Mostras Cariocas e Mostra Melhores Filmes do Ano de 2020 no mês de maio

ACCRJ promove dois eventos para os cinéfilos de plantão a partir do dia 3

A pandemia tem sido um obstáculo para projetos e mostras. O evento anual “Melhores Filmes do Ano”, da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ), que acontece desde 2003, também sofreu as consequências, mas, por sua importância e atendendo a pedidos de cinéfilos, não deixará de acontecer. 

 

Para compensar o atraso, a ACCRJ vai programar, junto com os “Melhores Filmes do Ano de 2020”, uma retrospectiva de seus eventos mais importantes em “Mostras Cariocas – Recortes de Cinema em uma Década do Olhar da ACCRJ”. Essa mostra vai promover uma série de debates com exibição de filmes ou trechos de trabalhos de cineastas como Neville D’Almeida, David Lynch, John Carpenter, Dario Argento, Ingmar Bergman, Akira Kurosawa e de astros como Marilyn Monroe, Frank Sinatra, Warren Beatty, Paul Newman e Steve McQueen, entre outros, além de em torno das temáticas Alusões Homoeróticas no Cinema Clássico, Disco e Jazz. O evento acontece de 3 a 17 de maio no Cinema João Uchoa, na Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido. Para a abertura, dia 3, a ACCRJ exibirá “Rio Babilônia”, de Neville D’Almeida, com a presença do cineasta para um debate com o público. O evento também inicia as festividades dos 80 anos do diretor, que faz aniversário no dia 15 de maio. 

E a partir do dia 18, até 28 de maio, acontece a mostra “Melhores Filmes do Ano de 2020”, no mesmo local e formato. Apesar de todas essas mudanças, a Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ) se reuniu para deliberar e votar democraticamente os melhores filmes do ano, as homenagens e os destaques. E algumas características não mudaram: foram necessários quatro turnos, nos quais cada participante votou em seus preferidos para que se chegasse a um veredicto. O francês “Retrato de uma jovem em chamas” (“Portrait de la jeune fille en feu”), de Céline Sciamma (França, 2019), foi eleito o melhor filme do ano.

Os outros nove títulos, em ordem alfabética, são: “1917”, de Sam Mendes (EUA/Reino Unido, 2019); “Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou”, de Bárbara Paz (Brasil, 2020); “Destacamento Blood” (“DA 5 Bloods”), de Spike Lee (EUA, 2020); “Joias brutas” (“Uncut gems”), de Benny Safdie e Josh Safdie (EUA, 2019); “O farol” (“The lighthouse”), de Robert Eggers (Canadá/EUA, 2019); “O Homem Invisível” (“The Invisible Man”), de Leigh Whannell (Austrália/EUA, 2019); “O som do silêncio” (“Sound of metal”), de Darius Marder (EUA, 2019); “Pacarrete”, de Allan Deberton (Brasil, 2020); “Soul”, de Pete Docter e Kemp Powers (EUA, 2020).

 

Os homenageados postumamente são: o diretor José Mojica Marins (o popular Zé do Caixão), o compositor Ennio Morricone e os atores Flávio Migliaccio, Kirk Douglas e Sean Connery. O título de “Melhor iniciativa cinematográfica de 2020” foi concedido ao produtor cultural e diretor Cavi Borges, que mostrou uma capacidade de resistência cultural admirável com a abertura de novos espaços (o Espaço Cultural Cavideo e a Biblioteca de Cinema Marialva Monteiro, ambos nas Casas Casadas, em Laranjeiras) e campanhas de arrecadação de alimentos nestes tempos tão difíceis.

Mostras Cariocas – Recortes de Cinema em uma Década do Olhar da ACCRJ

De 3 a 17 de maio no cinema João Uchoa, na Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido. Ingressos gratuitos, respeitando os protocolos de segurança.

 

 

3/5 – segunda-feira

15h Carlos Reichenbach

17h10 Rio Babilônia

19h10 Debate com o cineasta Neville D’Almeida

 

4/5 – terça-feira

15h Dario Argento

17h10 John Carpenter

 

5/5 – quarta-feira

15h James Dean

17h10 Jornada nas Estrelas

 

6/5 – quinta-feira

15h David Lynch

17h John Waters

 

7/5 – sexta-feira

15h Frank Sinatra

17h Disco

 

10/5 – segunda-feira

15h George A. Romero

17h10 Rock Terror

 

11/5 – terça-feira

15h Kirk Douglas

17h Ingmar Bergman

 

12/5 – quarta-feira

15h Warren Beatty

17h10 Akira Kurosawa

 

13/5 – quinta-feira

15h Paul Newman

17h20 Alusões Homoeróticas do Cinema Clássico

 

14/5 – sexta-feira

15h Nos Embalos de uma Parceria: Stigwood, Olivia e Travolta

17h O Jazz vai para Hollywood

 

17/5 – segunda-feira

15h Marilyn Monroe

17h Steve McQueen

 

 

Melhores Filmes de 2020

De 18 a 28 de maio no cinema João Uchoa, na Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido. Ingressos gratuitos, respeitando os protocolos de segurança.

 

18/5 – terça-feira

15h Céline Sciamma de “Retrato de uma jovem em chamas”

17h10 Sam Mendes de “1917”

 

19/5 – quarta-feira

15h Spike Lee de “Destacamento Blood”

17h50 Bárbara Paz de “Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”

 

20/5 – quinta-feira

15h Benny Safdie e Josh Safdie de “Joias brutas”

17h20 Robert Eggers de “O farol”

 

21/5 – sexta-feira

15h Leigh Whannell de “O homem invisível”

17h10 Darius Marder de “O som do silêncio”

 

24/5 – segunda-feira

15h Pete Docter e Kemp Powers de “Soul”

17h Allan Deberton de “Pacarrete”

 

25/5 – terça-feira

15h Flávio Migliaccio

17h José Mojica Marins

 

26/5 – quarta-feira

15h Ennio Morricone

 

27/5 – quinta-feira

17h Sean Connery

 

28/5 – sexta-feira

17h Homenagem ao produtor e diretor Cavi Borges

SERVIÇOS

Mostras Cariocas – Recortes de Cinema em uma Década do Olhar da ACCRJ

De 3 a 17 de maio no cinema João Uchoa, na Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido. Ingressos gratuitos, respeitando os protocolos de segurança.

Melhores Filmes de 2020

De 18 a 28 de maio no cinema João Uchoa, na Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido. Ingressos gratuitos, respeitando os protocolos de segurança.

*Ingressos retirados na portaria do cinema 

Endereço: R. do Bispo, 83 – Rio Comprido 

Horários: Consultar programação em https://www.accrj.com.br 

DIA MUNDIAL DA VOZ COM DERMATOGLIFIA E ‘VOCAL CARE DAY
Dia Mundial da Voz com dermatoglifia e Vocal Care Day
Fonoaudióloga Cristiane Magacho e a nutricionista Zilar Coelho falam sobre cuidados com a voz.


Todos os anos, no dia 16 de abril, otorrinolaringologistas, fonoaudiólogos e professores de canto de todo o mundo se unem para comemorar o Dia Mundial da Voz. Em homenagem ao Dia Mundial da Voz, o Espaço Cristiane Magacho está promovendo o Vocal Care Day, onde será  avaliada a voz e seu talento motor (dermatoglifia), com o objetivo de prescrever um programa de condicionamento vocal personalizado.

Todos são incentivados a avaliar sua saúde vocal e a tomar medidas para melhorar ou manter bons hábitos, principalmente aqueles que usam a voz como ferramenta de trabalho, como professores, repórteres, jornalistas, locutores, cantores, dubladores, atores, teleoperadores, pastores, advogados entre outros.

Proteger da saúde das cordas vocais é sinônimo de bem-estar e qualidade de vida e, por isso, também passa por seguir hábitos alimentares saudáveis. Alguns ingredientes possuem nutrientes importantes para deixar o seu timbre perfeito!

Segundo a nutricionista clínica funcional, Zilar Coelho, a alimentação para quem quer manter a voz saudável deve ser leve, evitando alimentos muito condimentados. “Essa medida é importante porque uma alimentação com comidas mais pesadas ou muito condimentadas podem elevar a temperatura dessa região e deixar a digestão mais lenta, atrapalhando a função do diafragma e da respiração.” explica, dando duas dicas: beber muita água e consumir alimentos como maçã, romã e salsão, que possuem poder adstringente, colaborando para limpar as cordas vocais, fazendo uma contração dos tecidos e diminuindo as secreções.
Nosso corpo envelhece, e com nossa voz não é diferente, assim como o corpo necessita de atenção, descanso, hábitos saudáveis e exercícios, nossa voz também necessita.
Portanto, conhecer os alimentos, seus benefícios, os momentos adequados de ingeri-los ou evitá-los torna-se importante não só para profissionais da voz, mas também para todos que desejam manter uma boa comunicação e uma voz saudável.


Agende seu VOCAL CARE DAY pelo Whatsapp (21) 98857-7701
Novo endereço Dra. Cristiane Magacho
Condomínio Vision Offices – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3500 sala 802 – Barra da Tijuca.

Instagram: @dracristianemagacho
Instagram: @nutrizilarcoelho

FILME INÉDITO QUE TRAZ COMOVENTE E ENGRAÇADA MEDITAÇÃO SOBRE A MORTE ESTREIA NESTA SEXTA (16/04)

 

 “Senhora Stern”, do diretor Anatol Schuster,  entra em cartaz direto no Streaming nesta sexta (16/04)

***Vencedor do Prêmio de Melhor Filme, Melhor Atriz e da Crítica Alemã no Festival de Achtung Berlim 

***Inédito no Brasil o filme traz uma comovente, mas engraçada, meditação sobre a vida, a morte e

 tudo que há entre os dois

 

Vencedor do Prêmio de Melhor Filme, Melhor Atriz e da Crítica Alemã no Festival de Achtung Berlim, o longa Senhora Stern, de Anatol Schuster,  inédito no Brasil, estreia direto no streaming da Supo Mungam Plus nesta  sexta, 16/04,  e no  Now e Vivo Play no dia 29/04.

Em Senhora Stern, que se passa na Berlim atual, a protagonista é uma sobrevivente do Holocausto e tem 90 anos. Ela deseja encontrar uma saída desta vida, mas a cada tentativa de deixar este mundo, a vida lhe traz surpresas. Ela passa seu tempo alegremente com sua neta, Elli, e seu grupo eclético de amigos, vivenciando estes momentos ao máximo. Mas isso entra em constante conflito com a sobriedade de seu desejo de morrer.

Com uma atuação maravilhosa de Ahuva Sommerfeld, em seu primeiro e último filme, Senhora Stern é uma comovente, mas engraçada, meditação sobre a vida, a morte e tudo entre os dois. Ahuva Sommerfel faleceu em 2019, após o término das filmagens.

Disponível em qualquer cidade do Brasil, podendo ser acessada de forma simples e online através de uma assinatura, a  Supo Mungam Plus surgiu como uma janela cinematográfica virtual para diversas histórias e culturas, com estreias toda semana. Joias clássicas e contemporâneas, obras premiadas e filmes restaurados fazem parte do catálogo.

“ Senhora Stern”

Lançamento:  sexta, 16/04,  SUPO MUNGAM PLU e no dia 29/04 no  Now e Vivo Play
Direção:  Ahuva Sommerfeld

Elenco:  Ahuva Sommerfeld Kara Schröder Nirit Sommerfeld Pit Bukowski Murat Seven Marietta Seiler Robert Schupp

Produção: Alemanha | 2019 | 79 minutos

Gênero: Comédia, Drama

Classificação Indicativa: 14 anos

Distribuição: Supo Mungam Films

Nas redes sociais: https://www.facebook.com/SupoMungamFilmshttps://www.instagram.com/supomungamfilms

Sobre o diretor

 

Anatol Schuster, nascido em 1985 em Darmstadt, estudou literatura e filosofia em Regensburg e Avignon antes de completar seus estudos de direção na HFF Munique. Seu média-metragem EIN IDEALER ORT foi exibido no Festival de Berlim, na mostra Perspektive Deutsches Kino. Seu primeiro longa, LUFT, foi selecionado para o Festival de Munique. “Senhora Stern” é seu segundo longa e foi exibido em mais de 20 festivais, entre eles o tradicional Max Ophüls.

Serviço:

Onde assistir: www.supomungamplus.com.br

Quanto: 7 dias grátis para o assinante. Através de uma assinatura mensal, por R$23,90, ou anual, por R$199,90, realizada no próprio site da plataforma (www.supomungamplus.com.br).

MARCO MUZI LANÇA CLÁSSICO REPAGINADO

A música de estreia de MARCO MUZI nas plataformas digitais tem lançamento
HOJE, dia 9 de abril. “Fly me to the moon” expressa o interesse artístico do
jovem intérprete pelas canções atemporais e pelas experiências eletrônicas.
Em sua performance, o cantor e compositor revisita este clássico do passado
em arranjo contemporâneo, energizado pela estética Lofi, com a produção do
maestro Ney Marques pelo selo Simple Lofi e distribuição da OneRPM.

https://www.youtube.com/watch?v=2Y4ol_NSWw0

Tendo como base as influências musicais do artista, a escolha dessa canção
mostra também o potencial vocal de Marco, que com 17 anos se destaca pelo
timbre e afinação impecáveis, além do vasto repertório que possui.

Clássico de composição do pianista Bart Howard, ficou amplamente conhecido
na voz de Frank Sinatra, que gravou a canção em 1964. “Fly me to the moon”
teve essa versão intimamente ligada às missões da nave Apollo na lua,
coordenadas pela NASA, que levaram Apollo 11 ao solo lunar em 1969.

Marco Muzi traz com sua versão de “Fly me to the moon” um clipe que mistura
sua atuação ao piano com desenho animado em que através da força do amor os
personagens chegam à lua e sentados no satélite da terra observam o espaço
enamorados. É a tradução da sensação que essa música passa ao ouvinte: tão
gostosa quanto flutuar no espaço.

O ARTISTA

Marco, hoje com 17 anos, começou a tocar guitarra aos 3.

Iniciou seus estudos com o Jazz, Bossa Nova e MPB aos 8 anos, influenciado
pelo irmão pianista. O tio baterista o apresentou ao universo das baquetas
com as quais metralhou durante a infância objetos de onde conseguisse
extrair arremedos de rock. Em casa, Samba, Ópera e MPB se articulavam em
consenso.

A partir desse caldo musical, desenvolveu preferências ecléticas por Chopin,
Chet Baker, João Gilberto e Frank Sinatra. A curiosidade pela produção de
beats o levou ao gênero Lofi no início da adolescência.

Em 2020, chegou a mudar-se de Votuporanga para São Paulo para aprofundar
seus estudos de canto lírico e popular com o professor Gilson Nery, no
Conservatório Souza Lima, e segue em aulas on-line em função da pandemia. Em
2021, pelo selo Simple lofi e OneRPM, lança em todas as plataformas digitais
seu primeiro single “Fly me to the moon” neste dia 9 de abril.

<http://www.marcomuzi.comwww.marcomuzi.com

11º CINEFANTASY_MAIOR FESTIVAL FANTÁSTICO DO BRASIL ABRE SEXTA (16/09)| 150 FILMES DE 70 PAÍSES

A 11ª edição do Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico, considerado o maior e mais importante festival do gênero fantástico no Brasil, acontece de 16 a 29/04, online, na plataforma Belas Artes à La Carte, com acesso em todo território nacional.

 

O festival apresenta uma seleção com mais de 150 filmes nacionais e internacionais de 70 países, com 15 mostras competitivas (2 longas e 13 de curtas, entre elas as mostras Mulheres Fantásticas, Fantástica Diversidade e a novidade deste ano, a mostra Fantastic Black Power – que são pioneiras no gênero fantástico no Mundo!). Todos os títulos das mostras competitivas concorrem ao Troféu José Mojica Marins. Os filmes brasileiros vencedores são indicados para o disputado Prêmio FANTLATAM e outros prêmios.

Sessão de Abertura acontece no dia 16/04, às 18h, com a exibição do aguardado  “Horror Noire: a História do Horror Negro”, documentário inédito no brasil  sobre a presença – ou ausência – de negros nos filmes de terror na história do cinema. Importante: o filme terá apenas 1.000 acessos gratuitos.

O grande homenageado desta é o diretor e artista Neville D’Almeida, um dos maiores ícones do cinema nacional (A Dama do Lotação, Matou a Família e Foi ao Cinema, Navalha na Carne, etc), com uma retrospectiva e uma entrevista exclusiva.

A programação conta com a estreia de diversos títulos aguardados pelos fãs do cinema fantástico, como os longas Porcelana de jenneke boeijink (holanda), Ravina, de balázs krasznahorkai (hungria), Amigo, de óscar mártin (espanha), e Sayo, de jeremy rubier (canadá), (Première America Latina). Entre os documentários, podemos destacar: A Senhora Que Morreu No Trailer, sobre a artista brasileira suzy king; Morgana, sobre  uma estrela pornô feminista aos 50 anos; e O Alvorecer De Kaiju Eiga, sobre a criação no japão dos”filmes de monstros gigantes” como godzilla (1964), são alguns destaques.

Quatro produções nordestinas em destaque na mostra de longas: rosa tirana (ba), com josé dumont no elenco e música interpretada pela cantora elba ramalho; voltei! (ba), gravado no recôncavo baiano; como vivem os bravos (ce), um nordestern, um faroeste nordestino e rodson ou (onde o sol não tem dó) (ce).

 

A programação paralela conta com atividades formativas (curso com o diretor argentino hermán moyano, workshops, etc), além de bate-papo com o produtor rodrigo teixeira, debates com as  participações de grace passô, jefferson demariana jaspe, entre outros.

 

** Todas as atividades paralelas são gratuitas. 

** O documentário  “Horror Noire: a História do Horror Negro”, que abre o festival no dia 16/04 – terá somente 1.000 acessos gratuito.

** O valor de acesso à plataforma Belas Artes à La Carte está no serviço, no fim do release.

 

Os diretores e curadores do festival, Monica Trigo e Eduardo Santana, estão disponíveis para entrevistas. E os diretores dos filmes também.

Caso tenha interesse em algum título específico, por favor, entre em contato.

Segue abaixo release  e fotos  e trailers anexados.

Para mais informações, fotos em alta resolução e entrevistas, por favor, entre em contato.

Obrigada.abs, Valéria

 

ATTi Comunicação

Valéria Blanco

11.3729-1456 / 99105-0441

valeria@atticomunicacao.com.br

 

CINEFANTASY CHEGA À SUA 11ª EDIÇÃO COM MAIS DE 150 FILMES NACIOAIS E INTERNACIONAIS E SE FIRMA COMO O MAIOR E PRINCIPAL FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA FANTÁSTICO

 

** HORROR NOIRE: A HISTÓRIA DO HORROR NEGRO, DOCUMENTÁRIO INÉDITO NO BRASIL  SOBRE A PRESENÇA – OU AUSÊNCIA – DE NEGROS NOS FILMES DE TERROR NA HISTÓRIA DO CINEMA, ABRE O FESTIVAL NO DIA 16/04  COM APENAS 1.000 ACESSOS GRATUITOS.

 

** HOMENAGEM AOS 80 ANOS DO DIRETOR NEVILLE D’ALMEIDA, UM DOS MAIORES ÍCONES DO CINEMA NACIONAL, COM UMA RETROSPECTIVA E UMA ENTREVISTA EXCLUSIVA.

 

** PREMIÈRE AMÉRICA LATINA  DOS LONGAS PORCELANA DE JENNEKE BOEIJINK (HOLANDA), RAVINA, DE BALÁZS KRASZNAHORKAI (HUNGRIA),  AMIGO, DE ÓSCAR MÁRTIN (ESPANHA), E SAYO, DE JEREMY RUBIER (CANADÁ).

 

** OS DOCUMENTÁRIOS A SENHORA QUE MORREU NO TRAILER, SOBRE A ARTISTA BRASILEIRA SUZY KING; MORGANA, SOBRE  UMA ESTRELA PORNÔ FEMINISTA AOS 50 ANOS; E O ALVORECER DE KAIJU EIGA, SOBRE A CRIAÇÃO NO JAPÃO DOS”FILMES DE MONSTROS GIGANTES” COMO GODZILLA (1964), SÃO ALGUNS DESTAQUES.

 

** 15 MOSTRAS COMPETITIVAS, ENTRE ELAS, AS MOSTRA MULHERES FANTÁSTICAS, FANTÁSTICA DIVERSIDADE E ESTE ANO A MOSTRA FANTASTIC BLACK POWER, QUE SÃO PIONEIRAS DO GÊNERO FANTÁSTICO NO MUNDO.

 

**  OS TÍTULOS DISPUTAM O TROFÉU JOSÉ MOJICA MARINS E SERÃO INDICADOS PARA O DISPUTADO PRÊMIO FANTLATAM, PREMIAÇÃO INTERNACIONAL DA ALIANZA LATINOAMERICANA DE FESTIVALES DE CINE FANTASTICO.

 

** QUATRO PRODUÇÕES NORDESTINAS EM DESTAQUE NA MOSTRA DE LONGAS: ROSA TIRANA (BA), COM JOSÉ DUMONT NO ELENCO E MÚSICA INTERPRETADA PELA CANTORA ELBA RAMALHO; VOLTEI! (BA), GRAVADO NO RECÔNCAVO BAIANO; COMO VIVEM OS BRAVOS (CE), UM NORDESTERN, UM FAROESTE NORDESTINO E RODSON OU (ONDE O SOL NÃO TEM DÓ) (CE).

 

** ATIVIDADES  FORMATIVAS GRATUITAS QUE INCLUEM CURSO COM O DIRETOR ARGENTINO HERMÁN MOYANO, WORKSHOP,  ALÉM DE BATE-PAPO COM O PRODUTOR RODRIGO TEIXEIRA, DEBATES COM AS  PARTICIPAÇÕES DE GRACE PASSÔ, JEFFERSON DEMARIANA JASPE, ENTRE OUTRAS AÇÕES.

 

** DE 16 A 29 DE ABRIL DE 2021, ON-LINE, NA PLATAFORMA BELAS ARTES À LA CARTE

 

CINEFANTASY – Festival Internacional de Cinema Fantástico chega à sua 11ª edição com uma seleção de mais de 150 filmes nacionais e internacionais de 70 países, se consolidando como o maior e o principal festival brasileiro de cinema fantástico. O evento acontece de 16 a 29 de abril, online, na plataforma Belas Artes à La Carte (www.belasartesalacarte.com.br), com acesso em todo território nacional.

 

A programação conta com 15 mostras competitivas, sendo 2 mostras de longas-metragens, documentário e ficção, e 13 mostras de curtas-metragens, divididas pelos temas: Horror, Ficção Científica, Fantasteen, Fantasia, Estudante, Brasil Fantástico, Amador, Pequenos Fantásticos, Espanha Fantástica e Animação, além do pioneirismo mundial do gênero fantástico nas mostras Mulheres Fantásticas, Fantástica Diversidade e a novidade deste ano, a mostra Fantastic Black Power.

 

Todos os títulos das mostras competitivas concorrem ao Troféu José Mojica Marins. Os filmes brasileiros vencedores são indicados para o disputado Prêmio FANTLATAM, premiação internacional da Alianza Latinoamericana de Festivales de Cine Fantastico e o Prêmio Tanu Distribuicion, Distribuição por 1 ano do filme em festivais da América Latina. Os curtas concorrem ainda ao Prêmio CTav com  Kit Black Magic  e lentes por até 15 dias.

 

sessão de abertura acontece no dia 16/04, sexta-feira, com o aguardado longa “Horror Noire: A História Do Horror Negro”, dirigido por Xavier Burgin, que terá apenas 1.000 ingressos gratuitos disponíveis na plataforma a partir das 18h.

 

O documentário foi baseado no livro de não ficção de 2011, “Horror Noire: Blacks in American Horror Films, da década de 1890 até o presente“, escrito pela Dra. Robin R. Means Coleman, que mergulha em um século de filmes de gênero e mostra a história dos negros no cinema, a sua presença — ou ausência — nos filmes de terror.

 

O cineasta Neville D’Almeida, um dos maiores ícones do cinema nacional , é o grande homenageado desta edição. O festival presta uma grande homenagem aos 80 anos do diretor, que é responsável por recordes de bilheterias com os filmes “A Dama do Lotação”, “Matou a Família e Foi ao Cinema”, “Navalha na Carne”, entre outros sucessos. O festival apresenta uma retrospectiva com alguns do diretor, além de uma entrevista exclusiva.

 

Em Première América Latina, os longas Porcelana de Jenneke Boeijink (Holanda), selecionado para o Festival Internacional de Roterdã; Ravina, de Balázs Krasznahorkai (Hungria), que foi assistente de direção do premiado filme O Filho de Saul (Oscar de melhor filme estrangeiro); Amigo, de Óscar Mártin (Espanha), ganhou diversos prêmios em festivais de cinema europeus, total de 16; Sayo, de Jeremy Rubier (Canadá), produção canadense filmada no Japão, o filme foi exibido no FANTASIA, um dos maiores festivais de cinema fantástico do Mundo.

 

Entre os longas selecionados, quatro são produções do Nordeste. São elas: Rosa Tirana, de Rogério Sagui, filme gravado no sertão da Bahia, com José Dumont no elenco e música tema interpretada pela Elba Ramalho, Voltei!, de Ary Rosa e Glenda Nicácio, gravado no recôncavo baiano, sobre duas irmãs que ficam escutando notícias do rádio e se surpreendem com a volta da irmã mais velha.  E as cearenses Como Vivem os bravos, de Daniell Abrew, um nordestern, um faroeste nordestino ambientado em Palmácia (CE) mostra a saga do pistoleiro Mumbaca e do cangaceiro Alfinete, e o cearense Rodson ou (Onde o Sol não tem Dó), de Cleyton Xavier, Clara Chroma e Orlok Sombra, nos pré anos 3000 onde é proibido ler, refletir e consumir cultura, Rodson, um garoto com instinto artístico reprimido pela sociedade, sai em busca da alucinação perfeita sob o Sol de 2000°C.

A programação traz também documentários inéditos no circuito comercial. Entre eles, A Senhora Que Morreu No Trailer, de Alberto Camarero e Alberto de Oliveira (Brasil), sobre a vida da artista brasileira Suzy King, cantora, compositora, atriz, dançarina exótica e burlesca e encantadora de serpentes, encontrada morta no trailer em que vivia na Califórnia em agosto de 1985, com elenco as atrizes Helena Ignez, Maura Ferreira, Zilda Mayo, Divina Valéria, Julia Katharine, entre outras; Morgana, de Isabel Peppard e Josie Hess (Austrália), conta a história de uma dona de casa que, aos 50 anos, se reinventou como uma estrela pornô feminista; e O Alvorecer de Kaiju Eiga, de Jonathan Bellés, que mostra a criação dos Kaiju Eiga, os”filmes de monstros gigantes” como o clássico GOdzilla (1964), e qual a relação entre os monstros gigantes e a ameaça da bomba atômica no Japão.

Além dos lançamentos e estreias nacionais e internacionais, o festival promove uma série de atividades formativas, que incluem debates e bate-papos transmitidos pelas redes sociais do festival, além de workshop e uma clínica, com certificado de participação. As atividades formativas acontecem de 7 a 28 de abril de 2021, online e gratuitas.

 

Na programação, “Workshop de Stop-Motion para crianças”, com Marta Russo, nos dias 07, 09 e 14/04, das 16h às 18h. No dia 18/04, domingo, às 19h, acontece o debate “O Cinema Negro No Gênero Fantástico” , com o cineasta Jefferson De, a diretora e atriz Grace Passô, a diretora Mariana Jaspe e mediação de Queops Negronki.

 

Um dos mais importantes nomes do audiovisual da atualidade, o produtor Rodrigo Teixeira, da RT Features, participa de um bate-papo com o crítico Filippo Pitanga sobre  “O Terror No Brasil E Coproduções Internacionais”, no dia 23/04 (sexta). às 19h. O debate “As Mulheres No Cinema Fantástico“, acontece no dia 24/04 (sábado), às 20, com a participação de Cíntia Domit Bittar, Glenda Nicácio e Mavi Samão, com a mediação de Beatriz Saldanha. E no dia 25/04 (domingo), às 19h, está programado o debate “Panorama LGBTQ No Cinema De Gênero”, com Camila Macedo Mikos, Lufe Steffen e Maura Ferreira. A mediação é do crítico Marcelo Carrard.

Já o curso: Clínica De Desenvolvimento De Projetos Audiovisuais (longas-metragens e séries), ministrado pelo cineasta argentino Hernan Moyano, acontece nos dias  26 e 28/04 (segunda e quarta), das 10h às 13h. As inscrições estão abertas até 15/04 (quinta) pelo link:  https://forms.gle/WrQTiod27s9PqHze6. Somente 10 vagas.

A 11ª edição é uma realização da FlyCow em parceria com o Ministério do Turismo, Secretaria Especial de Cultura, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, através da Lei Aldir Blanc. A arte do cartaz desta edição é assinada pelo artista Robson Fonseca, natural do Amapá e radicado em Belém (PA).

 

Toda programação está disponível no sitewww.cinefantasy.com.br

 

Nas redes sociais – Cinefantasy
www.facebook.com/cinefantasybrasil
www.instagram.com/cinefantasyfestival/
www.youtube.com/cinefantasy

 

Serviço:

11º CINEFANTASY – de 16 a 29 de ABRIL de 2021

Onde: Belas Artes à La Carte – www.belasartesalacarte.com.br

Planos de assinatura com acesso a todos os filmes do catálogo em 2 dispositivos simultaneamente.
Valor assinatura mensal: R$ 9,90 | Valor assinatura anual: R$ 108,90
Para se cadastrar acesse: www.belasartesalacarte.com.br e clique em ASSINE.
Ou vá direto para a página de cadastro: https://www.belasartesalacarte.com.br/checkout/subscribe/signup
Aplicativos disponíveis para Android, Android TV, IOS,  Apple TV e Roku. Baixe Belas Artes À LA CARTE na Google Play , App Store e dispositivos Roku. Petra Belas Artes À LA CARTE:

 

** Todas as atividades paralelas são gratuitas

** Sessão de Abertura com a exibição do inédito Horror Noire: A História Do Horror Negro”, dirigido por Xavier Burgin – com apenas 1.000 acessos gratuitos

 

Patrocínio: Ministério do Turismo, Secretaria Especial de Cultura, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. Projeto realizado por meio da Lei Aldir Blanc

 

Realização:

Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, Proac, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e FlyCow.

 

Atendimento à Imprensa:

ATTi Comunicação e Ideias

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11º CINEFANTASY – PROGRAMAÇÃO

LONGAS-METRAGENS

FICÇÃO

 

AMIGO| AMIGO

Ficção | Drama/Suspense | 85′ | cor | 2019 | 14 anos | Espanha

Direção: Óscar Mártin

 

CORAÇÃO DILATADO | BLOODSHOT HEART

Ficção | Drama/Suspense | 90′ | cor | 2019 | 14 anos | Austrália

Direção: Parish Malfitano

 

MÃE, SOU AMIGA DE FANTASMAS | MOM, I BEFRIENDED GHOSTS

Ficção | Horror| 67′ | Cor | 2020| 14 anos | República Tcheca

Direção: Sasha Voronov

 

OS GUARDIÕES DO TEMPO – Rússia

Ficção | Fantasia | 94′ | Cor | 2020| 12 anos | República Tcheca

Direção: Alexey Telnov

 

PLAYDURIZM

Ficção | Drama/Fantasia /LGBT| 88′ | Cor | 2020| 16 anos | República Tcheca

Direção: Gem Deger

 

POST-MORTEM

Ficção | Horror/Suspense | 115′ | Cor | 2020 | 14 anos | Hungria

Direção: Péter Bergendy

 

RAVINA | HASADÉK

Ficção | XXXXXXX | 92′ | Cor | 2020 | 14 anos | Hungria

Direção: Balázs Krasznahorkai

 

SAYO

Ficção | 62′ | Cor | 2020| 14 anos | Canadá

Direção: Jeremy Rubier

 

COMO VIVEM OS BRAVOS

Ficção | Faroeste | 88′ | Cor | 2020| 16 anos | Brasil

Direção: Daniell Abrew

 

 

RODSON RODSON OU (ONDE O SOL NÃO TEM DÓ)

Ficção | Drama/Fantasia | 74′ | Cor | 2020| 14 anos | Brasil

Direção: Cleyton Xavier, Clara Chroma e Orlok Sombra

 

ROSA TIRANA

Ficção | 72′ | Cor | 2020| 14 anos | Brasil

Direção: Rogério Sagui

 

VOLTEI!

Ficção |Fantasia | 77′ | Cor | 2020 | 12 anos| Brasil

Direção: Ary Rosa e Glenda Nicácio

 

DOCUMENTÁRIOS

 

HORROR NOIRE: A REPRESENTAÇÃO NEGRA NO CINEMA DE TERROR | HORROR NOIRE: A HISTORY OF BLACK HORROR – FILME DE ABERTURA

Documentário | 83′ | cor  2019 | 10 anos | Estados Unidos

Direção: Xavier Burgin


MORGANA | MORGANA

Documentário | 71′ | cor | 2019 | 16 anos | Austrália

Direção: Isabel Peppard, Josie Hess

 

O PSICOPATA, CRÔNICA DE UM CASO NÃO SOLUCIONADO | THE PSYCHOPATH, CHRONICLES OF UNSOLVED CRIMES 

Documentário | 84′ | cor | 2019 | 14 anos | Costa Rica

Direção: Estefanie Céspedes

 

O ALVORECER DE KAIJU EIGA | THE DAWN OF KAIJU EIGA

Documentário | 50′ | cor | 2019 | 12 anos | Espanha

Direção: Jonathan Bellés

 

A VINGANÇA DE JAIRO | LA VENGANZA DE JAIRO

Documentário | 87′ | cor | 2019 | 12 anos | Colômbia

Direção: Simon Hernandez

 

NARRATIVAS DO PÓS | POST NARRATIVES

Documentário 58′ | cor | 2020 | 14 anos | Brasil

Direção: Graubi Garcia, Jairo Neto

A SENHORA QUE MORREU NO TRAILER | THE LADY WHO DIED IN THE TRAILER

Documentário | 98′ | cor | 2020 | 12 anos | Brasil

Direção: Alberto Camarero, Alberto de Oliveira

 

 

CURTAS-METRAGENS

 

MOSTRA PEQUENOS FANTÁSTICOS

Classificação indicativa: Livre

 

O EFEITO EM CADEIA | THE KNOCK ON EFFECT

Animação | Drama | 3′ | cor | 2020 | Livre | Taiwan

Direção: Yu-Wen Wang

 

TÉDIO | ENNUI

Animação | Fantasia | 5′ | cor | 2020 | Livre | França

Direção: Timothey Delhaize, Alexis Maerten-Lammin, Gabriel Richaud, Aurélia Tron

 

OM | OM

Animação | Fantasia | 3′ | cor | 2020 | Livre | Argentina

Direção: Gabriela Fernández

 

MICROTOPIA | MICROTOPIA

Animação | Fantasia | 3′ | cor | 2020 | Livre | França

Direção: Audrey Defonte, Denis Koessler, Philip Gonçalves, Alexandre Terrier, Pierre Duhem, Achille Bauduin

 

SE A VIDA TE DER UM ANZOL | IF LIFE GIVES YOU A FISHHOOK

Ficção | Fantasia | 6′ | cor | 2020 | Livre | Brasil

Direção: Uli Dile

 

DIGESTÃO | DIGESTION

Animação | Fantasia, Drama | 4′ | cor | 2020 | Livre | França

Direção: Annabelle Tamic, Sarah Erzen, Chloé Musa, Édouard Delfosse, Louis Lukasik

 

FRESQUINHO E SABOROSO | FRESH & TASTY

Animação | Comédia, Drama | 2′ | cor | 2020 | Livre | Austrália, Taiwan

Direção: Hsin-Hui Wang

 

A VIDA SECRETA DAS GALINHAS | THE SECRET LIFE OF HENS

Animação | Fantasia | 8′ | cor | 2020 | Livre | Brasil

Direção: Juliana Lino Paranhos

 

LATITUDE DE PRIMAVERA | LATITUDE DU PRINTEMPS

Animação | Fantasia | 7′ | cor | 2020 | Livre | França

Direção: Sylvain Cuvillier, Chloé Bourdic, Théophile Coursimault, Noémie

 

A BUSCA DE WILLY | WILLY’S SEARCH

Animação | Fantasia | 3′ | cor | 2020 | Livre | Brasil

Direção: Gabriel Gardiman, Caio Alves

 

GASHAPON | GASHAPON

Animação | Drama, Fantasia | 3′ | cor | 2020 | Livre | Taiwan

Direção: Wei-Han Huang

 

LIVRE-SE | FREE YOURSELF

Animação | Fantasia | 3′ | cor | 2020 | Livre | Brasil

Direção: Matheus Rodrigues Lopes, Vinicius Alves de Lima

MOSTRA MULHERES FANTÁSTICAS

Classificação indicativa: 18 anos

 

EU MATEI O PELACARA | YO MATÉ AL PELACARA

Ficção | Horror | 7′ | cor | 2019 | Livre | Peru

Direção: Andrea Eslava, Adeliz Ramos

DJ Cia apresenta primeiro single de seu álbum solo, com Cynthia Luz e NP Vocal

 

Primeiro single do álbum oficial do DJ Cia traz o rap, R&B e timbres da nova geração

Já consolidado na nata do hip-hop brasileiro por suas performances no turntablism,
o célebre DJ Cia acaba de liberar “Não espere perfeição”, mais uma de suas produções,
com direito a um videoclipe super produzido. Dançante e cheia de suingue, a canção traz
participações de Cynthia Luz, uma das revelações da nova geração da música negra
brasileira, e NP Vocal, do grupo PrimeiraMente e também integrante de seu selo Beatloko.
Dentre as inúmeras produções de DJ Cia, que totalizam participações em mais de
100 álbuns musicais, “Não Espere Perfeição” é um marco em sua carreira, pois trata-se
do primeiro single de seu primeiro álbum oficial, previamente intitulado “Por Onde Andei”.
“Essa obra é fruto de cerca de 30 anos de carreira artística e acredito que
representa um amadurecimento musical e artístico que adquiri nessa longa caminhada, o
que inclui não apenas minhas andanças na cultura hip-hop, mas também minhas
experiências e aprendizados em outras vertentes.”, define o DJ, produtor musical e
empresário, criador do selo Beatloko, ao mencionar seu histórico de trabalhos – com nomes
que vão de RZO e Racionais MCs a Sabotage e Negra Li, passando por nomes ecléticos,
como Elza Soares, Caetano Veloso, Seu Jorge, Charlie Brown Jr., Ana Carolina e Haikaiss,
dentre outros.

ASSISTA AGORA “NÃO ESPERE PERFEIÇÃO”:
LINK

O nome “Por Onde Andei” expressa bem essa trajetória percorrida, porque traz
não apenas nomes do hip-hop, mas de outras influências rítmicas com as quais aprendi
bastante e evoluí”, explica DJ Cia, cujo nome despontou artisticamente depois de se sagrar
bicampeão do campeonato Hip-Hop DJ, em 1997/1998. Mas sua caminhada é ainda mais
longeva e, se considerarmos sua educação musical, é algo que vem de berço – ele é filho
de DJ Alemão, da tradicional equipe de bailes Transa Som. “Em breve apresentaremos as
outras canções de meu álbum, que trará participações de outros nomes de peso das cenas
nacional e internacional”, acrescenta, ao deixar no ar as surpresas que ainda virão.
Primeiro ‘aperitivo’ da tão aguardada obra, ”Não Espere Perfeição” mistura
agradáveis timbres de soul e r&b, com uma energia leve, de curtição da noite, ainda que a
composição aborde a questão de relacionamentos conturbados. A introdução do videoclipe,
que é dirigido por Pretto Nascimento, mostra uma interpretação do próprio DJ tendo uma
‘DR’ (discussão de relacionamento) com sua parceira, interpretada pela atriz Eduarda
Benevides. Com elogiável fotografia assinada por Caio Nigro e Padu Palmério, o filme ainda
agrega participações especiais de MC IG, DJ Puff, Malcolm VL e Dagrace, dentre outros
artistas.

“Ela pediu que eu fosse diferente,
Que esse jeito louco meu não dá mais,
Quem sabe se ela fosse diferente,
Esse meu modo louco seria mais um motivo,
Pra um romance meio que diferente
Daquele diferente dos seus pais mas
Ela se inspira em contos de Shakespeare
Eu ouço Dexter”

“Gravamos o videoclipe em dezembro, quando esperávamos que a pandemia da
Covid-19 pudesse ser superada logo, e mesmo assim o fizemos com todos os cuidados e
protocolos de saúde recomendados”, frisa DJ Cia.
“Sei que a situação ainda é preocupante e pode parecer estranho lançar um vídeo
de clima festivo em momento tão conturbado. Mas nossa ideia é justamente relembrar a
‘vibe’ que a música proporciona e usá-la para levar um pouco de positividade, descontração
e otimismo para as pessoas.”

 

DJ Cia lembra que, com as restrições às atividades culturais, em decorrência da
pandemia, pretende injetar mais gás nas plataformas virtuais de divulgação, o que inclui o
canal do Beatloko no YouTube. “Quero fazer dele uma plataforma para os artistas fechados
com o selo, mas também que ela se torne uma janela para a divulgação de novos talentos”,
explica. O espírito, diz ele, é o mesmo do Bloco Beatloko, que já tinha se consolidado no
Carnaval paulistano, com dezenas de participações ecléticas, mas que neste ano não pôde
ganhar as ruas devido à pandemia.

“Você me embaça a vista
Nunca tá indeciso
E faz esse mundo girar
Um paraíso lindo
Reage ao meu instinto”

Foto: divulgação

 

Redes Sociais

Facebook – https://www.facebook.com/djciafanpage

“Vl FESTIVAL INSTRUMENTAL JAZZ AGRÁRIO”: A MÚSICA INSTRUMENTAL DAS PERIFERIAS

 A MÚSICA INSTRUMENTAL DAS PERIFERIAS PEDE PASSAGEM

 

Contemplada pela Lei Aldir Blanc, sexta edição do festival acontece em 10 e 11 de abril,

 sábado e domingo, em versão online

 

 

Mais do que um projeto de música instrumental – o que já seria louvável, pensando-se no quão o gênero tem valorização aquém de seus muitos talentos no País -, o FESTIVAL INSTRUMENTAL MULAMBO JAZZAGRÁRIO pode ser considerado um projeto político-musical. Especialmente agora.

Sua primeira edição aconteceu em 2016, na zona oeste do Rio de Janeiro. Um movimento em homenagem ao ativismo do multi-instrumentista carioca Fernando Grilo,  que faleceu precocemente aos 22 anos, em 2015, quando viajava para fazer uma parceria com o percussionista Naná Vasconcelos, e influenciou uma geração de músicos, produtores e agitadores culturais da cena música instrumental independente e suburbana do Rio de Janeiro. Através de iniciativas como “Jazz na caixa” (na Vila Aliança, em Bangu), “Realengo of Jazz” (no Viaduto de Realengo), e a “Oficina de música criativa (em Manguinhos, Benfica), agitando a cena musical dos subúrbios da cidade com uma caminhada militante a favor da visibilidade da cena instrumental periférica, Grilo atingiu espaços marcados pela violência policial e abandono do estado, alimentando sons de qualidade de modo acessível e gestando assim uma rede de possibilidades para músicos das favelas e guetos.

Pois ao longo de seus quatro anos, o MULAMBO JAZZAGRÁRIO, festival batizado com o nome da banda de Grilo,  vem se tornando uma ferramenta de resgate das narrativas sonoras marginais e busca servir como janela de visibilidade para a música instrumental periférica criada e  potencializada nos subúrbios do país, que muitas vezes não alcança os grandes centros e a grande mídia, visto que o gênero é estigmatizado como algo hermético e elitista, mesmo com a  popularização de ritmos como o choro e o samba-jazz.

Sua sexta edição acontece em 10 e 11 de abril, sábado e domingo, a partir das 16h, em formato on line, no youtube da Rádio Escada, com patrocínio da Lei Aldir Blanc, o que  possibilitou a reunião de grandes nomes da música instrumental aos novos talentos garimpados por  Nathália Grilo, viúva de Fernando Grilo, e Roberto Barrucho, que assinam a curadoria.

“A programação partiu de algumas premissas: o desejo de mostrar uma síntese do que foi o festival até aqui, então fizemos questão de convidar grupos que já figuraram em outras edições. E também de expandir o olhar para além da periferia e ter na programação também grandes referências do gênero, como Carlos Malta, Amaro Freitas e Djalma Côrrea, a fim de fazer uma reunião de diferentes gerações e, sobretudo, de realidades, assim como propor  encontros inusitados com o clima de jam sessions que temos na nossa essência”, comenta Roberto Barrucho.

Nathalia Grilo complementa: “As jams sempre foram a grande pulsação da música instrumental em sua origem libertária, que é uma das nossas bandeiras. Assim como os inferninhos foram importantes não só na formação do gênero, mas também no sentido de empoderar músicos marginalizados, o festival se propõe a ser um espaço no subúrbio do Rio de Janeiro em que eles  possam trocar, compartilhar, se desenvolver, se profissionalizar, encontrar com seus iguais e também com suas inspirações, que mostram algo importantíssimo: o caminho de transpor abismos é possível”.

As apresentações, que foram todas gravadas no início de março, na Arena Hermeto Pascoal, em Bangu, para garantir uma boa qualidade de imagem para o público, são:  AMARO FREITASZONA OESTE INSTRUMENTAL + DJALMA CORRÊA CARLOS MALTAJOVEM PALEROSI JEOLIONAIZ, DEMBAIAMBÉUM PERRENGUE CHICLATA DOIDADO NADA + MARIA BONITA E LARANJAZZ + MAURICIO PAZZ.

          

 

SOBRE OS ARTISTAS E APRESENTAÇÕES

 

 

10 DE ABRIL, SÁBADO

 

16h – MBÉ

Nascido e criado na favela da Rocinha, MBÉ (palavra yorubá que significa “existir”), é o nome que carrega o projeto solo de Luan Correia, que é músico, pesquisador, produtor cultural/musical e engenheiro de som ligado à cena da música experimental carioca, um dos redutos habitualmente mais brancos do jazz. É integrante do circuito da casa de shows e estúdio Audio Rebel e de suas noites experimentais, a Quintavant, e lançará em breve seu primeiro álbum pelo selo de mesmo nome. Sua apresentação no festival é feita apenas com um computador e mesa de som.

17h – CAIO OICA E UM PERRENGUE CHIC

O grupo no bairro de Ricardo de Albuquerque,  Rio de Janeiro, tem a  musicalidade que representa bem a cara do subúrbio carioca ligada ao movimento Black Rio e à música negra. Jazz, soul, neosoul e fusion se reúnem em levadas dançantescriado.

18h – LARANJAZZ CONVIDA MAURICIO PAZZ

Laranjazz é um trio da cena contemporânea de jazz carioca, formado na Lapa. A curadoria os convidou a uma performance conjunta com o paulista Maurício Pazz, hábil muiti-instrumentista das cordas — violão tenor, guitarra e bandolim. Com influências que vão do choro ao jazz, espraiando para ritmos de matrizes africanas presentes em diversas vertentes da música brasileira, Maurício  integra a banda de nomes como Chico César e Luedji Luna. Neste encontro entre Rio-SP fazem releituras de clássicos da música brasileira e do mundo, como Moacyr Santos, João Donato e Chick Corea. Um elogio ao repertório clássico com o frescor de mãos contemporâneas em suas releituras.

 

 

0h – AMARO FREITAS

 

Considerado como uma das revelações do jazz contemporâneo brasileiro por sua singular mistura do estilo com ritmos populares como frevo e maracatu, o pernambucano Amaro Freitas pode ser visto como a expressão do que o Mulambo Jazzagrário se propõe. Nascido em uma família que  sequer tinha como pagar suas aulas no conservatório, quanto mais ter um piano, Amaro é hoje não só um dos nomes mais elogiados do gênero no Brasil, mas tem colhido também relevantes elogios pelo mundo afora. “Além de sua música ser revolucionária, sua postura também, deixando  claramente de lado qualquer possível egotrip do artista de sucesso, o que pôde ser observado no palco e bastidores do festival”, comenta Nathália. A princípio com a apresentação programada para 30 minutos, Amaro pediu para que o tempo fosse prolongado, o que dá ao público uma hora de sua música.

22h – ZONA OESTE INSTRUMENTAL CONVIDA CARLOS MALTA E DJALMA CORRÊA

 

“Um dos pontos altos do festival”, diz a curadora Nathália. O grupo Zona Oeste Instrumental, como o próprio nome diz, é formado por músicos de jazz da região que se reuniram  pela primeira vez em 2015, na série de shows “Contemporâneos”, da FUNARTE, com organização de Fernando Grilo, para um show em conjunto com Djalma Côrrea, um dos grandes nomes da percussão nacional. A apresentação se repete agora, no Mulambo Jazzagrário, com participação especial do flautista Carlos Malta, outro dos grandes nomes da música instrumental do País.

11 DE ABRIL, DOMINGO

 

16h – JOVEM PALEROSI + JEOLÍONAIZ

Outra jam proposta pelo festival, desta vez reunindo dois projetos de São Paulo: Jovem Palerosi, músico, produtor musical e artista multimídia que mistura jazz, música eletrônica e ritmos regionais brasileiros e já colaborou com diversos artistas da cena instrumental e eletrônica, com Jeolíonaiz, dupla formada por Jerona Ruyce e Fabio Olí, de Diadema, interior do estado, que funde jazz a ruídos cotidianos em improvisações com instrumentos percussivos, sopros e bateria  no que chamam  de “ciência do acaso”. O show em conjunto é todo costurado por performances usando máscaras feitas por elementos reciclados e figurinos elaborados em uma apresentação teatral.

17h- DO NADA +  MARIA BONITA
Um encontro proposto pelo festival entre o trio Do Nada, de Bangu, que com sua longa  caminhada é uma referência na formação de outros grupos e artistas do subúrbio. Sua musicalidade funde o jazz a outros gêneros como o rock e o manguebeat pernambucano. No show, convidam a cantora e compositora Maria Bonita, outra figura importante na cena da região.

18h – LATA DOIDA
Banda de Realengo que acompanha o festival desde seu início, nascida de um projeto social que transforma sucata em instrumentos musicais. Os instrumentos, que podem não ser levados a sério  num primeiro momento, surpreendem muito em sua musicalidade. Sua apresentação está muito ligada à tradição oral, em contações de histórias, geralmente feitas por mulheres,  que integram as apresentações.

 

20h – DEMBAIA

 

Grupo composto por cinco mulheres no  bairro Lins, Rio de Janeiro, que fazem um resgate das tradições africanas, especialmente da música e corpo. A apresentação conta com uma orquestra de tambores e performances de expressões do candomblé e outros elementos negros. “O show foi incrível, o que mostra o quão realmente precisamos ter mais mulheres no festival”, diz Nathália.

 

SERVIÇO

FESTIVAL MULAMBO JAZZAGRÁRIO SEXTA EDIÇÃO

10 e 11 de abril, sábado e domingo

Horário: a partir das 16h em ambos os dias

Onde:   youtube da Rádio Escada

 

 

 

 

PROGRAMAÇÃO

Sábado, 10 de abril

16h – MBÉ

17h – Caio Oica e Perrengue Chic

18h – Laranjazz e Maurício Pazz

20h – Amaro Freitas

22h – Zona Oeste Instrumental + Djalma Corrêa + Carlos Malta

 

Domingo, 11 de abril

16h – Jovem Palerosi

17h – Do Nada + Maria Bonita

18h – Lata Doida

20h – Dembaia

FICHA TÉCNICA:

Curadoria: Nathália Grilo e Roberto Barrucho

Produção Executiva: Roberto Barrucho

Coordenação de Produção: Nathália Grilo

Captação de Som: Alberto Ferreira e Thiago Frazão

Mixagem: Alberto Ferreira, Gabriel Marinho e Clã Records

Captação de Imagem: Rádio Escada

Direção de Fotografia: Daniel Santos