Estreia de BELCHIOR O Musical no Teatro João Caetano

BELCHIOR ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÂO MORRO – O MUSICAL – Fará sua estreia nacional no Teatro João Caetano dia 05 de abril/2019 para temporada popular até o dia 28/04/2019.

O espetáculo “BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”,  que marcará os 02 anos de ausência desse cantor e compositor que teve sua trajetória artística interrompida por sua própria vontade e necessidade,  fará sua estreia nacional no Teatro João Caetano (RJ), em abril/2019, com apresentações sexta-feira e sábado às 19h e domingo às 18h, do dia 05/04 ao dia 28/04, com ingressos a preços populares, de R$40,00 / R$20,00 (estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60).

Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes. Como gostava de ironizar, “um dos maiores nomes da música popular”. Mais conhecido como Belchior, o cantor e compositor nasceu no dia 26 de outubro/1946, em Sobral, norte do Ceará, e já no início da década de 70 veio para o eixo Rio-São Paulo tentar emplacar suas canções em festivais de música.

Seu sucesso inicial aconteceu quando a cantora Elis Regina interpretou duas de suas músicas no espetáculo Falso Brilhante: ‘Velha Roupa Colorida’ e ‘Como Nossos Pais’.

 

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Seus últimos dez anos de vida foram de quase total silêncio, com raras notícias, entrevistas ou shows. Diante de tal isolamento, seu nome acabou saindo dos grandes holofotes, porém neste momento político do país, sua voz se faz necessária, afinal… “amar e mudar as coisas interessa mais.”

O espetáculo conta um pouco da história do cantor cearense Belchior, vivido em cena pelo ator/cantor Pablo Paleologo, a partir do personagem criado em suas canções: o Cidadão Comum, interpretado pelo ator Bruno Suzano. Ele representa uma larga faixa da juventude que se vê obrigada a se conformar com os padrões da sociedade, sem nunca conseguir ir atrás dos seus sonhos.

Com 15 músicas interpretadas por uma banda formada pelos músicos Cacá Franklin (percussão), Dudu Dias (baixo), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra) liderados pelo diretor musical Pedro Nêgo, e uma organização de textos, retirados de entrevistas do próprio Belchior, pela pesquisadora Claudia Pinto e o, também diretor, Pedro Cadore,  a peça pretende passar para o espectador não a sua biografia, mas a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da música popular brasileira.

A produção geral, assessoria de imprensa e marketing são comandadas por João Luiz Azevedo em mais uma realização de sua produtora Boca Fechada Promoções e Produções Artísticas e Culturais.

FICHA TÉCNICA:

“BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”

Organização de Textos: CLÁUDIA PINTO E PEDRO CADORE

 Direção: PEDRO CADORE |  Elenco: BRUNO SUZANO e PABLO PALEOLOGO

Músicos: CACÁ FRANKLIN (percussão), DUDU DIAS (baixo), EMILIA B. RODRIGUES (bateria), MONICA AVILA (sax/flauta), NELSINHO FREITAS (teclado) e RICO FARIAS (violão/guitarra),

 Direção Musical: PEDRO NÊGO | Diretor de Arte e Cenografia: JOSÉ DIAS

Iluminação: RODRIGO BELAY | Produção Geral, Assessoria de Imprensa e Marketing: JOÃO LUIZ AZEVEDO.

Local: Teatro João Caetano

Praça Tiradentes – tel. 2332-9257

Informações e Reserva de ingressos pelo whatsapp (21) 99731-0933

De 05 à 28 de abril de 2019.

sexta e sábado às 19h e domingo às 18h.

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos.

Valor dos ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e idosos acima de 60 anos)

Pontos de Venda de Ingressos:

Bilheteria do Teatro João Caetano e no site Ingresso Rápido.

Com look transparente, Paula Casimiro é destaque no Baile da Vogue

Ousada e estilosa, a influenciadora digital Paula Casimiro foi uma das mais admiradas musas que passaram pelo Baile da Vogue 2019, realizado no último sábado (23/03), no Hotel Unique, na cidade de São Paulo.

Fugindo do padrão já tradicional de vestidos que remetem a fantasias carnavalescas, Paula optou por um modelo cheio de transparência, com detalhes em arabescos bordados em pontos estratégicos do corpo. A cor preta ganhou destaque e contraste com a decoração dourada de todo o evento.

A bela usou um vestido exclusivo feito pelo estilista Tidy sob medida para evidenciar suas curvas.“Foi um vestido que nos rendeu uma troca bacana de informações. O estilista buscou inspiração no glamour do tema da festa deste ano que era a época de ouro das óperas e para eu entrar no clima abusamos do luxo e da ousadia e o resultado ficou incrível”, revelou Paula.

Durante o evento, a musa aproveitou a festa ao lado de outros famosos e posou para fotos com diversos influenciadores digitais.

Pesquisadora brasileira resgata obras ineditas em CD

Ermelinda Paz redescobre esquecidas músicas infantis utilizadas na educação escolar no início do século XX

Em “Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1 e vol.2”, canções utilizadas por educadores brasileiros entre 1940 a 1970 ganham seu primeiro registro fonográfico

Referência em pesquisa musical e responsável por publicações que se tornaram emblemáticas (“Pedagogia Musical brasileira no século XX: metodologias e tendências” – 2013/ “500 Canções Brasileiras” – 2015/ “Jacob do Bandolim” – 2018/ “Edino Krieger: crítico, produtor musical e compositor” Vol I e Vol. II – 2012), Ermelinda Paz apaixonou-se pela Educação Musical Infantil bem cedo, em 1967, quando começou a coletar um cancioneiro de apoio à prática, em sua maioria extraído de uma apostila produzida pela Secretaria de Educação e Cultura do Município do antigo Estado da Guanabara, e distribuída mensalmente para as coordenadorias das escolas municipais. Sua experiência com a docência com crianças na Escola Municipal Guatemala, no Rio de Janeiro, deu vez à pesquisadora e a levou para outros caminhos. Hoje, passados aproximadamente 45 anos do seu afastamento das atividades na Educação Musical Infantil, Ermelinda resgata a antiga paixão, especialmente em virtude do nascimento de seu primeiro neto José. Assim, nascem os CDs “Cantando e brincando com Vovó Linda Vol.1 e vol.2”, dois álbuns de imensa riqueza histórica e educativa, que teve como grande inspiração – no caso do Vol. 1 – o vasto trabalho de Liddy Chiaffarelli, educadora musical, musicista e pianista que teve seu auge de produção nas décadas de 30 e 40 do século XX, casada também com Francisco Mignone. Os CDs já estão disponíveis nas plataformas digitais (Deezer, Spotify, iMusic, Shazam).

CD “Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1”

      O Vol. 1 do CD Cantando e brincando com Vovó Linda foi finalizado em 2017, mas lançado apenas em meados de 2018, em função das pendências envolvendo autores.  Essas músicas fizeram parte do repertório de vários educadores musicais, como Regina Márcia Simão Santos (com quem Ermelinda intercambiava a descoberta de novas músicas para inseri-las nos cadernos de apoio) e Helena Rosa Trope, bem como dos educadores musicais do Instituto Bennett nos anos 50, 60 e parte de 70. Além disso, um extenso trabalho de pesquisa foi realizado, seja através de pessoas-fonte (como o pesquisador Flávio Silva, da FUNARTE, e Cesar Borges Barbosa, filho de Cacilda Barbosa, herdeiro e autor de “A janelinha”, composta quando ele tinha 8 anos de idade) seja de importantes centros de documentação e pesquisa, como o Museu Villa-Lobos, Arquivo Público do Estado do RJ, o Centro Brasileiro de Memória – ISERJ,  a AMAR/SOMBRÁS, Escola de Música da UFRJ, dentre outros.

“Como pesquisadora, entendi que devia oferecer ao meu neto – a motivação real para a realização desse trabalho – esse repertório esquecido, trazendo-o de volta ao século XXI. Inicialmente, era somente para ele, mas à medida que outras pessoas tomavam ciência de meu fazer, surgiram indagações como: ‘mas porque não disponibilizar para todas as outras crianças e, ainda, para os educadores musicais da atualidade?’ Bem, deu no que deu”, brinca Ermelinda.

 

As músicas que integram o CD Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1 trazem, em geral, uma movimentação autoexplicativa e sua aplicação fica à critério da criatividade dos educadores musicais, acrescidas da espontaneidade e expressividade que as crianças naturalmente agregam às canções. A canção “Senhor caçador” é um jogo com dupla função, que implica em percepção tímbrica (reconhecimento das vozes dos colegas quando se conhecem) ou percepção da direção da fonte sonora. Já “Vamos viajar“ era utilizada, segundo Ermelinda, formando vários pequenos trens, com um mínimo de três e uma máximo de cinco crianças, que se prendiam uma as outras através de ambas as mãos nos ombros do colega da frente. Com essa música eram trabalhadas as diferentes alterações de andamento, pois as crianças andavam no pulso da música. “Passarinho” e “Galopando”, além da questão da expressividade, eram utilizadas onomatopeias, indicando o pio do passarinho ou o trotar do cavalo. A única canção que foge à essa época é “Acalanto para José”, de autoria da própria pesquisador, feita para ninar o neto.

CD duplo “Cantando e brincando com Vovó Linda vol.2”

Trata-se de uma coletânea de canções brasileiras, lançada em formato duplo: um CD completo com 27 faixas e outro com os playbacks, para utilização dos educadores em aula, somando um total de 54 faixas. Na sua grande maioria, as letras falam de animais, ajudam os adultos a lidar com as crianças de forma amorosa e divertida. Muitas canções podem funcionar como acalanto, jogos musicais, brincadeiras, cantiga de roda. Não faltam ritmos de balanço, gostosos para se dançar, melodias cômicas e poéticas, letras que ambientam situações de fábulas e histórias infantis.

Na seleção, a autora limitou-se à música folclórica, notória pela simplicidade, clareza e sobriedade.  A voz aguda da Vovó-Linda aproxima-se do registro vocal infantil, incentivando a identificação e imitação do netinho, enquanto o canto a meia voz assegura aproximação e intimidade. Por outro lado, as melodias de maior enlevo poético inspiram o fôlego de um voo vocal mais amplo, compatível com a densidade lírica do todo. Mas em tudo está presente uma doce leveza, inclusive nos arranjos, que além de vestir as melodias com delicadeza de mestre, intensificam sua brasilidade com os timbres de viola sertaneja, cavaquinho e violão.

O maestro, pesquisador, compositor e professor Hélio Sena, que assina a apresentação do Vol.2, conclui da melhor forma sobre a importância dos CDs: ”essa coletânea chega na hora certa. No momento em que a neurociência ressalta de modo enfático a importância do canto para o desenvolvimento da criança, esse ato de amor da Vovó-Linda mostra o prosseguimento da tradição oral fora do ensino formal da música e traz, com o enriquecimento do repertório infantil do país, uma contribuição cultural e educativa”.

PARA OUVIR ONLINE:

·         CD Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1

https://open.spotify.com/album/08jQOS0vZ5A1YNVDz4Apxr

·         CD Cantando e brincando com Vovó Linda vol.2

https://open.spotify.com/album/06hbchVRhG3e8YIzeVsCLo

COMPRA DOS CDS FÍSICOS – cdvovolinda@gmail.com

Ermelinda A. Paz – http://ermelinda-a-paz.mus.br

Baile da Vogue 2019: Leticia Ledger arrasa com vestido sustentável

A influenciadora digital foi uma das convidadas que passaram por um dos bailes mais tradicionais do Brasil e aproveitou para passar uma das mensagens que ela mais defende – a sustentabilidade.

Uma festa repleta de celebridades e que agitou o mundo dos famosos no último final de semana. O Baile da Vogue 2019 reuniu atrizes, atores e os influenciadores digitais mais renomados da atualidade, dentre eles a musa das redes sociais – Leticia Ledger.

A bela aproveitou a oportunidade para levantar uma das bandeiras que ela mais defende – a sustentabilidade e para isso, Leticia escolheu uma das estilistas mais conceituadas do mercado da moda – a Fabiana Milazzo.

O estilo de vida vegano da influenciadora digital e a preocupação com os rumos do meio ambiente foram as principais inspirações para a estilista internacional que projetou um vestido dourado totalmente sustentável, com retalhos de outros vestidos, reaproveitando materiais para evitar desperdício e descarte na natureza.

Conceitual, o modelo de Leticia Ledger encantou os convidados e o contraste com a decoração da festa totalmente inspirada nas grandes óperas já realizadas no mundo.

“O baile da Vogue reuniu muita gente bonita e sempre antenada com tudo que acontece ao redor na sociedade. Aproveitei essa oportunidade para que todos se lembrem da importância de se cuidar do meio ambiente e meu vestido foi exatamente pensado para isso. Mesmo sendo um momento de comemoração de uma festa popular, nosso papel como cidadãos não pode ser deixado de lado”, finalizou Leticia Ledger.

MOACYR FRANCO Cantando seus sucessos de carreira em única apresentação

O cantor, ator, escritor, humorista e diretor Moacyr Franco, dividindo o tempo entre a TV, cinema e shows, aproveita para comemorar junto a nova fase de sua vida. Atual, clássico, surpreendente, um artista multimídia. Assim é Moacyr Franco.

Neste show ele leva toda sua versatilidade para os fãs que o acompanham durante seus mais de 60 anos de carreira, em duas horas de apresentação, com mais de 20 canções que embalaram e emocionam várias gerações. O cantor relembra histórias e lembranças de momentos inesquecíveis dividindo com experiência e sonhos, tornando o público seu principal cúmplice.

O humorista brinca, diverte-se e diverte a todos, com suas piadas e críticas bem humoradas, em momentos de total descontração. Já o diretor comanda tudo com maestria fazendo com que participem deste grande espetáculo com muita intensidade. O showman deixa todos com um gostinho de quero mais. Afinal, inovar é a marca registrada de Moacyr Franco.

O artista mostra seus grandes, atuais e sempre sucessos, como: “Doce Amargura”, “Coração sem Juízo”, “Querida”, “Milagre da Flecha”, “Balada das Mãos”, “Distante dos Olhos”, “Cartas na Mesa”, “Suave é a Noite”, “Balada nº 7”, “Eu Te Darei Bem Mais”, Ainda Ontem Chorei de Saudade” e “Seu Amor Ainda é Tudo” (gravadas por várias duplas sertanejas entre elas João Mineiro & Marciano e Bruno & Marrone), e o hit que trouxe Moacyr Franco para perto do público Jovem, “Tudo Vira Bosta” (sucesso na voz de Rita Lee).

Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro.

Data: 23 de março (Sábado) Horário: 19h30.Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 70,00 (Inteira), R$ 50,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes) R$ 35,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp  Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo.

Ha Ha Ha – Festival de Humor -Reestreia 5 de abril – 20h – Teatro Candido Mendes – Ipanema

O Ha Ha Ha – Festival de Humor chega à terceira temporada com grandes nomes do humor nacional. Idealizado pelo humorista e roteirista Matheus MAD, em parceria com a Ambulare Produções, as sessões acontecem as sextas, sábados e domingos de abril, sempre às 20h, no palco do Teatro Candido Mendes, Ipanema.

Na reestreia, dia 5 de abril, sexta-feira, o humorista Marcelo Smigol, que está comemorando 10 anos na comédia, apresenta o espetáculo Vem com Smigol. O show dirigido por Alexandre Régis recebe convidados diferentes a cada sexta.

Aos sábados e domingos, três humoristas diferentes se revezam no palco com o melhor do stand up comedy, sempre com convidados diferentes a cada show e um show diferente a cada dia. Nesta edição, o Festival recebe os humoristas Ed Gama, Kwesny, Paulinho Serra, Felipe Ruggeri, Rafael Castro, Daniel Lopes, Yas Fiorelo, Cézar Maracujá, Gustavo Ariel, Jeffinho Farias, Fred Mascarenhas, Raphel Ghanem, Gigante Léo, Raphael Caravalho, Claudio Torres Gonzaga, entre outros. E comandando a noite como mestre de cerimônias em todos os dias de festival, o humorista e idealizador do projeto Matheus MAD.

Serviço:

Dia 5 de Abril – Sexta-feira – 20h |Marcelo Smigol – Show “Vem com Smigol”

Dia 6 de Abril – Sábado – 20h | Ed Gama | Kwesny | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 07 de abril – domingo – 20h | Paulinho Serra | Felipe Ruggeri |MC da Noite: Matheus MAD

Dia 13 de abril – sábado – 20h | Rafael Castro | Aarhon Pinheiro | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 14 de abril – Domingo – 20h | Daniel Lopes | Yas Fiorelo | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 20 de abril – sábado – 20h | Cézar Maracujá | Gustavo Ariel | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 21 de abril – domingo – 20h | Jeffinho Farias | Fred Mascarenhas | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 27 de abril – sábado – 20h | Raphael Ghanem | Gigante Léo | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 28 de abril – domingo – 20h | Raphael Carvalho | Claudio Torres Gonzaga | MC da Noite: Matheus MAD

Local: Teatro Candido Mendes – Endereço: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema

Datas: De 5 a 28 de Fevereiro – Sexta, Sábado e Domingo – Horário: 20h.

Preço: R$ 50,00 – (inteira) e R$ 25,00 – (meia) – Classificação: 14 anos – Duração: 80 min.

Matheus MAD é humorista, roteirista, produtor e estudante de publicidade. Em 2015, foi finalista do “Festival 10 anos Comédia em Pé”. Fez participações no stand up “Segura que eu quero ver”, do humorista Felipe Ruggeri, realizou participações nos shows “Comédia de Primeira” e “Sextas de Humor” com Felipe Ruggeri, Marcelo Smigol e convidados, participou de shows da cena paulistana no “Bevery Hills”. Foi campeão do concurso “Qual é sua graça”, promovido pela Rádio Globo. Além de ter feito participações nos programas “Alegria ao meio dia” e “Plantão de notícias”, ambos da Rádio Globo. Foi roteirista de diversos canais do youtube, como Canal Gil Brother, Marcelo Madureira, Canal Passaralho, etc. Escreveu o programa “Fim de Papo” que é exibido diariamente no canal de tv fechada Woohoo. Atualmente é também roteirista no filme “Operação Batom na Cueca” que está em pré produção e integrante do grupo de comédia “Os Caras”

Cézar Maracujá – Cezar Maracujá é ator, humorista, se apresentou em teatros e bares importantes da cena carioca, sendo um nome respeitado na comédia da baixada do Rio de Janeiro. Atualmente compõe o elenco do canal de humor do youtube “Parafernalha” com mais de 1 bilhão de visualizações.

Claudio Torres Gonzaga – Ator, diretor e cenógrafo de teatro diversas vezes premiado. É redator da Rede Globo, escreveu para: “Escolinha do Professor Raymundo”, “Malhação”, “Brava Gente”, “Sai de Baixo” e “Os Caras de Pau”. Claudio assinou a redação final dos humorísticos “Sob Nova Direção” e “Zorra Total”, “A Grande Família” e “Divertics”. Atualmente, Claudio assina o roteiro e direção (e também atua) na websérie “O Incrível Superônix”, no portal Gshow e do novo programa dominical “Tomara que Caia”.

Jeffinho Farias – Portador de deficiência visual faz parte do grupo “Esse Cego é Ducarvalho” e é ator integrante de “A Praça é Nossa”, do SBT, onde interpreta o simpático “Zé Olhinho”. Já participou do “Quem chega lá” no programa Domingão do Faustão da Globo e do Humor na Caneca no Progrma do Jô.

RAIMUNDO FAGNER Em única apresentação no dia 21 de março no Teatro João Caetano,

O cantor e compositor  RAIMUNDO FAGNER Apresenta seu novo show “VOZ & VIOLÃO”

e o Lançamento de seu livro biografico ‘Quem Me levará Sou Eu’ no Projeto 15 PRAS 7

no Teatro João Caetano, Em única apresentação no dia 21 de março, as 18:45h

 o Produtor João Luiz Azevedo orgulhosamente apresenta o show inédito ‘VOZ & VIOLÃO’ do cantor compositor RAIMUNDO FAGNER em seu Projeto 15 PRAS 7, no Teatro João Caetano no RJ, onde o artista fez muito sucesso nos anos 70 e 80, como ele tão bem comenta:

“Estou voltando ao palco do João Caetano para realizar uma apresentação no formato que o público vem me sugerindo há algum tempo e creio ser o lugar ideal pra realizar o VOZ e VIOLÃO ao lado do violonista Manassés de Sousa, músico que faz parte do meu trabalho há muito tempo. O João Caetano é a própria cara do Rio. Faz parte da história de artistas e espetáculos que por ali passaram e receberam o carinho e a consagração do grande público. Sinto-me em casa porque fui um deles, em alguns dos momentos mais importantes da minha carreira. Neste show gostaria de contar com a participação e interação do público na escolha do repertório para que esse momento possa ser especialmente nosso”.

Certamente os fãs irão acompanhar o artista que comemorará a proximidade de seus 70 anos e apresentará seus grandes sucessos.

Fagner aproveitará a oportunidade para lançar sua biografia QUEM ME LEVARÁ SOU EU , no foyer do teatro, ao publico presente.

Quem viver verá…

Show VOZ & VIOLÃO com RAIMUNDO FAGNER e Manassés de Souza.

 Dia 21 de março/2019 | Quinta Feira 18:45h | Teatro João Caetano (Praça Tiradentes)

Produção e Assessoria de Imprensa: João Luiz Azevedo

Duração: 70 minutos | Classificação: Livre | Gênero: Show Musical

Preço dos Ingressos: R$ 50,00 / R$ 25,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos).

Miss Bumbum México vai lutar com todas as armas pelo título de Miss Bumbum World

Miss Bumbum México vai lutar com todas as armas pelo título de Miss Bumbum World: “não basta ter um bumbum bonito” 

Sheyla Mell

Sheyla Mell ostenta o título de Miss Bumbum México desde 2015, o que lhe rendeu a capa da revista Sexy naquele mesmo ano. Em julho acontecerá no México a primeira edição do Miss Bumbum World, que irá escolher o derrière mais bonito do mundo. Sheyla vai usar todas as armas para arrematar a faixa.

Sheyla Mell

“Desde 2015 o meu bumbum é o queridinho do México. Já entro no concurso com uma vantagem: a final será lá! Mesmo depois de quatro anos que recebi a faixa ainda recebo diariamente o carinho dos mexicanos. É um povo quente, afetuoso, muito parecido com os brasileiros. Concurso é como um reality show, você joga como quer, escolhe as suas armas e vai! Não basta ter um bumbum bonito ou o corpo, é também simpatia e sensualidade, além de outros atributos”, revelou.

Veterana nos concursos de beleza e ex-participante de um reality show em Portugal, Sheyla Mell entende do assunto e conta o que leva de experiência das disputas anteriores.

Sheyla Mell

“Não adianta você ter tudo no lugar e não ter luz, brilho. Sempre garanti uma boa colocação nos concursos de beleza pelo corpo que batalhei para ter e pela verdade que trago comigo das experiências que tive na vida. Vi muita mulher bonita ficar para trás por causa da arrogância, do nariz em pé, da falta de humildade. Levo para o concurso o mesmo sorrisão de sempre e a garra que nunca me faltou”, disse ela.

O premiado espetáculo ‘Tebas Land’ volta ao cartaz no Teatro PetroRio das Artes

O premiado espetáculo ‘Tebas Land’ volta ao cartaz nesta sexta, dia 22/03, no Teatro PetroRio das Artes, no Shopping da Gávea

Inspirada no mito do Édipo e na vida de São Martinho de Tours, santo europeu do século IV, a dramaturgia do uruguaio Sergio Blanco, com direção de Victor Garcia Peralta, acompanha os encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em escrever a história desse crime.  A peça venceu os prêmios Shell de Melhor Ator (Otto Jr.) e Botequim Cultural de Melhor Espetáculo, Melhor Direção e Melhor Ator (Robson Torinni

 Depois de duas temporadas de sucesso, Tebas Land, do autor uruguaio Sergio Blanco, volta ao cartaz dia 22 de março, no Teatro PetroRio das Artes, para temporada até 28 de abril. Inspirado no mito do Édipo e na vida de São Martinho de Tours, santo europeu do século IV, o espetáculo tem como tema central um parricídio. A história, no entanto, não foca na reconstrução do crime e sim nos encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em escrever a história desse crime. A peça venceu os prêmios Shell de Melhor Ator (Otto Jr.) e Botequim Cultural de Melhor Espetáculo, Melhor Direção e Melhor Ator (Robson Torinni). Também foi indicado ao Botequim Cultural de Melhor Ator (Otto Jr.) e Cesgranrio de Melhor Direção e Melhor Ator (Robson Torinni).

Dirigido por Victor Garcia Peralta, o espaço cênico de Tebas Land é simples e depurado: a quadra de basquete da prisão, onde acontece o encontro quase documental entre esses dois personagens, duas pessoas de mundos completamente distintos. Começa então uma peça dentro da peça, em que o jovem assassino e o ator que o interpreta são representados por Robson Torinni. O elenco também traz Otto Jr., no papel do dramaturgo. Com esse jogo de metalinguagem, a peça pode ser considerada uma tese sobre o fazer do teatro, em que o espetáculo surge de uma sedutora combinação entre razão e emoção dos personagens.

Tebas Land Foto billnog.biz

“O texto nos cativou pelos dois diferentes planos, razão e emoção, e pelo processo criativo imbuído neles, em que a dramaturgia é construída durante a ação da peça, oscilando, quase que paralelamente, entre a discussão do fato ocorrido e a construção do texto da peça que será baseada no crime”, conta Victor Garcia Peralta, diretor e Torinni, ambos idealizadores do projeto.

Com sensibilidade e inteligência, o autor uruguaio Sergio Blanco expõe temas de grande relevância: paternidade, falta de afeto, solidão, famílias disfuncionais e falência dos sistemas prisionais.  “Tebas Land conta a história de um encontro entre três mundos muito diferentes. No argumento, a única sobrevivência da espécie humana está na consciência do outro: eu existo na medida em que há outro antes de mim e, portanto, devo isso a ele. Além disso, a peça, ao abordar o parricídio, refere-se a uma questão que muito nos toca: as ligações com os pais. Nem todos podemos ser pais, mas todos somos filhos e, portanto, todos temos a experiência da descendência. E finalmente, é um trabalho que conta a dinâmica do que é a engenharia da construção de uma peça, como o texto está sendo escrito”, conta Sergio Blanco autor da obra, que recebeu cinco indicações ao Prêmio Max, na Espanha.

O espetáculo revisita ainda textos que abordam o tema, como Os Irmãos Karamazov, de Dostoievski, Um Parricida, de Maupassant, e Dostoievski e o Parricídio, de Freud.

Ficha Técnica

Autor: Sergio Blanco

Tradutor: Esteban Campanela

Direção: Victor Garcia Peralta

Atores: Otto Jr. e Robson Torinni

Cenógrafo: José Baltazar

Iluminador: Maneco Quinderé

Figurino: criação coletiva

Trilha sonora: Marcello H

Designer Gráfico: Alexandre Castro

Fotografia: Jr. Marins

Direção de produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela

Produção: Galharufa Produções Culturais

Produção Executiva: Lis Maia

Equipe de Produção: Alex Nunes e Ártemis

Realização: REG’S Produções Artísticas

Idealização: Robson Torinni e Victor Garcia Peralta

 Serviço Espetáculo “Tebas Land” | Direção: Victor Garcia Peralta

Elenco: Otto Jr e Robson Torinni | Teatro PetroRio das Artes – R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ

De 22/03 a 28/04 – sextas e sábados às 21h ; domingos às 20h

Lotação: 421 lugares.

Classificação Etária: 16 anos

Valor do ingresso:  R$ 96 (inteira) e R$ 48 (meia).  Valor promocional para compra direto na bilheteria: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia).

Autor│Sergio Blanco – Diretor e dramaturgo teatral franco-uruguaio, Sergio Blanco viveu sua infância e adolescência em Montevidéu e atualmente reside em Paris. Depois de estudar filologia clássica, ele decidiu dedicar-se inteiramente à escrita e à direção de teatro. Suas peças foram premiadas em várias oportunidades com vários prêmios, entre eles, o Prêmio Dramático Nacional do Uruguai, o Prêmio Drama da Inauguração de Montevidéu, o Prêmio Nacional do Fundo de Teatro, o Prêmio Florêncio de Melhor Dançarino, Prêmio Internacional Casa de las Américas e Prêmios Best Text Theatre na Grécia. Em 2017, sua peça Tebas Land recebeu o prestigiado British Award Off West End em Londres. Seu trabalho entrou no repertório da Comédia Nacional do Uruguai em 2003 e 2007 com suas peças .45 ‘ e Kiev. Entre seus títulos mais conhecidos estão o Slaughter, .45 ‘, Kiev, Opus Sextum, diptiko (vol 1 e 2), Barbarie, Kassandra, Thebes Land, A ira de Narciso e quando você passa sobre meu túmulo. Várias de suas obras foram lançadas em seu país e no exterior, e a maioria foi traduzida em diferentes idiomas e foram publicadas em diferentes países.

Direção │Victor Garcia Peralta – Formado no Piccolo Teatro di Milano sob a direção de Giorgio Strehler. Trabalhou em Buenos Aires como ator e diretor em diversos espetáculos. No Brasil, dirigiu o sucesso de público Os homens são de Marte… E é para lá que eu vou! (com Mônica Martelli). Também foi responsável pela direção dos espetáculos Não sou feliz, mas tenho marido (com Zezé Polessa). Decadência (de Steven Berkoff, com Beth Goulart e Guilherme Leme), Tudo que eu queria dizer (de Martha Medeiros, com Ana Beatriz Nogueira) e Quem tem medo de Virginia Woolf? (de Edward Albee, com Zezé Polessa), A Sala Laranja: no Jardim de infância (Victoria Hladilo), O garoto da última fila (J. Mayorga). Na televisão dirigiu Alucinadas (Multishow), Gente lesa (GNT).

Ator │Robson Torinni – Participou de alguns trabalhos no cinema, teatro, teatro musical e televisão. Iniciou sua trajetória na Escola de Atores Globe-SP, passando pela Oficina de Atores da Rede Globo e Escola de Atores Wolf Maya. Se formou como Bacharel em teatro na Universidade Cândido Mendes e sua primeira produção foi A Sala Laranja: no Jardim de Infância.

Ator │Otto Jr – No teatro, cinema e na televisão o ator tem um extenso trabalho.  Participou de “Amor em Dois Atos” (2016,2017) de Pascal Rambert com direção de Luiz Felipe Reis o qual recebeu o premio APTR “melhor ator protagonista 2016″;”Labirinto” (2015,2016,2017) de Alexandre Costa e Patrick Pessoa com direção de Daniela Amorim. No cinema atuou em “Desterro” (em pós-produção) com direção de Maria Clara Escobar. Participou de “Malhação” e “Celebridade”, ambos da Rede Globo.

ALCIONE EM DOSE TRIPLA NO ANIVERSÁRIO   DO TEATRO RIVAL PETROBRAS

      É presente à altura dos 85 anos da casa que é símbolo de resistência cultural

O que pode ser melhor do que comemorar o aniversário com um show da Alcione? O Teatro Rival Petrobras sabe o quê: festejar com três shows de Alcione. É isso mesmo! Neste mês de Março, a diva fará três apresentações do espetáculo “Eu sou a Marrom – Acústico” na casa que está comemorando seus 85 anos de atividade e resistência pela cultura carioca. O primeiro show é na quinta-feira, dia 21. Os outros dois são na sexta, 22, dia de apagar as 85 velinhas do bolo do Rival. Tarefa para a artista que tem fôlego de “loba”.

Alcione está feliz em ser a convidada especial para a festa de aniversário do teatro: “O Rival é parte importante na minha trajetória artística. Minhas temporadas lá sempre foram de muito sucesso e só me trouxeram alegrias. Mas é, principalmente, um marco na história cultural de nossa cidade. Um sinônimo de resistência, arte, cultura, que sobreviveu até mesmo em tempos sombrios traçados pela opressão e censura. Por tudo isso, jamais poderia ficar fora de uma celebração tão importante”.

 No espetáculo “Eu sou a Marrom – Acústico”, Alcione vai cantar seus maiores sucessos de carreira, alguns que nem constavam dos últimos shows. Outra boa novidade desse projeto é o formato, que traz a cantora acompanhada apenas de teclado (Alexandre Menezes, também diretor musical), baixo (Ricardo Cordeiro), percussão (Beto Nazareth), bateria (Paulinho Bogado) e vocais de Maria Helena e Sylvia Nazareth. Uma formação que tem a finalidade de aproximar palco e plateia, estabelecendo uma ligação mais íntima entre a intérprete e o público. A cara do Rival! Pura emoção!

Com 47 anos de carreira, 42 álbuns (entre LPs e CDs) e 9 DVDs gravados, Alcione já ultrapassou a marca de dez milhões de discos vendidos, fez shows em mais de 30 países e perdeu a conta de quantas vezes cruzou o Brasil de ponta a ponta com turnês prestigiadas pelo público e pela mídia, com lotações esgotadas.

Foram mais de 350 prêmios, entre nacionais e internacionais como o Grammy Latino; honrarias, títulos e comendas. Artista amada por plateias de todos as faixas etárias, classes sociais e intelectuais, Alcione também faz questão de utilizar as novas mídias para se aproximar do público e é sucesso também em suas redes sociais: mais de 674 mil curtidas no Facebook, 767 mil seguidores no Instagram e quase 100 mil no Twitter.

O que não faltam são motivos para Alcione e o Teatro Rival Petrobras comemorarem!

Serviço: Alcione – Show “EU SOU A MARROM” – Acústico

Dias 21 – quinta- feira, às 19h30

Dia 22 –  sexta-feira – Aniversário de 85 anos do Teatro Rival Petrobras – Shows às 19h30 e às 22h. (Dose dupla)

Setor A – Mezanino
R$ 140 (Inteira)

R$ 70(Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal/Funcionário   Petrobras/Assinante O Globo)

Setor B –  Mezanino B

R$ 120 (Inteira)

R$ 80(Promoção para os 100 Primeiros Pagantes)
R$ 60 (Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal / Funcionário Petrobras / Assinante O Globo)

Local: Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro.

Venda antecipada pela Eventim –http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp  Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo.

JORNAL ALAGOAS