KADU MOLITERNO: ESTOU SENDO CRUCIFICADO EM UM PROCESSO

JÁ RESOLVIDO. SE NÃO ME DEFENDER VOU FICAR SEM EMPREGO E MARCADO PARA SEMPRE

“Estou sendo crucificado sem piedade em um processo já resolvido e passível de processo por danos morais. Quero ser avaliado pelo talento e pelos trabalhos realizados nos 49 anos de carreira e não por um acontecimento na vida pessoal ou por uma falta de sorte por ter acontecido no momento errado. Por ser uma personalidade pública, isto é um prato cheio para mídia”, afirma o ator de 65 anos.
“A revista Veja, ao comentar o caso do juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos, fez uma comparação com o caso do Kadu de uma maneira inapropriada. Esse caso do Kadu já foi processado e encerrado. Não há razão para que órgãos da imprensa fiquem fazendo comparações a outros casos atuais. Como se trata de um artista, com certeza absoluta a revista infringiu a proteção à imagem, a proteção à moral, dignidade e até ao lucro cessante. Cabe ao Kadu responsabilizar a revista Veja por essa comparação infeliz, por novamente tocar nesse assunto de maneira irregular, inapropriada e pedir uma reparação por dano moral, por dano à sua imagem que vem junto com o lucro cessante, mostrando que com isso ele está perdendo oportunidades de trabalho e que não existe razão que justifique a revista mencionar um caso que ocorreu há 12 anos. De uma forma que denigre o próprio ator, a própria pessoa, que já foi decidido pela justiça. Então cabe um pedido de direito de resposta no mesmo espaço na revista. Se a revista negar, o Kadu então vai usar do Judiciário para a sua proteção e de seus direitos. Assim como ele fez em relação à Luana Piovani, em relação à outros casos, à outros órgãos da imprensa. Não podem esses órgãos da imprensa em qualquer assunto que venha a público referente à violência doméstica, violência contra a mulher, buscar o caso do Kadu Moliterno como comparação. Isso é irregular, ilegal, atinge, fere o direito à imagem, ao trabalho, ele está em plena atividade laboral, então isso o atrapalha gerando lucro cessante”, explica o Dr. Jonas Tadeu Nunes, advogado de Kadu Moliterno.
“Me sinto como se tivesse preso por 12 anos e agora chegou a hora de falar e lutar por liberdade!”, diz o ator.
“Na época não quis entrar na polêmica nem responder na imprensa. Não quis me defender e contar o que realmente havia acontecido por respeito à mãe dos meus filhos, para preservar a família, as crianças na escola e no seu convívio social. O meu desejo sempre foi manter a família unida e consegui pois vivemos em harmonia. Mesmo que para isso fosse me prejudicar. Agora vejo que tenho que mexer na ferida e acabar de vez com isso. Sempre evitei falar nesse assunto que na verdade me deixa doente, mas agora depois de 13 anos percebo que se não me defender vou ficar sem emprego e marcado para sempre”, completa ele.
Vale lembrar que a atriz Luana Piovani foi intimada a ir à 42ª Delegacia de Policia Civil, no Recreio, no Rio de Janeiro, para dar satisfação sobre as palavras de difamação e injúria contra o ator Kadu Moliterno ditas por ela em seu canal no YouTube no dia 3 de abril de 2017. Ao compará-lo com o goleiro Bruno, ela foi processada. Assista: https://www.youtube.com/watch?v=xJN6ovTrgxE
“É um absurdo carregar essa imagem e que as pessoas e imprensa possam lançar mão do meu nome como exemplo. Estou casado com Cristianne Moliterno há 3 anos e meio e levamos uma vida de amor a harmonia. Só desejo paz para poder trabalhar e temos o direito de sermos felizes em família!”, diz Kadu Moliterno.
“Viver em paz é o que todos nós seres humanos queremos. Todos somos passíveis de erros e acertos. O belo da vida está justamente na oportunidade que todos temos de reconhecer, virar a página e recomeçar. Ninguém pode julgar. Atirar a primeira pedra. Chega de crueldade. Tocar na ferida alheia. Que sejamos gentis. Só quem convive com meu esposo sabe o quanto ele é paciente, calmo, resiliente. Uma pessoa de coração enorme. Alegre, engraçado, do bem. São 12 anos que separam este fato infeliz, retratado, julgado e resolvido, dos dias de hoje. 12 anos de tentativa de ser feliz. Tenho vontade de protegê-lo de tudo isso. E o que está em minhas mãos é atestar que em cada dia a seu lado aprendi que existe pessoa de alma boa, idônea, tranquila e que faz de tudo para viver em harmonia”, destaca Cristianne Moliterno.

 

Muntchako é a segunda atração do Festival Levada dias 17 e 18 de maio no Teatro Ipanema  
 Trio brasiliense se destaca pela mistura de ritmos em show para dançar

Festival segue em junho e julho ocupando palcos no Centro e na Tijuca

O Festival Levada deu seu pontapé inicial com show do Kassin – dias 10 e 11 de maio  – e agora segue com sua “Babel musical”, no Teatro Ipanema no mês de maio. Na segunda semana é a vez do trio Muntchako, que chega de Brasília para mostrar seu pop instrumental, que mistura forró, ska, rock, funk e até tango. Os shows acontecem dias 17 e 18 de maio, quinta e sexta, às 21h.

Em 2015, Samuel Mota (guitarra, banjo, programação e synths), Rodrigo Barata (bateria e samplers) e Macaxeira Acioli (percussão e samplers), trouxeram suas experiências em outros projetos – Sistema Criolina, Jah Live e Cabruêra, respectivamente – e se uniram em torno da vontade de fazer uma música sem fronteira, com uma variedade de ritmos e batidas.  O resultado foi o Muntchako (Mundiais Tchatchatchas Nocauteadores), que proporciona um caldeirão efervescente de “porradas sonoras” que impedem o público de ficar parado.  Bateria, percussão e guitarra, somados a synthis e samplers se harmonizam e resultam em uma mistura irresistível, “pra balançar o esqueleto”.

O cartão de visitas do Muntchako foram os dois singles de estreia: o remelexo suado “Coqueirinho Verde” e o narcotango batidão “Cardume de Volume, que contou com a participação especial da funkeira carioca Deize Tigrona. A música chamou a atenção da crítica e valeu o convite para abrir os shows das bandas Hypnotic Brass Ensemble e Orquestra Voadora, no Circo Voador.  Em 2017, eles lançaram o primeiro CD independente, que levou o nome da banda com produção de Curumin e ilustrações de Shiko, grande artista paraibano. Com o novo trabalho pronto, o trio botou o pé na estrada, participando de vários festivais, no Brasil e na Colômbia.

Para o festival, a banda montou um repertório que reúne músicas já consagradas pelo público, as novidades do primeiro CD, como as músicas “Golpe” – numa alusão ao momento atual -, o funk rock afro “Emojubá”, “Rebola Chimbinha”, “Soc pow tum” e “Vitamina central”, entre outras.  A expectativa é boa para o show.

– O Levada tem uma trajetória de muitas bandas e artistas de qualidade que já passaram pelo projeto. É muito bom compor esse mosaico musical com tanta gente bacana”, afirma Rodrigo.

A sétima edição do Festival Levada segue até o final de julho apresentando bandas e cantores das cinco regiões do país, divididos entre Teatro Ipanema (até 25 de maio, às 21h), no Teatro SESI (de 7 a 29 de junho, às 19h), no Centro; e no Centro da Música Carioca (de 5 a 27 de julho, às 20h), na Tijuca. Dessa forma, o festival chega em três regiões da cidade: Zona Sul, Centro e Zona Norte, um desejo antigo do idealizador, Julio Zucca, sócio da Zucca Produções e coordenador geral do Levada.

Com shows às quintas e às sextas-feiras, em horários variados, e ingressos a preços populares (R$ 20 e R$ 10 para quem paga meia entrada), o Festival Levada tem patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi – por meio da Lei de Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro – Lei do ISS.

Programação Levada 2018

TEATRO IPANEMA (Rua Prudente de Moraes, 824, em Ipanema).
Shows às 21h:

  • Dias 17 e 18 de maio – Muntchako (Brasília, DF)– O trio brasiliense faz um som instrumental, uma mistura de elementos africanos, brasileiros e latinos e traz ao Levada o repertório do seu primeiro e homônimo álbum, produzido pelo Curumin.
  • Dias 24 e 25 de maio – Illy (Salvador, BA)– Cantora baiana, radicada no Rio de Janeiro, lança “Voo longe”, produzido por Kassin e Moreno Veloso, com músicas de Arnaldo Antunes, Djavan, Capinan, Chico César e Jonas Sá, entre outros.
  • Dias 31 de maio e 1o de junho – Trombone de Frutas (Curitiba, PR)– A banda, que faz uma mistura muito interessante de vários gêneros, do rock ao jazz, virá lançar “Chanti Alpïste “, o  seu primeiro álbum.TEATRO SESI (Av. Graça Aranha, 1, no Centro). Shows às 19h:
  • Dias 7 e 8 de junho – A Banda Mais Bonita da Cidade (Curitiba, PR)– Liderada pela vocalista Uyara Torrente, a banda lançou o seu terceiro álbum, “De cima do mundo eu vi o tempo” (2017), com a participação de Felipe Ventura.
  • Dias 14 e 15 de junho – Alzira E (Mato Grosso do Sul, MS) – Parceira de Itamar Assumpção, irmã de Tetê Espíndola e mãe de Iara Rennó, a artista lançou “Corte”, eleito por boa parte da crítica como um dos melhores discos do ano passado.
  • Dias 21 e 22 de junho – Laura Lavieri (São Paulo, SP)– A cantora que despontou no primeiro disco de Marcelo Jeneci, dividindo vozes, agora lança “Desastre Solar”, o seu primeiro álbum, produzido por Diogo Strausz, com músicas inéditas de Gui Amabis, Jonas Sá, Fernando Temporão e Marcelo Jeneci, entre outros.
  • Dias 28 e 29 de junho – Mulamba (Curitiba, PR)– O sexteto feminino que combina sonoridades e traz, em seu discurso, questões sociais e de empoderamento feminino, virá cantar no Rio pela primeira vez.

CENTRO DA MÚSICA CARIOCA ARTUR DA TÁVOLA (Rua Conde de Bonfim, 824, na Tijuca). Shows às 20h:

  • Dias 5 e 6 de julho – Ayrton Montarroyos (Recife, PE) – Além de compositor, Ayrton se destaca como um dos mais interessantes intérpretes da nova geração. Lançou seu primeiro disco em 2017, mesmo ano em que teve uma passagem bastante elogiada pelo programa The Voice.
  • Dias 12 e 13 de julho – Luê (Belém, PA)– Lançou no final de 2017 o seu segundo disco, “Ponto de Mira”, com sonoridade mais eletrônica e produção de Zé Nigro, braço direito de Curumin.
  • Dias 19 e 20 de julho – Romulo Fróes (São Paulo, SP) – Integrante do quarteto Passo Torto, é considerado um dos principais compositores paulistanos e prepara novo álbum de inéditas. Lançou um disco em homenagem ao sambista Nelson Cavaquinho, uma compilação de músicas suas gravadas por mulheres e um disco com o cantor mineiro César Lacerda.
  • Dias 26 e 27 de julho – Pietá (Rio de Janeiro, RJ) – Formado por Frederico Demarca, Rafael Lorga e pela cantora potiguar Juliana Linhares, o trio mistura vários elementos da música popular brasileira e lança o seu segundo álbum, “Leve o que quiser”, com participações de Chico César, Claudio Nucci e Carlos Malta.

Um pouco mais sobre o Levada

Nas seis edições anteriores, o Levada apresentou 88 artistas, que se apresentaram para um público de mais de 12 mil pessoas. Pedro Luís, Siba, Lucas Santanna e Lirinha são alguns dos artistas mais famosos que já passaram pelo Levada, que também trouxe artistas que estavam prestes a despontar, como Ellen Oléria, Filipe Catto, Márcia Castro e Boogarins. Isso sem falar nas descobertas de Phill Veras, Aíla, Brunno Monteiro, Jaloo e César Lacerda.

 

Instituto  Pancieri utiliza Simulação Realística como metodologia de ensino 
Estar preparado para situações de conflitos e saber dar feedbacks assertivos estão entre os requisitos de um bom profissional, independentemente de sua área de atuação. Ao aprender com erros em um cenário real e totalmente controlado, os profissionais estarão melhor preparados para uma situação real. Ter um instrutor especialista contribui expressivamente neste processo

Você acredita que um treinamento prático de habilidades técnicas e comportamentais garantem mais qualidade no desempenho dos profissionais? Os fundadores do Instituto Pancieri, Ana Paula Loreto e Alexandre Belico, sim. Por isso, desde 2015, investem em programas de Life Coaching, Executive Coaching, Mentoring, Consultoria e Treinamentos de Liderança que transformam comportamentos em alta performance.

“O que nos motivou a trabalhar com o comportamento humano foram as transformações que aconteceram conosco a medida que passamos a ter contato com as ferramentas que apoiavam o autodesenvolvimento, a autodescoberta e o aprofundamento da autoconsciência. Quando buscamos nos desenvolver usando estes recursos e observamos resultados concretos, ficamos encantados”, compartilha Ana Paula, Master Coach, especialista em PNL , Professora convidada do Hospital Albert Einstein.

Somado a esta experiência, Ana Paula e Alexandre, Master Coach e analista comportamental, também perceberam que a ciência produzia estudos e evidências significativas sobre métodos capazes de impactar hábitos e performance, sendo uma delas a metodologia ativa de ensino chamada Simulação Realística Comportamental.

“Apesar de ainda haver resistência com os custos em educação corporativa, há uma consciência maior sobre o impacto desta ferramenta na melhoria dos processos. Há uma busca constante por novas formas de treinar as equipes e a tentativa de medir estes resultados. Nosso diferencial é utilizar das metodologias ativas de ensino, já demonstrada por diversas pesquisas, o seu potencial de transformação”.

Simulação Realística Comportamental

O método, originário da aeronáutica, promove o desenvolvimento das capacidades metacognitivas (habilidade de refletir sobre sua própria capacidade e estado mental) para um aprendizado contínuo e progressivo, tanto de aspectos técnicos quanto comportamentais.

Utilizado em diversos seguimentos, principalmente por empresas que se preocupam com inovação, qualidade e segurança, a Simulação Realística permite erros em ambientes controlados, pautado em casos reais e customizados de acordo com a realidade de cada organização.

Após a Simulação, ocorre o debriefing, discussão em grupo que permite a consolidação dos saberes construídos durante a experiência com o apoio de um instrutor especialista no tema.

O Instituto Pancieri tem sede em São Paulo, mas atende em todo o Brasil, e conta com atividades desenvolvidas em Palmas (TO), Vitória e Cariacica (ES), Porto Alegre (RS) e Grande São Paulo. Além de oferecer o que há de mais avançado em tecnologia comportamental, contam com instrutores capacitados e credenciados, especialistas em avaliação de perfil comportamental.

Perfil
Ana Paula Loreto Pancieri
Fundadora do Instituto Pancieri, possui Extensão na Universidade de Ohio (EUA) sobre Gestão de Conflitos. Pesquisadora e Mestre em Enfermagem pela FICSAE (Hospital Albert Einstein) com linha de pesquisa em liderança. Analista comportamental, possui formação em Coaching com mais de 500 horas em atendimentos, além de MBA em Gestão pela FGV, formação em PNL e Mentoring. Enfermeira e professora, com mais de 10 anos de experiência como Líder e Gestora de equipes.

Alexandre Belico

Fundador do Instituto Pancieri, possui Extensão na Universidade de Ohio (EUA) sobre Gestão de Conflitos. Pesquisador e Mestre em Administração de Empresas pelo Centro Universitário da FEI-SP. MBA em Gestão pela FGV, Analista Comportamental, Coach, além da formação em Mentoring e PNL. Engenheiro, conta com mais de vinte anos de experiência no segmento Empresarial e Corporativo.

Sede
Rua Estado Unidos, 242, Jardim Paulista – São Paulo
Site: www.institutopancieri.com.br
Assessora de Imprensa Clarice Tatyer
Telefone: (11) 98040-3393
E-mail: contato@institutopancieri.com.br

Sucesso estrondoso nos anos 1980, banda de pop rock apresenta o “Baile do Yahoo”

Quem viveu os tempos de ouro da música brasileira na década de 1980 certamente vai se lembrar da banda Yahoo, que fez sucesso arrebatador com seu pop rock. Naquela efervescência musical, foi praticamente impossível passar imune aos hits “Mordida de Amor”, “Caminhos de Sol”, “Anjo”, “Hey Jude”. E é essa memória que vem à tona no“Baile do Yahoo”, no dia 09 de junho, sábado, às 20h, com repertório oitentista preparado para a Lona Cultural Carlos Zéfiro, em Anchieta. O show terá abertura com a banda Fato a Mano.

Formada atualmente por Zé Henrique (baixo, violão e vocal), Rodrigo Novaes (guitarra, violão e vocal), Ricardo Aspira (guitarra, violão, teclado e vocal) e Marcelão (bateria, percussão e teclado) o show celebra os 30 anos de carreira do grupo e traz no set list hits que marcaram os anos 1980, 1990 e 2000 como: A Águia E O Falcão, Sonífera Ilha, Ciúme, Medley Stones, Caminhos De Sol, Hey Jude, Anjo, Tempos Modernos, Radio Blá, Beth Balanço, Beatles, Carla, Especial Acústico, Mordida de Amor,  Benjor, Tim Maia. O espetáculo é pra cantar, se emocionar, dançar e pedir bis!

Fundada em 1988 por Robertinho de Recife (guitarrista), a banda Yahoo e ficou conhecida por fazer versões de clássicos do rock internacional com letras em português, como foi o caso de “Hey Jude” (The Beatles), “Anjo” (Angel, do Aerosmith) e “Mordida de Amor” (Love Bites, de Def Leppard). Com isso, o grupo virou referência nas trilhas sonoras das produções de novela da TV Globo onde emplacou mais de 10 temas. Em 1996 a banda saiu de cena, mas não sai da memória dos fãs. Então, em 2006 a banda voltou, lançou novos trabalhos e seguem fazendo shows pelo Brasil.

Serviço

Lona Cultural Carlos Zéfiro – Estrada Marechal Alencastro, 4113 – Anchieta, Rio de Janeiro. BAILE DO YAHOO. Data: 09 de junho, sábado. Horário: 20h. Duração do show: 90 minutos. Classificação indicativa: 14 anos. Capacidade: 320 lugares. Contato:lonazefiro.cultura@gmail.com. Informações: 2148-0813. www.facebook.com/lonacarloszefiro Ingressos: R$ 30,00 (no dia na bilheteria), R$ 25,00 (antecipados até a véspera do show na bilheteria). Bilheteria da Lona: de terça-feira a domingo, das 11h às 19h.

Podemos ou não comer antes de dormir?
Um dos mitos mais difundidos entre as pessoas é que não podemos comer antes de dormir. Há pessoas até que falam especificamente que a partir das 20h ou 21h é proibido se alimentar. Mas afinal: o que há de verdade nisso?
“Não é a hora em que você come, mas sim o que você come! A teoria do ‘não coma à noite’ parece bastante lógica à primeira vista, afinal quanto mais cedo você consome calorias, mais tempo você tem para queimá-las ao longo do dia. Alguns estudos descobriram que, em alguns casos, adultos saudáveis queimam menos calorias digerindo uma refeição à noite do que durante o dia. No entanto, sempre é importante que tenhamos em mente, ao interpretar estudos como este, que muitos deles são feitos em populações muito específicas, portanto, os resultados podem não ser aplicáveis a todos”, afirma a coach e atleta Renata Spallicci.
A morena de 35 anos que também é fisiculturista diz que comer à noite pode ser contraproducente para o corpo se for a única refeição do dia ou se a pessoa economizar todas as suas calorias para o lanche da noite: “Se a pessoa for ensinada a comer a cada três ou quatro horas para maximizar a síntese de proteínas, então por que mudar essa rotina no final do dia? Temos que sempre levar em conta os hábitos de cada pessoa antes de dar veredictos, tais como o ‘nunca coma depois das 20h!’. Comer muito próximo à hora de dormir pode sim aumentar os níveis e a resistência à insulina e níveis elevados de insulina fazem com que você armazene gordura em vez de queimá-la”.
Pesquisas mostraram que as mulheres que, por quatro semanas, comiam um lanche na hora de dormir, mas também se exercitavam três dias por semana, não observaram aumento em seus níveis de insulina.
“Logo, se você pratica exercícios com regularidade, a hora da sua última refeição não importa tanto assim. Por isso é mais importante se concentrar no que você come à noite do que na hora em que você come. O grande segredo para a comida noturna está em escolher os alimentos certos. Assim, você vai  manter seu corpo em um estado anabólico e preparar o terreno para o crescimento muscular e recuperação ideais durante o sono. A melhor aposta para um lanche noturno é proteína. Whey é o tipo mais comum encontrado em suplementos de proteína, mas a caseína é tradicionalmente considerada a melhor para consumir antes de dormir. Ela é liberada no estômago e absorvida na corrente sanguínea mais lentamente do que o soro do leite, tornando-a ideal para o anabolismo prolongado durante a noite de sono”, detalha a Top 5 do mundo nas categorias ‘Diva Fitness Model’, ‘Diva Fitness Model +35’ e ‘Diva Figure Model’ no WBFF Los Angeles, nos Estados Unidos.
Pesquisadores na Holanda mostraram que consumir 40 gramas de caseína pós-exercício até 30 minutos antes do ato de ir dormir resultou em maior síntese de proteína muscular. Mais recentemente, um estudo no Journal of Nutrition mostrou que um suplemento de proteína (27,5 gramas de proteína, 15 gramas de carboidratos e 0,1 grama de gordura), ingerido antes do sono, levou a um aumento na massa e força muscular durante 12 semanas.
“Claro que comer uma lasanha ou uma pizza e ir para a cama não é aconselhável para ninguém! Mas, com a escolha certa dos alimentos, você pode, sim, comer à noite e ainda garantir uma noite de sono mais tranquila e relaxante! Dormir com fome ninguém merece, né?”, finaliza a também escritora e palestrante que lançou recentemente o “Finalmente Magro”, programa inovador de emagrecimento, promete uma verdadeira mudança de estilo de vida e uma perda de peso de até 10 quilos em seis semanas.
GRANDE ELENCO ESTREIA NO TEATRO EM ‘CAPITÃES DA AREIA

O talentoso ator Wagner Cavalcante e grande elenco estreiam no próximo dia 18 de maio no teatro Glaucio Gil em Copacabana no Rio de Janeiro, romance de Jorge Amado “Capitães da Areia” um espetáculo todo musicalizado, com os atores tocando diversos instrumentos.
Wagner teve que raspar o cabelo para dar vida ao personagem “Sem perna” no teatro. A estreia sera O jovem Wagner fará um dos personagens mais desafiadores de sua carreira: O Sem perna,
Raspar a cabeça para Wagner foi desafiador, mas importante para a construção do personagem além de raspar a cabeça Wagner teve que reaprender a andar com a deficiência do personagem.

Com uma carreira de sucesso, assim se resume o romance CAPITÃES DA AREIA, de
Jorge Amado, hoje uma das obras mais apreciadas pelos seus leitores, tanto no Brasil
quanto no exterior. Publicado em 1937, marcou época na vida literária brasileira. A
partir de então, sucederam-se as edições, nacionais e em nove idiomas estrangeiros, e
as adaptações para teatro, rádio, televisão e cinema. Verdadeiro relato sobre a vida
dos meninos abandonados nas ruas de Salvador, Jorge Amado a descreve em páginas
carregadas de uma beleza, dramaticidade e humor poucas vezes igualados na
literatura brasileira. Como não tocar num assunto como esse ainda tão atual nos dias
de hoje? Hoje estamos nós ainda discutindo a intolerância religiosa, a maioridade
penal, o descaso das autoridades…
A adaptação musical para o teatro, sem perder o caráter crítico social do livro, narra a
história de forma romântica, bem humorada e cheia de aventuras de nove garotos e
uma menina, além dos personagens secundários, mas fundamentais.
Em “CAPITÃES DA AREIA – O MUSICAL”, seus pequeninos heróis estão em busca de
algo que os faça transcender a condição em que vivem. Para isso os nove garotos
contam com a ajuda do Padre José Pedro, do casal Sr. Raul e D. Éster que acolhem um
dos meninos como filho, da mãe de santo Dona’Aninha que cuida de todos, do dono
de um carrossel que lhes dá emprego e a oportunidade para que, apesar da
precocidade, os Capitães da Areia demonstrem traços infantis muito fortes.
A encenação proposta pela direção é uma plasticidade realizada pelo ATOR. Com um
palco nu, treze atores interpretam 40 personagens importantes dentro da dramaturgia
musical; cantando, dançando e executando as músicas originais compostas
especialmente para este espetáculo.
Apesar de narrar a situação de meninos desamparados, o texto termina de forma
positiva, pois Jorge Amado concentra no personagem Pedro Bala toda sua crença na
força do homem, em seu poder para modificar o destino, não só lhe chamando a
atenção para as mazelas sociais, como também lhe indicando o caminho da redenção.
ELENCO
MATHEUS SIGNORELLI (Pedro Bala), WAGNER CAVALCANTE (Sem Perna), GIOVANNA
SASSI (Dora), MATHEUS LANA (Boa Vida), CLEITOM LISBOA (Pirulito), DANIEL MELLO
(Gato), DAVID REIS (João Grande), JOÃO RAMALHO (Professor), VICTOR BRAGA
(Almiro/Barandão) RAFAEL GUALANDI (Volta Seca), DANDARA ABREU (Dalva/Luiza),
MIRIAM DUMAS (Mãe Aninha/D. Ester), e WAGNER TRINDADE como Padre José.
FICHA TÉCNICA
dramaturgia adaptada da obra de JORGE AMADO
adaptação e direção geral MARCELLO CARIDADE
assistente de direção DUDU GAMA
músicas originais e direção musical MARCELLO SADER
direção de movimento e coreografias CAMILLE OLIVEIRA
direção de capoeira EDU PORTO
Iluminação RAPHAEL CESAR GRAMPOLLA
figurinos ZEZÉ CARIDADE e MARCELLO CARIDADE
concepção cenográfica MARCELLO CARIDADE
produção de arte em cenografia RICARDO BRANDÃO
fotos BIANCA OLIVEIRA
divulgação CIA. REPERTÓRIO DE TEATRO MUSICAL
assistentes de produção VICTOR BRAGA e CYNTHIA LIMA
administração RHAIANY SOARES
direção de produção MARCELLO CARIDADE
realização CIA. DE REPERTÓRIO DE TEATRO MUSICAL
SERVIÇO
Local: Teatro Glaucio Gill
Praça Cardeal ArcoVerde – s/n – Copacabana
Rio de Janeiro – (ao lado do Metrô)
tel. (21) 2332-7904
O Teatro Glaucio Gill é um espaço da Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ
Datas: de 18 de maio a 11 de junho de 2018
Sextas e Sábados às 21h. – Domingos e Segundas às 20h.
CURTA TEMPORADA
Duração: 90min,
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (estudantes, menores de 21 anos, idosos e promoções)
Classificação etária: aconselhável para maiores de 14 anos
Verônica Sabino no show “Esse Meu Olhar”

Acústico com a presença de Sergio Chiavazzoli e participação especial de Marcio Gomes

O que Maysa, Milton Nascimento, Bossa Nova e Jovem Guarda têm em comum? Foi pensando nisso que a cantora e compositora Verônica Sabino lançou o DVD “Esse meu olhar” (2016) em  dobradinha MP,B Discos/Som Livre. O trabalho reúne um repertório de standards renovados em sons e sensibilidades, pela lente pessoal e contemporânea de Verônica num passeio musical por Tom, Vinícius, Dolores Duran, Maysa, Carlos Lyra, Menescal e Ronaldo Bôscoli, Marcos e Paulo Sergio Valle, bolero, rock dos anos 60 e pitadas de Jovem Guarda, que poderá ser apreciado no Teatro Rival Petrobras no próximo dia 24 de maio, às 19h30, na Cinelândia.

Para esta apresentação no Teatro Rival Petrobras, Verônica Sabino contará dueto de Sergio Chiavazzoli é exímio bandolinista, violonista e guitarrista, trabalhou com nomes como Oswaldo Montenegro, MPB-4, Quarteto em Cy, Maria Bethania, Milton Nascimento, Belchior e Moraes Moreira. Há também a participação especial do cantor Márcio Gomes, cantor à moda antiga chamado carinhosamente de “Novo Rei da Voz”. Juntos, reviverão no palco um dos maiores sucessos da carreira da cantora.

Tomando os anos 60 como base, a seleção de Verônica faz um recorte no tempo e incorpora o que veio um pouco antes e o que viria logo depois, como no caso das canções que remetem às suas origens mineiras. “Garota de Ipanema” dialoga com “Garota Nacional”, do Skank, totalmente repaginadas numa surpreendente releitura, além de “Nada Será como antes”, clássico do Clube da Esquina, que tem Milton Nascimento em um dueto especial. “O Milton é para mim uma referência e ele aceitou o meu convite na hora, foi incrível. Tenho uma relação muito grande com Minas, na minha infância passava férias em uma fazenda, e achei que precisava desse perfume mineiro no roteiro. Afinal, tive o privilégio de ter um pai mineiríssimo, que mesmo depois de décadas de Rio de Janeiro, nunca perdeu o sotaque. Acho que sou a única carioca que fala ‘uai’”, brinca Verônica.

“Todas as décadas tiveram os seus momentos musicais importantes, mas para mim, a década de 60 foi fundamental. Eu morei em Londres quando criança, assisti “Help” no cinema. Morávamos perto da Abbey Road e me lembro de George Harrison atravessando a rua em frente à minha casa”.

O show, apresentado em formato acústico e intimista, é embalado pelo violão de Sergio Chiavazzolli que também assina a direção musical do DVD. Verônica apresenta também alguns sucessos de carreira, tais como “Todo Sentimento” e “Tudo que se quer”.

“Sou uma cantora vinculada ao meu tempo e à minha geração, com quem componho, gravo, convivo. Mas sinto uma grande identidade com esses artistas fundamentais que trouxeram a inovação, a quebra de valores, a ruptura de padrões estéticos em momentos preciosos. Esse amálgama musical sempre foi o meu esteio: é onde piso para olhar para o futuro”, pontua.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia. Data: 24 de maio (Quinta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Ingressos: Setor A e B – R$ 60,00 (inteira), R$ 50,00 (para os 200 primeiros pagantes), R$ 30,00 (meia). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública

CASAMENTO DE PRISCILLA OLYVA E FERNANDO VALDUJO EM SÃO PAULO
SAIBA SEUS SEGREDOS DE COMO REALIZAR UMA FESTA DE CASAMENTO DE SUCESSO.
Atriz Priscilla Olyva conta a sua fórmula do sucesso para a festa de casamento perfeito (e também para depois da festa).
Dizem que toda menina desde muito nova já sonha com o dia em que vai entrar na igreja de véu e grinalda, em meio aos amigos e parentes, deslumbrante em um belo vestido, e com o amor de sua vida a esperando, enquanto caminha entre lágrimas e sorrisos,  com pompa e circunstância até o altar. Para muitas, sem dúvida, o dia mais mágico e importante de suas vidas. Mas a questão é: como garantir que nada estrague esse dia tão especial? Como realizar uma festa de sucesso? O que fazer para garantir que tudo dê certo?
Priscilla conta que sempre teve esse sonho de casar, e que queria que tudo em relação à cerimônia fosse absolutamente perfeito, como nos contos de fadas: “desde de criança eu sabia que queria casar na Igreja, de véu e grinalda e com festa! (risos). Eu sempre tive esse sonho, e sempre deixei isso bem claro para o Fernando. Ele nunca poderá dizer que foi enganado (risos)”. Declara.
Toda a atenção recebida pelo casal Priscilla Olyva e Fernando Valdujo por parte da imprensa especializada, blogueiros e a mobilização gerada não foram à toa: O casamento, impecável, realizado em 12 de Outubro, feriado de Nossa Sra. Aparecida, teve a cerimônia realizada na pomposa Capela do Sion em Higienópolis, e a festa em uma das melhores casas da zona sul paulistana. Assim, simplesmente, eles conseguiram a proeza de realizar uma festa de casamento não apenas perfeita do ponto de vista organizacional, mas incrível e encantadora do ponto de vista do coração, da emoção, cheia de encanto,  e com a doce aura da realização de um sonho. O segredo? Para a noiva, Priscilla, o segredo do sucesso sempre está nos detalhes, e não necessariamente no orçamento disponível. As escolhas tomadas e o planejamento fazem toda a diferença para a ocasião: “Procuramos nos cercar dos melhores profissionais em suas respectivas áreas, e planejar tudo com eles. Não se pode ficar acumulando coisas e funções. É preciso confiar e delegar. Os fornecedores eram bons, os profissionais contratados eram renomados, referência em suas respectivas áreas, com trabalhos excelentes em seus portfólios. Ocupei-me do que me cabia, e confiei no excelente trabalho dos profissionais”.
De acordo com Priscilla, outro grande segredo é proporcionar que a atmosfera da festa esteja cheia de boa energia, de vitalidade, de alegria: “O ambiente precisa elevar o astral e a energia dos convidados, para que isso transborde nas fotos, na filmagem, na percepção geral e atmosfera da festa. Houve todo um cuidado com desde a escolha da palheta de cores do ambiente à iluminação, das músicas escolhidas e performances de músicos ao vivo, pois tudo precisa colaborar para elevar a energia das pessoas, e tornar a festa inesquecível para todos, inclusive para os noivos”.
Para ela, seguindo estes passos, não tem como o dia do casamento não ser mais do que especial, e tornar-se um evento de sucesso em todos os sentidos. E quanto ao depois da festa? Qual o segredo pra que o encanto, a magia e a beleza do evento não se percam com a rotina? Priscilla responde: os detalhes continuam importando. Preste atenção no que faz o outro feliz, e continue se importando, investindo a mesma energia e dedicação. E viveram felizes para sempre. Fim
Rodrigo Faro, Vera Viel, Eduardo Ribeiro fazem emocionante e divertida visita à Remar Angola

Rodrigo Faro, Vera Viel, Eduardo Ribeiro e toda a equipe Record TV  fazem emocionante e divertida visita à Remar Angola

Por: Vídia António

Pela primeira vez em Angola, o popular apresentador da televisão brasileira Rodrigo Faro e sua esposa Vera Viel, passaram por vários lugares da cidade capital “Luanda”, e no final da visita, o casal de apresentadores fizeram uma visita divertida e emocionante ao lar de acolhimento, “Remar Angola ” onde foram recebidos com muito carinho pelas crianças residentes no referido local.

O casal emocionou-se com as histórias das crianças abandonadas pelas suas famílias e outras foram encontradas pelas ruas.

Com o seu jeito alegre e extrovertido de ser, Rodrigo Faro levou alegria, amor, abraço, simplicidade e deu uma palavra de conforto para as crianças com  o seu talento especial, dizendo para não desistirem dos seus sonhos, e por sua vez, Vera Viel espalhou doçura e muito carinho para todas as crianças e foram retribuídos de igual modo. No momento, Vera Viel não conseguiu conter as lágrimas de tanta emoção e várias vezes lacrimejou, em entrevista, a esposa de faro explicou que se emocionou por ser mãe de filhas pequenas e da mesma idade que as crianças do lar, dizendo que já mais abandonaria as suas filhas por nenhuma circunstância.

O casal saiu do lar com a sensação de dever cumprido, e foram aplaudidos em pé pelas crianças como forma de agradecimento pelo amor e carinho que receberam.

MOSTRA ECOFALANTE DE CINEMA AMBIENTAL COMPETIÇÃO LATINO-AMERICANA REÚNE 28 FILMES DE OITO PAÍSES DA REGIÃO

* com entrada franca, o mais importante evento audiovisual sul-americano dedicado a temas socioambientais acontece de 31/05 a 13/06 em diversas salas de SP

* festival celebra a Semana Nacional do Meio Ambiente e o Dia Mundial do Meio Ambiente

* organizaçãé da ONG Ecofalante

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Considerado como o mais importante evento audiovisual sul-americano dedicado a temas socioambientais, a 7ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental tem 28 títulos selecionados para a sua Competição Latino-Americana deste ano. Os prêmios serão de R$ 15 mil para o melhor longa e de R$ 5 mil reais para o melhor curta-metragem (filmes de até 60 minutos) eleitos pelo júri. Haverá ainda a entrega de um troféu para o melhor filme designado pelo público.

 Estão representadas produções de oito países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Honduras, México e Peru. A competição recebeu novo recorde de inscrições, em um total de 383 filmes, de 18 nações da região.

 Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental celebra a Semana Nacional do Meio Ambiente e o Dia Mundial do Meio Ambiente (que se comemora no dia 5 de junho)acontece de 31 de maio a 13 de junho em diversas salas da cidade de São Paulo, com entrada franca.

 O evento ocupa o Cine Reserva Cultural, Centro Cultural Banco do Brasil, Espaço Itaú Augusta e o Circuito Spcine, além de diversos outros espaços, e é uma realização da ONG Ecofalante, do Ministério da Cultura, do Governo Federal, e da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo. É uma correalização da Spcine, da Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo e do Instituto Goethe. Tem patrocínio da Sabesp e Tigre, com apoio da White Martins, Kimberly-Clark e Pepsico e é possível graças à Lei de Incentivo à Cultura e ao Programa de Apoio à Cultura (ProAC).

 Segundo a curadoria, a Competição Latino-Americana chega a sua quinta edição sinalizando, por um lado, questões socioambientais agudas da região e, ao mesmo tempo, o crescimento e a sofisticação de sua produção audiovisual voltada ao tema.

 Entre os destaques da competição está o curta-metragem colombiano A Selva o Conhece Melhor que Você Mesmo (de Juanita Onzaga, Colômbia/Bélgica), que focaliza dois gêmeos em busca de paisagens místicas na selva colombiana e foi vencedor do prêmio especial do júri da mostra Generation 14plus do Festival de Berlim, além de ter participado de eventos na Alemanha, Bélgica, Canadá, Espanha, Islândia, México e Suécia, entre outros países.

 Já “Cidade Maia (de Andrés Padilla Domene, México/França) é uma mistura de documentário e ficção científica que aborda um grupo de descendentes maias urbanos que operam um misterioso instrumento a fim de realizar uma pesquisa num sítio arqueológico, tendo sido selecionado para o prestigioso Festival de Roterdã e para eventos na Alemanha, Rússia, Suíça, Brasil, Croácia e Kosovo.

 Transcorrido em um povoado mineiro na Bolívia, no qual um rapaz vai conhecer histórias obscuras sobre seu passado, “Velha Caveira” (Bolívia), do estreante Kiro Russo, se transformou no título boliviano mais laureado dos últimos anos, tendo vencido o Festival de Cartagena de Índias e conquistando o grande prêmio no IndieLisboa, o prêmio da crítica internacional para produções latino-americanas no Festival do Rio, o prêmio de melhor fotografia no Festival RiverRun (EUA) e menções especiais nos festivais de Locarno e BAFICI de Buenos Aires.

 O longa-metragem peruano Rio Verde, o Tempo dos Yakurunas” (de Alvaro Sarmiento e Diego Sarmiento, Peru) é guiado por cantos ayahuasca para promover uma jornada poética pelas profundezas da Amazônia, tendo sido lançado internacionalmente na seção Fórum do Festival de Berlim e premiado em festivais na Itália, Tailândia e na Venezuela, foi ainda selecionado em eventos nos EUA e Chile.

 Premiado no Festival de Guadalajara, a Produção de Honduras Berta Vive (de Katia Lara, Honduras) aborda o assassinato da líder indígena Berta Cáceres e a luta contra a instalação de uma barragem em um rio sagrado para o povo Lenca.

 Dois títulos representam na Competição Latino-Americana deste ano a produção argentina. Corp (de Pablo Polledri, Argentina), tem por tema a ambição, exploração do trabalho e poluição ambiental, tendo vencido o laureado como melhor animação nos festivais de Havana e Caostica (Espanha), entre outros prêmios. Por sua vez,“Fronteira Invisível (de Nicolás Richat e Nico Muzi, Argentina) discute a Colômbia após o tratado de paz com as FARC e a atual corrida de latifundiários para aumentar sua produção de óleo de palma. A obra foi selecionada para eventos de 24 países, da Austrália aos EUA, da Argentina à Rússia, da Itália ao Peru.

 Do Chile foram selecionados O Eterno Retorno (de Roberto Mathews, Chile) e “Terra Solitária” (de Tiziana Panizza, Chile). O primeiro é um ensaio colhido apósa catástrofe do incêndio da cidade chilena de Valparaíso em 2014 e foi vencedor do prêmio de melhor curta-metragem nacional experimental no Fesancor – Festival Chileno de Curtas-Metragens, além de ser selecionado para eventos na Argentina, Bolívia e Colômbia. “Terra Solitária focaliza documentários filmados na Ilha de Páscoa há quase um século e revela que este destino turístico já foi uma prisão. A obra foi selecionada para festivais nos EUA, França, Espanha, Suíça, Portugal e Ucrânia, entre outros.

 Brasil

 A representação brasileira é integrada por 19 filmes, sendo oito deles longas-metragens.

 Entre eles está “Dedo na Ferida”, novo filme do diretor Silvio Tendler (dos sucessos “Os Anos JK – Uma Trajetória PolíticaJango e “O Veneno Está na Mesa”). Aqui ele trata do fim do estado de bem-estar social, com milhões de pessoas peregrinando em busca de melhores condições.

 Já “Baronesa” (de Juliana Antunes) acontece em um bairro na periferia de Belo Horizonte onde duas mulheres enfrentam os perigos da guerra do tráfico e as tragédias das chuvas. A obra conquistou, entre outras premiações, a de melhor documentário no Festival de Havana, prêmio do público no Festival de Marselha e o prêmio da crítica no Festival de Valdivia e na competição latino-americana do Festival de Mar del Plata. No Brasil, venceu a competição Aurora da Mostra de Tiradentes, o prêmio de melhor montagem e de melhor atriz na Mostra Internacional em São Paulo e de melhor filme e melhor roteiro no Festival de Vitória.

 Exibido em première mundial na Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, Sertão Velho Cerrado”, revela buscas alternativas empreendidas por moradores da Chapada dos Veadeiros para o desenvolvimento de sua região. A direçãé assinada por André D’Elia, que venceu com “A Lei da Água” o prêmio de melhor filme pelo público da Competição Latino-Americana na 4ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental.

 A história da tribo indígena Krenak, desde a declaração da “guerra justa”, pelo rei português D. João 6º em 1808, até o desastre ambiental no Rio Doce, causado pela ruptura da barragem de minérios em Mariana, em 2015, está no longa-metragem KrenakAtualmente, o povo reivindica uma revisão territorial de suas terras demarcadas com a adesão da área de Sete Salões – conjunto de cavernas considerado por eles terra sagrada –, além de seu direito à vida. A produção tem direção deRogério Corrêa, do longa “No Olho da Rua”.

 Selecionado para os festivais Hot Docs (onde foi um dos 12 finalistas segundo o público), Guadalajara, Havana, Toulouse e Human Rights Human Wrongs (Oslo),“Estado de Exceção é uma coprodução Brasil/Canadá dirigida por Jason O’Hara que focaliza, às vésperas da Copa do Mundo FIFA de 2014 e os Jogos Olímpicos Rio 2016, uma comunidade indígena urbana ameaçada de despejo. Filmado ao longo de seis anos, o filme retrata como, à medida que os megaeventos começam a ameaçar uma série de outras comunidades, os residentes se unem para lutar em defesa dos seus direitos constitucionais.

 Em meio à maior crise hídrica da história de São Paulo, os realizadores Flavia Angelico e James Robert Lloyd promovem uma investigação sobre a gestão de recursos hídricos na cidade no longa Agua Mole Pedra DuraPremiada no Festival Awareness, a produção foi ainda selecionada para os festivais de documentários deAtlanta e G2 Green Earth (ambos nos EUA) e para o Eco Film de Kuala Lumpur (Malásia).

 Em Espólio da Cidade”, a dupla de cineastas Paulo Murilo Fonseca e Andre Turazzi retrata a visão de seis pessoas que têm suas vidas relacionadas a edifícios tombados na cidade de São Paulo. Está presente a tensão entre memória e desenvolvimento urbano, além da complexidade das questões ligadas a preservação e a conservação do patrimônio arquitetônico da cidade.

 Premiado como melhor longa-metragem baiano e vencedor do prêmio do público no Panorama Internacional Coisa de Cinema, “Quilombo Rio dos Macacos”, de Josias Pires Neto, mostra como aquela localidade enfrenta conflito pela propriedade da terra de uso tradicional, que é também reivindicada pela Marinha. Além de denunciar graves violações de direitos humanos, o filme registra processos de negociações e documenta aspectos culturais, simbólicos e características do território.

 Completa a programação um total de 11 curtas e médias metragens brasileiros.

 Obra selecionada para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, Abigail (de Isabel Penoni e Valentina Homem) focaliza a indigenista Abigail Lopes, que viveu em um ambiente masculino e formou-se imbuída dos princípios humanistas da ‘pacificação

 Dirigido por Fellipe Fernandes e protagonizado por Nash Naila (de “Tatuagem”), “O Delírio é a Redenção dos Aflitos” também esteve selecionado em Cannes, na seção Semana da Crítica. O enredo acompanha a última moradora de um edifício condenado e que precisa se mudar o mais rápido possível para salvar sua família. O filme foi ainda premiado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro como melhor direção, melhor roteiro e melhor direção de arte.

 Na escuridão de uma boate, um cabeleireiro e uma bombeira tentam a sorte como cantores enquanto promovem sua carreira do estúdio para o palco. Este é o enredo de“Estás Vendo Coisas”, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, selecionado para o Festival de Berlim e vencedor do prêmio Canal Brasil no Festival de Vitória, além de ter sido selecionado para eventos no Canadá, Bélgica, Espanha, Inglaterra, Israel, México, Noruega, Portugal, Suécia, Turquia e Ucrânia.

 Em “A Terceira Margem”, uma coprodução francesa dirigida por Fabian Remy, acompanhamos uma jornada pela região central do país em busca do passado de João Kramura, filho de sertanejos roubado e criado pela tribo Kayapó. A obra foi premiada pela Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema no É Tudo Verdade, recebeu o prêmio do melhor primeiro filme no Festival Traces de Vies (França) e foi selecionado para eventos nos EUA, França, Colômbia, Grécia e Taiwan

 Uma personagem que foi expulsa de casa e precisa construir seu próprio barraco enquanto um projeto de expansão do maior porto da América Latina avança, não só sobre ela, mas sobre todos os moradores da Favela da Prainha (Santos, SP) está no centro de “Estamos Todos Aqui”. Dirigido por Chico Santos e Rafael Mellim, o curta foi selecionado para o Festival de Cartagena de Índias e venceu o prêmio de melhor curta-metragem brasileiro segundo o público no Festival Mix Brasil, além de ter sido eleito como o melhor curta-metragem pelo júri do Canal Brasil na Mostra de Tiradentes.

 Uma história familiar da diretora Manuela Andrade está em foco no curta Fantasia de Índio” quando ela resolve continuar as pesquisas de um tio que investigou suaascendência indígena.

A produção foi selecionada para os festivais Janela de Cinema do Recife, Mostra de Tiradentes, Mostra do Filme Livre e Mostra de Cinema Feminista.

 Já Histórias de Cumaru, de Simone Giovine, aborda o cumaru, que era usada pelo povo Kayapó como remédio e hoje é utilizado para a produção de cosméticos. A obra já esteve selecionada para eventos nos EUA, Dinamarca, Itália e Bangladesh.