Pequenos Notáveis do Breaking em campeonato no Chile






Espetáculo Precisa-se de Velhos Palhaços vai representar a cidade de Nova Iguaçu no Festival Nacional de Teatro de Passos, Minas Gerais
O espetáculo Precisa-se de Velhos Palhaços ainda é uma criança, tem três anos de vida, mas já circulou pelos SESC São João de Meriti e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e cumpriu temporadas no Gláucio Gill, em Copacabana, e no Teatro Café Pequeno, no Leblon. Além de ter sido apresentado em várias cidades do Estado pela Caravana Artes e Leitura, da Funarj. Agora os atores se preparam para representar a cidade de Nova Iguaçu no Festival Nacional de Teatro de Passos, em Minas Gerais, dia 24 de julho.

A cidade de Passos, que tem entre seus cidadãos ilustres os irmãos atores Dalton e Selton Mello e o cantor gospel Regis Danese, receberá os palhaços Peppino, Fellipo e Nicollo. Eles vão levar nas malas surradas a esperança de conquistar um emprego mesmo já sendo velhos para o mercado de trabalho. Com texto do romeno Matei Visniec e direção de Anderson Marques, a peça retrata o reencontro, depois de trinta anos, de três amigos numa sala onde a trama toda se desenrola.

Ficha Técnica
Texto: Matei Visniec
Direção: Anderson Marques
Elenco: Fábio Mateus, Felipe Villela e Johnny Rocha
Tradução/ Adaptação: Pedro Sette-Câmara
Figurino: Grupo Velhos Amigos
Figurino: Tiago Costa
Iluminação: Pablo Rodrigues
Serviço:
Precisa-se de Velhos Palhaços
Local: Espaço Cultural Rede do Bem Tel: 98743-4120
Endereço: Rua Gravataí, 1, Miguel Couto, Nova Iguaçu
Dia 20 de julho (sábado)
Horários: 20h
Capacidade: 200 lugares
Classificação Indicativa: 10 anos
Ingresso: R$ 15,00
A carioca Bruna Barros tem dando o que falar com a produção de seu novo hit “Não me chama de galinha”. O título pode assustar alguns mais tradicionalistas, num primeiro momento, mas, basta ouvir a letra, com um ritmo gostoso ao estilo sambalanço, meio samba, meio pop, na voz de sua interprete para querer mais. Com sua voz doce, porém forte, a música já não sai da cabeça dos seus 87 mil seguidores do Instagram, sem falar do público fiel que a acompanha por seus shows, quando ela dá uma palhinha da novidade que vem por aí. “Não me chama de galinha” é uma forma divertida de falar do respeito às mulheres, da liberdade, do direito a escolha e do empoderamento. O clipe já está pronto, e conta com a participação de Adriana Bombom, Narcisa Tamborideguy, e grande elenco. Será lançado no dia 22 de julho.

Escrita por Marcos Melo, Bruna se identificou tanto com a letra, por vivência própria e por acompanhar casos de diversas amigas que são julgadas pelos machistas de plantão, daí a oportunidade para uma linda parceria. O clipe conta com direção de Neves Blue, diretor trans e tem produção musical e arranjos de Mario Coutinho. O resultado é um trabalho leve, harmônico, melodioso e que passa uma mensagem de respeito a todas as mulheres.
Bruna através de suas letras feitas por Marcos Melo, procura abordar temas como o empoderamento feminino e o amor próprio. “Muitos homens ainda se equivocam quando encontram uma mulher livre, empoderada e independente, seja ao esbarrar na noitada, com roupas ousadas, ou nas ruas, antes de a conhecer já intitulam de forma agressiva. Queremos com essa música passar uma mensagem bacana e que divirta. É importante o trato respeitoso com todos, precisamos ser mais leves’, conta Bruna.

A cantora se destaca pela voz e timbre suave. Não somente a voz, mas o repertório juntamente com seu encanto e performance contagia quando a ouvimos cantar. Seu canto não tem medo e acredita no próprio timbre. Artista de alta astral inconfundível, é ousada e destemida, não perdendo, nem por um minuto, o carisma e a emoção em cada canção. Com presença de palco, além deste conjunto de saberes.

Além de músicas autorais, Bruna faz uma releitura de músicas de grande sucesso dos anos 80 é 90 , em ritmo de Sambalanço. Paralelo ao seu novo hit, tem um novo projeto chamado “Sambalanço”, dirigido por Mário Coutinho, composto com o que ele mesmo chama, um mix de sucessos como: Roberto Carlos, Jorge Bem, Tim Maia, Marina Lima entre outros.
De acordo com Mário, eles estão atravessando um momento importante na carreira de Bruna Barros. “A passagem do tempo tem se mostrado generosa com essa excepcional artista, que vem nos presentear com esse novo projeto, o Sambalanço. As músicas autorais Não me chama de Galinha, Sambalanço e Helena de troia, prometem sucesso de crítica e público”, conta o diretor.
Um pouco sobre Bruna Barros
Jornalista por formação, sua paixão é a música. Iniciou seus estudos em música em 2013, no Villa Lobos, tendo como professores Sônia Jopper, Doddy Cardoso e Du Masset. Ao longo dos anos, realizou muitos shows, já esteve no Beco das Garrafas – Bottle’s Bar, Giro Gávea e no internacional Blue Note, entre outros locais, sempre arrancando muitos aplausos e obtendo grande repercussão positiva da mídia, onde tem figurado sua imagem nos mais conceituados jornais e revistas. Envolvida em vários projetos, atualmente Bruna Barros é embaixadora da marca de bebida original da Suécia, Your Sin, como musicista tem feito shows nos bares e importantes casas cariocas, como Bar Flutuante Rio, Boteco Boa Praça, Flashback Rio, Gin O´Clok Bar, entre outras.
Ouça o hit Não Me Chama de Galinha no Spotify https://open.spotify.com/album/3VbFMqDogQlEDCRTAYZqud?si=9gOdfer_QzyVg–gxdiAXA
Ficha Técnica Clipe Não Me Chama de Galinha
Interprete: Bruna Barros
Letra: Marcos Melo
Produção Musical e Arranjos: Mario Coutinho
Direção: Neves Blue
Músicos: Mário Coutinho, Marcos Melo, Gabriel Barreto, Marcio Sorriso
Participam do clipe: Atores: Adriana Bombom, Claudia Alencar, Clei Gonçalves, Daniel Marinho, Gustavo Novaes, Hossem, Ítalo Vilani, Konan Manbury, Narcisa Tamborideguy, Rodrigo Mendonça, Vinícius Bertoli. Participações: Ana Lúcia Regis, Cacau Nascimento
Camila Veríssimo, Debora Gallo, Deassillenia Paulino, Denise Felix
Gabriela Carvalho, Jeff Folly, Marcia Kunnha, Pietro de Souza Sabino (criança), Régis Alonso, Rosane Soares Segadães. Bailarinas: Ananda Dias, Julia Trevizan, Letícia Chataignier, Lorenna Rosa, Manu Santos, Stephanie Freires.
Gianco k lança seu mais novo sucesso, simultaneamente, em dois países e as fotos dos bastidores da gravação você pode acompanhar um pouco nessa matéria.
Nascido no Rio de Janeiro, Brasil, GIANCO K, com somente 9 anos da idade, já era integrante do grupo musical “4×4”, aos 13 debuta no teatro, aos 15 faz as suas primeiras aparições nas novelas Brasileiras e aos 16 obtém o título de campeão de natação e entre castings e testes trabalha duro e diário como modelo e manequim, Aos 20 anos ganha o título de “GAROTO RIO DE JANEIRO” entre trabalhos, compromissos e estudos, GIANCO se forma em 2 carreiras: Ator e Bailarino e com somente 23 anos de idade, GIANCO já tinha em seu currículo: 13 obras de teatro, participação em séries, novelas, etc…


Em 2012 lança ainda em Madrid o single NO PAIN NO GAIN e vem para o Brasil para participar das finais do reality Big Brother Brasil, diretamente para a “cadeira elétrica”, frente a frente com BONINHO.
Entre 2014 e 2017, foi integrante da comissão de frente da escola de samba Beija Flor de Nilópolis e outras escolas como: Caprichosos de Pilares, Acadêmicos de Santa Cruz, etc.. E grava o filme “BOA CHANCE” com o personagem protagonista Betim. Além de já ter dançado ao lado de Madonna.
E agora Gianco K lança uma versão em espanhola da música tema de “La casa de Papel” em parceria com a MC Sabrina na mesma data do lançamento mundial da última temporada da minissérie de maior sucesso da Netflix.



Vale a pena enfatizar que GIANCO K é um de poucos Brasileiros, para não dizer o único , que se destacou como ator, cantor, bailarino e apresentador na Espanha.
TEASER OFICIAL DO CLIP (GIANCO K feat MC SABRINA)
https://instagram.com/giancok.oficial?igshid=rw00e6uptqc6
CANAL OFICIAL YOU TUBE
https://www.youtube.com/watch?v=r52NrD6QdIU
FAN PAGE
https://www.facebook.com/GiancoK.oficial/
SITE
FICHA TÉCNICA DO CLIPE
Ideia e Criação: Gianco K.
Direção: Eneas Lucena
Edição: Rey Lisboa y Gianco K.
Produção Musical: Nanin Artwork
Gravação de voz: Estevão Modolo
Produção: Weslley Frias, Rafaela
Machado Y Natalia Matuch.
Bailarinas: Manu, Leonarda, Thamires e Stefanny
Fotografias: Joana Bandeira y Manaira.
Maquiagem e cabelo: Rafaela Machado e Nicole
Figurino: Rafaela Machado y Gianco k.
Personal coaching: Beto Corpus
Assessoria: AGENCIA REDE

Histórias incríveis com uma trilha sonora imperdível marcam o Festival Vale do Café 2019
O tradicional Festival Vale do Café chega ao seu 17º ano com programação diversificada e fazendas cinematográficas. Nesta edição, serão homenageados Villa-Lobos e Tom Jobim.
Uma sinfonia monumental invadirá as fazendas históricas do Vale do Paraíba, durante o 17º Festival Vale do Café, entre 18 e 28 de julho. 12 fazendas históricas receberão os concertos e, claro, abrirão as portas de suas construções seculares.

O Festival Vale do Café obteve ao longo de sua história importantes reconhecimentos: vencedor do Prêmio de Cultura do Estado do Rio de Janeiro na categoria Empreendedorismo, faz parte do Calendário Oficial de Eventos do Estado devido a sua importância econômica e cultural.
O evento leva música de qualidade para as antigas fazendas de café, remanescentes significativos da história brasileira no século XIX. Além de contribuir para a divulgação deste patrimônio extraordinário, o Festival Vale do Café é importante para a “alavancagem econômica da região”. De acordo com estudo da FGV, cada 1 real investido no evento garante para a economia local mais de 5 reais. O impacto econômico é ainda flagrante na ocupação de 100% da rede hoteleira das cidades que acolhem o Festival Vale do Café.


Rio das Flores, Vassouras, Barra do Piraí, Conservatória, Valença e Paty do Alferes serão algumas das cidades a receber o Festival Vale do Café 2019.
O Festival Vale do Café oferece os concertos exclusivos, os sabores da gastronomia local e a oportunidade de visitar alguns dos mais importantes patrimônios históricos da região.
Os concertos ocorrem nos dois últimos finais de semana do mês de julho (de 19 a 21 e de 26 a 28) e incluem atrações como Rosana Lanzelotte, Leo Gandelman, Turibio Santos, Victor Biglione, Wagner Tiso, Zé Paulo Becker e grupo Semente, entre tantos outros.


Nesta edição, o Festival Vale do Café relembra os 60 anos de ausência de Villa-Lobos e 25 anos sem Tom Jobim.
Além dos concertos em Fazendas Históricas, com ingressos pagos, o Festival Vale do Café reserva para população do Vale e turistas uma programação gratuita de concertos.
Na quinta-feira dia 18/07 às 20h, a Igreja Matriz de Vassouras recebe Maria Teresa Madeira e João Bani para o espetáculo João e Maria.
Sábado, 20 de julho, também às 20h, será a vez de Paty do Alferes. O compositor e musicólogo Turibio Santos, um dos maiores nomes do violão no mundo, convida os moradores e visitantes da cidade para uma inesquecível “Viagem à Espanha”. Em seu espetáculo gratuito, Turibio guia a plateia por Alhambra, Majorca, Sevilha e Asturias, sempre acompanhado pelos maiores compositores do país, Sor, Tárrega, de Falla, Albeniz e muitos outros. Uma viagem musical imperdível! E deslumbrante! Que dispensa passaporte!


Rio das Flores terá a oportunidade de conferir a qualidade sonora do primeiro bacharel em cavaquinho do Brasil: Pedro Cantalice – um vibrante músico, extremamente atuante na cena carioca. Com seu grupo, Pedro realiza o concerto Cavaquinho no Samba e no Choro, dia 26 de julho, às 20h, no Centro Cultural Professor Antônio Pacheco Leão.
Para os apaixonados pela música, de todas as idades, o Festival Vale do Café inclui ainda em sua programação cursos gratuitos de voz e instrumentalização.
Ao longo de sua história, os cursos já deram oportunidade a mais de 4.000 alunos.
O objetivo é permitir o aperfeiçoamento musical dos alunos, reforçando sua paixão pela música. São milhares de histórias marcantes que estimularam a profissionalização de jovens aprendizes, valorizando a inserção social através da música.


É o caso, por exemplo, de Matheus Fonseca, que entrou pela primeira vez nos cursos em 2010 com 18 anos. Dois anos depois, já estava na UniRio e hoje é professor em três escolas da rede privada, dois projetos sociais, além de coordenar um bloco de carnaval.
Este ano, o Festival Vale do Café oferecerá seis cursos gratuitos, em Vassouras, de 22 a 26 de julho das 09h às 17h. A professora e soprano Carol McDavit dará curso de canto. Pedro Cantalice será professor de cavaquinho e bandolim. O acadêmico, membro da Academia Brasileira de Música, Celso Woltzenlogel ensinará flauta. Os alunos que desejarem aprofundar conhecimento em violino através do método Suzuki, terão a supervisão da professora Suray Soren. Os alunos de violão contarão com duas turmas ministradas por Ulisses Rocha, professor Doutor da Unicamp e pelo diretor artístico do Festival Vale do Café, Turibio Santos.
O Festival Vale do Café é um projeto da Backstage Produções que, em sua 17ª edição, é apresentado pelo Ministério da Cidadania e tem o patrocínio de Furnas, Light, Sebrae, além de contar com apoio do Café Prima Qualità e a parceria de mídia da OnBus Digital e Jornal O Globo.

Serviço:
O que: 17ª edição do Festival Vale do Café
Onde: Vassouras, Barra do Piraí, Conservatória, Valença, Paty do Alferes e Rio das Flores, RJ
Quando: De 18/07 a 28/07
Site: www.festivalvaledocafe.com.br
Ingressos:
R$ 150,00 inteira; R$ 75,00 meia
Ingressos Populares:
R$ 75,00 inteira
R$ 37,50 meia
Compra de ingressos: http://www.festivalvaledocafe.
Classificação: Livre
Programação nas Fazendas Históricas:
Sexta-Feira, 19/07
11h – Fazenda União, Rio das Flores. David Ganc e Fabio Adour – Encontros: Villa-Lobos e Jobim.
16h – Fazenda Mulungu Vermelho, Vassouras. Eduardo Neves e Gafieira de Bolso – De Severino Araújo e Pixinguinha à Jobim e Donato.
Sábado, 20/07
11h – Fazenda do Secretário, Vassouras. Duo Consonâncias – Villa-Lobos e seu legado na canção brasileira.
16h – Fazenda São Fernando, Vassouras. Zé Paulo Becker e Grupo Semente – Choros Jazz.
Domingo, 21/07
11h – Fazenda da Taquara, Barra do Piraí. Ulisses Rocha – Eu moro na Villa Jobim.
16h – Fazenda Alliança, Barra do Piraí. Rosana Lanzelotte – Part. Especial Madá Nery – 200 anos de Dona Maria II de Portugal.
Sexta-Feira, 26/07
11h – Fazenda Florença, Conservatória. Duo Yvytú – Villa-Lobos e Piazzola.
16h – Fazenda Vista Alegre, Valença. Carol McDavit- O encanto da opereta e do teatro musical
Sábado, 27/07
11h – Fazenda das Palmas, Vassouras. Duo Interarte – Villa Lobos: violão e cello
16h – Fazenda São Luis da Boa Sorte, Vassouras. Victor Biglione e Wagner Tiso – Part. Especial Marcio Mallard – Cordas Panamericanas
Domingo, 28/07
11h – Fazenda São João da Prosperidade, Barra do Piraí. Turibio e Leo Gandelman – Surpresas de Villa-Lobos
16h – Fazenda Ponte Alta, Barra do Piraí. Choro Novo – Para além do choro
Programação gratuita nas cidades:
Vassouras
18/07 (Qui). 20h. Igreja Matriz de Vassouras. Maria Teresa Madeira e João Bani – João e Maria.
Paty do Alferes
20/07 (Sab). 20h. C. C. Maestro José Figueira. Turibio Santos – Uma viagem à Espanha
Rio das Flores
26/07 (Sex). 20h. C. C. Professor Antonio Pacheco Leão. Pedro Cantalice e grupo – Cavaquinho no samba e no choro
Cursos Gratuitos:
Período: 22 a 26 de julho de 2019
Local: Vassouras – Colégio Estadual Ministro Raul Fernandes
Horário: 09h às 17h
Canto – Carol McDavit
Cavaquinho e bandolim – Pedro Cantalice
Flauta – Celso Woltzenlogel
Violão – Turíbio Santos
Violão – Ulisses Rocha
Violino método Suzuki – Suray Soren
Inscrições: Para se inscrever é necessário preencher os documentos e enviar para o e-mail: cursos@
Rio de Janeiro recebe evento que une rock, forró e músicas de quadrilha
O Arraiá Rock 80 será realizado em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, entre os dias 19 e 21 de julho e terá entrada gratuita
Os meses de junho e julho costumam ser recheados de eventos pela cidade por conta das festas juninas e “julinas”. Celebradas no Brasil desde meados do século XVII, as celebrações nesta época do ano constituem a segunda maior comemoração realizada pelos brasileiros, ficando atrás apenas do Carnaval. De acordo com historiadores brasileiros, a festa tem origem no culto aos deuses pagãos, mas sofreu influências do catolicismo e hoje há forte associação com os santos católicos, como Santo Antônio, São João e São Pedro.

Pensando em atender aos diversos públicos e gêneros musicais com um evento diferente e familiar, será realizado no Rio Office & Mall (antigo Rio Shopping), entre os dias 19 e 21 de julho, o Arraiá Rock 80, um festival que contará com shows de rock e de forró em um mesmo evento. No primeiro dia de festival (19), por exemplo, estarão presentes no line-up nomes como Forró Trio, que promete agitar o público presente com releituras de Alceu Valença, Zé Geraldo, Dominguinhos, Elba Ramalho, entre outros nomes da música brasileira, e Banda 80 Tons de Rock, que em contrapartida vai apresentar um repertório voltado ao rock nacional, com clássicos de Ultraje à Rigor, Biquíni Cavadão, Paralamas do Sucesso, etc. No sábado (20) e domingo (21), o repertório seguirá da mesma maneira: muito rock e forró durante todo o dia.
O evento contará também com comidas típicas, festival de churrasco e de hambúrguer e cervejas artesanais. O festival terá ainda uma área kids, chamada de “Cidade das Crianças”, com brinquedos infláveis, pula-pula e recreação para os pequenos também aproveitarem o fim de semana ao lado de amigos e familiares. Para participar, basta levar um 1kg de alimento não perecível. A programação completa está disponível no link: http://bit.ly/2JsKvxw e a classificação do evento é livre.
Serviço:
Evento: Arraiá Rock 80
Data: entre os dias 19/07 e 21/07
Local: Rio Office & Mall – antigo Rio Shopping (Estr. do Gabinal, 313, Freguesia de Jacarepaguá)
Horário: sexta, dia 19/07: entre 17h e 23h / sábado, dia 20/07: entre 14h e 23h / domingo, dia 21/07: 14h às 22h
Classificação: livre
Entrada: gratuita, mediante a doação de 2kg de alimento não perecível
*O evento é pet-friendly
O produtor João Luiz Azevedo orgulhosamente apresenta, pela primeira vez no Rio de Janeiro, o poeta, músico, arquiteto, declamador e contador de causos, o paraibano de Campina Grande JESSIER QUIRINO que diz, não se considerar um estudioso, apenas um “prestador de atenção” em seu novo recital DOIDOS DE JUÍZO, em única apresentação, na Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360 – Copacabana – Tel. 21-997310933), no dia 26 de julho/2019, sexta feira as 18h, com ingressos a R$ 40,00 / R$ 20,00 ( para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos).

Arquiteto por profissão, poeta por vocação e matuto por convicção, como ele mesmo se define, vive subindo nos palcos de todo país, para apresentar sua poesia declamada e os causos matutos.
– “Eu sou um prestador de atenção. Observo as coisas com olhos e faro de rastreador e vou escolhendo palavras para colocar na minha poesia, nos meus escritos — gosta de dizer, acrescentando que o a sua vida artística começou cedo”.
– “Costumo dizer que, pra essas coisas das artes, sou eu e a torre de Pisa: sempre tive inclinação. Tirando as várias modalidades de desenho, que estudei até minha graduação em arquitetura, nunca tive nenhuma formação em artes. A poesia, a música, a literatura, a força cênica, tudo isto, veio aos poucos-pouquinhos e pelas beiras como quem come papa quente. Desde rapazote fazia isso muito à vontade, sempre imprimindo minha marca pessoal: Ou seja, declamava com uma manteiguinha a mais. Era a arma que eu usava para me impor diante dos colegas, aliviando toneladas de timidez.”
Se praticar doidice é fazer arte, Jessier Quirino sabe, como poucos, recolher os mais bem apanhados temas para sua poesia urbana e sertaneja, misturar com histórias da pontinha da unha, e emocionar a plateia.

“DOIDOS DE JUÍZO” é um mergulho em verso e prosa com tiradas engraçadíssimas, apresentadas em formato solo, assim definidas pelo poeta:
“Meu contente é um contente de observação do universo popular que é autêntico e sem-vergonha que só raposa criada em casa. É um contente palpável, vivo e hilariante.”
Assim ou quase assim é a versão teatral do espetáculo que Quirino traz para o Rio de Janeiro, no próximo dia 26 de julho na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana.
Como é a primeira vez que Quirino se apresentará no Rio, certamente irá inserir os seus clássicos “Matuto no Cinema”, “Paisagem de Interior”, “Trem da Greatwest”, “Vou-me Embora pro Passado”, etc
O POETA
Jessier Quirino, 65 anos, é paraibano de Campina Grande, um arquiteto que se fez poeta, e é hoje um dos nomes festejados no meio artístico nacional.
Além da obra publicada em livros, CDs e DVD, expõe sua arte (nas cancelas abertas da Internet), em programas de mídia nacional já veiculados como: Sr. Brasil (com Rolando Boldrin), Programa do Jô, Ensaio (com Fernando Faro), Fantástico, entre outros. Atualmente é colunista da Rádio CBN Paraíba e mantem um canal próprio no YouTube.
Seu canal no youtube:
Em sua incursão editorial, publicou, pelas Edições Bagaço, uma dezena de livros entre os quais: Paisagem de Interior; Agruras da Lata D`água; Prosa Morena; Bandeira Nordestina; Berro Novo; Papel de Bodega; CDs, DVD, e mais recentemente, o livro Galos de Campina em parceria com Braulio Tavares.
Em outra vertente artística, encarnando o personagem Euclydes Villar, fez parte do elenco da microssérie “A Pedra do Reino”, veiculada pela Rede Globo.
Assim, preenchendo uma lacuna deixada pelos grandes menestréis do pensamento popular nordestino, o poeta tem chamado a atenção do distinto público, e, numa performance de pouco mais de uma hora de duração, faz hoje um dos mais belos recitais do gênero.
Pra fechar o firo, confessa ser doido, doidinho pelo prato galinha torrada com arroz de festa: “Gosto tanto de galinha que vejo a hora me transformar em raposa.”
E quem for doido perca o tal recital.
No dia 28 de julho, domingo as 19h, Jessier Quirino apresentará o espetáculo “Paisagem de Interior” no Sesc de Teresopolis, no encerramento do Festival de Inverno da região serrana.
Pagina do Facebook do artista: https://www.facebook.com/JessierQuirinoOficial
site oficial do artista: www.jessierquirino.com.br
DOIDOS DE JUÍZO
Texto, direção e interpretação: Jessier Quirino
Produção Local, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo.
Sala Municipal Baden Powell
Av. Nossa Senhora de Copabacabana 360 – Copacabana
Classificação Livre.
Tempo de Duração: 80 min.
Capacidade do Local: 469 lugares.
Dia 26 de Julho/2019
Sexta feira 16hh
Preço dos Ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos)
faz a estreia nacional de seu novo recital “DOIDOS DE JUÍZO”
na Sala Municipal Baden Powell em única apresentação no dia 26 de julho as 18h.
Taiguara sempre se mostrou um poeta livre de amarras. Na sua obra deu vazão para todos os assuntos, desde amores e desamores, acendeu questões político sociais e sempre deixou clara a sua preocupação com as relações humanas principalmente datadas no “agora” do seu tempo. O cantor e compositor Rubens Kurin e o pianista e arranjador Leandro Braga trazem à tona esta atmosfera visceral onde voz e instrumento conduzem as palavras agridoces e melodias melancólicas deste compositor. O show acontece em única apresentação no dia 23 de julho, terça, no Teatro Rival Petrobras, na Cinelândia.
No repertório canções referências da obra de Taiguara como Universo do teu corpo, Teu Sonho não acabou e Hoje, além das não tão conhecidas Piano e Viola, Geração 70 e Meu Amor Santa Teresa, uma homenagem ao charmoso bairro do Rio de Janeiro.

O amor sempre muito presente nas suas canções se vestiu de diversos olhares e foi abordado nas mais variantes formas de exercitá-lo: amor vício, amor devoção, amor sexo, amor nação, amor ofício, amor esperança, amor enfim…
Rubens Kurin – Voz
Cantor e compositor paulista, radicado no Rio de Janeiro, possui três Cds lançados: “Palavras Sutis”, “Antes do Próximo” e “Uns são comuns, outros felizes”, este último com a participação de Ney Matogrosso. Autor de trilhas para teatro, entre elas o infantil “Marcelo, Marmelo, Martelo” de Ruth Rocha. Atuou como intérprete e diretor musical no espetáculo “De tudo se faz canção” com a Cia Jovem Dançar a Vida, com músicas de Milton Nascimento, além de ter participado de outros projetos especias como o CD Cancioneiro Geral Vol.1, onde vários artistas interpretam Belchior, com direção do próprio compositor.

Leandro Braga – Piano e Arranjos
O compositor, pianista e arranjador Leandro Braga já gravou com diversos nomes da música brasileira, entre eles Beth Carvalho, Chico Buarque, Caetano Veloso, Simone, Djavan, Tim Maia, Fátima Guedes, Emílio Santiago, Elba Ramalho, Guinga, Leny Andrade, Fafá de Belém, Adriana Calcanhoto, Simone entre tantos outros. Com Ney Matogrosso, atuou como diretor musical, arranjador e pianista em vários dos seus shows e CDs. Em sua discografia estão os Cds “Pé na Cozinha”, “Primeira Dama” – em que faz uma leitura instrumental da obra de D. Ivone Lara e “Fé Cega”, uma homenagem ao Milton Nascimento.
Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 23 de julho (terça). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 50,00 (Inteira), R$ 25,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos.www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

Surgida nos anos 90 a banda The Smiths cover Brasil é considerada a banda cover oficial no Brasil. A popularidade é percebida nos shows que vem sempre arrancado elogios de crítica e público em várias cidades do Brasil por onde passa.
Além disso, conta com a semelhança física do seu vocalista Roberto Freitas com o Morrissey e músicos experientes.
Com 27 anos de estrada a banda incorpora toda a energia e charme do The Smiths e faz os fãs viajarem no tempo, tocando os maiores sucessos como:
Bigmouth Strikes Again, This Charming Man, Ask entre outros sucessos e canções da carreira solo do Morrissey.
Banda de abertura: Alva Van Nive
A primeira banda cover de Greta Van Fleet no Brasil. Além de pioneira, inclui em seu setlist vários clássicos do rock dos anos 70 e 80, misturando ao que há de melhor no passado e no presente do épico rock n’ roll.
Pianista e compositora Monique Aragão promove concurso para premiar melhores interpretações de músicas de seu novo álbum
“Melhor Sem Palavras” será lançado em setembro, na Sala Cecília Meireles
Sétimo álbum da carreira da pianista e compositora carioca Monique Aragão, “Melhor Sem Palavras” será lançado em setembro, com ação inovadora: Um concurso irá premiar as três melhores performances de peças do disco. Partituras, ficha de inscrição e regulamento estão disponíveis no site moniquearagao.com.br/concurso-melhor-sem-palavras. O anúncio dos vencedores e a entrega dos prêmios serão no dia 11 de setembro, ao final do concerto de lançamento do álbum “Melhor Sem Palavras”, na Sala Cecília Meireles – no Rio.

Promover um concurso sem toda a tensão que permeia as competições tradicionais de piano é o sonho de Monique desde a época em que ela era uma das participantes – entre seus 10 e 22 anos de idade. Há quatro anos ela vem desenvolvendo a ideia que agora toma forma. “O objetivo do concurso é movimentar a atividade pianística brasileira, formando redes de apoio e relacionamento entre músicos, empresas e público” – revela.
Os interessados em participar do Concurso Melhor Sem Palavras deverão filmar sua interpretação de uma peça de livre escolha, entre as doze músicas do álbum homônimo e postar o vídeo no canal de sua preferência no Youtube. O título deverá conter o nome do candidato, seguido do nome da música escolhida e na descrição deve estar a hashtag #concursomelhorsempalavras. O link do vídeo deverá ser enviado, juntamente com a ficha de inscrição, na página do concurso, até o dia 11 de agosto de 2019. Podem participar pessoas de qualquer idade, domiciliadas no estado do Rio de Janeiro.
Dez finalistas serão escolhidos por um júri de peso, formado pelos músicos Tim Rescala e Linda Bustani. Na data da divulgação (20 de agosto), será aberta a votação popular, que ficará disponível até o dia 30/8. Os vencedores serão os candidatos que obtiverem a melhor pontuação, levando-se em conta a média das notas da banca e da votação popular. Os dez participantes que conseguirem um lugar na final receberão convites para o concerto em que serão anunciados os vencedores. Além de prêmios em dinheiro, os três primeiros colocados ganharão uma sessão de gravação no Estúdio da Glória, com piano de cauda. Os dez finalistas receberão partituras da Irmãos Vitale Editores e uma apresentação no palco do Estúdio Eco Som. Como a premiação é fruto de doações, os valores estão em aberto e são atualizados diariamente no site do concurso. A Pierre Pianos é a principal doadora até o momento.
SOBRE MONIQUE ARAGÃO:
Pianista, compositora e escritora carioca, Monique Aragão nasceu na zona sul do Rio de Janeiro no dia 10 de novembro de 1960. Aos 10 anos foi premiada no concurso Alcina Navarro. Outros prêmios se seguiram, como nos concursos Liddy Mignone (1973), Lúcia Branco (1976), Prêmio Sharp (1992) e Prêmio Mulher do Ano (categoria Música, em 2009), pelo Conselho Nacional de Mulheres do Brasil da Academia Brasileira de Letras.
Monique é formada em música pela Universidade do Rio de Janeiro e em sua discografia autoral estão os álbuns “Monique Aragão” (1991 – Perfil Musical); “Canoas” (1993 – Perfil Musical); “Ventos do Brasil” (1995 – selo francês Buda Musique), com distribuição mundial; “Os Olhos de Cristal” (1997 – Vitale Records), para crianças; “Marcas da Expressão” (1999 – Kuarup); “Suíte do Rio” (2006 – Delira Música); “As Cores do Poeta” (2016 – Cendi Music) e “Melhor Sem Palavras” (2019 – Delira Música).
Compôs trilhas originais para o longa metragem “O Filme da Minha Vida” (de Alvarina Souza e Silva – 1991), para os espetáculos de dança “O Rio Carioca” (1994), “Requiem para a Floresta” (1996), e “Callas” (1998) – da Companhia de Dança do Rio, além do musical infantil “Balbino & Bento” (de Elizabeth Araújo) e da peça teatral “Flor de Obsessão” (de Robert Guimarães).
Seus trabalhos também foram lançados nos álbuns de partituras Coral Hoje (1989), O Melhor de Ernesto Nazareth (1997) e Seis Estudos para a Mão Esquerda (1997 – editora Irmãos Vitale), assim como nos livros Música, Mente, Corpo e Alma – Interpretação e a Comunicação Através da Música – (Editora ROCCO, 2011) e Eu, a Criança e o Demônio (KDP Amazon, 2017). É também autora do texto, músicas e direção da comédia musical “Sucesso”.
Monique Aragão participou do corpo de julgadores do Carnaval Carioca, nas séries A e Especial, foi professora da Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO) entre 1999 e 2001 e professora de interpretação e técnica vocal nos programas FAMA (2002 a 2004) da Rede Globo de televisão. Foi indicada ao prêmio Rival-Petrobrás (2006) como Melhor Arranjador pelo CD “Suíte do Rio”. Suas composições e performances figuram também nos álbuns de diversos artistas, foi diretora musical e arranjadora de diversos espetáculos teatrais; se apresentou nos melhores teatros da América do Sul e Europa, como pianista solista ou acompanhando artistas da MPB. Atua em produções de TV como produtora musical e desenvolve um trabalho único como professora em diversas áreas da música.