O REI PROMOVE INTERATIVIDADE PELAS REDES SOCIAIS : Dias 3 e 4 de abril

“Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam”

EXTRA, EXTRA! A Cia. Etc e Tal inicia o mês com novidades ao vivo: apresentações do personagem Rei ao vivo ,  onde a interatividade comandará o espetáculo com os espectadores nas redes sociais. – Dias 3 e 4 de abril 

Pegando carona no premiado espetáculo JOÃO O ALFAIATE, a Cia desta vez coloca o personagem Rei no centro das atenções. Interpretado ao vivo pelo premiado Marcio Moura, contará a engraçada história de João o Alfaiate (Irmãos Grimm) em formato digital on-line, pelo olhar da figura irônica e hilária de ‘Sua Majestade’. Caracterizado com os figurinos de Flavio Souza e com o premiado visagismo de Cleber de Oliveira, esse personagem brindará por 30 minutos a plateia digital de pequenas e grandes crianças interagindo com aqueles que queiram conversar com ele. Serão 02 únicas chances para ter contato ao vivo com o Rei: dias 3 e 4 , sábado e domingo,  às 11h pelos canais do YOUTUBE e FACEBOOK etcetal93. Tudo de graça! O evento é patrocinado pelo Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Sinopse – O Rei conta a história de um Alfaiate que esbraveja para o mundo sua valentia ao matar sete insetos pousados em sua refeição, num reino onde seres fantásticos apavoram a Vila Central. A notícia se espalha até chegar ao Rei. Este, manda trazer o alfaiate, certo da existência de um grande herói, para a missão desafiadora de livrar o reinado dos diversos temidos, inesperados e surpreendentes problemas da realeza. Sem ter tempo de saber do que se trata, o Alfaiate se vê diante da missão. Distraído pela própria interpretação dos fatos e pela astúcia do Monarca, costura soluções nas situações diante das tarefas designadas para ele.

 

SERVIÇO

PROGRAMAÇÃO ON-LINE – ao vivo

– JOÃO O ALFAIATE – UM HERÓI INUSITADO > Pelo olhar do Rei

Dias 3 e 4 de abril, sábado e domingo, às 11h

Canais on line da ETC E TAL (youtube + facebook) @etcetal93

DURAÇÃO: 30 minutos

CLASSIFICAÇÃO: Livre

ETC E TAL 

O Centro Teatral e Etc e Tal é uma das únicas companhias brasileiras com representatividade internacional, que tem na mímica e na comicidade suas características latentes. Sempre com núcleo fixo e os mesmos colaboradores na ficha técnica, nestes 28 anos de formação, o “Etc e Tal” vem imprimindo uma linguagem própria e aprofundada sobre a mímica e a comicidade, sem perder o que mais se preza no fazer teatral: a relação empática com o público. Sendo um dos poucos grupos brasileiros de trabalhos continuados que investe nas inúmeras possibilidades da mímica, que tem conseguido aliar pesquisa artística e auto-gestão no cenário teatral nacional. 

Por ser uma técnica pouco difundida e de alto rigor estilístico, o “Etc e Tal” tem conquistado o respeito e a admiração de público e crítica por todo país como um núcleo artístico que alia virtuosismo técnico, presença cênica e um humor próprio no seu fazer teatral. 

O grupo tem investido nestas linguagens, pois acredita que as pluralidades das artes cênicas refletem o tipo de bem cultural que o nosso país e nossa cidade anseiam, além de acreditar que trabalho teatral de grupo que resulta na criação sólida de um repertório de espetáculos, contribuiu para a formação de platéias, uso coerente de recursos investidos em cultura, estabilidade de gestão cultural, visibilidade do teatro como bem cultural acessível a toda a população. 

 

MÁRCIA SCHWEIZER ” A POETA DA BELEZA” LANÇA NOVO LIVRO

 

 Márcia Schweizer é  uma mulher à frente de seu tempo, que desde bem pequena gosta de escrever poesias e ganhou os melhores prêmios nos concursos literários das escolas que estudava. Já naquela época tinha o hábito de escrever palavras soltas e rimadas nas contracapas de seus cadernos, o que já era indício da alma de poeta que estava florescendo e que viria a se transformar na brilhante escritora que ora apresentamos e que lançou  seu primeiro livro solo de poesias, intitulado “Palavras de Mulher”, da editora Courier Brasil e Litteris editora, na XIX Bienal Internacional do Livro, no Riocentro do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca).

Mas não pensem que Márcia Schweizer é uma mulher comum. Ela é  uma mulher linda e elegante, que esbanja personalidade, que todos olham quando passa, admirando seu porte de princesa, sua alegria, espontaneidade e simpatia. E foi capa de várias revistas, onde ela também publicou suas poesias, como “Ventos de Outono”, que fez o maior sucesso entre os leitores. Nas revistas, como na vida real, Márcia mostra a exuberância e a feminilidade da mulher incrivelmente bela. 

Por fim, Márcia Schweizer, que é sinônimo de beleza, inteligência e empoderamento feminino, indica seu livro “Palavras de Mulher”, para os leitores, pois sabe que todos encontrarão nele uma poesia que o representará, que falará como se fosse o próprio sentimento da pessoa que está lendo, já que os assuntos contidos nele são variados e sempre emocionam que lê.

 

SOBRE O LIVRO

Palavras de Mulher, de Márcia Schweizer descreve em suas prosas poéticas, sentimentos,como forma de chamar atenção dos leitores e elevando sentimentos e emoções inspirada no seu olhar à vida. Sua escrita poética desperta o interesse do leitor quando nos fala da natureza, das relações humanas e amor pelos animais. Poeta e jornalista, delineia em seus textos imagens que despertam a beleza do BEM VIVER. Formada em Literatura como professora de adolescentes, podemos perceber a sua responsabilidade e compromisso em colocar as palavras e emoções no corpo de seus textos com preocupação com a escrita criativa e correta. O leitor certamente se identifica e sairá com a sensação de desejar ler mais.

Mas não pensem que Márcia Schweizer é uma mulher comum. Ela é  uma mulher linda e elegante, que esbanja personalidade, que todos olham quando passa, admirando seu porte de princesa, sua alegria, espontaneidade e simpatia. E foi capa de várias revistas, onde ela também publicou suas poesias, como “Ventos de Outono”, que fez o maior sucesso entre os leitores. Nas revistas, como na vida real, Márcia mostra a exuberância e a feminilidade da mulher incrivelmente bela. 

Por fim, Márcia Schweizer, que é sinônimo de beleza, inteligência e empoderamento feminino, indica seu livro “Palavras de Mulher”, para os leitores, pois sabe que todos encontrarão nele uma poesia que o representará, que falará como se fosse o próprio sentimento da pessoa que está lendo, já que os assuntos contidos nele são variados e sempre emocionam que lê.

 

Foto: Ênio Guimarães

Maquiagem e cabelo:  Andrea Santana 

 

POEMA DA AUTORA

PEQUENA CANÇÃO DE AMOR

 

Mais do que prazer; muito mais do que paixão

E as palavras me apertando o coração

Os meus olhos tentam falar por mim

Estou sem chão, meu anjo querubim

 

Se esta canção ilumina o nosso amor

Este tempo não tem fim, 

Doce é o momento

E me perco na emoção

E me acho em tuas mãos

És meu porto seguro, velas ao vento

 

Mas as flores se abrigam no outono

Regem esta paz e assim a sinfonia não descansa

Fazes meu céu azul

A contemplar o teu sorriso de criança

Ah! Me dá as mãos

E o nosso mundo então será o paraíso.

São tantas as razões de viver por ti

Amor, eu te prometo, sempre estarei aqui.

 

QUEM É MARCIA SCHWEIZER 

 

Márcia Schweizer é Jornalista, Professora de Português/Literatura, Pós-Graduada em Teoria da Literatura, Bacharel em Direito, Escritora e Poeta. Membro da ALALS (Académie de Lettres et Arts Luso-Suísse) e da AJEB/RJ (Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil – Coordenadoria Rio de Janeiro), onde é Diretora de Comunicação, prestando relevante contribuição para a entidade na luta pelo espaço da Mulher Jornalista e Escritora. Participou da Antologia “Grandes Escritores do Século XXI”; da Coletânea Literária e Internacional em Verso e Prosa – “Sem Fronteiras Pelo Mundo”… – Volumes 3, 4, 5, 6; da Coletânea Literária “A Arte de Ser Mulher” – Prosa Feminina; e da Antologia do Círculo Literário Clube Naval 2020; Participou da Antologia do Forte de Copacabana 2020;  participou da Feira Literária de Lisboa 2020 com seu livro solo de poesias “ Palavras de Mulher”; representada pela editora Sem Fronteiras pelo Mundo. Márcia ainda é colunista nas Revistas Mais Bonita, Poesia Revista, Planeta Noite, Mulher Elegante, Barra Legal, Caxias Legal, Sou Mais, Jornal Cidade da Barra

 

REDES SOCIAIS  DA AUTORA

: https://www.facebook.com/marciaschweizerpoetisa

http://marciaschweizerjornalista.blogspot.com/

Instagram: @marciaschweizer 

 

Conheça o “Troféu Literatura Clarice Lispector 2021’, premiação voltada para novos escritores

Se você é escritor e almeja participar de prêmios literários, essa pode ser sua chance. Pensando em apresentar novos escritores da literatura brasileira, a ZL Books abre as inscrições do prêmio ‘Troféu Literatura Clarice Lispector 2021’ para autores de todos os países de Língua Portuguesa. O prêmio, idealizado pela escritora e jornalista, Jô Ramos e realização da Editora ZL Books, tem como objetivo incentivar a produção de autores que não possuem apoio institucional e governamental no seu país de origem. Podem participar qualquer autor que tenha livro lançado em países de língua portuguesa. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail literaturatrofeu89@gmail.com.

Criado no ano de 2016, o Troféu Literatura pretende promover e valorizar o autor que rompe o círculo vicioso dos que promovem a cultura institucional dos países, e publica suas obras individualmente ou através de pequenas editoras. A premiação contempla diversas categorias, e a escolha é feita por uma comissão indicada pelos organizadores.

“A iniciativa contribui para a renovação do cenário literário brasileiro, além de enriquecer a cultura nacional. Nosso foco é oferecer oportunidades para que novos autores tenham seu trabalho reconhecido, além de gerar visibilidade aos mais variados gêneros literários”, ressalta Jô Ramos, idealizadora do Troféu Literatura.

Jô Ramos é jornalista e escritora, criou os salões de livros de New York, Montréal, São Paulo, Rio, Lisboa e Covilhã (Portugal) e Berlim. Lançou oito livros traduzidos para italiano, inglês e francês. Criou o Troféu Literatura e o Projeto Jovens Escritores que já lançou sete livros com filhos de imigrantes em Portugal, EUA e Brasil. Fundou a Academia de Letras da América Latina. Diretora Executiva da Editora ZL Books.

Jô ressalta que os interessados têm até o dia 03 de maio para se inscreverem. E para participar basta ter livros lançados em algum dos países de Língua Portuguesa, pagar uma taxa de inscrição e enviar dois exemplares de cada obra que concorre ao troféu.

 

Para mais informações e regras acesse o site: Editora ZL Books

ESCRITOR JULIO RIBEIRO LANÇA DOIS ROMANCES DURANTE A PANDEMIA
ESCRITOR JULIO RIBEIRO LANÇA DOIS ROMANCES DURANTE A PANDEMIA.  
O isolamento trouxe à tona questões existenciais, escolhas e amores.
 

A literatura sempre esteve presente na vida do escritor Julio Ribeiro. Tanto que em 2020, durante a pandemia, lançou dois romances, que se misturam e se completam, passeando por vários lugares diferentes, mas que tratam de questões existenciais, escolhas e amores.

“Cabeça, Corpo e Alma”, encanta pelos seus cenários e contrastes humanos do mundo, seja nas andanças pela África, na primavera florida de Amsterdã, na pulsante Nova Iorque, ou navegando pelas águas do Rio Amazonas, entre outros lugares. A história trata de conflitos, medos, esperanças e sonhos. A trama envolvente narra, em terceira pessoa, as vivências paralelas de dois homens, Oscar e Henri, cada qual com as suas escolhas, divertimentos e arrependimentos. Até que uma enfermidade os torna protagonistas de uma mesma experiência médica, expondo as fragilidades e as emoções das pessoas.


Na novela ” Um chimarrão com o Diabo”, narrado na primeira pessoa e passado em um cenário local, o autor levanta perguntas como: quem manda em nossas vidas? O que pensamos? O que não podemos? Como lidar com quaisquer possibilidades, ou com suas ausências? Com profundidade emocional levanta essas perguntas e algumas possibilidades de respostas que podem surpreender.A sábia lição que o livro ensina é antiga – nem por isso menos perigosa: a associação com o mal nunca acaba bem. Tudo tem um alto preço: o abuso do poder e da ganância sempre somam-se em um desfecho fatal.

Entrevista:

Julio, fale-nos um pouco sobre o livro “Cabeça, Corpo e Alma”, como ele foi concebido? Ficamos sabendo que ele é fruto também de uma pesquisa pessoal, certo?

Julio Ribeiro: O livro ” Cabeça, Corpo e Alma” começou a nascer em 2018, aí mesmo no Rio, quando eu estava participando de um evento literário na Casa França Brasil. Depois, de volta ao Rio Grande do Sul, segui pesquisando. Eu sabia que algo bom e interessante estava brotando, li muito sobre medicina, sobre lugares e deixei que a trama me conduzisse como um rio caudaloso. E foi, justamente nesse momento, que decidi ir para o Amazonas sorver o que fosse possível da experiência dos meus personagens. Sei que é clichê falar assim, mas foi a cereja do bolo. O que eu ouço e leio das pessoas que me dão um feedback é maravilhoso, por isso estou muito feliz com o resultado final.

E quanto ao “Um Chimarrão com o Diabo”? Tem uma “pegada” mais regionalista, certo?

Julio Ribeiro: O livro ” Um Chimarrão com o Diabo” é muito diferente de tudo que eu já tinha feito. Acho que escrever em primeira pessoa é muito difícil, mas ele fluiu com uma naturalidade espantosa, escrevi o livro em noventa dias. Na verdade os amigos me cobravam que os meus livros falavam de coisas de Rio e São Paulo, ou mesmo do mundo, mas pouco sobre os gaúchos, estão resolvi fazer uma narrativa local, cenários, história, narrados em primeira pessoa pelo Pedro, que vai desfiando o novelo de sua vida, ” no dizer de Saramago”, onde o simples e singelo se metamorfoseiam em uma trama densa, emocionante e muito rica. Acredito que o ambiente da pandemia, de isolamento e perdas, influenciou as reflexões sobre a experiência de existir.

Sobre o autor:

Nascido em 1967, em Santiago/RS,  e residindo em Canoas/RS com a família, Julio Ribeiro é graduado em Sociologia e pós graduado em Filosofia, e trabalha como Professor e Diretor de uma escola pública em Nova Santa Rita. Sua primeira participação foi em ‘1ª Antologia Poética’ (1987), depois organizou o livro ‘Semeando Letras Colhendo Sonhos’, com poemas e contos dos estudantes da rede pública (2005), e em 2016 publicou ‘Da Caverna ao Shopping, Os Labirintos da vida’, com 18 contos.

Seu primeiro romance foi ‘Escolhas do Amor e do Tempo’, lançado na 63ª Feira do Livro de Porto Alegre (2017) e no Salão Internacional do Livro no RJ (2018), com grande aceitação do público em todo o país.

‘Cabeça Corpo e Alma’ ficou pronto em 2019, mas o lançamento ocorreu em 2020, em São Paulo, um mês antes de ‘O Chimarrão com o Diabo’ ficar pronto.

Serviço:

01. Cabeça, Corpo e Alma, Editora Lendari, 1ª edição, São Paulo, 2020, 160p, ISBN 978-65-88762-02-8. Literatura fantástica, Romance fantástico, Literatura brasileira. Disponível na Amazon e no Google Play.

 

02. O Chimarrão com o Diabo, 1ª edição, Editora Alcance, Porto Alegre, 2020, 160p, ISBN 978-65-86910-20-9. Literatura Rio-Grandense, Romance Rio-Grandense. Disponível nas livrarias online: Amazon, Kobo, Americanas, Mercado Livre, Mercado Shops.
Os livros podem ser encontrados nas versões impressa e ebook, pela Amazon e outras plataformas (acima) ou pelo e-mail escritorjulioribeiro@gmail.com
Instagram: @julio.ribeiro.7543
 
Confira em LITERATURA – Portal ArteCult.com
Em : artecult.com/julio-ribeiro-lanca-dois-romances-emocionantes-que-se-misturam-e-se-completam

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FIL 2021 CHEGA EM NOVA DIMENSÃO

FIL COMPLETA 18 ANOS E CHEGA À CIDADE MARAVILHOSA EM NOVA DIMENSÃO

Pela primeira vez 100% on-line, a edição especial é inspirada no Mito da Caverna de Platão – Tudo de graça

 Inspira Fundo 2     (Foto: Marcelo Barbosa)

Teaser:

https://vimeo.com/518658810/b3d50491f6

 

Link de vídeos:

https://drive.google.com/drive/folders/16VikzbwY6QI9L1VaUOWgqJKzOrq22Zrf?usp=sharing

 

Link de fotos:

https://drive.google.com/folderview?id=195dU_CKGVkvL3y0d0_WKbuDVCnPKpNOd

 

Importante evento do calendário anual da cidade do Rio de Janeiro, o FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens chega à sua maioridade repleto de novas experiências, pela primeira vez todo on-line, de 19 a 21 e 26 a 28 de março (sextas, sábados e domingos), gratuitamente. Idealizado e sob o comando da curadora, dramaturga e teatróloga Karen Acioly,  na programação deste ano, inspirada no Mito da Caverna de Platão, o público vai encontrar poemas visuais, historietas musicadas, marionetes corporais, marionetes em 3D, dança, muita música, show-oficina, encontro de saberes, mitologias, invenções divertidas, rodas de conversa, homenagem aos artistas que estão em outra dimensão e micro espetáculos musicais, criados especialmente para esta edição. É só chegar no site do FIL, ou nas plataformas do festival no YouTube e Facebook e se deliciar com a grade de eventos para todas as idades e de forma gratuita.

Segundo Karen, o FIL deste ano busca sua nova identidade e mergulha em seu interior para descobrir novos encantamentos e perguntas. “Em que podemos acreditar? O que é o conhecimento? Como podemos lidar com as incertezas? Para que serve a poesia, a arte, a mitologia, os símbolos? O que é, afinal, educar na era planetária?”, reflete.

Sensibilizar novos públicos e formar pensamento crítico são as metas do FIL, e para isso o projeto ganha uma intensa atividade on-line, ratificando as reflexões e pensamentos em torno de diferentes saberes que só o FIL pode oferecer – do jeito dele – através das mesas-redondas e rodas de conversa com diversos artistas e pensadores, encontros literários, mini espetáculos, experiências digitais (poesia visual e novas formas de se pensar o teatro) e muito mais, sempre com o selo de qualidade FIL para reunir e fomentar intercâmbios com importantes nomes do cenário nacional e internacional.

Espetáculo  Tékimoi (Crédito: acervo Julia Ronget)

Um FIL de maravilhas, belezas e encantamentos, e também de união: o Festival não voará só. Estarão juntos com o FIL 2021 a Rede FIBRA – Festivais Internacionais Brasileiros Para Crianças, o FESTILIP (Feira Internacional de Teatro de Língua Portuguesa), o Festival Meu BB, o Mini Festival e o Festival Momix (França). Estarão presentes no FIL representantes de Angola, Cabo Verde, Portugal, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Guiné Equatorial (nas ações com o FESTLIP), além de Peru, Chile, França, Bósnia e Itália.

Um FIL também de diversas linguagens para o público de todas as idades: dança + marionete + marionete corporal + performance + poemas visuais + teatro + teatro musical + expo virtual + show oficina. Toda programação, inédita, terá tempo máximo de 45 minutos, com intervalos entre as atrações, sendo que a única exceção será no horário reservado a homenagem póstuma à diretora e educadora Lúcia Coelho (1935 – 2014), uma das mais importantes artistas dedicadas ao teatro infantil, que acontecerá após a exibição do espetáculo “A pequena vendedora dos palitos de fósforos” – o espaço para homenagens traz também os nomes de Fernando Barba (1971 – 2021), criador do grupo de percussão corporal Barbatuques, e o marionetista e percussionista  Jean Luc Ronget (1956 – 2010).

Jean Luc Ronget  (Crédito: acervo Julia Ronget)

Nesta edição especial, o FIL abraçou mais uma vez – e com muita força – a educação de forma participativa dentro do evento. O Festival entrelaça o indivíduo ao coletivo, as partes ao todo, a educação infantil à pós-graduação. Para isso, o FIL cria o Guia Prático do Espectador e o Guia Prático das Escolas. Dessa forma, borda parcerias entre as escolas municipais, estaduais e as universidades públicas da cidade e do Estado do Rio de Janeiro. Uma união profícua se deu neste sentido: a parceria com o Programa de Extensão de Mídias Criativas (PPGMC) e PPGAC da UFRJ, dando lugar aos Observadores FIL, que são os alunos da ECO que farão a cobertura jornalística do FIL para as redes sociais, como prática do programa de extensão universitária. Serão artigos, críticas, entrevistas, vídeos e outros conteúdos reflexivos sobre o encontro de saberes, programações e curiosidades do FIL. “O FIL é múltiplo, parceiro, ponte de encantamentos. Se amalgama aos festivais internacionais brasileiros, para crianças, aos artistas nacionais e internacionais, e une em sua equipe os jovens talentosos, que serão os Observadores FIL-ECO UFRJ, para poder aprender com eles”, explica Karen Acioly.

   Estudo para a ópera “Bem no meio” (arte e foto: David Bartex)

Destaques da programação do FIL

– Ping Pong com o tema Fake News para Novos Públicos, onde a Doutora em Comunicação e Cultura, Professora Cristina Rego Monteiro da Luz entrevistará o jornalista Gilberto Scofield, diretor de negócios e estratégia da Agência Lupa, maior agência de checagem de dados do país. Será abordado como as novas gerações podem identificar as fake news através da formação do pensamento crítico.

– Encontros de Saberes (Roda de Conversa) em que dois temas estarão presentes:

Infância e Migração – com a jornalista Marcela Uchôa (Chefe de escritório da UNICEF em Roraima), Sérgio Eduardo Marques da Rocha(Subgestor nacional da Organização Não-Governamental Aldeias Infantis SOS) e Prudence Kalambay –(migrante/refugiada), sob mediação do professor e pesquisador Pablo Fontes. A mesa discorrerá sobre as crianças que vivem como refugiadas no mundo e o fluxo migratório em que muitas crianças chegam desacompanhadas e sem documentos, em situações de alta vulnerabilidade no Brasil, além de um planejamento maior para assisti-las.

Novas dramaturgias da marionete e das formas animadas – com participação da atriz, diretora, pesquisadora de teatro e Professora do Curso de Direção Teatral e do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena – ECO –  UFRJ, Adriana Schneider (ECO/UFRJ), Eloi Recoing (França- Sorbonne Nouvelle Paris 3), o ator e mímico Ines Pasic (Bósnia) e a fundadora, diretora e atriz do Grupo Sobrevento Sandra, com mediação do diretor teatral, ator e marionetista Luiz André Cherubini. Neste encontro de saberes, o FIL reúne especialistas da arte da marionete de quatro países diferentes para abordar a arte: do mamulengo à marionete corporal, do bebê ao adulto.

A ópera para novos públicos –  A professora de canto e ópera do Instituto Villa- Lobos na UNIRIO, Carol Mac Davit, Alessandro Di Profio, da Sorbonne Nouvelle Paris 3, a cantora e compositora Ligiana Costa (Theatro Municipal de São Paulo), com mediação da presidente do Foro Latinoamericano de Educación Musical, Doutora em Música (UNIRIO)  e a professora do Conservatório Brasileiro de Música Adriana Didier, farão parte de uma mesa ítalo-brasileira, onde importantes nomes da ópera se encontram para conversar sobre o tema.

– Atrações e Espetáculos do FIL

Rubarbagibatuques – Criação da palhaça Rubra (Lu Lopes) e Minduim (Giba Alves, do grupo Barbatuques de percussão corporal) especialmente para o FIL. O show-oficina brinca com a tecnologia humana: descobrir os sons do corpo, enquanto cantamos. São brincadeiras divertidas para a prática salutar de batucar juntos.  Os artistas unem comicidade à “tecnologia de barbatuquear” com o próprio corpo para contar historietas musicadas. Um show que brinca com tutoriais de percussão corporal a fim das crianças descobrirem os sons de seus corpos.

Palhaça Rubra  (Foto: Gal Oppido)

Poemário Visual de Gaia – Criado e interpretado pela artista bósnia Ines Pasic, a ação se vale de pequenos poemas visuais. Partindo da condição de isolamento social, a artista realiza uma viagem interior para o único lugar no qual pode se sentir livre. Ines Pasic explora suas memórias, pensamentos, sensações e sentimentos através de seu corpo, casa e núcleo familiar com o qual compartilha o restrito espaço.

Historietas Musicadas – Inspira Fundo 2  é o nome dado para o projeto de Clarice, Lupa Marques e Gabriel Gurá. São filmes de até 3 minutos, que passeiam por diferentes temas e que dialogam com dramas e questões do mundo da primeira infância.

Pupila D’Agua   (Foto: Marcelo Barbosa)

> A pequena vendedora de fósforos 

A Pequena Vendedora de Fósforos é um dos textos mais populares de Andersen e, ainda assim, pouco montado no Brasil. No exterior, já recebeu diversas montagens tanto para crianças quanto para adultos. Estimulados por esse ineditismo e pelos temas abordados, resolvemos trazer esse texto para o público infantil, contando com a adaptação de Denise Crispun e direção de Lúcia Coelho, ambas com vasta experiência com o teatro infantil.

Após a Atração seguida de roda de conversa em homenagem à Lúcia Coelho com a participação de Denise Crispun, Dib Carneiro Neto e Karen Acioly.

FIL E FESTLIP – O Homem que pôs um ovo

Em uma ação conjunta, o FIL e o FESTLIP se unem às crianças para, através desta fábula popular, refletir sobre fake news. A atriz, professora e contadora de histórias, Silvia Castro contará esta divertida história na qual uma pequena mentira acaba por se transformar em algo gigantesco, de infinitas proporções.

A história, compilada pelo folclorista Câmara Cascudo, e recontada nesta Ação de parceria, será assistida pelos sete países da Língua portuguesa , além da presença AO VIVO de crianças de quatro países: Brasil, Angola, Portugal e Cabo Verde.

A atração será transmitida ao vivo, nas plataformas do FACEBOOK, YOUTUBE e INSTAGRAM dos dois festivais.

 

PROGRAMAÇÃO FIL 2021

Encontros de saberes (rodas de conversa)

>> Novas dramaturgias da marionete e das formas animadas – 19/03, sexta, às 13h

>> Educar na era planetária  – 19/03, sexta, às 16h

>> Novos formatos da ópera – 19/03, sexta, às 19h

>> Infância e Migração – 19/03, sexta, às 20h

>> Mitos Luz, Sombras e Anjos – 26/03, sexta-feira, às 11h

>> A ópera para novos públicos – 26/03, sexta-feira, às 15h

>> Monstros, medos e outras criaturas – 26/03, sexta-feira, às 18h

>> Intercâmbios Internacionais >  Ópera Bem no meio – 27/03, sábado, às 12h

>> Festivais internacionais brasileiros para crianças, uma experiência online – 28/03, domingo, às 19h

 

Ping Pong – entrevistas

>> Fake news para Novos Públicos: Doutora em Comunicação e Cultura, Professora Cristina Rego Monteiro da Luz entrevista Gilberto Scofield

19/03, sexta, às 18h

>> A dramaturgia do espaço, cena circular de hoje – 26/03, sexta-feira, às 13h

 

Historietas musicadas

>> Inspira Fundo 2 – 20/03, sábado, às 15h

>> Optike – 21/03, domingo, às 11h

>> Bem No Meio, o conto – 27/03, sábado, às 11h

 

Atrações e espetáculos

>> Homenagem à Jean Luc Ronget – 21/03, domingo, às 12h

>> Homenagem à Lucia Coelho  – 26/03, sexta-feira, às 19h

>> Desde el Azul – 20/03, sábado, às 11h

>> Mito da Caverna – Carroça de Mamulengos – 20/03, sábado, às 14h

>> Poemário visual de Gaia – 20/03, sábado, às 18h

>> RuBarbaGibatuques >  Palhaça Rubra Show Oficina – 21/03, domingo, às 16h

>> FIL E FESTLIP – A História do homem e o Ovo – 27/03, sábado, às 15h

>> Historietas Musicadas Braguinha – 27/03, sábado, às 17h :

– A História da Baratinha

– A Cigarra e a Formiga

– Chapeuzinho Vermelho

>> Fina – Buia Teatro (Manaus-AM) – 28/03, domingo, às 11h

>> Fina – Projeto Teatro Nômade (Rio de Janeiro-RJ) – 28/03, domingo, às 14h

>> Dois olhares para a dramaturgia de Fina – 28/03, domingo, às 15h

>> Pupila D’Água com Clarice Cardell – 28/03, domingo, às 18h

 

Programação completa e mais informações em www.fil.art.br .

SERVIÇO

FIL -Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens – 18ª Edição

De 19 e 21 e 26 a 28 de março (sextas, sábados e domingos)

Local: www.fil.art.br e nas plataformas do FIL no Youtube e Facebook

Gratuito

Classificação: Livre

Realização: Lei Aldir Blanc, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Fundo Estadual de Cultura

Chico Diaz no espetáculo “A lua vem da Ásia” diretamente do Teatro PetraGold, com transmissão on-line, e ingressos a partir de R$ 20

CHICO DIAZ RESGATA PEÇA PARA FALAR DE CONFINAMENTO, SOLIDÃO, LUCIDEZ, LOUCURA E A CRIAÇÃO COMO SALVAÇÃO

– UM SURREALISTA DEFININDO OS TEMPOS ATUAIS –  

“A lua vem da Ásia” volta no dia 28 de março, diretamente do Teatro PetraGold, com transmissão on-line

“É preciso gritar. Como artista, é obrigação gritar. O grito foi dado ao homem; é uma forma de defesa como outra qualquer”, explica o ator Chico Diaz sobre o motivo para voltar a encenar a peça “A lua vem da Ásia”, que ele mesmo adaptou do romance homônimo do escritor mineiro Walter Campos de Carvalho (1926-1998). O espetáculo – que teve sua primeira montagem em 2011 – volta em versão mais leve, mais bem-humorada e concisa no dia 28 de março, com transmissão on-line diretamente do Teatro PetraGold, com acessos vendidos a R$ 20.  As sessões aos domingos, às 18h, e a temporada vai até 18 de abril.

A obra surrealista, carregada de humor ácido, levanta questões sobre os limites do poder, das hierarquias e o lugar de cada cidadão na sociedade. “Tudo a ver com o momento que estamos vivendo”, justifica Chico Diaz, que vem aproveitando a pandemia para mergulhar dentro de si mesmo, estudar e preparar um documental que tem a ver com esse espetáculo. É o “Diário dentro da noite”, filmado durante o confinamento ano passado.

Procurando perspectivas, pontos de fuga, por meio da memória, do imaginário e dos afetos, Chico Diaz usa a arte para provocar reflexões e ações. Afinal de contas, o texto fala sobre lucidez e loucura, prisão e liberdade. Para o ator, esta nova versão é mais afiada no diagnóstico dos tempos e se encaixa melhor no atual momento. Ele aproveita a temporada carioca para amadurecer e azeitar a nova montagem que vai levar para Portugal, em julho, para apresentar no Festival de Almada, organizado pela Câmara Municipal de Almada.

Em breve, Chico Diaz também poderá ser visto na produção da HBO norte-americana com direção de Bruno Barreto, “American Guest”, interpretando Marechal Rondon durante uma visita do presidente Theodore Roosevelt, dos Estados Unidos, à Amazônia. Aliás, vem muito mais por aí… Chico Diaz está em vários filmes ainda a serem lançados: “O homem onça“, de Vinicius Reis; Vermelho Monet”, de Halder Gomes; “O ano da morte de Ricardo Reis”, de João Botelho; e “A casa do girassol vermelho”, de Eder Santos.

Mais sobre “A lua vem da Ásia”

O romance de Campos de Carvalho é um livro limite: o que está durante todo o tempo por um fio é a capacidade do homem de ser livre e de pensar livremente. O personagem, encerrado na voz de uma primeira pessoa narrativa, inicia seu ambicioso projeto de libertação a partir da própria linguagem, pois a expressão é o seu único escape. O personagem reflete o complexo comportamento da sociedade ocidental a partir da expansão da cultura de massa, marcado pelo isolamento e perda do sentido de coletivo, pela desmaterialização da realidade e pela fragmentação do indivíduo.

A peça “A lua vem da Ásia”, assim como o livro, levanta questões sobre os limites do poder, das hierarquias e o lugar de cada cidadão na sociedade.

Sinopse

A peça retrata o diário de um homem hospedado em um hotel de luxo – ou talvez um campo de concentração ou um manicômio. Tendo a loucura como tema central, o protagonista enfileira recordações (ou alucinações?) de suas passagens por diversos países, tornando-se o narrador de A peça retrata o diário de um homem hospedado em um hotel de luxo – ou talvez um campo de concentração ou um manicômio. Tendo a loucura como tema central, o protagonista enfileira recordações (ou alucinações?) de suas passagens por diversos países, tornando-se o narrador de um mundo governado pela lei do absurdo, mas que parece assustadoramente semelhante à nossa normalidade.

Histórico da peça

A peça estreou em 2011, no CCBB do Rio de Janeiro, e percorreu também as unidades de Brasília e São Paulo, sempre com sucesso de crítica e público. Voltou a fazer novas temporadas ao longo dos anos, sendo apresentada recentemente no projeto #EmCasaComSesc, criado por ocasião da quarentena.

O livro e o autor

Publicado originalmente em 1956, o livro “A Lua vem da Ásia” marca o nascimento da narrativa surrealista de Walter Campos de Carvalho (1926-1998), escritor mineiro radicado em São Paulo. Autor de pelo menos quatro pequenas obras-primas da literatura brasileira – “A Lua vem da Ásia” (1956), “Vaca de nariz sutil” (1961), “A chuva imóvel” (1963) e “O púcaro búlgaro” (1964) –, faleceu em 1998, após abandonar a literatura como profissão. Apesar de notório mau-humor, o escritor – o primeiro, e talvez o último escritor surrealista do Brasil –  tinha no riso o seu instrumento de crítica. O riso como uma forma de apontar as falhas da sociedade de massa, consumista e belicosa. Em seus textos, pretendia trabalhar a demolição de todos os valores burgueses através do nonsense; a redução do amor à sua forma fisiológica: o sexo; a redução da vida à morte.

 

Mais sobre Chico Diaz

Chico Diaz tem mais de 40 anos de carreira nas artes audiovisuais – como ator, dramaturgo, diretor e produtor, em mais de 80 filmes, 22 novelas e um sem número de peças. Filho de um intelectual paraguaio e de uma tradutora brasileira, ele nasceu na Cidade do México, tendo sido registrado na Embaixada do Brasil. Chegou ao Rio de Janeiro em 1969 e, aos 14 anos, começou a fazer teatro no Tablado. Seus primeiros trabalhos, ainda como amador, foram entre os anos 1970 e 1980, período em que integrou o grupo Manhas e Manias ao lado de Pedro Cardoso, Andrea Beltrão e Débora Bloch. De lá para cá, dividiu-se entre palcos, estúdios de TV e cinema. Mas também formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela UFRJ e sempre encontrou tempo e espaço para a pintura, seu hobby.

Ficha técnica

Texto original: Walter Campos de Carvalho

Adaptação e atuação: Chico Diaz

Vídeos: Eder Santos e Trem Chic

Trilha sonora: Alfredo Sertã

Direção de Produção: Wagner Uchôa

Realização: Teatro PetraGold

Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes

Gerenciamento de Redes Sociais – Conte Mais Comunicação – Beatriz Ataide

Serviço

“A lua vem da Ásia”

De 28 de março a 18 de abril

Sessões aos domingos, 18h

Diretamente do Teatro PetraGold – Rua Conde de Bernadote, 26, Leblon / RJ

Ingressos para transmissão ao vivo e on-line a partir de R$ 20

Onde comprar e assistir: https://www.teatropetragold.com.br

https://www.teatropetragold.com.br/programacao/espetaculo/a-lua-vem-da-asia-online-petragold

Duração: 60 min

Gênero: drama

Classificação: livre

CLUBHOUSE: VAZAMENTO DE MENSAGENS COLOCA SEGURANÇA DO APP EM CHEQUE

 

Especialista em segurança de dados e consultor de negócios, Diego Arruda, afirma necessidade de proteção individual dos aparelhos e dá dicas de como evitar invasão

A rede social ClubHouse virou alvo de atenção novamente. Desta vez, a confirmação do vazamento de mensagens privadas de usuários colocou a segurança da plataforma em cheque e acendeu um alerta nos participantes. O caso envolve um hacker que conseguiu extrair mensagens privadas de um grupo e compartilhá-las em um site chinês. A empresa informou que está apurando o ocorrido e que vai intensificar a segurança do aplicativo.

Para o consultor de negócios e especialista em segurança de rede, Diego Arruda, o problema  expõe a fragilidade dos sistemas atuais e revela a necessidade de proteção individual para a proteção de dados.

“A tecnologia usada por invasores caminha na mesma velocidade da tecnologia usada para criar novos sistemas, plataformas e melhorar o que já existe. Quanto maior o número de usuários em uma mesma rede, maior a chance de invasão por hackers e pessoas mal intencionadas”, afirma.

Na mesma proporção, o especialista indica que, enquanto usuários, as pessoas devem se precaver de maneira individual e não contar apenas com a segurança oferecida pelas plataformas.

“Além de ter um antivírus instalado no aparelho, recomendo que nunca se abra links, baixe ou abra arquivos enviados de uma fonte desconhecida, que sempre criptografe todos os dados confidenciais e faça backups periódicos dos arquivos para um armazenamento físico”, orienta.

“É importante também a utilização e configuração de autenticação em dois fatores sempre que disponível. O usuário deve sempre se preocupar também com as suas perguntas de segurança, pois, às vezes, uma simples busca  nas redes sociais já será suficiente para identificar a resposta. E claro, evitar a exposição demasiada de informações sociais que facilitariam uma possível invasão ou descoberta de senha por engenharia social”, finaliza.

Ainda de acordo com Arruda, caso a conta seja invadida, a orientação é desvincular as contas de nuvem, substituir o dispositivo, alterar todas as senhas e aumentar a segurança online em um novo dispositivo.

ENTREVISTA DO MÊS COM O ATOR GABRIEL LIMA

O QUE TEM FEITO NA PANDEMIA?

No início da pandemia, bateu um desespero. Mas o certo era reagir. A saúde é muito importante. Uma situação difícil, séria e triste também, e acabei perdendo amigos em decorrência do vírus. Eu tinha algumas coisas marcadas para o teatro e  que não se concretizaram.

Fui tentando fazer tudo dentro de casa, malhando, vendo lives, lendo, reality show, meditação e outras coisas. Porém quase perdi o emprego, por conta da crise econômica, mas deu tudo certo. Uma coisa que fiz e não deu certo, foi abrir uma empresa  na área de estética e acabei adiando meus planos. E quando tudo passar e a vacina chegar vou reavaliar onde irei investir.

QUAIS AS NOVIDADES PARA 2021?

O ano de 2020 foi para muitos um dos mais turbulentos já vividos. Não só virou o mundo de cabeça para baixo como também mudou as perspectivas de muitas coisas presentes no dia a dia de cada um. Além de adiar planos e mudar caminhos, a pandemia do novo corona vírus mostrou que o ser humano ainda tem muita coisa para aprender.

 A vida é um sopro. Por isso tenho vivido meus dias com total entrega e presença. A saúde é a única coisa que devemos nos preocupar. Se importar com o próximo é o primeiro passo para mudarmos o mundo

Foi um ano muito difícil para mim. Muitos projetos foram adiados e em função da pandemia. Mas aos poucos estou fazendo novos projetos.

QUAIS SEUS PROJETOS PARA 2021?

Todo mundo tem planos para 2021 e eu também fiz os meus. E pretendo focar nos objetivos profissionais mas também nas coisas que ajudam a ter uma vida saudável. E pretendo trabalhar dobrado, e estou muito animado com alguns projetos que estou dando continuidade.

Estou no elenco de um longa-metragem chamado posto 12 e ensaiando uma peça intitulada: cômicos maníacos. E aguardando a chamada para uma novela que está no ar em um  grande canal de tv  e farei parte do elenco B. Este ano tem muita coisa para acontecer e isso é só o começo.

ALGUM PROJETO NAS PLATAFORMAS DIGITAIS?

Então por enquanto não, porém quero muito voltar para a dança e ter meu canal de dança. Me inspiro muito em Daniel saboya e fit dance. Energia positiva sempre.

MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS SE APRESENTA ON LINE!

“MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS”,
com Marcos Damigo, faz sessões online gratuitas

Marcos Damigo recebeu indicação de melhor ator em dois importantes prêmios da área teatral pelo personagem machadiano Brás Cubas

Após temporadas de sucesso de crítica e público no formato presencial em São Paulo, o ator Marcos Damigo faz uma temporada online e gratuita do solo cômico-musical Memórias Póstumas de Brás Cubas, na página do Facebook @memoriaspostumasmusical dias 18 e 19 de março (quinta e sexta-feira), às 14h e 20 a 28 de março (aos sábados e domingos), às 20h.

O espetáculo teve indicação dos Prêmios APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) e Aplauso Brasil, como Melhor Ator, em 2017, para Marcos Damigo. O texto, adaptado pela diretora Regina Galdino e interpretado por Damigo, destaca a trajetória do anti-herói Brás Cubas, símbolo do homem burguês, sem escrúpulos e sem ética, um comportamento oportunista que persiste no Brasil atual. 

Essas transmissões do espetáculo foram viabilizadas através da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei 14.017/20 do Governo Federal), através do PROAC (Programa de Ação Cultural) do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

O MUSICAL

Brás Cubas, o “defunto autor”, é um aristocrata medíocre, mas mesmo assim consegue, através do riso e da sedução, conquistar a empatia do público. Ele pertence a uma elite aventureira, dividida entre o desejo liberal e a prática escravocrata. A montagem traz uma visão moderna do romance baseada na carnavalização, salientando seu aspecto cômico-fantástico. A encenação realiza uma “conversa” entre quatro artes: o teatro, a literatura, a dança e a música, estas duas últimas especialmente ligadas à alma e à cultura brasileira.

Marcos Damigo vive um Brás Cubas bem-humorado, irreverente, egoísta e amoral. Com uma narrativa não linear e fiel à obra original, o personagem dialoga com a plateia, canta, dança, discorre sobre seus envolvimentos amorosos e episódios de sua vida enquanto passeia pelas agruras da sociedade de seu tempo. 

O monólogo traz à tona toda a atualidade do livro de Machado de Assis, oferecendo ao público um olhar agudo sobre a sociedade brasileira do século XIX. A equipe conta com profissionais já conhecidos da cena paulistana: Damigo, que protagonizou Dom Casmurro em outra peça adaptada de Machado de Assis; o diretor musical e arranjador Pedro Paulo Bogossian; Mário Manga, que assina a música original; e Fábio Namatame na criação do figurino. Regina Galdino assinou e dirigiu, em 1998, uma montagem desta mesma adaptação da obra do célebre escritor carioca que repete a parceria de sucesso com Manga, Bogossian e Namatame. Interpretado por Cassio Scapin, o espetáculo recebeu vários prêmios e elogios da crítica.

 

“O espetáculo respeita e valoriza ao extremo as palavras de Machado, e Marcos Damigo reafirma talento. Surpreende como um bom interlocutor para a mensagem da obra-prima, publicada em 1881, e a confirma como assustadoramente atual. (…) O desafio superado por Damigo só se tornou ainda maior e, em uma composição que apresenta Brás Cubas como misto de clown e fantasma, o intérprete valoriza o trabalho corporal em uma linha cínica que conversa plenamente com os tipos da sociedade dos nossos tempos. ”

Dirceu Alves Jr., jornalista e crítico de teatro da Veja São Paulo.

  

FICHA TÉCNICA

Texto: Machado de Assis
Elenco: Marcos Damigo
Direção e Adaptação de Texto: Regina Galdino
Música Original: Mário Manga
Direção Musical, Arranjos e Trilha Sonora: Pedro Paulo Bogossian
Figurino: Fábio Namatame
Coreografia: Marcos Damigo
Consultoria de Movimento: Roberto Alencar
Iluminação e Cenografia: Regina Galdino
Execução Cenográfica: Luis Rossi
Fotos: Alex Silva Jr
Realização: Oasis Empreendimentos Artísticos

SERVIÇO

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Dias 18 e 19 de março de 2021
Quinta e sexta-feira, às 14h

Dias 20, 21 e 27, 28 de março de 2021
Sábados e domingos, às 20h

Após cada sessão será aberto um camarim virtual para conversar com o ator.

Gratuito | no Facebook @memoriaspostumasmusical
Duração: 85 min Classificação etária: 14 anos Gênero: Comédia musical

MOVIRIO – FESTIVAL DE DANÇA NO RIO E NITERÓI
LEI ALDIR BLANC

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA

FUNDO ESTADUAL DE CULTURA

APRESENTAM

“MOVIRIO FESTIVAL – EDIÇÃO VERÃO 2021”

Fotos: Carol Adami

De 07 a 28 de março, a dança vai tomar conta de teatros, praças, ruas, em diversos pontos da cidade do Rio de Janeiro e Niterói.

Audições, workshops, oficinas, mesas de debates, palestras, apresentação de danças populares, aulas a céu aberto, intervenções urbanas artísticas, mostra competitiva e de cinema ao ar livre de vídeodança, residência artística, tudo de graça –  exceto o Teatro João Caetano que terá preços populares

 

Se no Se no passado o MOVIRIO trouxe à cena as principais companhias de dança cariocas, em 2021, o cenário mudou: a edição especial MÓVERÂO vai contar com bailarinos de várias partes do mundo, que ficaram atuando na rua, sem oportunidades durante a pandemia, e agora vão se apresentar em lugares abertos, além de dançar em patrimônios históricos da cidade do Rio de Janeiro como Parque Lage, Casa França- Brasil, Praia do Flamengo, Teatro João Caetano, Biblioteca Parque Estadual, entre outros. As atividades serão on-line e presenciais. o MOVIRIO trouxe à cena as principais companhias de dança cariocas, em 2021, o cenário mudou: a edição especial MÓVERÂO vai contar com bailarinos de várias partes do mundo, que ficaram atuando na rua, sem oportunidades durante a pandemia, e agora vão se apresentar em lugares abertos, além de dançar em patrimônios históricos da cidade do Rio de Janeiro como Parque Lage, Casa França- Brasil, Praia do Flamengo, Teatro João Caetano, Biblioteca Parque Estadual, entre outros. As atividades serão on-line e presenciais.

A criação artística, o intercâmbio, a diversidade e a formação de público são o mote do Festival que contou com uma ampla cadeia produtiva de aproximadamente 450 profissionais e técnicos envolvidos, gerando mais de 10 mil empregos diretos e indiretos. Desta forma, surgiram novas oportunidades para a comunidade local, o turismo, o comércio e diversos setores da economia.

Experiências multissensoriais estarão presentes em uma programação que vai conectar ideias, redes, pessoas, histórias, diversidade e pensamentos. O projeto é uma incubadora de “movimentos e ideias” que rompe barreiras físicas e sociais, democratiza o acesso e constrói pontes profissionais em um dos maiores festivais de dança da América Latina.

Dos mais de mil vídeos enviados, 15 artistas foram selecionados para fazer intervenções artísticas. Eles gravarão vídeos com toda a infraestrutura profissional que serão exibidos durante os 21 dias de Festival.  O corpo de jurados da Mostra Competitiva será formado por Thiago Soares, Carlota Portela, Ester Weitzman, Felipe Ursão e Flávia Costa. A Mostra dará prêmios especiais como intercâmbios com companhias profissionais.

Um dos escolhidos é o artista de circo Papito. O professor cubano trabalha na Escola Nacional de Circo, que está fechada neste período. Ele continua seus treinos com uma equipe na Praça da Bandeira, de forma voluntária e participa do MÓVERÃO. Outro nome que está no espetáculo de residência no Rio é de Leonardo Brito, que estudava na Ailey School uma escola de dança moderna com sede em Nova York e teve que retornar ao Brasil devido ao momento do coronavírus. Ele já se apresentou com companhias como Mariinsky Ballet, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Emotions Physical TheatreDance Theatre of Florida, Alvin Ailey American Dance Theatre e Ailey II.

Espetáculos inusitados como “Janelas” vão mostrar a arte através das janelas de um prédio com direção de iluminação do premiado Paulo César Medeiros. Oficinas de Moda Sustentável, com Rick Barboza e de Sonorização com Leandro Lobo vão oferecer de graça, ensinamentos aos interessados. Lives com cariocas pelo mundo serão apresentadas com importantes nomes da arte.

Nos dias 19 e 20 de março será a estreia do espetáculo “Entre Solos e Canções” no Teatro João Caetano, resultado da residência artística realizado nos meses de fevereiro e março com bailarinos profissionais na Cia Vivá, através do MOVIRIO Festival. O espetáculo é uma conversação do corpo e da música de forma direta e singular ao que se pode pensar uma interpretação tripla de cada canção, através dos cantores, músicos e dos bailarinos de modo concomitante. A entrada terá preço popular.

A Campanha #Somosomovimento, baseada em ações de desenvolvimento sustentável (ONU), em parceria com o canal Novo Mundo, está criando uma rede de voluntários para a coleta de lixo em três praias cariocas. São mais de 200 voluntários que vão participar no dia 21 de março. Outras atividades estão no escopo do projeto: passeio cultural pelo centro histórico do Rio, atividades de dança livre, yoga e tai chi chuan no Alto da Boa Vista, e 15 intervenções urbanas com artistas de rua em locais da cidade de Niterói e nas quatro zonas da cidade do Rio de Janeiro – haverá também a gravação para um álbum visual a ser lançado posteriormente (no mês de abril nas plataformas Spotify e Youtube)

O projeto terá ações em plataformas virtuais que darão uma visibilidade amplificada em nível nacional e internacional. A estimativa de alcance de público é de mais de 13 mil pessoas. Para o idealizador e diretor geral do Festival, Carlos Fontinelle, realizar o MÓVERÂO (nome carinhoso para a edição verão do festival) em 2021 é extremamente significativo:

“O MOVIRIO é um festival que visa o movimento, e num ano tão atípico e com tantos receios, ele veio pra afirmar que precisamos mais do que nunca nos manter em movimento, tanto no corpo como na mente. A saúde em primeiro lugar. Optamos por lugares abertos, para estar em conexão com a natureza e também para respirar novos ares. Transformamos as dificuldades em novas oportunidades”. 

O lançamento Oficial do MOVIRIO Festival – Edição Verão será no dia 07 de março no Parque Lage, das 10h às 13h. (Encontro de Artistas – “Conversa sobre Inovação nas artes cênicas”), com entrada gratuita. Estarão presentes: a Secretária de Cultura do Estado, Danielle Barros, representante da Secretaria Municipal de Cultura do Rio (Raphael Moreira); Fabiano Carneiro (Coordenador de Dança – Funarte) e Diretores e Profissionais de projetos aprovados na Lei Aldir Blanc.

Sobre o Festival MOVIRIO

Considerado um dos maiores festivais de dança da América Latina, por extensão de dias e de sua pluralidade artística, é um Festival de Dança e Movimento realizado anualmente, sediado na cidade do Rio de Janeiro e inspirado nos mais renomados festivais mundiais de artes cênicas e performances. Com o objetivo e compromisso de promover a dança como expressão artística, propicia o compartilhamento de experiências, e incentiva o corpo da dança através das transversalidades do movimento. O MOVIRIO estreou em 2018, no Centro do Rio de Janeiro, e conseguiu alcançar mais de 5.000 pessoas direta e indiretamente com sua programação em prol do fomento da dança carioca, ganhando visibilidade em vários setores da mídia e da sociedade. Em 2019, através do convite da Secretaria de Estado e Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, o Festival ampliou sua programação para 21 dias consecutivos, alcançando mais de um milhão de pessoas. Em 2020, devido à pandemia, o Festival foi enxuto:  uma mostra especial de solos, duos e trios no Teatro João Caetano reuniu bailarinos durante três dias em novembro. Foi um festival de dança no brasil presencial com todos os protocolos de segurança.

Sobre as Oficinas de Economia Criativa

– Inscrições abertas pelo Site do Projeto e Redes Sociais

– 15 vagas por oficina

*Oficina de Moda Sustentável com Rick Barboza e exposição

De 09 a 11 de março

O estilista Rick Barbosa dará uma oficina de moda sustentável e apresentará a exposição “Brazil Jeans”, na Biblioteca Parque Estadual. Rick faz o redesenho de roupas usadas a partir de diferentes tipos de jeans, como calças, camisas e jaquetas, que se transformam em peças vintage, enfeitadas com aplicações de tecidos e variados objetos reutilizados, como chaves, botões, etiquetas, plásticos e outros. Rick Barbosa estudou Artes Plásticas na Escuela de Arte San Telmo, em Málaga, na Espanha, onde também trabalhou como vitrinista. De volta ao Brasil, depois de 20 anos na Espanha e desenvolvendo trabalhos na Europa, dedicou-se à criação e produção de figurinos e adereços para programas de televisão, séries, comerciais e eventos.

*Oficina de Sonorização com Leandro Lobo

Nos dias 15 e 16 de março, no Auditório da Biblioteca Parque Estadual.

Para produtores e técnicos de som com intuito de fomentar a cadeia produtiva.

Leandro Lobo – Técnico de som e já trabalhou como Sound Designer de vários musicais, espetáculos teatrais e shows como Lolapalloza e Rock in Rio. Sócio e Administrador da empresa Quintal da Ideia, atua no mercado como Consultor e Coordenador de Rádio Frequência de grandes eventos, além de operador de áudio.

*Lives com cariocas pelo mundo 

De 8 a 25 de março acontecerá a série de lives Cariocas Pelo Mundo, com grandes estrelas brasileiras que estão em companhias internacionais como Royal Ballet, English Ballet, Jofrey, Miami City e renomes nacionais que movimentam o mercado da dança no país como Mayara Magri, Marcia Jaqueline, Priscila Mota e Júnior Souza. Programação em  https://www.moviriofestival.com .

*Mostra de Vídeodança

Cinema a céu aberto, na Casa França-Brasil, com filmes e curtas de dança realizados na pandemia, selecionados através das redes sociais no Brasil e América Latina. Dia 25 de março, com entrada gratuita.

*Mostra Competitiva de Dança 

Apresentações em palco aberto no Parque Lage, em frente à cavalariça, com grupos de dança, vindos de diversos municípios do Estado do Rio de Janeiro, abrangendo todas as modalidades de dança – do ballet clássico às danças urbanas. Com premiações especiais, intercâmbio estudantil e oportunidades no mercado profissional. Entrada gratuita. O evento, que acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de março, marca o encerramento do projeto.

Sobre a Fontinelle Criações

A Fontinelle Criações Artísticas, em 2020, completa oito anos produzindo projetos de cultura e entretenimento. Tendo como foco a diversidade das plataformas deste segmento, atua também na concepção e produção de espetáculos/musicais, festivais e conteúdo audiovisual. A qualidade de seus projetos vem sendo reconhecida pela conquista em Prêmios e Menções: “CULTURA PRESENTE NAS REDES”(2020), PRÊMIO “ARTE- ESCOLA Territórios Sociais” (2018) e FOMENTO CIDADE OLÍMPICA 2016 pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do RJ; “FICA NA REDE MANINHO” (2020) e Mérito e Honraria (2017) pela Secretaria de Cultura do Amazonas; PRÊMIO CBTIJ (2014); e MENÇÃO HONROSA com Cia Vivá no Prêmio Zilka Salaberry (2017). Realização de mais de 150 apresentações em oito espetáculos com a Cia Vivá; mais de 20 projetos concebidos e/ou coprodução Convidada; Idealização e Produção do MOVIRIO Festival de Dança do Rio de Janeiro, em 2019, atingiu mais de 1 milhão de pessoas.

Sobre Carlos Fontinelle  

International Guest Artist – International Dance Council Member Unesco. Diretor na VIVÁ CIA DE DANÇA, desde 2012. Com a FONTINELLE CRIAÇÕES ARTÍSTICA, atua com a produção e direção artística em diversas peças teatrais e musicais, cinema e televisão. Participou da Equipe de Coreógrafos no Encerramento da COPA DO MUNDO no Brasil, em 2014. E Abertura dos Jogos Olímpicos 2016 com Deborah Colker, Fernando Meireles, Daniela Thomas e Andrucha Waddington. Bailarino na Rede Globo desde 2001 e Coreógrafo em 2014, no “Artista Completão” e 2017 “Show dos Famosos no Programa Domingão do Faustão”. Graduado em Educação Física. Bailarino em ballet clássico, e especializações em Jazz, teatro musical e dança contemporânea. Atuou em Cias de dança: Deborah Colker, Caio Nunes Cia de Dança, Cia de Ballet do Rio de Janeiro, Cia de Ballet Contemporâneo de Caracas. E com os diretores e coreógrafos de TV e Cinema: Jorge Fernando, Cininha de Paula, Jaime Sierra, Nadia Lartigue, Marcus Silter, Caio Nunes, Silvio Lemgruber, Roberta Cid, Montesserat Payrot. Delegado Federativo no Sindicato dos Profissionais da dança do Rio de Janeiro. Idealizador do MOVRIO Festival de Dança do Rio de Janeiro e Prêmio N.O.C. (Prêmio Novos Olhares Coreográficos).

“O maior legado do MOVIRIO, para cenário artístico carioca, é que ele atinge diversas classes artísticas de diferentes experiências, desde os estudantes ou estagiários como os mais experientes. Amplia oportunidades de conexão e transversalidade das artes através do movimento” – conclui Fontinelle.

Confira os vídeos abaixo:

EDIÇÃO 2021

https://youtu.be/MfNh_piPeT4

Edição 2020

https://www.youtube.com/watch?v=gYcbB-c2KbQ

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Fotos: Carol Adami

SERVIÇO:

MOVIRIO FESTIVAL – EDIÇÃO VERÃO 2021

07 a 28 de março

Rio de Janeiro

Programação completa: www.moviriofestival.com

Classificação: Livre                                                                                        

Realização: Lei Aldir Blanc, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Fundo Estadual de Cultura