 de dezembro. O texto, escrito e dirigido por Vinicius Baião, conta a história de Jéssica, uma jovem que tem a trajetória de sua vida alterada a partir do agravamento da dependência química de sua mãe. O espetáculo fica em cartaz até dia 19 de dezembro, às terças e quartas-feiras, 20h.

JOIO _ Foto Stephany Lopez

O drama “Joio” nasceu de um estudo feito pela companhia sobre a temática da traição e de uma pesquisa por personagens históricos, reais ou fictícios cujas vidas foram permeadas pelo assunto. Na história, Jéssica enfrenta verdadeiro dilema. Com o agravamento da dependência química de sua mãe, a jovem precisa proteger suas irmãs e ainda se proteger. Joio fala sobre essas tragédias urbanas contemporâneas que raramente se tornam conhecidas.

O espetáculo aborda temas como violência sexual, dependência química, conflitos familiares e dá nome a estes personagens anônimos, que vivem em um grave e constante universo de violações, sujando-se de afeto e rancor, vacilando entre a esperança e o trauma, em um espaço onde o medo e a incoerência de ser humano conduzem cada ação.

Ficha Técnica

Texto e Direção: Vinicius Baião

Supervisão: Inez Viana

Elenco: Gabriela Estolano, Higor Nery, Leandro Fazolla, Marcella Gobatti e Natalia Regia

Preparação Corporal: Marcio Paulo Vasconcellos

Cenografia: Leandro Fazolla

Figurino: Vinicius Andrade

Maquiagem: Higor Nery

Trilha Sonora e Sonoplastia: Cia. Cerne

Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni

Operação de Som: Vinicius Baião

Produção Executiva: Stephany Lopez

Produção: Cia Cerne

Serviço:

Reestreia: 4 de dezembro

Temporada: 4 a 19 de dezembro

Horário: terças e quartas-feiras, 20h

Valor do Ingresso: R$30 inteira, R$15 meia

Classificação: 14 anos

Duração: 55 minutos

Local: Teatro Municipal Café Pequeno – Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Tel: 21 2294 4480

Estacionamento: Não

Horário de funcionamento da bilheteria do Teatro: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 14h às 20h

Campeã de fisiculturismo  é presa por tráfico
A Polícia Civil realizou, na manhã desta terça-feira, uma operação contra o tráfico de drogas em Itaperuna, no Noroeste Fluminense. Um dos alvos da ação é a fisiculturista Yara Silva Wellness, aquela que na semana passada foi apontada pela atleta trans Priscila Reis como beneficiada no concurso de fisiculturismo por ser mulher e ela ser transex. Yara foi presa em um condomínio de luxo no Cachambi, na Zona Norte do Rio, apontada como possível líder do bando. Ao todo, os agentes prendem cumprir mais de 40 mandados de prisão e outros cerca de 50 de busca e apreensão.
No sábado passado(1) aconteceu mais uma edição da Copa Carioca de Fisiculturismo. O evento foi realizado pela IFBB Rio no Centro de Convenções Sulamérica, no Rio de Janeiro. Atletas das mais diversas categorias em busca do sonho de ser campeão.
Dentre as competidoras da categoria wellness, uma chamou atenção de forma diferenciada: a atleta Priscila Reis é transsexual, e compete com mulheres cis gênero (mulheres que identificam-se com o gênero de nascença), na categoria acima de 1,68m. Priscila, que foi vice campeã do Mister Saquarema, conquistou o quarto lugar na Copa Carioca de Fisiculturismo.
“Apesar de não ter sido a campeã, não irei desistir de continuar disputando outros campeonatos. Vai ter trans disputando com mulher cis gênero sim. Eu me sinto vitoriosa só de quebrar esse tabu, de mostrar pra minha classe que podemos ser nossas próprias inspirações. Estou feliz em fazer o que gosto”, afirma Priscila.
Alguns jornais disseram que Yara usava o dinheiro do tráfico para financiar seus gastos no fisiculturismo. Priscila preferiu não manifestar-se sobre isso:
“Eu não quero acusar ninguém de nada. Neste meio, há muitos que dizem que os títulos são financiados, eu prefiro não acreditar nisso. Também não quero me manifestar.” disse Priscila
Pigméia Fitness: a menor musa fitness do mundo. Conheça Kellyta Tharsys

Ela é modelo, influenciadora digital e musa fitness e mede apenas 1,49m. Conheça Kellyta Tharsys, a pigméia fitness, que também foi eleita musa da seleção de Portugal em 2018

Na era digital, milhões de pessoas acessam as redes sociais e se inspiram em personalidades e celebridades do mundo fitness para encontrar motivação de praticar exercícios e ter uma vida melhor.

Dentre tantas influenciadoras, a modelo e influenciadora digital Kellyta Tharsys vem chamando atenção nao apenas pelo expressivo numero de seguidores, que soma quase 600 mil, mas também por ser considerada a menor musa fitness em estatura do mundo, o que lhe rendeu o título de “Pigmeia Fitness”. 

Os pigmeus são uma tribo africana cuja estatura média é de 1,50m. Kellyta tem 1,49m, o que lhe rendeu a alcunha de pigméia: “quando surgiu esse apelido, eu me diverti muito. Sou realmente muito pequena, e se fosse uma pigmeia, de fato, seria a primeira fitness da historia”, comenta Kellyta.

Kellyta chama atenção com seu corpo e posta em suas redes sociais belíssimas fotos de biquini e dicas de fitness. 

Além disso, a modelo foi também eleita musa da seleção de Portugal na copa do mundo 2018, e realizou um belo ensaio durante o Mundial. 

Shopping Metropolitano Barra recebe a bilheteria oficial do Cirque du Soleil no Rio

Venda de ingressos para o próximo espetáculo da companhia internacional começa em novembro

Titú – Ceviche Salmao – Foto Patrick Sister

Pelo segundo ano consecutivo, o Shopping Metropolitano Barra abriga a bilheteria oficial do Cirque du Soleil no Rio de Janeiro. Até 19 de março do ano que vem, estarão à venda ingressos para a curta temporada de “OVO”. Dirigido pela coreografa brasileira Deborah Colker, o espetáculo ficará em cartaz na Jeunesse Arena, próximo ao shopping, de 21 a 31 de março.

“OVO” estreou mundialmente na cidade canadense de Montreal em abril de 2009 e, ao longo de quase 10 anos, visitou mais de 30 cidades em seis diferentes países. Mais de cinco milhões de pessoas já assistiram ao espetáculo, que tem esse nome por representar um enigma dos diferentes ciclos da vida animal e humana. A produção é inspirada na cultura brasileira, repleta de cores, com trilha sonora que passa por diferentes ritmos brasileiros.

Haverá pré-venda para clientes dos cartões Bradesco, Bradescard e Next. No Rio de Janeiro, esses ingressos poderão ser adquiridos entre os dias 08 e 29 de novembro, com 20% de desconto e parcelamento em até 6X sem juros. Os membros do Cirque Clube poderão comprar ingressos antecipados nos dias 29 e 30 de novembro.

Os ingressos para o público em geral começam a ser vendidos no dia 1º de dezembro e poderão ser parcelados em até 6X sem juros nos cartões Bradesco, Bradescard e Next. Nos demais cartões, o parcelamento limite será em 3X.

De 28 de novembro a 27 de dezembro, os clientes do Shopping Metropolitano terão um incentivo especial para assistir a OVO. Aqueles que comprarem R$ 350 poderão trocar as notas fiscais por um cupom para concorrer a um carro zero Jeep Compass e ainda podem ganhar na hora um ingresso para assistir ao espetáculo. Ao todo, serão são 300 ingressos disponíveis. E, pelo regulamento, há o limite de dois ingressos por CPF.

As compras realizadas no site do shopping (www.shoppingmetropolitanobarra.com.br) garantem 10 vezes mais cupons, aumentando muito as chances de ganhar. Já as trocas das notas fiscais de compras feitas de segunda a quinta-feira dobram o número de cupons.

“Estamos muito felizes de firmar novamente parceria com o Cirque du Soleil, a maior companhia circense do mundo, e poder oferecer aos nossos clientes a experiência de assistir a um espetáculo internacional. Vamos presenteá-los em sorteios instantâneos, dando a chances diárias de ganhar”, comenta a gerente de marketing do Shopping Metropolitano Barra.

O espaço que recebe a bilheteria no shopping remonta o convite do Cirque du Soleil ao público de inovar os sentidos e evocar imaginação. Fica no Piso L2, próximo às lojas Zara e à Renner.

Sobre “OVO”

O espetáculo “OVO” mostra um ecossistema colorido, repleto de vida, no qual os insetos trabalham, comem, rastejam, flutuam, brincam, lutam e buscam amor em um tumulto ininterrupto de energia e movimento. Trata-se de um mundo de biodiversidade e beleza, repleto de ação barulhenta em contraste com momentos de emoção silenciosa.

Quando um ovo misterioso aparece no meio deles, os insetos ficam surpresos e intensamente curiosos sobre esse objeto icônico. O ovo é a representação do enigma da vida e de seus ciclos. É amor à primeira vista quando um inseto desajeitado e peculiar chega a essa comunidade movimentada e uma joaninha chama sua atenção – e o sentimento é mútuo.

 

SERVIÇO

Espaço Cirque Du Soleil 
Data: De 07/11/18 a 19/03/19
Horário: Segunda a quinta-feira, das 10h às 22h. Sextas e sábados, das 10h às 23h. Domingos,  das 11h às 22h

Local da bilheteria: Piso L2, próximo às lojas Zara e Renner

Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1.300 – Centro Metropolitano – Barrada Tijuca – Rio de Janeiro

ELIZETH, A DIVINA Elizeth Cardoso ganha homenagem em musical com Izabella Bicalho

Um resgate da memória de Elizeth Cardoso, uma das maiores intérpretes da música brasileira. Essa é a missão do espetáculo “Elizeth, a Divina” que chega aos palcos do Teatro das Artes em 9 de novembro para uma curta temporada até 2 de dezembro, com apresentações sextas, às 17h, sábados, às 21h, e domingos, às 19h30. Inspirado no livro biográfico da artista “Elizeth Cardoso, uma Vida”, escrito por Sergio Cabral, o espetáculo apresenta momentos marcantes da vida de Elizeth Cardoso, os grandes encontros, as paixões, os shows memoráveis e sua força poética por meio da música, do humor e da elegância, marcas registradas da personalidade da artista.

ELIZETH, A DIVIDA_foto de Claudia Ribeiro

Com direção de Sueli Guerra e supervisão geral de João Fonseca, a atriz Izabella Bicalho, que também é responsável pela dramaturgia, vive Elizeth Cardoso e os cantores-atores Cilene GuedesJefferson Almeida e Dennis Pinheiro se rezevam entre diversos personagens. Junto com os músicos Ciro Magnani (piano), David Nascimento (violão e contrabaixo) e André Vercelino(bateria e percussão), eles interpretam ao vivo canções memoráveis de compositores como Cartola, Lupicínio, Herivelto, Pixinguinha, Noel Rosa, Ary Barroso, Tom Jobim e Vinícius de Moraes. O cenário de Nello Marrese e o figurino de Reinaldo Elias trazem o glamour de que tanto Elizeth gostava e a atmosfera romântica de suas canções. A direção musical é de Tony Lucchesi e a produção é da Tema Eventos Culturais.

A cena se passa no camarim do Teatro João Caetano, enquanto Elizeth dialoga com seus amigos Hermínio Bello de Carvalho, Eneida de Moraes – importante jornalista e grande amiga de Elizeth – e Jacob do Bandolim. Uma chuva torrencial inunda o Rio de Janeiro e todos estão apreensivos com a possibilidade de cancelamento do show. Memórias vêm à tona e, por meio deste clima íntimo, momentos da vida da cantora, desconhecidos do grande público, vão sendo revelados.

“Elizeth foi uma grande mulher à frente do seu tempo. Uma guerreira do amor, uma mulher empoderada quando ainda nem sonhávamos em falar disso. Mergulhar no seu universo é penetrar no melhor da música brasileira. Ary Barroso, Vinicius de Moraes, Chico Buarque e muitos outros compositores dedicaram suas composições à cantora. Uma mulher que por mais de quatro décadas se manteve em sintonia com os movimentos artísticos, se atualizando sempre e se reinventando como artista!”, exalta Izabella Bicalho que por quatro anos pesquisou acervo da cantora e recolheu depoimentos de amigos próximos, como Hermínio Bello de Carvalho, e do neto Paulo César, que conviveu intensamente com a cantora – da infância até os 15 anos, quando em seus braços Elizeth deu o último suspiro.

SERVIÇO

 “ELIZETH, A DIVINA”

Local: Teatro das Artes – Shopping da Gávea: Rua Marquês de São Vicente 52. Tel.: (21) 2540-6004

Temporada: de 9 de novembro a 02 de dezembro

Apresentações: sexta às 17h, sábado às 21h e domingo às 19h30.

Ingressos: R$ 70 (sexta e domingo) e R$ 80 (sábado).

Gênero: teatro musical. Duração: 100 min. Lotação: 421 lugares. Classificação indicativa: livre

 FICHA TÉCNICA

 Texto: Izabella Bicalho

Supervisão geral: Joao Fonseca

Direção: Sueli Guerra

Direção musical: Tony Lucchesi (premiado em 2018 pelo musical “Bibi, uma vida em musical”)

Elenco: Izabella Bicalho, Cilene Guedes, Jefferson Almeida e Dennis Pinheiro

Músicos: Ciro Magnani (piano), David Nascimento (violão e contrabaixo) e André Vercelino (bateria e percussão)

Cenário: Nello Marrese

Figurinos: Reinaldo Elias

Produção: Tema Eventos Culturais

REPERTÓRIO MUSICAL DO ESPETÁCULO (em ordem alfabética)

Apelo (Vinicius de Moraes e Baden Powell)

As Praias Desertas (Tom Jobim)

Barracão de Zinco (Luiz Antonio e Oldemar Magalhães)

Camarim (Cartola e Hermínio Bello de Carvalho)

Canção da Volta (Antonio Maria e Ismael Neto)

Canção de Amor (Elano de Paula e Chocolate)

Chega de saudade (Vinicius de Moraes e Tom Jobim)

Carinhoso (Pixinguinha)

Chão de Estrelas (Orestes Barbosa e Silvio Caldas)

É Luxo Só (Ary Barroso)

Feitiço da Vila (Noel Rosa)

Isso Aqui É o Que É (Ary Barroso)

Jamais (Jacob do Bandolim)

Leva Meu Samba (Ataulfo Alves)

Manhã de Carnaval (Luiz Bonfá e Antonio Maria)

Meiga Presença (Otavio de Moraes e Paulo Valdez)

Mulata Assanhada (Ataulfo Alves)

Naquela Mesa (Sergio Bittencourt)

Nossos Momentos (Luiz Reis e Haroldo Barbosa)

Olhos Verdes (Vicente Paiva)

Serenata do Adeus (Vinicius de Moraes)

Todo Sentimento (Chico Buarque e Cristovão Bastos)

Encruzilhada Feminina estreia na Câmara Municipal do Rio nesta quinta, 29
Com a proposta de manter “vozes” ativas, o espetáculo “Encruzilhada Feminina” realizará sua primeira apresentação na próxima quinta, 29 de Novembro  a partir das 18:30h na Câmara Municipal do Rio de Janeiro com entrada franca. O projeto político de arte cênica visa evidenciar o que a mulher negra tem sofrido com o racismo na sociedade brasileira em diferentes esferas sociais.
O espetáculo será encenado pela atriz Rachel Barros que percorre os sete atos propostos em cena mostrando para a plateia diferentes situações que a mulher negra vive em seu cotidiano. Em cada apresentação será realizado um bate-papo com a plateia. O texto é de Cynthia Rachel Esperança com direção de Helyane Silsan.
“A ideia do espetáculo nasceu da necessidade de visibilizar as diversas formas de violência que mulheres negras sofrem no cotidiano. Sabemos que ser mulher em uma sociedade ‘patriarcal’ é difícil, mas considerando também a dimensão étnico-racial da população brasileira e o racismo persistente, resistir nesta mesma sociedade enquanto mulher negra tem sido um processo árduo, que demanda saber lidar com uma série de violações de direitos”, revela Cynthia Rachel.

Encruzilhada Feminina traça diferentes momentos, diversas mulheres e os caminhos percorridos nas encruzilhadas sociais. Não silenciar as formas de violências que invisibilizam a trajetória das mulheres negras e utilizar o teatro como ferramenta que contribua para a comunicação e reflexão crítica sobre o tema do racismo e violências cometidas contra mulheres negras.

PEÇA CENSURADA DE PLÍNIO MARCOS GANHA NOVA MONTAGEM

 

 Espetáculo terá três datas extras, de 7 a 9 de dezembro, no Teatro Gláucio Gill, espaço da Secretaria de Cultura de Estado, FUNARJ

Escrita há quase 50 anos, no ápice da repressão e da censura pela ditadura militar no Brasil, a peça O Abajur Lilás, de Plínio Marcos (1935-1999), ganha nova montagem, idealizada pelas atrizesAnna Paula BorgesChris Melloe por Hugo Ayres. Com estreia no dia 14 de novembro, no Teatro Gláucio Gill, o espetáculo, que cumpre curta temporada até 29 de novembro, sempre às quartas e quintas, terá mais três datas em dezembro, no fim de semana de 7 a 9/12. Com patrocínio obtido por meio da Lei Federal Rouanet de Incentivo à Cultura- Ministério da Cultura, e apoio da FUNARJ, o projeto tem realização de Filomena Mancuzo.

Com uma linguagem naturalista e visceral, a peça teatral, que só foi liberada pela Censura uma década depois de ter sido escrita, retrata a amarga realidade de personagens marginalizadas e apresenta um universo de violência e opressão onde prostitutas são submetidas aos abusos de um inescrupuloso dono do prostíbulo e seu violento capataz. Um ambiente onde os jogos de poder e os conflitos de interesses podem reduzir o valor da vida a menos que um abajur lilás.

OAbajur lilás  é um texto de resistência e não poderia haver momento mais propício para montá-lo. É uma linguagem sem muitos rodeios, fria, porém poética. Os ideais dos personagens e a maneira como vivem são transparentes como a vida: cruel, gananciosa e frágil”, define Anna Paula Borges.Montar Plínio Marcos é ratificar que somos seres humanos, independentemente de credo ou cor. Os desejos, as palavras e os pensamentos atravessam os personagens e imitam a vida. Ou a vida imita a arte? Salve Plínio!”, completa Chris Mello.

A montagem dirigida por Nello Marreze propõe uma aproximação entre o público e a linguagem de Plínio Marcos, transformando o espectador em um elemento ativo dentro do espetáculo ao romper a divisão entre público e cena. Em uma linguagem atual, que retrata o ‘submundo’ da sociedade brasileira, a encenação busca aprofundar a relação do espectador com este universo, um mundo no qual cada palavra, cada ação, pode ser fatal. Personagens comuns do povo brasileiro, em um ambiente onde a vida parece não ter valor algum.

“Com a proximidade, o público é convidado a entrar em contato com o universo de um quarto de prostíbulo, onde as minorias se digladiam, não se respeitam nem se protegem.

A ideia é vivenciar o submundo sem o distanciamento do palco italiano e, desta forma, ‘desnudar’ os personagens pela proximidade criada pelo formato de arena. Assim, compartilharemos as respirações, expressões físicas e faciais de um mundo que queremos conservar à distância, mas que na verdade está muito perto de nós – o mundo do desrespeito, violência, tortura, seja ela mental ou física”, detalha o diretor Nello Marreze.

Ficha Técnica:

O Abajur lilás

Autor: Plinio Marcos

Encenação: Nello Marreze

Elenco: Anna Paula Borges, Chris Mello, Alexandre Pinheiro, Bruna Castelo Branco e Nil Neves

Direção de Movimento: Dhapine Madeira

Cenário e Figurino: Nello Marreze

Luz: Daniela Sanchez

Trilha Sonora: João Mello e Gabriel Reis

Designer Gráfico: Neto Dias

Fotos Divulgação: Claudia Ribeiro

Assistente de Direção: Hugo Ayres

Apoio de Produção: Fabiana Araujo

Assistente de Produção: Nil Neves

Apoio de Cenografia: Roberto da Rocha

Operador de Luz e Som: Genilson Barbosa

Produção e Realização: Filomena Mancuzo

Idealização: Anna Paula Borges, Chris Mello e Hugo Ayres

Com patrocínio através da Lei Federal Rouanet de Incentivo à Cultura– Ministério da Culturae apoio da Funarj.

 

Serviço:

Estreia: 14 de novembro

Temporada original:14 a 29 de novembro

DATAS EXTRAS: 7 (SEXTA), 8 (SÁBADO) E 9/12 (DOMINGO)

Horário: 20h

Local: Teatro Gláucio Gill – Espaço da Secretaria de Cultura de Estado – FUNARJ

Endereço: Praça Cardeal Arco Verde s/nº – Copacabana 

Tel: 2332.7904 

Lotação: 50 lugares

Duração: 70min

Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)

Vendas online: Ingresso Rápido

Classificação etária: 16 anos

Mister Universo Brasi Renan Cunha agora é dançarino
Mister Universo Brasil 2015, o gaúcho Renan Cunha de 29 anos, é considerado ainda por muitos o homem mais bonito do Brasil e certamente do Rio Grande do Sul. 
Renan Cunha, Mister Universo Brasil 2015,  ainda é considerado o homem mais bonito do Rio Grande do Sul na atualidade, e agora busca alçar novos voos em sua nova carreira como modelo e dançarino.
A prova de que o gaúcho continua no topo é o ensaio realizado pelo renomado fotógrafo Vagner Carvalho, que também é gaúcho, e mostrou toda beleza de Renan: “fizemos um belíssimo ensaio do Renan que teve enorme aceitação tanto do público que o acompanha quanto no meio publicitário. Sem dúvida, mesmo após o concurso, de 2015 pra cá, ele ainda pode ser considerado o homem mais bonito do Rio Grande do Sul, e continua chamado a atenção para si”, declara Vagner.
Renan conta como o concurso foi importante para dar a chance que precisava para realizar seu sonho como dançarino: “O concurso me trouxe muito retorno, não financeiro, mas sim amadurecimento e experiência de vida, e através da exposição proporcionada e desse crescimento profissional me fez trabalhar muito na minha área que é a dança. Pude aproveitar esse reconhecimento profissional que obtive com o Mister Universo e estou indo atrás dos meus sonhos e metas pessoais.”
Jhusara apresenta o show Aquarela das Estrelas

Clássicos da MPB que contam um pouco da trajetória da artista

A cantora Jhusara reuniu um repertório muito especial em seu show Aquarela das Estrelas. No espetáculo, ela relembra clássicos de artistas com os quais trabalhou como backing vocal: Alcione, Elba Ramalho, Jorge Aragão, Diogo Nogueira, entre outros.

Jhusara iniciou sua carreira no Festival Internacional da Canção, com a música ¨BR-3¨. A cantora fazia parte do Trio Ternura, ao lado de Toni Tornado.  No ano seguinte, foi outra vez campeã novamente com o Trio Ternura, interpretando a música ¨Kyriê¨. Na tv, Jhusara foi uma das mucamas do Painho, clássico personagem de Chico Anysio, a convite do próprio Chico e de Arnaud Rodrigues.

Fazem parte do seu riquíssimo repertório músicas de artistas consagrados como Alcione, Ana Carolina, Beth Carvalho, Fundo de Quintal, Diogo Nogueira, Dona Ivone Lara, Cazuza, Elba Ramalho, Jorge Aragão.

Jhusara foi preparadora vocal no programa The Voice Brasil e é a voz da vinheta do programa, produzida por Lincoln Olivetti. Também participou de especiais de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Ivete Sangalo, e também de trabalhos premiados com Grammy Latino com Sergio Mendes e Paul Simon.

Show Aquarela das Estrelas – Repertório:

Elevador/ Garganta

Lucidez

Fora de ocasião/ A amizade

Insensato destino/ Conselho

Enredo do meu samba

Pot-Pourri Dona Ivone

Pureza da flor

Pot-Pourri Zeca Pagodinho

Pot-Pourri Beth Carvalho

Eu não quero saber mais dela

Preciso dizer que te amo

As rosas não falam/ Folhas secas

Juízo final/ O sol nascerá

Gostoso veneno/ Woman no cry

O poder da criação

Ex-amor

Não deixe o samba morrer/ Retalhos de cetim

Feira de Mangaio/ Forró do Xenhennhen

Pot-Pourri Mangueira

O que é, o que é

Serviço:

Jhusara apresenta o show Aquarela das Estrelas

Dia: 01 de dezembro

Horário: 20h

Local: Centro da Música Carioca Artur da Távola – Sala Paulo Moura

Endereço: Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia entrada)

Capacidade: 159 lugares

Telefone: (21) 3238-3831