Nascida na cidade de Bom Jesus do Itabopoana/RJ, a influenciadora digital conquistou ainda mais fãs após sua participação, com muito destaque no reality show “De Férias com o Ex”, exibido nacionalmente pela MTV.
Aos 24 anos, a musa das redes sociais já acumula milhares de seguidores sempre atentos aos seus passos e principalmente em suas dicas.
Com uma personalidade autêntica, bem-humorada e super despojada, Mylena é uma típica mulher brasileira moderna. Com muita inteligência e perspicácia, a bela compartilha em suas redes sociais dicas sobre looks, life style, viagens e muitos outros assuntos que tornaram muito fiéis todos aqueles que a acompanham,
Muito procurada para estrelar campanhas publicitárias e também divulgar produtos e serviços em suas redes sociais, Mylena Delatorre está sempre antenada e consegue manter alta interação de seus seguidores sempre esbanjando atenção com comentários e curiosidades de todos.
A bela tem suas fotos sempre em catálogos de moda e seu corpo escultural chama a atenção por todos os lugares que passa.
Dentre as inúmeras atividades, Mylena dedica-se muito à academia e sempre faz postagens de seus treinos, além de mostrar em vídeos engraçados, o dia a dia na cidade do interior do Rio de Janeiro, agradando muito a todos que a acompanham.
O ator e o lobo Da obra de António Lobo Antunes Dramaturgia: Pedro Paulo Rangel
Direção: Fernando Philbert Teatro Poeira, de 12 de abril a 2 de junho
“Nasci em Lisboa em setembro 1942, mas quando em dezembro de 1863. Victor Hugo escreveu num dos seus cadernos: ‘Sou um homem que pensa noutra coisa’, referia-se, é claro, a mim” (António Lobo Antunes).
Um dos maiores atores do Brasil celebra, em 2018-19, bodas de ouro com a profissão. Pedro Paulo Rangel, nascido no Rio de Janeiro, 70 anos redondos, escolheu comemorar as cinco décadas de carreira levando ao palco um projeto longamente acarinhado. A peça O ator e o lobo estreia em 12 de abril, no Teatro Poeira, com direção de Fernando Philbert. O espetáculo fez sua primeira temporada em março, no SESC Pinheiros, em São Paulo.
O monólogo com título fabulesco foi construído por Rangel e Philbert tendo por base os textos do português António Lobo Antunes, extraordinário escritor, ganhador do Prêmio Camões, cujo primeiro romance foi publicado há exatos 40 anos. Lobo Antunes verte uma prosa cálida, envolvente; uma narrativa que, sem que o leitor perceba, faz-se ouvir com clareza, por assim dizer. E esses textos agora ganham vida na voz e no corpo do ator.
– Parece que os textos de Lobo Antunes foram feitos para serem ditos – explica Pedro Paulo. – Ele cria situações, personagens, diálogos consigo mesmo… é instigante, um desafio. Difícil de fazer, mas muito gostoso.
Mas não apenas os escritos de Lobo Antunes compõem o espetáculo. Pedro Paulo Rangel, ele próprio um delicioso contador de histórias, um cronista, mescla alguns textos seus aos do escritor, costurando Brasil e Portugal, palco e livro, narrador e personagens. Atravessa também gerações: Lobo Antunes, família, seus antepassados e Pedro Paulo com sua ascendência portuguesa, os avós de coincidente sobrenome Antunes.
Foi de Fernando Philbert a ideia de inserir também alguns textos do próprio ator que resgata memórias pessoais e eventualmente envereda pela ficção.
– As histórias de Pepê, maravilhosamente contadas, se articulam com a voz de Antunes num conjunto de olhares sobre a memória, a família, a solidão. Fomos elegendo os textos. E é bom que, em certos momentos, a gente não saiba exatamente de quem é aquele trecho. É toda uma delicadeza, uma poesia.
A relação de Pedro Paulo com a escrita é antiga; ele ressalta que, como o autor português, escreve e rasga muita coisa:
-Lemos mais de 300 crônicas – diz Pepê. – Fiquei paralisado com a ideia de colocar meus textos, mimetizar o Lobo Antunes. Mas acaba funcionando.
“…palavras que saem da minha boca e não me pertencem, penso
– não fui eu quem disse isso“ (Aqueles que andam por aí)
– Na abertura do espetáculo, a frase “Sou um homem que pensa noutra coisa” serve à perfeição, define esse jogo de espelhos peculiar aos homens de arte – conta Philbert, que apresentou Pedro Paulo Rangel aos textos de Lobo Antunes cinco anos atrás. – Aderbal Freire-Filho, meu mestre, foi quem trouxe esse escritor aos meus olhos. E quando vi Pepê em cena, ouvi aquela voz,… não deu outra: ele também se apaixonou pelo texto.
“…dúzias de espelhos refletindo-se uns aos outros, olhando-se uns aos outros, colocados diante uns dos outros a se observarem em silêncio (…) é isso o que ainda hoje me intriga: quando um espelho se contempla ao espelho que diabo de coisa vê?” (Brasil)
Os 50 anos de carreira evocam, para Pepê, “muitas cicatrizes reais e imaginárias”. E uma nostalgia temperada com alguma amargura:
– Essa profissão [de ator] já foi viável, hoje não é mais. Sucessivos desgovernos, desimportância da educação e da cultura… mas repito sempre o que alguém, não sei quem, disse: somos condenamos à esperança.
Num cenário frugal, de bancos e cadeiras, vestido com calça de garrafeiro, camisa e colete (“roupa de português”, diz), Pedro Paulo ainda contracena com projeções de fotos sobre o fundo acortinado. Mas é na interpretação do ator que ganham vida as dezenas de personagens. Desfilam a comunhão silenciosa de irmãos que fazem xixi lado a lado no jardim; o encontro amargo, dolorido, com um velho amigo no hospital; a histérica amante do Senhor Biscaia; o homem que espera uma mulher na chuva; os mortos que evidentemente não vão embora; o menino que foge de casa porque não queria comer abóbora; a mãe, seu amante de 20 anos e o filho estupefato; a surdez do avô Antunes, a surdez provocada por milhares de tiros de festim. O ator e o Lobo entregam à plateia uma desconcertante humanidade.
Pedro Paulo Rangel é ator multipremiado – dos mais importantes, foram três Molière, dois Shell, um Mambembe. “Sou um dileto filho do teatro, um apaixonado embora não correspondido fã de cinema, mas é a televisão que eu cafetinizo e que me deu tudo o que tenho”, escreve ele na apresentação da peça (texto completo no final).
Sua estreia, no tenso ano de 1968, foi em Roda Viva, de Chico Buarque, direção de José Celso Martinez Correa, com Marieta Severo e Antonio Pedro. Mas, em retrospectiva, o balanço destaca as comédias dentre os gêneros teatrais em que atuou.
Muitos dos quase incontáveis personagens televisivos – estreou em 1969 na Tupi e em 1972 na Globo – não saem da lembrança dos brasileiros. No depoimento ao site Memória Globo, conta que, curiosamente, só passou a se sentir confortável com o ritmo da TV na época do humorístico TV Pirata (1989-1992).
Fernando Philbert – Premiado diretor, foi por quinze anos assistente de Aderbal Freire-Filho, codirigindo também os espetáculos Depois do Amor, ultima direção de Marília Pêra, com Danielle Winits e André Gonçalves, Vianninha conta o último combate do homem comum, Deixa que eu te ame, Na selva das cidades, Macbeth e Medida por medida.
Dirigiu os espetáculos O corpo da mulher como campo de batalha, Cabras Cabras., Quero ser Ziraldo uma aventura sobre as obras do autor, Silêncios Claros, Fio da Meada, Antígona e Ces’t la vie. Assinou ainda a direção de Em Nome do Jogo, com Marcos Caruso, O topo da montanha, com Thais Araújo e Lazaro Ramos, Além do que os nossos olhos registram, com Priscila Fantin e Luíza Tomé, Champanhe e confusão, com Silvia Bandeira e o premiado, O Escândalo Philippe Dussaert, com Marcos Caruso.
FICHA TÉCNICA
Dramaturgia e interpretação: Pedro Paulo Rangel
Autor: António Lobo Antunes
Direção: Fernando Philbert
Coach de Pedro Paulo Rangel: Rafael Augusto Fernandes
Figurinos: Helena Araújo | Cenário: Fernando Mello da Costa
Iluminação: Aurélio de Simoni | Trilha Sonora: Maíra Freitas
Projeções: Aníbal Diniz | Projeto gráfico: Ronaldo Alves
Fotografia: Lucio Luna | Operador de som: Bob Reis
Direção de cena: Ricardo Silva
Coordenação de produção: Fabricio Chianello
Direção de produção: Fernando Duarte
Produção: Vissi Darte Produções Artísticas
Realização: Pedro Paulo Marques Rangel Produções Artísticas
SERVIÇO – O ATOR E O LOBO
Temporada: de 12 de abril a 2 de junho de 2019
Dias e horários: Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 19h
Teatro Poeira: Rua São João Batista, 104 – Botafogo
Destinado a pessoas portadoras de deficiências, Mostra será realizada entre 23 e 28 de abril de 2019 na Zona Oeste carioca.
Foto divulgação: Querência quer ver o Mar – uma das peças que compõem a Mostra de Arte Singular.
A PAR Produção em parceria com a FETAERJ, através da cogestão Chacrinha em Cena, apresentam o MAS – Mostra de Arte Singular. Acreditando que cada um tem suas próprias superações e que as limitações não impedem o fazer artístico, a mostra de arte singular surge com o intuito de criar um espaço em que os artistas, com deficiência ou não, possam apresentar todas as suas singularidades, expondo através da arte suas características próprias e únicas. A mostra, gratuita, será realizada no período de 23 a 28 de abril de 2019 na Arena Carioca Chacrinha.
A palavra usada para se referir a características únicas de um indivíduo foi escolhida também para nomear nosso novo projeto que busca expressões artísticas únicas, ideias fora do comum, inusitadas. O evento visa uma interação em que a arte se sobreponha a todas as diferenças, demonstrando que cada um tem suas próprias superações e que as limitações não impedem o fazer artístico. A mostra será realizada no período de 24 a 28 de abril de 2019 na Arena Carioca Chacrinha.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA – GRATUITA
Se Essa Rua Fosse Minha
Sinopse – Uma trupe de atores chega à cidade pra contar a história de Zefinha uma menina do interior do sertão que sonha viver na cidade grande. No caminho vai encontrando alguns personagens como: o motorista “doido” do pau de arara, que lhe dá carona até uma parte do caminho; um mecânico que a ajuda, mas antes a aconselha sobre os perigos da cidade grande; entre outros. Por fim, quase atropelada, ela encontra um “Guarda de trânsito” que a ajuda a entender como sobreviver no trânsito da cidade grande e ela decide trabalhar em prol da conscientização de motoristas e pedestres pra diminuir os acidentes no trânsito.
Ficha Técnica – Texto: Paulo Marcos de Carvalho. Direção: Angelah Dantas. Elenco: Angelah Dantas, Thais Manhães e Jorlan Oliveira. Serviço: Se essa Rua fosse minha. Data: 24 e 25 de abril. Horário: 09h30 e 13h30. Duração: 50 min. Classificação: Livre. Gênero: Infantil
___________________________________________________________________
Querência quer ver o Mar
Sinopse – Quatro meninos brincantes do sertão contam a história é da menina chamada Querência. Ela é cega, negra e vive no bravo sertão. A menina Querência tem sede de mar e de muitas outras coisas. Com a ajuda de seu cachorro guia, ela vai enfrentar a dura realidade que se traça em seu destino, sonhando em reencontrar seus pais, vivendo uma extraordinária jornada, vencendo os obstáculos ao seu redor, onde a força dos sonhos e a do querer são maiores que qualquer barreira.
Ficha Técnica – Texto e direção: Berg Farias. Elenco: Ana Luiza Faria, Berg Farias, Gabriel Breves e Julyanna Werneck. Colaboração dramatúrgica: Ana Luiza Faria. Serviço – Querência quer ver o Mar. Data: 26 de abril. Horário: 13h30 Duração: 50 min. Classificação: Livre.
Sinopse – Em cena, as fantasias e tabus sexuais de quatro personagens cegos, num jogo afetivo onde imagem e som atuam em sintonia, leveza e poesia. O elenco traz dois atores deficientes visuais, propondo uma inversão de papéis entre eles e o público.
FichaTécnica – Texto: Daniel Porto. Direção: Alexandre Lino. Elenco: Sara Bentes, Aléssio Abdon, Felipe Rodrigues e Max Oliveira. Serviço – Volúpia da Cegueira. Data: 26 de abril. Horário: 20h. Duração: 60 min. Classificação: 16 anos. Gênero: documentário cênico
Sinopse – Ventaneira – A Cidade das Flautas é um espetáculo escrito e dirigido por Moira Braga. Inspirada no livro “As Cidades Invisíveis”, de Ítalo Calvino, Moira criou a cidade dos ventos que tocam flautas, das birutas que giram no alto de torres espiraladas, das casas côncavas em forma de conchas. O texto inspira poesia, música, movimento e convida o espectador a reinventar a realidade. Com muita leveza, aborda o tema das diferenças, da diversidade e da capacidade humana de superar limitações.
Serviço – Ventaneira – a cidade das flautas. – Data: 27 de abril. Horário: 16h. Duração: 45 min. Gênero: infantil. Classificação livre
___________________________________________________________________
Conflitos na mesa do bar
Sinopse – Uma peça com grande influência de Eugen Bertholt Friedrich Brecht, de forma bem plástica e distante é retratada a realidade do momento atual, diversos conflitos que vemos todos os dias e ao mesmo tempo contando a história de dois irmãos que se distanciaram por um tempo e em um momento nem um pouco propenso acabam se reencontrando.
Ficha Técnica – Texto e Direção: Felipe Marques. Elenco: Pedro Fernandes, Ricardo Kreicher, Leonardo Gomes, Camila Braun, Pablo Morada, Samira Ferreira, Matheus Teles, Igor Guimaraes, Lucas Catatau, Ana Carolina Cruz, Brian Ferreira.
Serviço – Conflitos na mesa de bar. Data: 27 de abril. Horário: 20h.
Duração: 30 min. Classificação: 16 Anos. Gênero: Drama.
Sinopse – A peça conta a trajetória de uma menina, que tem muito medo de água. Ela é filha de um pescador e se vê tendo que vencer um grande desafio: ser levada pelo Peixe Grande, o Rei dos Peixes, para o fundo do rio, por conta de uma promessa feita por seu pai para salvar sua família da fome.
Ficha Técnica – Concepção, Dramaturgia e Direção: Aline Gomes. Elenco: Aline Gomes, Celo Miguez, Victor Nalin. Serviço: Data: 28 de abril. Horário: 16h. Duração: 55 min. Classificação: livre. Gênero: infantil
A FETAERJ – Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio de Janeiro – é uma instituição sem fins lucrativos e de utilidade pública estadual. Há 41 anos associa grupos de teatro com o objetivo de fomentar a criação, manutenção e a difusão do teatro no nosso estado e o incentivo à formação de plateia. Trabalha com o princípio da descentralização da produção cultural, realizando congressos, concursos, seminários, oficinas, mostras, intercâmbios, palestras, debates, leituras, cursos e festivais de teatro. A partir dos trabalhos realizados, a Federação tem gerado oportunidades para o desenvolvimento de talentos mais diversificados: são autores, iluminadores, sonoplastas, maquinistas, contrarregras, atores, diretores, músicos com especialização na composição para o teatro, etc. Os resultados podem ser comprovados nas montagens que se multiplicam nos municípios e que excursionam pelo estado. Por suas ações, a FETAERJ recebeu o Prêmio Golfinho de Ouro / Estácio de Sá (2000), concedido pelo Governo do Estado do Rio, o Troféu Mandacaru (2004), concedido pela prefeitura de Armação de Búzios pelos 4 anos de desenvolvimento teatral sistemático no município, a Moção de Aplauso (2004), concedida pelo Ateneu Angrense de Letras, pela realização da FITA (Festa Internacional de Teatro de Angra) e a Moção De Congratulação (2006), concedida pela Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro pelo “excelente trabalho em prol da cultura brasileira”. Recentemente recebeu o Diploma Heloneida Studart de Cultura 2016, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
MAS – Mostra de Arte Singular
Data: de 23 a 28 de abril de 2019 na Arena Carioca Chacrinha
Vocês pediram, então, vai ter SESSÃO EXTRA de Rita Benneditto com seu super show #Tecnomacumba! Vai ser no dia 12 de abril, às 22h30.
Teatro Rival Petrobras apresenta: Rita Benneditto
Cantora celebra a força de seu bem-sucedido ‘Tecnomacumba’
Uma fusão de MPB com sons eletrônicos, pontos e rezas das religiões afro-brasileiras numa musicalidade ancestral dos tambores, dos terreiros de candomblé, centros de umbanda, batuques e xangôs espalhados pelo país. Rita Benneditto celebra a força e o tempo de seu bem-sucedidoTecnomacumba, que completou 15 anos em 2018, com lançamento de single 7Marias e de clipe inéditos, além da chegada às plataformas dos álbuns relacionados ao projeto. A festa continua em 2019, no Teatro Rival Petrobras, dia 12 de abril, com uma sessão extra às 22h30. O espetáculo reflete a história recente do Brasil, reafirma sua identidade, dialoga com o cenário atual.
Verdadeira intervenção cultural, sucesso de público e crítica, ‘Tecnomacumba’ foi idealizado e produzido por Rita Benneditto e concebido, com todo o seu matiz africano em 2003. O sucesso foi tanto que a apresentação ganhou vida própria: segue pelo Brasil e no exterior. Deixou sua marca no cenário internacional em um megafestival na cidade de Dakar (Senegal, África), por exemplo. Além de render CDs e DVDs.
Com o show, Rita provou que o elo que une nossa música à eletrônica tem como alicerce o bater do tambor. Dos tambores, melhor dizendo, cujos ecos reverberam para além dos terreiros, passando pelas patuscadas e rodas de samba (de roda) que animam os Fundos de Quintal (em maiúsculas e com trocadilho) de aqui, no Recôncavo ou nos rincões do Brasil. Acontece que um show é também um organismo vivo. E pulsa. Ao longo desses 15 anos, não se manteve estático, fiel a um roteiro previamente elaborado e, portanto, imutável. Não em se tratando de Rita Benneditto. O show amadureceu – assim como sua intérprete – e possibilitou a ela experimentar, ousar e, reinventar-se.
O mais nítido deles talvez seja o repertório, que foi dando lugar a temas e canções como “De mina” (Josias Sobrinho), “Mamãe Oxum (Domínio Público) e, a mais recente delas, “7Marias”, composição da própria Rita em parceria com Felipe Pinaud. A canção tem agora clipe próprio, no ar desde setembro de 2018 com mais de 350 mil visualizações. Esse é, aliás, um dos motivos que Rita festeja. O outro atende a um antigo pleito dos fãs: o de disponibilizar nas plataformas digitais os álbuns “Tecnomacumba” e “Tecnomacumba a tempo e ao vivo”.
Ao longo dessa trajetória vencedora, muitos artistas aderiram à intervenção cultural de Rita Benneditto, participando do show. Entre eles, Maria Bethânia, Alcione, Ney Matogrosso, Beth Carvalho, Margareth Menezes, Sandra de Sá, Mart’nália, Zeca Baleiro, Chico Cesar, Leci Brandão, Daniela Marcury, Davi Morais, Otto, Nicolas Krassik, Totonho e os cabras, Marcos Suzano, Lanlan, Lucas Santana, Carlos Malta, e Daúde.
O show conta com a banda Cavaleiros de Aruanda, que acompanha a artista desde a estreia do projeto, conta agora com os músicos Fred Ferreira (guitarras e vocais), Bruno Migliari (baixo e vocais) e Ronaldo Silva (bateria, programações e vocais). A longevidade desse bem-sucedido projeto pode ser explicada a partir da junção de alguns fatores cruciais.
E entre os fãs do projeto estão grandes colegas da cena e de ofício. Gente como Maria Bethânia (que participou do CD ao vivo e do DVD), Alcione, Beth Carvalho, Ney Matogrosso, Leci Brandão, Sandra de Sá, Margareth Menezes e companheiros de geração como Daúde, Mart’ nália, Marcos Suzano, Davi Moraes e, claro, Zeca Baleiro, coprodutor (ao lado de Mario Manga) do CD de estreia da artista, lançado em 1997.
Entre os colegas ilustres que reconhecem o talento da artista está o cantor e compositor Caetano Veloso. No texto escrito para o DVD do show, o baiano não só destaca as qualidades vocais da intérprete como confirma sua fama de visionário ao prenunciar: “Este disco tem um futuro intrigante e pode vir a dizer mais do que parece agora”. Caetano tinha (e tem) razão. O projeto não só disse como diz ainda. Muito sobre um país que não pode ser perdido, apagado. Ainda mais (e sobretudo) no Brasil de agora.
BIOGRAFIA RITA BENNEDITTO
A origem de Rita, em São Benedito do Rio Preto – Maranhão, pautou a escolha de seu novo nome artístico. Projetada como Rita Ribeiro, a artista decidiu adotar em 2012 o nome de Rita Benneditto como homenagem a sua cidade natal e a seu pai, Fausto Benedito Ribeiro.
A cantora começou sua carreira em São Luís, aos 15 anos. Desde então, participou de festivais internacionais, ganhou prêmios e foi indicada aoGrammy Awards 43d, na categoria de melhor álbum de pop latino pelo CD Pérolas aos Povos, que foi distribuído pela gravadora Putumayo World Music.
Após três álbuns lançados, sua popularidade sempre crescente aumentou mesmo com o inovador “Tecnomacumba“, uma intervenção cultural e manifesto de brasilidade que virou fenômeno independente da mídia. No repertório, pontos e rezas ligados às religiões de matrizes africanas, mesclados a grandes clássicos da MPB e beats eletrônicos. Dois CDs e um DVD registram o projeto que completou 15 anos em 2018.Sucesso de público por onde passa, “Tecnomacumba” enfrenta o tempo, reafirma a identidade do povo brasileiro e é sinônimo de resistência.
A discografia de Rita Benneditto possui oito álbuns e um single, 7Marias, o mais recente lançamento da artista. 7Marias é uma reverência ao poder feminino através do universo das pombagiras, entidades cultuadas nos terreiros de candomblé e umbanda brasileiros. O clipe, disponível no Youtube, já conta com mais de 350 mil visualizações.
Atualmente Rita Benneditto se envereda por quatro projetos distintos: “Suburbano Coração” (com Jaime Alem), “Som e Fúria” (com Jussara Silveira), “Zabumba Beat” e “Tecnomacumba“, explorando ao máximo sua potência e versatilidade artística.
Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia. Data: 12 de abril (Sexta). Horário da Sessão Extra: 22h30. Abertura da casa:21h.Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Ingressos: Mezanino, Setor A e B – R$ 80,00 (inteira), R$ 60,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 40,00 (meia-entrada) | Pista – R$ 70,00 (inteira), R$ 50,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 35,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/IngressosRival2019_2GIaEKp. Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h
Noite celebra a diversidade e contará com as apresentações nacionais e internacionais
A arte burlesca de vários cantos do mundo desembarca pelo quinto ano consecutivo no Rio de Janeiro. O Festival “Yes, Nós Temos Burlesco” terá mais uma edição na cidade comshow performático no Teatro Rival Petrobras. A casa na Cinelândia será o ponto alto da programação, que traz um line–up de artistas internacionais – como a chilena Alondra Machuca, a londrina Elsie Diamond, e a finlandesa Bebé Fernet, e nomes nacionais como as idealizadoras Delirious Fênix (Isabel Chavarri, do Rio de Janeiro) e Miss G. (Giorgia Conceição, de Curitiba). A apresentação acontecerá no dia 20 de abril, sábado, às 20h.
O “Yes, Nós Temos Burlesco” traz ainda performances dos burlescos paulistanos “7 de Ouros” (Marcelo D’Avilla) e Marquesa Amapola (Aline Marques), representantes dos movimentos burlescos “Feira das Vaidades” e “The Burlesque Takeover”. O show no traz, ainda, nomes do burlesco como Black Rainbow, Fairy Adams, Ewa Brazil, Chayenne F., Iara Niixe, Sweetie Bird, Maria Sem Vergonha, entre outros. Drag queens que visitam as artes burlescas, o grupo “Psico Drags” também participa esse ano com suas performances. Além do argentino Gus Berdi e o curitibano Henrique Saidel, se aliam na linguagem boylesque, completando parte do time com a representação do estereótipo masculino.
Antes mesmo de assistir aos artistas no palco, o público e os admiradores do “Yes” podem colaborar no financiamento coletivo. As recompensas são itens de apoiadores ou artistas do evento. Com faixas de R$ 10 a R$ 350 (ou mais), os colaboradores têm acesso a objetos, mimos e ajudam o festival a acontecer. Basta acessar o site catarse.me/yntb2019.
Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 20 de abril (sábado). Horário: 20h. Abertura da casa: 19h. Ingressos: Setor A – R$ 80,00 (Inteira), R$ 40,00 (meia-entrada) | Setor B –R$ 70,00 (Inteira), R$ 35,00 (meia-entrada).Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/IngressosRival2019_2GIaEKpBilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT:Estação Cinelândia.
*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo
Diego Del Rio foi descoberto por Hugo Gloss e em pouco tempo virou febre nas redes sociais, causando alvoroço entre as seguidoras que logo o consagraram como o policial mais gato do Brasil.
O investigador civil ganhou milhares de fãs e faz sucesso pelas ruas da cidade de São Paulo. Mas de oito meses para cá ele ganhou um concorrente de peso que divide a atenção de seus seguidores e o transformou em coadjuvante. Trata-se do pequeno Bento Garcia Del Rio, filho do policial mais gato do Brasil e que tem encantado com seu alto nível de “fofurice”.
Recentemente para iniciar as comemorações pela Páscoa, Bento foi a estrela de um ensaio fotográfico, realizado por uma das fotógrafas especializadas em bebês e famílias – Ana Kobashi.
O estúdio fotográfico foi preparado para a chegada de Bento e seus pais – Diego e Giovanna – e recebeu uma decoração temática, com coelhos e cesta de vime para o bebê se acomodar.
Com sorrisos e poses, o bebê parecia já estar acostumado com as câmeras e fez a alegria da sessão de fotos.
O ensaio comemorativo de Páscoa de Diego, Giovanna e Bento foi um dos mais divertidos realizados pela fotógrafa. De acordo com Ana Kobashi, responsável pelas fotos, “o Bento é super sorridente. Chegou e saiu sorrindo, esbanjando “fofurice” e o Diego é um super paizão, brincou bastante com o filho e ajudou a mantê-lo sempre sorrindo.”
Especialista aponta a lingerie ideal para cada signo
Saiba qual a lingerie ideal para o seu signo com as dicas da estilista Alessandra Chaves da Vipagi
Muitas pessoas acreditam que os signos podem influenciar na personalidade, estilo de vida e comportamento. Por isso, não é raro ver pessoas procurarem no horóscopo saber o que os astros revelam e prometem para sua vida.
A maneira que nos vestimos revela muito sobre a nossa personalidade, e também refletem as características de cada signo. A estilista Alessandra Chaves, da Vipagi, elaborou uma lista que mostra o tipo ideal de lingerie que cada signo deveria usar. Confira:
Áries
Áries
A lingerie ideal para as Arianas que são pessoas auto suficientes empoderadas super animadas e musas da sinceridade, pode ser uma lingerie ousada para demostrar sua paixão pela vida .
touro
Touro
As taurinas são práticas, objetivas, de muito bom gosto, econômicas na medida certa e vaidosas. A lingerie ideal são conjuntos clássicos que podem ser usados como lingerie ou outwear
gemeos
Gêmeos
As geminiana são divertidas, independentes, versáteis, idealizadoras e festeiras. As lingeries ideais são as mais coloridas e alegres .
cancer
Câncer
Criativas, intuitivas, sonhadoras, ansiosas e psicóloga que fala né(risos). A lingerie ideal são as peças com mais detalhes e recortes.
leao
Leão
Amiga decidida, simpática, rainha das rainhas e miss da vaidade. Fica muito bem usando uma lingerie preta com detalhes dourado .
virgem
Virgem
Guerreira dedicada prática objetiva, super focada e de disposição invejável. A lingerie ideal seria lindo conjunto nos tons de verde .
Libra
Rainha da simpatia, amiga conselheira, fada sensata. Libriana que fica demais em uma lingerie em tons suaves de nude e branco .
escorpiao
Escorpião
Destemidas ,guerreiras misteriosas e sexy. A lingerie ideal para as escorpianas são os de tons vermelhos e recortes.
sagitario
Sagitário
Amigona, espontânea, independente, otimista e musa da aventura. Sua lingerie deve ter cores e recortes diferentes .
capricornio
Capricórnio
Poderosa pés no chão, observadora atenta a tudo. Uma ótima opção de lingerie são os conjuntos versáteis e práticos .
aquario
Aquário
Sensata, independente, lacradora e musa da criatividade. As lingerie ideias são as que demonstre seu lado criativo uma sugestão são os body com recortes .
peixes
Peixes
Rainhas da humildade, solidárias com sexto sentido apurados e musa do amor. A lingerie ideal para as piscianas são as de cor rosa.
Com o conceito Música É Mix, BH recebeu a sétima edição do VillaMix Festival Belo Horizonte no último sábado, 30, pela primeira vez no Estádio do Mineirão, com uma mega estrutura. Mais uma vez, o Festival comprovou o seu êxito na capital mineira.
No palco, 9 atrações, mais de 10 horas de música, toneladas de equipamentos de luz e som, mais de mil pessoas trabalhando direta ou indiretamente na produção da festa e milhares de fãs. A estimativa de público foi de mais de 57 mil pessoas, segundo os organizadores. Os números impressionam e mostram a grandiosidade do VillaMix Festival BH.
Para a edição deste ano, foram escalados um time de campeões da música brasileira, para o festival os artistas Kevinho, Wesley Safadão, Matheus & Kauan, Alok, Jorge & Mateus, Gusttavo Lima, Luan Santana, Ivete Sangalo e Israel & Rodolffo.
Dono dos maiores hits do Brasil, o cantor Kevinho abriu os shows do Festival VillaMix em grande estilo, no estádio Mineirão. Do gramado as arquibancadas, o jovem cantor fez o público gritar e dançar muito. Aclamado por todos Kevinho cantou seus maiores sucessos: “O Bebê”, “Rabiola”, “Facilita”, “Agora é Tudo Meu” e “Encaixa” são algumas das músicas cantadas. Kevinho transformou o Mineirão em um verdadeiro baile funk, além de seus hits cantou músicas de outros artistas e colocou a galera pra dançar, ao som de “Parado no Bailão” até o chão.
Logo após foi a vez do romantismo invadir o palco do VillaMix. A dupla Matheus & Kauan uniu milhares de vozes em uma só para cantar suas belíssimas canções. Sucessos como “Quarta Cadeira”, “Nessas Horas” e “Oitava Dose” foram cantados aos plenos pulmões pelo público. O mais novo sucesso da dupla também estava na boca do povo, ao cantar “Vou Ter que Superar” Matheus & Kauan se surpreendeu com a energia do povo mineiro. Ao finalizar a música Matheus brincou “depois desse show vamos ter que superar, é por isso que não existe lugar melhor que BH”.
Gusttavo Lima foi o terceiro artista a subir no palco do Festival VillaMix, o mineiro responsável por diversas canções sertanejas que fazem sucesso em todo país é um dos cantores mais populares da atualidade. O Embaixador Gusttavo Lima encantou o público com suas canções: “Zé da Recaída”, “Inventor dos Amores”, “Homem de Família” e “Mundo de Ilusões” são algumas das músicas apresentadas ao anoitecer do festival. Com mais de 16 milhões de seguidores nas redes sociais, Gusttavo dançou e alegrou seus milhares de fãs com a notícia de um novo show.
E para levantar a poeira, literalmente, a rainha Ivete Sangalo subiu ao palco com toda a sua energia baiana. Com um look todo branco, um decotão, e mangas bufantes, Ivete “chegou chegando”, lindíssima, e contagiou o público. Em boa forma, a cantora se apresentou pela primeira vez no VillaMix BH cheia de disposição. Dona de um belo corpo e simpatia contagiante, Ivete dançou e cantou ao lado de seus oitos bailarinos. Garantindo a continuidade do carnaval, Ivete apresentou canções do seu novo EP “Carnaval com Ivete – Live Experience”, com quatro faixas: “Teleguiado”, “Mainha Gosta Assim”, o medley “Oba Se Joga” / “Lambada da Delícia” / “Cadê Meu Coco” e “Lambada (Corpo Molinho) ”. As músicas já estão disponíveis em todas as plataformas digitais e os clipes no canal oficial da cantora.
Logo em seguida, parecia ser virada do ano, mas os gritos após o show de fogos revelavam o que estava para começar. “Pelo amor de Deus, Jorge & Mateus”, clamava o público do Festival VillaMix BH. Uma das duplas mais aguardadas do VillaMix, Jorge & Mateus começaram a apresentação em grande estilo cantando “Olhares Sinceros”. Entre os vários sucessos apresentados, os goianos mais uma vez encantaram os fãs. Responsáveis por algumas levadas mais animadas do sertanejo universitário, como “Sosseguei”, “Propaganda”, “Paredes” e outras, eles são considerados uma das principais duplas do Brasil. Abraçado a bandeira de Minas Gerais, Jorge brincou com uma fã recusando seu pedido de noivado. De forma única e intensa que encantam multidões, Jorge & Mateus reforçam em cada trabalho o desejo de viver e trazer novidades para o público. O carinho dos fãs também chama bastante atenção, durante todo o show são inúmeros presentes que chegam até o palco. Com quase 14 anos de uma brilhante carreira, repleta de grandes sucessos a dupla bateu novos recordes na internet. São 8.5 milhões de inscritos no YouTube e mais de 4 bilhões de views, já nas principais redes são mais de 30 milhões de seguidores. O final do show foi tão espetacular como o início, Jorge & Mateus se despediram do palco com uma nova queima de fogos, que iluminou o céu do Mineirão.
GL – BY KIKI SANTORO
Uma história a parte que emocionou e levou o público a lagrimas no Festival
O que faz o seu coração vibrar mais forte? Alok sobe ao palco do Villa Mix deixando essa questão no ar, mas para nós, não resta dúvidas! Essa noite, é a música que muda o ritmo dos nossos batimentos. Com versatilidade, muita habilidade e carisma, esse ano ele veio para animar a madrugada e fazer o seu público “fritar” ao som dos melhores hits da sua carreira. E foi incrível, cumpriu as expectativas! Afinal, mesmo sendo de casa, o goiano nunca deixa seus shows caírem na mesmice.
LUAN SANTANA – BY RUBENS CERQUEIRA
Criando uma atmosfera e gerando inúmeros sentimentos, o DJ apresentou público mixagens incríveis que variaram de funks como “Parado no Bailão” e “Tu Ta Na Gaiola”, a clássicos como “Ana Júlia” e “Pelados em Santos”. Ah, e claro! Não podemos nos esquecer hits “Hear Me Now”, “Never Let Me Go”, “Big Jet Plane”, entre outros que já marcam sua carreira há anos. Junto às músicas, os efeitos pirotécnicos levaram o público a loucura! Fogos de artifício, chamas, confetes, água e tudo mais que o público tivesse direito para deixar os momentos ainda mais especiais. Afinal, assim como Alok teve sorte de crescer com pais DJ’s, a cada apresentação, temos sorte de ter ele no cenário eletrônico do nosso país. E como se a noite já não tivesse especial, no meio do show, uma surpresa! Luciano Huck sobe ao palco e deixa o público presente ainda mais animado. “É fácil ver como a música conecta todos vocês, mas hoje, vou tentar conectar os seus corações”, comenta o apresentador do Caldeirão do Huck. O Villa Mix BH 2019 inicia então uma participação no programa. No quadro, Paulo Duque, portador de paralisia cerebral, que viralizou nas redes sociais desde o começo do ano, após cantar o hit “Hear me now” e ter o vídeo publicado pelo Dj Alok é levado ao palco para se apresentar. Sem timidez, com muita habilidade vocal e felicidade ele e o público soltam a voz. Emocionam! Arrepiam! Foi lindo de se ver.
WS – GL BY RUBENS CERQUEIRA
Com o retorno do show, além de outros hits, Alok apresenta ao público mineiro a track “Metaphor”, uma parceria com o produtor australiano Timmy Trumpet, e finaliza a noite com muita animação! A nós, resta uma certeza: nunca mais iríamos dormir, se pudéssemos passar todos os momentos com o DJ Alok!
Com músicos mascarados e carregando bastões de fogo, a expectativa era grande para o artista subir ao palco do VillaMix BH, quando um elevador surge trazendo o cantor Luan Santana. Pela primeira vez no festiva em BH, Luan cantou diversas canções como: “Eu, você, o mar e ela”, “Acordando o prédio”, “Sofazinho” e várias outras. Eram quase 02h da madrugada, quando a energia do público emocionou o cantor, ao som do violão e do comando de Luan os fãs esbravejaram a canção “Escreve aí”. Empolgado com o momento Luan Santana lançou um desafio, cantar as músicas do início de sua carreira para testar a memória das pessoas e mais uma vez foi surpreendido, todas foram cantadas em alto tom. Os efeitos especiais também trouxeram um charme a mais para a apresentação, durante vários momentos o céu do Mineirão se coloriu com a chuva de papeis picados e até as milhares de luzes acesas pelos fãs tornaram o ambiente mágico. Aos 11 anos de uma carreira repleta de sucesso, Luan Santana é o cantor nacional mais influente nas redes sociais, de acordo com a revista Forbes Brasil é uma das 30 celebridades mais influentes do país.
As milhares de pessoas não arredaram o pé, Wesley Safadão foi a penúltima atração do Villa Mix BH 2019. Trazendo a Belo Horizonte uma coletânea com os seus melhores sucessos, o cantor cearense acordou o público que não parava de cantar “VAI SAFADÃO”, e agitou a madrugada do domingo. “Estou muito feliz de estar de volta a Belo Horizonte! Muito obrigado pelo carinho sempre! ”, disse o cantor antes de iniciar seu mais novo sucesso “Só pra castigar”, que já estava na ponta da língua do público. Além das suas músicas, o cantor também se aventurou pelos funks atuais e colocou hits como “Ta na Gaiola” em modões que envolveram o público. E claro, não poderia faltar muita dança, muitas piadas e momentos inesquecíveis para o público que estava presente ali. Não existem dúvidas! Wesley Safadão nunca decepciona.
ALOK – BY RUBENS CERQUEIRA
Para encerrar o festival, a dupla goiania, Israel e Rodolffo, que estreiaram no Festival subiram ao palco da edição de BH e conquistaram o público com seu carisma e seus hits.
Para o próximo ano, a produção do VillaMix já prepara novidades para o evento e promete surpreender ainda mais o público mineiro. E que venha o Festival VillaMix Belo Horizonte 2020!
Com repertório baseado em clássicos da MPB adicionados a novidades do próximo álbum “Meu Ponto Cardeal”, previsto para ser lançado ainda neste ano, RICKY VALLEN sobe ao palco do Teatro Rival Petrobras (Cinelândia) com o espetáculo, ”Sucesso é ser inesquecível”. A apresentação acontece no dia 18 de abril (quinta), às 19h30. Os ingressos já estão à venda com promoção para os 100 primeiros pagantes.
Dentre as novidades do repertório autoral, Ricky Vallen apresenta a música inédita “Banho de Piscina” e resgata “Nada demais”, que fez parte da trilha sonora da novela “Guerra dos Sexos” e sucessos da carreira, como: “Sei lá”, “Vidro Fumê, “Pra ser Amor”, que marcam sua trajetória em trilhas sonoras de novelas da TV Globo.
Exclusivo para o Teatro Rival Petrobras, o show traz ainda canções de grandes compositores da nossa música, como: “Atrás da Porta” (Chico Buarque/Francis Hime), “Um dia, um adeus” (Guilherme Arantes), “Sangrando” (Gonzaguinha) e “Você não me ensinou a te esquecer” (Fernando Mendes / Caetano Veloso). Além de hits como “Spending My Time” (Roxette), “I have Notihing” (Whitney Houston) e a clássica “Non, Je Ne Regrette Rien” (Édith Piaf).
Nascido em Volta Redonda, Rio de Janeiro, Ricky Vallen iniciou sua carreira ainda criança, apresentando-se em bares, restaurantes e lojas quando tinha apenas nove anos de idade. Aos 13 anos, cantou pela primeira vez na televisão ao participar de um concurso de calouros mirins no Show do Malandro, programa apresentado por Sergio Mallandro. O sucesso nacional só veio após participar e ganhar o festival de calouros “Quem Sabe Canta, Quem Não Sabe Dança” do Programa Raul Gil, na TV Record. Desde então, sua carreira tem ganhado proporções cada vez maiores, emplacando canções em trilhas sonoras de novelas de sucesso da Rede Globo e lotando tradicionais casas de show por todo o Brasil.
Aliás, Ricky Vallen venceu um concurso de TV cantando ainda criança, e já adulto, em 2004, venceu concurso em programa da Rede Record, onde ganhou projeção nacional. Por exigência do público, participou do programa por mais dois anos e gravou o primeiro CD como intérprete em 2007, “Homenagens”, segundo lugar entre os mais vendidos por meses, perdendo apenas para Ivete Sangalo, e concorreu ao prêmio de artista Revelação no tradicionalíssimo Grammy Latino.
Discografia
2007 – Homenagens (Luar Music / Sony Music)
2009 – Ao vivo (Sony Music)
Videografia
• 2009 – Ao vivo (Sony Music)
Temas de Novelas
• Guerra dos Sexos (TV Globo) – “Nada demais”
• Ti-Ti-Ti (TV Globo) – “Sei Lá”
• Viver a Vida (TV Globo) – “Pra Ser Amor”
• Negócio da China (TV Globo) – “Vidro Fumê”
• Caminhos do Coração (TV Record) – “Sonho De Ícaro”
https://www.youtube.com/watch?v=YrIYH_aXevY
Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 18 de abril (quinta). Horário: 19h30.Abertura da casa: 18h. Ingressos: Setor A: R$ 80,00 (Inteira), R$ 40,00 (meia-entrada) | Setor B: R$ 70,00 (Inteira), R$ 55,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 35,00 (Meia). Venda antecipada pela Eventim –http://bit.ly/IngressosRival2019_2GIaEKpBilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos.www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.
*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo
no Centro do RJ a comédia PÃO COM OVO Chega à Barra da Tijuca para temporada no Teatro dos Grandes Atores a partir do dia 05 de abril/2019 sextas e sábados 21h e domingos 19h
Devido ao grande sucesso em sua temporada no Centro do RJ, no Teatro João Caetano, a engraçadíssima comédia PÃO COM OVO, com os atores Adeilson Santos, César Boaes e Charles Júnior, reestreia no RJ, no Teatro dos Grandes Atores (Av. das Américas 3555 – Shopping Barra Square – tel. 3325-1645), na próxima 6af, dia 05 de abril 2019, e estará em temporada, com apresentações sempre as 6as e sábados 21h e domingos 19h e preço único a R$ 60,00.
Em cartaz pelo Brasil desde 2011, PÃO COM OVO já foi aplaudido por mais de 1 milhão de pessoas em temporadas de sucesso por várias capitais do país e Portugal. Em 2016 fez sucesso aqui na Cidade Maravilhosa, em temporadas no Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea) e, em seguida, no início de 2017, no Teatro Miguel Falabella, no Norte Shopping e agora, durante o mês de março/2019, no Teatro João Caetano, no Centro do RJ.
PÃO COM OVO, encenada pela Santa Ignorância Cia. de Artes, é uma das maiores comédias do teatro nacional, retrata, com bom-humor os costumes e o cotidiano das diferentes classes sociais do país.
SOBRE A PEÇA …
Dijé e Clarisse (interpretadas pelos atores maranhenses Adeilson Santos e Cesar Boaes respectivamente) são amigas de infância. Elas se conheceram ainda na escola, e acabaram perdendo o contato ao longo do tempo. Dijé é moradora de um bairro da periferia, e vive com o marido Zé Maria. Já Clarisse é uma emergente alpinista social, e frequenta lugares sofisticados da cidade. As velhas amigas se reencontram, e falam de suas vidas e detalhes do cotidiano, o que faz o público morrer de rir. Além disso, as personagens contam de forma cómica a diferença de atendimento nos setores públicos e privados. Além de temas sociais como assédio as mulheres e relações trabalhistas das empregadas domésticas, sem ser panfletário e sem perder o tom certo do humor. O espetáculo conta com números de dança e imitações da cantora Alcione, madrinha do espetáculo, conterrânea maranhense do grupo.
Os três atores se revezam entre vários personagens, o que torna a peça dinâmica e ainda mais irreverente.
A comédia traz uma linguagem direta e simples e sem apelos sexuais e palavrões.
Um humor por vezes ingênuo, mas sem perder as críticas sócias.
As falas e diálogos são muitas vezes improvisadas na hora pelos atores, o que confere maior interação com o público.
O texto é de Adeílson Santos e de César Boaes, que também assina a direção. “O nome PÃO COM OVO surgiu exatamente da ideia de que é algo que todo mundo gosta, desde os mais ricos até os mais pobres”, explica Cesar.
Para esta temporada no Rio de Janeiro a trupe traz cenas novas e convidados especiais como os atores cariocas Gabriel Contente, Beto Carramanhos, Diego Goullart e o dançarino Marcelo Chocolate.
SOBRE OS ATORES
O maranhense César Boaes é ator, diretor e produtor. Fez sua estreia nos palcos com o espetáculo “Pluft, o Fantasminha” de Maria Clara Machado. Mais tarde, inicia seus estudos de ballet clássico com Antônio Gaspar e começa sua pesquisa de danças populares nordestina, e estreou como dançarino do espetáculo Nordestinamente. Além disso, é membro secretário da Santa Ignorância Cia. de Artes, da qual participa dos espetáculos “O boi e o burro a caminho de Belém”, de Maria Clara Machado, com direção de Urias de Oliveira, e “A morte do boi desmiolado”, com texto de César Teixeira e direção coletiva.
Já Adeílson Santos, também ator e o produtor, começou sua carreira artística em 1999 com o espetáculo “Uma linda quase mulher”, comédia de grande sucesso de público ainda hoje em temporada. Em seguida protagonizou o musical “Catirina”, da Cia. Ópera Brasil, com direção geral de Fernando Bicudo. Em 2009 recebeu o Prêmio de Melhor Ator pelo Sated–(MA) com o espetáculo “Uma linda quase mulher 2”. Além disso, em 2012 recebeu o mesmo Prêmio, com o espetáculo “Pão com Ovo’. No cinema participa do filme “O dono do mar”, de Odorico Mendes.
PÃO COM OVO
Comédia de César Boaes e Adeilson Santos
Direção: César Boaes
Elenco: Adeilson Santos, César Boaes e Charles Júnior. Participações especiais: Gabriel Contente, Beto Carramanhos, Marcelo Chocolate, Diego Goullart
Produção, assessoria de imprensa & marketing: João Luiz Azevedo
Local: Teatro dos Grandes Atores
Avenida das Americas 3555 – Shopping Barra Square – Tel, 3325-1645
Reserva de ingressos pelo zap 21-99731-0933
De 05 à 28 de abril de 2019.
sexta e sábado às 21h e domingo às 19h.
Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos.
Valor dos ingressos: R$ 60,00 / R$ 30,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e idosos acima de 60 anos)
Ponto de Venda de Ingressos:
Bilheteria do Teatro João Caetano e no site da Divertix.
Produção: Boca Fechada Produções Artísticas e Santa Ignorância Cia. de Artes.