Beco do Café e Calimonte Cafés Especiais firmam parceria no Festival do Café

Nos dias 23 e 24 de março, os amantes do bom café já têm onde se encontrar: o Museu da República recebe nesta data a 2º edição do Festival de Café que reúne em um só lugar produtores, torradores e cafeterias com o objetivo de promover e aproximar a cultura do café especial do grande público com entrada gratuita.

Beco do Cafe- Espresso Tonica – Foto Jose Olimpio

Como apreciador e empresário do setor, o barista Felipe Bruzzi, da Cafeteria Beco do Café, não poderia ficar de fora do evento e leva suas receitas e seus produtos para o festival, além de fazer uma parceria com a Calimonte, que apresenta seus grãos excepicionais torrados para os apreciadores da bebida e vende pacotes por R$ 30 e R$ 40. Entre as receitas, além dos clássicos  espresso duplo (R$ 8), Cappuccino Italiano (R$ 10) e Mocha (R$ 12), o Beco do Café também serve Cold Brew (R$ 10), o Espresso Tônica (tônica, Espresso e Limão Siciliano – R$ 12), Cold Mandarim (Cold Brew, Xarope de limão Siciliano, Gelo, Mel e Tangerina – R$ 15), entre outros gelados. Na ala dos alcoólicos, sugestões como o White Elephant (Vermute, Rum, Especiarias, Espresso e Leite de Coco no gelo) e o Mel Pinga Que eu Gosto (Mel, Cachaça, Espresso, Limão e gelo). Para acompanhar, algumas comidinhas fazem parte do Cardápio, entre elas o Pão de queijo canastra com parmesão (R$ 6,50) e o Muffin (Frutas Vermelhas ou Chocolate – R$ 7,00).

 Serviço | Festival do Café | Data: 23 e 24 de março | Horário: 10h às 18h

Local: Museu da República – Rua do Catete, 153 – Catete | Entrada Gratuita

Hanna recebe título de Embaixadora do Rio nesta terça, dia 25

Nesta próxima segunda-feira, dia 25 de março, as 17hs, a cantora HANNA receberá o Título de Embaixadora do Rio de Janeiro. O local da entrega será na Confederação Nacional de Comercio de Bens Serviços de Turismo, no Centro, com um pocket show da própria cantora com músicas do seu novo album “O amor é Bossa Nova Vol.2 Homenagem a João Gilberto”. Na cerimônia, fechada para convidados, HANNA vai apresentar canções como “Desafinado”, “Chega de Saudade”, “Ela é carioca”, “Eu sei que vou te amar”, “Ho ba la la”, e presenteará os convidados com seu  novo Single com a música “Ho ba la la”,  de autoria do próprio João Gilberto.

Seu novo album terá lançamento nacional no dia 07 de junho, às 21.00hs, na Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa, no mesmo mês em que João GIlberto fará 88 anos , com lançamento, inclusive, de seu videoclipe “Ho ba la la”, já lançado no Youtube. HANNA será acompanhada pelo violão de Marcio Souza

Mostra audiovisual mergulha no universo de Paulo Leminski

 Uma oportunidade para conhecer um pouco mais sobre a vida e obra do artista paranaense Paulo Leminski. Entre os dias 23 de março e 19 de maio, a programação da exposição Múltiplo Leminski – em cartaz no Museu Histórico de Londrina até 30 de junho – vai contar com uma mostra audiovisual gratuita de vídeos relacionados ao universo do poeta. Por meio de longas-metragens, curtas e documentários, será possível compreender mais sobre as diversas faces de Leminski: escritor, poeta, músico, compositor, romancista, tradutor, ensaísta, judoca e publicitário. As exibições acontecem nos dias 23 e 24 de março, além de 18 e 19 de maio, a partir das 16h, no Museu Histórico de Londrina. A exposição Múltiplo Leminski é um projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE), da Secretaria de Estado da Cultura, do Governo do Paraná e tem apoio da Copel, da Secretaria de Cultura de Londrina, Prefeitura de Londrina e Universidade Estadual de Londrina.

Programação – Mostra audiovisual 

Dias 23/03 e 18/05 (sábado) 

 

Paulo Leminski_foto de Carlos Macaxeira

O Poeta (2001)

Curta-metragem de Paulo Munhoz que mistura técnicas de animação 2D, 3D e rotoscopia sobre imagens captadas digitalmente. O ponto de partida é o poeta que deseja escrever uma carta sobre sua cidade.

 

Belowars (2008)

Longa-metragem com roteiro baseado no livro infantojuvenil “Guerra dentro da gente”, de Paulo Leminski. Com direção de Paulo Munhoz e animação assinada por Walkir.

Polaco Loco Paca (1987)

Curta-metragem histórico de João Knijinik que cobre a passagem dos Leminski pela cidade de Porto Alegre na década de 80.

Ervilha da Fantasia – Uma Ópera Paulo Leminskiana (1985)

Bem-humorado documentário estruturado a partir de uma antológica entrevista que Leminski concedeu a Werner Schumann, em que discorre sobre o processo de criação, especialmente a poesia. Com Sylvio Back, Geraldo Magela e Paulo Friebe.

 Dias 24/03 e 19/05 (domingo)

 Fazia Poesia – Poemas de Paulo Leminski (2004)

Leitura de poemas intercaladas com apresentações musicais de parcerias de Paulo Leminski e Mário Gallera. Com Alice Ruiz, Aurea Leminski, Estrela Ruiz Leminski, Paulo Vitola e Mário Gallera. Produção de Carlos Deiró e Mário Gallera.

Ex Isto (2010)

Um filme de Cao Guimarães livremente inspirado na obra “Catatau”, de Paulo Leminski. O poeta imaginou uma hipótese histórica: “E se René Descartes tivesse vindo ao Brasil com Maurício de Nassau?”. Interpretado por João Miguel, o personagem envereda pelos trópicos, selvagem e contemporâneo, sob o efeito de ervas alucinógenas, investigando questões da geometria e da ótica diante de um mundo absolutamente estranho.

Mostra audiovisual – Múltiplo Leminski

Datas das sessões:

23/03 e 24/03

18/05 e 19/05

Sábados e domingos, a partir das 16h

Local: Museu Histórico de Londrina – Rua Benjamin Constant, 900 – Centro

O premiado espetáculo ‘Tebas Land’ volta ao cartaz no Teatro PetroRio das Artes

O premiado espetáculo ‘Tebas Land’ volta ao cartaz nesta sexta, dia 22/03, no Teatro PetroRio das Artes, no Shopping da Gávea

Inspirada no mito do Édipo e na vida de São Martinho de Tours, santo europeu do século IV, a dramaturgia do uruguaio Sergio Blanco, com direção de Victor Garcia Peralta, acompanha os encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em escrever a história desse crime.  A peça venceu os prêmios Shell de Melhor Ator (Otto Jr.) e Botequim Cultural de Melhor Espetáculo, Melhor Direção e Melhor Ator (Robson Torinni

 Depois de duas temporadas de sucesso, Tebas Land, do autor uruguaio Sergio Blanco, volta ao cartaz dia 22 de março, no Teatro PetroRio das Artes, para temporada até 28 de abril. Inspirado no mito do Édipo e na vida de São Martinho de Tours, santo europeu do século IV, o espetáculo tem como tema central um parricídio. A história, no entanto, não foca na reconstrução do crime e sim nos encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em escrever a história desse crime. A peça venceu os prêmios Shell de Melhor Ator (Otto Jr.) e Botequim Cultural de Melhor Espetáculo, Melhor Direção e Melhor Ator (Robson Torinni). Também foi indicado ao Botequim Cultural de Melhor Ator (Otto Jr.) e Cesgranrio de Melhor Direção e Melhor Ator (Robson Torinni).

Dirigido por Victor Garcia Peralta, o espaço cênico de Tebas Land é simples e depurado: a quadra de basquete da prisão, onde acontece o encontro quase documental entre esses dois personagens, duas pessoas de mundos completamente distintos. Começa então uma peça dentro da peça, em que o jovem assassino e o ator que o interpreta são representados por Robson Torinni. O elenco também traz Otto Jr., no papel do dramaturgo. Com esse jogo de metalinguagem, a peça pode ser considerada uma tese sobre o fazer do teatro, em que o espetáculo surge de uma sedutora combinação entre razão e emoção dos personagens.

Tebas Land Foto billnog.biz

“O texto nos cativou pelos dois diferentes planos, razão e emoção, e pelo processo criativo imbuído neles, em que a dramaturgia é construída durante a ação da peça, oscilando, quase que paralelamente, entre a discussão do fato ocorrido e a construção do texto da peça que será baseada no crime”, conta Victor Garcia Peralta, diretor e Torinni, ambos idealizadores do projeto.

Com sensibilidade e inteligência, o autor uruguaio Sergio Blanco expõe temas de grande relevância: paternidade, falta de afeto, solidão, famílias disfuncionais e falência dos sistemas prisionais.  “Tebas Land conta a história de um encontro entre três mundos muito diferentes. No argumento, a única sobrevivência da espécie humana está na consciência do outro: eu existo na medida em que há outro antes de mim e, portanto, devo isso a ele. Além disso, a peça, ao abordar o parricídio, refere-se a uma questão que muito nos toca: as ligações com os pais. Nem todos podemos ser pais, mas todos somos filhos e, portanto, todos temos a experiência da descendência. E finalmente, é um trabalho que conta a dinâmica do que é a engenharia da construção de uma peça, como o texto está sendo escrito”, conta Sergio Blanco autor da obra, que recebeu cinco indicações ao Prêmio Max, na Espanha.

O espetáculo revisita ainda textos que abordam o tema, como Os Irmãos Karamazov, de Dostoievski, Um Parricida, de Maupassant, e Dostoievski e o Parricídio, de Freud.

Ficha Técnica

Autor: Sergio Blanco

Tradutor: Esteban Campanela

Direção: Victor Garcia Peralta

Atores: Otto Jr. e Robson Torinni

Cenógrafo: José Baltazar

Iluminador: Maneco Quinderé

Figurino: criação coletiva

Trilha sonora: Marcello H

Designer Gráfico: Alexandre Castro

Fotografia: Jr. Marins

Direção de produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela

Produção: Galharufa Produções Culturais

Produção Executiva: Lis Maia

Equipe de Produção: Alex Nunes e Ártemis

Realização: REG’S Produções Artísticas

Idealização: Robson Torinni e Victor Garcia Peralta

 Serviço Espetáculo “Tebas Land” | Direção: Victor Garcia Peralta

Elenco: Otto Jr e Robson Torinni | Teatro PetroRio das Artes – R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ

De 22/03 a 28/04 – sextas e sábados às 21h ; domingos às 20h

Lotação: 421 lugares.

Classificação Etária: 16 anos

Valor do ingresso:  R$ 96 (inteira) e R$ 48 (meia).  Valor promocional para compra direto na bilheteria: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia).

Autor│Sergio Blanco – Diretor e dramaturgo teatral franco-uruguaio, Sergio Blanco viveu sua infância e adolescência em Montevidéu e atualmente reside em Paris. Depois de estudar filologia clássica, ele decidiu dedicar-se inteiramente à escrita e à direção de teatro. Suas peças foram premiadas em várias oportunidades com vários prêmios, entre eles, o Prêmio Dramático Nacional do Uruguai, o Prêmio Drama da Inauguração de Montevidéu, o Prêmio Nacional do Fundo de Teatro, o Prêmio Florêncio de Melhor Dançarino, Prêmio Internacional Casa de las Américas e Prêmios Best Text Theatre na Grécia. Em 2017, sua peça Tebas Land recebeu o prestigiado British Award Off West End em Londres. Seu trabalho entrou no repertório da Comédia Nacional do Uruguai em 2003 e 2007 com suas peças .45 ‘ e Kiev. Entre seus títulos mais conhecidos estão o Slaughter, .45 ‘, Kiev, Opus Sextum, diptiko (vol 1 e 2), Barbarie, Kassandra, Thebes Land, A ira de Narciso e quando você passa sobre meu túmulo. Várias de suas obras foram lançadas em seu país e no exterior, e a maioria foi traduzida em diferentes idiomas e foram publicadas em diferentes países.

Direção │Victor Garcia Peralta – Formado no Piccolo Teatro di Milano sob a direção de Giorgio Strehler. Trabalhou em Buenos Aires como ator e diretor em diversos espetáculos. No Brasil, dirigiu o sucesso de público Os homens são de Marte… E é para lá que eu vou! (com Mônica Martelli). Também foi responsável pela direção dos espetáculos Não sou feliz, mas tenho marido (com Zezé Polessa). Decadência (de Steven Berkoff, com Beth Goulart e Guilherme Leme), Tudo que eu queria dizer (de Martha Medeiros, com Ana Beatriz Nogueira) e Quem tem medo de Virginia Woolf? (de Edward Albee, com Zezé Polessa), A Sala Laranja: no Jardim de infância (Victoria Hladilo), O garoto da última fila (J. Mayorga). Na televisão dirigiu Alucinadas (Multishow), Gente lesa (GNT).

Ator │Robson Torinni – Participou de alguns trabalhos no cinema, teatro, teatro musical e televisão. Iniciou sua trajetória na Escola de Atores Globe-SP, passando pela Oficina de Atores da Rede Globo e Escola de Atores Wolf Maya. Se formou como Bacharel em teatro na Universidade Cândido Mendes e sua primeira produção foi A Sala Laranja: no Jardim de Infância.

Ator │Otto Jr – No teatro, cinema e na televisão o ator tem um extenso trabalho.  Participou de “Amor em Dois Atos” (2016,2017) de Pascal Rambert com direção de Luiz Felipe Reis o qual recebeu o premio APTR “melhor ator protagonista 2016″;”Labirinto” (2015,2016,2017) de Alexandre Costa e Patrick Pessoa com direção de Daniela Amorim. No cinema atuou em “Desterro” (em pós-produção) com direção de Maria Clara Escobar. Participou de “Malhação” e “Celebridade”, ambos da Rede Globo.

O escritor Kalaf Epalanga é a terceira presença confirmada na Flip 2019

Kalaf Epalanga participa da Flip 2019

O escritor Kalaf Epalanga é a terceira presença confirmada na Flip 2019, que acontece de 10 a 14 de julho, em Paraty. O angolano de 40 anos, que vive entre Lisboa e Berlim, é conhecido como “Poeta-cantor” pela mídia portuguesa e integra a banda Buraka Som Sistema – atualmente em hiato –, responsável por fazer as sonoridades africanas do kuduro e da kizomba ecoarem pelo mundo. São as histórias desses ritmos que conduzem a narrativa de seu terceiro livro, Também os brancos sabem dançar, o único publicado no Brasil (em maio de 2018 pela Todavia), que aborda a imigração africana na Europa.

“O Kalaf Epalanga tem uma prosa deliciosa, cujo ritmo parece conter toda sua capacidade musical. Ele faz uma ficção que aborda, além da história da música que ele ajudou a levar para o mundo, temas importantes como identidade, imigração africana em Portugal, e a condição da Europa hoje. Além de tudo isso, tem uma relação afetiva e formativa com a cultura brasileira”, afirma Fernanda Diamant, curadora do Programa Principal.

Kalaf-Epalanga

O autor

Nascido em Benguela, Angola, Kalaf Epalanga se mudou aos 17 anos para Lisboa, a “mais africana das capitais europeias”, segundo ele. Foi cronista da revista digital Rede Angola e do jornal português Público e escreve para a GQ Portugal. Como membro fundador da banda Buraka Som Sistema, Epalanga ganhou notoriedade internacional. Em 2006, criou, ao lado de João ‘Branko‘ Barbosa, o selo musical Echufada, conhecido por gravar artistas de periferias de diversos lugares do mundo, tendo lançado singles de nomes brasileiros como Rincon Sapiência, MC Bin Laden e Bad Sista.

Obras

O romance Também os brancos sabem dançar (Todavia, 2018) surgiu a partir de um encontro literário no festival Back to Black, que aconteceu no Rio de Janeiro, em 2015. Ao assistir Epalanga contar à plateia a história do kuduro, o escritor José Eduardo Agualusa – conterrâneo do autor – sugeriu que ele deveria escrever a biografia do gênero musical. Na volta a Lisboa, e inspirado por Carnaval no Fogo, de Ruy Castro, o escritor deu início à obra, que mistura autobiografia e ficção. “O kuduro mostrou-me o mundo, com ele e por ele visitei lugares que nunca imaginaria”, escreveu.

Epalanga também publicou os livros de crônicas Estórias de amor para meninos de cor (2011) e O angolano que comprou Lisboa (por metade do preço) (2014), ambos lançados pela portuguesa Caminho Editorial.

 

Flip 2019

A 17ª edição da Flip acontece de 10 a 14 de julho, em Paraty, e tem o escritor Euclides da Cunha como Autor Homenageado. Estão confirmados os nomes de Walnice Nogueira Galvão e Kristen Roupenian.

 

Flip e Museu da Língua Portuguesa

A mesa literária que contará com a presença do autor angolano Kalaf Epalanga na 17ª Flip é um oferecimento do Museu da Língua Portuguesa. Essa é uma das ações do museu em parceria com a Festa Literária que integra o Programa Principal desta edição, consolidando uma trajetória de dois anos de colaboração. Em 2017 e 2018, o Museu da Língua Portuguesa promoveu exposições, mesas e apresentações artísticas que integraram a programação paralela à Flip com o intuito de celebrar a língua portuguesa em seus diferentes sotaques, países e vivências. O museu reforça, portanto, sua atuação em prol da integração cultural entre os países de língua portuguesa, mantendo assim a comunicação com seus públicos durante a reconstrução de sua sede, em São Paulo, atingida por um incêndio em dezembro de 2015.

A participação do Museu da Língua Portuguesa na Flip 2019 é uma iniciativa da Fundação Roberto Marinho em parceria com a EDP, Grupo Globo e Itaú Cultural. A reconstrução do Museu da Língua Portuguesa é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo em parceria com a Fundação Roberto Marinho. Essas ações têm como patrocinador máster a EDP, além dos patrocinadores Grupo Globo, Grupo Itaú, Sabesp e apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e do Governo Federal por meio da lei federal de incentivo à cultura. O IDBrasil é a organização social responsável pela gestão do museu.

Quem faz a Flip

A Flip tem o patrocínio do Ministério da Cidadania, através de sua Secretaria Especial de Cultura, a partir do Edital de Feiras Literárias e por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, além de Apoio da EDP e da CMPC. A edição 2019 continua em fase de captação de recursos.

ALCIONE EM DOSE TRIPLA NO ANIVERSÁRIO   DO TEATRO RIVAL PETROBRAS

      É presente à altura dos 85 anos da casa que é símbolo de resistência cultural

O que pode ser melhor do que comemorar o aniversário com um show da Alcione? O Teatro Rival Petrobras sabe o quê: festejar com três shows de Alcione. É isso mesmo! Neste mês de Março, a diva fará três apresentações do espetáculo “Eu sou a Marrom – Acústico” na casa que está comemorando seus 85 anos de atividade e resistência pela cultura carioca. O primeiro show é na quinta-feira, dia 21. Os outros dois são na sexta, 22, dia de apagar as 85 velinhas do bolo do Rival. Tarefa para a artista que tem fôlego de “loba”.

Alcione está feliz em ser a convidada especial para a festa de aniversário do teatro: “O Rival é parte importante na minha trajetória artística. Minhas temporadas lá sempre foram de muito sucesso e só me trouxeram alegrias. Mas é, principalmente, um marco na história cultural de nossa cidade. Um sinônimo de resistência, arte, cultura, que sobreviveu até mesmo em tempos sombrios traçados pela opressão e censura. Por tudo isso, jamais poderia ficar fora de uma celebração tão importante”.

 No espetáculo “Eu sou a Marrom – Acústico”, Alcione vai cantar seus maiores sucessos de carreira, alguns que nem constavam dos últimos shows. Outra boa novidade desse projeto é o formato, que traz a cantora acompanhada apenas de teclado (Alexandre Menezes, também diretor musical), baixo (Ricardo Cordeiro), percussão (Beto Nazareth), bateria (Paulinho Bogado) e vocais de Maria Helena e Sylvia Nazareth. Uma formação que tem a finalidade de aproximar palco e plateia, estabelecendo uma ligação mais íntima entre a intérprete e o público. A cara do Rival! Pura emoção!

Com 47 anos de carreira, 42 álbuns (entre LPs e CDs) e 9 DVDs gravados, Alcione já ultrapassou a marca de dez milhões de discos vendidos, fez shows em mais de 30 países e perdeu a conta de quantas vezes cruzou o Brasil de ponta a ponta com turnês prestigiadas pelo público e pela mídia, com lotações esgotadas.

Foram mais de 350 prêmios, entre nacionais e internacionais como o Grammy Latino; honrarias, títulos e comendas. Artista amada por plateias de todos as faixas etárias, classes sociais e intelectuais, Alcione também faz questão de utilizar as novas mídias para se aproximar do público e é sucesso também em suas redes sociais: mais de 674 mil curtidas no Facebook, 767 mil seguidores no Instagram e quase 100 mil no Twitter.

O que não faltam são motivos para Alcione e o Teatro Rival Petrobras comemorarem!

Serviço: Alcione – Show “EU SOU A MARROM” – Acústico

Dias 21 – quinta- feira, às 19h30

Dia 22 –  sexta-feira – Aniversário de 85 anos do Teatro Rival Petrobras – Shows às 19h30 e às 22h. (Dose dupla)

Setor A – Mezanino
R$ 140 (Inteira)

R$ 70(Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal/Funcionário   Petrobras/Assinante O Globo)

Setor B –  Mezanino B

R$ 120 (Inteira)

R$ 80(Promoção para os 100 Primeiros Pagantes)
R$ 60 (Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal / Funcionário Petrobras / Assinante O Globo)

Local: Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro.

Venda antecipada pela Eventim –http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp  Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo.

O ator J. Peron interpreta Raul Seixas no aniversário de morte do cantor

No aniversário de 30 anos da morte de Raul Seixas, o ator, músico, cantor e compositor JPeron promete revivê-lo no palco para abrilhantar os 148 anos da cidade de Araras/SP.

No próximo sábado, 23 de março, JPeron – ator conhecido em todo país como um dos principais e mais conceituados interpretes de Raul Seixas – se apresentará na cidade de Araras/SP.

Em 2008, inspirado pelos insistentes “toca Raul”, o artista decidiu montar o show “Todos os Rauls”, onde faz uma homenagem ao maior Maluco do Universo, trazendo para o palco, além das canções de Raulzito, os figurinos inspirados em seus clipes.

Jota Peron – Foto – Karen Isis

Além de participar frequentemente de programas de televisão, JPeron já se apresentou em 13 estados brasileiros. Como ator, viveu o personagem Raul Seixas nos palcos de teatros importantes, entre eles, Castro Mendes em Campinas/SP e Ruth Escobar em São Paulo/SP, além de uma participação no filme “Colegas” dirigido por Marcelo Galvão, premiado em festivais de grande expressão.

Show Jota Peron Interpreta Raul Seixas

Multifacetado

Ainda que seu personagem mais conhecido seja Raul, JPeron não para por aí e se destaca também como imitador de outros nomes da música brasileira como Cauby Peixoto, Waldick Soriano, Tete Spindola, entre outros.

JPeron produziu e apresentou programas de rádio, trabalhou como produtor no cinema nacional e em programas de TV, além de elaborar shows para artistas covers e bandas de carnaval.

A Festa de Aniversário de Araras terá um palco principal instalado no Largo da Basílica de Nossa Senhora do Patrocínio, onde irão se apresentar os cantores Raffa, no dia 22 (sexta); J.Peron, com o cover de Raul Seixas (dia 23, sábado) e, para comemorar o aniversário, o show especial com a dupla Guilherme e Santiago dia 24, domingo. Os shows têm previsão de início às 21h.

Você viveria um relacionamento sem sexo?

Existem relações pautadas por outros prazeres

As cobranças estão por toda a parte quando um tema tabu como este surge. “Como vocês não transam? Têm algum problema?” É interessante observar a pressão que terceiros exercem sobre as nossas relações quando descobrem que elas não envolvem sexo. Um relacionamento pode ser feliz e duradouro mesmo sem ele, já que é que estabelecido em outras bases.

Uma pesquisa desenvolvida pelo departamento de Psicologia da Universidade Estadual de San Diego, em 2015, já revelava que os jovens nascidos a partir de 1980, ao contrário do esperado, estavam fazendo menos sexo do que os seus pais faziam na mesma idade. Parece ser uma tendência crescente o desejo de viver uma história de amor sem a necessidade de sexo. Psicólogos afirmam que é possível ter intimidade sem sexo e vice-versa. Existem casais que têm um forte vínculo afetivo, mas não precisam do sexo para fazer a relação funcionar.

A surpresa parece ser ainda maior quando a ausência de sexo é um dos quesitos para o estabelecimento de uma relação sugar – aquela em que a figura de um daddy, o provedor financeiro e emocional, firma as bases do relacionamento de comum acordo com sua baby. Apesar da incredulidade, muitos casos já foram comentados na plataforma Meu Patrocínio, a maior deste tipo no Brasil. Neste sentido, ao definir os princípios da relação, os parceiros estipulam “sem sexo”. É possível? Sim! As trocas são definidas com a premissa do companheirismo, de confidências, da amizade e do compartilhamento de experiências.

Thaynara Castellano, 20 anos, estudante de nutrição, conta que manteve um relacionamento com o seu daddy na base da amizade. Ele era casado, tinha uma vida muito corrida e procurava alguém que pudesse dar a atenção que ele gostaria, alguém com quem pudesse conversar e desabafar. Extremamente inteligente, o daddy preocupava-se em indicar boas leituras e servir como um orientador de vida. A relação, muito inspiradora e “sem sexo” segundo Thaynara, durou cinco meses e terminou por conta das inúmeras viagens dele. Marina Freitas, 25, estudante de jornalismo, por sua vez, relata que o seu daddy estava em busca de uma companhia agradável, de uma baby bonita e inteligente que pudesse circular com ele em eventos e jantares de negócios. Com 52 anos, Maurício, o daddy, só exigia que ela estivesse sempre com a agenda disponível para estes encontros. “Além disso, ele gostava muito de conversar comigo, contar as suas experiências e me incentivar na carreira. Em troca da minha disponibilidade, eu sempre recebia presentes adoráveis e até um curso de fotografia, totalmente pago por ele. Eu não sentia falta de sexo, era uma relação de companheirismo e de muito carinho mútuo. Lamentei quando terminou, ele saiu do Brasil e achou melhor me deixar livre”, conta Marina.

O sexo não é a base exclusiva para uma relação duradoura, é um complemento. Às vezes, as pessoas direcionam os seus desejos para outras áreas das suas vidas, como a carreira, esportes, estudos e conseguem se realizar plenamente com o que fazem, pautando as relações em outros princípios não menos importantes como o companheirismo e afeto.

CINEFANTASY ABRE INSCRIÇÕES PARA A SUA 9ª EDIÇÃO E  CRIA O TROFÉU “JOSÉ MOJICA MARINS”

  CINEFANTASY – Festival Internacional de Cinema Fantástico presta homenagem ao maior ícone do cinema de horror do Brasil, José Mojica Marins, o Zé do Caixão, criando o TROFÉU JOSÉ MOJICA MARINS, que será entregue a partir desta edição aos vencedores das categorias do festival.

“Mojica é um ícone do cinema, aclamado mundialmente. O Cinefantasy reconhece que foi ele e sua obra que trouxeram à luz para o grande público o gênero fantástico. O Brasil deve valorizar artistas e criadores em vida. A homenagem é um brinde que faremos com ele”, celebra o curador do festival Eduardo Santana.

Trofeu Cinefantasy por Talitha Arruda

As inscrições para a  9ª edição do Cinefantasy estão abertas. Os interessados poderão enviar o material até 14 de maio, desde que a temática seja fantástica (horror, ficção científica ou fantasia), onde histórias tenham elementos sobrenaturais, que não são reais ou gerem dúvidas quanto a sua natureza, podendo ser da categoria ficção, animação ou documentário.

O festival se divide nas seguintes sessões competitivas:

–  MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS – são filmes produzidos nos últimos 36 meses, inéditos em Festivais realizados no município de São Paulo, captados em qualquer formato.

–  MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS – são filmes produzidos nos últimos 36 meses, com duração de até 15 minutos, inéditos em Festivais realizados no município de São Paulo, captados em qualquer formato, nas seguintes categorias:

  • Animação
  • Fantasia
  • Ficção Científica
  • Horror
  • Espanha Fantástica
  • Amador
  • Estudante

Mostra Mulheres Fantásticas, criada em 2018, que premiou curtas-metragens dirigidos por mulheres, continua na programação. A curadoria este ano é assinada por Mônica Trigo.

 “É fundamental fortalecer a presença de mulheres na direção de obras cinematográficas. Um festival de cinema é a vitrine de várias produções, ampliando o empoderamento e o alcance do olhar e das narrativas  femininas”, observa a curadora.

A novidade desta edição é a Mostra Fantástica Diversidade, para filmes fantásticos LGBTQ+, tendo como curador o diretor taiwanês Hsu Chien.

O Cinefantasy premiará a produção de curta-metragem brasileira com o Prêmio Especial Brasil Fantástico, oferecendo serviços de pós-produção para a próxima obra.

O regulamento completo está disponível no site – http://www.cinefantasy.com.br

Serviço:

Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico

De 03 a 08 de setembro no MIS, em São Paulo.

INSCRIÇÕES ABERTAS – até 14/05

**festival acontece de 03 a 08 de setembro no MIS, em São Paulo

 ** Inscrições abertas até 14/05

MULHERES À OBRA, chega em sua 5ª edição, vem com novidades e já começa agora nesse sábado

Não é mais novidade encontrar mulheres manuseando ferramentas elétricas, fazendo reparos hidráulicos, reparos elétricos básicos e pintando paredes…

E elas mandam bem, muito bem… Não é à toa que chega a 5ª edição o curso Mulheres à Obra, com três aulas diferentes, criado pelo Palácio da Ferramenta. Claro, o curso virou um sucesso, contabiliza mais 800 participantes, uma geração de mulheres empreendedoras ou no mínimo, mulheres que sabem solucionar pequenos reparos em casa.

E por trás da logística das aulas, está Emanuela Fidelis, com 36 anos. A bonitona, não descuida da sua feminidade, se apresenta maquiada e com unhas feitas. Manu, como gosta de se apresentar, logo descobriu que tinha jeito “pra coisa”, começou fazendo demonstração para os clientes, atividade comum dentro do Palácio da Ferramenta, porém todas as vezes que tinha demonstração, lá estava ela infiltrada com o promotor fazendo a demonstração. E claro, dessas demonstrações já conhecia muito bem a parte teórica das ferramentas, então a curiosidade fez querer aprender na prática, não demorou para o primeiro teste na prática, pronto, nascia uma expert no assunto, e hoje, ela domina como ninguém. O curso abre uma nova frente de trabalho, rompendo fronteiras e o preconceito.

Um dia internacional da mulher diferente, essa foi a proposta inicial – O Palácio da Ferramenta encontrou no Dia Internacional da Mulher, anualmente comemorado em 8 de março, o atalho que fosse útil à mulher. Em tempos de empoderamento feminino, elas não querem apenas flores, bombons, entre outras coisinhas que não agregam valores. Foi pensando em facilitar o dia a dia delas que surgiu o Projeto Mulheres à Obra, com o objetivo de ensinar a mulher como utilizar ferramentas elétricas, solucionar pequenos reparos domésticos do cotidiano. E elas colocaram a mão na massa e aprendem na teoria e na prática como utilizar ferramentas.

Em tempo, a logomarca é uma mulher com uma bandana vermelha, o braço em pose de força e os dizeres “O lugar de mulher é onde ela quiser” – E essa mensagem vem inspirada na musa feminista Naomi Parker Fraley, falecida em janeiro de 2018 (ela foi um marco na segunda guerra mundial e na história do feminismo).

A 1ª edição foi em março de 2017, como a procura foi grande, logo houve a necessidade em criar a 2ª edição (realizado em setembro). Em 2018, duas outras edições. E assim, o Palácio da Ferramenta, há 48 anos, funcionado em quatro endereços no Centro do Rio: duas lojas na Buenos Aires, e outras duas; uma na Praça da República e a outra na Sete de Setembro, onde fornece o que há de melhor no ramo, com as melhores marcas e preços. Com diversificados produtos, uma grande variedade de máquinas, fechaduras, material elétrico, ferro fundido, parafusos, dobradiças, tintas, pisos, azulejos, metais e muito mais. Com em torno de 6 mil produtos, é hoje, considerada a mais completa do segmento.

Isabel Gomes, Diretora de Marketing do Palácio da Ferramenta, queria algo novo na tradicional loja. Aliás, o modelo hibrido é adotado há anos no atendimento, ajudando os clientes com indicação de quais peças usar e como utilizar.

“Observando a desenvoltura delas, me chamou atenção, e logo criei “Mulheres à Obra”, ganhando imediatamente a adesão de parceiros. E eles, claro, também apostaram nessa demanda, tanto que já é possível encontrar ferramentas leves, práticas e até furadeira de impacto na cor de rosa”, atesta Isabel.

A 5ª edição vem aí, com os 3 temas mais pedidos:

Ferramentas Elétricas, Rejuntes e Impermeabilização e Tintas.

Dia 23 de março- Ferramentas Elétricas (Makita): 

Dia 30 de março – Rejuntes e Impermeabilização (Quartzolit): 

Dia 6 de Abril – Tintas (Suvinil): 

Com capricho, sem esquecer que é destinado para elas… O cronograma das aulas segue essa linha: cada aula tem o seu cronograma próprio, de acordo com tema escolhido. Após check-in, recebem uma camiseta e uma bandana vermelha para a cabeça. Depois vem a aula teórica, onde leva em torno de 1h30. Uma pauta para o coffeebreak e seguem para a aula prática. E tem mais, mimos no final de cada aula, com sorteios de brindes e máquinas.

– Valor de cada inscrição/cada aula: R$ 100,00 (através da loja), sendo este investimento revertido em crédito de R$ 50,00 (nas compras a partir de R$ 200,00 – nas lojas do Palácio da Ferramenta -participante recebe um voucher após a aula).

Horário dos cursos: sempre aos sábado das 10h às 14h.

– Na Escola Técnica Centro Rio – Rua Camerino, Nº 130 – Centro – Rio

– informações: Tel 21  2103 7373

– http://www.palacio.com.br