ALMA IMORAL ESTREIA DIA 8 DE AGOSTO NOS CINEMAS

 Dirigido por Silvio Tendler, best-seller de Nilton Bonder que inspirou
peça de teatro ganha versão para as telas.

Frans Krajcberg e Nilton Bonder

 

 Instigador, poético e filosófico, documentário fala sobre a importância
da transgressão para impulsionar a vida.


No dia 8 de agosto, Alma Imoral chega aos cinemas. Depois de vender 300 mil cópias em diversos países e inspirar a peça de teatro vista por 500 mil espectadores, o livro do Rabino Nilton Bonder ganha versão de documentário. Com direção de Silvio Tendler, Bonder apresenta a história de personagens que recorreram à transgressão como única possibilidade de fazer o que era correto. Entre os temas abordados estão adultério, ateísmo, homossexualidade, traição, rompimento e inovação na política, religião, arte e ciência. No filme, entrevistas são intercaladas com coreografias da Cia. de Danças Debora Colker. A narração é de Bel Kutner, Júlia Lemmertz, Letícia Sabatella, Mateus Solano e Osmar Prado.

Chen Alon

Personagem condutor do filme, Bonder parte numa jornada na busca da Alma Imoral pelo Brasil, EUA e Israel, entrevistando destacados transgressores do pensamento e daatualidade em sua própria “tribo”. Entre os personagens estão Frans Krajcberg, Michael Lerner, Rebbeca Goldstein, Etgar Keret, Uri Avneri, Reb Zalman Schachter, Rabino Steven Greenberg, Noam Chomsky, irmãos Rosenberg etc. O filme mostra também passagens e mitos bíblicos que revelam a arte de transitar no território da interdição e da transgressão, trazendo uma nova reflexão sobre o que é lícito e apropriado, sobre o tabu e sua quebra. Como no sucesso da obra teatral, o filme é um projeto instigador, poético e filosófico, que trata o particular como modelo para o universal.

“A transgressão é o elemento capaz de renovar a vida, de impulsioná-la a um novo horizonte de possibilidades. Essa transgressão está localizada na alma”, explica Bonder. A Alma Imoral é um dos maiores sucessos editoriais e de teatro no Brasil. O livro vendeu 300 mil cópias, sendo traduzido para o inglês, espanhol, italiano e hebraico. A peça, estreada por Clarice Niskier, em 2006, está há 13 anos ininterruptos em cartaz e já foi vista por 500 mil espectadores. Fora do país, o espetáculo foi sucesso também na França, Itália e Argentina.

 

Michael Meeropol

O filme é distribuído pela Elo Company. Sabrina Nudeliman Wagon, CEO da empresa, afirma: “Sempre fui grande fã do Rabino Bonder, li todos seus livros e assisti diversos debates. O filme trata de questões contemporâneas de forma sensível e inteligente. Tivemos grande sucesso de vendas internacionais do filme ‘Querido Embaixador’ de temática judaica o ano passado e vejo ‘Alma Imoral’ com o mesmo potencial”.

TRAILER: https://youtu.be/o2n7GnGMlhU

FICHA TÉCNICA


Direção: Silvio Tendler
Produção Executiva: Ana Rosa Tendler
Baseado em “A Alma Imoral”, de Nilton Bonder
Argumento: Silvio Tendler
Roteiro: Nilton Bonder e Silvio Tendler
Entrevistas: Nilton Bonder e Silvio Tendler
Diretor Assistente: Lilia Souza Diniz, Luis Carlos de Alencar, Douglas Duarte
Assistente de Direção: Vladimir Seixas, Patricia Francisco
Direção de Fotografia: Lúcio Kodato
Fotografia Adicional: Maycon Almeida, Tao Burity, Vitor Foguel, Vladimir Seixas
Edição: Jordana Berg: Ricardo Moreira
Coreografia: Cia de Danças Debora Colker
Narradores: Bel Kutner, Júlia Lemmertz, Letícia Sabatella, Mateus Solano e Osmar Prado.

SERVIÇO
Lançamento de filme
Título: Alma Imoral
Direção: Silvio Tendler
Argumento: Silvio Tendler
Roteiro: Nilton Bonder e Silvio Tendler
Entrevistados: Frans Krajcberg, Michael Lerner, Rebbeca Goldstein, Etgar Keret, Uri Avneri, Reb
Zalman Schachter, Rabino Steven Greenberg, Noam Chomsky, irmãos Rosenberg entre outros.
Lançamento nos cinemas: 08 de agosto
Duração: 1h58
Classificação etária: 12 anos

Elo Company

Empresa especializada em produção e distribuição audiovisual, fundada por Ruben Feffer, Flavia Feffer e Sabrina Nudeliman Wagon. No mercado há 13 anos, conta com uma estrutura completa de produção de conteúdo, distribuição de obras audiovisuais em todas as plataformas e vendas para o mercado nacional e internacional. Na unidade ELO Produções, são três lançamentos no ano de 2019 e mais de dez projetos em seu lineup, incluindo coproduções. Na unidade ELO Distribuições, são mais de 100 títulos em seu lineup, entre eles “Vou Nadar Até Você”, primeiro filme protagonizado por Bruna Marquezine; “Emicida”, produzido pela RT Features; “Miss Beach Star”, dirigido por Cris D’Amatto e protagonizado por Fabiana Karla; “Prisioneiro da Liberdade”, de Jefferson De; “Torre das Donzelas”, de Susanna Lira (vencedor do prêmio de Melhor Documentário pelo público na Mostra de Internacional de São Paulo); “Aos Olhos de Ernesto”, da premiada Ana Luisa Azevedo; “Tito e os Pássaros”, de Gustavo Steinberg, pré-indicado ao Oscar de 2019; “O Menino e o Mundo”, de Ale Abreu, indicado ao Oscar de melhor animação; “S.O.S: Mulheres Ao Mar 2”, apenas para citar alguns. A Elo Company tem entre seus principais objetivos criar, produzir e divulgar as narrativas brasileiras em múltiplas telas e países. A empresa tem como princípios a valorização da diversidade na frente e atrás das telas com projetos inovadores, como o Selo ELAS, com o intuito de fomentar projetos de longa-metragem com direção feminina.

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO RECEBE EVENTO SOBRE O JAPÃO

Exposição fotográfica e Mostra de Cinema apresentam o Japão, sua capital e seus filmes

O Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro e a Fundação Japão, em parceria com a CAIXA Cultural Rio de Janeiro, apresentam de 06 de agosto a 15 de setembro de 2019, com entrada franca, uma exposição fotográfica que retrata o passado e presente de Tóquio, a megalópole que atrai tantos olhares.

Japao Credito Shinya Arimoto

A exposição itinerante TÓQUIO ANTES/DEPOIS é composta por mais de oitenta obras representativas da cidade nos anos 1930 a 1940 em contraste com a década de 2010. Sob curadoria do crítico de fotografia Kotaro Iizawa, a mostra se propõe a aprofundar o interesse do público sobre a cidade e suas diversas faces através de fotografias registradas em épocas e ângulos distintos. Tendo em vista os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2020, esta é uma oportunidade única para conhecer a história da capital japonesa e vê-la pelas lentes de um renomado grupo de fotógrafos.

Durante os finais de semana, acontece a Mostra de Cinema com abordagem histórica, trazendo obras que representam o antes e depois da sétima arte vinda do Japão. Passeando por gêneros diversos que vão de drama até fantasia, destacam-se o filme de animação Em Busca das Estrelas, dirigido por Makoto Shinkai; e a comédia Thermae Romae, dirigida por Hideki Takeuchi. A mostra tem entrada franca, com distribuição de ingressos uma hora antes de cada sessão, e exibições aos sábados e domingos (dias 10, 11, 17, 18 e 31 de agosto e 01 de setembro).

Esta realização faz parte do MÊS DO JAPÃO, uma série de eventos culturais sob a tutela do Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro durante os meses de agosto e setembro. Outras Informações e mais detalhes sobre os filmes da programação de cinema estão disponíveis no site http://bit.ly/mesdojapao.

 

Programação da Mostra de Cinema:

10 de agosto (sábado)

15h – Thermae Romae (Direção: Hideki Takeuchi, 108 min, 2012, DVD, Livre)

18h – Crayon Shinchan – Bravo! Grande batalha de Samurais (Direção: Keiichi Hara, 95 min, 2002, DVD, Livre)

11 de agosto (domingo)

14h – A garota que saltou no tempo (Direção: Mamoru Hosoda, 99 min, 2006, 16mm, Livre)

17h – Em busca das estrelas (Direção: Makoto Shinkai, 2011, 116 min, DVD, 12 anos)

17 de agosto (sábado)

15h – O amor de Nabi (Direção: Yuji Nakae, 110 min, 1999, DVD, 12 anos)

18h – A garota que saltou no tempo (Direção: Mamoru Hosoda, 99 min, 2006, 16mm, Livre)

18 de agosto (domingo)

14h – Escola mal assombrada (Direção: Hideyuki Hirayama, 16mm, 100 min, 1995, 12 anos)

17h – Thermae Romae (Direção: Hideki Takeuchi, 108 min, 2012, DVD, Livre)

 

31 de agosto (sábado)

15h – Crayon Shinchan – Bravo! Grande batalha de Samurais (Direção: Keiichi Hara, 95 min, 2002, DVD, Livre)

18h – Em busca das estrelas (Direção: Makoto Shinkai, 116 min, 2011, DVD, 12 anos)

 

01 de setembro (domingo)

14h – O amor de Nabi (Direção: Yuji Nakae, 110 min, 1999, DVD, 12 anos)

17h – Escola mal assombrada (Direção: Hideyuki Hirayama, 16mm, 100 min, 1995, 12 anos)

Serviço:

Japão Antes/Depois

Entrada Franca

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro – Metrô e VLT: Estação Carioca

Informações: (21) 3980-3815

 

Exposição de Fotografias “Tóquio Antes/Depois”

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 3

Data: de 06 de agosto a 15 de setembro de 2019 (terça-feira a domingo)

Horários: das 10h às 21h

Classificação Indicativa: Livre

 

Mostra de Cinema “Japão Antes/Depois”

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2

Datas: dias 10, 11, 17, 18 e 31 de agosto e 01 de setembro (sábados e domingos)

Horários: Consultar programação

Bilheteria: Distribuição de ingressos 1 hora antes de cada sessão

Classificação Indicativa: Consultar programação (Livre – 12 anos)

Capacidade: Cinema 1 – 78 lugares (mais 3 para cadeirantes) / Cinema 2 – 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Acesso para pessoas com deficiência

 

Realização: Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro e Fundação Japão

Apoio: CAIXA e Governo Federal

Media Kit (artes + fotos): http://bit.ly/japao-antesdepois

Centro Cultural e Informativo do

Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro

Elisa Celino – Assessora Cultural

(21) 2240-2383 ramal 119

elisa.celino@ri.mofa.go.jp | http://www.rio.br.emb-japan.go.jp/

Unidos da Ponte terá uma Rainha da Escola no Carnaval 2020

Unidos da Ponte terá uma Rainha da Escola no Carnaval 2020

Para seu desfile no próximo carnaval, além da Rainha de Bateria, a Unidos da Ponte terá uma Rainha da Escola que será a bela Denise Kayan. Caminhando para seu quarto ano no Maior Espetáculo da Terra, Denise já desfilou na Mangueira, foi passista da Mocidade Independente de Padre Miguel e musa da Renascer de Jacarepaguá.

Mesmo já tendo sido musa, em 2020 Denise terá um destaque maior e sabe o tamanho da responsabilidade: ‘Será meu primeiro ano como rainha de uma escola de samba. Mesmo ainda não sendo à frente da bateria, como é meu sonho, vou representar meu país no Brasil e honrar a comunidade de São João de Meriti com todas as forças.”

A Unidos da Ponte será a terceira escola a desfilar na Sexta-Feira pela Série A na Marquês de Sapucaí. A agremiação levará o enredo “Elos da Eternidade” do carnavalesco Lucas Milato.

Fotos: Divulgação

 

 

Meu filho não sai do celular, o que fazer? Especialista responde

Em 2018, o canal da Galinha Pintadinha ultrapassou em visualizações até mesmo grandes nomes da música mundial como Rihanna e Justin Bieber, ficando no ranking entre os mais populares do YouTube, e isto não foi à toa. Uma pesquisa divulgada em setembro de 2018 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil mostrou que 85% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos são usuárias de internet, o equivalente a 24,7 milhões que estão nesta faixa etária em todo o País. Se em 2012, 21% das crianças acessaram a rede por meio do celular, em 2018 são 93%. O aumento impressionante do acesso tem preocupado cada vez mais os pais e profissionais que lidam com os pequenos e coloca em questão o possível vício infantil em celulares. O que fazer?

dra. roselene espirito santo

A neuropsicóloga Roselene Espírito Santo Wagner é uma das especialistas que tem estudado esta guinada no comportamento infanto-juvenil: “Precisamos considerar que a tecnologia, já está incorporada à vida. O celular hoje é mais que uma ferramenta, tornou-se uma dimensão humana muito frequentada. O smartphone hoje é mais que televisão, é “biblioteca”, é jornal, cinema, é playlist, dicionário. Estamos reféns dele. No entanto, embora seja inevitável a presença e o uso do celular no cotidiano, é necessário explicar e fazer a criança entender que a tecnologia é um meio para um fim, e não o contrário”.

Transações bancárias, notícias, imagens, e até consultas médicas. Tudo está ali na palma da mão. Basta um toque. Não temos mais como desconectar. Mas até onde isto é saudável para a criança e o adolescente? A Dra. responde: “Todos nós devemos aprender a usar a tecnologia com parcimônia. Isto é, encarar como uma ferramenta de resolução de problemas de ordem prática, rápida e superficial. Esta ferramenta tecnológica pode ser usada inclusive com fins recreativos, porém, nós não devemos usá-la abusivamente, para não virarmos dependentes. A dependência é uma “doença comportamental” em todos os seus aspectos, logo retirando o comportamento, retiramos também a doença. Mas a facilidade de se adquirir o hábito e transforma-lo em vício não condiz com a dificuldade de sair desta armadilha”.

A Dra. Roselene Espírito Santo Wagner traz algumas dicas para retirar as crianças do celular e evitar o vício dos pequenos. Confira:


Ensinar a criança a lidar com o tédio

É necessário em primeiro lugar ensinar a criança a lidar com o tédio, para que comecem a entender e trabalhar algo que acontecerá na vida, que é a frustração. Aprender a lidar com frustrações é pedagógico e terapêutico. Nosso cérebro se devolve de trás para frente. Portanto, não tenha medo de conversar e explicar as formas de lidar com a rotina e disciplina dentro dos sistemas familiares. A área de Wernicke responsável pela compreensão, interpretação da fala, fica pronta antes da área de Broca, responsável pela emissão da fala.
As crianças mesmo não falando tudo corretamente, compreendem tudo o que lhes é explicado (de forma simples).

Explique, converse e estabeleça limites

Dar limites é dar amor. Crianças precisam compreender o funcionamento do mundo. Cabe aos adultos, pais, cuidadores, explicar.

Observar a natureza de seu filho, as inclinações naturais, os gostos, as habilidades, a estrutura do corpo para perceber onde ele “caberia melhor”. No âmbito de uma atividade física, isso significa dizer que o corpo já vem “talhado” com características que facilitariam uma atividade. Identificar no seu filho para quais atividades que ele tem pré disposição, gosto ou aptidão pode ajudar muito a produzir uma rotina onde ele possa se adequar. E ter prazer nesta atividade.

Ensinar que um bom dia começa com a organização do seu espaço, o quarto em que dorme, produzir uma convivência de união familiar, onde todos os sistemas (sistema conjugal, parental, etc.) devem ser tido como uma “equipe”. Onde cada um pode colaborar com uma tarefa, colocar a mesa, retirar as louças, levar o lixo. Tudo isto tem a ver com limites e educação.

Dê atividades para o seu filho

Crianças gostam de ar livre. Leve seu filho para atividades ao ar livre, como pedalar, passear, caminhar, praia, piscina. Ter lazer, atividades intelectuais, responsabilidades e até mesmo bom sono.

Crianças gostam de estar com outras crianças, em acampamentos, noite do pijama, sessão de cinema, piquenique.

Crianças amam animais. Visitar o zoológico, dar de presente um animal de estimação que ele possa “cuidar”, dentro de suas possibilidades iniciais. Conforme vai crescendo, vai se apropriando e tomando mais responsabilidades sobre este “ser vivo” que exige cuidados e carinho.

Todas essas atividades irão retirando o “tempo de uso” do smartphone. Claro que a retirada total é quase que impossível, pois, há uma “necessidade ” do uso da tecnologia, inclusive por ser uma forma rápida, prática de “estudar”, fazer trabalho de aula e afins.

Qual a melhor forma de prevenção do vício em celular?

A Dependência Digital é de difícil tratamento, mas a melhor prevenção é a Psicoeducação, no sentido de desenvolvermos uma rotina saudável desde crianças, pois, os “nativos digitais”, nascidos na era “virtual” são mais propensos a tornarem-se “adictos virtuais”. Então ainda que as crianças não sejam capazes de emitir, falar todas as palavras de forma correta. Elas estão aptas a compreender quase tudo, por isso, é preciso acompanhá-las em todas as fases de seu desenvolvimento. Ensinando, preparando, guiando e amando.

17º DANÇA EM TRÂNSITO APRESENTA 23 ATRAÇÕES NACIONAIS E INTERNACIONAIS, PERCORRE OITO CIDADES BRASILEIRAS 

Criado em 1987, Festival Tápias retorna depois de dez anos, dentro da programação do Dança em Trânsito, rebatizado como Festival de Dança do Rio – Tápias

A jornalista e escritora Rosita Boisseau, colaboradora do Le Monde e Télérama,
faz oficina gratuita de crítica de dança

Quasar Cia de Dança apresenta coreografia inédita no Rio

Focus Strong Strings web- credito Paula Kossatz

O festival internacional de dança contemporânea Dança em Trânsito começa sua itinerância nesta edição pelo Rio de Janeiro, entre os dias 17 de agosto, antes de seguir por mais sete cidades brasileiras e terminar em Paris, na França, em 15 de setembro. Serão 13 atrações do Brasil – incluindo as companhias FocusQuasar Ballet do Theatro Municipal – e mais dez artistas e companhias da FrançaItáliaSuíçaHolandaEspanhaPortugalCuba Burquina Faso, em apresentações no Teatro RiachueloSESC Ginástico Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com patrocínio da ENGIE Brasil. Um dos destaques deste ano é a inédita oficina de crítica de dança ministrada pela jornalista e escritora francesa Rosita Boisseau, colaboradora do jornal Le Monde. No encerramento da etapa carioca, no sábado 17, o Dança em Trânsito percorre diversos pontos da Zona Portuária com apresentações gratuitas e ao ar livre.

Dois dos mais longevos festivais de dança do Brasil estarão juntos pela primeira vez. Em sua 17ª edição, o Dança em Trânsito abraça em sua programação o Festival Tápias, que retorna após um hiato de uma década. Criado em 1987 e responsável por revelar inúmeros talentos ao longo de suas 22 edições, o agora rebatizado Festival de Dança do Rio – Tápias  volta ainda maior, ao se desdobrar no Festival de Esquetes de Teatro do Rio – Tápias.

Quasar Mulheres

“Será uma edição com muitas novidades. E a volta do Tápias é uma delas, pois estávamos há algum tempo querendo resgatar o festival. Apesar de ser um grande desafio montá-lo junto com o Dança em Trânsito é também uma ótima oportunidade para promover a troca de experiências entre profissionais e amadores de todo o Brasil. As fronteiras se ampliam com as participações de artistas estrangeiros convidados, que além de participarem dos segmentos, integram o júri e conferem cursos”, explica Giselle Tápias, diretora artística e curadora dos festivais.

Romual Kabore1

E caberá justamente ao Festival de Dança do Rio – Tápias abrir a programação deste ano, com apresentações de jovens artistas aspirantes, divididos nas categorias Infanto-juvenil, Amador e Profissional, entre os dias 11/8, no Teatro Riachuelo. Os dois festivais se misturam a partir do dia 10, quando a Cia Jovem de Ballet do Rio de Janeiro inicia o programa do dia com o espetáculo As Horas. No domingo, é a vez da premiada Focus Cia de Dança apresentar Strong Strings, antes dos jovens concorrentes subirem ao palco. O grupo dirigido pelo coreógrafo e bailarino Alex Neoral ainda dança Trupe, no dia 18/8, na Lagoa de Araçatiba, em Maricá.

Um dos destaques da programação, a holandesa Marta & Kim, da artista de circo Marta Alstadsaeter e do bailarino Kim-Jomi Fischer, vem ao Brasil pela primeira vez trazendo o premiado espetáculo Engel, vigoroso dueto que questiona a consciência e os caminhos do pensamento. No domingo, 11/8, a dupla faz sua estreia brasileira no Theatro Municipal do Rio, na Gala de encerramento do Festival de Dança do Rio – Tápias, que contará também com as premiações e apresentações dos primeiros colocados. Na mesma Gala, o Ballet do TMRJ – com a participação de suas estrelas, incluindo os primeiros bailarinos Aurea HammerliClaudia MotaFrancisco TimbóCícero Gomes Filipe Moreira – interpreta a Noite de Walpurgis, da ópera Fausto, de GounodMarta & Kim completam sua participação no Dança em Trânsito com performances gratuitas na Zona Portuária do Rio, em 17/8, e na Lagoa de AraçatibaMaricá, no domingo 18/8.

Quasar Cia de Dança, do coreógrafo Henrique Rodovalho, apresenta dois trabalhos criados com intervalo de 19 anos e interpretados unicamente por mulheres: de 2000, a coreografia Mulheres – em duas sessões, dia 14/8, no Teatro Riachuelo, e 20/8, no Praça Orlando de Barros Pimentel, em Maricá –, e sua nova coreografia, Estou sem silêncio, em sua estreia carioca, no dia 15/8, no SESC Ginástico.

A jornalista, escritora e crítica francesa Rosita Boisseau faz uma inédita e gratuita oficina de crítica de dança – Looking at dance, analysing it, writing about it –, entre os dias 14 a 17 de agosto, no Teatro Riachuelo. A partir da observação de alguns espetáculos do festival, serão discutidas com os participantes as ferramentas para analisar e escrever sobre dança, culminando em um encontro com jornalistas e artistas, que compartilharão suas perspectivas sobre crítica de arte.

Também inédita é a participação da cidade de Maricá, que recebe o Dança em Trânsito entre 18 e 20 de agosto, quando serão apresentados espetáculos de dança e oficinas gratuitas, em diversos espaços públicos, com a participação de companhias locais. Antes de seguir para a Região dos Lagos, o Dança em Trânsito inaugura o Centro Cultural Minaçu, na cidade goiana homônima, no dia 14, com dois espetáculos. Segue para Florianópolis (22 e 23), passa por Capivari de Baixo (25) e Alto Bela Vista (27), também em SC, e pela gaúcha Entre Rios do Sul (28/8) – três cidades onde tradicionalmente acontecem residências de criação –, e encerra a itinerância nacional em Brasília (5 a 7/9). De lá, o festival atravessa o oceano para o encerramento em Paris, na França, entre os dias 8 e 15 de setembro.

Três oficinas práticas completam a programação carioca deste ano, todas no Teatro RiachueloDenise Namura Michael Bugdahn estão à frente do workshop De corpo a corpo – a transmissão, entre 13 e 17/8, a partir do qual serão escolhidos seis bailarinos para apresentações na Zona Portuária do Rio e em Brasília. Lucio Baglivo, de Madrid, no dia 12/8, e os cubanos Alexis Fernandez Caterina Varela, em 16/8, transmitem seus conhecimentos aos participantes que já tenham experiência em técnicas de movimento. Em Maricá, o carioca Bruno Duarte dá aula, em 19/8, sobre a modalidade Krump – dança urbana surgida em 2000 –, e Romual Kabore, de Burquina Faso, demonstra, no dia seguinte, suas técnicas de dança africana, ambas no CEU Centro de Artes e Esportes. Todas as oficinas do Dança em Trânsito são gratuitas, limitadas ao número de vagas disponíveis e estão com inscrições abertas pelo emailworkshop.dancaemtransito@gmail.com.

A já tradicional residência de intercâmbio ROTAS, um dos pilares da filosofia do festival, idealizada e coordenada pela coreógrafa Flávia Tápias, é uma parceria criativa com os intérpretes brasileiros e estrangeiros convidados da edição, que elaboram um espetáculo inédito apresentado durante a programação. De 13 a 18 de agosto, o projeto contará com a participação de Flávia Tápias (RJ), Jeremy Kouyoumdjian (França), Marie Urvoy (França), Francesca Zaviani (Itália), Romual Kabore (Burquina Faso), entre outros.

No encerramento da etapa carioca, em 17 de agosto, o Grupo Tápias abre a programação às 11h, no Teatro Riachuelo com o infantil Creme do Céu. Criado originalmente na França em 2017, o espetáculo infantil reúne dança, teatro e videoarte para falar de forma lúdica sobre conceitos de astronomia, ao contar a história de uma estrela que caiu do céu. A partir das 15h, dez artistas e cias como Chey Jurado (Espanha), Cia Gente (Brasil), La Macana (Espanha/Cuba), Marta & Kim Company (Holanda) e Untamed (Portugal) percorrem os espaços públicos da Zona Portuária em apresentações gratuitas e ao ar livre. Às 19h, o Grupo Tápias apresenta no Teatro SESC Ginástico Café não é só uma xícara, inspirado na obra do fotógrafo Sebastião Salgado, em que são evocados sentimentos e sensações associadas à bebida, com coreografia e direção artística de Flávia Tápias.

Dança em Trânsito

Criado em 2002, o Dança em Trânsito é um festival internacional de dança contemporânea que tem por objetivo valorizar, promover e democratizar esta expressão artística, seja pelo intenso intercâmbio entre artistas e companhias do Brasil e do exterior, como também pela itinerância, percorrendo desde as grandes cidades até pequenas localidades no interior do Brasil, em teatros ou espaços públicos. Sua atuação abrange ainda residências artísticas, com oficinas de criação, e workshops, abrindo canais para novos talentos da dança, e a formação de plateias, estimulando o interesse pelas artes e pela dança. O festival é parte do projeto Ciudades Que Danzan, que reúne 41 cidades em diversas partes do mundo com o intuito de difundir a dança contemporânea. Desde a sua criação, o Dança em Trânsito já apresentou cerca de 87 companhias de 16 países em 18 cidades de nove estados brasileiros, para um público de mais de 48 mil pessoas.

Sobre a ENGIE Brasil

No Brasil, a ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica no país, operando uma capacidade instalada de 10.290 MW em 32 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. O Grupo possui 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no nordeste do país e por uma das maiores hidrelétricas do País, Jirau (3.750 MW), localizada no rio Madeira e que foi inaugurada em dezembro de 2016.

O Grupo também atua na área geração solar distribuída e oferece serviços relacionados à energia, engenharia e integração de sistemas, atuando no desenvolvimento de sistemas de telecomunicação e segurança, iluminação pública e mobilidade urbana para cidades inteligentes, infraestruturas e a indústria de óleo e gás. Contando com 3.000 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2016 um faturamento de R$ 6 bilhões.

 

DANÇA EM TRÂNSITO 

 

De 08 a 17 de agosto de 2018 – Rio de Janeiro

Programação completa: www.dancaemtransito.com.br

Patrocínio: ENGIE Brasil 

Direção artística e curadoria: Giselle Tápias Flávia Tápias

Direção de Produção e Gestão: Espaço Tápias

Produção executiva: Miçairi Guimarães Sonia Reinstein

Programação visual e web design: TRUQUE www.truque.co

Fotografia: Fernanda Vallois 

Banda indicada para o Grammy Latino é atração do festival nesta sexta-feira, dia 9, na Tijuca

THE BAGGIOS – DO INTERIOR DE SERGIPE PARA O LEVADA

A banda The Baggios saiu do interior de Sergipe, mais precisamente da cidade de São Cristóvão, para ganhar o mundo. Tocou em vários países, como França, Itália, Estados Unidos, México e Canadá, foi indicada ao Grammy Latino na categoria “Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa” e virou notícia em jornal da Suíça. O Festival Levada, que não é bobo nem nada e está sempre ligado em tudo o que acontece na música alternativa brasileira, trouxe o trio para a oitava edição do evento, que começou no dia 2 e vai até o final de setembro. The Baggios apresenta-se na sexta-feira dia 9 de agosto, às 20h. no Centro da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca. E o público carioca vai poder pagar pouquinho – ingressos a R$ 10 (meia entrada) e R$ 20 (inteira) para curtir o som blues rock que os gringos assistiram pagando em dólares e euros.

Formada por Júlio Andrade (guitarra e voz), Rafael Ramos (baixo e teclados) e Gabriel Perninha (bateria), a banda The Baggios está comemorando 15 anos de existência com o lançamento do álbum, “Vulcão”, que sai com o apoio da Natura Musical. O CD foi gravado no estúdio Toca do Bandido, no Rio, com produção do próprio Julio e com participações da cantora Céu e do Baiana System. Este é o quarto álbum da banda e sucessor de “Brutown”, o indicado ao Grammy Latino 2017.

The Baggios Atheneu

Conectando a África com o Nordeste brasileiro, The Baggios traz para o Levada 2019 sua mistura de “desert blues” com baião e pegada rock’n’roll, que tanto vem atraindo o interesse do público brasileiro – de norte a sul do país – e do estrangeiro. Será o terceiro show desta oitava edição do festival – os primeiros foram Aíla e Luiza Brina.

Ainda no Centro da Música Carioca Artur da Távola, teremos shows de Josyara (15/8), Ronei Jorge (16/8), Delia Fischer (22 e 23/8) e Mombojó (29 e 30/8). Em seguida, o Festival Levada passa pelo Teatro Firjan Sesi, no Centro, com showzão, no dia 6 de setembro, do ícone da música independente brasileira – Jards Macalé – e segue para a Zona Sul, ocupando o Labsonica do Oi Futuro, no Flamengo, com apresentações de Livia Nery (19/9), Bia Ferreira (20/9), Ana Frango Elético (26/9) e Lucas Estrela (27/9).

O Levada 2019 tem mais uma novidade este ano. Na área externa do Centro da Música Carioca Artur da Távola, será montada uma feira onde serão vendidos discos de vinil, itens de brechó, roupas e acessórios vintage. “Convidei expositores que tivessem a ver com a filosofia independente do festival, explica o diretor geral do festival Julio Zucca. Já estão confirmadas as participações do Brechó da Yayá, do Beca Brechó, do Abapha Vintagepop e do Brechó Cultural Maio 68, além dos sebos de discos Baratos da Ribeiro e La Macchina del tempo. A pedida, então, é chegar mais cedo ao espaço cultural para garimpar preciosidades.

Sobre o Festival Levada
Importantíssimo para divulgar a música independente que anda sendo feita por todo o Brasil, o Festival Levada chega à sua 8ª edição, com dois shows diferentes a cada semana, às quintas e sextas-feiras, até 27 de setembro, em três palcos diferentes: Centro da Música Carioca, na Tijuca; no Teatro Firjan SESI, no Centro; e no LabSonica do Oi Futuro, no Flamengo.

Com direção geral de Júlio Zucca, realização da Zucca Produções e curadoria de Jorge Lz, DJ, radialista e pesquisador, o Festival Levada é um projeto patrocinado pela Oi, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, tendo apoio do Oi Futuro. Em sete anos consecutivos, o Levada apresentou mais de 100 artistas e atraiu um público de mais de 12 mil pessoas. Já passaram pelo festival nomes como Letrux, BaianaSystem, Metá Metá, Anelis Assumpção, Ava Rocha, Curumin, Vanguart, Boogarins, Kassin, Pietá, Carne Doce, Ian Ramil e Maria Beraldo.

Serviço:
The Baggios (Sergipe) – Festival Levada 2019

Dia: 9 de agosto (sexta-feira)

Hora: 20h

Local: Centro da Música Carioca Artur da Távola

Endereço: Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Ingressos: R$ 20 / R$ 10 (para todos os que se encaixam na Lei prevista de meia: estudantes, idosos, deficientes, menores de 21, professores do Município do RJ).

Lotação: 159 + 2 (cadeirantes)

Classificação: 16 anos

Governo pode ser obrigado a fornecer esteiras para facilitar o deslocamento de cadeiras de rodas nas praias

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta terça-feira (06/08), em segunda discussão, o projeto de lei 1.569/16, que altera a Lei 4.812/2006, e obriga o governo estadual a oferecer esteiras que facilitem o deslocamento de cadeiras de rodas nas praias do litoral fluminense. O objetivo da proposta é facilitar o acesso de pessoas com deficiência às praias, melhorando as condições de deslocamento para os cadeirantes. Segundo a proposta, as esteiras poderão ser patrocinadas por empresas privadas. O texto seguirá para o governador Wilson Witzel, que tem até 15 dias úteis para sancionar ou vetar a norma

Atualmente, a Lei Estadual 4.812/06 já determina que o Governo do Estado ofereça cadeiras de roda especiais para garantir o deslocamento na areia às pessoas com deficiência nas praias do litoral fluminense, disponibilizando-as nos postos de salva-vidas. Segundo o autor do texto, o deputado Jorge Felippe Neto (PSD), a proposta busca garantir o acesso ao lazer a todos os cidadãos.

Com preços populares, Feira Literária está de volta ao Centro de Queimados

Com preços populares, Feira Literária está de volta ao Centro de Queimados 

Evento promovido graças à parceria entre Prefeitura de Queimados e Fluc acontece até 31 de agosto na Praça Nossa Senhora da Conceição

Feira de Livros

Uma boa notícia para os amantes dos livros acaba de chegar à Praça Nossa Senhora da Conceição, em Queimados, na Baixada Fluminense: os estandes da Feira Literária Universo Cultural (Fluc) estão de volta ao município até o dia 31 de agosto. Em sua terceira visita à cidade, o evento acontece graças a uma parceria entre a Prefeitura – por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo – e o projeto itinerante que, com quase 5 anos de existência, promove o acesso à leitura por meio de preços populares.

 

 

Karen Cordeiro (IMG) Thiago Loureiro

As tendas, que funcionam de segunda a sexta das 8h às 20h e aos sábados das 8h às 17h, oferecem livros a partir de R$2 e gêneros como filosofia, sociologia, história, literatura portuguesa, estrangeira e oriental (Mangás e HQ’s), livros religiosos, literatura infantil, romances e best sellers. Um dos organizadores da iniciativa, Thiago Fernandes (35) afirma que 10 mil exemplares estão disponíveis para a escolha dos queimadenses. “Nossa intenção é visitar cidades que têm potencial cultural a ser explorado. Fazemos sempre a reposição dos livros vendidos para proporcionar maior variedade aos consumidores”, declarou.

Apaixonada pela trilogia “Para todos os garotos que já amei”, da escritora norte-americana Jenny Han, a jovem Amanda Ferreiro (18) correu para garantir novos volumes. “Eu amo ler e acredito que a leitura traz muito conhecimento. Então, estou aproveitando os dias de férias da faculdade para apreciar novos livros. Hoje escolhi levar para a casa a coleção completa e já estou ansiosa para começar a ler”, afirmou a estudante de Recursos Humanos.

Já sua melhor amiga, Karen Cordeiro (20), contou que tem procurado obras para se preparar para o vestibular. “Estou estudando para a faculdade e acho muito positivo esse tipo de evento acontecer na Baixada Fluminense. Muita gente acaba parando pela curiosidade e, mesmo sem planejar, compra um livro novo e adquirindo conhecimento”, declarou a moradora do bairro Valdariosa.

 

Thiago Loureiro

Espaço para autores locais

De acordo com o Secretário da Pasta, Marcelo Lessa, autores queimadenses são muito bem-vindos para expor suas obras durante a feira. “As inscrições estão abertas para todos que quiserem expor seus trabalhos aqui. Agradeço muito ao Prefeito Carlos Vilela por sempre nos dar autonomia para execução de projetos como este, que valoriza a cultura como forma de ferramenta social”, declarou o gestor.

Os interessados em mostrar suas criações literárias na Feira devem comparecer à SEMUCTUR (Rua Macaé, 430, São Roque, Queimados – 2665-1541) de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com RG, comprovante de residência e três exemplares do seu livro.

CPI do gás discute redução do preço do gás natural no estado

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) revelou, nesta segunda-feira (05/08), que o preço do gás natural vai passar a ser determinado levando em conta a proximidade com regiões produtoras. Atualmente a composição da tarifa usa os mesmos critérios em todo território nacional. O anúncio foi feito durante reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) que investiga a distribuição do gás natural. A expectativa da CPI é que a medida torne o preço do gás mais barato principalmente no Noroeste Fluminense, maior responsável pela produção do insumo no país.

O Superintendente de Infraestrutura e Movimentação da ANP, Hélio da Cunha Bisaggio, explicou que a ideia da agência é que em cinco anos metade da composição tarifária do gás natural transportado por meio de dutos seja determinada de acordo com a distância percorrida pelo combustível. “Nós já lançamos um edital para o gasoduto Brasil-Bolívia em que informamos como será a progressão de tarifas que faremos: nos dois primeiros anos 80 % da tarifa será postalizada (seguirá uma média calculada nacionalmente) e 20% será definida pelo fator locacional. No terceiro ano teremos 70% de tarifa postalizada e 30% definida pelo fator locacional, no quinto ano 50% da tarifa será postalizada e a outra metade, locacional. Esperamos que entrem novos agentes nesse mercado e tornem o preço mais competitivo”,afirmou

O presidente da CPI, Max Lemos (MDB), afirmou que a preocupação da CPI é garantir que a abertura de mercado traga benefícios para o cidadão comum. “Não há possibilidade de nós continuarmos concordando que o custo do transporte do gás no Norte Fluminense seja o mesmo que o que chega a Pernambuco. Está provado que nós podemos baixar a tarifa e melhorar o serviço. Vamos deliberar para fazer uma reunião com a Comissão de Defesa do Consumidor e o Procon para nos ajudar nesse sentido”, declarou.

O relator da CPI, Rodrigo Bacellar (SD), destacou que a composição atual da tarifa não leva em consideração que o município de Campos é o maior produtor de gás do país. “ É um absurdo Campos pagar, por exemplo, R$ 0,80 a mais que Itaboraí por metro cúbico do combustível , se nós somos os maiores produtores do Brasil”, protestou o deputado.

Preço do gás pode cair até 30%

O Ministério da Economia criou um programa para fomentar a abertura do mercado de gás no país. A União espera que o preço da tarifa caia até 30% nos próximos dois anos. Segundo Bisaggio, atualmente a Petrobras detém o monopólio do segmento por controlar as principais variáveis do mercado. Dados do Ministério de Minas e Energia demonstram que a companhia é proprietária de 100% da infraestrutura de distribuição de gás no país e é responsável por 75% da importação do insumo. “A Petrobras detém o monopólio de fato do mercado de gás. A gente espera que, com as medidas que estão sendo tomadas, o preço do gás seja determinado pelo mercado”, revelou o superintendente da ANP.

Entre as medidas adotadas pelo governo federal está a obrigação da Petrobras de abrir mão da exclusividade no uso da capacidade dos dutos, além de incentivos para que os estados abram mão voluntariamente do monopólio na distribuição do gás canalizado.

Audiência pública na Alerj propõe mapeamento e maior sinergia das economias criativa e solidária no estado

O Estado do Rio é um dos que melhor remunera os profissionais da economia criativa distribuídos em 25 setores, tais como moda, design, museus, teatro, entre outros. Em 2018, essas categorias movimentaram 2,4% do PIB brasileiro, o equivalente R$155 bilhões. As informações foram divulgadas pela subsecretária de Emprego e Renda da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Emprego e Relações Internacionais (SedeerJ), Ana Asti, durante audiência pública promovida de forma conjunta pela Frente Parlamentar em Defesa da Economia Popular Solidária e a Comissão de Cultura, ambas da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta segunda-feira (05/08), no Salão Nobre da Casa. Durante o evento foi discutida a importância da união das economias solidária e criativa.

“A economia criativa é um setor baseado no trabalho criativo, englobando inclusive áreas como as de softwares e games. Já a economia solidária é uma forma de organização produtiva que pode ser aplicada em qualquer setor da economia, mas sua aderência ao setor criativo tem enorme sinergia”, afirmou Ana.

Foto: Rafael Wallace | Texto: Nívea Souza

A subsecretária acrescentou ainda que há 33 mil empreendimentos de economia solidária no país sendo 700 deles no Rio de Janeiro. “Precisamos investir nesse mapeamento porque certamente o número é bem maior. Fazendo esse trabalho de mapeamento vamos descobrir empreendimentos que estão tanto na economia criativa quanto na solidária”, salientou a subsecretária.

O presidente da Comissão de Cultura da Casa, deputado Eliomar Coelho (Psol), observou que uma economia não existe sem a outra. “Temos que trabalhar uma articulação de todos os setores envolvidos, não só a sociedade civil mas também os poderes executivo e legislativo”, argumentou o parlamentar.

Fundo de fomento

Por sua vez, o deputado estadual Waldeck Carneiro (PT), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Economia Popular Solidária, afirmou que vai se reunir com o Secretário de Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego e Renda, Lucas Tristão para discutir o Fundo Estadual de Fomento à Economia Solidária.

“O objetivo é assegurar que na próxima Lei Orçamentária Anual, que a Alerj vai votar até o fim do ano para 2020, conste uma dotação orçamentária para iniciar a alimentação do Fundo Estadual de Fomento à Economia Solidária, que é objeto de uma lei que está em vigor no Rio de Janeiro. O fundo não precisa depender apenas de recursos do Tesouro Estadual. Podemos conseguir disputar editais e obter transferências federais para esse fundo, que precisa fomentar as microatividades no campo da economia solidária que envolvem artesanato, catadores de material reciclável, agricultores familiares, bordadeiras. É um conjunto de iniciativas populares que geram trabalho e renda e necessitam de um impulso”, defendeu Waldeck.

Também estiveram presentes na audiência pública o deputado Carlos Minc (PSB), além de produtores e representantes de instituições culturais