Como identificar a depressão? Como saber se meu amigo ou até mesmo eu, esta depressivo?
Bia Benevenuti
Psicóloga- CRP 05/29057
Tel 21 964853725
Instagran @psicologabiabenevenuti

Sabemos que quando convivemos com pessoas que gostamos e a vemos sofrer, seja por que motivo for, temos a tendência a acreditar que podemos ajuda-lo a resolver e costumamos indicar remédios, chás ou até simpatias e costumes que muitas vezes funcionaram conosco, mas que não necessariamente funcionará com o próximo, sabemos que todo este impulso é com a melhor das intenções, porém, o ideal é indicar a pessoa que procure o especialista naquela área.

Depressão é uma doença e como tal, precisa ser avaliada por especialistas, no caso, precisa ser avaliado pelo médico Psiquiatra e também feito acompanhamento com Psicólogo, através da psicoterapia.

O que escrevo, tem como objetivo, te ajudar a identificar alguns sintomas referentes à depressão, que você esteja observando; seja nos seus amigos, familiares ou até mesmo em você e com isso, poder buscar ajuda mais rapidamente.

Chico Anysio, o mestre do humor , teve Depressão e a tratou por 24 anos e sempre falava sobre a importância do tratamento e segundo ele “se não fosse o tratamento psiquiátrico, não teria feito nem 20% do que fiz em minha vida”.

Se for identificada, tratada e cuidada, a pessoa que tem Depressão pode viver uma vida produtiva e com resultados positivos!

É importante saber que para diagnosticar depressão, os sintomas precisam se manifestar consistentemente, por um período razoável de tempo, normalmente a partir de duas semanas. Um dia ou outro com insônia, ou episódios de desânimo que vêm e vão não fazem parte de um quadro depressivo. Até porque, a tristeza e o desânimo, fazem parte da vida e da saúde emocional de todos nós. O que precisamos é lidar melhor com os dias tristes, pois eles são comuns e principalmente importantes, nos ajudam na interiorização, nas reflexões e em sentir realmente o que estamos vivendo no momento de vida.  Por exemplo: um período de tristeza, certo isolamento, insônia, perda de apetite…após um acontecimento importante, como uma separação, ou perda de um ente querido; é normal.

Mas se a pessoa demora a voltar ao seu normal, aí pode ser que o transtorno tenha se instalado.

Nem toda pessoa introspectiva e mais quietinha, tem depressão e nem toda pessoa extrovertida e falante não possui a depressão. Entende?!

Depressão não tem cara específica! E independe do “jeito” da pessoa ser!

Veja, alguns sintomas de depressão :

  • Tristeza;
  • Humor deprimido, que se caracteriza por desânimo persistente, baixa autoestima, sentimentos de inutilidade;
  • Perda de interesse em atividades que antes a pessoa apreciava;
  • Mudança de apetite;
  • Ganho ou perda de peso;
  • Insônia;
  • Dormir em excesso;
  • Perda de energia ou fadiga acentuada;
  • Movimentos físicos sem sentido, como apertar as mãos de forma constante e nervosa;
  • Sentir-se sem esperança;
  • Sentir-se culpado;
  • Dificuldades para raciocinar, se concentrar ou tomar decisões;
  • Pensamentos de morte ou suicídio;
  • Irritabilidade, ansiedade e angústia;
  • Necessidade de um grande esforço para fazer coisas que antes eram fáceis;
  • Diminuição ou incapacidade de sentir alegria;
  • Sentimentos de medo, insegurança, desespero, desamparo e vazio;
  • Interpretação distorcida e negativa da realidade;
  • Diminuição do desejo e do desempenho sexual;
  • Dores e outros sintomas físicos sem uma causa aparente, como dores de barriga, azia, má digestão, diarreia, prisão de ventre, gases, tensão na nuca e nos ombros,
  • Dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito.

Agora outra dica para te ajudar:

Segundo Associação Brasileira de Psiquiatria, existem dados que 17% das pessoas no Brasil já pensaram, em algum momento, em tirar a própria vida. Isto é um dado importante e preocupante, para isto, o Conselho Federal de Medicina – CFM e Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, criaram a cartilha “Suicídio: informando para prevenir”; a cartilha fala sobre como abordar um paciente, explica de que forma as doenças mentais podem estar relacionadas ao suicídio, os fatores psicossociais e dados atualizados sobre o tema.

Segue o endereço abaixo, copie e cole e você terá a cartilha.

http://www.flip3d.com.br/web/pub/cfm/index9/?numero=14

 

Referências:

  1. ABP. Associação Brasileira de Psiquiatria.https://www.abp.org.br

2. Medley. Quais são os sintomas de depressão. Disponível em: https://www.medley.com.br/podecontar/quero-ajudar/sintomas-alem-tristeza-intensa

 

 

Cyria Coentro reestreia monólogo falando sobre o amor

Para celebrar seus 30 anos de carreira, a atriz traz ao Rio de Janeiro o espetáculo LOVE,que fica no Teatro Petra Gold, de 14 de outubro a 11 de novembro

LOVE é o primeiro monólogo da atriz Cyria Coentro. A baiana, de 53 anos, rosto conhecido da TV, cinema e teatro, escolheu o tema AMOR como fio condutor de seu espetáculo.

O roteiro de Cyria, Elisa Lucinda e Jackson Costa, que também assina a direção, traz textos clássicos e contemporâneos que falam de amor e seus desdobramentos, estabelecendo uma sequência de situações que a relação amorosa propicia a cada um de nós quando experimenta o amor: a fase da paixão, da sedução, do romantismo, do erotismo, da decepção, da dor, da saudade.

No palco, a interpretação forte, direta e emocionada de Cyria cumpre o papel de tradutora dos sentidos e sentimentos que as palavras contêm. Dessa forma, o público se identifica e se entrega ao espetáculo. Afinal, quem nunca viveu um grande amor?

Ao longo de 10 anos, Cyria pesquisou diversos textos até escolher os que queria. Entre os selecionados, há trechos de Mário Quintana, Clarice Lispector, Maiakovisk, Castro Alves, Manuel Bandeira, Isabel Allende, Boudelaire, dentre outros. Em cena, apenas Cyria, um banco e a potência do amor expressa em cada palavra.

LOVE reestreia dia 14 de outubro, às 20h, no Teatro Petra Gold, no Leblon, e fica em cartaz até dia 11 de novembro, com apresentações sempre às segundas-feiras (dias 14, 21 e 28/10 e 04 e 11/11).

Texto Premiado:

LOVE estreou em 2014, em Salvador. No ano seguinte, Cyria Coentro recebeu o Prêmio Braskem de Teatro como Melhor Atriz por atuação em LOVE. Em 2017, fez uma curtíssima temporada no Rio de Janeiro. Dessa vez, a convite do Teatro Petra Gold, ela aceitou trazer mais uma vez a peça à cidade do Rio: “O amor é o princípio de todas as virtudes. Todas as atitudes positivas e virtuosas da vida têm o amor como base. A gente pode falar de solidariedade, de amizade, de bondade, de honestidade. A base de todas elas é o amor. O amor pelo outro, o amor pela vida, o amor pelo trabalho. O amor. Sem amor, nada floresce. Sem amor, não há solução. O amor é a resposta a tudo nessa vida. O amor melhora o mundo

e as pessoas. Sensibiliza, educa, humaniza. É inerente e indispensável em qualquer forma de vida. Como atriz, utilizo minhas armas para propagar essa ideia. Como pessoa, é o que move a minha vida. E que bom poder unir a arte e o amor num trabalho vibrante como esse”, diz Cyria.

Ela celebra ainda a parceria com a poetisa Elisa Lucinda e com o ator, diretor e amigo, Jackson Costa: “Desde criança que gosto de escrever. Tenho alguns textos, algumas poesias guardadas. Quando aflorou essa vontade de fazer um trabalho autoral, percebi que o tema só podia ser esse: o amor. Falei com a Elisa, que é maravilhosa, e com o Jackson, que é um artista super completo, também, além de um grande amigo. Entre muitas conversas e troca de ideias, nasceu o roteiro do espetáculo. Foi uma parceria deliciosa.”

Cyria Coentro:

A atriz baiana tem 30 anos de carreira. Cursou Interpretação Teatral na Universidade Federal da Bahia e participou de cursos e Oficinas com: Sérgio Brito, Bia Lessa, Luís Alberto Resende, Cacá Carvalho, Luís Otávio Burnier, Grupo Lume, Grupo Sunil, Renato Cohen entre outros.

Na TV, participou de inúmeras novelas globais, tais como Renascer (1992); O Rei do Gado (1996); Porto dos Milagres (2003); Mulheres Apaixonadas (2004); Pé na Jaca (2006); A Favorita (2008); Caminho das Índias (2008); Viver a Vida (2010); Flor do Caribe (2012); Em Família (2014); Velho Chico (2016) e mais recentemente, O Tempo Não Para (2018).

No teatro, já atuou em 19 peças ao longo de sua carreira. No cinema, já fez mais de 7 filmes. Agora em setembro, vai à Capadócia rodar seu mais recente longa-metragem, que vai contar a história de São Jorge. Além desse, tem ainda O Avental Rosa, filme de Jayme Monjardim, que ainda não foi lançado.

Ficha Técnica:

Roteiro: Elisa Lucinda, Cyria Coentro e Jackson Costa

Elenco: Cyria Coentro

Direção: Jackson Costa

Direção Musical: Luciano Salvador Bahia

Cenário e Figurinos: Rino Carvalho

Iluminação: João Sanches

Preparação Vocal: Hebe Alves

Consultoria de Movimento: Rita Brandi

Preparador Corporal: Jorge D’Santos

Operação de luz: Valdeci Correia

Operação de som: José Henrique Ligabue

Assessoria de Comunicação: Dani Maia

Programação Visual: Caio Araújo

Direção de Produção: Joana D’Aguiar

Realização: Sopro Escritório de Cultura

Serviço:

Espetáculo “LOVE”

Estreia: 14 de outubro (2ª feira), às 20h

Local: Teatro Petra Gold

Endereço: Rua Conde de Bernadote, 26, Leblon / RJ. Tel: (21) 2529-7700

Dias: 14, 21 e 28/10 e 04 e 11/11 (sempre às segundas-feiras, às 20h)

Ingressos: R$70,00 (inteira) e R$35 (meia)

Duração: 50 minutos

Classificação Indicativa: 12 anos

Escola de Cinema Darcy Ribeiro homenageia Jean-Claude Bernardet

 sessão especial de cineclube

 

Em virtude de sua trajetória dedicada a pensar e fazer cinema, o cineasta, crítico e escritor Jean-Claude Bernardet é o grande homenageado pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro, no Centro do Rio, em sessão especial do Cineclube de Documentário, com exibição do documentário “A Destruição de Bernardet”, de Claudia Priscilla e Pedro Marques, seguido de entrevista com o professor e cineasta, no dia 5 de outubro, a partir das 14h, na Sala Ruy Guerra. A sessão tem entrada franca.

JCB – foto de Antonio Nepomuceno

Além de Bernardet, a Escola de Cinema Darcy Ribeiro recebeu nesta edição outros importantes nomes como Walter e Vladimir Carvalho, na abertura, e pretende receber Cristiano Burlan, Roberto Berliner e Susanna Lira em próximas exibições. O Cineclube de Documentário tem atraído uma média de 60 pessoas por sessão e está em cartaz até 7 de dezembro, sempre aos sábados, às 14h, com exibição de filmes, seguida de entrevista com convidados, sob curadoria de Felipe Nepomuceno, diretor da Série “Sangue Latino” (Canal Brasil), e direção de Irene Ferraz.

Sinopse:

Em “A Destruição de Bernardet” (2018), documentário assinado por Claudia Priscilla e Pedro Marques, Bernardet reflete sobre as críticas recebidas por suas incursões como ator e revela suas perspectivas de vida, ao mesmo tempo em que precisa lidar com o fato de ser portador do vírus HIV.

 

Sobre Jean-Claude Bernardet:

Nascido na Bélgica, de família francesa, Jean-Claude passou a infância em Paris e veio para o Brasil com sua família aos 13 anos, naturalizando-se brasileiro em 1964. É diplomado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris) e doutor em Artes pela ECA (Escola de Comunicações e Artes) da USP [3]

Interessou-se por cinema a partir do cineclubismo, e começou a escrever críticas no jornal O Estado de S. Paulo a convite de Paulo Emílio Salles Gomes. Tornou-se grande interlocutor do grupo de cineastas do Cinema novo, e especialmente de Glauber Rocha, que rompeu com ele a partir da publicação de Brasil em Tempo de Cinema (1967). Foi um dos criadores do curso de cinema da UnB, em Brasília, e deu aulas de História do Cinema Brasileiro na ECA, até se aposentar em 2004.[4]

 

Sessão especial com Jean-Claude Bernardet

Local: Escola de Cinema Darcy Ribeiro
Endereço: Rua da Alfândega, 5 – Centro
Informações: (21) 2233-0224 | escoladarcyribeiro.org.br
Data: 5 de outubro
Horário: 14h
Evento gratuito

Programação Cineclube de Documentário

19 de outubro, sábado, 14h

Humberto Mauro / 2018 / André di Mauro – 90 min
(entrada franca)

26 de outubro, sábado, 14h

Juízo / 2007 / Maria Augusta Ramos – 90 min
(entrada franca)

9 de novembro, sábado, 14h

Mataram Meu Irmão / 2013 / Cristiano Burlan – 77 min
(entrada franca)

23 de novembro, sábado, 14h

A Farra do Circo / 2013 / Pedro Bonz e Roberto Berliner – 94 min
(entrada franca)

30 de novembro, sábado, 14h

Ex-Pajé / 2018 / Luiz Bolognesi – 81 min
(entrada franca)

7 de dezembro, sábado, 14h

Torre das Donzelas / 2018 / Susanna Lira – 97 min
(entrada franca)

Assessoria de Imprensa

George Patiño

Parceria Ilimitada

(21) 9858-7282

LENTE DE CONTATO DENTAL VIRA MODA ENTRE OS FAMOSOS

Com o progresso da Odontologia surgem cada vez mais opções de procedimentos para tornar o sorriso atraente. Um deles, é a lente de contato dental, que vem se tornando cada vez mais popular, principalmente entre os famosos. Muitas pessoas recorrem às lentes de contato dental a fim de ter uma aparência mais limpa nos dentes. Mas o que muita gente não sabe é que as lentes de contato dental não são apenas para fins estéticos. Este procedimento consiste também em correções. Afastamentos, tamanhos, texturas e formas estão entre essas correções. Problemas de oclusão, que é a relação entre as mandíbulas, também podem ser corrigidos.

 

As lentes de contato dental são lâminas que cobrem a parte da frente dos dentes. Feitas de dissilicato de lítio, são mais resistentes que as porcelanas tradicionais. Por ser um material resistente, pode ser feita em espessuras mais finas. Por isso o nome de lente de contato, por serem finas, se parecem muito com as lentes de contato ocular. O primeiro passo é uma consulta com o dentista. Depois de uma análise, o profissional saberá se este é o melhor procedimento para o paciente. Na sequência, o paciente pode ter uma prévia de como ficará o seu sorriso após a finalização do procedimento. O mockup, é um modelo que não causa nenhum tipo de dano. Este material dura até dois dias e assim o paciente poderá decidir se dará sequência ou não no processo. 

Doutor Vicente

 

 

No início do processo, o dentista faz um pequeno desgaste no esmalte dos dentes.Entretanto, esse desgaste nem sempre é necessário, variando caso a caso. Na maioria das vezes o uso de anestésicos não é necessário. O próximo passo é cimentar as lentes de contato dental na parte externa dos dentes, cobrindo todas as imperfeições. Após esse procedimento, somente o dentista é capaz de retirá-las usando equipamentos específicos. Já na fase final, a colocação é feita através de adesivos líquidos. É de suma importância que o tamanho e o encaixe estejam exatamente de acordo pelo dentista. Apesar das lentes serem muito finas, o posicionamento precisa ser perfeito. Na boca, um milímetro a mais dá uma sensação enorme de diferença.

 

O Dentista, implantodontista, Dr. Vicente Neto, diz que existem contraindicações, “Vou citar alguns exemplos de problemas de saúde dental que podem impedir a colocação das lentes de contato, sem antes fazer um tratamento apropriado”.

 

Nesses casos, o indicado é tratar o problema primeiro e depois analisar o melhor procedimento:

 

 

  • Pacientes com má oclusão dos dentes
  • Que apertam ou rangem
  • Possuem dentes muito escurecidos 
  • Pacientes com casos de muitos riscos de cáries 
  • Pacientes que possuem muitas restaurações antigas e amareladas 
  • Em pacientes edêntulos (ausência de um ou mais dentes) 
  • Pacientes com doença periodontal 

 

 

Em relação a durabilidade, Dr. Vicente Neto relata ser uma dúvida muito comum, porém, impossível responder com exatidão. A durabilidade varia de cada caso específico, mas com os cuidados indicados sendo feitos corretamente, costuma durar em médica, com seus pacientes, em torno de 20 anos. “As lentes são feitas com material resistente, mas é indispensável manter a higiene bucal e fazer acompanhamento periódico com o seu dentista”, comenta. Como todo tratamento dentário, após o procedimento, o paciente deverá tomar alguns cuidados, como escovar os dentes ao menos três vezes ao dia e o uso diário de fio dental pelo menos duas vezes, estão entre algumas das indicações. Alimentos que contenham corante e que podem manchar os dentes também não são recomendados. O especialista diz que muitos achavam que a Lente de Contato Dental era uma onda passageira. “O presente está aí para mostrar o contrário. As lentes são uma realidade e mudam a vida de muita gente. Vocês não imaginam o poder que o sorriso tem em transformar vidas”, expressou.

 

 

QUEM SOMOS | AGÊNCIA DOS REIS 

 

Presentes há mais de 15 anos no mercado de marketing promocional, marketing digital, comunicação, edição de vídeos e produção, nosso trabalho tem como foco a entrega de resultados efetivos e a superação das expectativas de nossos clientes.Somos uma agência completa com soluções desde o planejamento à execução e temos experiência na realização de eventos corporativos, feiras, shows, cenografia, material audiovisual, edição de vídeos, divulgação em mídias tradicionais e alternativas, endomarketing e assessoria de imprensa.

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‘Antígona’, com Andrea Beltrão, circulará por unidades do Sesc RJ

Texto de Sófocles que rendeu à artista o Prêmio APCA de Melhor Atriz em 2017 será encenado em cinco unidades com ingressos entre R$ 2 e R$ 10. Circuito começa em Madureira, no Rio, dia 4 de outubro.

 RIO DE JANEIRO – O Sesc RJ leva para cinco das suas unidades, no mês de outubro, o espetáculo “Antígona”, monólogo estrelado pela atriz Andrea Beltrão. A montagem do texto de Sófocles, traduzido por Millôr Fernandes e dirigido por Amir Haddad começa o circuito em Madureira, dia 4/10, e depois segue para Petrópolis (Sesc Quitandinha), dia 5São João de Meriti (19)Niterói (25) e São Gonçalo (26). Os ingressos variam entre R$ 2 e R$ 10, com a possibilidade de retirada gratuita dos bilhetes para quem comprovar renda familiar até 3 salários mínimos e, em algumas unidades, também para portadores do Cartão Sesc.

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No palco, a artista interpreta a personagem-título da trama, trabalho pelo qual foi agraciada com o Prêmio APCA de Melhor Atriz em 2017. Trata-se de uma jovem princesa que enfrenta a ordem do rei Creonte de deixar seu irmão, que lutou na guerra, sem sepultura. Ao desobedecer a determinação real, ela paga com a própria vida. É estabelecido, então, o confronto entre o Estado e o cidadão.

A história se passa em Tebas e foi escrita há 2.500 anos por Sófocles. Fez tanto sucesso na época que o público ateniense ofereceu ao autor o governo de Samos, uma das ilhas gregas. Na Antígona de Haddad e Andrea, ao contrário do autor original, que partiu do mito já conhecido para o teatro, parte-se do teatro para chegar ao mito que dá nome ao espetáculo.

“Todos esses mitos que povoavam o imaginário grego, como Antígona, faziam parte do dia a dia do povo, funcionavam como um bem público”, analisa o diretor assinalando que, quando o teatro se estabeleceu, naquele tempo, como uma forma de expressão artística, todos já conheciam o que seria representado. “Sófocles se apoderou da história e escreveu esse texto. O que Andrea e eu fizemos foi partir das informações da peça para chegarmos ao mito”.

Na opinião da atriz, um texto clássico como este não é de interpretação complicada. As narrativas embaralham as emoções por ir direto ao coração, à memória, e aos sentimentos. “Como um texto escrito há 2.500 anos pode falar exatamente sobre o que eu sinto agora? Não é a gente que lê o texto da tragédia grega, é a tragédia grega que lê a gente, por isso não precisamos ter medo de não entendê-la. Faz parte de nós, enriquece, questiona, exige que tentemos mais uma vez”, analisa.

Para ela e o diretor, essa montagem transpira atualidade gigantesca. “Fala da liberdade do cidadão diante do poder do Estado, e de como isso atinge a vida mais ancestral do ser humano”, observa Haddad. “A peça se dá nessa reflexão feita por ator e público sobre a história, por meio de uma excelente narradora, que é a Andréa”.

Em diálogo com a plateia em ritmo acelerado, conectado ao movimento do mundo contemporâneo, a atriz se utiliza de recursos mínimos, como uma echarpe vermelha ou um casaco, para desenrolar a trama e, assim, ir povoando o palco com os personagens interpretados por ela mesma. Andrea os apresenta, quase que didaticamente, antes de representá-los, permitindo ao público adensar o seu conhecimento da história e traçar paralelos com a atualidade.

Igualmente, a cenografia apresenta linguagem moderna e reforça a atuação da artista entre os atos de narrar e representar este mito, em cenas que se desenvolvem diante de uma espécie de árvore genealógica, em forma de mural. Uma cadeira, uma escada, uma mesa e um amplificador para o som com microfone, complementam o cenário.  A proposta é restaurar a força popular do teatro.

Sobre a atriz e o diretor

Amir Haddad é diretor e professor de teatro, diversas vezes premiado. Considerado um dos maiores encenadores do Brasil, o criador do Grupo Tá na Rua, iniciado em 1980, leva a arte do teatro para o espaço aberto das ruas e praças, ressaltando a importância das comemorações populares na vida social e cultural das cidades. Amir Haddad recupera para o teatro o seu sentido de festa popular, dela resgatando sua dramaticidade.

Reconhecido internacionalmente, desenvolve uma série de atividades didáticas nas artes cênicas como oficinas, seminários e cursos. É criador de um teatro preocupado em se comunicar e se tornar cada vez mais próximo de sua plateia.

Como resultado de suas pesquisas e investigações, nestas áreas do teatro, desenvolveu ferramentas eficientes para a construção de um ator que responda ao sentimento contemporâneo, ao mesmo tempo em que o instrumentaliza para uma leitura aguda e profunda da trajetória humana e da dramaturgia produzida pelo teatro em todos os tempos. Entre seus últimos trabalhos estão A Mulher Invisível, de Maria Carmem Barbosa, A Mulher de Bath, de Geoffrey Chaucer, A Tempestade, de William Shakespeare, e Antígona, de Sófocles.

Andrea Beltrão iniciou sua carreira no Teatro Tablado em 1978, interpretando o personagem João Grilo, da peça O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna. No início da década de 1980 integrou grupos teatrais. Em 1984, O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues, A Dona da História (1998), de João Falcão, Sonata de Outono (2005), de Ingmar Bergman, Jacinta (2012), de Newton Moreno, entre tantas outras.

Em 1984 estreou na novela Corpo a Corpo, de Gilberto Braga seguindo na TV Globo em sucesso como Rainha da Sucata (1990), de Sílvio de Abreu, Pedra Sobre Pedra (1992), de Aguinaldo Silva, Mulheres de Areia (1993) e A Viagem (1994), ambas de Ivani Ribeiro, Vira Lata (1996), de Carlos Lombardi e Era Uma Vez (1998) de Walter Negrão.

Ainda na TV, fez diversas participações em séries e especiais, como Armação Ilimitada (1985-1988), Comédia da Vida Privada (1997) e Brava Gente (2000). Entre 2002 a 2009, integrou o elenco do seriado A Grande Família, interpretando a cabeleireira Marilda. Também participou da minissérie Som & Fúria (2009) e das séries O Bem Amado (2011) e Tapas & Beijos (2011-2015), com a personagem Sueli.

No cinema com o filme Bete Balanço (1984), de Lael Rodrigues. Sua atuação na tela grande inclui também os filmes Garota Dourada (1984), de Antonio Calmon, O Coronel e o Lobisomem (2005), A Grande Família – O Filme (2007) e Verônica (2009), dirigidos pelo cineasta Maurício Farias, Cazuza – O Tempo não Para (2004), O Bem Amado Estreou (2010), O Penetras (2012), Chatô, o Rei do Brasil (2015), Sob Pressão (2016), Sueño Florianópolis e Albatroz (2018) e Hebe – A Estrela do Brasil (2019).

No cinema, recebeu premiações em festivais nacionais por seu desempenho em O Escorpião Escarlate (1986) e Minas-Texas (1989). Pelo teatro, venceu o Prêmio Shell de Melhor Atriz pela peça A Prova (2002), dirigida por Aderbal Freire Filho, em 2008 mereceu novamente a premiação, desta vez por sua atuação, ao lado de Marieta Severo, na peça As Centenárias, de Newton Moreno, e em 2017 recebeu o Prêmio APCA de Melhor Atriz com a peça Antígona dirigida por Amir Haddad.

FICHA TÉCNICA

Autoria: Sófocles

Tradução: Millôr Fernandes

Dramaturgia: Amir Haddad e Andrea Beltrão

Direção: Amir Haddad

Com: Andrea Beltrão

Iluminação: Aurélio de Simoni

Figurino: Antônio Medeiros

Direção de Movimento: Marina Salomon

Ambientação e Projeto Gráfico: Fabio Arruda e Rodrigo Bleque

Trilha Sonora: Alessandro Persan

Desenho de Som: Raul Teixeira

Operação de Luz: Diego Diener

Produção: Boa Vida Produções

Realização Turnê: Trígonos Produções Culturais

Agradecimentos: Marieta Severo, Aderbal Freire-Filho, Fernanda Torres, Fernando Philbert, Marilena, Laura, Chico, Rosa, Zé, Antônio, Mauricio, Ana Cristina Manfroni, Zé Mário Pereira.

SERVIÇO

“Antígona”, com Andréa Beltrão

Duração: 60 minutos

Datas/Horários:

Sesc Madureira, Rio de Janeiro – 04/10 – sexta-feira, às 19h

Grátis (habilitado Sesc e PCG*), R$ 5 (meia-entrada e classe artística mediante apresentação de registro profissional), R$ 10

Classificação: 14 anos

 

Sesc Quitandinha, Petrópolis – 05/10 – sábado, às 20h

Grátis (PCG), R$ 2 (habilitado Sesc), R$ 4 (meia-entrada e classe artística mediante apresentação de registro profissional), R$ 8

Classificação: 14 anos

Sesc São João de Meriti – 19/10 – sábado, às 19h

Grátis (habilitado Sesc, PCG), R$ 5 (meia-entrada e classe artística mediante apresentação de registro profissional), R$ 10

Classificação: 14 anos

Sesc Niterói – 25/10 – sexta-feira, às 19h

Grátis (habilitado Sesc e PCG), R$ 5 (meia-entrada e classe artística mediante apresentação de registro profissional), R$ 10

Classificação: 14 anos

Sesc São Gonçalo – 26/10 – sábado as 19h

Grátis (habilitado Sesc e PCG), R$ 5 (meia-entrada e classe artística mediante apresentação de registro profissional), R$ 10

Classificação: 14 anos

*PCG: Programa de Comprometimento e Gratuidade

Mas afinal, o que é a depressão? Qual sua origem?
Bianca Benevenuti
Psicóloga- CRP 05/29057
Tel: 21 964853725
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Se persistir o quadro atual, no avanço de quadros de depressão,  em 2020 será a segunda maior doença incapacitante, perdendo apenas para doenças cardíacas.

A depressão seria uma tristeza?

Segundo Teng Chei Tung, médico do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo.  “A tristeza é uma emoção universal e tem o seu valor: leva à introspecção, ajuda a elaborar a frustração e contribui para o amadurecimento”, logo; em linhas gerais a tristeza, faz parte da vida do indivíduo, e inclusive é benéfica. Porém, quando é persistente, paralisante e muito profunda, pode se tornar a Depressão.

A ONU (organização Mundial da Saúde) comenta  que em 2020 a Depressão será a segunda doença que mais incapacitará as pessoas, tanto na área profissional, quanto na área pessoal. As tirará do convívio da família e das atividades laborais.

Breve histórico da depressão.

A depressão data da antiguididade, há 500 anos AC, mas era conhecida como “MelanKolia”, do grego melano chole, significando bílis negra. Pois os gregos já partilhavam a idéia moderna de que as doenças da mente estão conectadas de algum modo à disfunção corporal. A prática médica grega era baseada na teoria dos quatro humores, que considerava o temperamento como conseqüência dos quatro fluidos corporais: fleuma, bile amarela, sangue e bile negra. No texto intitulado Da Natureza do Homem, Hipócrates (ou seu genro Polibeu, não se sabe ao certo) estabelece uma correspondência entre os 4 humores, as 4 estações do ano e as 4 características fundamentais da matéria (quente, fria, seca e úmida). A cada um dos humores ele relacionou um sintoma psicológico. Em seu estado normal, o homem teria os 4 bem equilibrados. O problema se daria em casos de excesso de um ou de outro. Bile amarela demais causaria um temperamento raivoso, da mesma maneira que a bile negra em abundância provocaria a depressão. “Se a tristeza e a angústia não passam, o estado é melancólico”, disse Hipócrates em seus Aforismas.

Hipócrates, no século V antes de Cristo, escreve sobre a melancolia: “uma afecção sem febre, na qual o espírito triste permanece sem razão fixado em uma mesma idéia, constantemente abatido […]”3:14. E Freud em 1917, escreveu Luto e melancolia, texto no qual afirma que a melancolia é uma forma de luto e que surge de uma sensação de perda da libido.

No século atual, já foi comprovado que existem fatores genéticos envolvidos nos casos de depressão,  e que também pode ser provocada por uma disfunção bioquímica do cérebro, no caso ligados aos hormônios, a serotonina por exemplo. O  CID (Classificação Estatística Internacional de Doenças), DSM (Estatística das Perturbações Mentais) catalogam a depressão como doença mental, sendo necessário o acompanhamento Psiquiátrico e Psicológico. O termo depressão foi inicialmente usado em inglês para descrever o desânimo em 1660, e entrou para o uso comum em meados do século XIX.

 

Agora, porque temos ouvido tanto falar sobre este tema? Porque tanta preocupação?

Porque além de levar a situações extremas, como pro exemplo, auto mutilação e  suicídio, é considerada como doença e como tal, existe tratamento e meios para levar o indivíduo depressivo a melhora. Sabe-se que a depressão não promove apenas uma sensação de infelicidade crônica, mas incita alterações fisiológicas, como baixas no sistema imune e o aumento de processos inflamatórios. Por essas e outras, já figura como um fator de risco para condições como as doenças cardiovasculares.

Esse transtorno psiquiátrico atinge pessoas de qualquer idade — embora seja mais frequente entre mulheres — e exige avaliação e tratamento com um profissional. O desânimo sem fim é fruto de desequilíbrios na bioquímica cerebral, como a diminuição na oferta de neurotransmissores como a serotonina, ligada à sensação de bem-estar.

Hoje em dia quase não se usa o termo melancolia. A palavra ainda é usada para casos profundos de depressão, esse sim, o termo médico em voga. O mundo de hoje vê a depressão como uma doença sem qualquer implicação positiva. Do ponto de vista clínico, a depressão é uma doença incapacitante e, diferente da tristeza, não pode ser controlada pelo paciente sozinho.

Agora; o que não se deve fazer, em casos de pessoas com o diagnóstico de depressão?

Desconsiderar, achar que não é nada, ou que é “frescura”!

Depressão mão é frescura! Como citado acima, é doença e deve ser cuidada e monitorada de perto, como qualquer outra doença.

 

 

 

 

 

 

Fontes:

Gonçales,  Cintia Adriana . Machado, Ana Lúcia. DEPRESSÃO, O MAL DO SÉCULO: DE QUE SÉCULO?

https://saude.abril.com.br/medicina/depressao-sintomas-diagnostico-prevencao-e-tratamento/

https://saude.abril.com.br/medicina/depressao-sintomas-diagnostico-prevencao-e-tratamento/

https://super.abril.com.br/historia/historia-da-depressaono-canto-da-vida/

SHOWZAÇO p/proxima semana (na Cinelândia) – TERÇA, Jorge Pescara Knight Prog no CCJF

Jorge Pescara apresenta seu projeto progressivo com elementos de world music e fusion, nesta terça-feira, dia 1, no Centro Cultural Justiça Federal

 

Em outubro, Rio e Niterói continuarão recebendo grandes expoentes do rock progressivo nacional. Com realização da Vértice Cultural e da BeProg, o III CaRIOca ProgFestival vem reunindo, desde o dia 31 de agosto, nomes de destaque do gênero, reservando para o mês de outubro outras atrações, agora no Centro Cultural Justiça Federal (Centro), Solar de Botafogo e Theatro Municipal de Niterói – em setembro, os shows foram semanais no Centro da Música Carioca, na Tijuca.

O festival muda de palco a partir do dia 1, terça-feira, com o show, no Centro Cultural Justiça Federal (Cinelândia), do virtuoso baixista Jorge Pescara, apresentando seu projeto PESCARA- KNIGHT PROG, no show “Cavaleiro sem Armadura”. Referência no instrumento e na música brasileira – já tocou ao lado de Dom Um Romão, Ithamara Koorax, Eumir Deodato, Luiz Bonfá, Ney Matogrosso, Paulo Moura, dentre muitos outros – o baixista apresentará com seu quarteto as composições do CD autoral “Knight Without Armour”, e sua técnica de touchbass touchguitar, instrumentos exóticos de 12 cordas. Com formação rítmica curiosa (dois bateristas no palco simultaneamente, Iuri Sant’Anna e Fábio Cezanne), e Renata Puntel (teclados e flauta), o baixista vai apresentar também recriações de clássicos de Pink Floyd, Genesis, Yes, King Crimson.

 

Mais rock progressivo em Outubro

 

De São Paulo, a banda DIALETO leva ao palco do Centro Cultural Solar de Botafogo, dia 10 de outubro, quinta-feira, o show “De Blavatsky a Bartók”, com músicas do compositor Húngaro Béla Bartók livremente adaptadas pela banda para sua linguagem ProgRock típica. As composições fazem parte do álbum ‘Bartók In Rock’, lançado em 2017, com participação especial do violinista David Cross, conhecido por haver integrado a banda inglesa King Crimson da década de 70. O show faz uma trajetória na carreira da banda que não toca no Rio de Janeiro, desde 2012, na I Mostra CCBB de Rock Progressivo.

jorge pescara

Os cariocas do ARCPELAGO sobem ao palco do CCJF (Cinelândia), no sábado, dia 12 de outubro, às 17h, com o “Show Interseções”. A musicalidade elaborada e estreitamente vinculada à sonoridade analógica é a espinha dorsal do Arcpelago, que se alastra tanto pela vertente sinfônica, quanto pelo space-rock, hard rock e fusion, sendo notável a intensa preocupação do grupo com timbres e efeitos sonoros. Nem seguida, no mesmo dia, às 20h, será a vez do CARAVELA ESCARLATE, formada em 2011 e composta por David Paiva, multi-instrumentista e compositor, em parceria com o tecladista e compositor Ronaldo Rodrigues (também integrante do Arcpelago), com o veterano baterista Elcio Cáfaro, dono de extenso currículo na MPB e na música instrumental brasileira, uma das poucas bandas nacionais hoje divulgadas por selo europeu, a Karisma Records, que lançou em vinil o álbum homônimo da banda e relançando o cd, que também teve apoio na produção executiva da Vértice Cultural. E, para aqueles presentes, o show “Interseções” trará surpresas expressivas ao público.

 

Do Rio Grande do Sul, a banda APOCALYPSE fará dois shows no Centro Cultural Solar de Botafogo, dias 18, sexta-feira, e 19 de outubro, sábado. O grupo iniciou as atividades em 1983 em Caxias do Sul (RS), influenciado por expoentes da década de setenta como Queen, Led Zeppelin, Pink Floyd, Rush, Yes, Kansas, Deep Purple e Journey. Após vencer os festivais Circuito de Rock e Festpop na serra gaúcha, lançou o primeiro LP homônimo em 1991 e assinou contrato com a gravadora francesa Musea. Foi o primeiro grupo brasileiro de classic rock a gravar e lançar CDs no exterior, e já abriu shows de grandes nomes do classic rock mundial como Yes (Araújo Vianna-Porto Alegre), Uriah Heep (Canecão – RJ) e Pendragon (Teatro João Caetano – RJ). Os gaúchos farão o lançamento do álbum ao vivo “The 35th Anniversary Concert”. Com cinco discos já lançados, o FLEESH – formado por Celo Oliveira e Gabby Vessoni em 2014 – lança seu álbum “Across the Sea” na terça-feira, dia 22 de outubro, no Centro Cultural Justiça Federal, na Cinelândia, na íntegra junto com outras faixas de seus CDs.

Encerrando com chave de ouro, a lendária BACAMARTE celebra seus 45 anos de formação com um show imperdível, dia 25 de outubro, no Theatro Municipal de Niterói. Fundada em 1974 por Mario Neto e Sergio Vilarim, a banda veio a gravar de forma independente o álbum “Depois do Fim”, em 1979, porém só lançado em 1983, quando, após ter suas músicas entre as mais tocadas pela Fluminense FM, foi aclamado por público e crítica como uma verdadeira obra-prima do rock progressivo. O álbum vendeu milhares de cópias em países como Alemanha, Itália, Rússia e, principalmente, Japão. Em 1999, foi lançado o álbum Sete Cidades, que também teve sua tiragem esgotada rapidamente. Em 2009, após vários anos desaparecido das prateleiras e tendo se tornado item de colecionador disputado por amantes do gênero no Brasil e no exterior, “Depois do Fim” foi relançado pela Som Livre, em versão remasterizada diretamente da fita master original. No Teatro Municipal de Niterói, a banda será formada por Mario Neto (guitarra e violão), Marcus Moura (flauta e acordeon), William Murray (contrabaixo), Robério Molinari (piano e teclados) e Alex Curi (bateria), com a participação especial da cantora Jane Duboc

 

01/10 (terça-feira) – JORGE PESCARA-KNIGHT PROG (Rio de Janeiro)

“Cavaleiro sem Armadura”

Local: Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)

Horário: 19h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia entrada legal)

Av. Rio Branco, 241 – Centro

Tel. (21) 3261-2550

 

Mais informações sobre toda a programação no site http://beprogrock.com/eventos/

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PROGRAMAÇÃO – CaRIOca ProgFestival 2019

 

31/08 (sábado) – KAIZEN (Rio de Janeiro)

“Lançamento do álbum Áquila”

Local: Teatro Municipal de Niterói

Horário: 19h

Ingressos: R$ 100,00 (inteira) / R$50,00 (meia-entrada legal)

Av. XV de Novembro, 35 – Centro

Niterói – RJ

Tel. (21) 2620-1624

 

05/09 (quinta-feira) – TEMPUS FUGIT (Rio de Janeiro)

“Lançamento do álbum remasterizado The Down after the Storm” – faixas adicionais

Local: Centro da Música Carioca

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

12/09 (quinta-feira) – SEQUAZ (Niterói – RJ)

“Retorno ao Vivo”

Local: Centro da Música Carioca

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

19/09 (quinta-feira) – PROGNOISE (Rondônia)

“Lançamento do álbum Solar”

Local: Centro da Música Carioca (CMC)

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

26/09 (quinta-feira) – ULTRANOVA (Pará)

“Samsara”

Local: Centro da Música Carioca (CMC)

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

01/10 (terça-feira) – PESCARA-KNIGHT PROG (Rio de Janeiro)

“Cavaleiro sem Armadura”

Local: Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)

Horário: 19h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia entrada legal)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

10/10 (quinta-feira) – DIALETO (São Paulo)

“De Blavatsky a Bartók”

Local: Centro Cultural Solar de Botafogo

Horário: 21h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia entrada legal)

Rua General Polidoro, 80 – Botafogo

Rio de Janeiro – RJ (21) 2543-5411

 

12/10 (sábado) – ARCPELAGO (Rio de Janeiro)

“Show Interseções”

Local: Centro da Música Carioca (CMC)

Horário: 17h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

12/10 (sábado) – CARAVELA ESCARLATE (Rio de Janeiro)

“Show Interseções”

Local: Centro da Música Carioca (CMC)

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

*Para quem assistir aos dois shows, os ingressos passam a ser R$ 60,00/ R$ 30,00  (meia-entrada).

 

18/10 (sexta-feira) – APOCALYPSE (Rio Grande do Sul)

“The 35th Anniversary Concert”

Local: Centro Cultural Solar de Botafogo

Horário: 21h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia entrada legal)

Rua General Polidoro, 80 – Botafogo

Rio de Janeiro – RJ (21) 2543-5411

 

19/10 (sábado) – APOCALYPSE (Rio Grande do Sul)

“The 35th Anniversary Concert”

Local: Centro Cultural Solar de Botafogo

Horário: 21h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia entrada legal)

Rua General Polidoro, 80 – Botafogo

Rio de Janeiro – RJ (21) 2543-5411

 

22/10 (terça-feira) – FLEESH (Rio de Janeiro)

“Lançamento do álbum Across the Sea”

Local: Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)

Horário: 19 horas

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia entrada legal)

Av. Rio Branco, 241 – Centro

Tel. (21) 3261-2550

 

25/10 (sexta-feira) – BACAMARTE (Rio de Janeiro)

“45 Anos”

Local: Teatro Municipal de Niterói

Horário: 20h

Ingressos: R$ 160,00 (inteira) / R$ 80,00 (meia-entrada legal)

Av. XV de Novembro, 35 – Centro

Niterói – RJ

Tel. (21) 2620-1624

Les Petits Cordons Bleus no mês das crianças

Les Petits Cordons Bleus no mês das crianças

No dia 1º de outubro, para animar o mês das crianças, o Le Cordon Bleu carioca abre as portas para receber os pequenos de 8 a 12 anos que adoram cozinhar. O gourmet short course “Les Petits Cordons Bleus” tem o objetivo de despertar nas crianças a percepção de sabores, além de desenvolver a criatividade e o talento para a gastronomia, aprendendo a fazer um delicioso Nhoque nutritivo.

Todas as receitas são selecionadas especificamente para eles, respeitando a faixa etária de cada criança e grau educacional. Os chefs também recebem treinamento pedagógico especial para lecionar para este público e em nenhum momento as crianças ficam sozinhas no laboratório de gastronomia, sendo sempre supervisionadas por um profissional da escola.

Não é exigida experiência prévia em gastronomia para as crianças que queiram cursar o “Les Petits Cordons Bleus”. Apenas é necessário que cada aluno compareça às aulas sempre acompanhado de um responsável. Ao finalizar o curso com duração de três horas, o aluno poderá preparar receitas para compartilhar com toda a família. Quem sabe não seria o início de uma carreira?

 

Serviço

Les Petits Cordons Bleus

Rua da Passagem, 179, Botafogo

01 de outubro, às 14h30 – duração de 3 horas

Inscrição: https://www.cordonbleu.edu/rio-de-janeiro/home/pt-br

Investimento: R$ 680 (inclui: Avental  Le Cordon Bleu, Bibico, Ingredientes ,Apostila com as Receitas e Certificado de participação)

Texto de Geraldo Carneiro baseado em “Otelo”, de Shakespeare. Com Marcio Nascimento. Estreia dia 3 de outubro no Sesc Copacabana

“Iago” – Texto de Geraldo Carneiro baseado em “Otelo”. Com Marcio Nascimento. Estreia dia 3 de outubro no Sesc Copacabana

Marcio Nascimento interpreta texto de Geraldo Carneiro inspirado em Shakespeare. Sozinho ele dá voz e corpo a quatro personagens através da manipulação de formas animadas criadas por Bruno Dante e Carlos Alberto Nunes. Emoldurando a montagem, trilha original é executada por violoncelista em cena. Marcio, que comemora 25 anos de trabalho repleto de prêmios, divide a direção com Miwa Yanagizawa


Vingança borbulha no prato principal (acompanhado de intrigas e ciúmes) servido ao público em Iago, peça que o consagrado dramaturgo e poeta Geraldo Carneiro escreveu – baseado em “Otelo”, de William Shakespeare – sob medida para o premiado ator Marcio Nascimento levar ao palco. A estreia é dia 3 de outubro, às 18h, na Sala Multiuso do Sesc Copacabana. Um dos principais atores de sua geração, com 25 anos de trajetória profissional, Marcio Nascimento interpreta quatro personagens num jogo de cena todo estruturado em formas animadas, que atualiza e amplia o gênero teatro de bonecos, linguagem em que Marcio se notabilizou em espetáculos dentro e fora do Brasil. Como parte da temporada no Sesc Copacabana, o artista vai ministrar, gratuitamente, a oficina Prática de Teatro de Animação a partir de 8 de outubro (informações no final do release).

Além de Iago, Otelo, Desdêmona e Cássio surgem diante dos olhos da plateia através de recursos surpreendentes. Acompanhando tudo, o violoncelista Marcio Malard executa a trilha composta originalmente por Rodrigo De Marsillac para a montagem. O cenógrafo Carlos Alberto Nunes e o artista visual Bruno Dante respondem pela concepção das formas animadas, já Tiago Ribeiro (que está indicado ao Prêmio Shell pela peça “As Comadres”) assina figurinos e Renato Machado ilumina o espetáculo. Marcio Nascimento e Miwa Yanagizawa dividem a direção geral da tragédia Iago.

“Iago é fascinado pelo mal, pelo poder, um personagem muito atual. Já traduzi e adaptei outras nove peças de Shakespeare. Neste espetáculo, Iago é movido pelo ressentimento”, analisa Geraldo Carneiro. Na dramaturgia do espetáculo, Iago conta sua história em primeira pessoa para o público. Ao revisitar os eventos passados na tragédia original (em que o general mouro Otelo promoveu a tenente Cássio, preterindo o próprio Iago) o personagem fará uma reflexão sobre a cobiça, o materialismo, sua natureza corrupta, seu poder de conspiração e as consequências de seus atos.

Marcio Nascimento integra as companhias PeQuod e Artesanal, importantes grupos do teatro contemporâneo brasileiro, sediadas no Rio. Ao montar Iago experimenta um trabalho idealizado inteiramente por ele. No teatro quero fazer de tudo. Sou ator de formação e por amor, mas os bonecos, ou melhor, as formas animadas, que é um termo mais abrangente, e agrega boneco de luva, manipulação direta, sombra, máscara…, é uma fonte inesgotável de possibilidades, como será possível apresentar em Iago”, destaca.

Mais de 50 bonecos já passaram pelas mãos de Marcio Nascimento em interpretações de espetáculos por Portugal, Espanha e até na China.  Ganhou o prêmio de melhor ator nas edições do prêmio ZIlka Salaberry 2017, 2016 e 2013. Ainda ganhou o Prêmio Botequim Cultural de Melhor Ator em 2017 e 2013. Recebeu também o Prêmio CBTIJ de Melhor Ator em Papel Coadjuvante e foi indicado aos prêmios: Iº PRÊMIO SÃO PAULO DE INCENTIVO AO TEATRO INFANTIL E JOVEM e ao Iº Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil. Formado em Interpretação Teatral pela UNIRIO, Márcio é membro fundador da Cia. PeQuod de Teatro de Animação, especializando-se na técnica de bonecos de manipulação direta e no jogo ator- boneco a que o grupo se propõe. Pelo trabalho “Por Que Nem Todos Os Dias São Dias De Sol?”, da Artesanal Cia de Teatro, Marcio Nascimento e Bruno Dante receberam menção honrosa pela confecção e manipulação de bonecos no Prêmio Zilka Salaberry de 2017.

A diretora Miwa Yanagizawa pontua aspectos da montagem de Iago. “No espetáculo, Marcio Nascimento dá vida aos bonecos, anima os objetos, cria o espaço da ficção, mas também  ele, no papel de Iago, apaga o outro, retira-lhe a capacidade da reflexão, da criação, usa Otelo, Desdêmona e Cássio em benefício próprio, para o sucesso de sua trama. Então, há no processo da peça Iago, o desejo de abrir ao máximo as capacidades dessa ação. Ali, em cena – na vida – quem está manipulando quem, ou, o quê?”, propõe Miwa. Segundo ela, “nossa ideia é tornar a montagem uma experiência capaz de se comunicar com questões que nos intrigam, nos oprimem e nos fascinam tanto, como o uso maquiavélico do poder&rdq uo;.

Iago amplia as possibilidades do teatro de animação para adultos. Designer e artista visual, Bruno Dante lança mão de tripés evocando corpos, cabides para sustentar cabeças e muito mais. “Sugeri ao Marcio  trabalhar um tipo de animação a partir da desconstrução da própria animação, sair do óbvio, deixando o espectador acompanhar isso, evidenciando a manipulação. Desta maneira, valoriza-se ainda mais o trabalho do ator, principalmente”, analisa. E continua: “Iago manipula a tudo e a todos para concretizar sua vingança contra Otelo. Bonecos e teatro de objetos animados vão conduzindo a história. É tudo muito assumido, é praticamente a cenografia do espetáculo, que é feita pelo Carlos Alberto Nunes”.< br />
O compositor Rodrigo De Marsillac afirma que sente o peso por criar uma trilha especialmente para um texto inspirado em Shakespeare. Que será executada a cada sessão, ao vivo, pelo violoncelista Marcio Malard. “A música precisa acompanhar as camadas propostas pela encenação. Entre os aspectos que levei em conta foi supor que o papel da música talvez fosse o de fazer o ‘veneno de Iago’ trabalhar, ir entrando nos acontecimentos e ajudando, de certa forma, a manipular a trama pelo próprio Iago. Traduzir isso em sons. Temos que contar a história através do som também”, pontua.

 Sobre a oficina

A oficina Prática no Teatro de Animação se concentra na manipulação direta, técnica mais usada pelas companhias das quais o ministrante Marcio Nascimento participa (PeQuod e Artesanal Cia de Teatro). Conceitos pertinentes a outras técnicas também serão abordados. Esta oficina tem como objetivo proporcionar uma vivência prática com as ferramentas básicas da manipulação de bonecos e objetos. Esta ação também pretende difundir a linguagem da animação, estimulando o interesse pela formação e capacitação de pessoas interessadas em trabalhar como manipuladores, experimentar esta técnica ou utilizarem esta linguagem em seus trabalhos. Destinada a manipuladores, bonequeiros, estudantes de teatro, artes, professores, estudantes ou pessoas com interes se no universo da animação, esta oficina parte dos quatro princípios básicos para qualquer tipo de manipulação: foco, nível, eixo e ponto fixo.

Informações da oficina:
Oficina Prática no Teatro de Animação, com Marcio Nascimento
Datas: 08, 09, 15, 16, 22 e 23 de outubro de 2019
Horário: das 14 às 19h
Local: Sala Leme do Sesc Copacabana
Inscrições: enviar e-mail para contato@paguproducoes.com.br com carta de
intenção até 01/10/2019.
Inscritos receberão e-mail de confirmação até: 04/10/2019.

Ficha Técnica “Iago”
Texto: Geraldo Carneiro | Direção: Marcio Nascimento e Miwa Yanagizawa
Interpretação: Marcio Nascimento   Direção musical: Rodrigo De Marsillac
Músico: Marcio Malard
Cenário: Carlos Alberto Nunes
Figurino: Tiago Ribeiro
Iluminação: Renato Machado
Formas animadas: Bruno Dante e Carlos Alberto Nunes
Direção de produção: Pagu Produções Culturais
Produtor executivo: Fernando Queiroz

Serviço: Iago – Texto de Geraldo Carneiro baseado em “Otelo” de Shakespeare. Direção: Marcio Nascimento e Miwa Yanagizawa.
Sinopse: Indignado por não ter sido promovido pelo general Otelo a tenente, o alferes Iago trama vingança em que Desdêmona, mulher de Otelo, é apontada como amante do tenente Cássio. Solo de Marcio Nascimento. Participação do violoncelista Marcio Malard.
Estreia dia 3 de outubro, às 18h na Sala Multiuso do Sesc Copacabana.
Sessões de quinta a domingo, sempre às 18h. Temporada até 27 de outubro.
Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160. Tel. 21 2547-0156
Ingressos: R$ 7,50; R$ 15 (meia), R$ 30 (inteira)
Duração: 60 min. | Classificação etária: 14 anos | Lotação: 43 lugares

Exposição Heitor dos Prazeres no salão do Bar Luiz

O Bar Luiz, na Carioca, traz novidades, passado o susto de fechamento, a tradicional casa abriu hoje com uma surpresa para o grande público – exposição com quadros de Heitor dos Prazeres.
 
Por conta da crise e a ameaça de fechamento, o anúncio gerou uma comoção, e hoje o tradicional Bar Luiz tem estado com fila na porta e uma gama de clientes, tantos com antigos e novos frequentadores no restaurante. Por traz dessa revitalização está o restaurateur Otto, proprietário do restaurante que leva seu nome na Tijuca, que foi prestar solidariedade para atender a demanda de clientes, a casa não estava conseguindo dar conta. Otto levou logística – com equipe com garçons, maitre, e com ele mesmo no atendimento dos clientes. E continua com a intenção de apoio, a partir de hoje, apresenta 20 quadros para exposição de pinturas de Heitor dos Prazeres, ícone da pintura carioca. 
 
A exposição marca o aniversário de nascimento do artista (23 de setembro). Otto trouxe seu acervo pessoal e vai doar 30% da renda para ajudar a pagar as dívidas do Bar Luiz com os funcionários. Será ainda possível adquirir reproduções dos quadros e livros sobre a obra de Heitor.

Heitor faria hoje 121 anos. Quando já consolidado como um dos mais talentosos sambistas da primeira metade do século 20, Heitor dos Prazeres descobriu outro dom: a pintura. A sua origem fez de Heitor dos Prazeres um artista sensível à vida e à cultura das favelas cariocas e era isso que ele gostava de retratar em sua arte. As obras de Heitor dos Prazeres encontram-se expostas em museus de vários países e é considerado um renomado pintor de arte naif do Brasil. No encerramento da mostra, Heitor dos Prazeres Filho, sambista, vai se apresentar em homenagem ao pai. A exposição será de 24 de setembro, até 4 de outubro. Os quadros passeiam por obras com “
Sambistas e
PassistasPierrot e Sambistas“; Escola de danças“; “Músicos de Cantoras“, entre outros …
 
Vejo com muita emoção e alegria o empenho destas pessoas em resgatar este histórico estabelecimento que é um patrimônio Cultural de nossa cidade com mais de 132 anos reunindo celebridades como: jornalistas, escritores, músicos, compositores, cantores, importantes empresários e pintores famosos de todo Brasil. Satisfação maior em ver esta reabertura sendo contemplada com uma linda exposição de um de seus frequentadores ilustre dos anos dourados, que nesta data estaria completando nesta data 121 anos. Vida longa ao Bar Luiz, salve Heitor dos Prazeres”. atestou seu filho Heitorzinho dos Prazeres. 
 
Além de apreciar a especialidade da casa – os famosos quitutes alemães, esse pode ser mais um bom motivo para voltar ao Bar Luiz.
 
Rua da Carioca, 39 – Centro
Das 11h30 às 18h30 
Tel 2262 6900