PROFESSOR LANÇA LIVRO DE POESIA RELATANDO COMO CONVIVER COM O VÍRUS HIV

PROMÍSCUO, segundo livro do professor de literatura Fernando Impagliazzo, 30 anos, faz um importante relato de como é viver com o vírus HIV, expressando seus pensamentos em ritmo de poesia. O lançamento será dia 5 de março em uma live pelo instagram da editora Urutau (@editoraurutau), a partir das 20:30. O livro integra o projeto MilTons de escrita em resposta aos retrocessos no Ministério da Educação. 

(Dois outros jovens escritores também estarão lançando simultaneamente seus livros dentro da live do projeto MilTons: Do verbo corresponder e o que vem antes, de Amanda Magalhães, e O pote de ouro era amor, de Naiara Reis). 

Venda disponível no site da Urutau (https://editoraurutau.com.br/

RELEASE – LIVRO PROMÍSCUO

O SENTIDO DA PROMISCUIDADE (por Fernando Impagliazzo) 

O que é ser homem? Como lidar com a vulnerabilidade vinda do nosso machismo aprendido por anos? Há uma outra maneira de (re)pensar a sexualidade, o corpo, o sexo? Como é, em 2021, conviver com o vírus hiv? Fernando Impagliazzo, em seu segundo livro de poesia, a ser lançado pela editora Hecatombe/Urutau, o Promíscuo, tenta lançar luz nessas e outras irrespondidas perguntas. O livro integra o projeto MilTons de escrita em resposta aos retrocessos no Ministério da Educação.

Fernando (1990) nasceu no rio de janeiro. é poeta, professor, pesquisador, editor da revista toró e autor de Prova das nove (2014). Mestre e doutorando em literatura brasileira (ufrj), pesquisa a poesia do início do século xx. Integrou a antologia tente entender o que tento dizer: poesia + hiv/aids (bazar do tempo, 2018) com organização de Ramon Nunes Mello. Publicou poemas em revistas eletrônicas como Mallarmargens e Ruído Manifesto. O autor está soropositivo desde 2009, fato que, o fez pensar numa proposta de desconstrução poética da nossa sexualidade masculina e frágil. “Todo o homem usa uma capa imortal que não o protege de nada”. Ser homem, afinal, é a vulnerabilidade de “deixar um vazio entre as pernas”, “de deixar de ser tão homem”. (Variações acerca de ser homem). A partir de um jogo linguístico com a palavra que dá título ao livro, (pro+misceo), o poeta mostra que, nenhum de nós está isento de se sentir vulnerável e estar misturado ao mundo. Como diz o poeta, em um dos seus poemas “todo o homem quer abafar o seu grito histérico” (Histérico). Inconscientemente, o livro fala também da vulnerabilidade e do medo de sair, de caminhar por estas vias incertas, “o medo de passar doença”, “o medo de pegar doença” (Sair). Afinal, é preciso entender que “a carreira de um homem/é sempre do tamanho do solo” (Solo) e que, apesar do machismo, da sorofobia, do coronavírus ainda resistirem, nós precisamos resistir a eles, pela linguagem.

SERVIÇO

Lançamento do livro PROMÍSCUO, de Fernando Impagliazzo

Dia 5 de março, a partir das 20:30 – live pelo instagram @editoraurutau

EMPRESA DE INTERCÂMBIO ESTUDANTIL CHEGA AO BRASIL

Empresa de intercâmbio estudantil Yourway chega ao mercado brasileiro

Grupo internacional de educação iniciará operações no Rio de Janeiro, com foco em intercâmbios para Portugal e demais países da Europa

Os estudantes brasileiros podem contar agora com mais uma opção no momento de planejar o tão sonhado intercâmbio internacional. Neste mês de fevereiro, a Yourway Education, que possui escritórios em Portugal, Espanha, México e Hungria, iniciará as suas operações no Brasil, com sede na cidade do Rio de Janeiro. O grupo pretende ser um forte ponto de apoio e referência para os jovens que pretendem buscar mais conhecimentos e desafios em Portugal e em toda a Europa.

Mesmo com as incertezas do atual momento de pandemia, o grupo não abriu mão dos seus planos de abertura no Brasil. Para o administrador da empresa em Portugal, Nuno João, é sim um bom momento para investir no setor. De acordo com ele, em períodos de virada civilizacional, as famílias gastam menos em bens secundários e concentram o seu investimento nos intangíveis primários: saúde e educação.

“O perfil dos nossos clientes é um perfil de investidor em educação. Como investidoras, as famílias que queremos servir irão procurar hoje, ainda mais, o melhor em educação para os seus filhos, seja em seus países ou no exterior. A Educação é sempre o melhor investimento”, destaca Nuno João.

Nuno conta que o interesse em abrir uma filial no Brasil também se deu pela alta procura de famílias brasileiras, em especial do Rio de Janeiro, interessadas em enviar seus filhos para estudar em Portugal. “Assumimos como propósito do grupo ser a referência da comunidade luso-brasileira, tanto em Portugal, como no Brasil, para todos os estudantes e famílias que desejem investir em Educação”, afirma ele.

“O nosso maior diferencial serão os programas na Europa, pois somos uma empresa luso-europeia-brasileira, o que nos permitirá servir com muito mais vantagens os estudantes e as famílias brasileiras que procurem esse continente para os seus projetos de vida e de estudo. Seremos, em Portugal, o primeiro abraço depois da travessia atlântica”, completa Nuno.

Yourway Education conta com programas de intercâmbio estudantil em mais de 15 países europeus e, apesar do foco na Europa, também oferece outros destinos muito procurados pelos estudantes, como Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia.

Educação solidária

A transformação pela educação é uma das principais bandeiras defendidas pela Yourway Education. Por isso, o grupo apoia projetos sociais por meio de campanhas especiais, nas quais divide os lucros obtidos com instituições como a Unicef. “Acreditamos que a Educação é o melhor investimento em desenvolvimento humano. Parte dos nossos lucros é revertida a favor da educação de crianças e jovens menos favorecidos. No Brasil, vamos começar este mês com a ‘Turma da Yourway’, que é uma turma de 16 a 20 crianças e jovens do 8º/9º do Ensino Médio, apoiadas pela Yourway-Uerê Mello na Favela da Maré. As crianças que apoiaremos terão um projeto de desenvolvimento cognitivo e emocional de referência mundial desenvolvido no Brasil pela Dra. Yvonne Mello, com reforço escolar, música, refeições e esportes”, conta Nuno.


Sobre a Yourway Education

Fundada em 2016, em Portugal, a Yourway Education tem escritórios no Brasil (Avenida Atlântica – Rio de Janeiro), Portugal, Espanha, México, e Hungria e conta com uma equipe internacional com mais de 15 anos de experiência na organização de programas de intercâmbio de Ensino Médio e Universitário. Com o objetivo de ajudar os estudantes no cumprimento de suas missões individuais e livre expressão, a empresa oferece soluções sob medida para cada aluno e sua família. Mais informações no site: https://yourwayeducation.com.br/.

FESTIVAL PINK UMBRELLAS -SP APRESENTA ENCONTROS ARTÍSTICOS INÉDITO

Artistas que participam da primeira semana do Festival: Arthur Quebrantxy + Acid Queiróz e Radio Cão, do Pink Umbrellas.SP; Vivi Barbosa e Luna Dy Cortes, que estão na PinkFringe

(créditos das fotos, no sentido horário: Bruno Dantas; Nicholas; Viviane Barbosa; Kelly Santos)

A primeira edição em 2020 contou com mais de 70 artistas de lugares como China, México, Alemanha, Uruguai, Áustria, Taiwan e Brasil

Com sete meses de ocupação online – em meio a uma pandemia mundial que trouxe, entre muitos problemas, a necessidade de isolamento social – os artistas Mirella Brandi e Muep Etmo criaram o Festival Pink Umbrellas Art Residency, que aconteceu entre junho e dezembro de 2020. Nele, 70 artistas brasileiros e estrangeiros usaram as emoções, as vivências, e os sentimentos vindos com a pandemia como motor para a criação artística. Música, performance, artes visuais, poesia, dança, videoarte etc. foram usadas como suporte para a produção artística.

Agora, o Festival volta-se para os artistas residentes em São Paulo, ainda com a mistura entre as expressões artísticas. O Pink Umbrellas.SP acontece de 25 de fevereiro ao dia 5 de abril de 2021 na plataforma Twitch, em mini-temporadas de cada uma das duplas (e trio), semanalmente, de quinta-feira a domingo. O Festival Pink Umbrellas.SP é um projeto contemplado pelo Edital PROAC Expresso Lei Aldir Blanc (Lei 14.017/2020), através do Governo Federal, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa/PROAC.

O performer multimídia, desenhista, designer, ator, cenógrafo e videomaker Otávio Donasci é o convidado desta edição e faz, no dia 3 de abril, uma ocupação especial na Twitch com participação ao vivo do público.

Uma das novidades no Pink Umbrellas.SP é o Pink Fringe em que duplas (e um trio) de artistas se apresentam em um horário ‘maldito’, à meia-noite das sextas-feiras e sábados, também na Twitch. A ideia é a mesma: reunir artistas de diferentes áreas e trajetórias para criar trabalhos inéditos, que explorem diferentes formatos, no intuito de subverter o seu “lugar comum”.

A cada semana será apresentada uma obra produzida especialmente para o Festival, de artistas que trabalharão juntos pela primeira vez – trazendo suas próprias experiências para criar uma outra linguagem. A ideia é reunir artistas que nunca trabalharam juntos, para criarem e darem vida a um projeto inédito, em vídeo, exibido online e de forma gratuita.

 

Artistas da edição de 2021

O Pink Umbrellas.SP fez, em janeiro de 2021, uma convocatória pública para escolher artistas para sua programação e recebeu 324 inscrições oriundas de várias cidades do estado de São Paulo.

Participam da edição de 2021 do Pink Umbrellas.SP: Acid Queiróz e Radio Cão, Ariadne Filipe, Carolina Sudati a.k.a. Translúcida/Bruta, Claudia Piassi e Edu Guimarães, Edvan MonteiroElisa Band, Igor Souza, Leandro Castro, Luci SavassamonoclubPedro Galiza e Quebrantxy.

Na programação da Fringe estão: Alan EgedyAlessandra Duarte, Estela Lapponi, Kátia Rozato, Luna Dy Cortes, Maurício de Oliveira, Meire D´Origem, Natália Nolli Sasso, Tadzio Veiga, Thaís de Almeida Prado, Vazo Vazio, Danny D. Weirdo, Vivi Barbosa.

Misturando audiovisual, música, artes cênicas e performances, entre outras tantas possibilidades de linguagem artísticas, tanto o Pink Umbrellas.SP quanto o Pink Fringe recebem a cada semana obras audiovisuais originais, de artistas que trabalharão juntos pela primeira vez, trazendo suas próprias experiências e expressões artísticas para criar uma outra linguagem, pensada exclusivamente para o espaço online.

Os projetos foram escolhidos pelos curadores – Mirella Brandi e Muep Etmo – pensando em juntar artistas de diferentes áreas e trajetórias, e, assim como aconteceu na edição do Festival Pink Umbrellas Art Residency 2020, lançando trabalhos inovadores e potentes.

Diferente do que aconteceu no Festival em 2020, os trabalhos serão apresentados no formato de mini temporadas, de quinta-feira a domingo, no canal do Twitch do Festival (www.twitch.tv/pinkumbrellas2021).

Mais programação

Assim como aconteceu no Pink Umbrellas Art Residency, os jornalistas e artistas Ruy Filho e Patrícia Cividanes também fazem parte da equipe do Pink Umbrellas SP e fazem uma invasão crítica sobre os trabalhos apresentados, como uma resposta estética a essas obras, também em formato de vídeo-performance, que será apresentado no dia 5 de abril. Mais do que uma revisão sobre os trabalhos apresentados e seguindo o que aconteceu no Festival em 2020, a ideia é criar um espaço de reflexão e de trocas, mirando o futuro e fazendo conexões.

 

Outra ação do Pink Umbrellas Art Residency que volta neste ano são as Pink Talks, um programa de entrevistas mediado pelo músico Craca Beat (Felipe Julián), que conversa com os artistas participantes e com outras figuras do mundo da arte, para refletir sobre os rumos da arte contemporânea. O programa será lançado no dia 5 de abril, no canal da Twitch.

Aos domingos vai ao ar um podcast com uma conversa sem cortes, nem edição com cada um dos artistas que se apresentam no Festival. O Con.Dfeito continuará lançando episódios mesmo após o encerramento do Pink Umbrellas.SP, que ficarão disponíveis no canal da Twitch.

Sobre o Pink Umbrellas Art Residency

O embrião do Pink Umbrellas é unir, fazer conexões e deixar que, a partir desses encontros entre artistas, deixar a fruição fazer o seu papel, sem criar títulos e nem a necessidade de rótulos para as expressões artísticas, criando um novo campo e uma nova forma de enxergar o mundo, recriando possibilidades com as ferramentas que estão ao dispor, no presente. A criação, curadoria e direção artística são de Mirella Brandi, artista multimídia e designer de luz, que trabalha desde 2006 com o músico, compositor e engenheiro de som Muep Etmo criando projetos sobre narrativas imersivas com luz, som e multilinguagens.

“A pandemia trouxe muito forte a necessidade de criar coisas de forma colaborativa, de se unir, de parar de pensar no individual e pensar no coletivo”, conta Mirella. Além disso, ao trazer o Festival para um território, em São Paulo, abre oportunidades como explica Muep: “Isso significa também olhar para todos esses corpos, esses indivíduos e esses outros, esses muitos outros que sempre estão ausentes dos circuitos culturais mais consagrados e que de alguma forma existem e resistem”.

Nas 29 semanas de apresentações em 2020 foi criado um espaço de encontros inéditos e de compartilhamentos entre os participantes, que resultaram em obras originais em vídeo, disponíveis online no canal www.youtube.com/PINKUMBRELLASARTRESIDENCY/videos do YouTube. Participaram artistas de diversas partes do mundo (da China ao México, da Inglaterra ao Uruguai, passando por Gana, Alemanha, Áustria, Taiwan e Brasil), de nomes como Beto Brant, Helli Nova, Seht Zhan, Rejane Cantoni, Ari Dykier, VaBene Elikem Fiatsi, Lucas Bambozzi etc.

Mirella Brandi e Muep Etmo

Mirella Brandi é artista multimídia e designer de luz e Muep Etmo é músico, compositor e engenheiro de som. Juntos, exploram através da imagem e do som, sua capacidade narrativa e de transformação perceptiva em instalações e performances imersivas, desde 2006.

A dupla utiliza os princípios que regem a arte performativa, o cinema expandido e as instalações nas artes visuais e os modificam em uma narrativa em que luz e a música atuam como linguagem autônoma na construção de ambientes que alteram a percepção, geram novas conexões e desloca nosso olhar sobre o que entendemos como realidade.

Como curadores, Mirella e Muep sempre apostaram na mistura entre áreas artísticas e no trabalho colaborativo que busca linguagens cênicas menos reconhecidas. Entre seus trabalhos de curadoria estão as ocupações no Teatro Centro da Terra em São Paulo, onde reuniram por dois anos consecutivos, profissionais de áreas distintas que se lançaram no desafio desta pesquisa e no desenvolvimento de outras transversalidades.

Em 2014, a dupla fundou o espaço DAHAUS junto com Lucas Bambozzi, um espaço referência de arte contemporânea em São Paulo, um local agregador, com formação de público, onde aconteciam frequentemente eventos de experimentação de linguagem entre artistas de diferentes manifestações. Em 2020, levaram seu conceito curatorial para o espaço online com a criação do PINK UMBRELLAS ART RESIDENCY, que reuniu durante sete meses de Ocupação inúmeros criadores de diversas partes do mundo criando, colaborativamente e à distância, obras pensadas especificamente para o digital.

Mirella e Muep participaram de inúmeros eventos: a Mostra On-Off – SP; a Mostra Live Cinema – RJ; A Virada Cultural 10 anos – SP; o FAD Festival de Arte Digital – BH; o Tangente – Montreal; o C60Urban Solar Audio Plant – Berlin; o Monkeytown NY; o Rojo Nova Cultura Contemporanea – Barcelona, SP e RJ; o Acker Stadt Palast – Berlin; Ehemaliges Stumm lmkino Delphi – Berlin; The Creators Project; Besides Screen – Coventry e o New Eldorado – Québec.

Serviço

Festival Pink Umbrellas.SP

De 25 de fevereiro a dia 05 de abril

www.twitch.tv/pinkumbrellas2021

Programação:

PINK UMBRELLAS.SP

25 a 28 de fevereiro – Arthur Quebrantxy + Acid Queiróz e Radio Cão

4 a 7 de março – Ariadne Filipe + Edvan Monteiro

11 a 14 de março – Elisa Band + Carolina Sudati a.k.a. Translúcida/Bruta

18 a 21 de março – Pedro Galiza + Leandro Castro

25 a 28 de março – Igor Souza + Camila Santos

1º a 4 de abril – Claudia Piassi e Edu Guimarães + Monoclub + Luci Savassa

PINK FRINGE

26 e 27 de fevereiro – Vivi Barbosa + Luna Dy Cortes

5 e 6 de março – Danny D. Weirdo + Thais de Almeida Prado

12 e 13 de março – Vazo Vazio + Natália Nolli Sasso

19 e 20 de março – Alan Egedy + Tadzio Veiga

26 e 27 de março – Estela Lapponi + Meire D´Origem

2 e 3 de abril – Mauricio de Oliveira + Kátia Rozato + Alessandra Duarte

Ficha técnica

Curadoria e Direção Artística: Mirella Brandi e Muep Etmo

Críticos Residentes: Pat Cividanes e Ruy Filho

Visuais, Transmissão e Mediação: Craca Beat

Edição De Vídeo: Tuca Paoli e Mirella Brandi

Produção Executiva: Grazi Vieira

Assistência de Produção: Giorgia Tolaini

Assessoria de Mídias Sociais: Jess Belarmino

Artistas: Acid Queiróz e Radio Cão, Alan Egedy, Alessandra Duarte, Ariadne Filipe, Danny D. Weirdo, Camila Santos, Carolina Sudati a.k.a. Translúcida/Bruta, Claudia Piassi e Edu Guimarães, Edvan Monteiro, Elisa Band, Estela Lapponi, Igor Souza, Kátia Rozato, Leandro Castro, Luci Savassa, Luna Dy Cortes, Maurício de Oliveira, Meire D´Origem, Monoclub, Natália Nolli Sasso, Otávio Donasci, Pedro Galiza, Quebrantxy, Tadzio Veiga, Thaís de Almeida Prado, Vazo Vazio e Vivi Barbosa.

O Festival Pink Umbrellas.SP é um projeto contemplado pelo Edital PROAC Expresso Lei Aldir Blanc (Lei 14.017/2020), através do Governo Federal, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa/PROAC.

FESTIVAL TERRA DO RAP 2021 NA SUA OITAVA EDIÇÃO

FESTIVAL TERRA DO RAP 2021

Na oitava edição e on-line, o Festival une os países de língua portuguesa

Tema da edição é “ NOVXS RIOS”, conexões de novas vozes

Abertura 28 de fevereiro com novas vozes femininas do rap e do slam poetry.

A conexão por intermédio de novas vozes e aproximar os países de língua portuguesa é o mote do Festival Terra do Rap 2021.  A versão on-line do evento, por conta da pandemia, não foi impeditivo, pelo contrário, possibilitou maior envolvimento e abrangência de artistas.

Produzido e idealizado pelo rapper Vinicius Terra, a Terra do Rap  é o primeiro festival de intercâmbio entre os países da língua portuguesa sob a ótica da cultura urbana. Desde sua origem, em 2013, integra artistas de todos os territórios lusófonos do planeta.

“Os artistas convidados para esta edição são, em sua maioria, grandes talentos ainda sem grande alcance nesse mundo de algoritmos e busca por views e engajamentos na internet. Promover este ano o encontro de novas vozes, ainda invisíveis ao streaming nos diversos apps de música é poder também não só amplificar essas vozes, mas aproximá-las também neste intercâmbio sobre o que cada um pode contribuir no tocante a novas formas de propagar e promover a sua própria arte”, avalia Vinicius Terra, considerado pelos seus pares o embaixador do rap lusófono no Brasil.

Entre os destaques do Festival está o show de abertura no próximo domingo (28 de fevereiro) exclusivamente com mulheres, a Fita Misturada On-line (uma espécie de “live-mixtape”, na qual todas as artistas realizam performance inéditas, em 8 horas de programação). O evento estará sob o comandado de Natália Brambila (comunicadora nascida e criada na comunidade do Jacarezinho) e a Dj Tamy (atuante no festival desde a primeira edição).

Das 15 artistas que se apresentarão, as performances mais esperadas são as de Thai Flow (ex- stripper); Juju Rude (de Parada de Lucas), Cold Jas (angolana residente no Rio), ABronca (dupla da favela do Vidigal), Kaê Guajajara (rapper indígena da Aldeia Maracanã) e das poetas  Viviane Laprovita, (também artista visual, de São João de Meriti) Andrea Bak (integrante do Slam das Minas).

“A cena mais criativa e original tem vindo da ala feminina no rap. Há uma preocupação estética pautada na quebra de paradigmas sociais impostos desde sempre ao papel da mulher. Percebi que boa parte das mulheres convidadas para esta edição não possuem a facilidade de produzir (sobretudo no atual contexto onde não temos mais shows) lives remuneradas ou com uma estrutura digna para alcançar novos públicos e propagar sua arte com o merecido alcance.  Resolvemos que a abertura do Festival deste ano fosse com o maior número possível de mulheres do rap lusófono residentes no Rio de Janeiro”, comenta Vinicius Terra que também assina a curadoria do Festival.

Sobre o Festival – A Terra do Rap é o único Festival de intercâmbio entre artistas da lusofonia sob a ótica da cultura Urbana. Acontece desde 2013 e, em suas sete edições (nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Lisboa/Portugal), foi vivenciado por mais de 15 mil pessoas. Com o objetivo de sempre revelar novos artistas nos dois lados do Atlântico, o evento já recebeu e conectou, por exemplo, artistas Portugal e Angola (como Capicua, Eva RapDiva, Sam The Kid, Allen Halloween, MCK), assim como os brasileiros BK, Luccas Carlos, Sain, Rodrigo Ogi, Don-L e tantos outros. Além dos shows, a programação é recheada de oficinas, debates, workshops e batalhas de mcs.  O Festival Terra do Rap é um projeto dirigido pela REPPRODUTORA: agência de produção especializada em soluções culturais, projetos autorais e curadoria artística com foco em lusofonia; promoção das culturas de rua, oficinas e workshops.

 

 

Sobre Vinicius Terra –  Rapper, articulador cultural e professor de Português/Literatura. Considerado uma figura singular e pioneira no Brasil por promover intensamente a construção e o fortalecimento dos laços entre os países que falam português. Amplificou o conceito “Rap Lusófono” com a curadoria do Festival de Cultura Urbana da Língua Portuguesa, a “Terra do Rap” (com edições em São Paulo, Rio de Janeiro e Lisboa) desde 2013 e da exposição itinerante “A Energia da Língua Portuguesa” (EDP Brasil), que percorre o país desde 2017, tendo marcado presença como palco da FLIP, em Paraty-RJ, nas 3 últimas edições. Apesar das diversas colaborações em mixtapes, eps, singles e projetos paralelos, somente em 2019 teve seu álbum de estreia: “Elxs Ñ Sabem a Minha Língua {…}” trouxe a proposta de descolonização da lusofonia, buscando respostas para aquilo que perdemos na travessia do Atlântico e na construção de nosso país. O disco remonta toda a história da língua portuguesa sob a ótica do rap – desde o trovadorismo do século XII até o hip-hop lusófono do século XXI e as conexões entre Portugal, África e Brasil. Atualmente está em processo de produção de “Meu Bairro, Minha Língua{…}”, uma música colaborativa e websérie com importantes vozes da música lusófona, destinada ao novo acervo do Museu da Língua Portuguesa (São Paulo-SP), com reabertura prevista para 2021.

O projeto “Terra do Rap 2021 –  Festival de Cultura Urbana da Língua Portuguesa” foi contemplado pelos editais da Lei Emergencial Aldir Blanc da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro – SECEC RJ.

@terradorap

SERVIÇO

FESTIVAL TERRA DO RAP 2021 – edição on line

Toda programação será divulgada em  https://youtube.com/c/TERRADORAP

Conteúdos extra serão divulgados em https://instagram.com/terradorap?igshid=18558idh7qrgy

Programação 

Dia 28 de fevereiro

Show de abertura: Fita Misturada On-line

Horário: de 14h às 22h

Com:

Thai Flow

Juju Rude

Lis Mc

Cold Jas

Ikinya

A Bronca

Helen Nzinga

Kaê Guajajara

SoulFull

Afrodite BXD

Participação das Poetas:

Víviane Laprovita

Andrea Bak

Winona Evelyn

Sabrina Azevedo

Sabrina Martina

MESTRES DE CERIMÔNIA: Dj Tamy & Natália Brambila

DEBATES

Sessão Ideias & Ideais

Sempre às 20h

Segundas & Quartas 08,10,15,17,22,24,29,31 de Março

OFICINAS

Sessão Ciência da Consciência

Sempre às 20h

Terças & Quintas

09,11,16,18,23,25,30 de Março e 01 de Abril

LANÇAMENTOS

09 de abril

*Videoclipe/Cypher

*Mixtape Terra do Rap, com registros produzidos durante o festival (músicas)

LIVES

Fita Misturada On-Line

17 e 18 de abril

ENCERRAMENTO

22 de abril

Prêmio Terra do Rap – Personalidades da Nova Lusofonia

Lançamento da Galeria Lusófona de Arte de Rua (street view)

FESTIVAL VIRTUAL COM JOANA GETÚLIO – UMA BANDA DE BANHEIRO”

        Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc, apresentam:

“JOANA GETÚLIO – UMA BANDA DE BANHEIRO”

Um festival com programação virtual, que inclui entrevista com a drag queen influencer Rita Von Hunty, artistas performáticos convidados, como Luís Lobianco, e show “Joana Getúlio – uma banda de banheiro”

Música, humor, papo cabeça, diversidade, diversão. Tudo isso junto e misturado no Festival Joana Getúlio, que promove três ações: entrevista no dia 26 de fevereiro, sexta-feira, performances de artistas convidados no dia 27, sábado, e transmissão on-line do espetáculo musical “Joana Getúlio – uma banda de banheiro”, ao vivo, pelo YouTube, no dia 6 de março, (sábado).

Reunindo atores e músicos, a performática banda Joana Getúlio, busca a base para sua criação artística e sua contribuição para a construção de uma sociedade mais inclusiva nos movimentos LGBTQIA+ e feminista. A banda é formada por Nelson Borges, Isabela Rangel, Felipe Arouca, Andréa Cevidanes e Dani Ramalho; e todos tocam pelo menos um instrumento. Já o repertório é bem diverso, transitando da MPB ao brega, passando por Whitney Houston e sertanejo no meio do caminho, sempre usando e performando em cima das letras e brincando com o próprio estilo. Um irresistível caldeirão azeitado e bem apimentado!

“O show é de onde surge todo o projeto; pela vontade de passarmos nossa mensagem abordando questões de relevância a partir do humor”, explica Mateus Bento, produtor executivo do projeto.

O festival também vai contar com artistas convidados: Luís Lobianco e Éber Inácio, que juntos se apresentavam no recém-fechado Buraco da Lacraia e foram inspiradores para a galera do Joana Getúlio; e as drag queens Palloma Maremoto e Karoline Absinto, dois grandes nomes da cena noturna carioca.

O papo cabeça, mas também divertido, é com a drag queen Rita Von Hunty, criação do artista, professor e youtuber Guilherme Terreri Pereira, que conquistou uma legião de fãs com suas aulas de política numa linguagem didática e de fácil acesso na web. São mais de 500 mil seguidores no Instagram e mais de 700 mil inscritos no seu canal no YouTube: Tempero Drag.

Democrática no acesso, toda a programação do festival estará disponível gratuitamente no canal Joana Getúlio no Youtube. Na apresentação do show online e ao vivo, haverá tradução e interpretação em libras, garantindo a acessibilidade de pessoas com deficiência auditiva. Ao final das ações, será produzido um documentário sobre o evento e sobre a banda, que contará também com legendagem em português.

EQUIPE JOANA GETÚLIO

Mateus Bento – produtor executivo do Joana Getúlio Festival

É graduando em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense, tendo experiência como diretor de produção, sendo contemplado no edital de ocupação da FUNARJ para o segundo semestre de 2019, em que também atuou como iluminador. Como assistente de produção, trabalhou no musical infantil “Orfeu – o menino que sonhava em samba”, indicado ao prêmio Zilka Salaberry de melhor espetáculo, encenado em três temporadas, sendo duas no Parque das Ruínas e uma no Centro de Artes UFF. Como estagiário, trabalhou no CCJF – Centro Cultural Justiça Federal e no CCMJ – Centro Cultural Museu da Justiça, tanto na parte administrativa e quanto diretamente nos palcos, tendo experiência com montagem e operação de luz, som e projeção para shows, peças e festivais de cinema, participando da avaliação e pré-seleção dos projetos que chegaram por meio de editais de ocupação, e também propondo eventos institucionais nos dois aparelhos culturais, além de fazer trabalho de assessoria de imprensa e produção local de todos os eventos que aconteceram nos espaços, totalizando mais de 100 eventos nos últimos anos.

Andréa Cevidanes – diretora artística, atriz, musicista e cantora da banda Joana Getúlio

Professora da Oficina das Artes (curso livre de teatro para crianças, adolescentes e adultos), desde 1997. Já atuou também como diretora e professora na Companhia Nós do Morro (2006). É produtora cultural do colégio Pentágono desde 2002. Produtora, pesquisadora, dramaturga e atriz da Companhia de Teatro Porão desde 2000. Sua principal formação profissional com a arte cênica é: Casa de Cultura Laura Alvim (CAL) e O Tablado. Nas artes circenses, tem experiência com acrobacia e oficinas de palhaço. Tem em sua experiência profissional, além dos trabalhos com esta Oficina: diretora e produtora da Cia Sótão, professora de curso livre da escola profissionalizante de teatro “Nova Escola”, e professora de teatro no Colégio Metropolitano. Possui cerca de 25 prêmios, entre eles, os de melhor atriz, melhor diretora, e dramaturga.

Nelson Borges – ator músico e cantor da banda Joana Getúlio

Músico há 30 anos, integrante da Cia Teatro Porão desde 2015, poeta, cronista e compositor, tem dois livros publicados e cerca de 80 composições registradas. Integrante dos grupos de resistência da arte e da cultura Maminha de Alcatra e Joana Getúlio, dos quais é um dos fundadores.

Isabela Rangel – atriz, musicista e cantora da banda Joana Getúlio

Atriz há 15 anos, integrante da Cia Teatro Porão desde 2015, formada no curso básico de música da Escola Villa-Lobos, na modalidade canto. É graduanda do curso de direito da UFF, onde realiza pesquisa sobre o teatro legislativo de Augusto Boal. Integrou o Conselho Municipal LGBTI+ de Niterói, representando o Coletivo Lamparinas do curso de Direito da UFF, do qual é uma das fundadoras.

Felipe Arouca – ator, músico e cantor da banda Joana Getúlio

Licenciando em Teatro pela Faculdade Cesgranrio. Ator, cantor e percussionista da Cia Teatro Porão desde 2015. Apresentador no programa “Tempo da Terra” no canal Futura. Participou de festivais nacionais de teatro e do projeto “Plateias Hospitalares” dos Doutores da Alegria. Formado em Gestão Ambiental pelo IFRJ. Licenciando em Arte Cênica pela Faculdade Cesgranrio. Ator, cantor e percussionista da Cia Teatro Porão e da banda Joana Getúlio.

Dani Ramalho – diretor musical, ator, músico e cantor da banda Joana Getúlio

Licenciando em Educação Musical pelo Conservatório Brasileiro de Música. Frequentou o curso Intermediário da UFRJ cujo instrumento foi canto lírico, tendo concluído o curso avançado de canto lírico da Escola de Música Villa-Lobos na classe da professora Hélida Lisboa. É preparador vocal do espetáculo “Bitucanto”, encenado pelo Coro de Câmara da Escola de Música Villa-Lobos. É coralista do Coro Cênico Cesgranrio no qual recentemente apresentou se com o espetáculo “Raízes Indígenas”. Atua como Diretor Musical e Preparador Vocal do Espetáculo “A Cumadre Fulôzinha” e também como Preparador Vocal do musical “Orfeu, o menino que sonhava em samba”. É cantor performático da Banda Joana Getúlio. Além de, atualmente, ministrar aulas de canto.

Rúbia Vieira – iluminadora do espetáculo “Joana Getúlio – uma banda de banheiro”

Atua nas funções de atriz, iluminadora e cenógrafa desde 1998. É produtora e aderecista, e trabalhou no Festival Internacional de Bonecos – Canela e no Festival Nacional de Teatro de Canela – RS, durante mais de dez anos como iluminadora, diretora de palco, produtora e coordenadora. Foi integrante do Grupo Artigos e trabalhou como assistente de produção na Cia Nós do Morro em 2006 e 2007. Foi iluminadora do Teatro Solar de Botafogo de 2012 a 2014. Atualmente, trabalha com iluminação (criação e operação) em produções teatrais cariocas. Nesta companhia, trabalha desde 2007. Tem em sua formação cursos e oficinas de Interpretação, de cenografia e de iluminação, entre eles estão os cursos de interpretação com José de Abreu (2006), de Cenografia com Gringo Cardia (2003) e de Iluminação Técnica com Abílio Henrique (1997).

SERVIÇO

Dia 26 (sexta-feira) , 20h – Entrevista Rita Von Hunty

Dia 27 (sábado), 19h – Papos e performances com artistas convidados: Luís Lobianco, Éber Inácio, Palloma Maremoto e Karoline Absinto.

Dia 6 de março (sábado), 20h, – Show “Joana Getúlio – uma banda de banheiro”

Toda a programação no canal Joana Getúlio no YouTube (https://www.youtube.com/c/joanagetulio)  e no Instagram (joanagetulio).

NOVO FILME ESTRELADO POR MARCUS MAJELLA E DANTON MELLO

UM TIO QUASE PERFEITO 2

Direto do cinema, comédia tem estreia antecipada nas plataformas

 

São Paulo, 11 de fevereiro de 2021 – A franquia de sucesso destinada para toda a
família e todas as idades UM TIO QUASE PERFEITO 2 ganha estreia antecipada no
dia 18 de fevereiro nas plataformas digitais exclusivamente para aluguel e compra
nas operadoras de TV, loja digital e console de vídeo game. Estrelando Marcus
Majella (Vai que Cola) como Tio Tony, que retorna nesta continuação reinando
absoluto no coração dos sobrinhos Patrícia (Júlia Svacinna, de DPA – Detetives do
Prédio Azul), Valentina (Soffia Monteiro) e João (João Barreto), mas terá que lidar
com a chegada de Beto (Danton Mello), o namorado da irmã Ângela (Letícia
Isnard). O elenco conta também com a atriz Ana Lúcia Torre como a avó
‘maluquete’ Cecilia, Fhelipe Gomes (ator de Cúmplices de um Resgate, no SBT e
Malhação e a novela das 19h “O Tempo Não Para” na Globo), como Rodrigo, filho
de Beto, e traz ainda Noemia Oliveira e Diego Becker, do programa Porta dos
Fundos, como os amigos do Tio Tony.

Em UM TIO QUASE PERFEITO 2 o Tio Tony sente-se ameaçado com a chegada de
Beto na família e teme perder o seu reinado entre os sobrinhos. Entre ciúmes e
planos mirabolantes que envolvem as crianças, ele vai tentar provar que o futuro
cunhado não vale nada. Com direção de Pedro Antonio (Um Tio Quase Perfeito e
Tô Ryca) e produção de Erica Iootty e Mariza Leão, UM TIO QUASE PERFEITO 2 é
uma comédia que vai agradar toda a família, que além de abordar temas como
mãe solteira, ciúmes, aceitação, romance entre pais divorciados e a proposta de
juntar e misturar suas famílias, a produção caprichou nas lindas locações,
mostrando pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro. Para se divertir quando,
como e onde quiser, não é preciso ter uma assinatura mensal nos serviços de
streaming: basta acessar alguma plataforma digital, efetuar o cadastro para
alugar ou comprar o filme, e pronto! Vale mencionar que na opção aluguel, após
dar o primeiro ‘play’, o filme digital ficará disponível durante 48 horas e poderá
ser visto e revisto quantas vezes quiser dentro desse prazo. Já a opção compra,
garante que o mesmo esteja disponível sempre com o consumidor.

https://www.youtube.com/watch?v=0e00icX54fE

UM TIO QUASE PERFEITO 2

SINOPSE

Tio Tony (Marcus Majella) reina soberano no coração dos sobrinhos, Patricia (Julia Svacinna),
Valentina (Sofia Barros) e João (João Barreto). Ele parece ter se regenerado da vida de
trambiqueiro e vive em perfeita harmonia com a família até a chegada de Beto (Danton Mello),
que rouba o coração da irmã, Ângela (Letícia Isnard), e, de quebra, encanta os pequenos. Com

ciúmes desse intruso e inconformado, Tony entra numa disputa com Beto e vai armar planos
mirabolantes envolvendo os sobrinhos para tentar provar que o futuro cunhado não vale nada.

ELENCO e FICHA TÉCNICA

Direção: Pedro Antonio
Roteiro e Argumento: Leandro Muniz, Sabrina Garcia, Rodrigo Goulart e Pedro Antonio
Produção: Erica Iootty
Coprodução: Mariza Leão
Produção Executiva: Tathiana Mourão, UPEX
Produção e Finalização: Thiago Pimentel
Produtor Associado: Jorge Peregrino

Elenco: Marcus Majella, Danton Mello, Letícia Isnard, Júlia Svacinna, Soffia Monteiro, João
Barreto, Ana Lucia Torre, Fhelipe Gomes, Noemia Oliveira, Eduardo Galvão e Diego Becker

ESPECIFICAÇÕES

Duração: 100 minutos, aproximadamente
Classificação Indicativa: LIVRE
Plataformas digitais de Aluguel e Compra:
Apple TV (iTunes), Google Play, Microsoft Films &TV (Xbox) e PlayStation Store
Plataformas digitais exclusivamente para aluguel:
Looke, NOW e SKY

 

SOBRE SONY PICTURES HOME ENTERTAINMENT
A Sony Pictures Home Entertainment (SPHE) é uma empresa da Sony Pictures Entertainment
(SPE). A Sony Pictures Entertainment (SPE) é uma subsidiária da Sony Entertainment Inc., uma
subsidiária da Sony Corporation sediada em Tóquio. As operações globais da SPE englobam a
produção, aquisição e distribuição de filmes e de televisão; as redes de televisão; a criação e
distribuição de conteúdo digital; a operação dos estúdios e desenvolvimento de novos
produtos, serviços e tecnologias de entretenimento.

A VOLTA À CENA DA AMANTE DO REI APAGADA DA HISTÓRIA

O espetáculo Eugênia, história da amante do rei virou peça escrita por Miriam Halfim, dirigida por Sidnei Cruz e encenada pela atriz Gisela de Castro ,será exibido pelo streaming da Sympla

“Eugênia”, a mulher do século XIX que tem muito a dizer para a mulher de hoje

Dias 13 e 14 de fevereiro, sexta e sábado, pelo streaming da Sympla no fim de semana de não-carnaval.

Após as apresentações do espetáculohaverá batepapo virtual com a atriz Gisela de Castro

Século XIX. A jovem Eugênia José de Menezes, filha do governador de Minas Gerais, tem um romance com Dom João VI, engravida e é expulsa da Corte, sendo exilada num convento. Se fosse hoje em dia, diríamos que ela tinha sido “apagada”, como são apagados negros, gays, trans. Apagada por ser mulher. Mas também partiríamos para as redes sociais para “cancelar” Dom João VI, o covarde que não se limitava a comer frangos. A história da amante do rei virou peça escrita por Miriam Halfim, dirigida por Sidnei Cruz e encenada pela atriz Gisela de Castro. “Eugênia” será exibida pelo streaming da Sympla neste fim de semana de não-carnaval.

O questionador e divertido monólogo tem muito a dizer. E diz. Manda um recado para a mulher contemporânea, ainda na luta por seu espaço, seu reconhecimento, para não ser apagada, mas, sim, para poder escrever sua própria história. Com tanto a dizer, a discussão vai extrapolar a sessão. E, depois do fim da apresentação, vai ter bate-papo com Gisela.

“Eugênia” foi um sucesso em diversos palcos cariocas. Foram quatro temporadas e muitas indicações a prêmios. A encenação que será exibida foi filmada durante a primeira temporada, no Planetário da Gávea, em 2016. Uma ótima oportunidade para conhecer essa mulher de dois séculos, que ainda precisa ser ouvida.

SERVIÇO: Espetáculo “EUGÊNIA”, escrita por Miriam Halfim, dirigida por Sidnei Cruz e encenada pela atriz Gisela de Castro

Dia 13 de fevereiro – Sábado, às 20h

Ingresso: R$ 15

https://www.sympla.com.br/eugenia-no-carnaval__1124520

Dia 14 – Domingo, às 20h

Ingresso: R$ 15

https://www.sympla.com.br/eugenia-no-carnaval-copia__1125814

Duração: 55 min

Classificação: 12 anos

Gênero: Comédia

Após as apresentações do espetáculohaverá batepapo com o Gisela de Castro

SOBRE O ESPETÁCULO

“Eugênia” conta a história do romance entre Eugênia José de Menezes e Dom João VI, regente e imperador do Brasil, Portugal e Algarves. Fruto de profunda pesquisa sobre o assunto e a época, o espetáculo conta com texto de Miriam Halfim, direção de Sidnei Cruz e a interpretação de Gisela de Castro.

A peça estreou no Teatro Maria Clara Machado, no Planetário da Gávea, seguindo em temporadas no Teatro Eva Herz, Teatro Gláucio Gill, Teatro Sérgio Porto (Vencedor do Fomento Olímpico 2016), Espaço Furnas (Vencedor do Edital Eletrobrás para a Unidade Botafogo) e Teatro Serrador. Recebeu convite do SESI para sessão exclusiva no Dia do Deficiente (31/8/2016) com intérprete de Libras e audiodescrição, e do Espaço Itaú Cultural para sessão gratuita em SP. Ganhou editais para circulação no CCBB Brasília e SP, e Espaço Furnas Cultural, em São José da Barra Funda/MG, em 2018. Participou ainda dos festivais Velho Chico, em Petrolina e Aldeia Yapoatan, no Recife (PE).

A filmagem aqui apresentada se refere ao palco em semi-arena do Teatro Maria Clara Machado, no Rio de Janeiro – RJ, cuja equipe era formada por:

Texto MIRIAM HALFIM

Direção Artística SIDNEI Cruz

Interpretação: Gisela de Castro

Cenografia – JOSÉ DIAS

Iluminação: AURÉLIO DE SIMONI

Figurinos, Acessórios e Design de aparência SAMUEL ABRANTES

Direção Musical, Composição e Execução da trilha sonora BETO LEMOS

Preparação corporal MORENA CATTONI

Preparação vocal VERÔNICA MACHADO

Programação visual e fotos THIAGO SACRAMENTO

Montagem e operação de Luz RODRIGO BISPO

Operação de Som e Contrarregra LENNON JAGUAR

Assessoria de Imprensa SHEILA GOMES

Assistente de produção GEORGE LUIS PRATA

Direção de Produção MARIA ALICE SILVÉRIO

Filmagem e edição ELIAS HATAH

O CAOS DA COVID EM PORTUGAL

Confinados desde o início da pandemia, o que fez de Portugal sair de exemplo e passar a ser o pior em número de casos de covid-19 

Centro de Pesquisas e Análises Heráclito divulga estudo que explica como são contabilizados os casos em Portugal em comparação aos demais países

Portugal viu a sua situação pandêmica ficar descontrolada neste último mês. Após ter ultrapassado 2020 com poucos casos, pouca mortalidade e com relativa serenidade, 2021 começou de forma muito diferente.

O que mudou para alterar dramaticamente o cenário? Por que razão Portugal passou de um país exemplar para o pior país em número de casos e mortes por cada 100 mil habitantes?

O CPAH – Centro de Pesquisas e Análises Heráclito fez uma pesquisa envolvendo entrevista a 100 pessoas de várias zonas do pais e análises de dados nacionais e internacionais.

Portugal é um país pequeno com pouco mais de 10 milhões de habitantes que, em março do ano passado, se confinou mesmo antes da ordem do governo. Esta ação rápida fez com que a primeira onda não tomasse as proporções vistas nos seus vizinhos europeus. Por meses os portugueses obedeceram as regras e todo o comércio, depois de meses encerrado, voltou renovado e envolto em extremas medidas de higiene e segurança. O verão chegou e parecia que o pior teria ficado para trás embora os avisos fossem constantes e, mesmo em pleno calor, a máscara foram adotadas sem grandes consternações. Impunha-se o regresso à escola dos milhares de alunos que nos últimos meses estiveram em regime de ensino online. Vozes contra e vozes a favor da decisão se levantaram. Há sensivelmente 15 dias o ensino parou de novo com uma crescente onda de novos casos. Foram as festas familiares que descontrolaram todo um país. O natal e o final de ano ditaram a mudança do destino. Os governantes sabiam que os números iam crescer da mesma forma que regras rigorosas nesta altura não resultariam. Portugal é um país familiar, país de emigrantes, que tem o Natal como ponto central da vida familiar e da reunião daqueles que durante meses não se veem. Portugal tentou, em cima da linha, fazer um equilíbrio difícil entre um controle de casos e a sobrevivência de uma economia já frágil. E depois chegou o cansaço.

Como explica o doutor em neurociências e psicologia luso brasileiro Fabiano de Abreu, membro fundador e sócio do CPAH, “o segundo confinamento está sendo mais duro com os portugueses. A população está cansada e a ansiedade constante chegou a um momento preocupante. Há a constante sombra da incerteza. Contrariamente ao Brasil as regras aqui foram duras e duram até hoje. Com mais ou menos restrições aqui a vida nunca voltou a nada semelhante ao normal. No natal e final de ano as pessoas relaxaram e, infelizmente, foram multiplicando os focos de infecção”, relata. Abreu acrescenta ainda que, “os números eram crescentes, mas a circulação de pessoas, muitas delas vindas do estrangeiro, na altura das festas fez disparar os números. Também o relaxamento referente ao instinto, que motivado pela ansiedade leva a busca pela saída da rotina. Chamo de momento imagem e crença, onde a necessidade da liberação da dopamina e a adaptação ao momento sem impactos que chamam atenção, causam descrédito.”

Às pessoas entrevistadas para análise, foi perguntado de que forma explicam o aumento de casos depois de meses de sucesso. 60% dos entrevistados sinalizaram as festas familiares e sobretudo o ajuntamento de jovens no final do ano. 23% acreditam que as regras do novo confinamento não foram cumpridas como expectável ou que, regras erradas fizeram com que as pessoas saíssem de casa em maior concentração nos horários permitidos para circulação. Os restantes 17% culpam o ensino e a abertura das escolas, defendendo que deveria ter sido online desde o início do ano letivo.

Neste momento, Portugal é recordista em casos e mortalidade por 100 mil habitantes em todo o mundo. Contudo, serão estes números tão lineares assim? Seriam se a contabilização de mortes e a realização de testes fossem feitas na mesma medida. Isto não acontece. Portugal é dos países que mais testa no mundo, inclusive muitos deles são de rotina, ou seja, testam as pessoas que não apresentam nenhum sintoma. Muitas empresas, câmaras municipais, escolas e outras instituições procedem a testes para controlarem possíveis surtos. É, portanto, natural que o número de casos detetados seja maior. Outro ponto se prende com a contabilização da mortalidade. Mesmo na europa os países não seguem todos o mesmo critério.

Joana Freitas, arqueóloga portuguesa membro do CPAH explica esse critério, “a mortalidade não é considerada segundo igual padrão. Em Portugal, desde que positivo para a COVID 19 esteja em meio hospitalar ou não, a morte é considerada como se devendo à SARS-CoV2 mesmo que morra de outra complicação associada. O mesmo não se aplica noutros países. Inglaterra por algum tempo só contabilizou mortes ocorridas em hospitais, na Alemanha por exemplo, num lar de idosos que ocorra um surto e existam mortes antes dos testes, essas não são contabilizadas. Já na Bélgica basta a suposição médica para que conte como morte covid 19. Em Espanha não são contabilizadas as mortes em lares de idosos, nem sequer as mortes em casa, caso não tenham sido feitos previamente exames de diagnóstico. E mais exemplos podem ser tidos em conta se alargarmos a escala. Os números totais não se regem pelas mesmas regras.”

CARAVANA CULTURAL CIRCULA DE KOMBI NO RIO

Em meio a pandemia, alegria e diversão infantil, cultura e todos os cuidados necessários para evitar o contágio e a propagação da covid-19.


Caravana Cultural do grupo teatral Gira Cia Andante, circula de Kombi por dez regiões do estado do Rio de Janeiro, apresentando o espetáculo “A História de um Camaleão”.
A história é um espetáculo infantil para crianças de todas as idades. Através de músicas e brincadeiras, os atores apresentam de forma lúdica, essa narrativa que ilustra para as crianças (e para os adultos também) a importância de serem felizes com suas escolhas. É uma obra adaptada do livro “Bom Dia Todas as Cores” da escritora Ruth Rocha, permeada de cantigas populares (tocadas ao vivo) que estimulam o público a cantar junto. Os figurinos são coloridos como a história propõe e possui máscaras orgânicas feitas a partir de materiais e artesanatos da Floresta Amazônica: cuias, trançados de palha e cestos produzidos por comunidades ribeirinhas do Rio Tapajós, no Oeste do Pará. O vídeo do espetáculo que será disponibilizado no YouTube tem como público-alvo todas as crianças (inclusive as com deficiência visual e auditiva).
O espetáculo passa por: Miguel Pereira, Valença, Paraty, Japeri, Rio de Janeiro, Niterói, Armação dos Búzios, Macaé, Santo Antônio de Pádua e Cordeiro. As apresentações serão realizadas gratuitamente, em espaços públicos,seguindo as medidas de segurança sanitária para o enfrentamento do COVID-19. A Caravana terá duração de vinte e um dias e será realizada nos meses de janeiro/fevereiro de 2020, com uma equipe composta pelos dois atores da Gira, um cinegrafista e uma produtora-executiva.

A Gira Cia Andante, o Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam Caravana do Sonho II. O projeto só existe por conta da lei de incentivo criada para auxiliar artistas brasileiros durante a pandemia.

AGENDA:
05/02/2021
Barra do Piraí, Vale do Ipiranga, 10h30min

Japeri – Apresentação On-line

06/02/2021
Bangu, Vila Olímpica, Jardim Bangu, 17h

07/02/2021
Niterói, Campo da Travessa Continental, Comunidade Santo Cristo, 17h

10/02/2021
Búzios, Praça do Inefi, Praia Rasa, 17h

Macaé – Apresentação On-line

14/02/2021
Santo Antônio de Pádua, Praça Pereira Lima, 17h

15/02/2021
Cordeiro, Parque de Exposições Raul Veiga, 17h

Do Leme à Praça Mauá — Histórias e Músicas do Carnaval Carioca” estreia, dia 12 de fevereiro, no Youtube

O projeto “Do Leme à Praça Mauá — Histórias e Músicas do Carnaval carioca” estreia, dia 12 de fevereiro, 

uma série de programas no Youtube sobre sambas autorais dos blocos de rua do Rio de Janeiro

 

Idealizado pelos blocos “Escravos da Mauá” e “Meu Bem Volto Já”, o projeto,com roteiro e direção de Pedro Monteiro,

vai contar histórias de sambas e compositores que marcaram o Carnaval da cidade dos anos 90 aos dias atuais

 

Não vai haver Carnaval no Rio de Janeiro em 2021. Enquanto não for seguro para a população estar nas ruas devido à pandemia, os tradicionais blocos da cidade também não vão desfilar. Mas quem disse que eles estão parados? Os blocos “Escravos da Mauá” e “Meu Bem Volto Já” lançam o projeto “Do Leme à Praça Mauá — Histórias e Músicas do Carnaval Carioca”, dia 12 de fevereiro, no canal do Youtube “Histórias e Músicas do Carnaval Carioca” (https://bit.ly/3qmUBUs). Com roteiro e direção de Pedro Monteiro, a série terá 12 programas de sete a dez minutos que vão contar algumas das curiosidades dos sambas e compositores que fizeram sucesso no Carnaval da cidade dos anos 90 aos dias atuais. Na estreia, serão exibidos dois episódios consecutivos. O projeto tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Especial de Cultura e do Ministério do Turismo por meio da Lei Aldir Blanc.

A ideia é homenagear os blocos que saem com sambas autorais e os compositores que têm um olhar crítico sobre o cotidiano da cidade. Em cada episódio, integrantes e músicos dos blocos serão convidados a cantar e contar lembranças da folia momesca. A jornalista Rita Fernandes, presidente da Sebastiana, associação organizadora dos blocos de rua do Rio, vai comentar cada um dos episódios. Sambas emblemáticos de cada agremiação foram escolhidos e regravados pelos músicos Tiago Prata e Daniel Scisinio e pelos intérpretes Anderson Feife, Dorina e Nina Rosa. “Nosso objetivo é traçar um panorama de como o Carnaval de rua do Rio de Janeiro se estruturou, vem mudando e se adaptando ao longo das décadas”, explica o diretor Pedro Monteiro.

Os programas vão acompanhar a trajetória dos seguintes blocos: Meu Bem Volto Já; Carmelitas; Prata Preta; Nem muda nem sai de cima; Bloco de Segunda; Imprensa que eu Gamo; Que merda é Essa?; Barbas; Escravos da Mauá; Simpatia é Quase Amor; Loucura Suburbana e Discípulos do Osvaldo. Entre os compositores, estão nomes como

João Pimentel, Eduardo Gallotti, Mario Moura, Marceu Vieira, Marizozinho Lago, Roberto Medronho, Tiago Prata, Luis Fernando, Macarrão, Flavio Feitosa, Rafael Dummar, Ricardo Costa, Miguel Diniz, Carlinhos Fidelis, Djalma Jr., Guilherme Sá, Jorgito Sapia, Marcelo Carvalho, Ricardo Mello, Tedinho, Roni Valk e Zé da Lata.

“Acho interessante um projeto que se proponha lembrar o trabalho de compositores, em sua maioria amadores, que fazem sucesso no Carnaval de rua, mas que têm outras atividades durante o ano. No Carnaval, produzem crônicas bem-humoradas, críticas ácidas, e releituras irreverentes da história recente no Rio de Janeiro, do Brasil e do mundo”, observa Jorge Sapia, presidente do bloco Meu Bem Volto Já. “Queremos suprir um pouco a falta de Carnaval este ano e criar um registro das memórias de desfiles passados e dessa festa maravilhosa que os blocos de rua construíram”, completa Teresa Guilhon Barros, diretora do Escravos da Mauá.

Sobre os blocos Meu Bem Volto já e Escravos da Mauá

O Bloco carnavalesco “Meu Bem, Volto Já” foi criado em 1994 por um grupo de moradores do Leme, no Rio de Janeiro, como parte das comemorações do centenário do bairro. Foi um dos pioneiros da denominada retomada do Carnaval de rua no Rio de Janeiro, e seus desfiles são folclóricos e concorridíssimos. Desde 2010, desfila com uma ala de baianas iluminadas e divertidíssimas. O Escravos da Mauá foi criado no Carnaval de 1993, por um grupo de amigos, quase todos funcionários do INT – Instituto Nacional de Tecnologia, que tem sede na Avenida Venezuela, nos arredores da Praça Mauá. Próximo dali, na Rua Camerino, ficavam os mercados de escravos nos séculos 18 e 19. Seus sambas sempre lembram os personagens e a história dos bairros portuários, e seus desfiles são carregados de tradição e reverência aos ancestrais e à arte pública. A agremiação tem parceria com a Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades, formada por artistas de rua que também desenvolvem um trabalho de inclusão social por via da capacitação dos moradores da região portuária para desfilar nos Escravos da Mauá: são os simpáticos e alegres pernaltas ou “pernas de pau”.

 

Sobre Pedro Monteiro

 

Dramaturgo, ator e diretor, Pedro Monteiro tem dois projetos teatrais em 2021: “Meus dos Pais”, adaptação do livro homônimo de Walcyr Carrasco, vencedor do edital do Espaço “OI FUTURO”, em 2019; e “Pão e Circo”, vencedor do edital do ISS RJ 2019. Ambas as iniciativas foram transferidas para este ano devido à pandemia. Estreou, em 2016, o espetáculo “Entregue seu Coração no Recuo da Bateria”, no Teatro Municipal Gonzaguinha (Praça Onze), em uma temporada de sucesso de público e crítica. Produziu e atuou no espetáculo “Um de Nós”, em 2015. Em 2012, realizou o musical “Funk Brasil – 40 anos de Baile”, que estreou no Teatro Miguel Falabella, levando pela primeira vez uma obra sobre o movimento funk para o teatro. Este projeto foi vencedor do edital de montagem cênica do governo do Estado do RJ 2011; do Prêmio Myriam Muniz da Funarte 2012; do edital do SESI 2014; do edital do Governo do Estado do Rio de Janeiro para iniciativas artísticas ligadas ao funk; e do pitching Favela Criativa em 2015. Em sua trajetória, totaliza mais de 100 apresentações. Antes, estreou a peça teatral “Os Ruivos”, no Espaço Cultural Sérgio Porto em 2008, que depois fez turnê nacional. Em parceria com a produtora Cavídeo, lançou em 2009 “Vida de Balconista”, primeiro longa-metragem que estreou na plataforma celular. Com direção de Pedro Monteiro e Cavi Borges e protagonizado por Mateus Solano, a obra ficcional participou do Festival do Rio em exibição especial no cinema Odeon pelo segmento “Novos Rumos”.

Ficha técnica

Roteiro e direção: Pedro Monteiro

Idealização: Pedro Monteiro e Teresa Guilhon Barros

Arranjos: Daniel Scisinio

Músicos convidados: Tiago Prata e Daniel Scisinio

Texto de apresentação dos blocos: Andrea Estevão e Jorge Sapia

Locução: Jorge Jeronymo

Estúdio de gravação: Irmãos Bassini

Editor do programa: JC Oliveira

Videoclipes: Humberto Scisinio

Intérpretes: Anderson Feife, Dorina e Nina Rosa

Comentarista convidada: Rita Fernandes

Curadoria e seleção musical: Teresa Guilhon e Jorge Sapia

Animação: Igor Betine

Designer: Isabel Lippi

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Realização e Produção: Blocos “Escravos da Mauá” e “Meu Bem Volto Já”

Patrocínio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Especial de Cultura e Ministério do Turismo por meio da Lei Aldir Blanc.

 

Serviço:

Do Leme à Praça Mauá — Histórias e músicas do carnaval carioca

Temporada: de 12 de fevereiro a 22 de fevereiro

Exibição: Diariamente, às 17h no Canal do Youtube “Histórias e Músicas do Carnaval Carioca” (https://bit.ly/3qmUBUs). Na estreia, serão exibidos dois episódios. Os vídeos ficaram disponíveis no canal após a exibição.

Ingressos: gratuitos