O soprano Maria Pia Piscitelli dará voz às rainhas da dinastia Tudor
Concerto lírico, com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, será no dia 31 de agosto às 20h
O soprano italiano Maria Pia Piscitelli dará concerto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, acompanhada do Coro e Orquestra Sinfônica do TMRJ, no dia 31 de agosto, às 20h. A apresentação será dedicada às cenas finais da chamada “Trilogia Tudor” de Donizetti, composta pelas óperas “Anna Bolena”, “Maria Stuarda” e “Roberto Devereux”.

Participarão os solistas Lara Cavalcanti (mezzo-soprano), Ivan Jorgensen (tenor), Weber Duarte (tenor), Ciro D’Araújo (barítono) e Fabricio Claussen (barítono). A regência será do maestro Ira Levin.
Uma das maiores cantoras líricas da Itália na atualidade, Maria Pia Piscitelli ganhou, em 1998, o concorrido concurso Aslico de Milão, que a levou a debutar no Teatro Olímpico de Vincenza como protagonista da ópera “La Calisto”, de Francesco Cavalli. Foi, em seguida, finalista do Concurso Maria Callas, na Grécia, e vencedora do Concurso Rossini, na Alemanha. Fez apresentações nas principais casas de ópera do seu país natal e em teatros da Alemanha, França, Holanda, Espanha, Chile, Argentina, Peru, Japão e China. Piscitelli tem em seu currículo um vasto repertório dos principais papéis do bel canto incluindo papéis em óperas de, Cherubini, Bellini e Donizetti até óperas mais complexas de Verdi, Puccini e Leoncavallo.
Piscitelli, vem de apresentações recentes, este ano, na Casa de Ópera de Zurique, na Suíça, onde atuou em “A Força do Destino”, e no papel-título de “Tosca”, na Casa de Ópera de Copenhagen, na Dinamarca.
Sobre Donizetti:
Domenico Gaetano Maria Donizetti nasceu na cidade de Bérgamo, na Itália. O seu primeiro grande sucesso foi com a ópera “Esule di Roma”, estreada em 1828, em Napoles. Donizetti era um compositor prolífico. Sua fama ultrapassou as fronteiras da Itália com o seu primeiro grande sucesso internacional, “Anna Bolena” (1830), que ao lado de “Maria Stuarda” (1835) e “Roberto Devereux” (1837), faz parte do grupo de óperas de Donizetti sobre o período Tudor na história inglesa.

Programa
Cenas finais das óperas “Anna Bolena”, “Maria Stuarda” e “Roberto Devereux” de Donizetti.
Participação de Lara Cavalcanti, Ivan Jorgensen, Weber Duarte, Ciro D’Araújo e Fabrício Claussen
Orquestra e Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Regência: Ira Levin
Concerto lírico com o soprano Maria Pia Piscitelli
Preços dos ingressos:
Frisas e camarotes (6 lugares) – R$ 720
Camarotes (5 lugares) – R$ 600
Plateia /Balcão Nobre: R$ 120
Balcão Superior Central: R$ 80
Balcão Superior Lateral: R$ 60
Galeria Central: R$ 60
Galeria Lateral: R$ 40
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro
Lotação – 2.226 lugares
Duração total – 2 horas
Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com
Classificação etária: Livre
Patrocínio Ouro Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquete Pinto e Ingresso Rápido
Realização: Fundação Teatro Municipal, Associação de Amigos do Theatro Municipal, Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal
O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeir







A Cia. Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal (BEMO-TMRJ) faz quatro apresentações do balé Don Quixote no Teatro Carlos Gomes, dias 15, 16, 17 e 18 de agosto a preços populares. O balé, um dos mais antigos do balé de repertório e com a rara inserção de elementos da dança espanhola e ciganaescolhido pelo diretor da BEMO-TMRJ, o bailarino e coreógrafo Helio Bejani, reúne mais de 50 artistas no palco para contar a história de Don Quixote, o herói sonhador escrito por Miguel de Cervantes que luta por seus ideais e ajuda o romance proibido entre Kitri e Basílio. A primeira transposição do clássico da literatura para o balé foi há 251 anos com Noverre, depois foi encenada por Didelot há 211 anos e, posteriormente, consagrada por Marius Petipa levada aos palcos em 1869, na Rússia, pelo Balé Bolshoi, completando 150 anos da primeira apresentação. Dois anos depois, Petipa diminuiu a quantidade de atos e essa se tornou a coreografia mais encenada desde então. O espetáculo com direção artística de Jorge Teixeira e direção geral de Helio Bejani é uma adaptação da segunda versão de Petipa.
“Assistir ‘Don Quixote’ é um programa cultural, educativo e incentivador do balé brasileiro e da manutenção da escola. Somos a escola de dança mais antiga do Brasil – desde 1927 – e nossa companhia de balé, criada há pouco mais de um ano, em 2018, já se apresentou para mais de cem mil pessoas nesse período numa prova clara de que o brasileiro admira essa arte. Quem assiste espetáculos da BEMO-TMRJ apoia o talento e o sonho dos nossos jovens. Na escola, eles estudam por 9 anos com apoio do Estado e dos pais, e na BEMO-TMRJ, eles vivem a experiência de ingressar em uma companhia profissional e ter certeza que é o que desejam como carreira. O Brasil, e o estado do Rio de Janeiro, em especial, é um celeiro de bailarinos de excelência que vem se apresentando em palcos internacionais, grupos contemporâneos e também no universo do samba”, descreve Bejani.

