Acústico com a presença de Sergio Chiavazzoli e participação especial de Marcio Gomes
O que Maysa, Milton Nascimento, Bossa Nova e Jovem Guarda têm em comum? Foi pensando nisso que a cantora e compositora Verônica Sabino lançou o DVD “Esse meu olhar” (2016) em dobradinha MP,B Discos/Som Livre. O trabalho reúne um repertório de standards renovados em sons e sensibilidades, pela lente pessoal e contemporânea de Verônica num passeio musical por Tom, Vinícius, Dolores Duran, Maysa, Carlos Lyra, Menescal e Ronaldo Bôscoli, Marcos e Paulo Sergio Valle, bolero, rock dos anos 60 e pitadas de Jovem Guarda, que poderá ser apreciado no Teatro Rival Petrobras no próximo dia 24 de maio, às 19h30, na Cinelândia.
Para esta apresentação no Teatro Rival Petrobras, Verônica Sabino contará dueto de Sergio Chiavazzoli é exímio bandolinista, violonista e guitarrista, trabalhou com nomes como Oswaldo Montenegro, MPB-4, Quarteto em Cy, Maria Bethania, Milton Nascimento, Belchior e Moraes Moreira. Há também a participação especial do cantor Márcio Gomes, cantor à moda antiga chamado carinhosamente de “Novo Rei da Voz”. Juntos, reviverão no palco um dos maiores sucessos da carreira da cantora.
Tomando os anos 60 como base, a seleção de Verônica faz um recorte no tempo e incorpora o que veio um pouco antes e o que viria logo depois, como no caso das canções que remetem às suas origens mineiras. “Garota de Ipanema” dialoga com “Garota Nacional”, do Skank, totalmente repaginadas numa surpreendente releitura, além de “Nada Será como antes”, clássico do Clube da Esquina, que tem Milton Nascimento em um dueto especial. “O Milton é para mim uma referência e ele aceitou o meu convite na hora, foi incrível. Tenho uma relação muito grande com Minas, na minha infância passava férias em uma fazenda, e achei que precisava desse perfume mineiro no roteiro. Afinal, tive o privilégio de ter um pai mineiríssimo, que mesmo depois de décadas de Rio de Janeiro, nunca perdeu o sotaque. Acho que sou a única carioca que fala ‘uai’”, brinca Verônica.
“Todas as décadas tiveram os seus momentos musicais importantes, mas para mim, a década de 60 foi fundamental. Eu morei em Londres quando criança, assisti “Help” no cinema. Morávamos perto da Abbey Road e me lembro de George Harrison atravessando a rua em frente à minha casa”.
O show, apresentado em formato acústico e intimista, é embalado pelo violão de Sergio Chiavazzolli que também assina a direção musical do DVD. Verônica apresenta também alguns sucessos de carreira, tais como “Todo Sentimento” e “Tudo que se quer”.
“Sou uma cantora vinculada ao meu tempo e à minha geração, com quem componho, gravo, convivo. Mas sinto uma grande identidade com esses artistas fundamentais que trouxeram a inovação, a quebra de valores, a ruptura de padrões estéticos em momentos preciosos. Esse amálgama musical sempre foi o meu esteio: é onde piso para olhar para o futuro”, pontua.
Serviço
Teatro Rival Petrobras –Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia. Data: 24 de maio (Quinta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Ingressos: Setor A e B – R$ 60,00 (inteira), R$ 50,00 (para os 200 primeiros pagantes), R$ 30,00 (meia). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h
*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública
SAIBA SEUS SEGREDOS DE COMO REALIZAR UMA FESTA DE CASAMENTO DE SUCESSO.
Atriz Priscilla Olyva conta a sua fórmula do sucesso para a festa de casamento perfeito (e também para depois da festa).
Dizem que toda menina desde muito nova já sonha com o dia em que vai entrar na igreja de véu e grinalda, em meio aos amigos e parentes, deslumbrante em um belo vestido, e com o amor de sua vida a esperando, enquanto caminha entre lágrimas e sorrisos, com pompa e circunstância até o altar. Para muitas, sem dúvida, o dia mais mágico e importante de suas vidas. Mas a questão é: como garantir que nada estrague esse dia tão especial? Como realizar uma festa de sucesso? O que fazer para garantir que tudo dê certo?
Priscilla conta que sempre teve esse sonho de casar, e que queria que tudo em relação à cerimônia fosse absolutamente perfeito, como nos contos de fadas: “desde de criança eu sabia que queria casar na Igreja, de véu e grinalda e com festa! (risos). Eu sempre tive esse sonho, e sempre deixei isso bem claro para o Fernando. Ele nunca poderá dizer que foi enganado (risos)”. Declara.
Toda a atenção recebida pelo casal Priscilla Olyva e Fernando Valdujo por parte da imprensa especializada, blogueiros e a mobilização gerada não foram à toa: O casamento, impecável, realizado em 12 de Outubro, feriado de Nossa Sra. Aparecida, teve a cerimônia realizada na pomposa Capela do Sion em Higienópolis, e a festa em uma das melhores casas da zona sul paulistana. Assim, simplesmente, eles conseguiram a proeza de realizar uma festa de casamento não apenas perfeita do ponto de vista organizacional, mas incrível e encantadora do ponto de vista do coração, da emoção, cheia de encanto, e com a doce aura da realização de um sonho. O segredo? Para a noiva, Priscilla, o segredo do sucesso sempre está nos detalhes, e não necessariamente no orçamento disponível. As escolhas tomadas e o planejamento fazem toda a diferença para a ocasião: “Procuramos nos cercar dos melhores profissionais em suas respectivas áreas, e planejar tudo com eles. Não se pode ficar acumulando coisas e funções. É preciso confiar e delegar. Os fornecedores eram bons, os profissionais contratados eram renomados, referência em suas respectivas áreas, com trabalhos excelentes em seus portfólios. Ocupei-me do que me cabia, e confiei no excelente trabalho dos profissionais”.
De acordo com Priscilla, outro grande segredo é proporcionar que a atmosfera da festa esteja cheia de boa energia, de vitalidade, de alegria: “O ambiente precisa elevar o astral e a energia dos convidados, para que isso transborde nas fotos, na filmagem, na percepção geral e atmosfera da festa. Houve todo um cuidado com desde a escolha da palheta de cores do ambiente à iluminação, das músicas escolhidas e performances de músicos ao vivo, pois tudo precisa colaborar para elevar a energia das pessoas, e tornar a festa inesquecível para todos, inclusive para os noivos”.
Para ela, seguindo estes passos, não tem como o dia do casamento não ser mais do que especial, e tornar-se um evento de sucesso em todos os sentidos. E quanto ao depois da festa? Qual o segredo pra que o encanto, a magia e a beleza do evento não se percam com a rotina? Priscilla responde: os detalhes continuam importando. Preste atenção no que faz o outro feliz, e continue se importando, investindo a mesma energia e dedicação. E viveram felizes para sempre. Fim
Rodrigo Faro, Vera Viel, Eduardo Ribeiro e toda a equipe Record TV fazem emocionante e divertida visita à Remar Angola
Por: Vídia António
Pela primeira vez em Angola, o popular apresentador da televisão brasileira Rodrigo Faro e sua esposa Vera Viel, passaram por vários lugares da cidade capital “Luanda”, e no final da visita, o casal de apresentadores fizeram uma visita divertida e emocionante ao lar de acolhimento, “Remar Angola ” onde foram recebidos com muito carinho pelas crianças residentes no referido local.
O casal emocionou-se com as histórias das crianças abandonadas pelas suas famílias e outras foram encontradas pelas ruas.
Com o seu jeito alegre e extrovertido de ser, Rodrigo Faro levou alegria, amor, abraço, simplicidade e deu uma palavra de conforto para as crianças com o seu talento especial, dizendo para não desistirem dos seus sonhos, e por sua vez, Vera Viel espalhou doçura e muito carinho para todas as crianças e foram retribuídos de igual modo. No momento, Vera Viel não conseguiu conter as lágrimas de tanta emoção e várias vezes lacrimejou, em entrevista, a esposa de faro explicou que se emocionou por ser mãe de filhas pequenas e da mesma idade que as crianças do lar, dizendo que já mais abandonaria as suas filhas por nenhuma circunstância.
O casal saiu do lar com a sensação de dever cumprido, e foram aplaudidos em pé pelas crianças como forma de agradecimento pelo amor e carinho que receberam.
* com entrada franca, o mais importante evento audiovisual sul-americano dedicado a temas socioambientais acontece de 31/05 a 13/06 em diversas salas de SP
* festival celebra a Semana Nacional do Meio Ambiente e o Dia Mundial do Meio Ambiente
* organização é da ONG Ecofalante
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Considerado como o mais importante evento audiovisual sul-americano dedicado a temas socioambientais, a 7ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambientaltem 28 títulos selecionados para a sua Competição Latino-Americana deste ano. Os prêmios serão de R$ 15 mil para o melhor longa e de R$ 5 mil reais para o melhor curta-metragem (filmes de até 60 minutos) eleitos pelo júri. Haverá ainda a entrega de um troféu para o melhor filme designado pelo público.
Estão representadas produções de oito países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Honduras, México e Peru. A competição recebeu novo recorde de inscrições, em um total de 383 filmes, de 18 nações da região.
A Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental celebra a Semana Nacional do Meio Ambiente e o Dia Mundial do Meio Ambiente (que se comemora no dia 5 de junho)e acontece de 31 de maio a 13 de junho em diversas salas da cidade de São Paulo, com entrada franca.
O evento ocupa o Cine Reserva Cultural, Centro Cultural Banco do Brasil, Espaço Itaú Augusta e o Circuito Spcine, além de diversos outros espaços, e é uma realização da ONG Ecofalante, do Ministério da Cultura, do Governo Federal, e da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo. É uma correalização da Spcine, da Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo e do Instituto Goethe. Tem patrocínio da Sabesp e Tigre, com apoio da White Martins, Kimberly-Clark e Pepsico e é possível graças à Lei de Incentivo à Cultura e ao Programa de Apoio à Cultura (ProAC).
Segundo a curadoria, a Competição Latino-Americana chega a sua quinta edição sinalizando, por um lado, questões socioambientais agudas da região e, ao mesmo tempo, o crescimento e a sofisticação de sua produção audiovisual voltada ao tema.
Entre os destaques da competição estáo curta-metragem colombiano “A Selva o Conhece Melhor que Você Mesmo”(de Juanita Onzaga, Colômbia/Bélgica), que focaliza dois gêmeos em busca de paisagens místicas na selva colombiana e foi vencedor do prêmio especial do júri da mostra Generation 14plus do Festival de Berlim, além de ter participado de eventos na Alemanha, Bélgica, Canadá, Espanha, Islândia, México e Suécia, entre outros países.
Já “Cidade Maia” (de Andrés Padilla Domene, México/França) é uma mistura de documentário e ficção científica que aborda um grupo de descendentes maias urbanos que operam um misterioso instrumento a fim de realizar uma pesquisa num sítio arqueológico, tendo sido selecionado para o prestigioso Festival de Roterdã e para eventos na Alemanha, Rússia, Suíça, Brasil, Croácia e Kosovo.
Transcorrido em um povoado mineiro na Bolívia, no qual um rapaz vai conhecer histórias obscuras sobre seu passado, “Velha Caveira” (Bolívia), do estreante Kiro Russo, se transformou no título boliviano mais laureado dos últimos anos, tendo vencido o Festival de Cartagena de Índias e conquistando o grande prêmio no IndieLisboa, o prêmio da crítica internacional para produções latino-americanas no Festival do Rio, o prêmio de melhor fotografia no Festival RiverRun (EUA) e menções especiais nos festivais de Locarno e BAFICI de Buenos Aires.
O longa-metragem peruano “Rio Verde, o Tempo dos Yakurunas” (de Alvaro Sarmiento e Diego Sarmiento, Peru) é guiado por cantos ayahuasca para promover uma jornada poética pelas profundezas da Amazônia, tendo sido lançado internacionalmente na seção Fórum do Festival de Berlim e premiado em festivais na Itália, Tailândia e na Venezuela, foi ainda selecionado em eventos nos EUA e Chile.
Premiado no Festival de Guadalajara, a Produção de Honduras “Berta Vive” (de Katia Lara, Honduras) aborda o assassinato da líder indígena Berta Cáceres e a luta contra a instalação de uma barragem em um rio sagrado para o povo Lenca.
Dois títulos representam na Competição Latino-Americana deste ano a produção argentina. “Corp” (de Pablo Polledri, Argentina), tem por tema a ambição, exploração do trabalho e poluição ambiental, tendo vencido o laureado como melhor animação nos festivais de Havana e Caostica (Espanha), entre outros prêmios. Por sua vez,“Fronteira Invisível”(de Nicolás Richat e Nico Muzi, Argentina) discute a Colômbia após o tratado de paz com as FARC e a atual corrida de latifundiários para aumentar sua produção de óleo de palma. A obra foi selecionada para eventos de 24 países, da Austrália aos EUA, da Argentina à Rússia, da Itália ao Peru.
Do Chile foram selecionados “O Eterno Retorno” (de Roberto Mathews, Chile) e “Terra Solitária” (de Tiziana Panizza, Chile). O primeiro é um ensaio colhido apósa catástrofe do incêndio da cidade chilena de Valparaíso em 2014 e foi vencedor do prêmio de melhor curta-metragem nacional experimental no Fesancor – Festival Chileno de Curtas-Metragens, além de ser selecionado para eventos na Argentina, Bolívia e Colômbia.“Terra Solitária” focaliza documentários filmados na Ilha de Páscoa há quase um século e revela que este destino turístico já foi uma prisão. A obra foi selecionada para festivais nos EUA, França, Espanha, Suíça, Portugal e Ucrânia, entre outros.
Brasil
A representação brasileira é integrada por 19 filmes, sendo oito deles longas-metragens.
Entre eles está “Dedo na Ferida”, novo filme do diretor Silvio Tendler (dos sucessos “Os Anos JK – Uma Trajetória Política”, “Jango” e “O Veneno Está na Mesa”). Aqui ele trata do fim do estado de bem-estar social, com milhões de pessoas peregrinando em busca de melhores condições.
Já “Baronesa” (de Juliana Antunes) acontece em um bairro na periferia de Belo Horizonte onde duas mulheres enfrentam os perigos da guerra do tráfico e as tragédias das chuvas. A obra conquistou, entre outras premiações, a de melhor documentário no Festival de Havana, prêmio do público no Festival de Marselha e o prêmio da crítica no Festival de Valdivia e na competição latino-americana do Festival de Mar del Plata. No Brasil, venceu a competição Aurora da Mostra de Tiradentes, o prêmio de melhor montagem e de melhor atriz na Mostra Internacional em São Paulo e de melhor filme e melhor roteiro no Festival de Vitória.
Exibido em première mundial na Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, “Sertão Velho Cerrado”, revela buscas alternativas empreendidas por moradores da Chapada dos Veadeiros para o desenvolvimento de sua região. A direção é assinada por André D’Elia, que venceu com “A Lei da Água” o prêmio de melhor filme pelo público da Competição Latino-Americana na 4ª Mostra Ecofalantede Cinema Ambiental.
A história da tribo indígena Krenak, desde a declaração da “guerra justa”, pelo rei português D. João 6º em 1808, até o desastre ambiental no Rio Doce, causado pela ruptura da barragem de minérios em Mariana, em 2015, está no longa-metragem “Krenak”. Atualmente, o povo reivindica uma revisão territorial de suas terras demarcadas com a adesão da área de Sete Salões – conjunto de cavernas considerado por eles terra sagrada –, além de seu direito à vida. A produção tem direção deRogério Corrêa, do longa “No Olho da Rua”.
Selecionado para os festivais Hot Docs (onde foi um dos 12 finalistas segundo o público), Guadalajara, Havana, Toulouse e Human Rights Human Wrongs (Oslo),“Estado de Exceção”é uma coprodução Brasil/Canadá dirigida por Jason O’Hara que focaliza, às vésperas da Copa do Mundo FIFA de 2014 e os Jogos Olímpicos Rio 2016, uma comunidade indígena urbana ameaçada de despejo. Filmado ao longo de seis anos, o filme retrata como, à medida que os megaeventos começam a ameaçar uma série de outras comunidades, os residentes se unem para lutar em defesa dos seus direitos constitucionais.
Em meio à maior crise hídrica da história de São Paulo, os realizadores Flavia Angelico e James Robert Lloyd promovem uma investigação sobre a gestão de recursos hídricos na cidade no longa “Agua Mole Pedra Dura”. Premiada no Festival Awareness, a produção foi ainda selecionada para os festivais de documentários deAtlanta e G2 Green Earth (ambos nos EUA) e para o Eco Film de Kuala Lumpur (Malásia).
Em “Espólio da Cidade”, a dupla de cineastas Paulo Murilo Fonseca e Andre Turazzi retrata a visão de seis pessoas que têm suas vidas relacionadas a edifícios tombados na cidade de São Paulo. Está presente a tensão entre memória e desenvolvimento urbano, além da complexidade das questões ligadas a preservação e a conservação do patrimônio arquitetônico da cidade.
Premiado como melhor longa-metragem baiano e vencedor do prêmio do público no Panorama Internacional Coisa de Cinema, “Quilombo Rio dos Macacos”, de Josias Pires Neto, mostra como aquela localidade enfrenta conflito pela propriedade da terra de uso tradicional, que é também reivindicada pela Marinha. Além de denunciar graves violações de direitos humanos, o filme registra processos de negociações e documenta aspectos culturais, simbólicos e características do território.
Completa a programação um total de 11 curtas e médias metragens brasileiros.
Obra selecionada para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, “Abigail” (de Isabel Penoni e Valentina Homem) focaliza a indigenista Abigail Lopes, que viveu em um ambiente masculino e formou-se imbuída dos princípios humanistas da ‘pacificação’
Dirigido por Fellipe Fernandes e protagonizado por Nash Naila (de “Tatuagem”), “O Delírio é a Redenção dos Aflitos” também esteve selecionado em Cannes, na seção Semana da Crítica.O enredo acompanha a última moradora de um edifício condenado e que precisa se mudar o mais rápido possível para salvar sua família. O filme foi ainda premiado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro como melhor direção, melhor roteiro e melhor direção de arte.
Na escuridão de uma boate, um cabeleireiro e uma bombeira tentam a sorte como cantores enquanto promovem sua carreira do estúdio para o palco. Este é o enredo de“Estás Vendo Coisas”, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, selecionado para o Festival de Berlim e vencedor do prêmio Canal Brasil no Festival de Vitória, além de ter sido selecionado para eventos no Canadá, Bélgica, Espanha, Inglaterra, Israel, México, Noruega, Portugal, Suécia, Turquia e Ucrânia.
Em “A Terceira Margem”, uma coprodução francesa dirigida por Fabian Remy, acompanhamos uma jornada pela região central do país em busca do passado de João Kramura, filho de sertanejos roubado e criado pela tribo Kayapó. A obra foi premiada pela Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema no É Tudo Verdade, recebeu o prêmio do melhor primeiro filme no Festival Traces de Vies (França) e foi selecionado para eventos nos EUA, França, Colômbia, Grécia e Taiwan
Uma personagem que foi expulsa de casa e precisa construir seu próprio barraco enquanto um projeto de expansão do maior porto da América Latina avança, não só sobre ela, mas sobre todos os moradores da Favela da Prainha (Santos, SP) está no centro de “Estamos Todos Aqui”. Dirigido por Chico Santos e Rafael Mellim, o curta foi selecionado para o Festival de Cartagena de Índias e venceu o prêmio de melhor curta-metragem brasileiro segundo o público no Festival Mix Brasil, além de ter sido eleito como o melhor curta-metragem pelo júri do Canal Brasil na Mostra de Tiradentes.
Uma história familiar da diretora Manuela Andrade está em foco no curta “Fantasia de Índio” quando ela resolve continuar as pesquisas de um tio que investigou suaascendência indígena.
A produção foi selecionada para os festivais Janela de Cinema do Recife, Mostra de Tiradentes, Mostra do Filme Livre e Mostra de Cinema Feminista.
Já “Histórias de Cumaru”, de Simone Giovine, aborda o cumaru, que era usada pelo povo Kayapó como remédio e hoje é utilizado para a produção de cosméticos. A obra já esteve selecionada para eventos nos EUA, Dinamarca, Itália e Bangladesh.
Psicóloga e coach de mães explica como pais e escola devem agir para averiguar o bullying
Há quem diga que seja coisa da atualidade. Outros dizem que viveram na pele, porém, ainda não havia uma nomenclatura para definir a situação. E, assim, o bullyingestá presente na nossa sociedade.
Segundo Isabela Cotian, psicóloga e coach de mães, os motivos que podem levar uma criança a praticar esses atos.
“Desde problemas em casa, em alguma área específica da sua vida ou uma forma de defensiva por sofrer o bullying. Todas estas situações podem fazer com que as crianças se sintam bravos ou vulneráveis”, explica.
Ela esclarece que isso pode acontecer a partir dos 3 ou 4 anos de idade, além de quando o pequenininho ingressa na escola.
Isso tudo porque é o momento em que ela começa a se socializar, criando afinidades ou discriminações com os demais.
“Antes desta idade é comum que as crianças utilizem comportamentos agressivos por estarem em desenvolvimento e não dominarem outras formas de expressão”, realça.
O que o bullying pode acarretar na pessoa?
Isabela alerta que quando não tratado, o bullying deixa marcas por toda a vida, inclusive na fase adulta. “A pessoa pode apresentar problemas de saúde, dificuldades sociais, consumo de substâncias, ansiedade, depressão, mau desempenho escolar e baixa estima”, conta.
De acordo com a psicóloga, essas agressões físicas e verbais podem deixar marcas por muito tempo na vida adulta, agravando problemas ligados à saúde, classe social e relacionamentos.
“E isso tanto nos que praticam o bullying como naqueles que sofreram isso”, complementa
Escola e pais: uma união necessária
A vida dentro de casa e no ambiente escolar são as bases para detectar e acabar com o bullying.
Isabela nomeia alguns fatores que possam ajudar aos pais a saberem se o seu filho está passando por essa situação, lembrando que isolados eles não caracterizam o ato em si:
– Isolamento;
– Machucados e arranhões sem explicações;
– Roupas e materiais estragados;
– Medo de ir à escola;
– Notas baixas;
– Mudança frequentemente no trajeto de ir para a escola;
– Falta de apetite ou apetite exagerado;
– Perda de objetos com frequência;
– Pouca convivência com os amigos da escola;
– Tristeza;
– Estresse e choro sem motivos aparentes;
– Mudança drástica de humor;
– Irritação;
– Dores de cabeça;
– Dores na barriga;
– Insônia;
– Pesadelo;
– Pensamentos suicidas.
“Primeiramente, os pais devem conversar e entender o que está acontecendo. E se existe uma relação próxima entre pais e filhos, facilita muito esse processo”, ressalta a coach de mães.
Ela salienta que trabalhar em parceria com a escola é fundamental para que ambos tenham diretrizes para acompanhar o autor e a vítima.
Estar aberto ao diálogo ou proporcionar dinâmicas que facilitem a abordagem do tema também são caminhos que dão certo.
“Utilizar meios como livros sobre o tema, abordando a história a abrindo para reflexões, dramatizar situações para analisar com quem a criança se identifica e proporcionar jogos cooperativos, para observar como o pequenino reage diante te tudo, são maneiras de averiguar o problema”, finaliza Isabela.
O projeto Vibrar com Parkinson foi idealizado por Danielle Ianzer, portadora da doença, que através dessa iniciativa esclarece dúvidas sobre essa patologia.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença afeta 1% da população mundial, cerca de cinco milhões de pessoas. A estimativa é que no Brasil afete 0,3% da população, cerca de 600 mil pessoas.
Mesmo a patologia sendo a segunda doença neurodegenerativa em número de casos, ficando atrás somente do Alzheimer, no Brasil, ela ainda é relacionada penas a idosos. Dados publicados em revistas científicas indicam que cerca de 10% dos diagnósticos são em pessoas com idade inferior a 45 anos (Parkinson de ínício precoce ou Parkinson jovem).
Em 2014 foi criado o projeto Vibrar com Parkinson, idealizado pela cientista e pesquisadora Danielle Ianzer. Isso porque, quase ninguém sabe que os jovens podem desenvolver essa disfunção. A finalidade do projeto é auxiliar pacientes, familiares e cuidadores na manutenção do bem-estar e da qualidade de vida, através de divulgação e difusão de informações sobre tudo que envolve a questão: Tratamentos, remédios, pacientes e etc.
Aos 36 anos, Danielle recebeu o diagnóstico de Parkinson. A cientista começou a perceber os sintomas motores quando tinha 30 anos. Nesses seis anos foram inúmeras visitas a diferentes médicos, muitos exames e alguns diagnósticos errados, até que o quinto neurologista identificou a patologia. Pelo fato do Parkinson ser degenerativa, a demora no diagnóstico favorece a evolução da doença e prejudica o quadro do paciente. Por essa razão é o conhecimento é primordial.
O site do projeto www.vibrarcomparkinson.comesclarece muitas dúvidas, assim como as redes sociais e o canal no youtube. O projeto também realiza palestras e seminários com a participação de profissionais especializados em Parkinson, destinados pacientes, familiares e cuidadores.
A doença foi descoberta por Dr. James Parkinson, em 1817, sendo chamada de Paralisia Agitante. Anos após a morte de James Parkinson, o neurologista Jean-Martin Charcot homenageou o médico, sugerindo o nome de Doença de Parkinson.
A patologia pode causar diversos sinais e sintomas, os quatro principais e importantes para definir o diagnóstico são: Lentidão, Tremores, Rigidez e alteração postural. Ainda sem cura, pode ser tratada com diferentes abordagens que incluem: medicamentos, cirurgia, terapias, atividade física.
“A informação é o melhor remédio”!
Mais informações: Maria Pericás: 21 98282-8303 Daniele Ianzer, fundadora do projeto e o ator Raphael Montagner , padrinho do projeto.
O produtor João Luiz Azevedo dá continuidade ao seu projeto SAUDADE NÃO TEM IDADE onde apresenta na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana, shows de grandes artistas do passado e do presente como Agnaldo Timóteo, Ângela Maria, João Roberto Kelly, Claudette Soares, Claudinha Telles, Maria Alcina, Cida Moreira, The Fevers, Eliana Pittman, Berta Loran,
Tributo ao Gonzaguinha e ao Ray Conniff
. Dia 06/06 será a vez da cantora Joanna apresentar seu show “De Volta ao Passado”, dia 09/06 será a vez do recital “De Bach a Pixinguinha” com o grande pianista Arthur Moreira Lima, dia 10/06 Wanderley Cardoso apresentará o show “Jovem Guarda para Sempre”; o “Rei das Marchinhas” João Roberto Kelly fará show comemorativo aos seus 80 anos de idades, no dia do seu aniversário, dia 24/06, dia de São João, com as participações luxuosíssimas de Eduardo Dussek e Neguinho da Beija Flor.
No dia 12/07, o projeto SAUDADE NÃO TEM IDADE orgulhosamente apresentará o show TRIBUTO AO ABBA e no dia seguinte, 13/07, o TRIBUTO AO RAY CONIFF.
Na próxima semana será a vez do cantor e Compositor CARLOS COLLA
apresentar
seus sucessos em show intimista, apenas com acompanhamento de seu violão, no dia 16 de maio/2018 – 4af 19h – na Sala Baden Powell ( Av. Nossa Senhora de Copacabana 360 ), com ingressos a R$ 50,00 / R$ 25,00 ( meia ).
“Senta, se acomoda à vontade, tá em casa, toma um copo. Dá um tempo que a tristeza vai passar”. (Verdade Chinesa)
Esta sensação intimista, de explicar os sentimentos através de palavras acompanhadas de melodias fascinantes relembram as emoções sentidas ao escutar cada música do ‘mestre’ Carlos Colla. É como uma viagem do tempo na história da música.
Assim como as músicas vieram ao mundo, o show – CARLOS COLLA AO VIVO – será uma exposição ao vivo das canções do poeta que mais fizeram sucesso na voz de Roberto Carlos, Chitãozinho e Chororó, Menudo, Tim Maia, Alcione, Legião Urbana, Emilio Santiago, Daniel, Bruno e Marrone, Zezé de Camargo e Luciano, Sandra de Sá e Leonardo.
Colla chega aos 73 anos ( completa 74 anos em 05 de agosto ) trazendo em sua bagagem toda uma história de vida contada através da música.
O Show inédito que apresentará na Sala Baden Powell, no dia 16 de maio/2018, é uma emocionante viagem musical, onde o compositor Carlos Colla reúne alguns dos seus sucessos eternizados pelas vozes do melhor da nossa MPB
Carlos Colla apenas com seu violão, presenteia o publico em um show repleto de sucessos.
No repertório, só sucessos, canções que a platéia ama e canta junto com ele:
Faz de Conta (Minellono e S. Cutugno – vs. Carlos Colla)
FalandoSério (Mauricio Duboc e Carlos Colla)
HojeANoiteNão Tem Luar (A. Monroy Fernandez/ C. Villa De La Torre – vs. Carlos Colla)
Sonho Lindo (Mauricio Duboc e Carlos Colla)
Que Era Eu (Elias Muniz e Carlos Colla)
Teu Caso Sou Eu (Mauricio Duboc e Carlos Colla)
Eu Acho Que Estou Perdendo Você (Gastão Lamounier e Carlos Colla)
Vidro Fumê (Kaliman Chiappini e Carlos Colla)
Bye Bye Tristeza (Marcos Valle e Carlos Colla)
Estou Apaixonado ( Estefano e Donato- vs. Carlos Colla)
Pede a ela (Ed Wilson e Carlos Colla)
Solidão (Chico Roque e Carlos Colla)
VerdadeChinesa (Gilson e Carlos Colla)
Além da Cama (Michael Sullivan e Carlos Colla)
Meu Vício É Você (Chico Roque e Carlos Colla)
4 Semanas De Amor (Gary Col e Peter Udell – vs. Carlos Colla)
Bijuteria (Chico Roque e Carlos Colla)
Meu Disfarce (Chico Roque e Carlos Colla)
Na Hora Do Adeus (Chico Roque e Carlos Colla)
Fogão de Lenha ( Xororó, Mauricio Duboc e Carlos Colla)
Você Vai Ver (Elias Muniz e Carlos Colla)
Sonho Por Sonho (Chico Roque e Carlos Colla)
Imagens do Show que comemorou os 50 anos de carreira artistica:
Dia 16 de maio /2018 4af 19h Livre para Todas as Idades Preço dos Ingressos: R$ 50,00 / R$ 25,00 ( meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima dos 60 anos + moradores de Copacabana + Usuários do MetroRio)
Democrático, o Teatro Rival Petrobras abre o microfone para todas as vozes, incluindo as das minorias de gênero. Por isso, todo mês Rival Rebolado e seu lacrador concurso de drag queens, drag kings e transformistas, que vem elegendo, anualmente, a Rainha da Cinelândia. Em maio, a edição do espetáculo vai comemorar os 100 anos do Chacrinhano dia 9, quarta-feira, a partir das 19h.
A ideia é levar o Cassino do Chacrinha para o palco. Karina Karão representará o apresentador numa super-homenagem drag, com direito a chacretes, interpretadas pelas “rolescas”, e calouros buzinados. Aliás, essa é uma novidade. O karaokê, que abre sempre o Rival Rebolado, vai acontecer dentro do espetáculo, como se fosse o famoso Show de Calouros. Vamos ver quem vai faturar o “troféu abacaxi”!
No elenco estão Fabiano de Freitas, Leandra Leal, Luís Lobianco, Delirious Fenix, Chayenne F, Eber Ignacio, Iara Nixie, Karina Karão, Letícia Guimarães e Sidnei Oliveira.
O Rival Rebolado idealizado por Alê Youssef, Leandra Leal e Luís Lobianco vem movimentando a cena transformista carioca com suas edições mensais no teatro desde 2016. O espetáculo tem a missão de resgatar a tradição do Teatro de Revista, caracterizado por esquetes, musicais debochados sobre assuntos do momento – e também que já caíram no esquecimento e precisam ser relembrados, vedetes, burlescas, sátiras ácidas e bem humoradas sobre os acontecimentos mais marcantes do país e do mundo, o RIVAL REBOLADO promete causar alvoroço com suas apresentações contestadores e ousadas.
E no dia 9, também tem a segunda etapa do concurso de Drag Queens, Drag Kings e Transformistas que elege todos os anos a Rainha da Cinelândia está recebendo inscrições pelo e-mail rivalrebolado@gmail.com.
Serviço
Teatro Rival Petrobras –Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia. Data: 09 de maio (Quarta). Horário: 19h. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Ingressos: Setor A e B – R$ 30 (inteira), R$ 15,00. Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h
*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública
Evento que acontece desde 2014 no Rio, Carioquíssima chega pela primeira vez em Niterói com edição especial Dia das Mães
Sábado, 12 de maio no MAC
A Carioquíssima agrega uma turma apaixonada pelo que faz, da moda ao design, passando pela gastronomia e pelas cervejas artesanais. Desde 2014 ela acontece em diversos pontos turísticos do Rio de Janeiro – como a Praia Vermelha e Lagoa Rodrigo de Freitas – e pela primeira vez aporta em Niterói, também em um dos mais famosos pontos turísticos da cidade, o Museu de Arte Contemporânea, aberto em 1996 e projetado por Oscar Niemeyer.
A data de estreia da Carioquíssima em Niterói não poderia ser mais especial: 12 de maio, véspera de Dia das Mães, uma ótima oportunidade de comprar presentes, sejam eles roupas, decoração, bijuterias, cervejas, etc. que serão oferecidos por aproximadamente 60 expositores do Rio e de Niterói e região.
“Todos os expositores que trabalham na Carioquíssima tem suas histórias de como chegaram nela. Nestes 4 anos de existência conseguimos criar uma grande rede de artistas, artesãos e pessoas conectadas por grandes ideias e por um estilo de vida parecido com o que a gente acredita. Chegar em Niterói será importante para aumentarmos essa rede”, diz Nathalie Al Jalali, curadora e realizadora do evento ao lado dos irmãos André e Marcelo Costenplatte.
O evento, que por onde passa conquista o público que se identifica com a exclusividade dos produtos oferecidos, já está em sua 24a. edição e tem tudo para se firmar em Niterói, cidade que tem vários ‘players’ da economia alternativa. O intuito da Carioquíssima é dar todo o suporte para as marcas emplacarem, por isso ela vem a cada ano conquistando mais público e espaços para acontecer.
O local escolhido, o MAC, é emblemático pela sua exuberância, contemporaneidade, potência e beleza, o que tem tudo a ver com o que o evento oferece. “Sem falar que as pessoas que adoram fazer selfies vão se deleitar pois o lugar é ‘campeão’ no visual, vale fazer o registro e dar de presente para a sua mãe”, diz Nathalie.
Serviço:
Carioquíssima #24 em Niterói
Edição Dia das Mães
Sábado, dia 12 de maio, de 10h às 19h
@
MAC Niterói – Museu de Arte Contemporânea de Niterói
Mirante da Boa Viagem, s/nº – Boa Viagem
Niterói – RJ, 24210-390
A DJ Ilka Oliver está bombando após ser a primeira a criar uma track inspirada na música “Bella Ciao”, trilha sonora da série “La Casa de Papel”. Depois dela outros copiaram a ideia, mas sem o mesmo sucesso.
“A música foi hino da resistência italiana contra o fascismo de Benito Mussolini e das tropas nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Essa referência aparece na série, sendo revelada pela personagem Tóquio (Úrsula Corberó), ao falar do mentor do assalto”, explica Ilka Oliver.
“A vida de Professor girava em torno de uma única ideia ‘Resistência’. Seu avô, que tinha ficado ao lado dos ‘partigiani’ (como são chamados os heróis da resistência antifascista na Itália) para derrotar os fascistas na Itália, lhe havia ensinado essa música e depois ele nos ensinou”, diz a personagem Tóquio em uma cena.
Na última quarta-feira, dia 25, quando a Itália celebrava 73 anos de sua libertação do nazifascismo, a música foi entoada em diversas cidades do país. Mas a origem de “Bella Ciao” pode ser ainda mais antiga. Alguns sugerem que a melodia é uma adaptação de uma canção Klezmer, um gênero que emerge da tradição musical de judeus asquenazes, da Europa Oriental. Mais especificamente de “Oi Oi di Koilen”, do acordeonista ucraniano Mishka Ziganoff, que foi gravada em Nova York em 1919.
O sucesso de Ilka Oliver é ainda mais relevante se compararmos com Alok, que fez um remix da música “Fuego!”, tema da série “Narcos”. É importante ressaltar que Alok tem apoio da mídia porque é homem e a indústria de EDM (Electronic Dance Music) é machista.
“Dei continuidade ao sucesso da música ‘Bella Ciao’ e resolvi fazer o remix aproveitando o sucesso da série. É uma track com bastante swing, limpa e tem bastante personalidade por causa do tenor na música. Foi produzida com instrumentos latinos e tive a ajuda do produtor carioca João Phelippe, do projeto JPHilipps”, explicou Ilka Oliver.