O ator J. Peron interpreta Raul Seixas no aniversário de morte do cantor

No aniversário de 30 anos da morte de Raul Seixas, o ator, músico, cantor e compositor JPeron promete revivê-lo no palco para abrilhantar os 148 anos da cidade de Araras/SP.

No próximo sábado, 23 de março, JPeron – ator conhecido em todo país como um dos principais e mais conceituados interpretes de Raul Seixas – se apresentará na cidade de Araras/SP.

Em 2008, inspirado pelos insistentes “toca Raul”, o artista decidiu montar o show “Todos os Rauls”, onde faz uma homenagem ao maior Maluco do Universo, trazendo para o palco, além das canções de Raulzito, os figurinos inspirados em seus clipes.

Jota Peron – Foto – Karen Isis

Além de participar frequentemente de programas de televisão, JPeron já se apresentou em 13 estados brasileiros. Como ator, viveu o personagem Raul Seixas nos palcos de teatros importantes, entre eles, Castro Mendes em Campinas/SP e Ruth Escobar em São Paulo/SP, além de uma participação no filme “Colegas” dirigido por Marcelo Galvão, premiado em festivais de grande expressão.

Show Jota Peron Interpreta Raul Seixas

Multifacetado

Ainda que seu personagem mais conhecido seja Raul, JPeron não para por aí e se destaca também como imitador de outros nomes da música brasileira como Cauby Peixoto, Waldick Soriano, Tete Spindola, entre outros.

JPeron produziu e apresentou programas de rádio, trabalhou como produtor no cinema nacional e em programas de TV, além de elaborar shows para artistas covers e bandas de carnaval.

A Festa de Aniversário de Araras terá um palco principal instalado no Largo da Basílica de Nossa Senhora do Patrocínio, onde irão se apresentar os cantores Raffa, no dia 22 (sexta); J.Peron, com o cover de Raul Seixas (dia 23, sábado) e, para comemorar o aniversário, o show especial com a dupla Guilherme e Santiago dia 24, domingo. Os shows têm previsão de início às 21h.

Você viveria um relacionamento sem sexo?

Existem relações pautadas por outros prazeres

As cobranças estão por toda a parte quando um tema tabu como este surge. “Como vocês não transam? Têm algum problema?” É interessante observar a pressão que terceiros exercem sobre as nossas relações quando descobrem que elas não envolvem sexo. Um relacionamento pode ser feliz e duradouro mesmo sem ele, já que é que estabelecido em outras bases.

Uma pesquisa desenvolvida pelo departamento de Psicologia da Universidade Estadual de San Diego, em 2015, já revelava que os jovens nascidos a partir de 1980, ao contrário do esperado, estavam fazendo menos sexo do que os seus pais faziam na mesma idade. Parece ser uma tendência crescente o desejo de viver uma história de amor sem a necessidade de sexo. Psicólogos afirmam que é possível ter intimidade sem sexo e vice-versa. Existem casais que têm um forte vínculo afetivo, mas não precisam do sexo para fazer a relação funcionar.

A surpresa parece ser ainda maior quando a ausência de sexo é um dos quesitos para o estabelecimento de uma relação sugar – aquela em que a figura de um daddy, o provedor financeiro e emocional, firma as bases do relacionamento de comum acordo com sua baby. Apesar da incredulidade, muitos casos já foram comentados na plataforma Meu Patrocínio, a maior deste tipo no Brasil. Neste sentido, ao definir os princípios da relação, os parceiros estipulam “sem sexo”. É possível? Sim! As trocas são definidas com a premissa do companheirismo, de confidências, da amizade e do compartilhamento de experiências.

Thaynara Castellano, 20 anos, estudante de nutrição, conta que manteve um relacionamento com o seu daddy na base da amizade. Ele era casado, tinha uma vida muito corrida e procurava alguém que pudesse dar a atenção que ele gostaria, alguém com quem pudesse conversar e desabafar. Extremamente inteligente, o daddy preocupava-se em indicar boas leituras e servir como um orientador de vida. A relação, muito inspiradora e “sem sexo” segundo Thaynara, durou cinco meses e terminou por conta das inúmeras viagens dele. Marina Freitas, 25, estudante de jornalismo, por sua vez, relata que o seu daddy estava em busca de uma companhia agradável, de uma baby bonita e inteligente que pudesse circular com ele em eventos e jantares de negócios. Com 52 anos, Maurício, o daddy, só exigia que ela estivesse sempre com a agenda disponível para estes encontros. “Além disso, ele gostava muito de conversar comigo, contar as suas experiências e me incentivar na carreira. Em troca da minha disponibilidade, eu sempre recebia presentes adoráveis e até um curso de fotografia, totalmente pago por ele. Eu não sentia falta de sexo, era uma relação de companheirismo e de muito carinho mútuo. Lamentei quando terminou, ele saiu do Brasil e achou melhor me deixar livre”, conta Marina.

O sexo não é a base exclusiva para uma relação duradoura, é um complemento. Às vezes, as pessoas direcionam os seus desejos para outras áreas das suas vidas, como a carreira, esportes, estudos e conseguem se realizar plenamente com o que fazem, pautando as relações em outros princípios não menos importantes como o companheirismo e afeto.

CINEFANTASY ABRE INSCRIÇÕES PARA A SUA 9ª EDIÇÃO E  CRIA O TROFÉU “JOSÉ MOJICA MARINS”

  CINEFANTASY – Festival Internacional de Cinema Fantástico presta homenagem ao maior ícone do cinema de horror do Brasil, José Mojica Marins, o Zé do Caixão, criando o TROFÉU JOSÉ MOJICA MARINS, que será entregue a partir desta edição aos vencedores das categorias do festival.

“Mojica é um ícone do cinema, aclamado mundialmente. O Cinefantasy reconhece que foi ele e sua obra que trouxeram à luz para o grande público o gênero fantástico. O Brasil deve valorizar artistas e criadores em vida. A homenagem é um brinde que faremos com ele”, celebra o curador do festival Eduardo Santana.

Trofeu Cinefantasy por Talitha Arruda

As inscrições para a  9ª edição do Cinefantasy estão abertas. Os interessados poderão enviar o material até 14 de maio, desde que a temática seja fantástica (horror, ficção científica ou fantasia), onde histórias tenham elementos sobrenaturais, que não são reais ou gerem dúvidas quanto a sua natureza, podendo ser da categoria ficção, animação ou documentário.

O festival se divide nas seguintes sessões competitivas:

–  MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS – são filmes produzidos nos últimos 36 meses, inéditos em Festivais realizados no município de São Paulo, captados em qualquer formato.

–  MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS – são filmes produzidos nos últimos 36 meses, com duração de até 15 minutos, inéditos em Festivais realizados no município de São Paulo, captados em qualquer formato, nas seguintes categorias:

  • Animação
  • Fantasia
  • Ficção Científica
  • Horror
  • Espanha Fantástica
  • Amador
  • Estudante

Mostra Mulheres Fantásticas, criada em 2018, que premiou curtas-metragens dirigidos por mulheres, continua na programação. A curadoria este ano é assinada por Mônica Trigo.

 “É fundamental fortalecer a presença de mulheres na direção de obras cinematográficas. Um festival de cinema é a vitrine de várias produções, ampliando o empoderamento e o alcance do olhar e das narrativas  femininas”, observa a curadora.

A novidade desta edição é a Mostra Fantástica Diversidade, para filmes fantásticos LGBTQ+, tendo como curador o diretor taiwanês Hsu Chien.

O Cinefantasy premiará a produção de curta-metragem brasileira com o Prêmio Especial Brasil Fantástico, oferecendo serviços de pós-produção para a próxima obra.

O regulamento completo está disponível no site – http://www.cinefantasy.com.br

Serviço:

Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico

De 03 a 08 de setembro no MIS, em São Paulo.

INSCRIÇÕES ABERTAS – até 14/05

**festival acontece de 03 a 08 de setembro no MIS, em São Paulo

 ** Inscrições abertas até 14/05

MULHERES À OBRA, chega em sua 5ª edição, vem com novidades e já começa agora nesse sábado

Não é mais novidade encontrar mulheres manuseando ferramentas elétricas, fazendo reparos hidráulicos, reparos elétricos básicos e pintando paredes…

E elas mandam bem, muito bem… Não é à toa que chega a 5ª edição o curso Mulheres à Obra, com três aulas diferentes, criado pelo Palácio da Ferramenta. Claro, o curso virou um sucesso, contabiliza mais 800 participantes, uma geração de mulheres empreendedoras ou no mínimo, mulheres que sabem solucionar pequenos reparos em casa.

E por trás da logística das aulas, está Emanuela Fidelis, com 36 anos. A bonitona, não descuida da sua feminidade, se apresenta maquiada e com unhas feitas. Manu, como gosta de se apresentar, logo descobriu que tinha jeito “pra coisa”, começou fazendo demonstração para os clientes, atividade comum dentro do Palácio da Ferramenta, porém todas as vezes que tinha demonstração, lá estava ela infiltrada com o promotor fazendo a demonstração. E claro, dessas demonstrações já conhecia muito bem a parte teórica das ferramentas, então a curiosidade fez querer aprender na prática, não demorou para o primeiro teste na prática, pronto, nascia uma expert no assunto, e hoje, ela domina como ninguém. O curso abre uma nova frente de trabalho, rompendo fronteiras e o preconceito.

Um dia internacional da mulher diferente, essa foi a proposta inicial – O Palácio da Ferramenta encontrou no Dia Internacional da Mulher, anualmente comemorado em 8 de março, o atalho que fosse útil à mulher. Em tempos de empoderamento feminino, elas não querem apenas flores, bombons, entre outras coisinhas que não agregam valores. Foi pensando em facilitar o dia a dia delas que surgiu o Projeto Mulheres à Obra, com o objetivo de ensinar a mulher como utilizar ferramentas elétricas, solucionar pequenos reparos domésticos do cotidiano. E elas colocaram a mão na massa e aprendem na teoria e na prática como utilizar ferramentas.

Em tempo, a logomarca é uma mulher com uma bandana vermelha, o braço em pose de força e os dizeres “O lugar de mulher é onde ela quiser” – E essa mensagem vem inspirada na musa feminista Naomi Parker Fraley, falecida em janeiro de 2018 (ela foi um marco na segunda guerra mundial e na história do feminismo).

A 1ª edição foi em março de 2017, como a procura foi grande, logo houve a necessidade em criar a 2ª edição (realizado em setembro). Em 2018, duas outras edições. E assim, o Palácio da Ferramenta, há 48 anos, funcionado em quatro endereços no Centro do Rio: duas lojas na Buenos Aires, e outras duas; uma na Praça da República e a outra na Sete de Setembro, onde fornece o que há de melhor no ramo, com as melhores marcas e preços. Com diversificados produtos, uma grande variedade de máquinas, fechaduras, material elétrico, ferro fundido, parafusos, dobradiças, tintas, pisos, azulejos, metais e muito mais. Com em torno de 6 mil produtos, é hoje, considerada a mais completa do segmento.

Isabel Gomes, Diretora de Marketing do Palácio da Ferramenta, queria algo novo na tradicional loja. Aliás, o modelo hibrido é adotado há anos no atendimento, ajudando os clientes com indicação de quais peças usar e como utilizar.

“Observando a desenvoltura delas, me chamou atenção, e logo criei “Mulheres à Obra”, ganhando imediatamente a adesão de parceiros. E eles, claro, também apostaram nessa demanda, tanto que já é possível encontrar ferramentas leves, práticas e até furadeira de impacto na cor de rosa”, atesta Isabel.

A 5ª edição vem aí, com os 3 temas mais pedidos:

Ferramentas Elétricas, Rejuntes e Impermeabilização e Tintas.

Dia 23 de março- Ferramentas Elétricas (Makita): 

Dia 30 de março – Rejuntes e Impermeabilização (Quartzolit): 

Dia 6 de Abril – Tintas (Suvinil): 

Com capricho, sem esquecer que é destinado para elas… O cronograma das aulas segue essa linha: cada aula tem o seu cronograma próprio, de acordo com tema escolhido. Após check-in, recebem uma camiseta e uma bandana vermelha para a cabeça. Depois vem a aula teórica, onde leva em torno de 1h30. Uma pauta para o coffeebreak e seguem para a aula prática. E tem mais, mimos no final de cada aula, com sorteios de brindes e máquinas.

– Valor de cada inscrição/cada aula: R$ 100,00 (através da loja), sendo este investimento revertido em crédito de R$ 50,00 (nas compras a partir de R$ 200,00 – nas lojas do Palácio da Ferramenta -participante recebe um voucher após a aula).

Horário dos cursos: sempre aos sábado das 10h às 14h.

– Na Escola Técnica Centro Rio – Rua Camerino, Nº 130 – Centro – Rio

– informações: Tel 21  2103 7373

– http://www.palacio.com.br

‘Tropicalinha – Caetano e Gil para crianças’ volta ao cartaz, no Teatro Clara Nunes,

O premiado espetáculo ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’ fará nova temporada, no Teatro Clara Nunes, 

no Shopping da Gávea, a partir de 23 de março

Vencedora dos prêmios Brasil Musical 2018 e Musical Rio 2018 de Melhor Espetáculo Infantil e Botequim Cultural 2018 de Melhor Direção de Teatro Infantojuvenil,

a peça homenageia os baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil, ícones do movimento tropicalista e da música mundial

Tropicalinha – Foto de Junior Mandriola

 Quarto espetáculo do premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela Entre Entretenimento, ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’ fará nova temporada, agora no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, de 23 de março a 28 de abril. Com texto de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Guilherme Borges, o musical infantil, sucesso de púbico e crítica, foi vencedor dos prêmiosBrasil Musical 2018 e Musical Rio 2018 de Melhor Espetáculo Infantil e Botequim Cultural 2018 de melhor Direção em Teatro Infanto juvenil. Também está indicado a Melhor Figurino, Melhor Visagismo, Melhor Direção de Produção e Melhor Ator Coadjuvante (Hamilton Dias) no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2018. A peça faz uma grande homenagem aos baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil, dois ícones do movimento tropicalista e da música mundial, em uma história que enaltece a amizade e desperta o sentimento de responsabilidade social.

O espetáculo conta a história do Reino de Pindorama, governado por uma rainha autoritária (Martina Blink), que toma o poder e baixa decretos proibindo a música e as cores no lugar. Dois amigos, Cae (Pedro Henrique Lopes) e Gil (Orlando Caldeira), se unem para trazer sons e cores de volta ao reino, em alusão ao movimento tropicalista. Também estão no elenco, Flora Menezes (Pobo), Hamilton Dias (Lindoneia) e Sergio Somene (Juca). O musical não é biográfico, mas é inspirado em momentos vividos por Caetano Veloso e Gilberto Gil na juventude.

  “Em Tropicalinha, mostramos como a amizade e parceria profissional entre dois músicos deu origem à criação de um movimento cultural que influenciou e influencia até hoje as mais diversas manifestações artísticas”, explica o autor Pedro Henrique Lopes, sócio da Entre Entretenimento ao lado de Diego Morais. “Dos espetáculos este é o que mais brinca com as possibilidades teatrais. No sentido de conseguir subverter o enredo em tramas lúdicas, personagens mais fantásticos, exagerados, tudo no tom descontraído, fazendo um paralelo com algumas manifestações artísticas do período da Tropicália”, observa Diego, lembrando que o disco ‘Tropicalia ou Panis et Circencis’, lançado em 1968 como um manifesto musical do movimento, completa cinco décadas este ano.

No repertório, estão 43 músicas (completas e/ou trechos) compostas por eles individualmente ou em parceria, entre elas TropicáliaForça estranhaAlegria, alegriaVamos fugirAndar com féDivino MaravilhosoExpresso 2222 Você é linda.

 “A partir de uma história divertida que se passa num reino fictício, falamos de como é importante o compromisso com a comunidade e da nossa participação na luta pelos direitos de um povo”, acrescenta o diretor. “O repertório é bem vasto porque os dois artistas compuseram, cada um, mais de 600 músicas, e quisemos reunir músicas das mais diversas fases da carreira dos dois”, completa.

Grandes Músicos para Pequenos

Tropicalinha – Caetano e Gil para crianças é o quarto espetáculo do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, que nasceu em 2013 com o musicalLuiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças. Depois,  vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ –  Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes) – e Bituca – Milton Nascimento para crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino). As três peças juntas já foram vistas por mais de 150 mil espectadores. O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

 Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social.

TIJOLINHO:

Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças. Musical infantil. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Guilherme Borges. Com Pedro Henrique Lopes, Orlando Caldeira, Martina Blink, Sergio Somene, Flora Menezes e Hamilton Dias. Dois amigos se unem para destronar uma rainha autoritária que proibiu a música no reino onde vivem. (60 min) Teatro Clara Nunes. Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ. Tel.: (21) 2274-9696. Sáb. e Dom., às 16h. R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia). Livre. Capacidade: 743 lugares. De 23/03 a 28/04.

FICHA TÉCNICA:

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Guilherme Borges

Texto: Pedro Henrique Lopes

Elenco: Pedro Henrique Lopes, Orlando Caldeira, Martina Blink, Sergio Somene, Flora Menezes e Hamilton Dias.

Cenário e figurinos: Clívia Cohen

Iluminação: Tiago e Fernanda Mantovani

Visagismo: Vitor Martinez

Produção e realização: Entre Entretenimento

SERVIÇO:

 Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças

Temporada: De 23 de março a 28 de abril

Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea) – Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ.

Telefone: (21) 2274-9696 | Dias e horários: Sábados e domingos, às 16h

Ingressos: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada) | Lotação: 743 pessoas

Duração: 60 minutos | Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, de 13h às 21h.

Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

A 2ª EDIÇÃO DO ‘SABORES DO MERCADO’ COMEMORA 2 ANOS NO UPTOWN BARRA

A 2ª EDIÇÃO DO ‘SABORES DO MERCADO’ COMEMORA 2 ANOS DE MERCADO DE PRODUTORES DO UPTOWN BARRA

UMA VIAGEM GASTRONÔMICA COM MÚSICA E MUITA COMEMORAÇÃO

GIOVANNA CURSINO

Uptown Barra comemora 2 anos de Mercado de Produtores do Uptown com a 2ª edição do Sabores do Mercado de 22 a 24 e 29 a 31 de março. O evento traz uma experiência única ao público que poderá desfrutar de uma verdadeira viagem gastronômica com diversos sabores agradando diferentes estilos e paladares. Além da diversidade gastronômica, não vai faltar boa música para acompanhar a celebração.

No sábado, dia 23/03, a cantora Giovanna Cursino leva ao palco do Mercado muito samba e MPB. Ela iniciou sua carreira bem nova no teatro musical e depois passou a se apresentar com grandes nomes da música nacional, como a famosa banda Blitz, com a qual fez turnê por todo o Brasil e Europa.

FLAVIO PRAZERES

Domingo, dia 24/03, é a vez da Banda Go Black fazer um passeio dançante pelo mundo da Black Music que atravessa gerações. Uma mistura de sucessos da Música Negra que vem dos anos sessenta aos tempos atuais com versões de clássicos inusitados com muito groove.

Na semana seguinte, o sábado, 30/03, é comandado por Flávio Prazeres & Trio apresentando um repertório repleto de MPB, samba, choro e soul.

Para fechar, no domingo, 31/03, o cantor e compositor Thiago Thomé, que teve destaque no Reino Unido quando interpretou o jingle “Brazil Brazil” tema da “World CUP 2014” pela rede de televisão ITV, ficando em 5º lugar nas rádios independentes de Londres sobe ao palco do Sabores do Mercado.

“A ideia do festival é promover a nossa gastronomia, incentivar o turismo e facilitar o acesso das pessoas ao que há de melhor na região em termos gastronômicos. O mercado de shoppings está saturado com as opções tradicionais. É necessário oferecer experiências novas, o Uptown tem se tornado um ponto de encontro e estamos trazendo eventos de qualidade para atender os nossos clientes”.  Coordenador de marketing Diego Costa

Serviço:

Datas: 22 a 24 e 29 a 31 de março

Horários: 17h às 23h

Local: Mercado de Produtores do Uptown Barra

Endereço: Av. Ayrton Senna, 5500, Bloco 12 – Barra da Tijuca

Evento gratuito

“Caixa Preta”, Performance do argentino Fernando Rubio, chega ao CCBB

Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS e Centro Cultural Banco do Brasil

 apresentam  “Caixa Preta”

Com direção de Fernando Rubio, instalação performática teatral convida o público a vivenciar um luto coletivo. Em cena, as atrizes/performers Giulia Grandis e Ludmila Wischansky dividem o espaço cênico com um “morto” e com o público em duas apresentações diárias

Uma performance em que um homem morto e duas mulheres feridas convidam o público para um velório coletivo em que a postura diante do luto é colocada em questão. Essa é a proposta de “Caixa Preta”, instalação teatral que discute do tabu da morte, que será inaugurada em 21 de março no Teatro III do Centro Cultural Banco do Brasil, com apresentações de quinta a domingo, às 17h e às 19h, até 21 de abril, com ingressos a partir de R$ 15.

Nascida do encontro do diretor argentino Fernando Rubio e das atrizes Giulia Grandis e Ludmila Wischansky, a obra teve como inspiração e ponto de partida a escultura “Pai Morto”, de Ron Mueck, e o livro “História da morte no ocidente”, de Philippe Ariès, além de vivências dos três relacionadas à morte e ao luto. Ao longo de toda a temporada, o “velório-instalação” estará aberto à visitação do público, com entrada gratuita, diariamente entre 9h e 21h, (exceto terça-feira).

A performance começa na rotunda do CCBB, com as duas atrizes atravessando o cotidiano dos visitantes do centro cultural antes mesmo de ingressarem no Teatro III. Em cena, as duas mulheres encontram-se diante de um cadáver de um homem. A disposição cênica e projeções nas paredes convidam o público a circular pelo ambiente para velar esse corpo sem vida. É justamente essa contemplação fúnebre que dispara e desenvolve a relação entre as personagens e os espectadores. Não se sabe quem são essas mulheres, nem qual é a relação delas com o falecido. A cada situação, conversa, silêncio, projeção, movimentação se torna mais presente o mistério e a curiosidade sobre as duas.

“Não quis me limitar ao campo das ações. ‘Caixa Preta’ é um trabalho de reflexão sobre a experiência de cada um. É sobre a morte de pessoas que temos contato, de desconhecidos, e da expectativa da nossa própria morte, e como nos comportamentos diante dessa realidade. É a vivencia o luto coletivo, numa sensibilidade que atravessa a todos nós”, conta o diretor Fernando Rubio. “Assim como em um velório, o público tem a liberdade de permanecer no Teatro III o tempo que desejar. Pode também sair e regressar quantas vezes julgar necessário, assim como as atrizes. É possível, também, acompanhar tudo à distância, por meio de totens espalhados pelo CCBB que transmitem em tempo real a performance”, explica.

A dramaturgia inédita de Fernando Rubio foi construída durante o processo de criação da montagem a partir de um desejo comum entre as atrizes Giulia Grandis e Ludmila Wischansky e o diretor em falar sobre a morte, um tema por muitas vezes desconfortável, porém natural e inevitável. “Caixa Preta” propõe um olhar reflexivo, crítico, amoroso, por vezes dramático, por vezes humorado, sobre nossos comportamentos e construções face à morte. “‘Caixa Preta’ trata da morte num conceito mais arquetípico num lugar que transcende o teatral”, define Ludmila Wischansky. “Propõe ainda outra construção ritualística por meio de um olhar renovado e não fixo em relação ao luto”, completa Giulia Grandis.

Caixa Preta” é a quinta montagem de Fernando Rubio a ser apresentada no CCBB. Conhecido por suas intervenções artísticas ao ar livre e em centros culturais, o artista esteve no festival Cena Brasil Internacional em 2013 como o projeto “Podem deixar o que quiserem” e em 2014 com “Tudo ao que esta ao meu lado”, uma performance realizada na rotunda do CCBB. Ano passado, o artista argentino levou para o mesmo festival as intervenções “O tempo entre nós” e “Eu não morro, não mais”, que foram realizadas com atores brasileiros.

SOBRE FERNANDO RUBIO

Natural de Buenos Aires, Argentina, o diretor, dramaturgo e artista visual Fernando Rubio atualmente mora no Rio de Janeiro. Realiza desde 1998 projetos que buscam a formulação do espaço e o vínculo com os espectadores, apresentando montagens, intervenções urbanas, instalações, performances e documentários ao redor do mundo. Atualmente, é diretor do projeto de residência multidisciplinar El Jardín Sahel e do Festival Latinoamericano de Intervenciones y Performance de Argentina.

Em 2001 fundou sua companhia INTIMOTEATROITINERANTE. Apresentou seus trabalhos em festivais internacionais de teatro e cinema, bienais, museus, centros de arte, teatros e espaços públicos da Alemanha, Argentina, Áustria, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Coréia, Cuba, Equador, Egito, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Inglaterra, Irlanda, Itália, México, Portugal, Rússia, Cingapura e Uruguai.

Seus textos foram traduzidos para o alemão, inglês, coreano, grego, finlandês, holandês, italiano e francês. Publicou muitos trabalhos, entre eles “Histórias para um longo inverno” (2003), “Tudo perto” (Libros del Rojas, UBA, 2005), “Um barco de cimento em um mundo paralítico para crianças abstratas” (Atuel, 2006), o livro de fotografias e histórias “Falar”, “A memória do mundo” (Interzona, 2005), “Dramaturgias de ação: textos para teatro, intervenções e performances” (Editorial Colihue, 2012), “Podem deixar o que quiserem” (Editorial Libretto, 2016), “Tudo ao que está ao meu lado” (Festival Internacional de Buenos Aires, 2017).

Rubio recebeu prêmios em diversos países por suas obras, entre elas “Eu não morro, não mais”, “Quando a dor acaba”, “Cartofrafia infinita”, “Ninguém disse que eu tinha vindo a este mundo para esquecer tudo eu uma vez sonhei”, “Tudo ao meu lado”, “O tempo entre nós” e “Podem deixar o que quiserem”.

SOBRE GIULIA GRANDIS

Atriz e diretora, formada em Direção Teatral na UFRJ e Licenciatura. Dirigiu diversos espetáculos dentre eles “Viúva, porém honesta”, de Nelson Rodrigues, e “Maria do Caritó”, de Newton Moreno. Recebeu o prêmio Inspiração do Amanhã 2014 como atriz e diretora. Recentemente, atuou nos espetáculos “BIRD”, “Festa no Interior” e “Rinocerontes”. Por este último foi indicada para o prêmio demelhor atriz no Festival de Caxias.

 

Fez parte do elenco de peças dirigidas por Daniel Herz, e participou de novelas, alguns curtas e comerciais. Trabalhou nos musicais“Nine” e “Garota de Ipanema – amor é bossa”. Em 2012, foi semifinalista do Concurso de Talentos da Malhação do Caldeirão do Huck. Atualmente, está na 7ª Oficina de Atores Cesgranrio.

SOBRE LUDMILA WISCHANSKY

Atriz formada na Casa de Artes de Laranjeiras e produtora da empresa Rendezvous Produções Artísticas. Em sua formação priorizou o estudo da técnica da Mímica Corporal Dramática, de Etienne Decroux, bem como a técnica de atuação com Máscara Balinesa. Ministra oficinas de atuação com Máscara Balinesa em escolas e festivais de teatro.

 

Em 2017, idealizou e participou como atriz do espetáculo “Branca”, de Walter Daguerre, com Direção de Ivan Sugahara. Ao longo de sua carreira, realizou espetáculos com algumas companhias de teatro como a Cia Amok (“Macbeth” e “Savina”), Cia Cutelaria de Teatro (“Sr Fox”), Cia Boto Vermelho (“Dispare”) e Eita Coletivo (“Maria do Caritó”), além de diversas outras montagens.

 

SOBRE O CCBB

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil celebra 30 anos de atuação com mais de 50 milhões de visitas. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, o CCBB é um marco da revitalização do centro histórico da cidade e mantém uma programação plural, regular, acessível e de qualidade. Mais de três mil projetos já foram oferecidos ao público nas áreas de artes visuais, cinema, teatro, dança, música e pensamento. Desde 2011, o CCBB incluiu o Brasil no ranking anual do jornal britânico The Art Newspaper, projetando o Rio entre as cidades com as mostras de arte mais visitadas do mundo. Agente fomentador da arte e da cultura brasileira segue em compromisso permanente com a formação de plateias, incentivando o público a prestigiar o novo e promovendo, também, nomes da arte mundial.

FICHA TÉCNICA:

CAIXA PRETA

Projeto da Cia. Eita! Coletivo

Direção, concepção visual e autoria: Fernando Rubio

Performers: Giulia Grandis e Ludmila Wischansky

Assistente de direção: Manuela Moog

Produção: Leticia Napole e Miçairi Guimarães

Colaboracao artistica: Gabriel Barros

Tradução: Laura Limp

Design gráfico: Bruno Dante

Fotografia: João Julio Mello

Realização: Rendezvous Produtora

 

 

Espetáculo: “Caixa Preta”

Temporada: De 21 de março a 21 de abril de 2019.

Dias e Horários: de quinta a domingo, às 17h e às 19h.

Local: CCBB Rio (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro) – Teatro III

Informações: (21) 3808-2020.

Capacidade: 80 lugares. Recomendação etária: 16 anos.

Duração: 80 minutos.

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

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SAC 0800 729 0722 – Ouvidoria BB 0800 729 5678

Deficientes Auditivos ou de Fala 0800 729 0088

Barra da Tijuca recebe evento gratuito de música e gastronomia

Ressaca de Carnaval: Barra da Tijuca recebe neste fim de semana evento gratuito que une música e gastronomia para todas as idades   

O CarnaRock será realizado nos dias 22 (sexta), 23 (sábado) e 24 (domingo), na Praça do Ó e vai contar com mais de 10 shows de rock e pop

 A Barra da Tijuca recebe neste fim de semana o festival CarnaRock, uma ressaca de Carnaval digna para quem já está sentindo falta dos dias de folia. O evento será realizado nos dias 22, 23 e 24 de março, na Praça do Ó, e tem entrada gratuita, mediante a doação de 2kg de alimento não perecível. Toda a arrecadação será doada para entidades carentes do estado do Rio de Janeiro. O festival contará com mais de 10 shows de bandas independentes de rock e pop, bailinhos com músicas infantis no sábado e no domingo entre 15h e 17h, além de diversas opções gastronômicas e cervejas artesanais. Resgatando a magia dos churros uruguaios que existiu na praça nos anos 70 e 80, haverá também um Festival de Churros, com muitas opções desta iguaria que costuma agradar aos diversos paladares. O evento tem classificação livre e é pet-friendly. A programação completa do CarnaRock está disponível no seguinte link: https://www.facebook.com/events/2430223893673362/.

O festival é produzido pela Corporate Events Brasil, produtora também responsável pelo Blues Rock FestivalRock 80 Festival e UP Rock Festival. Todos os eventos realizados até o momento foram gratuitos, mediante a doação de 2kg de alimento não perecível. O primeiro deles foi realizado em 2017, na Barra da Tijuca. Até o final de 2018 mais de 90 toneladas de alimentos foram arrecadados, ajudando diversas famílias e crianças carentes do estado. Segundo Fernando Fernandes, proprietário da empresa, a meta para 2019 é dobrar este número. “Criamos estes festivais basicamente com dois intuitos: resgatar os clássicos eventos de música ao ar livre e ajudar a acabar com a fome, que é um dos grandes males do nosso país. Acredito que se cada um fizer a sua parte, teremos um Brasil mais justo daqui pra frente. Nossa meta para este ano é dobrar a arrecadação e também expandir as doações para outras cidades e estados”, afirma Fernando.

Serviço: Evento: CarnaRock | Datas: 22/03 (sexta-feira), 23/03 (sábado) e 24/03 (domingo)

Horários: 22/03, de 17h à 0h |23/03, de 15h às 0h | 24/03, de 15h às 0h

Endereço: Praça São Perpétuo, Barra da Tijuca |Facebook: https://www.facebook.com/events/2430223893673362/    

Classificação: livre

Itália proíbe crianças não vacinadas de irem à escola; pais serão multados
As escolas estão mandando as crianças não vacinadas de volta para casa, e os pais correm risco de serem multados pelo governo.
 
Por Giovane Almeida
Uma nova lei na Itália entrou em vigor nesta semana e torna obrigatório para todas as crianças do país receber uma série de vacinas, incluindo a vacina tríplice viral.
 
Os pais tiveram até o dia 10 deste mês para garantir que seus filhos fossem vacinados — e, de acordo com a BBC, as escolas estão mandando as crianças de volta para casa caso elas não provem que foram vacinadas.
 
As crianças com menos de seis anos não poderão ir ao berçário nem ao jardim de infância sem comprovação de vacinação. As crianças entre seis e dezesseis anos são, tecnicamente, autorizadas a irem à escola, mas seus pais estão sujeito a uma multa de US$560 caso as crianças permaneçam não vacinadas.
O tópico tem sido altamente controverso na Itália, onde os moradores têm expressado descontentamento com a nova lei há meses.
 
Em setembro, cerca de mil crianças italianas com o sistema imunológico debilitado foram forçadas a ficarem em casa, pois não tinham certeza de que seus colegas de classe haviam sido vacinados.
 
A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera o movimento anti-vacina uma das maiores ameaças à saúde mundial.
 
É sabido que as vacinas são uma das formas mais eficazes de evitar doenças na história da humanidade.
Zé Renato & Guinga no Show “Prece à Lua”

Imaginem a voz masculina mais bonita do Brasil. E agora, pensem nela junto ao maior e mais original compositor da música popular brasileira das últimas décadas. Não, não é miragem, muito menos utopia. É a reunião no palco, de Zé Renato, o tal cantor, e Guinga, o compositor. O resultado é o show inédito “Prece à Lua”, que será apresentado no próximo dia 16, sábado, no Teatro Rival Petrobras, em comemorações aos 85 anos da casa na Cinelândia.

Amigos de longa data, admiradores um da obra do outro, Zé Renato e Guinga resolveram transformar as conversas musicais de camarim em espetáculo. Explica-se: há mais de 20 anos, os dois apresentam-se juntos no show “Dobrando a Carioca”, ao lado também de Jards Macalé e Moacyr Luz. Nas viagens, nos bastidores, Guinga e Zé Renato foram intensificando a amizade, a admiração e foram descobrindo suas afinidades musicais.

Ambos descobriram, por exemplo, seu gosto comum por valsas brasileiras. E prepararam um arranjo especialíssimo para a clássica “Prece à lua”, que dá nome a esse show e que foi composta pela dupla Bide e Marçal. E aí, conversa vai conversa vem, violão na mão, Guinga lembra de uma valsa pouco conhecida de Zé Renato em parceria com Herminio Bello de Carvalho, “E o vento levou”. E ambos chegam a uma toada clássica de Guinga, em parceria com Chico Buarque, “Você, você”. E assim o repertório foi se montando.

Haverá um dueto de vozes e violões suas composições clássicas, coisas como “Toada” (de Zé Renato, Claudio Nucci e Juca Filho, maior sucesso do Boca Livre, quarteto vocal que Zé faz parte há 40 anos) e “Catavento e girassol” (de Guinga e Aldir Blanc, sucesso na voz de Leila Pinheiro); “Ânima” (da parceria de Zé com Milton Nascimento) e “Senhorinha” (clássico da parceria de Guinga e Paulo César Pinheiro).

Mas entre músicas de um e de outro, os dois prometem novidades como uma versão de “Moonlight”, bossa nova do grande compositor de trilhas de cinema John Williams para o filme “Sabrina”, que Guinga sempre imaginou na voz de Zé Renato, e que aqui será apresentada em versão inédita feita especialmente por Paulinho Moska. Ou também uma versão do clássico dos Gershwin, “But not for me”, que virou “Não é pra mim” na versão de Aldir Blanc.

Como se vê, além de valsas, ambos gostam de recriar de maneira própria standards da canção americana. Mas também e é claro, não fossem ambos filhos dessa tradição, de standards da canção brasileira. E aí aparecem para o duo tanto uma “Ligia”, de Tom Jobim, como um clássico criado por Jackson do Pandeiro “Como tem Zé na Paraíba” (de Manezinho Araújo e Catulo de Paula).

Composições de Guinga como “Saci” ou “Picotado ” ou de Zé Renato como “Fica melhor assim” e “Papo de passarim”, entre outras, compõem o repertório de um show que é simplesmente isso, o encontro do maior cantor (e que é grande compositor e violonista) com o maior compositor (que é grande cantor e violonista). Música, única e exclusivamente, no mais bonito que ela consegue chegar, nem miragem, nem utopia.

 

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 16 de março (Sábado)Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 60,00 (Inteira), R$ 40,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 30,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim –  http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp  Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos.www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo.

JORNAL ALAGOAS