O sucesso do VillaMix Festival BH 2019

VillaMix BH 2019 | Rubens Cerqueira

360 COM FOGOS – RUBENS CERQUEIRA

Com o conceito Música É Mix, BH recebeu a sétima edição do VillaMix Festival Belo Horizonte no último sábado, 30, pela primeira vez no Estádio do Mineirão, com uma mega estrutura. Mais uma vez, o Festival comprovou o seu êxito na capital mineira.

No palco, 9 atrações, mais de 10 horas de música, toneladas de equipamentos de luz e som, mais de mil pessoas trabalhando direta ou indiretamente na produção da festa e milhares de fãs. A estimativa de público foi de mais de 57 mil pessoas, segundo os organizadores. Os números impressionam e mostram a grandiosidade do VillaMix Festival BH.

Para a edição deste ano, foram escalados um time de campeões da música brasileira, para o festival os artistas Kevinho, Wesley Safadão, Matheus & Kauan, Alok, Jorge & Mateus, Gusttavo Lima, Luan Santana, Ivete Sangalo e Israel & Rodolffo.

Dono dos maiores hits do Brasil, o cantor Kevinho abriu os shows do Festival VillaMix em grande estilo, no estádio Mineirão. Do gramado as arquibancadas, o jovem cantor fez o público gritar e dançar muito. Aclamado por todos Kevinho cantou seus maiores sucessos: “O Bebê”, “Rabiola”, “Facilita”, “Agora é Tudo Meu” e “Encaixa” são algumas das músicas cantadas. Kevinho transformou o Mineirão em um verdadeiro baile funk, além de seus hits cantou músicas de outros artistas e colocou a galera pra dançar, ao som de “Parado no Bailão” até o chão.

Logo após foi a vez do romantismo invadir o palco do VillaMix. A dupla Matheus & Kauan uniu milhares de vozes em uma só para cantar suas belíssimas canções. Sucessos como “Quarta Cadeira”, “Nessas Horas” e “Oitava Dose” foram cantados aos plenos pulmões pelo público. O mais novo sucesso da dupla também estava na boca do povo, ao cantar “Vou Ter que Superar” Matheus & Kauan se surpreendeu com a energia do povo mineiro.  Ao finalizar a música Matheus brincou “depois desse show vamos ter que superar, é por isso que não existe lugar melhor que BH”.

Gusttavo Lima foi o terceiro artista a subir no palco do Festival VillaMix, o mineiro responsável por diversas canções sertanejas que fazem sucesso em todo país é um dos cantores mais populares da atualidade. O Embaixador Gusttavo Lima encantou o público com suas canções: “Zé da Recaída”, “Inventor dos Amores”, “Homem de Família” e “Mundo de Ilusões” são algumas das músicas apresentadas ao anoitecer do festival. Com mais de 16 milhões de seguidores nas redes sociais, Gusttavo dançou e alegrou seus milhares de fãs com a notícia de um novo show.

E para levantar a poeira, literalmente, a rainha Ivete Sangalo subiu ao palco com toda a sua energia baiana. Com um look todo branco, um decotão, e mangas bufantes, Ivete “chegou chegando”, lindíssima, e contagiou o público.  Em boa forma, a cantora se apresentou pela primeira vez no VillaMix BH cheia de disposição. Dona de um belo corpo e simpatia contagiante, Ivete dançou e cantou ao lado de seus oitos bailarinos. Garantindo a continuidade do carnaval, Ivete apresentou canções do seu novo EP “Carnaval com Ivete – Live Experience”, com quatro faixas: “Teleguiado”, “Mainha Gosta Assim”, o medley “Oba Se Joga” / “Lambada da Delícia” / “Cadê Meu Coco” e “Lambada (Corpo Molinho) ”. As músicas já estão disponíveis em todas as plataformas digitais e os clipes no canal oficial da cantora.

Logo em seguida, parecia ser virada do ano, mas os gritos após o show de fogos revelavam o que estava para começar. “Pelo amor de Deus, Jorge & Mateus”, clamava o público do Festival VillaMix BH. Uma das duplas mais aguardadas do VillaMix, Jorge & Mateus começaram a apresentação em grande estilo cantando “Olhares Sinceros”. Entre os vários sucessos apresentados, os goianos mais uma vez encantaram os fãs. Responsáveis por algumas levadas mais animadas do sertanejo universitário, como “Sosseguei”, “Propaganda”, “Paredes” e outras, eles são considerados uma das principais duplas do Brasil. Abraçado a bandeira de Minas Gerais, Jorge brincou com uma fã recusando seu pedido de noivado. De forma única e intensa que encantam multidões, Jorge & Mateus reforçam em cada trabalho o desejo de viver e trazer novidades para o público. O carinho dos fãs também chama bastante atenção, durante todo o show são inúmeros presentes que chegam até o palco. Com quase 14 anos de uma brilhante carreira, repleta de grandes sucessos a dupla bateu novos recordes na internet. São 8.5 milhões de inscritos no YouTube e mais de 4 bilhões de views, já nas principais redes são mais de 30 milhões de seguidores. O final do show foi tão espetacular como o início, Jorge & Mateus se despediram do palco com uma nova queima de fogos, que iluminou o céu do Mineirão.

GL – BY KIKI SANTORO

Uma história a parte que emocionou e levou o público a lagrimas no Festival

O que faz o seu coração vibrar mais forte? Alok sobe ao palco do Villa Mix deixando essa questão no ar, mas para nós, não resta dúvidas! Essa noite, é a música que muda o ritmo dos nossos batimentos. Com versatilidade, muita habilidade e carisma, esse ano ele veio para animar a madrugada e fazer o seu público “fritar” ao som dos melhores hits da sua carreira. E foi incrível, cumpriu as expectativas! Afinal, mesmo sendo de casa, o goiano nunca deixa seus shows caírem na mesmice.

LUAN SANTANA – BY RUBENS CERQUEIRA

Criando uma atmosfera e gerando inúmeros sentimentos, o DJ apresentou público mixagens incríveis que variaram de funks como “Parado no Bailão” e “Tu Ta Na Gaiola”, a clássicos como “Ana Júlia” e “Pelados em Santos”. Ah, e claro! Não podemos nos esquecer hits “Hear Me Now”, “Never Let Me Go”, “Big Jet Plane”, entre outros que já marcam sua carreira há anos. Junto às músicas, os efeitos pirotécnicos levaram o público a loucura! Fogos de artifício, chamas, confetes, água e tudo mais que o público tivesse direito para deixar os momentos ainda mais especiais. Afinal, assim como Alok teve sorte de crescer com pais DJ’s, a cada apresentação, temos sorte de ter ele no cenário eletrônico do nosso país.  E como se a noite já não tivesse especial, no meio do show, uma surpresa! Luciano Huck sobe ao palco e deixa o público presente ainda mais animado. “É fácil ver como a música conecta todos vocês, mas hoje, vou tentar conectar os seus corações”, comenta o apresentador do Caldeirão do Huck. O Villa Mix BH 2019 inicia então uma participação no programa. No quadro, Paulo Duque, portador de paralisia cerebral, que viralizou nas redes sociais desde o começo do ano, após cantar o hit “Hear me now” e ter o vídeo publicado pelo Dj Alok é levado ao palco para se apresentar. Sem timidez, com muita habilidade vocal e felicidade ele e o público soltam a voz. Emocionam! Arrepiam! Foi lindo de se ver.

WS – GL BY RUBENS CERQUEIRA

Com o retorno do show, além de outros hits, Alok apresenta ao público mineiro a track “Metaphor”, uma parceria com o produtor australiano Timmy Trumpet, e finaliza a noite com muita animação! A nós, resta uma certeza: nunca mais iríamos dormir, se pudéssemos passar todos os momentos com o DJ Alok!

Com músicos mascarados e carregando bastões de fogo, a expectativa era grande para o artista subir ao palco do VillaMix BH, quando um elevador surge trazendo o cantor Luan Santana. Pela primeira vez no festiva em BH, Luan cantou diversas canções como: “Eu, você, o mar e ela”, “Acordando o prédio”, “Sofazinho” e várias outras. Eram quase 02h da madrugada, quando a energia do público emocionou o cantor, ao som do violão e do comando de Luan os fãs esbravejaram a canção “Escreve aí”. Empolgado com o momento Luan Santana lançou um desafio, cantar as músicas do início de sua carreira para testar a memória das pessoas e mais uma vez foi surpreendido, todas foram cantadas em alto tom. Os efeitos especiais também trouxeram um charme a mais para a apresentação, durante vários momentos o céu do Mineirão se coloriu com a chuva de papeis picados e até as milhares de luzes acesas pelos fãs tornaram o ambiente mágico. Aos 11 anos de uma carreira repleta de sucesso, Luan Santana é o cantor nacional mais influente nas redes sociais, de acordo com a revista Forbes Brasil é uma das 30 celebridades mais influentes do país.

As milhares de pessoas não arredaram o pé, Wesley Safadão foi a penúltima atração do Villa Mix BH 2019. Trazendo a Belo Horizonte uma coletânea com os seus melhores sucessos, o cantor cearense acordou o público que não parava de cantar “VAI SAFADÃO”, e agitou a madrugada do domingo. “Estou muito feliz de estar de volta a Belo Horizonte! Muito obrigado pelo carinho sempre! ”, disse o cantor antes de iniciar seu mais novo sucesso “Só pra castigar”, que já estava na ponta da língua do público. Além das suas músicas, o cantor também se aventurou pelos funks atuais e colocou hits como “Ta na Gaiola” em modões que envolveram o público. E claro, não poderia faltar muita dança, muitas piadas e momentos inesquecíveis para o público que estava presente ali. Não existem dúvidas! Wesley Safadão nunca decepciona.

ALOK – BY RUBENS CERQUEIRA

Para encerrar o festival, a dupla goiania, Israel e Rodolffo, que estreiaram no Festival subiram ao palco da edição de BH e conquistaram o público com seu carisma e seus hits.

Para o próximo ano, a produção do VillaMix já prepara novidades para o evento e promete surpreender ainda mais o público mineiro. E que venha o Festival VillaMix Belo Horizonte 2020!

RICKY VALLEN: Repertório traz clássicos da MPB, novidades e muitas emoções

 

show “Sucesso é ser inesquecível”

 Com repertório baseado em clássicos da MPB adicionados a novidades do próximo álbum “Meu Ponto Cardeal”, previsto para ser lançado ainda neste ano, RICKY VALLEN sobe ao palco do Teatro Rival Petrobras (Cinelândia) com o espetáculo, ”Sucesso é ser inesquecível”. A apresentação acontece no dia 18 de abril (quinta), às 19h30Os ingressos já estão à venda com promoção para os 100 primeiros pagantes.

Dentre as novidades do repertório autoral, Ricky Vallen apresenta a música inédita “Banho de Piscina” e resgata “Nada demais”, que fez parte da trilha sonora da novela “Guerra dos Sexos” e sucessos da carreira, como: “Sei lá”, “Vidro Fumê, “Pra ser Amor”, que marcam sua trajetória em trilhas sonoras de novelas da TV Globo.

Exclusivo para o Teatro Rival Petrobras, o show traz ainda canções de grandes compositores da nossa música, como: “Atrás da Porta” (Chico Buarque/Francis Hime), “Um dia, um adeus” (Guilherme Arantes), “Sangrando” (Gonzaguinha) e “Você não me ensinou a te esquecer” (Fernando Mendes / Caetano Veloso). Além de hits como “Spending My Time” (Roxette), “I have Notihing” (Whitney Houston) e a clássica “Non, Je Ne Regrette Rien” (Édith Piaf).

Nascido em Volta Redonda, Rio de Janeiro, Ricky Vallen iniciou sua carreira ainda criança, apresentando-se em bares, restaurantes e lojas quando tinha apenas nove anos de idade. Aos 13 anos, cantou pela primeira vez na televisão ao participar de um concurso de calouros mirins no Show do Malandro, programa apresentado por Sergio Mallandro. O sucesso nacional só veio após participar e ganhar o festival de calouros “Quem Sabe Canta, Quem Não Sabe Dança” do Programa Raul Gil, na TV Record. Desde então, sua carreira tem ganhado proporções cada vez maiores, emplacando canções em trilhas sonoras de novelas de sucesso da Rede Globo e lotando tradicionais casas de show por todo o Brasil.

Aliás, Ricky Vallen venceu um concurso de TV cantando ainda criança, e já adulto, em 2004, venceu concurso em programa da Rede Record, onde ganhou projeção nacional. Por exigência do público, participou do programa por mais dois anos e gravou o primeiro CD como intérprete em 2007, “Homenagens”, segundo lugar entre os mais vendidos por meses, perdendo apenas para Ivete Sangalo, e concorreu ao prêmio de artista Revelação no tradicionalíssimo Grammy Latino.

Discografia

  • 2007 – Homenagens (Luar Music / Sony Music)
  • 2009 – Ao vivo (Sony Music)

Videografia
• 2009 – Ao vivo (Sony Music)

Temas de Novelas
• Guerra dos Sexos (TV Globo) – “Nada demais”
• Ti-Ti-Ti (TV Globo) – “Sei Lá”
• Viver a Vida (TV Globo) – “Pra Ser Amor”
• Negócio da China (TV Globo) – “Vidro Fumê”
• Caminhos do Coração (TV Record) – “Sonho De Ícaro”

https://www.youtube.com/watch?v=YrIYH_aXevY

 

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 18 de abril (quinta). Horário: 19h30.Abertura da casa: 18h. Ingressos: Setor A: R$ 80,00 (Inteira), R$ 40,00 (meia-entrada) | Setor B: R$ 70,00 (Inteira), R$ 55,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 35,00 (Meia). Venda antecipada pela Eventim –http://bit.ly/IngressosRival2019_2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos.www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo  

peça PÃO COM OVO estreia na Barra da Tijuca
Devido ao grande sucesso no Teatro João Caetano,
 
no Centro do RJ a comédia PÃO COM OVO Chega à Barra da Tijuca para temporada no Teatro dos Grandes Atores a partir do dia 05 de abril/2019   sextas e sábados 21h e domingos 19h

Devido ao grande sucesso em sua temporada no Centro do RJ, no Teatro João Caetano, a engraçadíssima comédia PÃO COM OVO, com os atores Adeilson Santos, César Boaes e Charles Júnior, reestreia no RJ, no Teatro dos Grandes Atores (Av. das Américas 3555 – Shopping Barra Square – tel. 3325-1645), na próxima 6af, dia 05 de abril 2019, e estará em temporada, com apresentações sempre as 6as e sábados 21h e domingos 19h e preço único a R$ 60,00.

Em cartaz pelo Brasil desde 2011, PÃO COM OVO já foi aplaudido por mais de 1 milhão de pessoas em temporadas de sucesso por várias capitais do país e Portugal. Em 2016 fez sucesso aqui na Cidade Maravilhosa, em temporadas no Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea) e, em seguida, no início de 2017, no Teatro Miguel Falabella, no Norte Shopping e agora, durante o mês de março/2019, no Teatro João Caetano, no Centro do RJ.

PÃO COM OVO, encenada pela Santa Ignorância Cia. de Artes, é uma das maiores comédias do teatro nacional, retrata, com bom-humor os costumes e o cotidiano das diferentes classes sociais do país.

SOBRE A PEÇA …

Dijé e Clarisse (interpretadas pelos atores maranhenses Adeilson Santos e Cesar Boaes respectivamente) são amigas de infância. Elas se conheceram ainda na escola, e acabaram perdendo o contato ao longo do tempo.  Dijé é moradora de um bairro da periferia, e vive com o marido Zé Maria. Já Clarisse é uma emergente alpinista social, e frequenta lugares sofisticados da cidade. As velhas amigas se reencontram, e falam de suas vidas e detalhes do cotidiano, o que faz o público morrer de rir. Além disso, as personagens contam de forma cómica a diferença de atendimento nos setores públicos e privados. Além de temas sociais como assédio as mulheres e relações trabalhistas das empregadas domésticas, sem ser panfletário e sem perder o tom certo do humor. O espetáculo conta com números de dança e imitações da cantora Alcione, madrinha do espetáculo, conterrânea maranhense do grupo.

Os três atores se revezam entre vários personagens, o que torna a peça dinâmica e ainda mais irreverente.

A comédia traz uma linguagem direta e simples e sem apelos sexuais e palavrões.

Um humor por vezes ingênuo, mas sem perder as críticas sócias.

As falas e diálogos são muitas vezes improvisadas na hora pelos atores, o que confere maior interação com o público.

O texto é de Adeílson Santos e de César Boaes, que também assina a direção. “O nome PÃO COM OVO surgiu exatamente da ideia de que é algo que todo mundo gosta, desde os mais ricos até os mais pobres”, explica Cesar.

Para esta temporada no Rio de Janeiro a trupe traz cenas novas e convidados especiais como os atores cariocas Gabriel Contente, Beto Carramanhos, Diego Goullart e o dançarino Marcelo Chocolate.

SOBRE OS ATORES

O maranhense César Boaes é ator, diretor e produtor. Fez sua estreia nos palcos com o espetáculo “Pluft, o Fantasminha” de Maria Clara Machado. Mais tarde, inicia seus estudos de ballet clássico com Antônio Gaspar e começa sua pesquisa de danças populares nordestina, e estreou como dançarino do espetáculo Nordestinamente. Além disso, é membro secretário da Santa Ignorância Cia. de Artes, da qual participa dos espetáculos “O boi e o burro a caminho de Belém”, de Maria Clara Machado, com direção de Urias de Oliveira, e “A morte do boi desmiolado”, com texto de César Teixeira e direção coletiva.

Já Adeílson Santos, também ator e o produtor, começou sua carreira artística em 1999 com o espetáculo “Uma linda quase mulher”, comédia de grande sucesso de público ainda hoje em temporada. Em seguida protagonizou o musical “Catirina”, da Cia. Ópera Brasil, com direção geral de Fernando Bicudo. Em 2009 recebeu o Prêmio de Melhor Ator pelo Sated–(MA) com o espetáculo “Uma linda quase mulher 2”. Além disso, em 2012 recebeu o mesmo Prêmio, com o espetáculo “Pão com Ovo’. No cinema participa do filme “O dono do mar”, de Odorico Mendes.

PÃO COM OVO  

Comédia de César Boaes e Adeilson Santos

Direção: César Boaes

Elenco: Adeilson Santos, César Boaes e Charles Júnior.  Participações especiais: Gabriel Contente, Beto Carramanhos, Marcelo Chocolate, Diego Goullart

Produção, assessoria de imprensa & marketing: João Luiz Azevedo

Local: Teatro dos Grandes Atores

Avenida das Americas 3555 – Shopping Barra Square – Tel, 3325-1645

Reserva de ingressos pelo zap 21-99731-0933

De 05 à 28 de abril de 2019.

sexta e sábado às 21h e domingo às 19h.

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos.

Valor dos ingressos: R$ 60,00 / R$ 30,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e idosos acima de 60 anos)

Ponto de Venda de Ingressos:

  • Bilheteria do Teatro João Caetano e no site da Divertix.

Produção: Boca Fechada Produções Artísticas e Santa Ignorância Cia. de Artes.

Fabiana Cozza :Show de lançamento do CD “Canto da noite na boca do vento”

A cantora Fabiana Cozza viveu Dona Ivone Lara no teatro e é nos palcos que ela segue cantando as músicas da diva do samba. Com show marcado para o dia 13 de abril, sábado, às 19h30, no Teatro Rival Petrobras (Cinelândia), a cantora convida e o violonista Alessandro Penezzi convidam o público para o lançamento do seu sétimo CD “Canto da noite na boca do vento”, com repertório todo dedicado à Dona Ivone Lara e seus parceiros Delcio Carvalho, Nei Lopes, Arlindo Cruz, Paulo César Pinheiro, Hermínio Bello de Carvalho, Mano Décio da Viola, Fuleiro, Tio Hélio, Silas de Oliveira e Bacalhau.

 O show acontece no dia 13 de abril, data do aniversário de Dona Ivone, que completaria 97 anos de vida. A direção do espetáculo é do ator e diretor Elias Andreato. Sobem ao palco do Teatro Rival Petrobras ao lado da intérprete os músicos Henrique Araújo (cavaquinho e bandolim) e Douglas Alonso (percussão). A única canção inédita do trabalho intitulada “A dama dourada” foi um pedido de Fabiana ao jovem compositor Vidal Assis que dividiu a parceria (letra) com Hermínio Bello de Carvalho, e que assina a apresentação do trabalho. A capa é criação do artista plástico e cenógrafo Elifas Andreato.

O CD foi gravado e produzido na gravadora Biscoito Fino e contou com as participações especiais da cantora Maria Bethânia, o cantor Péricles e o arranjador e saxofonista Nailor Proveta.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 13 de abril (sábado) Horário: 19h30.Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 70,00 (Inteira), R$ 35,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/IngressosRival2019_2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos.www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 *Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo.

No dia Mundial de Conscientização do Autismo, Musa do Ceará fala sobre a relação com o filho autista.

No dia Mundial de Conscientização do Autismo, Musa do Ceará fala pela primeira vez sobre a relação com o filho autista.

Mantendo sempre a intimidade preservada, Renata Alves, a musa do Ceará, nunca falou sobre os desafios que enfrenta diariamente com o filho. Ela é mãe do Matheus, de 8 anos, que foi diagnosticado com autismo quando tinha 4. Apenas os amigos íntimos sabiam até então sobre a relação da modelo com o filho.

Renata Alves (Woody Studio)

“Tenho dois filhos, a Ana Lídia, de 18 anos e o Matheus, de 8 anos. Quando fui mãe a primeira vez eu tinha 15 anos, totalmente despreparada e sem perspectiva nenhuma. Depois de 10 anos recebi a graça de engravidar do Matheus, um menino especial e que me fez entender o que realmente era ser mãe. Quando ele tinha 4 anos a professora me chamou na escola e pediu que eu procurasse um médico, pois ela havia notado algo diferente nele. Procurei um profissional e meu filho foi diagnosticado como autista. Eu morri naquele momento. Morri por alguns minutos, e logo renasci com ainda mais amor por ele”, contou Renata.

A musa preferiu manter em segredo o diagnóstico do filho para protegê-lo do mundo, do preconceito. Hoje, após todos esses anos sem falar no assunto, Renata abriu o coração e falou sobre o filho.

Renata Alves e Matheus

“Ter um filho autista me tornou uma pessoa mais humana, mais compreensiva. O autismo do meu filho me fez entender o verdadeiro sentido da palavra amor. Todos os dias eu aprendo algo novo com o Matheus. Cada melhora no comportamento dele é comemorada como a final de uma copa do mundo. Meu filho me ensinou a ser mãe”, revelou.

 

Fotos: Divulgação / Assessoria

TABLADO APRESENTA “TEATRO TÔNICO – UMA BREVE HISTÓRIA DO TEATRO OCIDENTAL”

Ciclo de palestras de introdução à história do teatro reúne importantes nomes das artes cênicas

Cumprindo sua função social de fomentar o teatro brasileiro, O Tablado promove entre abril e agosto o Teatro Tônico, ciclo de palestras de introdução à história do teatro ocidental. São 16 encontros temáticos, um por semana, voltados para profissionais e estudantes de teatro, professores e interessados em cultura em geral. O primeiro deles, “As origens do Teatro”, acontece na próxima sexta-feira, 5 de abril, às 20h, com a professora e escritora Isabela Fernandes, que falará sobre tragédia e comédia na Grécia Antiga. O ingresso custa R$ 40 e a palestra tem duração de 120 minutos. Outros importantes nomes das artes cênicas como Cacá Mourthé, Érika RettlGeraldo CarneiroHamilton Vaz Pereira, Lídia KosovskiLionel FischerRenato Icarahy,Ricardo Kosovski e Venício Fonseca estão programados até agosto.

 “O Teatro Tablado tem a tradição de formar excelentes profissionais que fazem sucesso na televisão e no teatro. Com o ‘Teatro Tônico’ queremos oferecer também toda a base teórica sobre a história do teatro ocidental com importantes nomes das artes cênicas, que vão compartilhar seu conhecimento com o público de uma maneira leve e dinâmica”, explica Cacá Mourthé, diretora artística de O Tablado. “Além disso, o ciclo de palestras será um potente espaço de encontros e trocas. Todo o material produzido será gravado em vídeo e disponibilizado online para alcançar mais pessoas”, completa Cacá, sobrinha de Maria Clara Machado, fundadora da escola.

Fachada O Tablado – foto de Eduardo Martino

A PROGRAMAÇÃO

Abrindo a programação em 5 de abril, a professora e escritora Isabela Fernandes comanda o tema  “As origens do Teatro” e fala sobre tragédia e comédia na Grécia Antiga. Na semana seguinte, em 12 de abril, é a vez do escritor e compositor André Gardeldiscorrer sobre o teatro romano numa palestra em que apresenta o palco teatral romano e as variações da cena medieval cristã. Encerrando o primeiro mês, em 26 de abril, o poeta e dramaturgo Geraldo Carneiro traz para o público o tema “Teatro do Renascimento I”.

 

Cacá Mourthé – O Tablado – foto de Eduardo Martino (2)

O TABLADO

Fundado em 1951 pela escritora e dramaturga Maria Clara Machado, O Tablado tem papel importante na história da cultura brasileira, como celeiro de talentos e verdadeiro templo do teatro infantil.

Desde sua inauguração, mais de 30 mil atores, diretores, teatrólogos, cineastas, figurinistas, cenógrafos, autores, iluminadores, sonoplastas e músicos se formaram no local. Nomes como Hamilton Vaz Pereira, Wolf Maya, Cininha de Paula, Claudia Abreu, Ingrid Guimarães, Louise Cardoso, Malu Mader, Du Moscovis, Leonardo Brício, Andréa Beltrão, Fernanda Torres, Rubens Corrêa, Drica Moraes, Jaqueline Laurence, Mateus Solano e Gregório Duvivier, entre outros, passaram pela escola.

Atualmente, O Tablado tem cerca de 700 alunos e mais de 20 professores. O núcleo criativo de O Tablado é formado por Andreia Fernandes, Fernando Melvin, João Sant’Anna, Johayne Hildefonso, Lincoln Vargas, Lionel Fischer, Luis Octavio Moraes, Patrícia Nunes, Renata Tobelém, Ricardo Kosovski, Susanna Kruger e Zé Helou.

 O Tablado é considerado Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro e seu espaço físico foi tombado pela Prefeitura carioca. Suas atividades artísticas também foram reconhecidas pelo Governo Federal.

TEATRO TÔNICO

Ciclo de palestras sobre a história do teatro

Data: de abril a agosto – sextas-feiras, às 20h

Local: O Tablado – Av. Lineu de Paula Machado 795, Lagoa.  Tel.: 2294 7847

Capacidade: 150 pessoas. Classificação etária: livre. Duração: 120 min.

Valores: R$ 40 (cada palestra) ou R$ 400 (todas as 16 palestras)

Inscrições: teatrotonico@otablado.com.br | Informações: (21) 2294 7847

Programação completa: www.otablado.com.br

Ensemble da Ação Social pela Música do Brasil

Ensemble da Ação Social pela Música do Brasil

A Série Música Clássica dos Santos Anjos abre sua temporada 2019 e apresenta o grupo Ensemble, uma Camerata com 13 jovens músicos que tocam instrumentos de cordas e são oriundos de comunidades como Babilônia, Chapéu Mangueira, Cantagalo, Pavão Pavãozinho, Complexo do Alemão e Morro dos Macacos, no Rio de Janeiro. O Concerto será no sábado, na Paróquia dos Santos Anjos (Av. Afrânio de Melo Franco, 300, Leblon), sábado, 06 de abril, às 15h30 com entrada franca.

Ensemble faz parte da Ação Social  pela Música do Brasil-ASMB, uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que, em sua vertente socioeducacional visa à inclusão social e formação da cidadania, através do ensino coletivo da música clássica, para crianças, adolescentes e jovens moradores de comunidades em situa&cced il;ão de vulnerabilidade social.

ASMB promove há mais de 23 anos, a formação de orquestras jovens de música clássica em todo o território nacional. Os cariocas,em particular,  podem contar com a Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro. Conhecida no cenário musical carioca, a OSJRJ já se apresentou em diversos espaços culturai s importantes no cenário musical, como o Centro Cultural Banco do Brasil, o Centro Cultural Justiça Federal do Rio de Janeiro e o Centro Cultural da Caixa Econômica, no Auditório do Planetário, na Candelária, no Teatro de Câmara da Cidade das Artes, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e em 20 de março de 2019 na Sala Cecilia Meireles com a Associação de Canto Coral e com o Monsenhor Marco Frisina.

Com grande sucesso apresentou-se em 1º de agosto de 2016 no Teatro principal da Cidade das Artes, acompanhando a cantora Daniela Mercury na Cerimônia de Abertura 129 do COI. A Orquestra cumpre uma agenda intensa de apresentações nas comunidades do RJ, periferias e bairros populares onde é mais difícil ter acesso à música de qualidade. Em 2017 realizou com grande sucesso vários concertos didáticos em escolas públicas e universidades.

Ensemble

Atualmente, cerca de quatro mil crianças entre jovens e adolescentes são beneficiadas pela ONG Ação Social pela Música do Brasil.

Breve Histórico:

Fundada em 1994, a ASMB é fruto do sonho do falecido maestro, David Machado, que aceitou o pedido do amigo José Antônio Abreu, de implantar no Brasil um projeto nos moldes do tão conhecido e bem sucedido El Sistema, da Venezuela que abrange milhares de jovens e dezenas de orquestras. Com a morte do maestro, a ASMB passou a ser dirigida por sua viúva, a violoncelista e produtora cultural, Fiorella Solares.

 

Serviço: Ensemble da Ação Social pela Música do Brasil

Abertura temporada 2019 da Série Música Clássica dos Santos Anjos

Data: 06 de abril – sábado | Hora: 15h30

Endereço: Paróquia dos Santos Anjos (Av. Afrânio de Melo Franco, 300, Leblon)

Ingressos: grátis | Duração musical: 53 minutos | Classificação: livre

Programa de sábado – 06 de abril:

    1. Franz Schubert (1797-1826) Minueto em Ré Menor, 5′.
  • Heitor Villa-Lobos (1887-1959), Movimento do Quarteto nº 1, 1915, 4′.
  • Ennio Morricone (1928), tema do filme Cinema Paradiso, 1988, 4′.
    1. Antonio Vivaldi (1678-1741), 2º Movimento do Inverno (rv297) das 4 Estações, 1725, 3′
  • Heitor Villa-Lobos (1887-1959), Ária (cantilena) das Bachianas Brasileiras nº 5, original para soprano e oito violoncelos, 1938, 6′.
  1. Astor Piazzolla (1921-1992), 8′:

     6.1 Oblivion, 1982, 4′

     6.2 Libertango, 1973, 4′

  • Alfredo da Rocha Vianna, dito Pixinguinha, (1897-1973), Carinhoso, 1916-7, 3´.
    1. Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), Garota de Ipanema, 1962, 4′
    2. Clovis Pereira dos Santos (1932), no Reino da Pedra Verde, 1ª parte de três peças nordestinas, 1971, 5′
  • Severino Dias de Oliveira, dito Sivuca (1930) e Glorinha Gadêlha (1947), Feira de Mangaio, composta durante moradia em Nova York 1969-1975, 6′
CIDA MOREIRA CANTANDO TOM WAITS ABRE AS COMEMORAÇÕES DO CLUBE MANOUCHE

CIDA MOREIRA CANTANDO TOM WAITS ABRE AS COMEMORAÇÕES DE UM ANO DO CLUBE MANOUCHE

Brindes, confetes e serpentinas.

Em abril o veludo vermelho do Clube Manouche comemora um ano e a programação do mês traz um recorte do que mais significativo passou pelo tablado da casa nestes 12 meses: de Cida Moreira cantando Tom Waits, ao frescor de Letrux (17/04) e Mãeana (18/04), Fausto Fawcett(19/04) e Angela Ro Ro (26 e 27/04)

Uma das atrações especiais do “best of” que comemora um ano de existência do Manouche, o clube intimista da Casa Camolese, a cultuada cantora, pianista e atriz Cida Moreira abre a festa e volta ao palco da casa com o show “Canções para Cortar os Pulsos”, dedicado à obra de Tom Waits, no próximo fim de semana, dias 05 e 06/04sexta e sábado, às 21h.


Mas, irrequieta como é não poderia simplesmente repetir o que já foi visto. Acrescenta, então, outros heróis à flor da pele ao repertório como Leonard Cohen, Patti Smith, Amy Winehouse e Marianne Faithfull ao lado de “Time”“Anywhere”, “I Lay My Head”, “Downtown Train”“Broken Bicycles” e outras músicas que, tocadas ao piano, mostram o lirismo da obra Tom Waits, conhecido por suas canções que são como “acariciar um arame farpado”, nas palavras do próprio.

 

Serviço

Show: – Cida Moreira com o show “Canções para Cortar os Pulsos”

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 05 e 06 de abril, sexta e sábado, 21h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira), R$ 60,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 40,00 (meia) www.eventim.com.br

Classificação: Livre

Estacionamento no local (tarifado)

Após MC Kevinho, Modelo Michele Sensolo decola nos clipes
Michele Sensolo está roubando a cena com sua beleza e tem chamado atenção não apenas na internet e nas redes sociais, onde tem mais de 100 mil seguidores, mas também nos clipes musicais que tem participado.
Após participar do clipe de MC Kevinho, “É rave que fala”, lançado pelo canal Kondzilla, a loira tem recebido inúmeros convites para atuar em produções musicais: “Sei que o Kevinho está em alta, mas não imaginava que me daria tanta repercussão. Ter feito parte do clipe dele abriram portas para mais outros dois clipes e já tenho proposta para participar de mais outros. Adoro gravar clipes, o clima é divertido sempre. Música é sempre divertido.”
Michele gosta de cuidar do corpo e da saúde, e malha bastante para manter o corpão. A loira é natural de Cascavel e mora em São Paulo há alguns anos, é empresária e modelo. Com diversos ensaios para revistas e portais como o Bella da Semana e moda lingerie, ela afirma que além de suas atuais atividades ainda tem interesse em cosmética e nutrologia.
Michele e Kevinho

“MIGRAÇÕES” Ópera performática estreia em 11 de abril no Sesc Copacabana

 Com libreto de Geraldo Carneiro, direção de Duda Maia e música de Beto Villares, espetáculo inédito aborda a onda de migrações no mundo

 No elenco estão a soprano e atriz Gabriela Geluda e a bailarina e atriz Gabriela Luiz

Depois de trabalharem juntos na bem-sucedida ópera de câmara “Na boca do cão”, o poeta Geraldo Carneiro e a soprano e atriz Gabriela Geluda retomam a parceria em um projeto inédito. “Migrações” é uma ópera performática sobre os deslocamentos de milhões de pessoas em diferentes épocas, da mítica Tróia aos refugiados da Síria hoje. Com direção da premiada Duda Maia, libreto de Geraldo Carneiro e música de Beto Villares, “Migrações” estreia em 11 de abril, no Mezanino do Sesc Copacabana. No elenco, além de Gabriela Geluda, está a bailarina e atriz Gabriela Luiz. Com apoio cultural e correalização do Oi Futuro, o espetáculo é uma realização de Gabriela Geluda e SESC.

Idealizador do espetáculo, Geraldo Carneiro se encantou com experiência de fazer o libreto de “Na boca do cão” (um projeto pessoal de Gabriela Geluda) e, desta vez, o convite e o tema partiram dele. “Os fluxos migratórios sempre existiram. Esses movimentos são motivo de fascínio e terror, desde a Guerra de Tróia à diáspora africana. Queria falar da necessidade de transformar a migração numa preocupação permanente, mas de forma poético-alegórica. Não queria uma obra naturalista. É preciso abrir as fronteiras do conhecimento, do afeto, compreender que existe o outro e que ele precisa ser compreendido na sua diferença. As migrações são permanentes, mas as fronteiras são sempre provisórias.”

“Migrações” mistura música, dança e teatro num formato bem diferente das óperas tradicionais, buscando o conceito da ópera performática –no qual a cena se torna uma experiência para o espectador, sem a necessidade de uma história com começo, meio e fim, mas trazendo imagens e sonoridades que conduzam o público em uma dramaturgia particular. Com quase trinta anos de experiência como soprano solo das óperas de Jocy de Oliveira, Gabriela Geluda acredita na importância de levar a ópera a um público mais diverso, ampliando os limites do gênero.

“Investimos numa composição inédita e trabalhamos com uma equipe reduzida. Assim, faremos uma temporada mais longa que a de uma ópera tradicional”, explica Gabriela, que também exalta a importância da temática do espetáculo. “Minha família é de origem judaica, meus avós são judeus e vieram para o Brasil fugindo da Segunda Guerra. Tenho três avós poloneses e uma alemã. Migrar para sobreviver é uma realidade bastante forte na minha família”, conta a artista que, além de estar em cena, assina a realização do projeto.

Composta pelo produtor musical e compositor paulista Beto Villares, com arranjos do artista pernambucano Armando Lôbo, a música permeia o espetáculo no limiar entre uma ópera e um espetáculo com uma trilha. Com experiência em cinema (como “Xingu”, “Bingo, o rei das manhãs” e “Filhos do Carnaval”), Beto viu no convite feito por Geraldo um desafio profissional. “É um universo totalmente diferente de tudo que já vivi. É a primeira vez que componho para uma cantora lírica, e a troca com a Gabriela durante o processo de criação foi muito importante”, conta. “A emoção que eu queria passar é de uma beleza com desamparo, tristeza e seriedade.” O trio formado por Cristiano Alves (clarinete), David Chew (cello) e Rodrigo Foti (vibrafone) executa a música ao vivo.

Os poemas do libreto abordam questões brasileiras e mundiais relacionadas aos processos migratórios. As cenas são conduzidas pela soprano e atriz Gabriela Geluda e a bailarina e atriz Gabriela Luiz – esta carrega sua experiência com danças populares e urbanas e capoeira. Elas se multiplicam criando diferentes corpos e vozes. Entre as obras que serviram de inspiração na construção do espetáculo, a diretora Duda Maia destaca documentários com cenas fortes sobre o tema: “Human flow”, do artista e ativista chinês Ai Weiwei, e “Os capacetes brancos”, do britânico Orlando von Einsiedel.

“Alguns fatos me chamaram a atenção para esse tema. O número de refugiados, quase 70 milhões, é algo que espanta. Eles não têm lugar. Pesquisamos muito para construir uma fisicalidade que trouxesse uma experiência sensorial de falta de espaço, opressão e abrigo, dentro de uma encenação poética. Queremos falar dessa dureza com beleza. Na cena, nos corpos, na fala, na música e na plasticidade”, diz.

Duda Maia (Direção)

É formada pela Escola de Dança Angel Vianna, onde lecionou dança contemporânea por 13 anos, e diretora do show “Farra dos Brinquedos”, banda com músicas originais e ritmos brasileiros para crianças. Entre 1996 a 2006, foi diretora e coreógrafa da Trupe do Passo e, entre 1998 e 2008, professora de corpo do Curso Profissionalizante de Atores da CAL. De 2012 a 2014, recebeu o prêmio Zilka Sallaberry de Melhor Direção, ao lado de Lucio Mauro Filho, pelo infantil “Uma peça como eu gosto”. Em 2016, dirigiu o musical “A Gaiola”, vencedor dos principais prêmios de teatro infanto-juvenil, incluindo Espetáculo e Direção: sete categorias no Prêmio CBTIJ; cinco no Prêmio Botequim Cultural e três no Prêmio Zilka Sallaberry. Em 2018, dirigiu “O tempo não dá tempo”, espetáculo itinerante em homenagem aos 90 anos de Angel Vianna, no OI Futuro Flamengo; o infanto-juvenil “Contos partidos de amor”, premiado nas categorias Direção e Figurino no 12º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil (2017/2018), e o musical “Elza”, atualmente em turnê pelo Brasil.

Dirigiu “Clementina, cadê você?”, musical inspirado na vida de Clementina de Jesus; e “A dona da história”, de João Falcão. Fez a direção de movimento de “Fala comigo como a chuva e me deixa ouvir” e “Beija-me como nos livros”, de Ivan Sugahara. Dirigiu o musical “AUÊ”, do grupo Barca dos Corações Partidos, que recebeu importantes prêmios de artes cênicas: Shell (Direção), Cesgranrio (Direção, Direção Musical e Espetáculo), Botequim Cultural (cinco categorias, incluindo Direção e Espetáculo) e APTR (Direção Musical, Espetáculo e Produção).  A peça foi indicada ao Prêmio APCA de Melhor Direção. Duda Maia está indicada aos prêmios Bibi Ferreira e Reverência de Teatro Musical na categoria Direção.

Duda trabalhou como diretora de movimento com os seguintes diretores: André Paes Leme, João Falcão, Daniel Herz, Karen Acioly, Mauro Mendonça Filho, Aderbal Freire-Filho, Dudu Sandroni, Bruno Garcia, Michel Bercovitch, Fábio Ferreira, Guel Arraes, Miguel Vellinho, Marcelo Morato, João das Neves, Paulo José, Vera Fajardo, Paulo de Moraes e Ivan Sugahara.

Geraldo Carneiro (Poema/Libreto)

Poeta, publicou nove livros, além de seus “Poemas reunidos”, coedição Biblioteca Nacional/Nova Fronteira. Cronista, publicou “Vinicius de Moraes: A Fala da Paixão” (Brasiliense, 84) e “Leblon: a crônica dos anos loucos” (Rioarte/Relume-Dumará, 96). Escrevia crônicas para a revista “Domingo”, do jornal “O Globo”. Letrista, escreveu centenas de textos para músicas de Egberto Gismonti, Astor Piazzolla, Wagner Tiso, Francis Hime e outros compositores. Dramaturgo, escreveu peças como “Lola Moreno”, parceria com Bráulio Pedroso, “A bandeira dos cinco mil réis”, “Manu Çaruê” (ópera performática com música de Wagner Tiso), “Imaginária” e a ópera de câmara “Na boca do cão”.

Roteirista, escreveu “Sônia: morta & viva”, de Sérgio Waissman (Tucano de Ouro no FestRio II), “Eternamente Pagu” (em parceria com Márcia de Almeida) e “O judeu” (em parceria com Millôr Fernandes). Adaptou diversas obras literárias para a TV Globo, nas séries “Brasil Especial” (1993/1994) e “Brava gente” (2001). Adaptou, em parceria com Alcides Nogueira, a novela “O astro”, pela qual recebeu o Prêmio Emmy International em 2012 de melhor texto. Em 2016, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.

Beto Villares (Música)

Beto Villares é um compositor e produtor musical que tem seu trabalho disseminado por dezenas de projetos que sintetizam a cultura do país nas últimas décadas. Desde criações próprias até a produção musical da abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, contribuiu com suas ideias e texturas sonoras em trabalhos de artistas como Céu, Siba, Itamar e Anelis Assumpção, e para filmes e séries como “Xingu”, “Bingo, o rei das manhãs” e “Filhos do Carnaval”.

Gabriela Geluda (Soprano/atriz) 

É bacharel em canto lírico pela UNIRIO, mestra em música antiga pela Guildhall Schoolof Music and Drama (Londres 1996-98), e formada na Técnica de Alexander pelo Alexander Technique Studio (Londres 1997-2000). Exerce intensa atividade como cantora especializada em repertório contemporâneo, tendo participado de inúmeras bienais e festivais de música.

Vem trabalhando com a compositora Jocy de Oliveira como soprano solo de suas óperas há 25 anos, tendo apresentado obras no Brasil, Alemanha, Argentina, França e recentemente na Inglaterra com o filme/ópera “Liquid voices”, vencedor da categoria Sound Design no London International Filmaker Festival.

Em 2012 participou da remontagem da ópera “Einstein on the beach”, de Philip Glass e Bob Wilson, no Baryshnikov Art Centre de Nova Iorque, sob orientação do próprio Wilson. Em 2017, esteve em temporada no CCBB Rio com a ópera solo “Na boca do cão”, última obra escrita pelo compositor Sergio Roberto de Oliveira, com direção de Bruce Gomlevsky e libreto de Geraldo Carneiro.

 Gabriela Luiz (Bailarina/atriz)

Atriz formada pela Escola de Teatro Martins Pena e graduada em capoeira pela Federação do Estado do Rio de Janeiro, Gabriela Luiz também é bailarina e coreografa recém-formada pela UFRJ. Com larga experiência em danças populares, afro, salão, capoeira, circo, maculelê e coco, participou, como atriz e bailarina, dos espetáculos “Menino no meio da rua”, “Matulão”, “Gingado brasileiro”, “Dança dos Orixás”, “Palmares”, “Silêncio” e “Romeu e Julieta”. Recentemente fez parte do elenco principal do musical oficial “A Galinha Pintadinha – cadê PóPó” e do musical “Andre Rebouças”.

No cinema, participou como atriz nos longas “Anjos do sol”, “Última parada – 174” e “A suprema felicidade”. Na TV Globo, atuou na minissérie “Capitu” e participou das novelas “Duas caras”, “Desejo de mulher” e “Senhora do destino”. Faz parte da Cia de Dança Contemporânea da UFRJ, com a direção de Tatiana Damasceno, e da Cia dos Comuns, em que atuou como atriz e bailarina no espetáculo “Silêncio”. Em 2010, fundou a Cia Okan Ará, em que coreografou, atuou e dirigiu o espetáculo “Pré SENtidos”.

Gabriela também ministra aulas de danças populares e urbanas, capoeira e teatro físico no Espaço de Construção da Cultura Ação da Cidadania, no Centro, e no Projeto Social Favela Mundo, no Engenho de Dentro. Por cinco anos, deu aulas na Instituição Ojuobá Axé de Danças de Matriz africana, em Duque de Caxias.

 

FICHA TÉCNICA

Poema/Libreto: Geraldo Carneiro

Música: Beto Villares e Armando Lôbo

Canções: Geraldo Carneiro e Beto Villares

Orquestração: Armando Lôbo

Direção: Duda Maia

Intérpretes:

Soprano/atriz: Gabriela Geluda

Bailarina/atriz: Gabriela Luiz

Músicos: Cristiano Alves / Cesar Bonan (clarinete); David Chew / Aleska Chediak (cello); Rodrigo Foti / Pedro Moita (vibrafone)

Produção Executiva e Assistência de Direção: Mariana Chew

Cenografia: Julia Deccache

Cenotécnico: André Salles

Contrarregra: Felipe Ávila

Figurino: Rocio Moure

Iluminação: Renato Machado

Sonorização: Pro Audio

Projeto Gráfico: Patrícia Clarkson e Camilla Mattos

Fotos: Renato Mangolin

Assessoria de Imprensa: Paula Catunda e Catharina Rocha

Mídias Sociais: Rafael Teixeira

JORNAL ALAGOAS