DJ Cia apresenta primeiro single de seu álbum solo, com Cynthia Luz e NP Vocal

 

Primeiro single do álbum oficial do DJ Cia traz o rap, R&B e timbres da nova geração

Já consolidado na nata do hip-hop brasileiro por suas performances no turntablism,
o célebre DJ Cia acaba de liberar “Não espere perfeição”, mais uma de suas produções,
com direito a um videoclipe super produzido. Dançante e cheia de suingue, a canção traz
participações de Cynthia Luz, uma das revelações da nova geração da música negra
brasileira, e NP Vocal, do grupo PrimeiraMente e também integrante de seu selo Beatloko.
Dentre as inúmeras produções de DJ Cia, que totalizam participações em mais de
100 álbuns musicais, “Não Espere Perfeição” é um marco em sua carreira, pois trata-se
do primeiro single de seu primeiro álbum oficial, previamente intitulado “Por Onde Andei”.
“Essa obra é fruto de cerca de 30 anos de carreira artística e acredito que
representa um amadurecimento musical e artístico que adquiri nessa longa caminhada, o
que inclui não apenas minhas andanças na cultura hip-hop, mas também minhas
experiências e aprendizados em outras vertentes.”, define o DJ, produtor musical e
empresário, criador do selo Beatloko, ao mencionar seu histórico de trabalhos – com nomes
que vão de RZO e Racionais MCs a Sabotage e Negra Li, passando por nomes ecléticos,
como Elza Soares, Caetano Veloso, Seu Jorge, Charlie Brown Jr., Ana Carolina e Haikaiss,
dentre outros.

ASSISTA AGORA “NÃO ESPERE PERFEIÇÃO”:
LINK

O nome “Por Onde Andei” expressa bem essa trajetória percorrida, porque traz
não apenas nomes do hip-hop, mas de outras influências rítmicas com as quais aprendi
bastante e evoluí”, explica DJ Cia, cujo nome despontou artisticamente depois de se sagrar
bicampeão do campeonato Hip-Hop DJ, em 1997/1998. Mas sua caminhada é ainda mais
longeva e, se considerarmos sua educação musical, é algo que vem de berço – ele é filho
de DJ Alemão, da tradicional equipe de bailes Transa Som. “Em breve apresentaremos as
outras canções de meu álbum, que trará participações de outros nomes de peso das cenas
nacional e internacional”, acrescenta, ao deixar no ar as surpresas que ainda virão.
Primeiro ‘aperitivo’ da tão aguardada obra, ”Não Espere Perfeição” mistura
agradáveis timbres de soul e r&b, com uma energia leve, de curtição da noite, ainda que a
composição aborde a questão de relacionamentos conturbados. A introdução do videoclipe,
que é dirigido por Pretto Nascimento, mostra uma interpretação do próprio DJ tendo uma
‘DR’ (discussão de relacionamento) com sua parceira, interpretada pela atriz Eduarda
Benevides. Com elogiável fotografia assinada por Caio Nigro e Padu Palmério, o filme ainda
agrega participações especiais de MC IG, DJ Puff, Malcolm VL e Dagrace, dentre outros
artistas.

“Ela pediu que eu fosse diferente,
Que esse jeito louco meu não dá mais,
Quem sabe se ela fosse diferente,
Esse meu modo louco seria mais um motivo,
Pra um romance meio que diferente
Daquele diferente dos seus pais mas
Ela se inspira em contos de Shakespeare
Eu ouço Dexter”

“Gravamos o videoclipe em dezembro, quando esperávamos que a pandemia da
Covid-19 pudesse ser superada logo, e mesmo assim o fizemos com todos os cuidados e
protocolos de saúde recomendados”, frisa DJ Cia.
“Sei que a situação ainda é preocupante e pode parecer estranho lançar um vídeo
de clima festivo em momento tão conturbado. Mas nossa ideia é justamente relembrar a
‘vibe’ que a música proporciona e usá-la para levar um pouco de positividade, descontração
e otimismo para as pessoas.”

 

DJ Cia lembra que, com as restrições às atividades culturais, em decorrência da
pandemia, pretende injetar mais gás nas plataformas virtuais de divulgação, o que inclui o
canal do Beatloko no YouTube. “Quero fazer dele uma plataforma para os artistas fechados
com o selo, mas também que ela se torne uma janela para a divulgação de novos talentos”,
explica. O espírito, diz ele, é o mesmo do Bloco Beatloko, que já tinha se consolidado no
Carnaval paulistano, com dezenas de participações ecléticas, mas que neste ano não pôde
ganhar as ruas devido à pandemia.

“Você me embaça a vista
Nunca tá indeciso
E faz esse mundo girar
Um paraíso lindo
Reage ao meu instinto”

Foto: divulgação

 

Redes Sociais

Facebook – https://www.facebook.com/djciafanpage

“Vl FESTIVAL INSTRUMENTAL JAZZ AGRÁRIO”: A MÚSICA INSTRUMENTAL DAS PERIFERIAS

 A MÚSICA INSTRUMENTAL DAS PERIFERIAS PEDE PASSAGEM

 

Contemplada pela Lei Aldir Blanc, sexta edição do festival acontece em 10 e 11 de abril,

 sábado e domingo, em versão online

 

 

Mais do que um projeto de música instrumental – o que já seria louvável, pensando-se no quão o gênero tem valorização aquém de seus muitos talentos no País -, o FESTIVAL INSTRUMENTAL MULAMBO JAZZAGRÁRIO pode ser considerado um projeto político-musical. Especialmente agora.

Sua primeira edição aconteceu em 2016, na zona oeste do Rio de Janeiro. Um movimento em homenagem ao ativismo do multi-instrumentista carioca Fernando Grilo,  que faleceu precocemente aos 22 anos, em 2015, quando viajava para fazer uma parceria com o percussionista Naná Vasconcelos, e influenciou uma geração de músicos, produtores e agitadores culturais da cena música instrumental independente e suburbana do Rio de Janeiro. Através de iniciativas como “Jazz na caixa” (na Vila Aliança, em Bangu), “Realengo of Jazz” (no Viaduto de Realengo), e a “Oficina de música criativa (em Manguinhos, Benfica), agitando a cena musical dos subúrbios da cidade com uma caminhada militante a favor da visibilidade da cena instrumental periférica, Grilo atingiu espaços marcados pela violência policial e abandono do estado, alimentando sons de qualidade de modo acessível e gestando assim uma rede de possibilidades para músicos das favelas e guetos.

Pois ao longo de seus quatro anos, o MULAMBO JAZZAGRÁRIO, festival batizado com o nome da banda de Grilo,  vem se tornando uma ferramenta de resgate das narrativas sonoras marginais e busca servir como janela de visibilidade para a música instrumental periférica criada e  potencializada nos subúrbios do país, que muitas vezes não alcança os grandes centros e a grande mídia, visto que o gênero é estigmatizado como algo hermético e elitista, mesmo com a  popularização de ritmos como o choro e o samba-jazz.

Sua sexta edição acontece em 10 e 11 de abril, sábado e domingo, a partir das 16h, em formato on line, no youtube da Rádio Escada, com patrocínio da Lei Aldir Blanc, o que  possibilitou a reunião de grandes nomes da música instrumental aos novos talentos garimpados por  Nathália Grilo, viúva de Fernando Grilo, e Roberto Barrucho, que assinam a curadoria.

“A programação partiu de algumas premissas: o desejo de mostrar uma síntese do que foi o festival até aqui, então fizemos questão de convidar grupos que já figuraram em outras edições. E também de expandir o olhar para além da periferia e ter na programação também grandes referências do gênero, como Carlos Malta, Amaro Freitas e Djalma Côrrea, a fim de fazer uma reunião de diferentes gerações e, sobretudo, de realidades, assim como propor  encontros inusitados com o clima de jam sessions que temos na nossa essência”, comenta Roberto Barrucho.

Nathalia Grilo complementa: “As jams sempre foram a grande pulsação da música instrumental em sua origem libertária, que é uma das nossas bandeiras. Assim como os inferninhos foram importantes não só na formação do gênero, mas também no sentido de empoderar músicos marginalizados, o festival se propõe a ser um espaço no subúrbio do Rio de Janeiro em que eles  possam trocar, compartilhar, se desenvolver, se profissionalizar, encontrar com seus iguais e também com suas inspirações, que mostram algo importantíssimo: o caminho de transpor abismos é possível”.

As apresentações, que foram todas gravadas no início de março, na Arena Hermeto Pascoal, em Bangu, para garantir uma boa qualidade de imagem para o público, são:  AMARO FREITASZONA OESTE INSTRUMENTAL + DJALMA CORRÊA CARLOS MALTAJOVEM PALEROSI JEOLIONAIZ, DEMBAIAMBÉUM PERRENGUE CHICLATA DOIDADO NADA + MARIA BONITA E LARANJAZZ + MAURICIO PAZZ.

          

 

SOBRE OS ARTISTAS E APRESENTAÇÕES

 

 

10 DE ABRIL, SÁBADO

 

16h – MBÉ

Nascido e criado na favela da Rocinha, MBÉ (palavra yorubá que significa “existir”), é o nome que carrega o projeto solo de Luan Correia, que é músico, pesquisador, produtor cultural/musical e engenheiro de som ligado à cena da música experimental carioca, um dos redutos habitualmente mais brancos do jazz. É integrante do circuito da casa de shows e estúdio Audio Rebel e de suas noites experimentais, a Quintavant, e lançará em breve seu primeiro álbum pelo selo de mesmo nome. Sua apresentação no festival é feita apenas com um computador e mesa de som.

17h – CAIO OICA E UM PERRENGUE CHIC

O grupo no bairro de Ricardo de Albuquerque,  Rio de Janeiro, tem a  musicalidade que representa bem a cara do subúrbio carioca ligada ao movimento Black Rio e à música negra. Jazz, soul, neosoul e fusion se reúnem em levadas dançantescriado.

18h – LARANJAZZ CONVIDA MAURICIO PAZZ

Laranjazz é um trio da cena contemporânea de jazz carioca, formado na Lapa. A curadoria os convidou a uma performance conjunta com o paulista Maurício Pazz, hábil muiti-instrumentista das cordas — violão tenor, guitarra e bandolim. Com influências que vão do choro ao jazz, espraiando para ritmos de matrizes africanas presentes em diversas vertentes da música brasileira, Maurício  integra a banda de nomes como Chico César e Luedji Luna. Neste encontro entre Rio-SP fazem releituras de clássicos da música brasileira e do mundo, como Moacyr Santos, João Donato e Chick Corea. Um elogio ao repertório clássico com o frescor de mãos contemporâneas em suas releituras.

 

 

0h – AMARO FREITAS

 

Considerado como uma das revelações do jazz contemporâneo brasileiro por sua singular mistura do estilo com ritmos populares como frevo e maracatu, o pernambucano Amaro Freitas pode ser visto como a expressão do que o Mulambo Jazzagrário se propõe. Nascido em uma família que  sequer tinha como pagar suas aulas no conservatório, quanto mais ter um piano, Amaro é hoje não só um dos nomes mais elogiados do gênero no Brasil, mas tem colhido também relevantes elogios pelo mundo afora. “Além de sua música ser revolucionária, sua postura também, deixando  claramente de lado qualquer possível egotrip do artista de sucesso, o que pôde ser observado no palco e bastidores do festival”, comenta Nathália. A princípio com a apresentação programada para 30 minutos, Amaro pediu para que o tempo fosse prolongado, o que dá ao público uma hora de sua música.

22h – ZONA OESTE INSTRUMENTAL CONVIDA CARLOS MALTA E DJALMA CORRÊA

 

“Um dos pontos altos do festival”, diz a curadora Nathália. O grupo Zona Oeste Instrumental, como o próprio nome diz, é formado por músicos de jazz da região que se reuniram  pela primeira vez em 2015, na série de shows “Contemporâneos”, da FUNARTE, com organização de Fernando Grilo, para um show em conjunto com Djalma Côrrea, um dos grandes nomes da percussão nacional. A apresentação se repete agora, no Mulambo Jazzagrário, com participação especial do flautista Carlos Malta, outro dos grandes nomes da música instrumental do País.

11 DE ABRIL, DOMINGO

 

16h – JOVEM PALEROSI + JEOLÍONAIZ

Outra jam proposta pelo festival, desta vez reunindo dois projetos de São Paulo: Jovem Palerosi, músico, produtor musical e artista multimídia que mistura jazz, música eletrônica e ritmos regionais brasileiros e já colaborou com diversos artistas da cena instrumental e eletrônica, com Jeolíonaiz, dupla formada por Jerona Ruyce e Fabio Olí, de Diadema, interior do estado, que funde jazz a ruídos cotidianos em improvisações com instrumentos percussivos, sopros e bateria  no que chamam  de “ciência do acaso”. O show em conjunto é todo costurado por performances usando máscaras feitas por elementos reciclados e figurinos elaborados em uma apresentação teatral.

17h- DO NADA +  MARIA BONITA
Um encontro proposto pelo festival entre o trio Do Nada, de Bangu, que com sua longa  caminhada é uma referência na formação de outros grupos e artistas do subúrbio. Sua musicalidade funde o jazz a outros gêneros como o rock e o manguebeat pernambucano. No show, convidam a cantora e compositora Maria Bonita, outra figura importante na cena da região.

18h – LATA DOIDA
Banda de Realengo que acompanha o festival desde seu início, nascida de um projeto social que transforma sucata em instrumentos musicais. Os instrumentos, que podem não ser levados a sério  num primeiro momento, surpreendem muito em sua musicalidade. Sua apresentação está muito ligada à tradição oral, em contações de histórias, geralmente feitas por mulheres,  que integram as apresentações.

 

20h – DEMBAIA

 

Grupo composto por cinco mulheres no  bairro Lins, Rio de Janeiro, que fazem um resgate das tradições africanas, especialmente da música e corpo. A apresentação conta com uma orquestra de tambores e performances de expressões do candomblé e outros elementos negros. “O show foi incrível, o que mostra o quão realmente precisamos ter mais mulheres no festival”, diz Nathália.

 

SERVIÇO

FESTIVAL MULAMBO JAZZAGRÁRIO SEXTA EDIÇÃO

10 e 11 de abril, sábado e domingo

Horário: a partir das 16h em ambos os dias

Onde:   youtube da Rádio Escada

 

 

 

 

PROGRAMAÇÃO

Sábado, 10 de abril

16h – MBÉ

17h – Caio Oica e Perrengue Chic

18h – Laranjazz e Maurício Pazz

20h – Amaro Freitas

22h – Zona Oeste Instrumental + Djalma Corrêa + Carlos Malta

 

Domingo, 11 de abril

16h – Jovem Palerosi

17h – Do Nada + Maria Bonita

18h – Lata Doida

20h – Dembaia

FICHA TÉCNICA:

Curadoria: Nathália Grilo e Roberto Barrucho

Produção Executiva: Roberto Barrucho

Coordenação de Produção: Nathália Grilo

Captação de Som: Alberto Ferreira e Thiago Frazão

Mixagem: Alberto Ferreira, Gabriel Marinho e Clã Records

Captação de Imagem: Rádio Escada

Direção de Fotografia: Daniel Santos

O REI PROMOVE INTERATIVIDADE PELAS REDES SOCIAIS : Dias 3 e 4 de abril

“Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam”

EXTRA, EXTRA! A Cia. Etc e Tal inicia o mês com novidades ao vivo: apresentações do personagem Rei ao vivo ,  onde a interatividade comandará o espetáculo com os espectadores nas redes sociais. – Dias 3 e 4 de abril 

Pegando carona no premiado espetáculo JOÃO O ALFAIATE, a Cia desta vez coloca o personagem Rei no centro das atenções. Interpretado ao vivo pelo premiado Marcio Moura, contará a engraçada história de João o Alfaiate (Irmãos Grimm) em formato digital on-line, pelo olhar da figura irônica e hilária de ‘Sua Majestade’. Caracterizado com os figurinos de Flavio Souza e com o premiado visagismo de Cleber de Oliveira, esse personagem brindará por 30 minutos a plateia digital de pequenas e grandes crianças interagindo com aqueles que queiram conversar com ele. Serão 02 únicas chances para ter contato ao vivo com o Rei: dias 3 e 4 , sábado e domingo,  às 11h pelos canais do YOUTUBE e FACEBOOK etcetal93. Tudo de graça! O evento é patrocinado pelo Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Sinopse – O Rei conta a história de um Alfaiate que esbraveja para o mundo sua valentia ao matar sete insetos pousados em sua refeição, num reino onde seres fantásticos apavoram a Vila Central. A notícia se espalha até chegar ao Rei. Este, manda trazer o alfaiate, certo da existência de um grande herói, para a missão desafiadora de livrar o reinado dos diversos temidos, inesperados e surpreendentes problemas da realeza. Sem ter tempo de saber do que se trata, o Alfaiate se vê diante da missão. Distraído pela própria interpretação dos fatos e pela astúcia do Monarca, costura soluções nas situações diante das tarefas designadas para ele.

 

SERVIÇO

PROGRAMAÇÃO ON-LINE – ao vivo

– JOÃO O ALFAIATE – UM HERÓI INUSITADO > Pelo olhar do Rei

Dias 3 e 4 de abril, sábado e domingo, às 11h

Canais on line da ETC E TAL (youtube + facebook) @etcetal93

DURAÇÃO: 30 minutos

CLASSIFICAÇÃO: Livre

ETC E TAL 

O Centro Teatral e Etc e Tal é uma das únicas companhias brasileiras com representatividade internacional, que tem na mímica e na comicidade suas características latentes. Sempre com núcleo fixo e os mesmos colaboradores na ficha técnica, nestes 28 anos de formação, o “Etc e Tal” vem imprimindo uma linguagem própria e aprofundada sobre a mímica e a comicidade, sem perder o que mais se preza no fazer teatral: a relação empática com o público. Sendo um dos poucos grupos brasileiros de trabalhos continuados que investe nas inúmeras possibilidades da mímica, que tem conseguido aliar pesquisa artística e auto-gestão no cenário teatral nacional. 

Por ser uma técnica pouco difundida e de alto rigor estilístico, o “Etc e Tal” tem conquistado o respeito e a admiração de público e crítica por todo país como um núcleo artístico que alia virtuosismo técnico, presença cênica e um humor próprio no seu fazer teatral. 

O grupo tem investido nestas linguagens, pois acredita que as pluralidades das artes cênicas refletem o tipo de bem cultural que o nosso país e nossa cidade anseiam, além de acreditar que trabalho teatral de grupo que resulta na criação sólida de um repertório de espetáculos, contribuiu para a formação de platéias, uso coerente de recursos investidos em cultura, estabilidade de gestão cultural, visibilidade do teatro como bem cultural acessível a toda a população. 

 

FIL 2021 CHEGA EM NOVA DIMENSÃO

FIL COMPLETA 18 ANOS E CHEGA À CIDADE MARAVILHOSA EM NOVA DIMENSÃO

Pela primeira vez 100% on-line, a edição especial é inspirada no Mito da Caverna de Platão – Tudo de graça

 Inspira Fundo 2     (Foto: Marcelo Barbosa)

Teaser:

https://vimeo.com/518658810/b3d50491f6

 

Link de vídeos:

https://drive.google.com/drive/folders/16VikzbwY6QI9L1VaUOWgqJKzOrq22Zrf?usp=sharing

 

Link de fotos:

https://drive.google.com/folderview?id=195dU_CKGVkvL3y0d0_WKbuDVCnPKpNOd

 

Importante evento do calendário anual da cidade do Rio de Janeiro, o FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens chega à sua maioridade repleto de novas experiências, pela primeira vez todo on-line, de 19 a 21 e 26 a 28 de março (sextas, sábados e domingos), gratuitamente. Idealizado e sob o comando da curadora, dramaturga e teatróloga Karen Acioly,  na programação deste ano, inspirada no Mito da Caverna de Platão, o público vai encontrar poemas visuais, historietas musicadas, marionetes corporais, marionetes em 3D, dança, muita música, show-oficina, encontro de saberes, mitologias, invenções divertidas, rodas de conversa, homenagem aos artistas que estão em outra dimensão e micro espetáculos musicais, criados especialmente para esta edição. É só chegar no site do FIL, ou nas plataformas do festival no YouTube e Facebook e se deliciar com a grade de eventos para todas as idades e de forma gratuita.

Segundo Karen, o FIL deste ano busca sua nova identidade e mergulha em seu interior para descobrir novos encantamentos e perguntas. “Em que podemos acreditar? O que é o conhecimento? Como podemos lidar com as incertezas? Para que serve a poesia, a arte, a mitologia, os símbolos? O que é, afinal, educar na era planetária?”, reflete.

Sensibilizar novos públicos e formar pensamento crítico são as metas do FIL, e para isso o projeto ganha uma intensa atividade on-line, ratificando as reflexões e pensamentos em torno de diferentes saberes que só o FIL pode oferecer – do jeito dele – através das mesas-redondas e rodas de conversa com diversos artistas e pensadores, encontros literários, mini espetáculos, experiências digitais (poesia visual e novas formas de se pensar o teatro) e muito mais, sempre com o selo de qualidade FIL para reunir e fomentar intercâmbios com importantes nomes do cenário nacional e internacional.

Espetáculo  Tékimoi (Crédito: acervo Julia Ronget)

Um FIL de maravilhas, belezas e encantamentos, e também de união: o Festival não voará só. Estarão juntos com o FIL 2021 a Rede FIBRA – Festivais Internacionais Brasileiros Para Crianças, o FESTILIP (Feira Internacional de Teatro de Língua Portuguesa), o Festival Meu BB, o Mini Festival e o Festival Momix (França). Estarão presentes no FIL representantes de Angola, Cabo Verde, Portugal, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Guiné Equatorial (nas ações com o FESTLIP), além de Peru, Chile, França, Bósnia e Itália.

Um FIL também de diversas linguagens para o público de todas as idades: dança + marionete + marionete corporal + performance + poemas visuais + teatro + teatro musical + expo virtual + show oficina. Toda programação, inédita, terá tempo máximo de 45 minutos, com intervalos entre as atrações, sendo que a única exceção será no horário reservado a homenagem póstuma à diretora e educadora Lúcia Coelho (1935 – 2014), uma das mais importantes artistas dedicadas ao teatro infantil, que acontecerá após a exibição do espetáculo “A pequena vendedora dos palitos de fósforos” – o espaço para homenagens traz também os nomes de Fernando Barba (1971 – 2021), criador do grupo de percussão corporal Barbatuques, e o marionetista e percussionista  Jean Luc Ronget (1956 – 2010).

Jean Luc Ronget  (Crédito: acervo Julia Ronget)

Nesta edição especial, o FIL abraçou mais uma vez – e com muita força – a educação de forma participativa dentro do evento. O Festival entrelaça o indivíduo ao coletivo, as partes ao todo, a educação infantil à pós-graduação. Para isso, o FIL cria o Guia Prático do Espectador e o Guia Prático das Escolas. Dessa forma, borda parcerias entre as escolas municipais, estaduais e as universidades públicas da cidade e do Estado do Rio de Janeiro. Uma união profícua se deu neste sentido: a parceria com o Programa de Extensão de Mídias Criativas (PPGMC) e PPGAC da UFRJ, dando lugar aos Observadores FIL, que são os alunos da ECO que farão a cobertura jornalística do FIL para as redes sociais, como prática do programa de extensão universitária. Serão artigos, críticas, entrevistas, vídeos e outros conteúdos reflexivos sobre o encontro de saberes, programações e curiosidades do FIL. “O FIL é múltiplo, parceiro, ponte de encantamentos. Se amalgama aos festivais internacionais brasileiros, para crianças, aos artistas nacionais e internacionais, e une em sua equipe os jovens talentosos, que serão os Observadores FIL-ECO UFRJ, para poder aprender com eles”, explica Karen Acioly.

   Estudo para a ópera “Bem no meio” (arte e foto: David Bartex)

Destaques da programação do FIL

– Ping Pong com o tema Fake News para Novos Públicos, onde a Doutora em Comunicação e Cultura, Professora Cristina Rego Monteiro da Luz entrevistará o jornalista Gilberto Scofield, diretor de negócios e estratégia da Agência Lupa, maior agência de checagem de dados do país. Será abordado como as novas gerações podem identificar as fake news através da formação do pensamento crítico.

– Encontros de Saberes (Roda de Conversa) em que dois temas estarão presentes:

Infância e Migração – com a jornalista Marcela Uchôa (Chefe de escritório da UNICEF em Roraima), Sérgio Eduardo Marques da Rocha(Subgestor nacional da Organização Não-Governamental Aldeias Infantis SOS) e Prudence Kalambay –(migrante/refugiada), sob mediação do professor e pesquisador Pablo Fontes. A mesa discorrerá sobre as crianças que vivem como refugiadas no mundo e o fluxo migratório em que muitas crianças chegam desacompanhadas e sem documentos, em situações de alta vulnerabilidade no Brasil, além de um planejamento maior para assisti-las.

Novas dramaturgias da marionete e das formas animadas – com participação da atriz, diretora, pesquisadora de teatro e Professora do Curso de Direção Teatral e do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena – ECO –  UFRJ, Adriana Schneider (ECO/UFRJ), Eloi Recoing (França- Sorbonne Nouvelle Paris 3), o ator e mímico Ines Pasic (Bósnia) e a fundadora, diretora e atriz do Grupo Sobrevento Sandra, com mediação do diretor teatral, ator e marionetista Luiz André Cherubini. Neste encontro de saberes, o FIL reúne especialistas da arte da marionete de quatro países diferentes para abordar a arte: do mamulengo à marionete corporal, do bebê ao adulto.

A ópera para novos públicos –  A professora de canto e ópera do Instituto Villa- Lobos na UNIRIO, Carol Mac Davit, Alessandro Di Profio, da Sorbonne Nouvelle Paris 3, a cantora e compositora Ligiana Costa (Theatro Municipal de São Paulo), com mediação da presidente do Foro Latinoamericano de Educación Musical, Doutora em Música (UNIRIO)  e a professora do Conservatório Brasileiro de Música Adriana Didier, farão parte de uma mesa ítalo-brasileira, onde importantes nomes da ópera se encontram para conversar sobre o tema.

– Atrações e Espetáculos do FIL

Rubarbagibatuques – Criação da palhaça Rubra (Lu Lopes) e Minduim (Giba Alves, do grupo Barbatuques de percussão corporal) especialmente para o FIL. O show-oficina brinca com a tecnologia humana: descobrir os sons do corpo, enquanto cantamos. São brincadeiras divertidas para a prática salutar de batucar juntos.  Os artistas unem comicidade à “tecnologia de barbatuquear” com o próprio corpo para contar historietas musicadas. Um show que brinca com tutoriais de percussão corporal a fim das crianças descobrirem os sons de seus corpos.

Palhaça Rubra  (Foto: Gal Oppido)

Poemário Visual de Gaia – Criado e interpretado pela artista bósnia Ines Pasic, a ação se vale de pequenos poemas visuais. Partindo da condição de isolamento social, a artista realiza uma viagem interior para o único lugar no qual pode se sentir livre. Ines Pasic explora suas memórias, pensamentos, sensações e sentimentos através de seu corpo, casa e núcleo familiar com o qual compartilha o restrito espaço.

Historietas Musicadas – Inspira Fundo 2  é o nome dado para o projeto de Clarice, Lupa Marques e Gabriel Gurá. São filmes de até 3 minutos, que passeiam por diferentes temas e que dialogam com dramas e questões do mundo da primeira infância.

Pupila D’Agua   (Foto: Marcelo Barbosa)

> A pequena vendedora de fósforos 

A Pequena Vendedora de Fósforos é um dos textos mais populares de Andersen e, ainda assim, pouco montado no Brasil. No exterior, já recebeu diversas montagens tanto para crianças quanto para adultos. Estimulados por esse ineditismo e pelos temas abordados, resolvemos trazer esse texto para o público infantil, contando com a adaptação de Denise Crispun e direção de Lúcia Coelho, ambas com vasta experiência com o teatro infantil.

Após a Atração seguida de roda de conversa em homenagem à Lúcia Coelho com a participação de Denise Crispun, Dib Carneiro Neto e Karen Acioly.

FIL E FESTLIP – O Homem que pôs um ovo

Em uma ação conjunta, o FIL e o FESTLIP se unem às crianças para, através desta fábula popular, refletir sobre fake news. A atriz, professora e contadora de histórias, Silvia Castro contará esta divertida história na qual uma pequena mentira acaba por se transformar em algo gigantesco, de infinitas proporções.

A história, compilada pelo folclorista Câmara Cascudo, e recontada nesta Ação de parceria, será assistida pelos sete países da Língua portuguesa , além da presença AO VIVO de crianças de quatro países: Brasil, Angola, Portugal e Cabo Verde.

A atração será transmitida ao vivo, nas plataformas do FACEBOOK, YOUTUBE e INSTAGRAM dos dois festivais.

 

PROGRAMAÇÃO FIL 2021

Encontros de saberes (rodas de conversa)

>> Novas dramaturgias da marionete e das formas animadas – 19/03, sexta, às 13h

>> Educar na era planetária  – 19/03, sexta, às 16h

>> Novos formatos da ópera – 19/03, sexta, às 19h

>> Infância e Migração – 19/03, sexta, às 20h

>> Mitos Luz, Sombras e Anjos – 26/03, sexta-feira, às 11h

>> A ópera para novos públicos – 26/03, sexta-feira, às 15h

>> Monstros, medos e outras criaturas – 26/03, sexta-feira, às 18h

>> Intercâmbios Internacionais >  Ópera Bem no meio – 27/03, sábado, às 12h

>> Festivais internacionais brasileiros para crianças, uma experiência online – 28/03, domingo, às 19h

 

Ping Pong – entrevistas

>> Fake news para Novos Públicos: Doutora em Comunicação e Cultura, Professora Cristina Rego Monteiro da Luz entrevista Gilberto Scofield

19/03, sexta, às 18h

>> A dramaturgia do espaço, cena circular de hoje – 26/03, sexta-feira, às 13h

 

Historietas musicadas

>> Inspira Fundo 2 – 20/03, sábado, às 15h

>> Optike – 21/03, domingo, às 11h

>> Bem No Meio, o conto – 27/03, sábado, às 11h

 

Atrações e espetáculos

>> Homenagem à Jean Luc Ronget – 21/03, domingo, às 12h

>> Homenagem à Lucia Coelho  – 26/03, sexta-feira, às 19h

>> Desde el Azul – 20/03, sábado, às 11h

>> Mito da Caverna – Carroça de Mamulengos – 20/03, sábado, às 14h

>> Poemário visual de Gaia – 20/03, sábado, às 18h

>> RuBarbaGibatuques >  Palhaça Rubra Show Oficina – 21/03, domingo, às 16h

>> FIL E FESTLIP – A História do homem e o Ovo – 27/03, sábado, às 15h

>> Historietas Musicadas Braguinha – 27/03, sábado, às 17h :

– A História da Baratinha

– A Cigarra e a Formiga

– Chapeuzinho Vermelho

>> Fina – Buia Teatro (Manaus-AM) – 28/03, domingo, às 11h

>> Fina – Projeto Teatro Nômade (Rio de Janeiro-RJ) – 28/03, domingo, às 14h

>> Dois olhares para a dramaturgia de Fina – 28/03, domingo, às 15h

>> Pupila D’Água com Clarice Cardell – 28/03, domingo, às 18h

 

Programação completa e mais informações em www.fil.art.br .

SERVIÇO

FIL -Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens – 18ª Edição

De 19 e 21 e 26 a 28 de março (sextas, sábados e domingos)

Local: www.fil.art.br e nas plataformas do FIL no Youtube e Facebook

Gratuito

Classificação: Livre

Realização: Lei Aldir Blanc, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Fundo Estadual de Cultura

Chico Diaz no espetáculo “A lua vem da Ásia” diretamente do Teatro PetraGold, com transmissão on-line, e ingressos a partir de R$ 20

CHICO DIAZ RESGATA PEÇA PARA FALAR DE CONFINAMENTO, SOLIDÃO, LUCIDEZ, LOUCURA E A CRIAÇÃO COMO SALVAÇÃO

– UM SURREALISTA DEFININDO OS TEMPOS ATUAIS –  

“A lua vem da Ásia” volta no dia 28 de março, diretamente do Teatro PetraGold, com transmissão on-line

“É preciso gritar. Como artista, é obrigação gritar. O grito foi dado ao homem; é uma forma de defesa como outra qualquer”, explica o ator Chico Diaz sobre o motivo para voltar a encenar a peça “A lua vem da Ásia”, que ele mesmo adaptou do romance homônimo do escritor mineiro Walter Campos de Carvalho (1926-1998). O espetáculo – que teve sua primeira montagem em 2011 – volta em versão mais leve, mais bem-humorada e concisa no dia 28 de março, com transmissão on-line diretamente do Teatro PetraGold, com acessos vendidos a R$ 20.  As sessões aos domingos, às 18h, e a temporada vai até 18 de abril.

A obra surrealista, carregada de humor ácido, levanta questões sobre os limites do poder, das hierarquias e o lugar de cada cidadão na sociedade. “Tudo a ver com o momento que estamos vivendo”, justifica Chico Diaz, que vem aproveitando a pandemia para mergulhar dentro de si mesmo, estudar e preparar um documental que tem a ver com esse espetáculo. É o “Diário dentro da noite”, filmado durante o confinamento ano passado.

Procurando perspectivas, pontos de fuga, por meio da memória, do imaginário e dos afetos, Chico Diaz usa a arte para provocar reflexões e ações. Afinal de contas, o texto fala sobre lucidez e loucura, prisão e liberdade. Para o ator, esta nova versão é mais afiada no diagnóstico dos tempos e se encaixa melhor no atual momento. Ele aproveita a temporada carioca para amadurecer e azeitar a nova montagem que vai levar para Portugal, em julho, para apresentar no Festival de Almada, organizado pela Câmara Municipal de Almada.

Em breve, Chico Diaz também poderá ser visto na produção da HBO norte-americana com direção de Bruno Barreto, “American Guest”, interpretando Marechal Rondon durante uma visita do presidente Theodore Roosevelt, dos Estados Unidos, à Amazônia. Aliás, vem muito mais por aí… Chico Diaz está em vários filmes ainda a serem lançados: “O homem onça“, de Vinicius Reis; Vermelho Monet”, de Halder Gomes; “O ano da morte de Ricardo Reis”, de João Botelho; e “A casa do girassol vermelho”, de Eder Santos.

Mais sobre “A lua vem da Ásia”

O romance de Campos de Carvalho é um livro limite: o que está durante todo o tempo por um fio é a capacidade do homem de ser livre e de pensar livremente. O personagem, encerrado na voz de uma primeira pessoa narrativa, inicia seu ambicioso projeto de libertação a partir da própria linguagem, pois a expressão é o seu único escape. O personagem reflete o complexo comportamento da sociedade ocidental a partir da expansão da cultura de massa, marcado pelo isolamento e perda do sentido de coletivo, pela desmaterialização da realidade e pela fragmentação do indivíduo.

A peça “A lua vem da Ásia”, assim como o livro, levanta questões sobre os limites do poder, das hierarquias e o lugar de cada cidadão na sociedade.

Sinopse

A peça retrata o diário de um homem hospedado em um hotel de luxo – ou talvez um campo de concentração ou um manicômio. Tendo a loucura como tema central, o protagonista enfileira recordações (ou alucinações?) de suas passagens por diversos países, tornando-se o narrador de A peça retrata o diário de um homem hospedado em um hotel de luxo – ou talvez um campo de concentração ou um manicômio. Tendo a loucura como tema central, o protagonista enfileira recordações (ou alucinações?) de suas passagens por diversos países, tornando-se o narrador de um mundo governado pela lei do absurdo, mas que parece assustadoramente semelhante à nossa normalidade.

Histórico da peça

A peça estreou em 2011, no CCBB do Rio de Janeiro, e percorreu também as unidades de Brasília e São Paulo, sempre com sucesso de crítica e público. Voltou a fazer novas temporadas ao longo dos anos, sendo apresentada recentemente no projeto #EmCasaComSesc, criado por ocasião da quarentena.

O livro e o autor

Publicado originalmente em 1956, o livro “A Lua vem da Ásia” marca o nascimento da narrativa surrealista de Walter Campos de Carvalho (1926-1998), escritor mineiro radicado em São Paulo. Autor de pelo menos quatro pequenas obras-primas da literatura brasileira – “A Lua vem da Ásia” (1956), “Vaca de nariz sutil” (1961), “A chuva imóvel” (1963) e “O púcaro búlgaro” (1964) –, faleceu em 1998, após abandonar a literatura como profissão. Apesar de notório mau-humor, o escritor – o primeiro, e talvez o último escritor surrealista do Brasil –  tinha no riso o seu instrumento de crítica. O riso como uma forma de apontar as falhas da sociedade de massa, consumista e belicosa. Em seus textos, pretendia trabalhar a demolição de todos os valores burgueses através do nonsense; a redução do amor à sua forma fisiológica: o sexo; a redução da vida à morte.

 

Mais sobre Chico Diaz

Chico Diaz tem mais de 40 anos de carreira nas artes audiovisuais – como ator, dramaturgo, diretor e produtor, em mais de 80 filmes, 22 novelas e um sem número de peças. Filho de um intelectual paraguaio e de uma tradutora brasileira, ele nasceu na Cidade do México, tendo sido registrado na Embaixada do Brasil. Chegou ao Rio de Janeiro em 1969 e, aos 14 anos, começou a fazer teatro no Tablado. Seus primeiros trabalhos, ainda como amador, foram entre os anos 1970 e 1980, período em que integrou o grupo Manhas e Manias ao lado de Pedro Cardoso, Andrea Beltrão e Débora Bloch. De lá para cá, dividiu-se entre palcos, estúdios de TV e cinema. Mas também formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela UFRJ e sempre encontrou tempo e espaço para a pintura, seu hobby.

Ficha técnica

Texto original: Walter Campos de Carvalho

Adaptação e atuação: Chico Diaz

Vídeos: Eder Santos e Trem Chic

Trilha sonora: Alfredo Sertã

Direção de Produção: Wagner Uchôa

Realização: Teatro PetraGold

Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes

Gerenciamento de Redes Sociais – Conte Mais Comunicação – Beatriz Ataide

Serviço

“A lua vem da Ásia”

De 28 de março a 18 de abril

Sessões aos domingos, 18h

Diretamente do Teatro PetraGold – Rua Conde de Bernadote, 26, Leblon / RJ

Ingressos para transmissão ao vivo e on-line a partir de R$ 20

Onde comprar e assistir: https://www.teatropetragold.com.br

https://www.teatropetragold.com.br/programacao/espetaculo/a-lua-vem-da-asia-online-petragold

Duração: 60 min

Gênero: drama

Classificação: livre

FESTIVAL PINK UMBRELLAS -SP APRESENTA ENCONTROS ARTÍSTICOS INÉDITO

Artistas que participam da primeira semana do Festival: Arthur Quebrantxy + Acid Queiróz e Radio Cão, do Pink Umbrellas.SP; Vivi Barbosa e Luna Dy Cortes, que estão na PinkFringe

(créditos das fotos, no sentido horário: Bruno Dantas; Nicholas; Viviane Barbosa; Kelly Santos)

A primeira edição em 2020 contou com mais de 70 artistas de lugares como China, México, Alemanha, Uruguai, Áustria, Taiwan e Brasil

Com sete meses de ocupação online – em meio a uma pandemia mundial que trouxe, entre muitos problemas, a necessidade de isolamento social – os artistas Mirella Brandi e Muep Etmo criaram o Festival Pink Umbrellas Art Residency, que aconteceu entre junho e dezembro de 2020. Nele, 70 artistas brasileiros e estrangeiros usaram as emoções, as vivências, e os sentimentos vindos com a pandemia como motor para a criação artística. Música, performance, artes visuais, poesia, dança, videoarte etc. foram usadas como suporte para a produção artística.

Agora, o Festival volta-se para os artistas residentes em São Paulo, ainda com a mistura entre as expressões artísticas. O Pink Umbrellas.SP acontece de 25 de fevereiro ao dia 5 de abril de 2021 na plataforma Twitch, em mini-temporadas de cada uma das duplas (e trio), semanalmente, de quinta-feira a domingo. O Festival Pink Umbrellas.SP é um projeto contemplado pelo Edital PROAC Expresso Lei Aldir Blanc (Lei 14.017/2020), através do Governo Federal, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa/PROAC.

O performer multimídia, desenhista, designer, ator, cenógrafo e videomaker Otávio Donasci é o convidado desta edição e faz, no dia 3 de abril, uma ocupação especial na Twitch com participação ao vivo do público.

Uma das novidades no Pink Umbrellas.SP é o Pink Fringe em que duplas (e um trio) de artistas se apresentam em um horário ‘maldito’, à meia-noite das sextas-feiras e sábados, também na Twitch. A ideia é a mesma: reunir artistas de diferentes áreas e trajetórias para criar trabalhos inéditos, que explorem diferentes formatos, no intuito de subverter o seu “lugar comum”.

A cada semana será apresentada uma obra produzida especialmente para o Festival, de artistas que trabalharão juntos pela primeira vez – trazendo suas próprias experiências para criar uma outra linguagem. A ideia é reunir artistas que nunca trabalharam juntos, para criarem e darem vida a um projeto inédito, em vídeo, exibido online e de forma gratuita.

 

Artistas da edição de 2021

O Pink Umbrellas.SP fez, em janeiro de 2021, uma convocatória pública para escolher artistas para sua programação e recebeu 324 inscrições oriundas de várias cidades do estado de São Paulo.

Participam da edição de 2021 do Pink Umbrellas.SP: Acid Queiróz e Radio Cão, Ariadne Filipe, Carolina Sudati a.k.a. Translúcida/Bruta, Claudia Piassi e Edu Guimarães, Edvan MonteiroElisa Band, Igor Souza, Leandro Castro, Luci SavassamonoclubPedro Galiza e Quebrantxy.

Na programação da Fringe estão: Alan EgedyAlessandra Duarte, Estela Lapponi, Kátia Rozato, Luna Dy Cortes, Maurício de Oliveira, Meire D´Origem, Natália Nolli Sasso, Tadzio Veiga, Thaís de Almeida Prado, Vazo Vazio, Danny D. Weirdo, Vivi Barbosa.

Misturando audiovisual, música, artes cênicas e performances, entre outras tantas possibilidades de linguagem artísticas, tanto o Pink Umbrellas.SP quanto o Pink Fringe recebem a cada semana obras audiovisuais originais, de artistas que trabalharão juntos pela primeira vez, trazendo suas próprias experiências e expressões artísticas para criar uma outra linguagem, pensada exclusivamente para o espaço online.

Os projetos foram escolhidos pelos curadores – Mirella Brandi e Muep Etmo – pensando em juntar artistas de diferentes áreas e trajetórias, e, assim como aconteceu na edição do Festival Pink Umbrellas Art Residency 2020, lançando trabalhos inovadores e potentes.

Diferente do que aconteceu no Festival em 2020, os trabalhos serão apresentados no formato de mini temporadas, de quinta-feira a domingo, no canal do Twitch do Festival (www.twitch.tv/pinkumbrellas2021).

Mais programação

Assim como aconteceu no Pink Umbrellas Art Residency, os jornalistas e artistas Ruy Filho e Patrícia Cividanes também fazem parte da equipe do Pink Umbrellas SP e fazem uma invasão crítica sobre os trabalhos apresentados, como uma resposta estética a essas obras, também em formato de vídeo-performance, que será apresentado no dia 5 de abril. Mais do que uma revisão sobre os trabalhos apresentados e seguindo o que aconteceu no Festival em 2020, a ideia é criar um espaço de reflexão e de trocas, mirando o futuro e fazendo conexões.

 

Outra ação do Pink Umbrellas Art Residency que volta neste ano são as Pink Talks, um programa de entrevistas mediado pelo músico Craca Beat (Felipe Julián), que conversa com os artistas participantes e com outras figuras do mundo da arte, para refletir sobre os rumos da arte contemporânea. O programa será lançado no dia 5 de abril, no canal da Twitch.

Aos domingos vai ao ar um podcast com uma conversa sem cortes, nem edição com cada um dos artistas que se apresentam no Festival. O Con.Dfeito continuará lançando episódios mesmo após o encerramento do Pink Umbrellas.SP, que ficarão disponíveis no canal da Twitch.

Sobre o Pink Umbrellas Art Residency

O embrião do Pink Umbrellas é unir, fazer conexões e deixar que, a partir desses encontros entre artistas, deixar a fruição fazer o seu papel, sem criar títulos e nem a necessidade de rótulos para as expressões artísticas, criando um novo campo e uma nova forma de enxergar o mundo, recriando possibilidades com as ferramentas que estão ao dispor, no presente. A criação, curadoria e direção artística são de Mirella Brandi, artista multimídia e designer de luz, que trabalha desde 2006 com o músico, compositor e engenheiro de som Muep Etmo criando projetos sobre narrativas imersivas com luz, som e multilinguagens.

“A pandemia trouxe muito forte a necessidade de criar coisas de forma colaborativa, de se unir, de parar de pensar no individual e pensar no coletivo”, conta Mirella. Além disso, ao trazer o Festival para um território, em São Paulo, abre oportunidades como explica Muep: “Isso significa também olhar para todos esses corpos, esses indivíduos e esses outros, esses muitos outros que sempre estão ausentes dos circuitos culturais mais consagrados e que de alguma forma existem e resistem”.

Nas 29 semanas de apresentações em 2020 foi criado um espaço de encontros inéditos e de compartilhamentos entre os participantes, que resultaram em obras originais em vídeo, disponíveis online no canal www.youtube.com/PINKUMBRELLASARTRESIDENCY/videos do YouTube. Participaram artistas de diversas partes do mundo (da China ao México, da Inglaterra ao Uruguai, passando por Gana, Alemanha, Áustria, Taiwan e Brasil), de nomes como Beto Brant, Helli Nova, Seht Zhan, Rejane Cantoni, Ari Dykier, VaBene Elikem Fiatsi, Lucas Bambozzi etc.

Mirella Brandi e Muep Etmo

Mirella Brandi é artista multimídia e designer de luz e Muep Etmo é músico, compositor e engenheiro de som. Juntos, exploram através da imagem e do som, sua capacidade narrativa e de transformação perceptiva em instalações e performances imersivas, desde 2006.

A dupla utiliza os princípios que regem a arte performativa, o cinema expandido e as instalações nas artes visuais e os modificam em uma narrativa em que luz e a música atuam como linguagem autônoma na construção de ambientes que alteram a percepção, geram novas conexões e desloca nosso olhar sobre o que entendemos como realidade.

Como curadores, Mirella e Muep sempre apostaram na mistura entre áreas artísticas e no trabalho colaborativo que busca linguagens cênicas menos reconhecidas. Entre seus trabalhos de curadoria estão as ocupações no Teatro Centro da Terra em São Paulo, onde reuniram por dois anos consecutivos, profissionais de áreas distintas que se lançaram no desafio desta pesquisa e no desenvolvimento de outras transversalidades.

Em 2014, a dupla fundou o espaço DAHAUS junto com Lucas Bambozzi, um espaço referência de arte contemporânea em São Paulo, um local agregador, com formação de público, onde aconteciam frequentemente eventos de experimentação de linguagem entre artistas de diferentes manifestações. Em 2020, levaram seu conceito curatorial para o espaço online com a criação do PINK UMBRELLAS ART RESIDENCY, que reuniu durante sete meses de Ocupação inúmeros criadores de diversas partes do mundo criando, colaborativamente e à distância, obras pensadas especificamente para o digital.

Mirella e Muep participaram de inúmeros eventos: a Mostra On-Off – SP; a Mostra Live Cinema – RJ; A Virada Cultural 10 anos – SP; o FAD Festival de Arte Digital – BH; o Tangente – Montreal; o C60Urban Solar Audio Plant – Berlin; o Monkeytown NY; o Rojo Nova Cultura Contemporanea – Barcelona, SP e RJ; o Acker Stadt Palast – Berlin; Ehemaliges Stumm lmkino Delphi – Berlin; The Creators Project; Besides Screen – Coventry e o New Eldorado – Québec.

Serviço

Festival Pink Umbrellas.SP

De 25 de fevereiro a dia 05 de abril

www.twitch.tv/pinkumbrellas2021

Programação:

PINK UMBRELLAS.SP

25 a 28 de fevereiro – Arthur Quebrantxy + Acid Queiróz e Radio Cão

4 a 7 de março – Ariadne Filipe + Edvan Monteiro

11 a 14 de março – Elisa Band + Carolina Sudati a.k.a. Translúcida/Bruta

18 a 21 de março – Pedro Galiza + Leandro Castro

25 a 28 de março – Igor Souza + Camila Santos

1º a 4 de abril – Claudia Piassi e Edu Guimarães + Monoclub + Luci Savassa

PINK FRINGE

26 e 27 de fevereiro – Vivi Barbosa + Luna Dy Cortes

5 e 6 de março – Danny D. Weirdo + Thais de Almeida Prado

12 e 13 de março – Vazo Vazio + Natália Nolli Sasso

19 e 20 de março – Alan Egedy + Tadzio Veiga

26 e 27 de março – Estela Lapponi + Meire D´Origem

2 e 3 de abril – Mauricio de Oliveira + Kátia Rozato + Alessandra Duarte

Ficha técnica

Curadoria e Direção Artística: Mirella Brandi e Muep Etmo

Críticos Residentes: Pat Cividanes e Ruy Filho

Visuais, Transmissão e Mediação: Craca Beat

Edição De Vídeo: Tuca Paoli e Mirella Brandi

Produção Executiva: Grazi Vieira

Assistência de Produção: Giorgia Tolaini

Assessoria de Mídias Sociais: Jess Belarmino

Artistas: Acid Queiróz e Radio Cão, Alan Egedy, Alessandra Duarte, Ariadne Filipe, Danny D. Weirdo, Camila Santos, Carolina Sudati a.k.a. Translúcida/Bruta, Claudia Piassi e Edu Guimarães, Edvan Monteiro, Elisa Band, Estela Lapponi, Igor Souza, Kátia Rozato, Leandro Castro, Luci Savassa, Luna Dy Cortes, Maurício de Oliveira, Meire D´Origem, Monoclub, Natália Nolli Sasso, Otávio Donasci, Pedro Galiza, Quebrantxy, Tadzio Veiga, Thaís de Almeida Prado, Vazo Vazio e Vivi Barbosa.

O Festival Pink Umbrellas.SP é um projeto contemplado pelo Edital PROAC Expresso Lei Aldir Blanc (Lei 14.017/2020), através do Governo Federal, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa/PROAC.

FESTIVAL TERRA DO RAP 2021 NA SUA OITAVA EDIÇÃO

FESTIVAL TERRA DO RAP 2021

Na oitava edição e on-line, o Festival une os países de língua portuguesa

Tema da edição é “ NOVXS RIOS”, conexões de novas vozes

Abertura 28 de fevereiro com novas vozes femininas do rap e do slam poetry.

A conexão por intermédio de novas vozes e aproximar os países de língua portuguesa é o mote do Festival Terra do Rap 2021.  A versão on-line do evento, por conta da pandemia, não foi impeditivo, pelo contrário, possibilitou maior envolvimento e abrangência de artistas.

Produzido e idealizado pelo rapper Vinicius Terra, a Terra do Rap  é o primeiro festival de intercâmbio entre os países da língua portuguesa sob a ótica da cultura urbana. Desde sua origem, em 2013, integra artistas de todos os territórios lusófonos do planeta.

“Os artistas convidados para esta edição são, em sua maioria, grandes talentos ainda sem grande alcance nesse mundo de algoritmos e busca por views e engajamentos na internet. Promover este ano o encontro de novas vozes, ainda invisíveis ao streaming nos diversos apps de música é poder também não só amplificar essas vozes, mas aproximá-las também neste intercâmbio sobre o que cada um pode contribuir no tocante a novas formas de propagar e promover a sua própria arte”, avalia Vinicius Terra, considerado pelos seus pares o embaixador do rap lusófono no Brasil.

Entre os destaques do Festival está o show de abertura no próximo domingo (28 de fevereiro) exclusivamente com mulheres, a Fita Misturada On-line (uma espécie de “live-mixtape”, na qual todas as artistas realizam performance inéditas, em 8 horas de programação). O evento estará sob o comandado de Natália Brambila (comunicadora nascida e criada na comunidade do Jacarezinho) e a Dj Tamy (atuante no festival desde a primeira edição).

Das 15 artistas que se apresentarão, as performances mais esperadas são as de Thai Flow (ex- stripper); Juju Rude (de Parada de Lucas), Cold Jas (angolana residente no Rio), ABronca (dupla da favela do Vidigal), Kaê Guajajara (rapper indígena da Aldeia Maracanã) e das poetas  Viviane Laprovita, (também artista visual, de São João de Meriti) Andrea Bak (integrante do Slam das Minas).

“A cena mais criativa e original tem vindo da ala feminina no rap. Há uma preocupação estética pautada na quebra de paradigmas sociais impostos desde sempre ao papel da mulher. Percebi que boa parte das mulheres convidadas para esta edição não possuem a facilidade de produzir (sobretudo no atual contexto onde não temos mais shows) lives remuneradas ou com uma estrutura digna para alcançar novos públicos e propagar sua arte com o merecido alcance.  Resolvemos que a abertura do Festival deste ano fosse com o maior número possível de mulheres do rap lusófono residentes no Rio de Janeiro”, comenta Vinicius Terra que também assina a curadoria do Festival.

Sobre o Festival – A Terra do Rap é o único Festival de intercâmbio entre artistas da lusofonia sob a ótica da cultura Urbana. Acontece desde 2013 e, em suas sete edições (nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Lisboa/Portugal), foi vivenciado por mais de 15 mil pessoas. Com o objetivo de sempre revelar novos artistas nos dois lados do Atlântico, o evento já recebeu e conectou, por exemplo, artistas Portugal e Angola (como Capicua, Eva RapDiva, Sam The Kid, Allen Halloween, MCK), assim como os brasileiros BK, Luccas Carlos, Sain, Rodrigo Ogi, Don-L e tantos outros. Além dos shows, a programação é recheada de oficinas, debates, workshops e batalhas de mcs.  O Festival Terra do Rap é um projeto dirigido pela REPPRODUTORA: agência de produção especializada em soluções culturais, projetos autorais e curadoria artística com foco em lusofonia; promoção das culturas de rua, oficinas e workshops.

 

 

Sobre Vinicius Terra –  Rapper, articulador cultural e professor de Português/Literatura. Considerado uma figura singular e pioneira no Brasil por promover intensamente a construção e o fortalecimento dos laços entre os países que falam português. Amplificou o conceito “Rap Lusófono” com a curadoria do Festival de Cultura Urbana da Língua Portuguesa, a “Terra do Rap” (com edições em São Paulo, Rio de Janeiro e Lisboa) desde 2013 e da exposição itinerante “A Energia da Língua Portuguesa” (EDP Brasil), que percorre o país desde 2017, tendo marcado presença como palco da FLIP, em Paraty-RJ, nas 3 últimas edições. Apesar das diversas colaborações em mixtapes, eps, singles e projetos paralelos, somente em 2019 teve seu álbum de estreia: “Elxs Ñ Sabem a Minha Língua {…}” trouxe a proposta de descolonização da lusofonia, buscando respostas para aquilo que perdemos na travessia do Atlântico e na construção de nosso país. O disco remonta toda a história da língua portuguesa sob a ótica do rap – desde o trovadorismo do século XII até o hip-hop lusófono do século XXI e as conexões entre Portugal, África e Brasil. Atualmente está em processo de produção de “Meu Bairro, Minha Língua{…}”, uma música colaborativa e websérie com importantes vozes da música lusófona, destinada ao novo acervo do Museu da Língua Portuguesa (São Paulo-SP), com reabertura prevista para 2021.

O projeto “Terra do Rap 2021 –  Festival de Cultura Urbana da Língua Portuguesa” foi contemplado pelos editais da Lei Emergencial Aldir Blanc da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro – SECEC RJ.

@terradorap

SERVIÇO

FESTIVAL TERRA DO RAP 2021 – edição on line

Toda programação será divulgada em  https://youtube.com/c/TERRADORAP

Conteúdos extra serão divulgados em https://instagram.com/terradorap?igshid=18558idh7qrgy

Programação 

Dia 28 de fevereiro

Show de abertura: Fita Misturada On-line

Horário: de 14h às 22h

Com:

Thai Flow

Juju Rude

Lis Mc

Cold Jas

Ikinya

A Bronca

Helen Nzinga

Kaê Guajajara

SoulFull

Afrodite BXD

Participação das Poetas:

Víviane Laprovita

Andrea Bak

Winona Evelyn

Sabrina Azevedo

Sabrina Martina

MESTRES DE CERIMÔNIA: Dj Tamy & Natália Brambila

DEBATES

Sessão Ideias & Ideais

Sempre às 20h

Segundas & Quartas 08,10,15,17,22,24,29,31 de Março

OFICINAS

Sessão Ciência da Consciência

Sempre às 20h

Terças & Quintas

09,11,16,18,23,25,30 de Março e 01 de Abril

LANÇAMENTOS

09 de abril

*Videoclipe/Cypher

*Mixtape Terra do Rap, com registros produzidos durante o festival (músicas)

LIVES

Fita Misturada On-Line

17 e 18 de abril

ENCERRAMENTO

22 de abril

Prêmio Terra do Rap – Personalidades da Nova Lusofonia

Lançamento da Galeria Lusófona de Arte de Rua (street view)

FESTIVAL VIRTUAL COM JOANA GETÚLIO – UMA BANDA DE BANHEIRO”

        Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc, apresentam:

“JOANA GETÚLIO – UMA BANDA DE BANHEIRO”

Um festival com programação virtual, que inclui entrevista com a drag queen influencer Rita Von Hunty, artistas performáticos convidados, como Luís Lobianco, e show “Joana Getúlio – uma banda de banheiro”

Música, humor, papo cabeça, diversidade, diversão. Tudo isso junto e misturado no Festival Joana Getúlio, que promove três ações: entrevista no dia 26 de fevereiro, sexta-feira, performances de artistas convidados no dia 27, sábado, e transmissão on-line do espetáculo musical “Joana Getúlio – uma banda de banheiro”, ao vivo, pelo YouTube, no dia 6 de março, (sábado).

Reunindo atores e músicos, a performática banda Joana Getúlio, busca a base para sua criação artística e sua contribuição para a construção de uma sociedade mais inclusiva nos movimentos LGBTQIA+ e feminista. A banda é formada por Nelson Borges, Isabela Rangel, Felipe Arouca, Andréa Cevidanes e Dani Ramalho; e todos tocam pelo menos um instrumento. Já o repertório é bem diverso, transitando da MPB ao brega, passando por Whitney Houston e sertanejo no meio do caminho, sempre usando e performando em cima das letras e brincando com o próprio estilo. Um irresistível caldeirão azeitado e bem apimentado!

“O show é de onde surge todo o projeto; pela vontade de passarmos nossa mensagem abordando questões de relevância a partir do humor”, explica Mateus Bento, produtor executivo do projeto.

O festival também vai contar com artistas convidados: Luís Lobianco e Éber Inácio, que juntos se apresentavam no recém-fechado Buraco da Lacraia e foram inspiradores para a galera do Joana Getúlio; e as drag queens Palloma Maremoto e Karoline Absinto, dois grandes nomes da cena noturna carioca.

O papo cabeça, mas também divertido, é com a drag queen Rita Von Hunty, criação do artista, professor e youtuber Guilherme Terreri Pereira, que conquistou uma legião de fãs com suas aulas de política numa linguagem didática e de fácil acesso na web. São mais de 500 mil seguidores no Instagram e mais de 700 mil inscritos no seu canal no YouTube: Tempero Drag.

Democrática no acesso, toda a programação do festival estará disponível gratuitamente no canal Joana Getúlio no Youtube. Na apresentação do show online e ao vivo, haverá tradução e interpretação em libras, garantindo a acessibilidade de pessoas com deficiência auditiva. Ao final das ações, será produzido um documentário sobre o evento e sobre a banda, que contará também com legendagem em português.

EQUIPE JOANA GETÚLIO

Mateus Bento – produtor executivo do Joana Getúlio Festival

É graduando em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense, tendo experiência como diretor de produção, sendo contemplado no edital de ocupação da FUNARJ para o segundo semestre de 2019, em que também atuou como iluminador. Como assistente de produção, trabalhou no musical infantil “Orfeu – o menino que sonhava em samba”, indicado ao prêmio Zilka Salaberry de melhor espetáculo, encenado em três temporadas, sendo duas no Parque das Ruínas e uma no Centro de Artes UFF. Como estagiário, trabalhou no CCJF – Centro Cultural Justiça Federal e no CCMJ – Centro Cultural Museu da Justiça, tanto na parte administrativa e quanto diretamente nos palcos, tendo experiência com montagem e operação de luz, som e projeção para shows, peças e festivais de cinema, participando da avaliação e pré-seleção dos projetos que chegaram por meio de editais de ocupação, e também propondo eventos institucionais nos dois aparelhos culturais, além de fazer trabalho de assessoria de imprensa e produção local de todos os eventos que aconteceram nos espaços, totalizando mais de 100 eventos nos últimos anos.

Andréa Cevidanes – diretora artística, atriz, musicista e cantora da banda Joana Getúlio

Professora da Oficina das Artes (curso livre de teatro para crianças, adolescentes e adultos), desde 1997. Já atuou também como diretora e professora na Companhia Nós do Morro (2006). É produtora cultural do colégio Pentágono desde 2002. Produtora, pesquisadora, dramaturga e atriz da Companhia de Teatro Porão desde 2000. Sua principal formação profissional com a arte cênica é: Casa de Cultura Laura Alvim (CAL) e O Tablado. Nas artes circenses, tem experiência com acrobacia e oficinas de palhaço. Tem em sua experiência profissional, além dos trabalhos com esta Oficina: diretora e produtora da Cia Sótão, professora de curso livre da escola profissionalizante de teatro “Nova Escola”, e professora de teatro no Colégio Metropolitano. Possui cerca de 25 prêmios, entre eles, os de melhor atriz, melhor diretora, e dramaturga.

Nelson Borges – ator músico e cantor da banda Joana Getúlio

Músico há 30 anos, integrante da Cia Teatro Porão desde 2015, poeta, cronista e compositor, tem dois livros publicados e cerca de 80 composições registradas. Integrante dos grupos de resistência da arte e da cultura Maminha de Alcatra e Joana Getúlio, dos quais é um dos fundadores.

Isabela Rangel – atriz, musicista e cantora da banda Joana Getúlio

Atriz há 15 anos, integrante da Cia Teatro Porão desde 2015, formada no curso básico de música da Escola Villa-Lobos, na modalidade canto. É graduanda do curso de direito da UFF, onde realiza pesquisa sobre o teatro legislativo de Augusto Boal. Integrou o Conselho Municipal LGBTI+ de Niterói, representando o Coletivo Lamparinas do curso de Direito da UFF, do qual é uma das fundadoras.

Felipe Arouca – ator, músico e cantor da banda Joana Getúlio

Licenciando em Teatro pela Faculdade Cesgranrio. Ator, cantor e percussionista da Cia Teatro Porão desde 2015. Apresentador no programa “Tempo da Terra” no canal Futura. Participou de festivais nacionais de teatro e do projeto “Plateias Hospitalares” dos Doutores da Alegria. Formado em Gestão Ambiental pelo IFRJ. Licenciando em Arte Cênica pela Faculdade Cesgranrio. Ator, cantor e percussionista da Cia Teatro Porão e da banda Joana Getúlio.

Dani Ramalho – diretor musical, ator, músico e cantor da banda Joana Getúlio

Licenciando em Educação Musical pelo Conservatório Brasileiro de Música. Frequentou o curso Intermediário da UFRJ cujo instrumento foi canto lírico, tendo concluído o curso avançado de canto lírico da Escola de Música Villa-Lobos na classe da professora Hélida Lisboa. É preparador vocal do espetáculo “Bitucanto”, encenado pelo Coro de Câmara da Escola de Música Villa-Lobos. É coralista do Coro Cênico Cesgranrio no qual recentemente apresentou se com o espetáculo “Raízes Indígenas”. Atua como Diretor Musical e Preparador Vocal do Espetáculo “A Cumadre Fulôzinha” e também como Preparador Vocal do musical “Orfeu, o menino que sonhava em samba”. É cantor performático da Banda Joana Getúlio. Além de, atualmente, ministrar aulas de canto.

Rúbia Vieira – iluminadora do espetáculo “Joana Getúlio – uma banda de banheiro”

Atua nas funções de atriz, iluminadora e cenógrafa desde 1998. É produtora e aderecista, e trabalhou no Festival Internacional de Bonecos – Canela e no Festival Nacional de Teatro de Canela – RS, durante mais de dez anos como iluminadora, diretora de palco, produtora e coordenadora. Foi integrante do Grupo Artigos e trabalhou como assistente de produção na Cia Nós do Morro em 2006 e 2007. Foi iluminadora do Teatro Solar de Botafogo de 2012 a 2014. Atualmente, trabalha com iluminação (criação e operação) em produções teatrais cariocas. Nesta companhia, trabalha desde 2007. Tem em sua formação cursos e oficinas de Interpretação, de cenografia e de iluminação, entre eles estão os cursos de interpretação com José de Abreu (2006), de Cenografia com Gringo Cardia (2003) e de Iluminação Técnica com Abílio Henrique (1997).

SERVIÇO

Dia 26 (sexta-feira) , 20h – Entrevista Rita Von Hunty

Dia 27 (sábado), 19h – Papos e performances com artistas convidados: Luís Lobianco, Éber Inácio, Palloma Maremoto e Karoline Absinto.

Dia 6 de março (sábado), 20h, – Show “Joana Getúlio – uma banda de banheiro”

Toda a programação no canal Joana Getúlio no YouTube (https://www.youtube.com/c/joanagetulio)  e no Instagram (joanagetulio).

NOVO FILME ESTRELADO POR MARCUS MAJELLA E DANTON MELLO

UM TIO QUASE PERFEITO 2

Direto do cinema, comédia tem estreia antecipada nas plataformas

 

São Paulo, 11 de fevereiro de 2021 – A franquia de sucesso destinada para toda a
família e todas as idades UM TIO QUASE PERFEITO 2 ganha estreia antecipada no
dia 18 de fevereiro nas plataformas digitais exclusivamente para aluguel e compra
nas operadoras de TV, loja digital e console de vídeo game. Estrelando Marcus
Majella (Vai que Cola) como Tio Tony, que retorna nesta continuação reinando
absoluto no coração dos sobrinhos Patrícia (Júlia Svacinna, de DPA – Detetives do
Prédio Azul), Valentina (Soffia Monteiro) e João (João Barreto), mas terá que lidar
com a chegada de Beto (Danton Mello), o namorado da irmã Ângela (Letícia
Isnard). O elenco conta também com a atriz Ana Lúcia Torre como a avó
‘maluquete’ Cecilia, Fhelipe Gomes (ator de Cúmplices de um Resgate, no SBT e
Malhação e a novela das 19h “O Tempo Não Para” na Globo), como Rodrigo, filho
de Beto, e traz ainda Noemia Oliveira e Diego Becker, do programa Porta dos
Fundos, como os amigos do Tio Tony.

Em UM TIO QUASE PERFEITO 2 o Tio Tony sente-se ameaçado com a chegada de
Beto na família e teme perder o seu reinado entre os sobrinhos. Entre ciúmes e
planos mirabolantes que envolvem as crianças, ele vai tentar provar que o futuro
cunhado não vale nada. Com direção de Pedro Antonio (Um Tio Quase Perfeito e
Tô Ryca) e produção de Erica Iootty e Mariza Leão, UM TIO QUASE PERFEITO 2 é
uma comédia que vai agradar toda a família, que além de abordar temas como
mãe solteira, ciúmes, aceitação, romance entre pais divorciados e a proposta de
juntar e misturar suas famílias, a produção caprichou nas lindas locações,
mostrando pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro. Para se divertir quando,
como e onde quiser, não é preciso ter uma assinatura mensal nos serviços de
streaming: basta acessar alguma plataforma digital, efetuar o cadastro para
alugar ou comprar o filme, e pronto! Vale mencionar que na opção aluguel, após
dar o primeiro ‘play’, o filme digital ficará disponível durante 48 horas e poderá
ser visto e revisto quantas vezes quiser dentro desse prazo. Já a opção compra,
garante que o mesmo esteja disponível sempre com o consumidor.

https://www.youtube.com/watch?v=0e00icX54fE

UM TIO QUASE PERFEITO 2

SINOPSE

Tio Tony (Marcus Majella) reina soberano no coração dos sobrinhos, Patricia (Julia Svacinna),
Valentina (Sofia Barros) e João (João Barreto). Ele parece ter se regenerado da vida de
trambiqueiro e vive em perfeita harmonia com a família até a chegada de Beto (Danton Mello),
que rouba o coração da irmã, Ângela (Letícia Isnard), e, de quebra, encanta os pequenos. Com

ciúmes desse intruso e inconformado, Tony entra numa disputa com Beto e vai armar planos
mirabolantes envolvendo os sobrinhos para tentar provar que o futuro cunhado não vale nada.

ELENCO e FICHA TÉCNICA

Direção: Pedro Antonio
Roteiro e Argumento: Leandro Muniz, Sabrina Garcia, Rodrigo Goulart e Pedro Antonio
Produção: Erica Iootty
Coprodução: Mariza Leão
Produção Executiva: Tathiana Mourão, UPEX
Produção e Finalização: Thiago Pimentel
Produtor Associado: Jorge Peregrino

Elenco: Marcus Majella, Danton Mello, Letícia Isnard, Júlia Svacinna, Soffia Monteiro, João
Barreto, Ana Lucia Torre, Fhelipe Gomes, Noemia Oliveira, Eduardo Galvão e Diego Becker

ESPECIFICAÇÕES

Duração: 100 minutos, aproximadamente
Classificação Indicativa: LIVRE
Plataformas digitais de Aluguel e Compra:
Apple TV (iTunes), Google Play, Microsoft Films &TV (Xbox) e PlayStation Store
Plataformas digitais exclusivamente para aluguel:
Looke, NOW e SKY

 

SOBRE SONY PICTURES HOME ENTERTAINMENT
A Sony Pictures Home Entertainment (SPHE) é uma empresa da Sony Pictures Entertainment
(SPE). A Sony Pictures Entertainment (SPE) é uma subsidiária da Sony Entertainment Inc., uma
subsidiária da Sony Corporation sediada em Tóquio. As operações globais da SPE englobam a
produção, aquisição e distribuição de filmes e de televisão; as redes de televisão; a criação e
distribuição de conteúdo digital; a operação dos estúdios e desenvolvimento de novos
produtos, serviços e tecnologias de entretenimento.

A VOLTA À CENA DA AMANTE DO REI APAGADA DA HISTÓRIA

O espetáculo Eugênia, história da amante do rei virou peça escrita por Miriam Halfim, dirigida por Sidnei Cruz e encenada pela atriz Gisela de Castro ,será exibido pelo streaming da Sympla

“Eugênia”, a mulher do século XIX que tem muito a dizer para a mulher de hoje

Dias 13 e 14 de fevereiro, sexta e sábado, pelo streaming da Sympla no fim de semana de não-carnaval.

Após as apresentações do espetáculohaverá batepapo virtual com a atriz Gisela de Castro

Século XIX. A jovem Eugênia José de Menezes, filha do governador de Minas Gerais, tem um romance com Dom João VI, engravida e é expulsa da Corte, sendo exilada num convento. Se fosse hoje em dia, diríamos que ela tinha sido “apagada”, como são apagados negros, gays, trans. Apagada por ser mulher. Mas também partiríamos para as redes sociais para “cancelar” Dom João VI, o covarde que não se limitava a comer frangos. A história da amante do rei virou peça escrita por Miriam Halfim, dirigida por Sidnei Cruz e encenada pela atriz Gisela de Castro. “Eugênia” será exibida pelo streaming da Sympla neste fim de semana de não-carnaval.

O questionador e divertido monólogo tem muito a dizer. E diz. Manda um recado para a mulher contemporânea, ainda na luta por seu espaço, seu reconhecimento, para não ser apagada, mas, sim, para poder escrever sua própria história. Com tanto a dizer, a discussão vai extrapolar a sessão. E, depois do fim da apresentação, vai ter bate-papo com Gisela.

“Eugênia” foi um sucesso em diversos palcos cariocas. Foram quatro temporadas e muitas indicações a prêmios. A encenação que será exibida foi filmada durante a primeira temporada, no Planetário da Gávea, em 2016. Uma ótima oportunidade para conhecer essa mulher de dois séculos, que ainda precisa ser ouvida.

SERVIÇO: Espetáculo “EUGÊNIA”, escrita por Miriam Halfim, dirigida por Sidnei Cruz e encenada pela atriz Gisela de Castro

Dia 13 de fevereiro – Sábado, às 20h

Ingresso: R$ 15

https://www.sympla.com.br/eugenia-no-carnaval__1124520

Dia 14 – Domingo, às 20h

Ingresso: R$ 15

https://www.sympla.com.br/eugenia-no-carnaval-copia__1125814

Duração: 55 min

Classificação: 12 anos

Gênero: Comédia

Após as apresentações do espetáculohaverá batepapo com o Gisela de Castro

SOBRE O ESPETÁCULO

“Eugênia” conta a história do romance entre Eugênia José de Menezes e Dom João VI, regente e imperador do Brasil, Portugal e Algarves. Fruto de profunda pesquisa sobre o assunto e a época, o espetáculo conta com texto de Miriam Halfim, direção de Sidnei Cruz e a interpretação de Gisela de Castro.

A peça estreou no Teatro Maria Clara Machado, no Planetário da Gávea, seguindo em temporadas no Teatro Eva Herz, Teatro Gláucio Gill, Teatro Sérgio Porto (Vencedor do Fomento Olímpico 2016), Espaço Furnas (Vencedor do Edital Eletrobrás para a Unidade Botafogo) e Teatro Serrador. Recebeu convite do SESI para sessão exclusiva no Dia do Deficiente (31/8/2016) com intérprete de Libras e audiodescrição, e do Espaço Itaú Cultural para sessão gratuita em SP. Ganhou editais para circulação no CCBB Brasília e SP, e Espaço Furnas Cultural, em São José da Barra Funda/MG, em 2018. Participou ainda dos festivais Velho Chico, em Petrolina e Aldeia Yapoatan, no Recife (PE).

A filmagem aqui apresentada se refere ao palco em semi-arena do Teatro Maria Clara Machado, no Rio de Janeiro – RJ, cuja equipe era formada por:

Texto MIRIAM HALFIM

Direção Artística SIDNEI Cruz

Interpretação: Gisela de Castro

Cenografia – JOSÉ DIAS

Iluminação: AURÉLIO DE SIMONI

Figurinos, Acessórios e Design de aparência SAMUEL ABRANTES

Direção Musical, Composição e Execução da trilha sonora BETO LEMOS

Preparação corporal MORENA CATTONI

Preparação vocal VERÔNICA MACHADO

Programação visual e fotos THIAGO SACRAMENTO

Montagem e operação de Luz RODRIGO BISPO

Operação de Som e Contrarregra LENNON JAGUAR

Assessoria de Imprensa SHEILA GOMES

Assistente de produção GEORGE LUIS PRATA

Direção de Produção MARIA ALICE SILVÉRIO

Filmagem e edição ELIAS HATAH

JORNAL ALAGOAS