Imaginem a voz masculina mais bonita do Brasil. E agora, pensem nela junto ao maior e mais original compositor da música popular brasileira das últimas décadas. Não, não é miragem, muito menos utopia. É a reunião no palco, de Zé Renato, o tal cantor, e Guinga, o compositor. O resultado é o show inédito “Prece à Lua”, que será apresentado no próximo dia 16, sábado, no Teatro Rival Petrobras, em comemorações aos 85 anos da casa na Cinelândia.
Amigos de longa data, admiradores um da obra do outro, Zé Renato e Guinga resolveram transformar as conversas musicais de camarim em espetáculo. Explica-se: há mais de 20 anos, os dois apresentam-se juntos no show “Dobrando a Carioca”, ao lado também de Jards Macalé e Moacyr Luz. Nas viagens, nos bastidores, Guinga e Zé Renato foram intensificando a amizade, a admiração e foram descobrindo suas afinidades musicais.
Ambos descobriram, por exemplo, seu gosto comum por valsas brasileiras. E prepararam um arranjo especialíssimo para a clássica “Prece à lua”, que dá nome a esse show e que foi composta pela dupla Bide e Marçal. E aí, conversa vai conversa vem, violão na mão, Guinga lembra de uma valsa pouco conhecida de Zé Renato em parceria com Herminio Bello de Carvalho, “E o vento levou”. E ambos chegam a uma toada clássica de Guinga, em parceria com Chico Buarque, “Você, você”. E assim o repertório foi se montando.
Haverá um dueto de vozes e violões suas composições clássicas, coisas como “Toada” (de Zé Renato, Claudio Nucci e Juca Filho, maior sucesso do Boca Livre, quarteto vocal que Zé faz parte há 40 anos) e “Catavento e girassol” (de Guinga e Aldir Blanc, sucesso na voz de Leila Pinheiro); “Ânima” (da parceria de Zé com Milton Nascimento) e “Senhorinha” (clássico da parceria de Guinga e Paulo César Pinheiro).
Mas entre músicas de um e de outro, os dois prometem novidades como uma versão de “Moonlight”, bossa nova do grande compositor de trilhas de cinema John Williams para o filme “Sabrina”, que Guinga sempre imaginou na voz de Zé Renato, e que aqui será apresentada em versão inédita feita especialmente por Paulinho Moska. Ou também uma versão do clássico dos Gershwin, “But not for me”, que virou “Não é pra mim” na versão de Aldir Blanc.
Como se vê, além de valsas, ambos gostam de recriar de maneira própria standards da canção americana. Mas também e é claro, não fossem ambos filhos dessa tradição, de standards da canção brasileira. E aí aparecem para o duo tanto uma “Ligia”, de Tom Jobim, como um clássico criado por Jackson do Pandeiro “Como tem Zé na Paraíba” (de Manezinho Araújo e Catulo de Paula).
Composições de Guinga como “Saci” ou “Picotado ” ou de Zé Renato como “Fica melhor assim” e “Papo de passarim”, entre outras, compõem o repertório de um show que é simplesmente isso, o encontro do maior cantor (e que é grande compositor e violonista) com o maior compositor (que é grande cantor e violonista). Música, única e exclusivamente, no mais bonito que ela consegue chegar, nem miragem, nem utopia.
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 16 de março (Sábado)Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 60,00 (Inteira), R$ 40,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 30,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKpBilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos.www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.
*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo.
A Dra. Ana Paula Moro é dentista e referência em reabilitação oral e implantes, com publicações em renomados jornais da área da odontologia. No entanto, de forma despretensiosa, se tornou empreendedora e começou a desenhar e dar vida a jalecos coloridos e exclusivos, devido a um problema de saúde que a fez ausentar-se do consultório. Assim nasceu a Dra. Chica:
“Eu não consigo parar, sempre quero produzir, gosto de me movimentar, estudar e fazer coisas diferentes, e foi assim que começou a Dra. Chica. O conceito da empresa já estava ali fixada na minha caixinha de ideias, só que precisava de um empurrãozinho, um gatilho. Por motivos de Saúde, me ausentei por 2 semanas do meu consultório. Com a mente inquieta, me veio o start inicial dos jalecos Coloridos, em função daquela ‘síndrome do jaleco branco’. Pedi para meu marido ajudar a desenvolver uma logo e identidade visual, que entre um esboço e outro feito no celular de forma rudimentar, veio a ideia do diamante bruto que passa anos aguardando mãos habilidosas para que possa ser lapidado”
Além de se dedicar ao seu consultório em Poços de Caldas, Minas Gerais, a Dra. também investe bastante de seu tempo na Dra. Chica, seu empreendimento de moda para profissionais da odontologia e medicina em geral. Em pouco tempo, já começou a colher os frutos desta nova atividade: “Estamos há apenas 1 ano e meio no mercado, mas as coisas já tem acontecido. Como tenho muitos colegas que consomem esse tipo de produtos foi mais tranquilo iniciar. E ai eles gostaram e passaram a notícia pra frente e o ‘boca a boca’ ajudou. Por eu ter bons contatos na odontologia as portas acabaram se abrindo”.
Ana Paula também conta como tem sido sua estratégia para os negócios: “Como nada vem sem esforço e investimento, acabei investindo na marca em pequenos, médios e grandes eventos da Odontologia para inseri-la no mercado. Até conseguimos um stand no CIOSP, maior congresso de odontologia do mundo, o que me deixou muito feliz. E estamos assim, batalhando para estar no mercado, sempre com modelos e produtos novos, criados com foco nos profissionais da área de saúde que passam anos estudando e sendo lapidados para se torna único como cada diamante, que é o conceito da Dra. Chica”.
Stand da Dra. Chica no CIOSP (Reprodução / Instagram)
Além de se dedicar ao seu consultório em Poços de Caldas, Minas Gerais, a Dra. também investe bastante de seu tempo na Dra. Chica, seu empreendimento de moda para profissionais da odontologia e medicina em geral. Em pouco tempo, já começou a colher os frutos desta nova atividade: “Estamos há apenas 1 ano e meio no mercado, mas as coisas já tem acontecido. Como tenho muitos colegas que consomem esse tipo de produtos foi mais tranquilo iniciar. E ai eles gostaram e passaram a notícia pra frente e o ‘boca a boca’ ajudou. Por eu ter bons contatos na odontologia as portas acabaram se abrindo”.
Ana Paula também conta como tem sido sua estratégia para os negócios: “Como nada vem sem esforço e investimento, acabei investindo na marca em pequenos, médios e grandes eventos da Odontologia para inseri-la no mercado. Até conseguimos um stand no CIOSP, maior congresso de odontologia do mundo, o que me deixou muito feliz. E estamos assim, batalhando para estar no mercado, sempre com modelos e produtos novos, criados com foco nos profissionais da área de saúde que passam anos estudando e sendo lapidados para se torna único como cada diamante, que é o conceito da Dra. Chica”.
A modelo e bailarina Nanny Azevedo é uma referência em beleza e boa forma e influenciadora digital no fitness e lifestyle. Dona de um corpo sarado, definido com muita malhação, Nanny realizou ensaio fotográfico para a Vipagi e esbanjou sensualidade e elegância com peças em renda.
A estilista Alessandra Chaves detalha os elementos usados em cada um dos conjuntos em renda usados por Nanny Azevedo:
Vermelho – Conjunto em renda com recortes frontais e strapy no busto com fio dental com detalhes em fitas de cetim .
Branco – Conjunto espartilho confecionado em microfibra com detalhes em rendas podendo também estar retirando as ligas que são removíveis, e usado como corpete.
Escarlate – Body em renda com detalhes frontais super sensual perfeito para compor looks outwear .
Azul e marrom – Conjunto em renda super confortável com sobreposição de cores com bojos removíveis.
Luis Leite e Márcio Sanchez apresentam repertório sul-americano na Sala Cecília Meireles, nesta terça, 19 de março
Dois grandes músicos brasileiros, Luis Leite e Márcio Sanchez apresentam nesse espetáculo um repertório marcado pela energia e intensidade da música sul-americana. Ambos são instrumentistas que se encontram estilisticamente na Terceira Corrente (Third Stream), – conceito que se define pela ideia de um caminho de abordagem que usa em suas interpretações tanto elementos da música erudita como da música popular. Apresentarão, portanto um repertório clássico-popular multifacetado, com Frevo, Choro, Baião, músicas autorais e Astor Piazzolla. Para as músicas regionais, Márcio se apresenta com uma rabeca nordestina.
Luis Leite, violão
“Um verdadeiro virtuose do violão” (Revista Concerto, Vienna)
Vencedor de diversos concursos nacionais e internacionais de violão, formado pela Universidade de Música de Viena (Universität für Musik und darstellende Kunst Wien), com especialização na Accademia Musicale Chigiana (Siena, Itália) e doutorado (PhD) sobre improvisação musical, Luis Leite é um dos violonistas de maior destaque da cena instrumental brasileira. Possui 3 discos autorais e intensa atividade internacional, tendo já se apresentado em mais de 20 países. Viveu por uma década em Viena (Áustria), e retornou ao Brasil assumindo a cátedra de Violão da Universidade Federal de Juiz de Fora, onde é responsável pelo programa de Bacharelado em Violão. Tem se apresentado em festivais e teatros por todo o país e no exterior, em apresentações solo ou com seus variados projetos, realizando também colaborações com artistas como Yamandu Costa, Hamilton de Holanda, entre outros.
Márcio Sanchez, violino
Considerado um dos mais importantes artistas da área músico-dramática, Márcio Sanchez atuou na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e Orquestra Mercosul (Argentina) como Spalla. É violinista nas orquestras do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Petrobras Sinfônica e Johann Sebastian Rio. É detentor dos seguintes prêmios: Comenda Carlos Gomes, outorgada pela Prefeitura de Campinas; Prêmio Estímulo, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e Troféu Qualidade Brasil “Vitória Alada”; Especializou-se na Academia Franz Lizst, em Budapeste, com Ezster Perenyi e com o professor Chaim Taub de Israel. Como camerista excursionou em turnês pela Europa, EUA, México, Argentina e Brasil. Pelo projeto Sonora Brasil do SESC, apresentou-se em mais de 70 salas de concerto do Brasil. Na área da música popular, trabalhou com os mais renomados artistas brasileiros e internacionais. É membro fundador do Quinteto Tango Jazz com quem gravou o disco de mesmo nome.
SERVIÇO:
DUO LUIS LEITE E MARCIO SANCHES
Data: 19 de março de 2019, terça-feira
Horário: 18:30h
Série: Recitais de Guiomar
ingressos · R$ 5 – R$ 10
Sala Cecília Meireles
Largo da Lapa, 47, 20021-170 Rio de Janeiro
Ingressos à venda em breve na bilheteria da Sala: R$ 10,00 (R$ 5 para estudantes e idosos.
Nesta quarta-feira (13), a modelo e apresentadora Helen Ganzarolli, marcou presença no coquetel de lançamento da nova coleção de roupas da Loja Priscila de Sá, situada no Shopping Oriente, considerado o maior shopping de moda atacado e varejo do bairro do Brás, na região central de São Paulo.
Distribuindo simpatia e muito bom humor por onde quer que passava, Helen chegou a bordo de uma saia estampada de onça e uma camiseta T-shirt (camiseta de malha bordada com estampa romântica), grife da própria loja a qual estava prestigiando.
A beldade permaneceu cerca de duas horas no evento e fez questão de atender a todos os pedidos de fotos e selfies, além de conversar com cada admirador o qual era abordada dentro da loja.
Logo em seguida Helen foi conferir as peças da nova coleção da grife e ficou encantada com cada peça que olhava na arara da loja, tanto que acabou escolhendo vários looks diferenciados para levar pra casa.
Entre um bate papo e outro, a gata comentou que acabou de chegar de uma maratona de uma semana a qual esteve em Salvador na Bahia, onde foi escalada para a cobertura do Carnaval para o SBT Folia, e ainda completou dizendo que estava previsto para ontem (terça-feira,12) o retorno das gravações do quadro do Jogo dos Pontinhos, porém foi cancelado devido ao apresentado Silvio Santos não ter retornado de suas férias em Orlando na Flórida.
No dia 17 de março, domingo, é Dia de São Patrício, padroeiro da Irlanda, e que foi adotado pelos cariocas e incluído definitivamente no calendário de comemorações da cidade. A festa, que antes só era celebrada nos países de língua inglesa, chega aos bares do rio e colore de verde os chopes, pratos e ambientes com muitas novidades e promoções para data.
O Hell’s Burguer criou um hambúrguer especial para a data, o The Shamrock, feito com burguer 100% de filé de costela, cheddar inglês e maionese defumada no pão verde (R$ 35). O burguer fica no cardápio durante quinta e sexta (14 e 15 de maço) na loja do Centro, e sábado e domingo (16 e 17 de março) nas lojas da Barra e de Botafogo.
Já no Donninha, localizado na Tijuca, as comemorações acontecem de sexta a domingo. A casa oferece chope verde da Motim (R$ 9,00), além adicionar a alguns hambúrgueres da casa o pão de espinafre verde, como é o caso do Old School (burguer artesanal de carne bovina de 140g, queijo prato, cheddar, molho barbecue no pão de espinafre – R$ 25,90). Os burguers com pão verde também podem ser pedidos no combo com o chope verde por R$ 29. Para finalizar, a casa preparou algumas brincadeiras, como a do Pote de Ouro: o cliente que comprar qualquer cerveja da Soultere, ganha uma moeda que contém um prêmio, como garrafas de cerveja e outros. (As promoções e brindes valem enquanto durarem os estoques.)
Donninha – St. Patricks – Fotos Vitor Faria
A cervejaria Backbone marca presença nos dias 15, 16 e 17 de março no Festival Cervejeiro Carioca – Edição St. Patrick’s, que acontece no Lagoon em homenagem ao santo padroeiro. A marca apresenta seus quatro rótulos lançados até o momento: a #1, uma Belgian Witbier, a #2 do estilo American Larger, a #3, uma West Coast Ipa e a #4, uma German Pilsner, com aromas de laranja e coentro – grande novidade da marca. Todas feitas pelo sommelier David Bonanno. As cervejas apresentam um custo-benefício democrático, bom drinkability e chegam ao mercado com o objetivo de atrair cada vez mais o grande público para o consumo das cervejas artesanais de uma forma descomplicada. Os chopes saem entre R$ 10,00 e R$ 20,00, e o evento conta com várias comidinhas perfeitas para harmonizarem com a cerveja, além de apresentações de bandas de rock, DJ e muita decoração verde. Para completar, o evento é pet friendly e também conta com um espaço kids, ou seja, são todos bem-vindos!
Nos dias 16 e 17 de março, a On Tap Pub, na Tijuca, recebe uma onda verde em comemoração ao São Patrício. No cardápio opções como Fish and Chips com maionese verde e Burger de cordeiro com maionese de ervas, queijo cheddar, alface roxa no pão verde e fritas com várias opções de molho verde para acompanhar, como o creme de ervilha e maionese de wasabi. Na ala das bebidas, a casa, em parceria com a cervejaria O Motim, preparou um combo especial para a noite, que conta com um trio de chopes e burguer: pilsen verde, Hell de Janeiro verde e Dubhlinn Pint com hambúrguer de cordeiro por R$ 90,00. Quem pedir o combo ganha uma cartola típica para abraçar a causa. Os clientes que forem de verde a casa nos dois dias de festa, e consumirem pelo menos R$ 50,00, irão ganhar um pint de chope pilsen verde.
Serviços:
Hell’s Burguer
Centro – Rua Gonçalves Dias, 85 – Centro | Tel: 2222-2208
Data: 14 e 15 de março: Qui e Sex, 11h às 19h
Barra – Rua Olegário Maciel, nº 101 – loja F – Barra da Tijuca | Tel: 3579-4824
Data: 16 e 17 de março: (Sab: 12h às 02h; Dom: 12h às 0h)
A carga está avaliada em R$ 4,5 milhões, de acordo com estimativa da Receita Federal
A Polícia Rodoviária Federal apreendeu três caminhões com mais de 700 mil maços de cigarros contrabandeados, em uma abordagem na Rodovia Lúcio Meira (BR-393), em Sapucaia, município do estado do Rio de Janeiro. A apreensão aconteceu na madrugada de quarta-feira (13). Três homens, de 32, 37 e 38 anos, foram presos. A carga está avaliada em R$ 4,5 milhões, de acordo com estimativa da Receita Federal.
Em operação de combate à exploração sexual em postos de combustíveis na BR-393, em Sapucaia, os policiais rodoviários federais tiveram sua atenção voltada para um Ford/Cargo, de placa do Espírito Santo. Após apresentação dos documentos de porte obrigatório, o motorista informou que estava transportando uma mercadoria que não possuía nota fiscal.
Em seguida, os policiais foram verificar a mercadoria e constataram que se tratava de 250.000 maços de cigarros estrangeiros. Próximo ao veículo, havia mais outros dois caminhões, com mercadorias sem nota fiscal, em iguais condições e com 250.000 maços da mesma marca em cada um. Dando um total de 750 mil maços de cigarros contrabandeados.
Questionados sobre a mercadoria, um motorista confessou que receberia R$ 3 mil pelo transporte e o outro disse que receberia R$ 6 mil. Os cigarros seriam entregues no Mercado São Sebastião, localizado no bairro da Penha, Zona Norte do Rio de Janeiro.
A ocorrência foi encaminhada para a Polícia Federal de Nova
Filme infantojuvenil “Sobre Rodas”, de Mauro D`addio, estreia nesta quinta,14/3, em 18 cidades do Brasil
*** SP, RJ, Brasília, Salvador, Curitiba, Porto Alegre, BH, Goiânia, Londrina, Santos, Natal, Teresina, Fortaleza, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto Campinas Jundiaí estão na lista
*** vencedor de melhor filme no TIFF Kids – Festival Internacional de Toronto e no Chicago International Children’s Film Festival
Estreia nesta quinta, 14 de março, em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Goiânia, Londrina e Santos, “Sobre Rodas” – primeiro longa de Mauro D`Addio.
Já as cidades de João Pessoa, Natal, Teresina, Fortaleza, Ribeirão Preto, Jundiaí, São José do Rio Preto, e Campinas, através de uma parceria com Cinépolis, recebem uma sessão especial do filme no dia 16 de março às 10h.
Eleito o melhor filme no TIFF Kids – Festival de Toronto (Canadá), no Chicago International Children’s Film Festival (EUA) e na Mostra Geração, no Festival do Rio. “Sobre Rodas” – conta a história de Lucas (Cauã Martins), de 13 anos, que volta a escola depois de um acidente que o deixou sem movimento nas pernas.
Lá, ele conhece Laís (Lara Boldorini), também com 13 anos, e juntos partem por estradas de terra interioranas – em busca do pai que a menina nunca conheceu. Nesta aventura eles acabam conhecendo um ao outro.
“O filme nasceu de um desejo de movimento, de viagem, de navegar a vida e descobrir o mundo. Queria contar a história desse momento de passagem da infância para a adolescência, esse momento belo e tumultuado de nossas vidas, quando saímos da ‘concha’, fazemos amigos, nos apaixonamos”, conta Mauro, que também assina o roteiro.
Produzido pela Klaxon Cultura Audiovisual e Hora Mágica Filmes e distribuído nos cinemas pela própria Klaxon Cultura Audiovisual, “Sobre Rodas” já foi selecionado para mais de 20 festivais ao redor do mundo e lançado na Romênia e na Bélgica. No Brasil, o filme foi exibido nas mostras infantojuvenis dos festivais de Gramado, Rio, Brasília, CineBH, Tiradentes, Panorama Coisa de Cinema e FICI.
Mauro D’Addio é roteirista, diretor e produtor brasileiro. “Sobre Rodas” é seu primeiro longa-metragem. Selecionado em diversos festivais do Brasil e do mundo, conquistou o Prêmio da Audiência de Melhor Filme no TIFF Kids 2017 (Canadá), Prêmio do Júri de Melhor Longa em Live-action no 34th Chicago International Children’s Film Festival (EUA), na Mostra Geração do Festival do Rio, Prêmio SIGNS no Festival Internacional de Filmes Infantojuvenis de Schlingel (Alemanha), o Prêmio da Audiência no Freeze Frame Festival (Canadá), entre outros. Dirigiu os curtas metragens “Kunumi, o Raio Nativo” (documentário, 2016), realizado em coprodução com a Holanda, finalista do Prix Jeunesse International (Alemanha) e ganhador dos prêmios de Melhor Documentário e menção honrosa no prêmio SIGNIS no festival Divercine (Uruguai), “A Menina do Mar” (ficção, 2010), “O Morro da Guerra Eterna” (animação em stop-motion, 2011), “Distúrbio” (2005), “Saia Santa” (2004), além de projetos para clientes como Sesc, SescTV, Fundação Victor Civita, entre outros.
Sobre os Protagonistas
Cauã Martins
No ar com o personagem Otto na série “Escola de Gênios” do Canal Gloob, Cauã Martins já participou e protagonizou diversos filmes nacionais como “Laços – Turma da Mônica” (2018),“Morto não fala” (2016), “Bingo – O rei das manhãs” (2015). O ator também atuou em “Chaplin O Musical”, “Broadway” (Produção Claudia Raia, 2015) e “Rei Leão” (2014).
Lara Boldorini
Atriz formada pelo Curso de Teatro/TV e Cinema de Emílio Fontana, em São Paulo. Foi protagonista de “A Grande Viagem – série” da EBC (TV Brasil). Participou também da novela do SBT “Patrulha Salvadora” e da Peça Teatral “Sonho de uma noite de verão” de Shakespeare.
Sobre as Produtoras e Distribuidora
Klaxon Cultura Audiovisual
A Klaxon Cultura Audiovisual foi criada em 2008 em com a missão de contribuir para o desenvolvimento da cultura e da indústria audiovisual nos diferentes segmentos em que atua. Inicialmente, teve suas atividades concentradas na realização e apoio a mostras e festivais audiovisuais no Brasil, com foco na organização de projetos voltados para formação de público e acesso a obras. Produziu uma quinzena de mostras de cinema temáticas como “Cine MPB” (2012 e 2013) e “Downtown NY” (2014/2015). Produziu, também, retrospectivas de importantes diretores como Chris Marker (2009), Marguerite Duras (2009), Luc Moullet (2011) e Péter Forgács (2012).
Em 2012, a empresa passou a produzir conteúdo audiovisual para cinema e televisão, dedicando-se nos últimos anos ao desenvolvimento e realização de projetos artísticos de novos talentos do setor audiovisual. Em 2017 lançou em salas de cinema seu primeiro longa-metragem, “Um Casamento”, dirigido por Mônica Simões. O filme foi distribuído pela Pandora Filmes e codistribuído pela SPCine por meio de edital para tal finalidade, com recursos da SPCine e do FSA. Em 2018 teve sua primeira coprodução internacional finalizada, o longa de ficção boliviano “Eugenia”, dirigido por Martin Bouloq premio de Melhor Roteiro Festival Internacional de Guadalajara, México, 2018 e participou da competição do Festival de Mar del Plata.Em 2019 a empresa lança através de distribuição própria em salas de cinema o longa Sobre Rodas, longa de ficção infanto-juvenil, dirigido por Mauro D’Addio, premiado no Toronto International Film Festival Kids, Chicago International Children’s Film Festival, Festival do Rio e Schlingel International Film Festival for Children and Youth. Tem distribuição garantida na Bélgica, Luxemburgo, Holanda, Romênia e Polônia. Também em 2019 lança Diz a Ela que me viu chorar, longa documental dirigido por Maíra Bühler, que terá sua estreia internacional nos festivais True False (EUA) e Cinéma du Réel (França).
Hora Mágica Filmes
A Hora Mágica Filmes é uma empresa produtora de conteúdo audiovisual, foi fundada por Mauro D`Addio em 2014. Em 2017, a Hora Mágica lançou o longa-metragem infantojuvenil Sobre Rodas, uma coprodução com a Klaxon Cultura Audiovisual. O filme recebeu o prêmio de público na sessão infantojuvenil do Festival de Toronto (Canadá), foi eleito melhor filme pelo júri do Chicago International Children’s Film Festival (EUA), da Mostra Geração no Festival do Rio e recebeu o prêmio SIGNIS no Schlingel International Film Festival for Children and Young Audiences (Alemanha). A Hora Mágica coproduziu, com a holandesa Free Press Unlimited, o documentário “Kunumi, O Raio Nativo” exibido em 25 países pela rede WaDaDa News for Kids, finalista do Prix Jeunesse International (Alemanha), eleito melhor Documentário para Jovens no Festival Divercine (Uruguai). Em parceria com a Fundação Victor Civita e Fundação Roberto Marinho, realizou a edição de 2014 do Educador Nota 10, exibido no Canal Futura, além de outros projetos com parceiros como o Sesc.
Entrevista Diretor e Roteirista – Mauro D`Addio
Como surgiu a ideia do “Sobre Rodas”?
Sobre Rodas nasce desse desejo de movimento, de viagem, de navegar a vida e descobrir o mundo. Queria contar a história desse momento de passagem da infância para a adolescência, esse momento belo e tumultuado de nossas vidas, quando saímos da “concha”, fazemos amigos, nos apaixonamos…
Fale um pouco do processo de criação do filme?
A criação, para mim, é sempre um processo muito intenso, de imersão e trabalho, passo a pensar, respirar o tema, os personagens, as possibilidades, é um processo de encantamento com uma história, aí as peças começam a se encaixar e fazer sentido, tudo sempre guiado por muita pesquisa, conversas, trocas e amadurecimentos.
Alguns dos seus projetos anteriores já envolviam a temática infantojuvenil. O que te levou a se envolver com estes temas?
Sinto que nossa sociedade menospreza muito a força de nossa infância e juventude, suas potencialidades e singularidades. Creio ser fundamental pensarmos que nossas crianças são seres plenos, inteligentes, com demandas próprias, problemas, desejos, sonhos e desafios. É muito importante criarmos conteúdos de qualidade, que sejam capaz de ajudá-los nesse entendimento do mundo e de seu lugar nele. Um entendimento que acolha a diversidade e singularidade de cada um, que os auxilie na sua formação cidadã e, portanto, no nosso futuro.
Considero que trabalhar com e para o público infantojuvenil é uma tarefa linda e quem o faz com responsabilidade e afeto, constrói um presente de potências e um futuro de muitas possibilidades.
Qual a expectativa de lançar o primeiro longa?
Estou muito feliz em lançar o filme no Brasil. Ele já foi lançado na Romênia e na Bélgica, e já fui para diversos países com o filme, acompanhando uma linda acolhida com plateias infantojuvenis de países como Canadá, EUA, Alemanha, Chile, Polônia, etc. A razão de ser de um filme é chegar no público e o cinema é meu templo, considero que o cinema é um espaço de sonhos e trocas, além de um ambiente de socialização. Por tudo isso, é especial que o filme chegue no público brasileiro, tenho visto plateias lindas em festivais, são crianças, jovens, mães, pais, educadores, muita gente tocada pela experiência de ver o filme no cinema. Creio ser fundamental este trabalho de formação de público e Sobre Rodas é um filme especial neste sentido, poucas produções trazem uma proposta similar, considero uma ótima oportunidade para um público infantojuvenil assistir um filme brasileiro na telona e viverem um momento único na sala de cinema. Quem não lembra do filme que viu no cinema aos treze anos? Aquele cinema com o crush, com os amigos, com a família, é algo que marca para a vida toda.
Conta pra gente como foi a escolha do elenco e dos locais de filmagem?
A escolha de elenco foi um processo longo, testamos cerca de 260 pré-adolescentes para selecionar os quatro que integram o elenco principal e de apoio. Passamos por agências, escolas públicas e particulares, escolas de teatro, tudo para achar as pessoas certas. Depois fizemos um processo de um mês de preparação de elenco com a Ariela Goldman e colaboradores. Sou muito grato por termos encontrado a Lara e o Cauã, eles trouxeram uma força de vida única para os personagens e encheram o set com uma vibração só deles e muito especial.
Passamos meses viajando pelo interior de São Paulo em busca da cidade para filmarmos, tínhamos limitações orçamentárias então não podíamos filmar muito longe, até que encontramos Monte Alegre do Sul, estávamos quase definindo uma cidade próxima de lá, mas resolvi, por indicação de uma amiga, passar lá para ver, era fim de tarde, quase não dava para ver as estradas, mas na hora me apaixonei pela cidade e por lá ficamos.
Inspirado na tradicional festa irlandesa, o UPTOWN mergulha na cor verde para comemorar, no melhor estilo irlandês, o “St. Patrick’s Day” (ou Dia de São Patrício). Entre os dias 15 a 17 de março, o Mercado de Produtores se transforma em um pedaço da Irlanda com diversas atrações temáticas como chope verde, cervejas de estilos típicos irlandeses, além de rótulos de vários outros estilos, programação musical com shows e DJ, e muito mais!⠀⠀
Banda Ginger Rocks – Rafael Garrafa – Baixo
Na sexta, dia 15/03, abrindo o evento, e nos intervalos de sábado e domingo, o DJ são Patrício vai transmitir o clima dessa comemoração irlandesa no palco do Mercado de Produtores.
Já no sábado, dia 16/03, das 19h às 21h, o Duo Digga Digga formado por Ana Bandarra (ukelele, voz e kazoo) e Eduardo Vilamaior (contrabaixo acústico, voz e kazoo), que vem se dedicando à pesquisa e resgate de canções das décadas de 20 e 30 do século XX, será a atração do festival.
Encerrando a festa, domingo, dia 17/03, o Ginger Rocks vai mostrar que a Irlanda tem muito mais do que potes de ouro no fim do arco-íris. O show traz no repertório alguns dos maiores nomes da música irlandesa como U2, Gary Moore, Thin Lizzy Damien Rice, Sinead O’Connor, The Cranberries, Van Morrison The Sweel Season entre outros. A banda é formada por Sandro Abreu nos vocais, Bicudo na Bateria, Juno Moraes na Guitarra e Rafael Garrafa no Baixo.
Banda Ginger Rocks – Sandro Abreu – Vocal
Nos três dias de evento os restaurantes, stands e cervejarias do Mercado vão preparar sugestões no cardápio especialmente para a data. Nas Cervejarias Tio Ruy e a Antuérpia podem ser encontradas a tão famosa cerveja verde nos dias do evento.
Atrações:
Sexta (15/03)
DJ São Patrício – 19h às 23h
Sábado 16/03
DJ São Patrício: 17h às 19h
Digga Digga Duo: 19h às 21h
DJ São Patrício: 20h às 23h
Domingo 17/03
DJ São Patrício: 17h às 19h
Banda Ginger Rocks: 19h às 21h
DJ São Patrício: 20h às 23h
Endereço: Av. Ayrton Senna, 5500 – Barra da Tijuca – RJ
Local: Mercado de Produtores
Horários: De 17h às 23h
Evento gratuito
Em sua segunda montagem, Companhia Alvorada reúne obras do dramaturgo Anton Tchekhov em “Vidas Medíocres ou Almas Líricas”
Com estreia em 6 de abril na capital paulista, a peça mescla fragmentos de quatro textos do autor russo, alinhavados entre si com a genialidade poética do samba.
“O que pode ser assim tão divertido? Acho que vocês deviam rir de si mesmos, de suas miseráveis vidas, ao invés de tanta conversa fiada.” – trecho de um dos contos de Anton Tchekhov “…não sou eu quem me navega, quem me navega é o mar” – Paulinho da Viola
Com temporada no Teatro Pequeno Ato de 6 de abril a 26 de maio, a Companhia Alvorada, que brindou o público em 2018 com o espetáculo “É Samba na Veia, é Candeia” – sucesso de público e crítica – prepara-se para voltar aos palcos com uma nova montagem. Com a peça “Vidas Medíocres ou Almas Líricas” o grupo apresentará uma mescla de cenas de quatro textos principais do dramaturgo russo Anton Tcheckhov, além de trechos de cartas e contos do autor.
Foto: Gal Oppido
Para o diretor da companhia, Leonardo Karasek, a escolha por Tcheckhov se dá por reconhecer em sua obra questões universais e contemporâneas, que, embora escritas originalmente há cerca de 120 anos, remetem a conflitos entre forma e conteúdo, passado e futuro, vida e morte e destino e tristeza. O autor russo, na opinião de Karasek, mantém uma fábula em seu enredo, no qual a unidade de tempo e espaço persiste e o diálogo oscila entre a relação dramática e a simples reflexão do mundo concreto e de um mundo de elucubrações.
“Na obra de Tchekhov, seus diálogos dizem pouco. A eloquência está nos solilóquios, chamados por Peter Szondi, em “Teoria do Drama Moderno”, de “lírica da solidão”, na qual existe uma liberdade nos silêncios, pausas e descontinuidade de tempo e espaço”, afirma o diretor.
Mas, e o samba? Segundo Karasek, o genuíno ritmo brasileiro está presente em sua segunda montagem de forma orgânica. Nada foi planejado. No decorrer da construção do texto, os sambas surgiam em sua mente. Letras e melodias que falavam do destino, da melancolia e da natureza da vida. “Afinal, seria a tristeza a essência primária da alma lírica humana?”, induz o diretor à reflexão.
Com esses questionamentos em mente deu-se início a carpintaria cênica e a criação da identidade visual da peça, que também teve inspiração em outro russo, o diretor de cinema Andrei Tarkovsky, vencedor do Prêmio Especial do Júri do Festival de Cinema de Cannes em 1980, com o filme “Stalker”, de 1979.
“Neste novo espetáculo, o público irá se deparar com esses espectros, esses fragmentos, objetos abandonados, musgo, poeira, ferrugem, fotografias gastas pelo tempo… Signos que remetem à perenidade e à atemporalidade”, adianta o diretor.
Em relação às provocações que a peça levará ao palco, Karasek exemplifica. “Se o personagem Pétia, de ‘O Jardim das Cerejeiras’, realça que tudo que acontece neste mundo terreno ‘não passa de gesticulação’, de uma espécie de entretempo entre o nascimento e a morte onde criamos expectativas, frustrações, desejos, alegrias e rancores em relação à vida, por outro lado nós amamos, odiamos, casamos, trabalhamos, viajamos, fazemos arte, filosofamos. Nesse contexto, a pergunta central desta produção é: será que isso tudo vale a pena? Será que isso tudo tem algum sentido? Esses espectros passam a sentir necessidade de dialogar e não importa, esta é a nossa única vida e seguimos nela”, complementa.
Ainda de acordo com o diretor, a poética desta encenação reside na enfatização do eu lírico e o eu dramático. O homem social e o homem subjetivo. A partir disso, abrem-se caminhos para se refletir sobre a solidão, este sentimento que ronda a humanidade como uma sombra e é tema recorrente numa época de ilusões e idealismos desfeitos.
Por sua vez, a atriz e produtora executiva da peça, Rita Teles, afirma que o ponto fundamental de “Vidas Medíocres ou Almas Líricas” reside no equilíbrio da provocação do texto de Tchekhov com a genialidade lírica da poética de sambas de autores como Cartola, Paulinho da Viola, Manacéa da Portela e Nelson Cavaquinho. “Teremos até uma polca do Jacob do Bandolim”, diz.
Além de Rita Teles, o elenco conta com o músico Aloysio Letra e os atores César Figueiredo Cantão, Vanise Carneiro e Flávio Gerab.
SERVIÇO
“Vidas Medíocres ou Almas Líricas”
Temporada de 6 de abril a 26 de maio de 2019
Quando: sábados às 21h e, domingos, às 19h
Duração: 70 minutos
Classificação Etária: 12 anos
Onde: Espaço Pequeno Ato
Capacidade: 35 pessoas
Endereço: Rua Dr. Teodoro Baima, 78 – Vila Buarque, São Paulo – SP, CEP 01220-040
Ingressos: R$ 40, inteira; R$ 20 meia entrada (idoso ,estudante, professor e classe artística)
Direção e produção de vídeo: Contra-plongée (Cauê Teles e Marie Cabianca)
Plano de comunicação virtual: Eduardo Araújo
Fotos: Gal Oppido
Assessoria de Imprensa: Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo
SOBRE ANTON PAVLOVITCH TCHEKHOV
Nasceu em 29 de janeiro de 1860, em Taganrog, no sul da Rússia, sendo o terceiro de seis filhos. Foi médico, dramaturgo e escritor e considerado um dos maiores contistas de todos os tempos. Como dramaturgo, é autor de quatro clássicos e seus contos têm sidos aclamados por escritores e críticos. Tchekhov renunciou ao teatro e deixou de escrever s após a péssima recepção de “A Gaivota”, em 1896. Entretanto, a obra foi reencenada e aclamada em 1898, quando foi montada pela companhia Teatro de Arte de Moscou, de Constantin Stanislavski, que também montou as peças “Tio Vania”, “As Três Irmãs” e “O Jardim das Cerejeiras”.
SOBRE LEONARDO KARASEK (DIRETOR)
Formou-se em Direção Teatral no Curso Superior de Artes Célia Helena, dirigiu uma montagem pocket inspirada em “O Jardim das Cerejeiras”. É pós-graduado em Literatura Brasileira pela UFRGS, de Porto Alegre. Cursou Cinema na Universidade Federal Fluminense e participou de cursos de Roteiro em Cinema com Luiz Carlos Maciel, na Fundição Progresso, e com Jackson Saboya. Com a experiência adquirida, roteirizou e dirigiu os vídeos “Da Vida Nada se Leva”, “O Castigo” e “Pai”. Em 2017, dirigiriu sua primeira grande produção “É Samba na Veia, É Candeia”. Como ator, participou de diversos cursos em variadas instituições, como Teatro Tablado, Casa da Gávea e Casa de Artes de Laranjeiras (RJ), Teatro Ágora e Grupo TAPA (SP. Morou dois anos em Nova York (EUA), onde cursou o Lee StrasbergInstitute e o HB Studio. Nos palcos, acumula experiências em montagens como “O Despertar da Primavera” (Teatro Tablado- RJ), “As Aventuras de Tom Sawyer” (Teatro Ziembinsky – RJ), “Twelfth Night” – Kensington Library (Londres), “Our Town”(Cumberland Regional High School, de Nova Jersey/EUA). Na televisão, participou de um episódio de “Você Decide”, na Rede Globo.
SOBRE RITA TELES (ATRIZ E PRODUTORA EXECUTIVA)
Atriz, arte educadora, dubladora, produtora, é graduada em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas pela Universidade São Judas Tadeu. Iniciou no teatro em 2002 e cursou, até 2008, o Curso Livre de Teatro ministrado pela Arte & Equilíbrio. Atuou em diversas peças, as duas últimas “Agosto na Cidade Murada” (2018) , “É Samba na Veia, É Candeia (2017/2018), espetáculos em que também assina a produção executiva. Idealizadora do projeto Oficinas de Vivência Teatral onde atua como arte educadora de teatro. Fundadora da Cia. Colhendo Contos e Diáspora Negra ao lado de Jefferson Brito. Com a peça narrativa “Contando África em Contos”, tem se apresentado em diversas instituições culturais de São Paulo. É, ainda, pesquisadora de dança negra contemporânea e simbologia dos orixás. Compõe o corpo de dança do Bloco Afro Afirmativo Ilú Inã e Ilú Obá de Min. Atualmente, vem se dedicando à produção executiva e artística de projetos e artistas brasileiros e africanos fomentando a visibilidade e difusão de arte e cultura de africana e afro diaspórica.
SOBRE A COMPANHIA ALVORADA
Companhia criada em 2017 pelo diretor Leonardo Karasek. Tem por objetivo pesquisar o sentido literário e filosófico dos textos e das palavras, trabalhar além das formas cênicas, priorizando o sentido das palavras e situações. Segundo seu fundador, “não temos medo de ser considerados passadistas por centrarmos nosso trabalho no texto e no sentido das imagens. Primamos pela valorização da história, do mito, a da reflexão sobre a condição humana. Preocupações que norteiam-se com questões do que com o diálogo obrigatório com as fronteiras do teatro ou renovação de suas formas. Pretendemos voltar a valorizar a fantasia e levar o espectador a um tempo e espaço, na maioria das vezes bem determinado”. A companhia tem como referência os grandes produtores de saber intelectual no teatro e na literatura, como Stanislavsky, Tchekhov, Ibsen, Shakespeare, Brecht, Moliére, Balzac, Proust, Dostoievsky e Machado de Assis. “Gostaríamos de retomar a produção de textos clássicos no Brasil, fazer uma verdadeira companhia de repertório. Nosso trabalho também inclui a pesquisa e a inserção, nos nossos espetáculos, de temas brasileiros que nos rodeiam, como o samba, o choro, o forró, o candomblé, o Carnaval e as festas populares”, diz. A primeira produção foi a peça “É Samba na Veia, É Candeia”, sucesso de crítica e público. Em sua segunda produção, a peça “Vidas Medíocres ou Almas Líricas” a companhia apresenta uma narrativa com textos e contos de Tcheckov e Sambas das décadas de 1930 e 1940. Para ele, atualizar questões universais pode significar, também, a aproximação com o redor e o passado. Nesse contexto, a globalização apenas é descartada quando mostra-se unilateral. Em suas propostas, a companhia defende pautas de direitos humanos, o fim dos preconceitos de qualquer espécie e o combate à desigualdade social no Brasil.
NÚCLEO COLETIVO DE ARTES
Tem como objeto fomentar e difundir arte, cultura e educação, sobretudo com foco em questões que envolvem matrizes africanas e manifestações da diáspora africana no Brasil. Produções notórias: Seminário Internacional “Fronteiras em Movimento” – CCBB (2012), Seminário “A Morte & A Vida em Debate” – CCBB (2006), Intolerância Solidariedade no Mundo Contemporâneo – CCBB (2004). Sarau Afrikanse (2018), participou na produção de eventos com o Grupo de Articulação Política Preta (2016/2017), Mulheres Negras em Marcha (2017/2018). Quanto à projetos na educação: “Oficinas de Vivência Teatral” – Fundação Julita (desde 2014), Escola Nacional de Teatro (2015/2016), Secretaria Municipal da Cultura de SP (2017/2018). Assina as produções artísticas e executivas dos espetáculos: “Agosto na Cidade Murada” (2018), “É Samba na Veia, É Candeia” (2017/2018), “A Volta para Casa” (2015/2016), “Vênus de Aluguel” (2014), “Contando África em Contos” (desde 2016), além da produção de diversos artistas, lançamento de livros e exposições de artes plásticas.